Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Política de privacidade

Nós do Brasil 61 coletamos e usamos alguns dados dos nossos leitores com o intuito de melhorar e adaptar nossas plataformas e nossos produtos. Para isso, agimos conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) e nos esforçamos para sermos transparentes em todas nossas atividades.

Para podermos oferecer melhores serviços e veicular peças publicitárias de nossos anunciantes, precisamos conhecer certas informações dos nossos usuários.

COMO O BRASIL 61 COLETA SEUS DADOS

– Quando você se cadastra e cria um usuário no Brasil 61

Quando você entra no nosso site, fornece informações (dados) para a criação do usuário. Estes dados são usados para orientar a estratégia do Brasil 61 e o desenvolvimento de novos serviços e/ou produtos. Essas informações são fornecidas voluntariamente por você leitor e não são compartilhadas com nenhum terceiro.

– Quando você acessa o site do Brasil 61 (www.brasil61.com.br) ou abre uma de nossas newsletters enviadas por e-mail

O Brasil 61 usa tecnologias como cookies e pixel tags para entender como é a sua interação com as nossas plataformas. Esses dados permitem saber, por exemplo, de que dispositivo você acessa o site ou em que links você clicou e quanto tempo permaneceu lendo as notícias. 

COMO O BRASIL 61 USA OS SEUS DADOS

Nós, do Brasil 61, usamos seus dados sempre com a principal intenção de melhorar, desenvolver e viabilizar nossos próprios produtos e serviços a você leitor.

Seus dados são sempre analisados de forma não individualizada, mesmo os que são fornecidos vinculados seu nome ou ao seu endereço de e-mail. 

Os dados em conjunto são analisados para criar relatórios estatísticos de audiência sobre as páginas, textos e meios de acesso ao site e às newsletters. 

Esses relatórios são compartilhados com nossos anunciantes e patrocinadores e servem para modelar estratégias e campanhas institucionais.

As informações que você fornece durante a criação do cadastro do seu usuário no Brasil 61 são utilizadas para a formulação de estratégia comercial e desenvolvimento de novos produtos e/ou serviços.

Essas informações individualizadas podem ser usadas pelo Brasil 61 para o envio de campanhas comerciais e divulgação de serviços e/ou produtos próprios. Não são compartilhadas com nenhum terceiro.

As informações captadas por meio de cookies e pixel tags são usadas em relatórios internos de monitoramento da audiência e também em relatórios para os anunciantes verificarem a efetividade de suas campanhas. Essas informações não estão vinculadas a nome ou e-mail dos leitores e são sempre avaliadas de forma não individualizada.

O Brasil 61 compartilha informações captadas por meio de cookies e pixel tags com terceiros, como anunciantes, plataformas de redes sociais e provedores de serviço – por exemplo, o serviço de envio de e-mails. O Brasil 61 também em seu site cookies de terceiros que captam informações diretamente do usuário, de acordo com suas próprias políticas de privacidade e uso de dados. 

O QUE O BRASIL 61 NÃO FAZ COM SEUS DADOS

– Não monitoramos ou coletamos dados de páginas que não pertencem ao Brasil 61.
– Não compartilhamos ou vendemos para terceiros nenhuma informação identificável.

O QUE VOCÊ PODE FAZER SE NÃO QUISER MAIS QUE SEUS DADOS SEJAM USADOS PELO BRASIL 61

– Caso não queira que o Brasil 61 use nenhum tipo de cookies, altere as configurações do seu navegador. Nesse caso, a exibição de anúncios e mensagens importantes do Brasil 61 e de nossos anunciantes pode ser prejudicada.

– Caso queira deixar de receber algum newsletter ou e-mail de alertas de notícias, basta clicar em “Unsubscribe”, na parte de baixo do e-mail enviado pelo Brasil 61. 

– Caso queira excluir seu usuário e apagar seus dados individuais da base do Brasil 61, basta enviar um e-mail para: privacidade@brasil61.com

 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

A água, um dos insumos mais valiosos para a humanidade, é também essencial nas atividades da indústria de mineração. Segundo o estudo realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2019, a mineração retira dos corpos hídricos mais de 32 mil metros cúbicos de água por segundo no Brasil, o que corresponde a 1,6% do total de água utilizada no país.

