Economia

02/04/2025 20:00h

Índice fechou a sessão em leve alta de 0,03% aos 131 mil pontos

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O Ibovespa começa a quinta-feira (3) com mais uma leve alta — quase estabilidade — de 0,03% aos 131,1 mil pontos. O dia de ontem foi marcado pela expectativa do mercado sobre o anúncio das novas tarifas impostas pelo governo americano, que coincidiu com o horário do fechamento do mercado aqui no Brasil e acabou impactando mesmo o Ibovespa futuro, ou seja, apenas hoje saberemos o resultado do anúncio de forma mais definitiva. 

Entre os anúncios do presidente Trump, a fixação de uma alíquota mínima de 10% sobre importações de todos os países; o Brasil está entre eles.

No campo das ações, a Vale teve perdas de 0,45% e a Petrobras de 0,27%. Para o varejo, o dia foi positivo e Magazine Luiza disparou com alta de 7,08%. Entre os bancos, alta de 0,21% para o Bradesco e 0,07% para o Banco do Brasil.  

Os dados da bolsa de valores brasileira podem ser consultados no site da B3.


 

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02/04/2025 18:53h

De julho do ano passado até o momento, foram reservadas mais de 35 mil passagens no primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, do Ministério de Portos e Aeroportos

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Nos oito primeiros meses de vigência do Programa Voa Brasil, o número de cidades procuradas pelos aposentados do INSS em busca de passagens aéreas oferecidas por meio da iniciativa passou de 80. Em março, ingressaram na lista os aeroportos de Fernando de Noronha (PE), Guanambi (BA) e Teófilo Otoni (MG), chegando a um total de 82 municípios.

Desde julho do ano passado, foram reservadas 35.419 passagens no primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

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Entre os 20 principais destinos, somente três não são capitais: Campinas (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Porto Seguro (BA). São Paulo segue como a cidade mais procurada pelos aposentados, já que responde por quase 30% dos bilhetes, com um total de 10.261. Na sequência aparecem:

  • Rio de Janeiro (3.050)
  • Recife (2.745)
  • Fortaleza (2.453)
  • Brasília (2.268)

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, a medida permite a ampliação dos grupos usuários e contribui para o fortalecimento do Turismo. “O objetivo do programa, de incluir novos usuários no transporte aéreo, de permitir que grupos como os aposentados do INSS possam encontrar passagens mais acessíveis, sem subsídio, este objetivo está plenamente atingido”, destaca.

O Secretário Nacional de Aviação Civil do MPor, Tomé Franca, afirma que o programa não utiliza recursos públicos e conta com a parceria das empresas aéreas que disponibilizam vagas ociosas em datas, horários ou período de pouca demanda. Ele reforça, ainda, que a iniciativa tem boa adesão.

“Neste período, cerca de 150 mil beneficiários acessaram o sistema, resultando em 35 mil bilhetes, ou 24% dos interessados. No site das companhias aéreas, este percentual fica entre 1% e 3%, ou seja, o número de reservas confirmadas no Voa Brasil tem um percentual muito superior”, pontua.

Voa Brasil: como se cadastrar

O aposentado do INSS interessado em participar do Voa Brasil deve acessar o programa pelo site www.gov.br/voabrasil e escolher data, origem e destino. Vale lembrar que passagens de até R$ 200 serão oferecidas a quem não tenha viajado de avião nos últimos 12 meses. Cada aposentado só pode adquirir até dois trechos por ano.

Para a segunda fase do Voa Brasil, o Ministério de Portos e Aeroportos, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), vai utilizar a base de dados do ProUni, Fies e Sisu para relacionar os estudantes que poderão participar do programa.

