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Baixar áudioNovos recursos vão chegar para o investimento em projetos culturais no Brasil, por meio do inédito programa de incentivo cultural do Ministério da Cultura.
Em parceria com a Neoenergia, o MinC lança o Programa Rouanet no Interior. A iniciativa vai investir 6 milhões de reais em projetos culturais realizados em pequenas cidades e regiões administrativas do DF.
A proposta é ampliar o acesso aos recursos da Lei Rouanet e fortalecer a produção artística fora dos grandes centros urbanos.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o lançamento de mais um programa da Lei Rouanet representa um avanço na democratização e nacionalização do investimento cultural no país. A ministra também destaca a importância da lei de incentivo para o fortalecimento da cultura brasileira.
“O setor precisa defender a lei porque é um direito conquistado dos artistas brasileiros, a produção cultural brasileira necessária pra gente poder fazer girar e brilhar essa cultura tão diversa, tão maravilhosa. É possível fazer chegar a todos esse mecanismo tão importante, é possível fazer chegar a todos os lugares o engrandecimento do setor cultural e artístico brasileiro.”
O Rouanet no Interior vai selecionar, no mínimo, 30 projetos culturais, com apoio de até 200 mil reais cada. Pela primeira vez, os investimentos vão somente para cidades pequenas.
Serão contemplados municípios nos estados da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo, além de regiões administrativas periféricas do Distrito Federal.
A iniciativa faz parte das ações do Ministério da Cultura para ampliar o acesso de pequenos agentes culturais aos mecanismos de incentivo. Destaca o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Henilton Menezes.
“Esse programa faz parte de uma coleção de ações de indução de investimento em pequenos municípios para pequenos agentes culturais que de outra forma não teriam acesso aos recursos da Lei Rouanet. Esse programa, ele tem uma incrível capacidade de servir de indução do investimento, porque a gente coloca estes municípios e esses agentes culturais na pauta.”
Fruto da cooperação da iniciativa privada e o governo, o Rouanet no Interior, é mais um programa do MinC para que as pessoas possam conseguir patrocínio.
O CEO da Neoenergia, Eduardo Capelastegui, comenta sobre a importância do investimento cultural.
“Esse projeto reforça nosso compromisso, o compromisso da Neoenergia com a cultura, com a diversidade e com o desenvolvimento sustentável. A Neoenergia acredita que investir em cultura é investir em pessoas, em futuro e em transformação.”
As inscrições para o Programa Rouanet no Interior estão abertas até o dia 30 de abril de 2026. E devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura, o Salic. As propostas podem contemplar áreas como artes cênicas, música, artes visuais, humanidades e patrimônio cultural.
Para mais informações sobre o edital e inscrições no Programa Rouanet no Interior, acesse o site do MinC e clique na aba da Lei Rouanet.
Copiar o textoAs inscrições podem ser realizadas por meio de formulário disponível no site do MinC
Baixar áudioForam prorrogadas até o dia 2 de março, as inscrições para o edital de seleção de parcerias para o projeto Caminhos das Águas - Fortalecendo Fazeres e Saberes Artísticos e Culturais.
A iniciativa do Ministério da Cultura, em parceria com a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Minas Gerais, é destinada às instituições de ensino superior de todo o Brasil.
As inscrições podem ser realizadas por meio de formulário disponível no site do MinC.
O Caminhos das Águas está em sua segunda edição. O objetivo do projeto é estruturar redes de parcerias para a formação artística e cultural em todo o país.
A formação é voltada para artistas, artesãos, educadores, educomunicadores, arte/educadores e mobilizadores culturais. Explica o secretário de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do MinC, Fabiano Piúba.
“Serão selecionadas até nove instituições para junto com a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri está desenvolvendo esses projetos nas mais diversas regiões de nosso país.”
O projeto Caminhos das Águas é dividido em duas etapas. A primeira inclui o curso de extensão online, chamado “Educação dos Sentidos para Fazer Sentido”. / A segunda etapa do projeto inclui uma trilha formativa presencial e a premiação cultural “Olhinhos D’Água”.
As instituições interessadas devem ter uma forte conexão com o território e realizar atividades culturais.
