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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Construímos um facilitador de dados parlamentares. Com nossa ferramenta você encontra informações sobre os deputados e senadores da república, além de matérias relacionados e um compilado de publicações das redes sociais.


02/03/2021 00:00h

Setor industrial gerou 1.523 postos novos com carteira assinada

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Nem mesmo uma das maiores crises sanitárias da história foi capaz de parar o ritmo de crescimento da economia de Campina Grande (PB). O município registrou um saldo positivo de 6.492 empregos formais em 2020, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Parte significativa do resultado expressivo se deve ao desempenho do setor industrial, responsável por 1.532 contratações com carteira assinada ao longo do ano passado. Para Francisco Gadelha, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), o bom desempenho de Campina Grande está associado ao papel da indústria local, que é diversificada e concentra empresas de grande porte. 

“Respondemos por 23% do PIB e por 30% do emprego de Campina Grande. Então, ela [a indústria] é muito importante, além de ser o setor que mais contribui para a arrecadação do estado e para a União, bem como para a Previdência Social. De tal forma, que a indústria é extremamente importante para essa cidade desde o seu nascimento”, destaca. 

Arte: Brasil 61

Destaque regional

Na comparação com cidades nordestinas do mesmo porte, o município paraibano também se sobressai. Feira de Santana (BA), por exemplo, teve saldo de 316 empregos. Já Caruaru (PE) registrou 1.268 novos postos de trabalho. Quando comparada a outras cidades da Paraíba, Campina Grande se destaca ainda mais. 

A capital João Pessoa teve saldo negativo de contratações. Foram 3.350 empregos perdidos, situação que também ocorreu em Patos (- 659) e Cabedelo (- 184).

Moradora de Campina Grande, Sâmya Costa, 27 anos, sentia muita dificuldade para voltar ao mercado de trabalho, mesmo antes da pandemia. Em julho do ano passado, no entanto, surgiu a oportunidade de trabalhar como vendedora de telemarketing. Após um ano desempregada, agarrou a chance inesperada.

“Eu me senti muito feliz. Abençoada, sem dúvidas, porque o cenário não estava bom nem antes da pandemia, que dirá num contexto como esse. Eu fiquei muito feliz por ter voltado ao mercado durante esse período, de uma maneira que eu pudesse me resguardar”, conta. 

Segundo o Caged, o estado da Paraíba terminou o ano com saldo positivo de empregos com carteira assinada. Foram 5.152, ao todo. 

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02/03/2021 00:00h

Município, considerado a capital da indústria sul-mato-grossense, se caracteriza pela logística, incentivos fiscais e mão de obra qualificada, aponta parlamentar

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Em entrevista ao portal Brasil61.com, nesta quarta-feira (24), o deputado federal Beto Pereira (PSDB/MS) afirmou que não está surpreso com o fato de Três Lagoas ser eleito o município de Mato Grosso do Sul a figurar entre os melhores do País para se investir no setor industrial. O resultado está presente no ranking das “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, publicado em dezembro pela Urban Systems. 
 
O congressista citou o que, para ele, são os diferenciais da cidade, que fica a 330 km da capital do estado, Campo Grande. “O resultado se deve a uma política de incentivos fiscais arrojada do estado, uma condição de logística muito interessante que a cidade proporciona para os seus investidores e, também, uma posição geográfica muito interessante, além de mão de obra qualificada”, destaca. 

Arte: Brasil 61

Capital da indústria

O estudo analisou dados e indicadores de 325 municípios brasileiros – todos com população superior a 100 mil habitantes. Além de ser a primeira colocada a nível estadual, Três Lagoas é a 25ª mais bem colocada no ranking nacional.  
 
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS), Sérgio Longen, comemorou o resultado e afirmou que a entidade vai continuar contribuindo para melhoria da indústria sul-mato-grossense. 
 
"[Três Lagoas] é a nossa capital da indústria do Mato Grosso do Sul. Estamos preparados para atender essas empresas e, com certeza, Três Lagoas, vai continuar crescendo e gerando empregos. Vamos continuar dando suporte para aquelas empresas, investindo naquela região”, disse. 
 
