Alta da moeda veio antes do tarifaço de Donald Trump; elevação foi de 0,23%
Nesta quinta-feira (3) o dólar é cotado a R$ 5,70, em alta de 0,23%. A leve subida da moeda americana veio antes do detalhamento do tarifaço anunciado pelo presidente americano Donald Trump nesta quarta-feira (2).
Num dia de muita oscilação, por conta da expectativa de anúncios de novas tarifas de importação nos Estados Unidos, a divisa norte-americana seguiu a tendência de outras moedas, como o euro e o iene japonês.
O fechamento da moeda aqui no Brasil foi próximo da estabilidade, com cautela dos investidores, mas hoje é que o mercado brasileiro deve sentir o impacto das novas medidas adotadas por Trump.
Índice fechou a sessão em leve alta de 0,03% aos 131 mil pontos
O Ibovespa começa a quinta-feira (3) com mais uma leve alta — quase estabilidade — de 0,03% aos 131,1 mil pontos. O dia de ontem foi marcado pela expectativa do mercado sobre o anúncio das novas tarifas impostas pelo governo americano, que coincidiu com o horário do fechamento do mercado aqui no Brasil e acabou impactando mesmo o Ibovespa futuro, ou seja, apenas hoje saberemos o resultado do anúncio de forma mais definitiva.
Entre os anúncios do presidente Trump, a fixação de uma alíquota mínima de 10% sobre importações de todos os países; o Brasil está entre eles.
No campo das ações, a Vale teve perdas de 0,45% e a Petrobras de 0,27%. Para o varejo, o dia foi positivo e Magazine Luiza disparou com alta de 7,08%. Entre os bancos, alta de 0,21% para o Bradesco e 0,07% para o Banco do Brasil.
Os dados da bolsa de valores brasileira podem ser consultados no site da B3.
Os Correios avançaram mais uma etapa no projeto de inovação e modernização da empresa. A estatal anunciou o lançamento do “Mais Correios”, uma nova plataforma digital que irá impulsionar o comércio eletrônico no Brasil. A responsável pelo projeto será a empresa Infracommerce e a previsão é de que o serviço entre em operação ainda no primeiro semestre deste ano.
O site maiscorreios.com.br já pode ser acessado e neste primeiro momento é possível fazer cadastro para receber benefícios e novidades.
Representando o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, na solenidade de lançamento da plataforma, a secretária-executiva, Sônia Faustino, destacou o trabalho que tem sido feito nesta gestão para reconstruir as estatais.
"E os Correios estão no centro desse esforço. Sob a liderança do ministro Juscelino Filho, o Ministério das Comunicações tem trabalhado para resgatar o protagonismo da empresa. É um trabalho sério, cuidadoso, que envolve modernização, investimento e, sobretudo, compromisso com o povo. E o lançamento do Mais Correios é a parte desse novo tempo. Essa plataforma representa o futuro dos Correios, em que a tecnologia serve à inclusão, ao desenvolvimento e à justiça social."
A plataforma digital integra o projeto Correios do Futuro, estratégia de inovação para diversificar as atividades da empresa e gerar novas receitas.
De acordo com o presidente dos Correios, Fabiano Silva, explica os diferenciais do “Mais Correios” e como a iniciativa pode democratizar o acesso ao empreendedorismo no Brasil.
"O que torna nossa plataforma única são os diferenciais que conseguimos reunir, a estrutura logística própria, milhares de agências espalhadas pelo país, frete competitivo e múltiplas opções de entrega, incluindo novos canais dos Correios. Por meio do Mais Correios, temos a chance de mostrar que, com inovação e espírito colaborativo, podemos democratizar o acesso ao empreendedorismo e ajudar a transformar a economia do nosso país."
Em um primeiro momento, o foco do Mais Correios será as grandes empresas para permitir uma expansão da atuação delas em todas as cidades brasileiras, graças à capilaridade logística dos Correios.
Na segunda fase, a plataforma vai abrir espaço para pequenos e médios empreendedores de todas as regiões do país, promovendo o desenvolvimento econômico local, inclusão digital e competitividade.
Nos oito primeiros meses de vigência do Programa Voa Brasil, o número de cidades procuradas pelos aposentados do INSS em busca de passagens aéreas oferecidas por meio da iniciativa passou de 80. Em março, ingressaram na lista os aeroportos de Fernando de Noronha (PE), Guanambi (BA) e Teófilo Otoni (MG), chegando a um total de 82 municípios.
