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LOC.: O valor da terceira parcela de janeiro de 2026 do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, será pago nesta sexta-feira, dia 30. Ao todo, as prefeituras vão partilhar SETE BILHÕES E TREZENTOS MILHÕES DE REAIS. O montante é cerca de DOZE POR CENTO maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando a transferência foi de SEIS BILHÕES E MEIO DE REAIS.
No Nordeste, o estado que contará com o maior valor a ser partilhado entre as cidades é a Bahia, com um total superior a QUINHENTOS E OITENTA MILHÕES DE REAIS distribuídos entre municípios como Vitória da Conquista, Lauro de Freitas e Jequié.
No entanto, o maior volume entre todos os estados ainda será destinado a São Paulo, cujos municípios vão partilhar mais de NOVECENTOS MILHÕES DE REAIS. Entre as cidades paulistas que recebem os maiores repasses estão São Bernardo do Campo, Santos e Ribeirão Preto, cada uma com quase QUATRO MILHÕES DE REAIS cada.
O especialista em orçamento público Cesar Lima considera este início de ano positivo em relação ao FPM, já que os três decêndios de janeiro registraram avanço em relação ao mesmo mês de 2024. Segundo ele, esse cenário está associado à melhora na empregabilidade, mas ainda é preciso observar algumas mudanças previstas para este ano, como a nova tabela do Imposto de Renda.
TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento
“Nós temos uma boa condição de empregabilidade no país e isso contribui muito para o Imposto de Renda, que é o principal componente do FPM. Vamos aguardar também a questão do impacto da mudança de legislação em relação a isenções do Imposto de Renda, verificar como isso vai se comportar nos próximos meses e saber concretamente como vai ficar a situação dos municípios nesse caso.”
LOC.: O FPM é uma das principais fontes de receita das prefeituras brasileiras, especialmente nas cidades de pequeno e médio porte. O fundo é formado por uma parcela da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados.
O objetivo é reduzir desigualdades regionais e garantir recursos mínimos para a manutenção dos serviços públicos essenciais. A divisão dos valores é feita com base em critérios populacionais e técnicos definidos pelo Tribunal de Contas da União.
Reportagem, Marquezan Araújo