O volume, porém, é proporcionalmente pequeno considerando-se a relevância do 48 setor. Envolvida em cerca de 45% das atividades econômicas mundiais, a mineração aumenta a produtividade agrícola com os fertilizantes, por exemplo. Também está presente nos equipamentos tecnológicos, como os smartphones, que possuem cerca de 25 diferentes metais em sua composição, todos oriundos da mineração.

Por isso, é preciso seguir com o aperfeiçoamento contínuo e garantir o desenvolvimento cada dia mais sustentável do setor mineral. Além de otimizar as atividades de exploração, extração, concentração e disposição de rejeitos, a redução do uso de água nova está entre os grandes desafios para promover a sustentabilidade na mineração.

Nesse sentido, a química entra como grande aliada, com novas tecnologias em polímeros que permitem aumento na recuperação da água usada no processamento de forma mais eficiente.

Nos processos de beneficiamento mineral que exigem separação sólido/líquido, a aplicação de floculantes com base em polímeros avançados, como o Rheomax DR, garantem maior adensamento, com aumento na velocidade de sedimentação e maior recuperação da água.

Esse volume recuperado pode ser reutilizado no processo produtivo, reduzindo a captação de água nova, ou pode ser tratado e devolvido ao meio ambiente.

No gerenciamento de rejeitos, polímeros base poliacrilamida, como o Rheomax ETD, agregam as partículas sólidas, aceleram a liberação de água com maior qualidade, melhorando o tempo de secagem dos rejeitos minerais. Para além da recuperação da água, essa solução promove maior aproveitamento da barragem e controle das estruturas.

A inovação, que diminui a área ocupada por rejeitos, garante maior estabilidade da estrutura, reduz custos e o tempo requerido para reabilitar barragem, aumentando, significativamente, a vida útil da área de disposição. Ambas soluções garantem, ainda, a economia de energia e a eficiência no emprego de recursos.

Outro fator importante é que esses produtos não prejudicam o meio ambiente e não são classificados como tóxicos, nem mesmo aos peixes, algas e outros organismos aquáticos.

A partir de uma estratégia bem consolidada, feita sob medida para cada atividade, as inovações podem ser aplicadas no processamento mineral e tratamento de rejeitos, atendendo a inúmeros critérios de sustentabilidade, como redução de resíduos, de custos e de consumo de água e energia.

Criando química para um futuro sustentável, podemos contribuir com soluções que, se corretamente aplicadas, são aliadas de peso para melhorar a eficiência e reduzir de forma significativa os impactos ao meio ambiente.

Jorge Davo, químico e gerente regional de Soluções para Mineração da BASF para a América do Sul

Copiar o texto

Ocupando o terceiro lugar na produção mineral brasileira, atrás apenas do Pará e Minas Gerais, o estado de Goiás tem muita  representatividade no setor mineral brasileiro, com importantes polos de produção de cobre, ouro, níquel, cobalto, fosfato e nióbio, além de agregados e calcário para corretivo de solos.

O estado ocupa o primeiro lugar na produção nacional de níquel e vermiculita, sendo também o segundo maior produtor de bauxita, fosfato e nióbio e o setor mineral contribui com 21% do total das exportações estaduais. Juntamente com o Distrito Federal, Goiás é o terceiro principal arrecadador de CFEM (Contribuição Financeira pela Exploração Mineral), tendo registrado uma arrecadação de R$ 121,7 milhões em 2020, o que correspondeu a 1,93% do total arrecadado no País.

Os municípios goianos com maior arrecadação são Alto Horizonte, Crixás, Barro Alto, Ouvidor, Catalão e Pilar de Goiás. O valor da produção mineral, para efeito de arrecadação de CFEM no estado, totalizou R$ 6.3 bilhões em 2020. Em termos de direitos minerários, foram publicadas 29 Portarias de lavra no último ano, o que coloca Goiás e o DF na sexta posição no ranking nacional.

Estas novas portarias significam projetos de novas minas, além da atividade de pesquisa, com 426 requerimentos em 2020. Para discutir os principais desafios ou dificuldades de se minerar no estado de Goiás, Brasil Mineral reuniu representantes de empresas e entidades do setor com atuação no estado abordando questões como licenciamento ambiental, logística, relações com as comunidades e o ambiente de negócios. 