O novo prazo para se inscrever é até o dia 2 de março. Para mais informações, acesse o site do MinC.
O secretário Fabiano reforça o convite para que as instituições realizem as inscrições no projeto Caminhos das Águas.
“Fica aí a convocação para que as pessoas que atuam nas pró-reitorias de extensão, de cultura, possam também se inscrever e a gente atuar junto nesse projeto tão importante de formação de repertórios culturais e de políticas públicas para o setor.”
A ação conta com a coordenação da Diretoria de Cultura da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do MinC.
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Baixar áudioA participação da sociedade civil é fundamental para a construção das políticas públicas do Governo Brasil. Colocar as demandas do povo no centro do planejamento é essencial para melhorar a qualidade de vida da população.
No campo da cultura, o Ministério da Cultura segue ampliando espaços de escuta e participação social. Um exemplo é o Conselho Nacional de Política Cultural, o CNPC.
Os membros do Conselho aprovaram a proposta de reestruturação do colegiado. Entre os principais avanços está o fortalecimento da participação social, com mais representatividade e diversidade regional.
Com a nova configuração, o CNPC passa a contar com 42 cadeiras, distribuídas de forma igualitária entre o poder público e a sociedade civil.
A aprovação do novo formato também garante a retomada da presença de representantes de todas as regiões do país nos 21 Colegiados Nacionais de Participação Social.
O Conselho Nacional de Política Cultural é um dos principais componentes do Sistema Nacional de Cultura. É no CNPC que conselheiros e conselheiras se reúnem para pensar, acompanhar, definir critérios e fiscalizar a implementação das políticas públicas culturais no Brasil.
A nova estrutura busca modernizar o Conselho e torná-lo ainda mais representativo. A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Cultura com o diálogo permanente e a participação social.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura realizou missão internacional com a economista Mariana Mazzucato, professora da University College London e diretora do Institute for Innovation and Public Purpose. A agenda passou por Rio de Janeiro, Brasília e Salvador e teve como foco analisar o Carnaval brasileiro como campo estratégico de pesquisa, formulação de políticas públicas e desenvolvimento da economia criativa.
A iniciativa integra o esforço do MinC de reposicionar a cultura como eixo estruturante do desenvolvimento nacional, reconhecendo o Carnaval como uma economia contínua, que gera trabalho, renda, inovação e valor público ao longo de todo o ano.
Durante a missão, Mariana Mazzucato reforçou a necessidade de valorizar as pessoas e comunidades que constroem o Carnaval e garantem sua sustentabilidade social e econômica.
“People are involved in carnival. Another thing is to really value those people, those families, and all those activities. (…) how can we make sure we are valuing, funding properly, but also with dignity, listening to (…) working with those communities that create this immense amount of collective value creation.”
Mariana afirma que é fundamental valorizar as pessoas e as famílias envolvidas no Carnaval, garantir financiamento adequado, com dignidade, ouvindo e trabalhando junto às comunidades que criam esse imenso valor coletivo.
A secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão, ressaltou que o Carnaval é uma das economias culturais mais potentes do país e deve ser compreendido como setor estratégico.
“Estamos falando de economia. Estamos falando de economia do carnaval, que é talvez das economias mais potentes do Brasil. (…) Nós precisamos mergulhar nessa economia dos setores culturais e criativos, conhecer o carnaval como um exemplo fundamental dessa economia. Isso indica que nós podemos ser uma liderança de uma economia criativa justa, digna, que faça inclusão, que seja sustentável."
A missão também incluiu encontros com pesquisadores, gestores públicos, blocos afro, organizações culturais e iniciativas de direitos humanos, reforçando o Carnaval como ecossistema econômico, social e simbólico.
Com a cooperação entre o Ministério da Cultura e o instituto liderado por Mariana Mazzucato, o Brasil avança na construção de uma agenda de pesquisa aplicada à formulação de políticas públicas para a economia criativa — tendo o Carnaval como exemplo concreto de geração de valor, inclusão e desenvolvimento sustentável.
Saiba mais no site.