De acordo com o estudo, cerca de um a cada quatro empregos da cidade estão no setor industrial. Além disso, entre 2018 e 2019, o crescimento da remuneração dos trabalhadores do setor foi de 2,71%. 

Três Lagoas é a melhor cidade para se fazer negócios na indústria no estado de Mato Grosso do Sul, aponta estudo

Metodologia

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.
 
No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 está de cara nova e aposta em um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.
 
Diretor de marketing da Urban Systems e responsável pelo estudo, Willian Rigon, diz que os dados vão ajudar os investidores, empresários e a iniciativa privada, em geral, na tomada de decisões sobre quais especialidades de cada município podem ser melhor exploradas. “O estudo é importante nesse momento de pandemia, em que é necessário que se mantenham os investimentos, mas [aportes] assertivos, que possam ter sustentabilidade econômica. O objetivo dele no período pré, durante e pós-pandemia é direcionar em relação aos novos negócios, empresas e empreendedores”, afirma.

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02/03/2021 00:00h

Apesar da pandemia, o estado exportou US$ 9,8 bilhões ao país asiático, incluindo petróleo, e importou US$ 2,9 bilhões

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Estudo da Firjan mostra que a China foi o principal parceiro comercial do estado do Rio de Janeiro em 2020. Segundo a pesquisa Rio Exporta, o estado exportou US$ 9,8 bilhões ao país asiático, incluindo petróleo, e importou US$ 2,9 bilhões.

Apesar da pandemia, Paulo Ferracioli, especialista em comércio exterior e relações Brasil-China, diz que a balança comercial entre o Rio de Janeiro e a China apresentou bons resultados no ano passado.  Ele também cita outros países asiáticos, como o Japão e a Coreia do Sul, como bons parceiros comerciais do estado.

“Estamos, cada vez mais, tanto nas importações como nas exportações, nos voltando para Ásia, a região do mundo que mais cresce e onde o comércio tem sido mais dinâmico”, explica.

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Com exceção do setor de petróleo, o comércio do Rio com a China cresceu 11% no acumulado do ano passado, somando US$ 455 milhões.  Também desconsiderando o petróleo, o país foi a principal origem das compras do estado, tendo 12% de participação dos US$ 23,8 bilhões importados.  

O boletim Rio Exporta agora é disponibilizado no site da Firjan por meio de tópicos, o que, segundo a federação, facilita a interpretação dos dados. “A plataforma é uma evolução do tradicional boletim mensal, em que apresentamos as principais informações do comércio exterior fluminense”, diz Giorgio Rossi, coordenador da Firjan Internacional.

O deputado federal Paulo Ganime (Novo-RJ) defende a diminuição da burocracia e mais investimentos em infraestrutura portuária para que o Rio de Janeiro aprimore cada vez mais o seu comércio exterior. “Temos que investir nisso e fazer com que o estado tenha cada vez menos burocracia e que a nossa infraestrutura logística esteja cada vez mais preparada para que o Rio de Janeiro seja porta de entrada das importações e exportações.”

De acordo com o boletim Rio Exporta, em 2020, as exportações no estado tiveram recuo de 21% e as importações aumentaram em 17%. Por conta da pandemia, o saldo comercial no ano passado apresentou um déficit de US$ 2,3 bilhões.
 

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02/03/2021 00:00h

Objetivo do Projeto de Lei é facilitar a compra dos imunizantes por governadores, prefeituras e empresas privadas

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Estados, municípios e Distrito Federal poderão assumir a responsabilidade civil por eventuais efeitos adversos provocados pela vacina contra a Covid-19. O objetivo do Projeto de Lei 534/2021 é facilitar a compra dos imunizantes por governadores, prefeituras e empresas privadas. Segundo a proposta, as vacinas precisam ter registro ou autorização temporária de uso emergencial na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Projeto de Lei também permite que empresas privadas adquiram doses do imunizante, desde que respeitados alguns critérios: enquanto não for concluída a etapa de vacinação dos grupos prioritários para Covid-19, 100% das doses compradas pelo setor privado devem ser doadas ao SUS. Depois dessa fase, as empresas poderão adquirir, distribuir e administrar vacinas, contanto que metade seja, obrigatoriamente, doada ao SUS e as demais sejam utilizadas de forma gratuita. 