E, do ponto de vista das empresas, foram discutidas as oportunidades que existem para que elas possam ampliar sua atuação no território goiano e possibilitar que o estado desenvolva mais o seu setor mineral.

Francisco Alves/Rodrigo Gabai 

Copiar o texto

Ao contrário do que aconteceu nos primeiros meses de 2020, quando o mundo começava a parar com os efeitos da pandemia Covid-19 e havia um clima generalizado de incertezas quanto ao futuro da economia global e por conta disso demanda e preços das commodities minerais sofriam reveses, neste início de ano a demanda se recuperou e os preços de algumas commodities chegaram a níveis que contrastam com as previsões dos analistas. 

Os fatores que contribuíram para isso foram principalmente uma recuperação mais rápida do que se esperava por parte da China, a mudança de presidência nos EUA e o avanço da vacinação nos países desenvolvidos. As duas maiores economias do mundo voltaram a dar sinais de retomada, em ritmo forte. O PIB chinês chegou a registrar crescimento de 18%. O PIB americano, no último trimestre, cresceu 6,4%. 

Nesse mesmo período, o valor da produção mineral brasileira teve um aumento de 95%, alcançando R$ 70 bilhões, quase o dobro do valor registrado no primeiro trimestre de 2020. Este aumento foi impulsionado pelo minério de ferro, que é o principal produto mineral brasileiro, cujo preço médio no trimestre chegou a US$ 166,88 por tonelada, em comparação com uma média de US$ 88,97/tonelada nos três primeiros meses do ano passado. 

É importante salientar que o minério de ferro, sozinho, respondeu por cerca de 70% do valor da produção mineral brasileira. Com esse preço e a valorização do dólar perante o real no período, os balanços trimestrais dos principais produtores de minério de ferro no Brasil inflaram, e os lucros idem. A Vale, maior produtor mundial da commodity, viu seu lucro líquido aumentar cerca de 20 vezes no período de um ano. Mais recentemente, o preço do minério de ferro chegou ao nível que havia alcançado no chamado boom das commodities. A própria Vale teve vendas ao preço de US$ 212/tonelada. 

A arrecadação de CFEM, por sua vez, chegou a R$ 2,1 bilhões no período, o que significa 1/3 de todo o valor arrecadado no ano passado. Isto dá exatamente 3% do valor total da produção no período. E aqui também o principal responsável pelo crescimento é o minério de ferro. Isto quer dizer que, se os preços continuarem nos níveis em que se encontram, o valor arrecadado a título de CFEM deve superar os R$ 8 bilhões, enchendo os cofres e os olhos de prefeitos de alguns poucos municípios brasileiros que são produtores da commoditiy, principalmente no estado do Pará.

E aqui surgem quatro pontos que ao nosso ver merecem a reflexão dos brasileiros: 

  1. Será bom para o País e o setor mineral essa dependência tão acentuada de uma commodity mineral? 
  2. A concentração das receitas geradas pela CFEM em poucos municípios não contribui para criar distorções? 
  3. Estamos vivendo um novo boom da mineração? 
  4. Como fazer para que os excelentes resultados obtidos pelo setor se transformem em benefícios para os brasileiros? Deixamos as conclusões para vocês.

Francisco Alves, Editor da Revista Brasil Mineral

Copiar o texto
04/06/2021 16:24h

A 11ª edição da M&T Expo - Feira Internacional de Equipamentos para Construção e Mineração

A 11ª edição da M&T Expo - Feira Internacional de Equipamentos para Construção e Mineração, acontecerá entre os dias 30 de agosto e 02 de setembro de 2022, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. O evento faz parte da bauma NETWORK e desde 1995 atua impulsionando o mercado da construção e infraestrutura no Brasil e América Latina. "A equipe organizadora da M&T Expo atuou incessantemente para que pudéssemos encontrar a melhor data para realização do evento, tendo em vista todo cenário desafiador que estamos vivendo, principalmente no que diz respeito à readequação do calendário dos pavilhões em todo País. Nossa expectativa é de que o evento físico seja o grande encontro do setor, no pós-pandemia, e estamos muito ansiosos em rever expositores e visitantes de toda cadeia da indústria da construção e mineração", explica Rolf Pickert, Diretor Geral da Messe Muenchen do Brasil.