Desde julho do ano passado, foram reservadas 35.419 passagens no primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
Entre os 20 principais destinos, somente três não são capitais: Campinas (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Porto Seguro (BA). São Paulo segue como a cidade mais procurada pelos aposentados, já que responde por quase 30% dos bilhetes, com um total de 10.261. Na sequência aparecem:
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, a medida permite a ampliação dos grupos usuários e contribui para o fortalecimento do Turismo. “O objetivo do programa, de incluir novos usuários no transporte aéreo, de permitir que grupos como os aposentados do INSS possam encontrar passagens mais acessíveis, sem subsídio, este objetivo está plenamente atingido”, destaca.
O Secretário Nacional de Aviação Civil do MPor, Tomé Franca, afirma que o programa não utiliza recursos públicos e conta com a parceria das empresas aéreas que disponibilizam vagas ociosas em datas, horários ou período de pouca demanda. Ele reforça, ainda, que a iniciativa tem boa adesão.
“Neste período, cerca de 150 mil beneficiários acessaram o sistema, resultando em 35 mil bilhetes, ou 24% dos interessados. No site das companhias aéreas, este percentual fica entre 1% e 3%, ou seja, o número de reservas confirmadas no Voa Brasil tem um percentual muito superior”, pontua.
O aposentado do INSS interessado em participar do Voa Brasil deve acessar o programa pelo site www.gov.br/voabrasil e escolher data, origem e destino. Vale lembrar que passagens de até R$ 200 serão oferecidas a quem não tenha viajado de avião nos últimos 12 meses. Cada aposentado só pode adquirir até dois trechos por ano.
Para a segunda fase do Voa Brasil, o Ministério de Portos e Aeroportos, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), vai utilizar a base de dados do ProUni, Fies e Sisu para relacionar os estudantes que poderão participar do programa.
Lista: confira a lista das cidades contempladas pelo Voa Brasil nos últimos 8 meses (Fonte: MPOR)
Região | UF | Cidade | Destino | Origem |
---|---|---|---|---|
Centro-Oeste | DF | Brasília | 2.268 | 2.251 |
Centro-Oeste | GO | Goiânia | 242 | 250 |
Centro-Oeste | MS | Campo Grande | 100 | 94 |
Centro-Oeste | MT | Cuiabá / Várzea Grande | 68 | 74 |
Centro-Oeste | MT | Sinop | 16 | 12 |
Centro-Oeste | GO | Caldas Novas | 12 | 2 |
Centro-Oeste | MS | Bonito | 6 | 7 |
Centro-Oeste | MT | Rondonópolis | 2 | 2 |
Norte | PA | Belém | 447 | 432 |
Norte | AM | Manaus | 373 | 377 |
Norte | RO | Porto Velho | 85 | 89 |
Norte | TO | Palmas | 64 | 61 |
Norte | PA | Santarém | 42 | 35 |
Norte | AC | Rio Branco | 32 | 32 |
Norte | PA | Marabá | 29 | 31 |
Norte | AP | Macapá | 18 | 26 |
Norte | RR | Boa Vista | 17 | 20 |
Norte | PA | Parauapebas | 9 | 11 |
Norte | AM | Tabatinga | 6 | 2 |
Norte | AM | São Gabriel da Cachoeira | 5 | 1 |
Norte | PA | Altamira | 4 | 2 |
Norte | AC | Cruzeiro do Sul | 1 | |
Nordeste | PE | Recife | 2.745 | 2.650 |
Nordeste | CE | Fortaleza | 2.453 | 2.283 |
Nordeste | BA | Salvador | 2.024 | 2.020 |
Nordeste | PB | João Pessoa/Bayeux | 1.324 | 1.082 |
Nordeste | AL | Maceió/Rio Largo | 1.130 | 1.132 |
Nordeste | RN | Natal | 1.040 | 1.003 |
Nordeste | MA | São Luís | 708 | 719 |
Nordeste | SE | Aracaju | 647 | 611 |
Nordeste | CE | Juazeiro do Norte | 553 | 522 |
Nordeste | BA | Porto Seguro | 500 | 491 |
Nordeste | PI | Teresina | 404 | 342 |
Nordeste | PE | Petrolina | 289 | 257 |
Nordeste | BA | Ilhéus | 227 | 220 |
Nordeste | BA | Vitória da Conquista | 176 | 181 |
Nordeste | MA | Imperatriz | 88 | 76 |
Nordeste | CE | Cruz | 26 | 23 |
Nordeste | BA | Barreiras | 3 | 6 |
Nordeste | PE | Fernando de Noronha | 3 | 3 |
Nordeste | RN | Mossoró | 3 | 1 |
Nordeste | PB | Campina Grande | 2 | 7 |
Nordeste | BA | Guanambi | 1 | |
Sul | RS | Porto Alegre | 582 | 618 |