Lista: confira a lista das cidades contempladas pelo Voa Brasil nos últimos 8 meses (Fonte: MPOR)

Região UF Cidade Destino Origem
Centro-Oeste DF Brasília 2.268 2.251
Centro-Oeste GO Goiânia 242 250
Centro-Oeste MS Campo Grande 100 94
Centro-Oeste MT Cuiabá / Várzea Grande 68 74
Centro-Oeste MT Sinop 16 12
Centro-Oeste GO Caldas Novas 12 2
Centro-Oeste MS Bonito 6 7
Centro-Oeste MT Rondonópolis 2 2
Norte PA Belém 447 432
Norte AM Manaus 373 377
Norte RO Porto Velho 85 89
Norte TO Palmas 64 61
Norte PA Santarém 42 35
Norte AC Rio Branco 32 32
Norte PA Marabá 29 31
Norte AP Macapá 18 26
Norte RR Boa Vista 17 20
Norte PA Parauapebas 9 11
Norte AM Tabatinga 6 2
Norte AM São Gabriel da Cachoeira 5 1
Norte PA Altamira 4 2
Norte AC Cruzeiro do Sul 1  
Nordeste PE Recife 2.745 2.650
Nordeste CE Fortaleza 2.453 2.283
Nordeste BA Salvador 2.024 2.020
Nordeste PB João Pessoa/Bayeux 1.324 1.082
Nordeste AL Maceió/Rio Largo 1.130 1.132
Nordeste RN Natal 1.040 1.003
Nordeste MA São Luís 708 719
Nordeste SE Aracaju 647 611
Nordeste CE Juazeiro do Norte 553 522
Nordeste BA Porto Seguro 500 491
Nordeste PI Teresina 404 342
Nordeste PE Petrolina 289 257
Nordeste BA Ilhéus 227 220
Nordeste BA Vitória da Conquista 176 181
Nordeste MA Imperatriz 88 76
Nordeste CE Cruz 26 23
Nordeste BA Barreiras 3 6
Nordeste PE Fernando de Noronha 3 3
Nordeste RN Mossoró 3 1
Nordeste PB Campina Grande 2 7
Nordeste BA Guanambi   1
Sul RS Porto Alegre 582 618
Sul PR Curitiba 354 359
Sul SC Florianópolis 297 328
Sul PR Foz do Iguaçu 212 193
Sul SC Navegantes 85 73
Sul RS Passo Fundo 46 52
Sul SC Chapecó 37 46
Sul PR Maringá 37 35
Sul PR Cascavel 30 24
Sul RS Caxias do Sul 30 37
Sul PR Londrina 27 22
Sul SC Joinville 12 12
Sul RS Pelotas 12 10
Sul RS Santa Maria 3 3
Sul PR Pato Branco 2 1
Sul PR Ponta Grossa 2 2
Sul SC Jaguaruna 1 4
Sul PR Umuarama 1 1
Sul RS Santo Ângelo   2
Sul PR Guarapuava   1
Sudeste SP São Paulo 10.261 10.569
Sudeste RJ Rio de Janeiro 3.050 3.286
Sudeste MG Belo Horizonte/Confins 997 1.044
Sudeste SP Campinas 657 733
Sudeste ES Vitória 373 404
Sudeste MG Montes Claros 34 31
Sudeste MG Uberlândia 29 35
Sudeste SP São José do Rio Preto 22 22
Sudeste SP Ribeirão Preto 14 14
Sudeste SP Presidente Prudente 6 3
Sudeste MG Goianá 3 2
Sudeste MG Uberaba 3 1
Sudeste SP Araçatuba 2 2
Sudeste MG Santana do Paraíso/Ipatinga 2 4
Sudeste SP São José dos Campos 2 2
Sudeste SP Bauru 1  
Sudeste MG Governador Valadares 1 2
Sudeste MG Teófilo Otoni 1  
Sudeste MG Varginha   1
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02/04/2025 02:10h

No pregão, as ações com maiores altas foram da PDG Realty e da OI, com elevações de 25% e 21,92%, respectivamente

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O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) encerrou a última sessão acima dos 131 mil pontos. A cotação veio um dia antes do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. 

No pregão, as ações com maiores altas foram da PDG Realty e da OI, com elevações de 25% e 21,92%, respectivamente. 

Já as maiores quedas foram de ações da Estrela, com recuo de 34,21%; e da Bioma Educação, com baixa de 14,50%. 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 18,1 bilhões, entre 3,6 milhões de negócios. 

Os dados podem ser consultados na B3.