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O Senador Nelson Trad (PSD-MS) comenta a medida. “A partir do momento que o grupo – estabelecido como prioritário a ser vacinado pelo SUS – for totalmente contemplado, que possa ingressar também a iniciativa privada, para poder vacinar sua massa laborativa, colocando como contrapartida, a doação de 50% dos vacinados para disponibilizar ao SUS, a fim de que ele possa dar sequência a vacinação”, comenta.

Assunção de riscos

A professora de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília, Sílvia Badim Marques, ressalta o parágrafo 6º do Artigo 37 da Constituição Federal, que prevê a responsabilidade objetiva do Estado pelos danos causados por pessoas jurídicas a terceiros e isso já é aplicado no âmbito da saúde. Mas ressalta que o PL 534/2021 reforça essa medida.

“Então a lei vai reforçar essa responsabilidade dos estados, municípios e todas as pessoas jurídicas de direito público. Mas é importante dizer que não pode fazer com que o Ministério da Saúde e o Governo Federal deixem de lado sua responsabilidade [de comprar vacinas] e joguem ela totalmente para os estados e municípios”, avalia.

O texto foi encaminhado para análise da Câmara dos Deputados.

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Economia
01/03/2021 00:00h

Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC) afirma que resultado pode trazer investidores para a região e cidades vizinhas

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Escolhida como a melhor cidade de Santa Catarina para se fazer negócios no setor industrial, Joinville pode receber ainda mais investimentos graças ao bom desempenho obtido em pesquisa da Urban Systems, publicada em dezembro. Essa é a análise do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC). 
 
“O estado de Santa Catarina só ganha. Joinville projeta o estado a nível nacional e internacional, além de atrair ainda mais investimentos, até porque incentiva as empresas de fora a terem interesse pela região e outras cidades do entorno. Se temos hoje um grande potencial industrial, nós vamos ter emprego e renda e isso é bom para que as pessoas vivam bem e não termos pobreza e miséria”, avalia Peninha. 
 
Considerado o principal polo industrial do estado catarinense, Joinville também está entre as 50 melhores cidades do País no setor, de acordo com o estudo das Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0, que analisou dados e indicadores de 325 municípios brasileiros — todos com população superior a 100 mil habitantes. 
 
O parlamentar citou o que, para ele, são as principais explicações para o resultado. “Joinville é o berço das indústrias mais importantes do estado. É a maior cidade de Santa Catarina, está numa localização privilegiada. A indústria é muito diversificada e, por isso, a cidade não fica à mercê, caso haja uma crise num determinado setor e, também, a cidade tem profissionais altamente qualificados, boa infraestrutura e qualidade de vida elevada”, afirma.  

Arte: Brasil 61


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Mário Cezar de Aguiar, destacou que o município é o berço da industrialização do estado e a importância do resultado para o desenvolvimento do setor. 
 
“O resultado vai ajudar na vinda de novas empresas para a região. Joinville tem forte vocação industrial que, aliás, é uma indústria muito diversificada e nessa região se encontra o maior condomínio multissetorial do sul do Brasil, mostrando que há vários segmentos que podem ser incrementados ao setor industrial na região”, aponta. 
 
Aguiar afirma ainda que a Federação está à frente de iniciativas para fomentar o crescimento da indústria local, inclusive a nível internacional. “Nós identificamos um potencial enorme de nós internacionalizarmos ainda mais as nossas indústrias, muito por conta da infraestrutura de transporte, já que Joinville é servida por portos bastante eficientes, que são os portos de Itapoá e de Navegantes. Isso dá uma vantagem e uma atratividade bastante forte para o estabelecimento e o fortalecimento de novas indústrias na região”, acredita. 

Pesquisa aponta Joinville como a melhor cidade de Santa Catarina para se investir no setor industrial

Est udo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.
 
No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 está de cara nova e aposta em um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.
 