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Baixar áudioEstão abertas as inscrições para o edital de seleção de parcerias para o projeto Caminhos das Águas - Fortalecendo Fazeres e Saberes Artísticos e Culturais.
A iniciativa do Ministério da Cultura, em parceria com a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Minas Gerais, é destinada às instituições de ensino superior de todo o Brasil.
As inscrições estão abertas até o dia 23 de fevereiro e podem ser realizadas por meio de formulário disponível no site do MinC.
O Caminhos das Águas está em sua segunda edição. O objetivo do projeto é estruturar redes de parcerias para a formação artística e cultural em todo o país.
Neste edital, até nove instituições de ensino superior serão selecionadas para se juntar a esta iniciativa que visa fortalecer as parcerias entre universidades e agentes culturais.
O foco é a valorização da diversidade cultural brasileira, especialmente em comunidades tradicionais e em regiões fora das capitais.
A formação é voltada para artistas, artesãos, educadores, educomunicadores, arte/educadores e mobilizadores culturais.
O projeto Caminhos das Águas é dividido em duas etapas. A primeira inclui o curso de extensão online, chamado “Educação dos Sentidos para Fazer Sentido”. A segunda etapa do projeto inclui uma trilha formativa presencial e a premiação cultural “Olhinhos D’Água”.
As instituições interessadas devem ter uma forte conexão com o território e realizar atividades culturais.
O prazo para se inscrever é até o dia 23 de fevereiro. Para mais informações, acesse o site do MinC.
A ação conta com a coordenação da Diretoria de Cultura da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do MinC.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura instalou o Grupo de Trabalho Interministerial responsável por elaborar propostas para regulamentar a Lei nº 14.852/2024, o Marco Legal dos Games. A iniciativa marca um novo passo na consolidação dos jogos eletrônicos como setor estratégico do audiovisual, da cultura e da economia criativa brasileira.
O grupo reúne representantes de diversos ministérios e órgãos federais e terá como missão apresentar recomendações para a implementação da lei, fortalecendo o ambiente institucional da indústria de games no país.
Durante a abertura dos trabalhos, o secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, destacou o caráter estruturante da medida.
“Acho que esse grupo de trabalho aqui tem muito a contribuir o desenvolvimento das políticas desse setor que é cada vez mais importante, né? Ele vai estar muito em breve a Política Nacional de Economia Criativa. A nova indústria Brasil tá com um conjunto de elementos dentro do governo que pode garantir um salto de qualidade de investimento e de crescimento em indústria dos games no Brasil, muito importante.”
A regulamentação do Marco Legal dialoga com outras políticas estratégicas do governo federal, como a Política Nacional de Economia Criativa e a Nova Indústria Brasil, ampliando oportunidades de investimento, inovação e geração de empregos qualificados.
A secretária do Audiovisual, Joelma Gonzaga, ressaltou que o reconhecimento institucional dos games é resultado de uma construção iniciada desde o começo da atual gestão.
“Hoje a gente inicia o processo de regulamentação e atuamos juntamente com o Ministério da Cultura como um todo para que esse setor avance, cresça e seja cada vez mais e mais reconhecido como uma potência econômica e símbolo de futuro.”
O Grupo de Trabalho reafirma propostas que consolidem os jogos eletrônicos como política pública estruturante, ampliando oportunidades de desenvolvimento econômico, inovação e diálogo com as novas gerações.
Com a regulamentação do Marco Legal, o governo busca dar segurança jurídica, ampliar investimentos e posicionar o Brasil como protagonista na indústria global de games. Saiba mais no site.
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Baixar áudioO Carnaval 2026 deve movimentar mais de 65 milhões de pessoas nas ruas de todo o Brasil. Dados das Secretarias de Turismo estaduais apontam alta de 22% em comparação ao ano passado. Os polos da folia seguem nas capitais brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Olinda e Recife, reunindo 40 milhões de foliões brasileiros e estrangeiros.
O Ministério do Turismo destaca que o fluxo de turistas impulsiona a ocupação hoteleira e movimenta o setor de serviços.
A Região Sudeste, por exemplo, concentra os números mais expressivos da folia. Em São Paulo, a expectativa é superar a marca de 16 milhões de foliões de 2025. A cidade possui mais de 600 blocos cadastrados para desfilar pelas ruas da capital paulista.