A M&T Expo acontece há 26 anos e é uma das principais plataformas para realização de negócios e disseminação de conhecimentos para as indústrias de Construção e Mineração no Brasil e na América Latina. A feira acontece a cada três anos e gerou negócios de R$ 2,7 bilhões em sua última edição.

 
Copiar o texto
03/06/2021 15:18h

Essa metodologia, que nasceu no chão de fábrica automotivo, é hoje reconhecidamente uma das melhores práticas de gestão industrial, e seu sucesso fez com que se expandisse também para outros segmentos

Nos últimos anos, a Indústria passou por uma transformação que migrou a produção em massa para a produção enxuta, o Lean Production. Essa metodologia, que nasceu no chão de fábrica automotivo, é hoje reconhecidamente uma das melhores práticas de gestão industrial, e seu sucesso fez com que se expandisse também para outros segmentos. 

Uma vez que os sistemas de produção tradicionais têm evoluído para sistemas de produção digitalizados devido à implementação de tecnologias da indústria 4.0, como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Cloud Computing, Machine Learning e In 62 teligência Artificial (IA), entre outros, uma série de questões surgem.

As tecnologias da indústria 4.0 substituirão o lean ou coexistirão? As tecnologias lean e Industry 4.0 são compatíveis e compartilham sinergias ou são divergentes entre si? Em outras palavras, a questão mais abrangente é: o lean pode acompanhar a era digital e evoluir para o Lean 4.0? Tanto o lean quanto a indústria 4.0 são paradigmas industriais que fornecem os alicerces para o planejamento das operações. 

No entanto, ao contrário da indústria 4.0, que conta com tecnologia moderna para resolver os problemas contemporâneos que as empresas enfrentam, o lean se concentra nas pessoas, processos e uma cultura de melhoria contínua. Assim, à primeira vista pode parecer que os princípios lean são antagônicos às tecnologias digitais e automatizadas de última geração da indústria 4.0. 

É importante ter em mente que, apesar da abordagem baseada na tecnologia seguida pela indústria 4.0, os aspectos não tecnológicos, mas de pessoas e processos, que são centrais para o lean, ainda desempenharão um papel crítico nos modernos sistemas de produção digital e cadeias de suprimentos.

No final das contas, e apesar do nível crescente de digitalização e automação das operações, as empresas ainda contam com pessoas para projetar, programar, operar, manter e melhorar as máquinas e robôs que permitem a digitalização e a automação. É aí que o Lean entra em jogo nos sistemas de produção e cadeias de
suprimentos tecnologicamente avançados. 

Portanto, a resposta curta e inequívoca à pergunta: a Indústria 4.0 substituirá o Lean? Não.

Tanto o Lean quanto a indústria 4.0 são paradigmas industriais que fornecem os alicerces para o planejamento das operações. No final das contas, e apesar do nível crescente de digitalização e automação das operações, as empresas ainda contam com pessoas para projetar, programar, operar, manter e melhorar as máquinas e robôs que permitem a digitalização e automação

Alisson Castanho,
Gerente de produtos da Atech 

As tecnologias da indústria não substituirão o lean, pelo contrário, elas coexistirão, pois a implementação da Indústria 4.0 requer pessoas e processos eficazes e eficientes como pré-condição para operar com sucesso.

Copiar o texto
03/06/2021 15:15h

No que diz respeito à agenda geopolítica e de capitais, o representante da EY disse que há perspectiva de um pouco mais de tranquilidade no aspecto geopolítico, com a nova presidência americana, e isso deve contribuir para decisões de investimento.