Diretor de marketing da Urban Systems e responsável pelo estudo, Willian Rigon, diz que o estudo vai ajudar os investidores, empresários e a iniciativa privada, em geral, na tomada de decisões sobre quais especialidades de cada município podem ser melhor exploradas. “O estudo é importante nesse momento de pandemia, em que é necessário que se mantenham os investimentos, mas [aportes] assertivos, que possam ter sustentabilidade econômica. O objetivo dele no período pré, durante e pós-pandemia é direcionar em relação aos novos negócios, empresas e empreendedores”, afirma.

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Educação
01/03/2021 00:00h

Matrículas devem ser feitas pelas empresas; até dezembro, mais de 7 mil trabalhadores devem ser qualificados

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A Firjan Senai oferece a industriários do Rio de Janeiro diversos cursos online de capacitação. Neste momento estão abertas 125 vagas para os cursos de Automação de Processos Industriais; Lean Manufacturing; Planejamento, Programação e Controle da Produção – PPCP;  Sistemas Lógicos Programáveis de Manufatura e BIM – Aplicado em Projeto de Arquitetura.

Até o final do ano, o Programa Emprega Mais da Firjan Senai pretende capacitar 7.200 industriários fluminenses. Felipe Morgado, gerente de educação profissional e tecnológica do Senai nacional, afirma que as aulas ofertadas vão além de competências técnicas.

“Todos os cursos que o Senai está oferecendo para empregados e desempregados visam desenvolver competências técnicas aos trabalhadores e, principalmente, competências socioemocionais", explica.

As inscrições serão feitas pela própria empresa, que deverá realizar um cadastro no Marketplace do Senai Nacional, selecionar os cursos de aperfeiçoamento desejados e indicar os empregados escolhidos para o treinamento. Após isso, será enviado, automaticamente, um voucher personalizado aos candidatos, que deverão ativá-lo o voucher para realizar a matrícula.

Edson Melo, gerente de Educação Profissional da Firjan Senai, diz que “as primeiras turmas do Programa Emprega Mais serão retomadas em 8 de março, com a disponibilização de 125 vagas e em março e abril serão disponibilizadas mais 1000 vagas, 500 em cada mês”.

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O deputado federal Paulo Ganime (Novo-RJ) afirma que a qualificação profissional é de suma importância para o aprimoramento das competências dos industriários. “A gente tem conversado com muitos industriários do Rio de Janeiro, onde é percebido uma grande carência de formação técnica, de pessoas capacitadas em fábricas, na operação e na manutenção de máquinas e equipamentos.”

O número de vagas gratuitas depende do tamanho de cada instituição e da disponibilidade do Senai. Para mais informações, acesse: loja.mundosenai.com.br

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01/03/2021 00:00h

Segundo o deputado federal Daniel Coelho (CIDADANIA-PE), a região é promissora por se situar em um ponto central, entre Porto de Suape e Porto de Cabedelo, na Paraíba

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Localizado na Região Metropolitana do Recife, o município de Igarassu foi eleito o quinto melhor do País para se investir no setor industrial. O resultado está presente na pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems. O estudo analisou dados e indicadores de 326 municípios brasileiros, todos com mais de 100 mil habitantes, o que torna a posição no ranking algo a se comemorar. 

“O município de Igarassu ocupa esse lugar de destaque na economia de Pernambuco porque possui uma localização privilegiada, às margens da BR 101, possibilitando um fluxo significativo de recebimento, de matéria prima e escoamento da produção”, destacou o deputado federal Carlos Veras (PT-PE).

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Segundo o deputado federal Daniel Coelho (CIDADANIA-PE), a região é promissora também por se situar em um ponto central, entre Porto de Suape e Porto de Cabedelo, na Paraíba. “Cada vez mais a logística, o posicionamento estratégico, fazem com que Igarassu não só se consolide como um destino industrial importante para o estado de Pernambuco, mas também isso termina ajudando a região como um todo, os municípios vizinhos”, afirmou.

