Economia

22/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 9,61% no acumulado de outubro

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve queda de quase 1%, em São Paulo, com venda, nesta segunda-feira (25), a R$ 1.246. O preço da saca de café robusta teve alta de quase 0,5%, com venda a R$ 755,43. 

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, com venda a R$ 148,76. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 146, a R$ 147 no Triângulo Mineiro e a R$ 149 em Maringá (PR).

Commodities: preços dos metais devem cair 5% em 2022

O preço da saca do milho teve alta de quase 0,5%, com venda a R$ 89,27 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) e em Cascavel (PR) a R$ 89.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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22/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo teve queda de 10,77% no acumulado de outubro

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de quase 1%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta segunda-feira (25), a R$ 260,20. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 258. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 252 e em Cuiabá (MT), a R$ 248.

O preço do quilo do frango congelado teve alta de quase 0,5%, sendo comercializado em São Paulo, a R$ 8,07. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango e vendido a R$ 8,10.

Commodities: preços dos metais devem cair 5% em 2022

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 10,32 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10 e em Santa Catarina, a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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22/10/2021 17:45h

Após um aumento estimado de 48% em 2021

A última previsão do Banco Mundial para os mercados de commodities é de que os preços de energia – com média de 80% mais alta em 2021, especialmente no terceiro trimestre – devem permanecer elevados em 2022. A expectativa é que ocorra uma queda na segunda metade do próximo ano à medida que as restrições de oferta diminuam. Os preços não energéticos, incluindo agricultura e metais, deverão diminuir em 2022, após fortes ganhos este ano. 

“O aumento nos preços da energia apresenta riscos significativos de curto prazo para a inflação global e, se sustentada, também pode pesar no crescimento dos países importadores de energia”, disse Ayhan Kose, economista-chefe e diretor do Grupo de Perspectivas do Banco Mundial, que produz o Relatório Commodities Outlook.

“A forte recuperação dos preços das commodities está se revelando mais pronunciada do que o projetado anteriormente. A volatilidade recente dos preços pode complicar as escolhas de políticas, já que os países se recuperam da recessão global do ano passado.”

Em 2021, alguns preços de commodities subiram ou ultrapassaram os níveis não vistos desde o pico de 2011. Por exemplo, os preços do gás natural e do carvão atingiram níveis recordes em meio a restrições de oferta e recuperação da demanda por eletricidade, embora devam cair em 2022 à medida que a demanda reduzir e a oferta for ampliada. No entanto, picos de preços adicionais podem ocorrer no curto prazo em meio a estoques muito baixos e gargalos de fornecimento persistentes.

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Os preços do petróleo bruto (uma média de Brent, WTI e Dubai) devem atingir a média de US$ 70 em 2021, um aumento de 70%. Eles estão estimados em US$ 74 o barril em 2022, conforme a demanda por petróleo se fortalece e atinge níveis pré-pandêmicos. O uso de petróleo bruto como substituto do gás natural apresenta um grande risco de alta para as perspectivas de demanda, embora os preços de energia mais altos possam começar a pesar no crescimento global.

À medida que o crescimento global enfraquece e as interrupções no fornecimento são resolvidas, os preços dos metais devem cair 5% em 2022, após um aumento estimado de 48% em 2021. Após um aumento projetado de 22% em 2021, os preços agrícolas devem cair modestamente no próximo ano, as condições de abastecimento melhoram e os preços da energia se estabilizam. 

“Os altos preços do gás natural e do carvão estão impactando a produção de outras commodities e representam um risco de alta para as previsões de preços”, disse John Baffes, economista sênior do Grupo de Perspectivas do Banco Mundial. “A produção de fertilizantes foi reduzida pelos preços mais altos do gás natural e do carvão, e os preços mais altos dos fertilizantes aumentaram os custos de insumos para as principais safras de alimentos. A produção de alguns metais, como alumínio e zinco, também foi reduzida devido aos altos custos de energia.”

De forma mais ampla, os eventos deste ano destacaram como as mudanças climáticas são um risco crescente para os mercados de energia, afetando tanto a demanda quanto a oferta. De uma perspectiva de transição energética, as preocupações sobre a natureza intermitente da energia renovável destacam a necessidade de uma carga de base confiável e de geração de eletricidade de reserva. 

Porém, cada vez mais, eles precisarão ser de fontes de baixo carbono, como energia hidrelétrica ou nuclear, ou de novos métodos de armazenamento de energia renovável. Ao mesmo tempo, o aumento dos preços do gás natural e do carvão este ano tornou a energia solar e eólica ainda mais competitiva como fonte alternativa de energia. Os países podem se beneficiar da aceleração da instalação de energia renovável e da redução de sua dependência de combustíveis fósseis.