Com o objetivo de identificar os principais temas que atualmente preocupam a indústria mineral no Brasil, a EY realizou um estudo em parceria com o Ibram reunindo executivos de algumas das principais empresas e também dirigentes do próprio Instituto, no qual foram abordados três blocos de tópicos considerados prioritários:

  • Termos associados a aspectos sociais, ambientais e de governança
  • Agenda geopolítica e de capitais
  • Temas de inovação, e gestão de talentos como uma alavanca para a produtividade e segurança

De acordo com Afonso Sartorio, líder de Mineração e Metais da EY no Brasil, o estudo identificou que: a mineração tem 63% de apoio da população nos territórios onde atua e rejeição de 13%; os territórios têm IDH superior à média dos estados onde as operações se encontram; os riscos para a vida e o meio ambiente impactam 42 a percepção da mineração em segmentos da sociedade (como novos talentos e investidores); os melhores exemplos de relacionamento territorial têm em comum uma agenda de desenvolvimento de longo prazo e comunicação franca de ações concretas em linha com o planejado; essas ações precisam ser complementadas com a evolução dos padrões de governança corporativa e de gestão de riscos em linha com novas regulações; os desafios impostos pelos rompimentos de barragens e combate à covid-19 têm mobilizado empresas do setor, governo e comunidades em torno de programas inovadores.

No que diz respeito à agenda geopolítica e de capitais, o representante da EY disse que há perspectiva de um pouco mais de tranquilidade no aspecto geopolítico, com a nova presidência americana, e isso deve contribuir para decisões de investimento. "O arrefecimento de tensões também deve contribuir para o arrefecimento de políticas protecionistas, e a maior estabilidade propicia investimentos", disse.

A mudança de matriz energética para insumo energético das operações de mineração e de produção de metais, segundo Sartório, vai focar, a partir de agora, em prover insumos para essa indústria. "Existe uma agenda no setor de powershift, frotas móveis de lavra, principalmente em minas subterrâneas, para uma eletrificação, um olhar sobre hidrogênio, gás natural, fontes renováveis e investimentos expressivos das mineradoras nesse sentido".

Por outro lado, apontou, há perspectiva de maior volatilidade de preços, pela maior troca de informação que existe no mundo.

Copiar o texto
01/06/2021 16:17h

As companhias interessadas em elaborar a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) do setor de minério de ferro em Minas Gerais têm prazo até 22 de junho de 2021

As companhias interessadas em elaborar a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) do setor de minério de ferro em Minas Gerais têm prazo até 22 de junho de 2021 para encaminhar a documentação ao Governo de Minas Gerais. O prazo está previsto no edital de licitação nº 01/2021, publicado no Diário Oficial do Estado, pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) que coordena o desenvolvimento da AAE, em parceria com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). 

O estudo possibilitará uma vasta avaliação do setor de minério de ferro a partir do cenário atual e considerando projeções futuras sob o aspecto ambiental. As informações apresentadas na Avaliação Ambiental Estratégica também serão utilizadas para balizar o desenvolvimento do Plano Estadual de Mineração (PEM). “Este estudo fará o Estado avançar na implementação de um dos instrumentos da política de meio ambiente com relação a um setor muito importante para sua economia, que é a mineração”, avalia a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo. 

O secretário da Sede, Fernando Passalio, diz que o processo de licitação está em busca de uma empresa que possa contribuir com o Governo na avaliação ambiental estratégica do setor de minério de ferro. “Nosso objetivo é ter um setor da mineração mais seguro, mais sustentável, com um nível de governança mais aprimorado”, afirma Passalio. Na avaliação do presidente da Feam, Renato Brandão, a AAE terá ganhos importantes. “Ela vai trazer para o Estado a possibilidade de um planejamento mais ordenado dos empreendimentos de minério de ferro no território mineiro, inclusive identificando ações para melhorar a sustentabilidade do setor em Minas. Também será capaz de identificar, de forma cumulativa, os vários empreendimentos e seus reflexos para o meio ambiente e para as pessoas”, afirma.

A documentação a ser apresentada pelas empresas para concorrer à licitação está prevista nos anexos do edital, disponível no link https://drive.google.com/file/d/1OHjw1jG0ZDoWyzs0hqAFg432oMZDFTsO/viewA vencedora do edital deverá elaborar a AAE de acordo com as diretrizes do Termo de Referência elaborado em conjunto pela Feam e Sede. A previsão é de que o trabalho seja finalizado em dois anos.