Além disso, o gerente de Relações Industriais da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Maurício Laranjeira, destacou que município é logisticamente interessante por contar com recursos hídricos importantes para a indústria pernambucana, tendo em vista que a abundância de água é fundamental para a produção industrial.

“O município de Igarassu tem vários atrativos para o setor industrial. Outros municípios que têm características parecidas podem se utilizar da mesma metodologia, da mesma técnica e estrutura para atrair novos investimentos”, afirmou.

O estudo

O estudo das 100 Melhores Cidades para Fazer Negócios é publicado pela Urban Systems anualmente, desde 2014. Até 2019, a metodologia para elaboração do ranking teve poucas alterações. A pesquisa apresentava uma lista única das melhores cidades para se investir, considerando quatro eixos: desenvolvimento econômico e social, capital humano e infraestrutura.

No entanto, com o impacto do novo coronavírus e a intenção de manter o estudo atual e renovado, a publicação de 2020 tem um olhar mais segmentado das melhores cidades para negócios, levando em conta os resultados para seis setores da economia: indústria, comércio, serviços, educação, mercado imobiliário e agropecuária.

Para chegar ao ranking, o estudo considera oito indicadores como base para todos os municípios. Eles estão atrelados ao impacto do novo coronavírus na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Além disso, para cada setor, como o de serviços, por exemplo, são utilizados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada cidade.
 
 

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01/03/2021 00:00h

O deputado federal Rafael Motta (PSB - RN) acredita que a melhora do índice atende à expectativa de retorno total das atividades com vacinação ampla da população

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do Rio Grande do Norte subiu 0,7 pontos entre janeiro e fevereiro de 2021, passando de 57,2 para 57,9 pontos. O indicador mostra que os empresários potiguares estão confiantes. Na comparação com fevereiro de 2020, no período pré-pandemia, o indicador recuou 5,8 pontos, mas continua acima de sua média histórica (hoje em 54,2 pontos). 

A avaliação otimista indica uma leve recuperação em relação à crise causada pela covid-19 e é relevante para impulsionar o aumento da produção, a geração de empregos e, especialmente, alavancar o investimento, fundamental para a retomada do crescimento econômico. 

O deputado federal Rafael Motta (PSB - RN) acredita que a melhora do índice atende à expectativa de retorno total das atividades com vacinação ampla da população. “Nós ainda não retomamos os índices pré-pandemia, mas nós temos a confiança do retorno dos investimentos e da geração também de emprego”, afirmou.

A pesquisa mostra também que a confiança dos empresários das Indústrias Extrativas e de Transformação se manteve praticamente estável em relação ao levantamento anterior (queda de 0,1 ponto), enquanto na Construção ela foi maior do que em janeiro. 

BA: desempenho positivo de Camaçari na indústria repercute no Congresso Nacional

ES: desempenho positivo de Aracruz na indústria repercute no Congresso Nacional

A gerente de Economia e Pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Sandra Lúcia Barbosa Cavalcanti, atribuiu o crescimento do mês de fevereiro à construção civil. “Esse maior otimismo da indústria da construção se deve ao próprio desempenho do setor em 2020. O balanço do setor foi positivo, inclusive foi quem fez a diferença na geração de empregos tanto com carteira assinada, como em termos gerais”, disse.  

As expectativas para os próximos seis meses, por sua vez, estão mais otimistas. No que tange aos portes de empresa pesquisados, verifica-se que as médias e grandes indústrias se mantêm confiantes, enquanto as pequenas evoluíram de falta de confiança para confiança.

O indicador nacional, no entanto, registrou queda na comparação com o mês anterior (variação de -1,4 ponto), passando de 60,9 para 59,5 pontos, situando-se acima do indicador potiguar (57,9 pontos). 

Com esse resultado, o ICEI do conjunto do país, encontra-se 5,7 pontos acima de sua média histórica (agora em 53,8 pontos) e 5,2 pontos abaixo do índice de fevereiro de 2020 (64,7 pontos). 

Quanto ao ICEI do Nordeste, o indicador atingiu 60,4 pontos, 1,7 ponto acima do valor registrado em janeiro (58,7 pontos) e 3,2 pontos aquém do índice de fevereiro de 2020 (63,6 pontos).
 