Sul | PR | Curitiba | 354 | 359 |
Sul | SC | Florianópolis | 297 | 328 |
Sul | PR | Foz do Iguaçu | 212 | 193 |
Sul | SC | Navegantes | 85 | 73 |
Sul | RS | Passo Fundo | 46 | 52 |
Sul | SC | Chapecó | 37 | 46 |
Sul | PR | Maringá | 37 | 35 |
Sul | PR | Cascavel | 30 | 24 |
Sul | RS | Caxias do Sul | 30 | 37 |
Sul | PR | Londrina | 27 | 22 |
Sul | SC | Joinville | 12 | 12 |
Sul | RS | Pelotas | 12 | 10 |
Sul | RS | Santa Maria | 3 | 3 |
Sul | PR | Pato Branco | 2 | 1 |
Sul | PR | Ponta Grossa | 2 | 2 |
Sul | SC | Jaguaruna | 1 | 4 |
Sul | PR | Umuarama | 1 | 1 |
Sul | RS | Santo Ângelo | 2 | |
Sul | PR | Guarapuava | 1 | |
Sudeste | SP | São Paulo | 10.261 | 10.569 |
Sudeste | RJ | Rio de Janeiro | 3.050 | 3.286 |
Sudeste | MG | Belo Horizonte/Confins | 997 | 1.044 |
Sudeste | SP | Campinas | 657 | 733 |
Sudeste | ES | Vitória | 373 | 404 |
Sudeste | MG | Montes Claros | 34 | 31 |
Sudeste | MG | Uberlândia | 29 | 35 |
Sudeste | SP | São José do Rio Preto | 22 | 22 |
Sudeste | SP | Ribeirão Preto | 14 | 14 |
Sudeste | SP | Presidente Prudente | 6 | 3 |
Sudeste | MG | Goianá | 3 | 2 |
Sudeste | MG | Uberaba | 3 | 1 |
Sudeste | SP | Araçatuba | 2 | 2 |
Sudeste | MG | Santana do Paraíso/Ipatinga | 2 | 4 |
Sudeste | SP | São José dos Campos | 2 | 2 |
Sudeste | SP | Bauru | 1 | |
Sudeste | MG | Governador Valadares | 1 | 2 |
Sudeste | MG | Teófilo Otoni | 1 | |
Sudeste | MG | Varginha | 1 |
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) revela que houve um aumento de 17 pontos percentuais entre as pessoas que consideram que a economia piorou nos últimos 12 meses. Em janeiro, a taxa era de 39%. Agora, atingiu 56% dos entrevistados. Para 16% houve melhora, enquanto 26% afirmaram que o cenário econômico não mudou.
Ainda de acordo com o levantamento, 53% das pessoas ouvidas consideram que está mais difícil conseguir emprego atualmente do que há um ano, marcando um salto de oito pontos percentuais em relação há três meses. A variação foi a mesma no sentido contrário, ou seja, em janeiro, 43% disseram que estava mais fácil conseguir um emprego, percentual que agora passou para 35%.
Além disso, houve piora em relação ao preço dos combustíveis. A pesquisa mostra que 70% responderam que o produto ficou mais caro nos postos no último mês, o que representa um aumento de 13 pontos percentuais frente a janeiro, quando 57% afirmaram que o preço havia subido.
Outro grupo que sofreu aumento foi o dos que viram os alimentos ficarem mais caros no último mês. O percentual chegou a 88%, na comparação com 83% na rodada anterior. Além disso, de maneira geral, 81% disseram que o poder de compra dos brasileiros é menor atualmente do que há um ano. Já 9% responderam que é maior, mesma taxa dos que avaliam que não houve mudança.
A pesquisa também avaliou a opinião dos brasileiros em relação à atual gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Nesse caso, 56% desaprovam a administração petista. Já 41% a consideram como positiva. O resultado revela que, além de ter registrado a quarta alta seguida, a desaprovação do governo Lula também ficou mais afastada do índice de aprovação. Em janeiro, 49% desaprovavam o atual governo, enquanto 47% o consideravam favorável.
A taxa de rejeição à gestão petista subiu 13 pontos percentuais desde julho de 2024, quando começou o ciclo de insatisfação popular com o governo Lula. A aprovação apresentou recuo no mesmo patamar.
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A escalada da insatisfação com a administração do atual presidente da República foi notada em todas as regiões do Brasil, sendo mais expressiva no Nordeste, onde normalmente o petista costuma ter mais apoio. Nessa região, a taxa dos que desaprovam o governo saltou de 37% para 46% em dois meses. Já a aprovação caiu de 59% para 52%. No Sudeste, por sua vez, 60% se dizem insatisfeitos, enquanto 37% aprovam a administração federal atual.