A Avaliação Ambiental Estratégica é uma ferramenta facilitadora do processo decisório, que será capaz de gerar subsídios para a definição de políticas ambientais para o setor de minério de ferro em Minas Gerais. Por meio do estudo, será possível avaliar os principais efeitos socioambientais da atividade em um período de 20 anos. De acordo com a gerente de Avaliação Ambiental e Desenvolvimento Territorial (Geaad) da Feam, Caroline Fan Rocha, a execução do estudo tem o apoio técnico da Comissão Holandesa de Avaliação Ambiental (NCEA), por meio de Memorando de Entendimento assinado em agosto de 2020 pela Sede. “A AAE contribuirá para o desenvolvimento sustentável do setor da mineração de ferro em Minas Gerais, facilitando a integração das variáveis socioambientais nas políticas públicas setoriais e no contexto de desenvolvimento do plano estadual de mineração."

O estudo ainda prevê a criação de uma base de dados geográficos que permita análises territoriais para subsidiar as atividades de rotina e de tomada de decisões da Feam e da Sede, além de assegurar, antecipadamente, o entendimento das questões socioambientais envolvidas para a implementação do Plano Estadual de Mineração no que se refere à exploração do minério de ferro.

Durante todo o processo da AAE está prevista a participação popular em várias etapas. A empresa deverá promover, no mínimo, três oficinas por região de extração de minério de ferro nas etapas de apresentação da estratégia, fase de contextualização e desenvolvimento da fase enfoque. Também deverá ser realizada uma consulta pública, online, ficando a critério da empresa escolher o momento adequado para o lançamento da consulta. Todos os produtos elaborados pela empresa deverão ser supervisionados e acompanhados por uma comissão composta por servidores da Feam e da Sede. Posteriormente, os materiais também poderão ser compartilhados para avaliação com os demais órgãos do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) – Instituto Estadual de Florestas (IEF), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad).

Copiar o texto
01/06/2021 07:25h

Pesquisadores fizeram recentemente a descrição de uma nova espécie denominada cientificamente como Erythroxylum niquelandense

Pesquisadores que realizam inventário da flora e da vegetação do projeto Legado Verdes do Cerrado fizeram recentemente a descrição de uma nova espécie denominada cientificamente como Erythroxylum niquelandense, em homenagem ao município de Niquelândia/GO, onde foi encontrada. A planta é morfologicamente semelhante a outras do mesmo gênero que são identificados popularmente como pimentinha-do-mato. A Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável (RPDS) está situada em uma área de 32 mil hectares pertencente à CBA - Companhia Brasileira de Alumínio.

A nova espécie foi descrita e ilustrada em trabalho publicado pelos pesquisadores Marcos José da Silva e Maria Iracema Bezerra Loiola, em janeiro de 2021, na revista científica Phytotaxa Magnolia Press, Auckland, New Zealand. O documento apresentou a classificação biológica, períodos de floração e frutificação, distribuição geográfica e avaliação da conservação, bem como imagens representativas e um mapa de distribuição da Erythroxylum niquelandense. O pesquisador Marcos José da Silva, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (UFG), afirma que as plantas desse gênero têm propriedades muito utilizadas na medicina em medicamentos para o tratamento de doenças como câncer e aids, o que caracteriza a importância social da descoberta. “Por seu aspecto, é um gênero fácil de ser reconhecido. Tem folhas simples e frutos vermelhos. É um gênero de plantas muito difundido nas Américas” explicou o pesquisador.

A espécie foi coletada pela primeira vez em 2019 e localizada em duas áreas com maior incidência da planta no Legado Verdes do Cerrado. A planta está associada à floresta seca e chamou atenção dos pesquisadores porque o gênero geralmente tem plantas arbóreas, enquanto a Erythroxylum niquelandense é um arbusto. “Além da importância botânica, essa descoberta mostra o quanto o Cerrado como um todo ainda é pouco explorado. O Legado Verdes do Cerrado, com sua área protegida, tem grande biodiversidade de animais e plantas, de forma que nossas coletas podem revelar novas espécies. Assim como a Erythroxylum niquelandense, devem existir muitas outras e, para revelar essas riquezas, precisamos de apoio de instituições de pesquisa e empresas como a CBA e a Reservas Votorantim”, ressaltou o pesquisador Marcos José da Silva.