Já no Rio de Janeiro, serão mais de 462 blocos. A Riotur projeta que 8 milhões de pessoas se movimentem pelas ruas da cidade, com um volume de R$ 5,7 bilhões na economia local.
A rede hoteleira também foi impactada positivamente pelo feriado. Na capital carioca a rede opera quase em capacidade máxima, com 98% de ocupação.
Em Minas Gerais, a previsão também é de crescimento econômico. A capital, Belo Horizonte, projeta reunir 6,2 milhões de foliões, conforme a Belotur. Do total, cerca de 20% desse público é formado por turistas — com avanço de 2% em relação a 2025.
A expectativa é de que o impacto econômico supere R$ 1 bilhão, considerando a taxa de ocupação hoteleira estimada em 75% . A cidade mineira reúne cerca de 60 blocos.
A Região Nordeste também se destaca como um dos principais destinos turísticos durante o período de Carnaval.
Em Salvador (BA), a expectativa é superar os 11 milhões de foliões de 2025, com a chegada de cerca de 1,2 milhão de visitantes entre 12 e 18 de fevereiro – período oficial da festa, de acordo com o Observatório do Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult).
O volume de turistas representa alta de 10,2% ante o ano anterior. O fluxo também deve aumentar o percentual de ocupação dos hotéis acima de 90%.
Segundo a Prefeitura do Recife, a capital pernambucana espera reunir mais de 3,6 milhões de foliões. A cidade vai contar com cerca de 70 atrações nos seis dias de festa. A movimentação financeira pode chegar a R$ 2,7 bilhões na economia local.
Já Olinda (PE) espera receber mais de 4 milhões de foliões, com vistas a superar o ano anterior.
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Baixar áudioDepois de 12 anos, o Ministério da Cultura retoma a Teia Nacional dos Pontos de Cultura.
O maior encontro da rede Cultura Viva acontece de 24 a 29 de março, em Aracruz, no Espírito Santo.
Pela primeira vez, o evento é realizado fora de uma capital, em território indígena, com presença dos povos Tupiniquim e Guarani.
A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, fala sobre o encontro.
“A Teia é um momento de celebração, de encontro, de diálogo, de reflexão. É um momento que também abriga um compromisso institucional de pactuação, de construção e aperfeiçoamento da nossa Política Nacional Cultura Viva, que é uma política que reconhece os direitos culturais no conjunto da sociedade.”
Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a Teia reúne agentes culturais, povos tradicionais, sociedade civil e gestores públicos de todas as regiões do país.
A programação inclui apresentações artísticas, debates, oficinas, vivências culturais, feira de economia criativa e solidária e o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura.
A multiplicidade cultural dos diferentes lugares do Brasil é um dos destaques da Teia Nacional, diz a secretária do MinC.
“[A Teia] tem como grande motivação o fazer cultural, fazer artístico, fazer nas comunidades, os conhecimentos que são gerados pelas comunidades, pela população, pelo povo do país em todos os territórios com as suas diversidades de expressões, com suas diversidades de modos de viver.”
Criados em 2004, os Pontos de Cultura são entidades e grupos culturais que desenvolvem ações de base comunitária em seus territórios.
Atualmente, o Brasil conta com mais de 13 mil e 700 Pontos certificados, que podem acessar as políticas públicas de fomento à cultura.
Esse crescimento é resultado da retomada de investimentos e da articulação da Política Nacional Aldir Blanc, que garante um piso anual de 400 milhões de reais para o fortalecimento da Cultura Viva em todo o território nacional.
A Política Nacional de Cultura Viva completa mais de 20 anos como a principal iniciativa de cultura comunitária do Brasil.
A Teia Nacional dos Pontos de Cultura é uma realização do Ministério da Cultura, em parceria com o Governo do Espírito Santo, a Prefeitura de Aracruz e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.
Para mais informações, acesse o site: https://www.gov.br/culturaviva/ e clique no banner da 6ª Teia.
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Baixar áudioA política de territorialização das ações culturais do Governo do Brasil estão cada vez mais fortalecidas.