O relatório observa que as previsões estão sujeitas a riscos substanciais - incluindo clima adverso, recuperação irregular da Covid-19, ameaça de mais surtos, interrupções na cadeia de suprimentos e políticas ambientais. Além disso, os preços mais altos dos alimentos, junto com o recente aumento nos custos de energia, estão elevando a inflação dos preços dos alimentos e aumentando as preocupações com a segurança alimentar em várias economias em desenvolvimento.

Foco especial: urbanização e demanda de commodities

À medida que a mudança global da vida rural para a urbana continua, a seção Foco especial do relatório explora o impacto da urbanização na demanda por commodities. Embora as cidades sejam frequentemente associadas ao aumento da demanda por commodities de energia (e, portanto, às emissões de gases de efeito estufa), o relatório conclui que as cidades de alta densidade, especialmente nas economias avançadas, podem ter uma demanda de energia per capita menor do que as cidades de baixa densidade. 

Como a proporção de pessoas que vivem em áreas urbanas deve continuar a aumentar, esses resultados destacam a necessidade de um planejamento urbano para maximizar os elementos benéficos das cidades e mitigar seus impactos negativos. As cidades estão na vanguarda das mudanças climáticas, e o planejamento estratégico, especialmente para ligações de transporte, pode ajudar a reduzir o consumo de recursos e, principalmente, as emissões de gases de efeito estufa.
 

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21/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 10,58% no acumulado de outubro.

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve alta de mais de 0,5%, em São Paulo, com venda, nesta sexta-feira (22), a R$ 1.257. O preço da saca de café robusta está estável, com venda a R$ 753,38. 

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, com venda a R$ 148,18. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 146, a R$ 147 no Triângulo Mineiro e a R$ 149 em Maringá (PR). 

Brasil e Colômbia fecham parceria para discutir ações ligadas à segurança hídrica e saneamento básico

O preço da saca do milho teve queda de mais de 0,5%, com venda a R$ 89,99 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) e em Cascavel (PR) a R$ 89.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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21/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo teve queda de 9,88% no acumulado de outubro.

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O preço da arroba do boi gordo está estável, em São Paulo, sendo comercializada, nesta sexta-feira (22), a R$ 262,80. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo também está estável, com venda a R$ 258. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 252 e em Cuiabá (MT), a R$ 248. 

O preço do quilo do frango congelado teve queda de quase 0,5%, sendo comercializado em São Paulo, a R$ 8,04. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango e vendido a R$ 8,10. 

Brasil e Colômbia fecham parceria para discutir ações ligadas à segurança hídrica e saneamento básico

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 10,32 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10 e em Santa Catarina, a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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21/10/2021 19:20h

Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia (ABRACE) atribui cenário a altos custos de energia para o setor produtivo e encargos setoriais, além de subsídios Especialistas e entidades do setor elétrico debatem transição energética

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Nos últimos 10 anos, a indústria brasileira caiu cinco pontos percentuais em participação no Produto Interno Bruto (PIB), declarou a vice-presidente da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia (ABRACE), Daniela Coutinho, em audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (20). 
 
Para reverter este cenário marcado por altos custos de energia, encargos setoriais e subsídios que levam a distorções, ela considera urgente a aprovação de reformas estruturais para o segmento. "Essas reformas estruturais do setor elétrico precisam avançar. É preciso urgentemente aprovar o projeto de lei de modernização do setor que está na Câmara desde o começo do ano, como o PL 414/2021 que agora está sob a relatoria do deputado Fernando Coelho Filho”, cobrou a Associação. 

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Privatização da Eletrobras

O deputado Otto Alencar (PSD-BA), que propôs a realização da audiência, questionou os convidados sobre a privatização da Eletrobras e impulsionamentos para o setor de energia renovável. O especialista em energia Ricardo Gomide, assim como os outros convidados, se mostraram a favor da privatização. Para ele, é um passo importante para retomar a competitividade com mais ofertantes de energia. 
 
“O que me causou estranheza, pelo menos quando eu vi a medida provisória original do poder executivo, é que não se trata necessariamente de uma privatização, mas sim uma capitalização. O governo capitaliza a empresa para diluir um pouco a sua participação, mas a participação estatal e em gerência estatal dentro do setor elétrico continua com a Eletrobras capitalizada”, pontuou o especialista.
 