Copiar o texto
01/06/2021 07:23h

A Mosaic Fertilizantes acaba de lançar a Universidade Mosaic Fertilizantes, impulsionada pela plataforma Degreed, com o objetivo de promover o desenvolvimento de seus funcionários

A Mosaic Fertilizantes acaba de lançar a Universidade Mosaic Fertilizantes, impulsionada pela plataforma Degreed, com o objetivo de promover o desenvolvimento de seus funcionários. O lançamento foi realizado durante a Semana de Desenvolvimento, que teve como tema central neste ano o “Aprendizado ao longo da vida”.

A Universidade Mosaic Fertilizantes é um campus virtual com conteúdo exclusivo e personalizado para o desenvolvimento contínuo do funcionário da Mosaic que, por meio de inteligência artificial da plataforma, direciona o conteúdo conforme as habilidades e competências desejadas. “O conhecimento é a chave para empoderar os nossos profissionais, para que sejam cada vez mais protagonistas de suas carreiras. Em uma era onde a hiperconectividade e o volume de informações fazem parte do nosso cotidiano, é importante que o funcionário conte com ferramentas de inteligência artificial que o auxilie na curadoria do conhecimento e organize as informações para o seu aprendizado”, comenta Adriana Alencar, vice-presidente de Recursos Humanos da Mosaic Fertilizantes.

Copiar o texto
01/06/2021 07:13h

A Aperam obteve o terceiro lugar em mais uma edição da conferência global do mercado de aço inoxidável, o International Stainless Steel Forum (ISSF)

A Aperam obteve o terceiro lugar em mais uma edição da conferência global do mercado de aço inoxidável, o International Stainless Steel Forum (ISSF), na categoria “Melhor Desenvolvimento”, com o projeto “Tambor Inoxidável Retornável”. Com a medalha de bronze, a empresa reafirma o protagonismo em inovação, com a busca constante por soluções aos variados nichos de mercado. A ideia premiada tem foco no segmento de embalagens, com uma proposta de aplicação, até então, inédita no mercado. 

A equipe desenvolvedora do projeto conta com Juan Diego Ortiz de Orué, analista de Negócios; Tiago Lima, engenheiro de aplicação; Geovane Castro, pesquisador; além de Paulo Sérgio e Reinaldo Oliveira, engenheiros de produto da Aperam. Para o diretor comercial da Aperam, Rodrigo Damasceno, “essa premiação é combustível para continuarmos a criar novos produtos e novas aplicações. Fomentar um mercado de inox sustentado em produtos sustentáveis e competitivos é a melhor forma de construir o presente e o futuro da Aperam. Além disso, é uma prática totalmente alinhada aos valores da Aperam: liderança, inovação e agilidade”. 

Juan Orué conta que o Programa de Transformação de Medidas (MTP), uma iniciativa interna da empresa, o incentivou a mensurar os diversos benefícios do aço inoxidável. “Eu vinha de uma experiência anterior com aplicações de aço carbono e de um relacionamento ativo com o setor de embalagens. Então, apresentei a proposta do tambor inoxidável. A equipe técnica da Aperam foi fundamental na especificação das melhores ligas para as aplicações onde o recipiente seria mais exigente, em termos de resistência à corrosão, abrasão e impacto”. 

O Tambor Inoxidável Retornável é uma solução para armazenamento e transporte de produtos, antes fabricados em aço carbono ou plástico. “O tambor pode ser utilizado na indústria em diversos segmentos, pois realiza o transporte e o armazenamento dos componentes de forma mais limpa e segura”, comenta Tiago Lima. 

A Aperam conquistou ainda a medalha de prata do ISSF na categoria Segurança. Neste caso, a empresa foi reconhecida pela proposta desenvolvida pela equipe corporativa da companhia, com o projeto “Gestão Covid-19”. A iniciativa premiou as ações assertivas da empresa para gestão da pandemia ante as equipes; a comunicação  rápida e regular sobre a primeira onda; implementação ágil de medidas higiênicas com base em indicações definidas por infectologistas em todo o mundo, juntamente com a consultoria da equipe médica interna; avaliações rotineiras globais de ameaças à saúde para definir os novos riscos no trabalho; além da definição de parâmetro para acompanhamento proativo de possíveis casos confirmados, em cada uma de suas plantas, foram algumas das medidas contempladas no plano de gestão global da empresa. 