Entre os destaques está a economia criativa como vetor estratégico de desenvolvimento regional.
O Ministério da Cultura e o Consórcio Nordeste assinaram, em Alagoas, um Protocolo de Intenções que marca o lançamento do Programa Nordeste Criativo.
O programa reconhece os produtos culturais e criativos do Nordeste como importantes ferramentas econômicas. Destaca a secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão.
“Nós somos a região das festas, da gastronomia, da cultura alimentar típica. Nós somos a região também das novas tecnologias, do Porto Digital em Recife, de toda uma atuação na área do design, nós somos também uma região das artes, da música, do teatro, dos festivais, dos musicais. Nós somos também a região da moda, da arquitetura, do urbanismo, das mídias do audiovisual, dos games.”
A proposta também articula cultura, inovação tecnológica, turismo, educação e diversidade simbólica. Afirma Cláudia Leitão.
“São muitas as vocações do Nordeste, além de uma natureza impressionante, uma possibilidade de um avanço para um turismo cultural e criativo, voltado às culturas tradicionais populares, mas também, as produções contemporâneas nas áreas do patrimônio material e imaterial, natureza e cultura juntas em favor de negócios que tem tudo para serem uma grande alternativa de desenvolvimento sustentável.”
A iniciativa aconteceu durante a primeira Assembleia Geral do Consórcio Nordeste 2026, com a apresentação da Carta de Maceió.
O documento consolida a visão de um Nordeste comprometido com um projeto compartilhado de desenvolvimento. Entre os eixos centrais, está o Nordeste Criativo.
O Consórcio Nordeste também anunciou apoio à Política Nacional de Economia Criativa – Brasil Criativo, do Governo do Brasil por meio do MinC. A secretária de Economia Criativa comenta a importância da política do MinC.
“Toda a construção do Ministério da Cultura na perspectiva da formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas se dá dentro de uma visão regional. Acreditamos no Norte criativo, na Amazônia criativa, acreditamos em políticas para o Centro-Oeste, para o Sul, para o Sudeste e o Nordeste sai na frente.”
Por meio do Consórcio Nordeste, governadoras e governadores dos nove estados reafirmam o compromisso com a redução das desigualdades históricas e a construção de um futuro mais justo, sustentável e integrado para o Nordeste e para o Brasil.
Copiar o textoIniciativa prevê fortalecimento do audiovisual brasileiro
Baixar áudioDurante a Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais, o Ministério da Cultura lançou uma importante iniciativa para o fortalecimento do audiovisual brasileiro.
O curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, desenvolvido em parceria com a Escola Fundação Itaú, é gratuito e aberto ao público.
Já disponível clicando aqui, a formação oferece uma visão prévia sobre as principais políticas públicas e a dinâmica do setor audiovisual brasileiro.
O curso é muito importante para o público que se dedica ao tema. Explica a diretora de Formação e Inovação Audiovisual da Secretaria do Audiovisual do MinC, Milena Evangelista.
“Esse curso é destinado para gestores, pesquisadores, interessados no setor audiovisual, ter esses gestores com esse conhecimento adicional em relação à governança audiovisual, faz toda a diferença na operação dessas linhas e na operação desse recurso.”
O curso Audiovisual no Brasil tem carga horária de 4 horas distribuídas em 2 módulos. Os alunos terão acesso a vídeos, documentos de leitura e conteúdos interativos.
O primeiro módulo aborda os marcos regulatórios e o funcionamento do Sistema Nacional de Cultura. Também é estudado sobre o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
Na segunda parte, o curso explora o ecossistema do audiovisual em sua totalidade. É o momento de entender de games, streaming, novas tecnologias e o impacto da Inteligência Artificial.
Para a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, o curso contribui na capacitação do setor. Além de ampliar o alcance das políticas culturais e fortalecer a diversidade do cinema nacional, comenta Joelma Gonzaga.
“Nós temos capacidade instalada de produção. Nós temos muitos filmes inundando as telas do Brasil e do mundo porque a política pública do audiovisual existe e precisa de continuidade.”
Acesse o curso clicando aqui.
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