O presidente do Conselho de Energia Eólica Onshore e Offshore da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos  (Abimaq), Roberto Veiga, acrescentou que a privatização é sempre favorável, mas é preciso criar um ambiente de competitividade com outras empresas que desenvolvam a mesma atividade. Ele citou como exemplo o caso da Petrobras: “Nós temos só a Petrobras, então não adianta dizer que ela é uma empresa que está na bolsa se não tem concorrente dela no Brasil, você fica monopolizando a decisão.”

Energias renováveis

Com relação aos incentivos a fontes renováveis, o presidente da Abimaq avaliou que o governo começou bem no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), criado em 2002, mas Veiga cobrou constância dessas políticas. “Nós não podemos ter paralisações para os investimentos nesse setor principalmente com o financiamento do BNDES exigindo nacionalização de alguns itens, ele exige investimentos vultosos na fabricação e desenvolvimento da cadeia produtiva.”
 
Segundo ele, é preciso garantir primeiro a segurança jurídica de que os leilões de energia vão continuar acontecendo, da mesma forma que vai existir uma competitividade aberta no mercado.

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21/10/2021 18:55h

A proposta é que o tributo seja retido, automaticamente, a cada pagamento de nota fiscal, eliminando distorções, como a sonegação, a inadimplência e a informalidade

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Pronta para ser analisada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, a PEC 110/2019 – a chamada reforma tributária ampla – sugere o uso da tecnologia 5.0 para a arrecadar até R$ 1 trilhão em impostos por ano que deixam de ser recolhidos por distorções do sistema atual. 

Segundo o idealizador dessa ferramenta, o empresário e fundador do Destrava Brasil, Miguel Abuhab, isso eliminaria de uma só vez distorções, como a sonegação, a inadimplência e a informalidade. "Somente o uso da tecnologia de cobrança 5.0 de cobrança automática a cada nota fiscal emitida vai permitir uma formalização de pelo menos 50% do PIB informal, estimado em R$ 1,8 trilhão", afirma. 

O novo sistema poderá ser utilizado pelas instituições financeiras para permitir a cobrança automática de impostos sobre consumo, sempre que uma nota fiscal for emitida. 

 “Quando a gente compara com o aumento da arrecadação que vai haver em função da tecnologia, esse aumento vai recompensar qualquer outro problema, qualquer outra falha que poderia afetar negativamente um ou outro estado ou município”, destaca Abuhab,

Fim do contencioso administrativo e judiciário 

Relator da PEC 110/2019, o senador Roberto Rocha afirma que a tecnologia proposta acabará, ainda, com o estoque de contencioso administrativo e judiciário, ou seja, impostos que o governo deveria receber, porém estão em discussão judicial. A estimativa atual é que esse valor seja de 70% do PIB, ou pouco mais de R$ 5 trilhões.

“Atualmente, temos inúmeros impostos federais e estaduais na base de consumo, a qual concentra mais da metade da arrecadação tributária, e que tem a grande maioria da população brasileira. Sobretudo os mais pobres, no Brasil, infelizmente, terminam pagando proporcionalmente mais do que os que têm mais recursos. Mas o sistema eletrônico vai incluir todo mundo, então teremos muitos pagando pouco”, afirma. 

Impactos imediatos 

Se a tecnologia sugerida for de fato implantada, os impactos serão imediatos no dia a dia das transações de consumo. A medida visa simplificar a comercialização de qualquer mercadoria.

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A partir desse modelo, a cobrança do imposto será feita a cada circulação do dinheiro e não da mercadoria, como é atualmente. O tributo será retido de forma automática a cada pagamento de nota fiscal e ficará na cidade e estado onde se realiza o consumo. 

A expectativa é de que isso também acarrete o fim da cumulatividade de impostos para as empresas, e a partilha e a transferência diária da arrecadação do IBS (Imposto sobre bens e serviços) para a União, estados e municípios. Para o contribuinte, será o fim da autodeclaração e da maior parte da burocracia contábil.
 

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21/10/2021 18:30h

Recursos líquidos obtidos por meio da emissão serão integralmente utilizados para financiamento de capital de giro e fins corporativos diversos

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O Conselho de Administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou a 11ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, no valor total de R$ 1,5 bilhão, com valor nominal unitário de R$ 1.000,00, na data de emissão (debêntures e emissão, respectivamente). 