A Aperam criou um grupo de trabalho pandêmico formado por consultores de segurança, equipe médica e gestores locais. Com isto, a companhia reduziu os riscos de transmissão de COVID-19 entre empregados e suas famílias. Todo o trabalho foi desenvolvido sem comprometer a produção e as entregas aos clientes.

Copiar o texto
01/06/2021 07:08h

A Atlantic Nickel mantém dentro de suas operações em Itagibá (BA) o funcionamento de um circuito próprio de reaproveitamento da água

A Atlantic Nickel mantém dentro de suas operações em Itagibá (BA) o funcionamento de um circuito próprio de reaproveitamento da água, que permite o retorno de 90% do insumo captado em cavas, pilhas, planta de beneficiamento e outras áreas, possibilitando a reutilização no processo produtivo. A medida faz com que o consumo de água nova represente 10% do total, preservando a disponibilidade hídrica do Rio das Contas e do Rio do Peixe, que favorecem o abastecimento das comunidades locais. 

A companhia tem ainda uma Estação de Tratamento de Água (ETA), com capacidade para 15 m³/h, responsável pelo fornecimento de água tratada a todos os funcionários da Atlantic Nickel. Além disso, a empresa possui duas Estações de Tratamento de Efluentes (ETES) – uma doméstica e outra industrial. 

As ações implementadas pela Atlantic Nickel têm o objetivo de respeitar as legislações ambientais, mas, além disso, de manter compromisso coletivo diário de evitar o desperdício. Internamente e por meio dos diversos canais de comunicação, promovendo práticas responsáveis de consumo e compartilhando o senso de urgência que o meio ambiente necessita. 

No mês de junho, onde é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, a companhia reafirma o compromisso de seguir operando uma mineração responsável e transparente, divulgando resultados no relatório de sustentabilidade e investindo em inovação para melhoria contínua da gestão dos recursos naturais.

Copiar o texto
01/06/2021 07:02h

A Ausenco nomeou Everson Tedardi como novo vice-presidente da companhia no Brasil

A Ausenco nomeou Everson Tedardi como novo vice-presidente da companhia no Brasil. O executivo será responsável por todos os projetos relacionados aos setores de Minerais & Metais, de forma a assegurar que os especialistas forneçam aos clientes da empresa soluções de valor agregado para os seus projetos. Além disso, Everson conduzirá a estratégia relativa às novas oportunidades e continuará a estabelecer a Ausenco como líder no desenvolvimento de projetos para o setor mineral brasileiro. 

Bacharel em Engenharia Naval e graduado em Administração de Empresas, Everson tem mais de 36 anos de experiência em engenharia, gestão de projetos e construção. Já ocupou cargos de direção geral em diversas empresas de engenharia, onde estabeleceu uma carteira de serviços de engenharia e gestão de construção para clientes do setor mineral. Recentemente, dirigiu o escritório da Ausenco do Brasil como vice-presidente interino. "Everson tem um histórico extraordinário na Ausenco, entre eles o fato de assumir interinamente, no ano passado, o desafio de liderar a área de Minerais & Metais no Brasil. Espero vê-lo continuar a construir o seu sucesso, cumprir os objetivos de crescimento da empresa e prestar um serviço excepcional à nossa crescente base de clientes no Brasil" disse Claudio Lesch, Presidente, Entrega de Projetos, América do Sul da Ausenco. 

Everson comentou que a Ausenco está envolvida em alguns dos projetos de engenharia mais desafiadores do mercado brasileiro. “Estou entusiasmado por poder liderar uma equipe de especialistas, que prestam serviços de entrega de projetos inovadores e técnicas de valor agregado aos nossos clientes, com muito foco na efetividade dos custos de capital e impacto social, ambiental e governamental, em todos os nossos serviços”.

Copiar o texto
01/06/2021 06:59h

A Samarco comunica o falecimento do ex-diretor industrial, Ruben Brena

A Samarco comunica o falecimento do ex-diretor industrial, Ruben Brena, no último sábado (29), em virtude de complicações da COVID-19.

Brena foi responsável pela primeira pelotização da Samarco na década de 1970 e foi uma referência na indústria mineral, onde era chamado carinhosamente de Mr. Pellet. Nascido no Peru, Brena deixa uma linda história no setor mineral brasileiro e na memória da Samarco.

Copiar o texto
Brasil 61