 

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02/04/2025 00:02h

A proposta foi aprovada nessa terça-feira (1°) pelo Senado Federal. Entre os objetivos da matéria está a criação de instrumentos para o Brasil se proteger de tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos

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O projeto que conta com medidas de resposta a barreiras comerciais impostas por outros países a produtos brasileiros deve ser votado pelo Plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana. A previsão foi anunciada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (REPUBLICANOS – PB). Segundo o parlamentar, o assunto exige uma ação com “desprendimento político, sem qualquer mesquinhez”. 

A proposta foi aprovada nesta terça-feira (1°) pelo Senado Federal. Trata-se do projeto de lei 2.088/2023. Entre os objetivos da matéria está a criação de instrumentos para o Brasil se proteger de tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos. O tema veio à tona em meio à expectativa de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa implementar uma série de tarifas sobre produtos de outros países.

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Medicamentos: preço máximo sobe a partir desta segunda-feira; confira o que muda

Pelos termos do texto aprovado pelos senadores, as exigências estrangeiras de que produtos nacionais cumpram requisitos ambientais mais rígidos do que as proteções brasileiras, por exemplo, podem gerar imposição de taxas nas importações brasileiras de bens estrangeiros.

De maneira geral, o projeto busca evitar três medidas protecionistas de outros países, por meio de três contramedidas que poderão ser adotadas por parte do governo federal.Confira:

Medidas protecionistas: 

  • interferência em escolhas soberanas do Brasil, por meio de adoção de medidas comerciais unilaterais;
  • violação de acordos comerciais; ou
  • exigência de requisitos ambientais mais onerosos do que os parâmetros, normas e padrões de proteção ambiental adotados pelo Brasil, descritos no Acordo de Paris (Decreto 9.073, de 2017), no Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651, de 2012), na Política Nacional de Mudança Climática (Lei 12.187, de 2009) e na Política Nacional de Meio Ambiente (Lei 6.938, de 1981).

Contramedidas: 

  • imposição de tributos, taxas ou restrições sobre importações de bens ou serviços de um país;
  • suspensão de concessões comerciais ou de investimentos; e
  • suspensão de concessões relativas a direitos de propriedade intelectual.

O projeto tem sido defendido por parlamentares ligados ao agronegócio brasileiro, como é o caso do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion (PP-PR). Segundo o congressista, a proposta é importante para garantir a defesa da soberania nacional e manter os interesses do Brasil. "Precisamos de uma lei, os grandes players mundiais do comércio têm uma lei para defender seus interesses e o Brasil não tem", disse.

A relatora do projeto no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), defendeu que o intuito não é punir e sim oferecer uma alternativa ao que acredita ser uma “paralisia do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio”, desde 2020. Para ela, este seria o modo mais adequado de evitar medidas de outros países para privilegiar a produção estrangeira, em relação a do Brasil.
 

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01/04/2025 23:00h

Já o euro fechou em torno de R$ 6,12

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O dólar fechou a última sessão com recuo de  0,39%, cotado a R$ 5,68.  O resultado veio um dia antes do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. 

Mesmo diante do receio de novas taxas, dados mais fracos sobre a economia americana contribuíram para valorização do real ao longo do pregão. 

Além disso, na avaliação de analistas do mercado financeiro, a tendência do investidor estrangeiro de apostar contra o dólar fortalece outras divisas pelo mundo, inclusive a moeda brasileira.  

Já o euro fechou em torno de R$ 6,12. 

Os dados são da Companhia Morningstar. 

 

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01/04/2025 01:41h

Baixa ocorre às vésperas de tarifas de Trump

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O dólar encerrou a última sessão em queda de quase 1%. A moeda é cotada a R$ 5,70 e o recuo foi de 0,94%.

Este foi o primeiro recuo da moeda norte-americana depois de avançar em três fechamentos seguidos. O fechamento em baixa veio às vésperas das tarifas globais do presidente dos estados Unidos, Donald Trump, que entram em vigor na quarta-feira, dia 2 de abril.

A sessão também foi marcada pela disputa pela formação da Ptax no fim de março. O indicador representa a taxa de câmbio, atua como referência para a liquidação de vários contratos cambiais durante o período e os operadores, em geral, preferem formar uma PTAX mais alta.

Já o euro caiu 1,06%, sendo cotado a R$ 6,16.