A emissão será objeto de oferta pública, com esforços restritos de distribuição, nos termos da Lei n.º 6.385/76, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº 476/2009, e das demais disposições legais e regulamentares aplicáveis, sob o regime de garantia firme de colocação, tendo como público-alvo investidores profissionais, conforme previsto no artigo 11 da Resolução CVM nº 30, de 11 de maio de 2021. 

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As debêntures terão prazo de vencimento de sete anos, contados da data de emissão. Sobre o valor nominal unitário ou o saldo do valor nominal unitário das debêntures vão incidir juros remuneratórios correspondentes a 100% das taxas médias diárias do DI – Depósito Interfinanceiro de um dia, “over extra grupo”, expressas na forma percentual ao ano, base 252 dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela B3, no informativo diário disponível em sua página na Internet, acrescida de spread (sobretaxa) correspondente a 1,65% ao ano, base 252 dias úteis. Os recursos líquidos obtidos por meio da emissão serão integralmente utilizados para financiamento de capital de giro e fins corporativos diversos.
 

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Economia
21/10/2021 02:00h

Proposta quer evitar que MEIs, micro e pequenas empresas tenham o nome sujo por causa de dívidas com órgãos e entidades federais

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Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que suspende temporariamente a inscrição de dívidas de microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas no Cadin. Em agosto, o Senado aprovou o PL 1.585/2021, que visa impedir que esses negócios fiquem com o nome sujo até seis meses após o fim da pandemia da Covid-19. 

O Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) é um banco de dados no qual estão registrados os nomes de pessoas e empresas em débito junto aos órgãos e entidades federais. Autor da proposta, o senador Wellington Fagundes (PL/MT) espera que a Câmara dos Deputados aprove a proposta o quanto antes. 

“As microempresas e empresas de pequeno porte estão entre as mais afetadas pelos efeitos da pandemia da Covid-19. Por motivos alheios à sua vontade, esses empresários deixaram de operar suas atividades econômicas, de perceber as suas receitas e, consequentemente, não conseguem arcar com os pagamentos dos tributos federais. Seria uma injustiça deixar essas empresas ficarem negativadas”, diz. 

Impactos

O projeto de lei visa minimizar os impactos da crise econômica que a pandemia da Covid-19 causou sobre as MPEs. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 79% dos empresários donos de pequenos negócios dizem que o faturamento caiu desde março de 2020. A queda de receita prejudica a capacidade dessas empresas honrarem os seus compromissos, como o pagamento de funcionários e de tributos. 

Mais de uma em cada três MPEs está inadimplente, ou seja, têm dívidas e/ou empréstimos em atraso Isso dificulta o acesso a empréstimos e financiamentos, que ajudariam esses negócios a atravessar a crise, destaca o economista Newton Marques. 

“Muitas micro e pequenas empresas não estão conseguindo pagar suas dívidas, principalmente junto ao Estado. Então, caso seja aprovado, este projeto legislativo será bem-vindo, porque dará uma flexibilização para o micro e pequeno empresário não ter a preocupação de participar de qualquer acesso a crédito, licitações, por conta de estar inscrito no Cadin. Isso é como se fosse um perdão enquanto durasse a pandemia”, avalia. 

Ainda segundo o Sebrae, desde o início da crise sanitária, 61% dos empresários donos de micro e pequenos negócios buscaram empréstimo. Vale lembrar que o projeto de lei não suspende a dívida, apenas que o débito seja inscrito no Cadin. Assim, seis meses após o fim da pandemia, se não pagar a dívida, o pequeno negócio pode ficar inadimplente. 

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Exceções

A suspensão do registro no Cadin não vai se aplicar aos seguintes casos: não fornecimento de informação solicitada por órgão ou entidade pública; não apresentação ou atraso na apresentação da prestação de contas; omissão na apresentação de contas; ou rejeição das contas apresentadas.

Tramitação

Se os deputados federais aprovarem o PL sem alterações, a matéria seguirá para sanção da Presidência da República. 

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20/10/2021 19:55h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo teve queda de 9,84% no acumulado de outubro

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de mais de 3,5%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta quinta-feira (21), a R$ 262,90. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 259. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 254 e em Cuiabá (MT), a R$ 251. 

O preço do quilo do frango congelado teve queda de quase 0,5%, sendo comercializado em São Paulo, a R$ 8,07. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango é vendido a R$ 8,10.

Brasil prevê reduzir emissão de 1 bilhão de toneladas de gases do efeito estufa na agricultura até 2030

O preço da carcaça do suíno teve alta de quase 0,5% em São Paulo, com venda a R$ 10,32 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10 e em Santa Catarina, a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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Brasil 61