Ainda de acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados consideram a gestão de Lula pior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os que apontam o atual mandato como melhor que o de Bolsonaro representam 39% dos que responderam à pesquisa. Para 15% os dois são iguais e 3% não souberam responder.
O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) encerrou a última sessão acima dos 131 mil pontos. A cotação veio um dia antes do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No pregão, as ações com maiores altas foram da PDG Realty e da OI, com elevações de 25% e 21,92%, respectivamente.
Já as maiores quedas foram de ações da Estrela, com recuo de 34,21%; e da Bioma Educação, com baixa de 14,50%.
O volume total negociado na B3 foi de R$ 18,1 bilhões, entre 3,6 milhões de negócios.
Os dados podem ser consultados na B3.
O projeto que conta com medidas de resposta a barreiras comerciais impostas por outros países a produtos brasileiros deve ser votado pelo Plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana. A previsão foi anunciada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (REPUBLICANOS – PB). Segundo o parlamentar, o assunto exige uma ação com “desprendimento político, sem qualquer mesquinhez”.
A proposta foi aprovada nesta terça-feira (1°) pelo Senado Federal. Trata-se do projeto de lei 2.088/2023. Entre os objetivos da matéria está a criação de instrumentos para o Brasil se proteger de tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos. O tema veio à tona em meio à expectativa de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa implementar uma série de tarifas sobre produtos de outros países.
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Pelos termos do texto aprovado pelos senadores, as exigências estrangeiras de que produtos nacionais cumpram requisitos ambientais mais rígidos do que as proteções brasileiras, por exemplo, podem gerar imposição de taxas nas importações brasileiras de bens estrangeiros.
De maneira geral, o projeto busca evitar três medidas protecionistas de outros países, por meio de três contramedidas que poderão ser adotadas por parte do governo federal.Confira:
O projeto tem sido defendido por parlamentares ligados ao agronegócio brasileiro, como é o caso do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion (PP-PR). Segundo o congressista, a proposta é importante para garantir a defesa da soberania nacional e manter os interesses do Brasil. "Precisamos de uma lei, os grandes players mundiais do comércio têm uma lei para defender seus interesses e o Brasil não tem", disse.
A relatora do projeto no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), defendeu que o intuito não é punir e sim oferecer uma alternativa ao que acredita ser uma “paralisia do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio”, desde 2020. Para ela, este seria o modo mais adequado de evitar medidas de outros países para privilegiar a produção estrangeira, em relação a do Brasil.
Já o euro fechou em torno de R$ 6,12
O dólar fechou a última sessão com recuo de 0,39%, cotado a R$ 5,68. O resultado veio um dia antes do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Mesmo diante do receio de novas taxas, dados mais fracos sobre a economia americana contribuíram para valorização do real ao longo do pregão.
Além disso, na avaliação de analistas do mercado financeiro, a tendência do investidor estrangeiro de apostar contra o dólar fortalece outras divisas pelo mundo, inclusive a moeda brasileira.
Já o euro fechou em torno de R$ 6,12.
Os dados são da Companhia Morningstar.
Baixa ocorre às vésperas de tarifas de Trump
O dólar encerrou a última sessão em queda de quase 1%. A moeda é cotada a R$ 5,70 e o recuo foi de 0,94%.
Este foi o primeiro recuo da moeda norte-americana depois de avançar em três fechamentos seguidos. O fechamento em baixa veio às vésperas das tarifas globais do presidente dos estados Unidos, Donald Trump, que entram em vigor na quarta-feira, dia 2 de abril.
A sessão também foi marcada pela disputa pela formação da Ptax no fim de março. O indicador representa a taxa de câmbio, atua como referência para a liquidação de vários contratos cambiais durante o período e os operadores, em geral, preferem formar uma PTAX mais alta.
Já o euro caiu 1,06%, sendo cotado a R$ 6,16.
No acumulado mensal, com 6,08%, bolsa tem o melhor mês desde agosto
O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 130.260 pontos, com queda de 1,25%.
No acumulado mensal, com 6,08%, o índice registrou o melhor mês desde agosto do ano passado.
Os investidores seguem atentos às tarifas globais do presidente dos Estados Unudos, Donald Trump, que entram em vigor dia 2 de abril.
No cenário interno, analistas no Boletim Focus, do Banco Central, reduziram as projeções para o dólar pela terceira vez consecutiva.
Os papéis da Petrobras e da Vale caíram. A petrolífera recuou 0,72%, já Vale perdeu 1,49%.
Banco do Brasil também caiu, 0,15%.
Já Pão de Açúcar teve alta de 13,60%. CVC recuou 6,19%.