 

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31/03/2025 16:00h

O aumento máximo estabelecido seguirá três faixas e pode chegar a 5,06%

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Os preços dos medicamentos passaram por reajuste nesta segunda-feira (31). A determinação consta em Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, a CMED, publicada no Diário Oficial da União. O aumento máximo estabelecido seguirá três faixas, levando em conta a classe terapêutica e nível de concorrência dos remédios:

  • Nível 1: 5,06% 
  • Nível 2: 3,83% 
  • Nível 3: 2,60% 

Para definir os novos valores, a CMED leva em conta fatores como a inflação dos últimos 12 meses, a produtividade das indústrias de medicamentos e os custos não captados pela inflação, como o câmbio, a concorrência de mercado, assim como a tarifa de energia elétrica.

“Será o menor reajuste médio dos últimos sete anos, o que pode impactar negativamente os contínuos e fundamentais investimentos da indústria farmacêutica instalada no país em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de novos produtos e na modernização e construção de novas fábricas”, afirma o presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), Nelson Mussolini.

“Os medicamentos têm um dos mais previsíveis e estáveis comportamentos de preço da economia brasileira. Num ambiente altamente competitivo, a concorrência regula os preços; por isso, os produtos das classes terapêuticas com grande diversidade de marcas poderiam ser liberados do controle de preços, como já acontece com os medicamentos isentos de prescrição”, complementa Mussolini. 

De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, a variação dos preços vai depender da concorrência no mercado. Nesse caso, medicamentos com maior oferta, como é o caso de genéricos e similares sem patente, normalmente passam por ajustes menores por conta dos preços mais competitivos. “Já remédios patenteados ou com poucas alternativas podem ter reajustes próximos ao teto.”

Discussões sobre isenção do IR e Reforma Tributária devem ser retomadas

Em 2024, o máximo definido para o reajuste dos remédios foi 4,5%. Foi o menor patamar desde 2020 e exatamente a inflação acumulada em 12 meses, no período terminado em fevereiro do ano passado.

Lista de medicamentos

A lista que conta com os valores máximos que podem ser cobrados por cada item fica disponível no site da Anvisa e passa por atualização mensal. De acordo com a agência, a legislação determina um reajuste anual do teto de preços, com o intuito de evitar elevações abusivas. O cálculo previsto na legislação visa compensar eventuais perdas do setor em função da inflação e dos impactos nos custos de produção.
 

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31/03/2025 01:54h

No pregão, as ações com maiores altas foram da Infracom e da Gafisa, com elevações de 37,50% e de 28,66%

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O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou a última sessão cotado a quase 132 mil pontos. 

O resultado veio em meio à divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com criação de quase 432 mil empregos formais em fevereiro. 

No pregão, as ações com maiores altas foram da Infracom e da Gafisa, com elevações de 37,50% e de 28,66%. 

Já as maiores quedas foram de ações da Armac; com recuo de 15,45%; e da Light, com baixa de 13,17%. 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 18,2 bilhões, entre 3,3 milhões de negócios. 

Os dados podem ser consultados no site da B3.
 

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31/03/2025 00:39h

Ao longo da semana, a divisa acumulou elevação de 0,74%

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O dólar encerrou o último pregão em alta de 0,13%, cotado a R$ 5,75. Ao longo da semana, a divisa acumulou elevação de 0,74%.

A sessão foi marcada pela volatilidade. O cenário veio em meio às expectativas de forte criação de vagas, no último mês, diante da divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 

Porém, após a publicação oficial dos dados, foi registrada uma desaceleração na alta da moeda americana, além de alívio nos juros futuros.

O euro, por sua vez, fechou em torno de R$ 6,23. 

Os dados são da Companhia Morningstar. 

 

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28/03/2025 04:00h

Avanço foi de 0,34%

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O dólar encerrou a última sessão em alta de 0,34%. A moeda é cotada a R$ 5,75.

O dia não foi agradável para moedas da América Latina, o real perdeu valor junto com outras divisas, como o peso mexicano e o chileno

O resultado da cotação da moeda americana vem em meio às incertezas quanto às medidas tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O cenário incerto segue trazendo volatilidade aos ativos.

A moeda avançou no meio da tarde após notícias de que o Brasil poderia compor lista de países alvo das tarifas recíprocas pelo país norte-americano.

Já o euro comercial avançou 0,74%, cotado a R$ 6,20.

 

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