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Projeto de Lei visa modernizar, simplificar e dar eficiência ao mercado de câmbio brasileiro ao revisar mais de 40 normas. Texto segue para o Senado

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Aprovado na Câmara dos Deputados no início do mês e aguardando análise no Senado, o Projeto de Lei (PL) 5387/19 altera a legislação do mercado de câmbio no Brasil. A ideia é modernizar, simplificar e dar eficiência ao setor. A proposta revisa mais de 40 dispositivos legais, como leis, decretos e portarias, que tratam sobre o tema, alguns que datam do início do século XX.
 
Encaminhado pelo Banco Central ao Congresso Nacional em outubro de 2019, o novo marco legal do mercado de câmbio passa a permitir, por exemplo, que bancos e instituições financeiras do País invistam recursos captados em ativos no exterior.
 
Outro destaque da proposta é a possibilidade de autorização para que pessoas físicas e jurídicas tenham conta em moeda estrangeira no Brasil. A permissão não é imediata, uma vez que o Banco Central vai regulamentar os limites e prazos para a manutenção da conta, caso o Senado também aprove o projeto.
 
Relator do PL, o deputado federal Otto Alencar Filho (PSD/BA) comemorou a aprovação da proposta em Plenário. “Hoje, o sistema de câmbio brasileiro só perde em burocracia para o sistema de Cuba. Nós estamos fazendo um sistema que vai ser mais simples, ágil, moderno e que compila, aproximadamente, mais de 40 dispositivos legais em um só projeto”, destaca.

Marco legal do mercado de câmbio pode ajudar na entrada do Brasil na OCDE

Modernização do mercado de câmbio brasileiro pode melhorar desempenho do setor industrial

Mudanças

A nova lei cambial visa, também, tornar o Real mais conversível e utilizado em outros países, além de melhorar as condições de trabalho para quem exporta e importa no Brasil.  Para que isso aconteça, o marco passa a permitir, por exemplo, o envio de ordens de pagamento ao exterior usando a moeda brasileira.
 
O texto também facilita a vida dos turistas brasileiros. Isso porque propõe que o limite de dinheiro em espécie que cada passageiro pode portar ao sair do País passe de R$ 10 mil para US$ 10 mil.  Para Carlos Eduardo de Freitas, economista e ex-diretor do Bacen, o Projeto de Lei dá força ao Real. “É positivo no sentido de que oferece mais competição à moeda nacional, obrigando o governo a ser mais cuidadoso em sua política monetária e fiscal.” 
 
Autor do projeto de lei, o Bacen acredita que a proposta vai modernizar a legislação cambial brasileira, adequando-a às tendências internacionais, o que promete facilitar o comércio exterior e atrair investimentos estrangeiros para o País. 
 
O Projeto de Lei também autoriza a atuação de Fintechs no mercado de câmbio. Atualmente, essas empresas só podem atuar nesse mercado se estiverem associadas a uma corretora ou banco. Sozinhas, a legislação proíbe. De acordo com o Banco Central, a medida vai estimular a concorrência e promover maior eficiência. 
 
Ricardo Franco Moura, chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial (Dereg), do BC, destaca que o projeto de lei consolida diversos dispositivos legais e elimina normas antigas e que não fazem mais sentido no mundo globalizado. “Você tem uma série de regras espalhadas em vários documentos, alguns deles muito antigos, que vão se acumulando. O objetivo do Projeto de Lei é modernizar a legislação para torná-la compatível com uma economia moderna, inserida nas cadeias globais de produção, que facilite um processo de globalização”, diz. 
 
Segundo ele, a aprovação do marco vai trazer benefícios para diversos atores: empresas e cidadãos estrangeiros que estão no Brasil e empresas e brasileiros que operam e trabalham ou estudam no exterior.

Arte: Brasil 61
 
Tramitação

O novo marco legal do mercado de câmbio segue para análise no Senado. Se não for alterado pelos parlamentares da Casa, vai para sanção do presidente Jair Bolsonaro. 

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