16/09/2026 04:00h

Divisa norte-americana avança 0,12% na véspera da decisão de juros do Federal Reserve; petróleo e diferencial de juros também influenciam o câmbio

O dólar fechou esta terça-feira (15) em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,15. O movimento ocorreu na véspera de uma importante decisão sobre os juros nos Estados Unidos.

O índice DXY, que mede a força da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis moedas de economias desenvolvidas, também registrava alta, de 0,15%. O movimento mostra que a valorização do dólar não ficou restrita ao mercado brasileiro.

Para analistas, a expectativa em torno da decisão do Federal Reserve contribuiu para o avanço da moeda. O mercado trabalha com a possibilidade de alta dos juros nos Estados Unidos enquanto, no Brasil, há expectativa de continuidade do ciclo de redução da Selic, o que influencia o diferencial entre as taxas das duas economias.

O petróleo também esteve entre os fatores observados pelos investidores. A commodity permanece em patamares elevados em meio às tensões no Oriente Médio, aumentando as preocupações com a inflação global. Nesta terça-feira, o Brent era negociado acima dos 100 dólares por barril.

O mercado brasileiro segue atento às decisões de política monetária desta semana. No exterior, o comportamento dos Treasuries e as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve têm influenciado o dólar e outros ativos financeiros.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1940 0,1686 0,1443 30,0989 0,1589 0,2701 0,2728
USD 5,1545 1 0,8666 0,7423 155,14 0,8190 1,3920 1,4025
EUR 5,9356 1,1539 1 0,8565 179,02 0,9451 1,6062 1,6185
GBP 6,9449 1,3472 1,1675 1 209,01 1,1034 1,8754 1,8896
JPY 3,32245 0,644559 0,55860 0,478435 1 0,5279 0,89725 0,90408
CHF 6,2928 1,2209 1,0596 0,9062 189,42 1 1,7012 1,7146
CAD 3,7029 0,7184 0,6228 0,5333 111,45 0,5883 1 1,0079
AUD 3,6652 0,7130 0,6179 0,5292 110,61 0,5839 0,9924 1

Os dados são da Investing.com.     
 

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15/09/2026 20:00h

Ações da Petrobras sobem mais de 2% e ajudam índice a fechar aos 186.502,64 pontos

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O Ibovespa fechou esta terça-feira (15) em alta, aos 186.502,64 pontos, em um pregão marcado pela valorização das empresas ligadas ao setor de petróleo.

Durante a sessão, o avanço do barril no mercado internacional impulsionou as ações da Petrobras, que têm peso relevante na composição do principal índice da Bolsa brasileira. Por volta das 12h10, os papéis preferenciais da companhia, PETR4, subiam 2,5%, enquanto os ordinários, PETR3, avançavam 3,1%.

Outras empresas do setor também operavam em alta no mesmo horário. As ações da Prio (PRIO3) subiam 0,7%, enquanto os papéis da Brava (BRAV3) avançavam 0,62%.

No exterior, o petróleo Brent avançava 1,75%, cotado a US$ 108,35 por barril. A valorização da commodity favoreceu as empresas do segmento e ajudou a sustentar o Ibovespa, mesmo com a pressão negativa de parte das demais companhias. A alta do petróleo também permaneceu entre os principais fatores acompanhados pelos investidores ao longo do pregão.

Além do movimento das commodities, o mercado brasileiro acompanhou nesta terça-feira as expectativas em torno das decisões de política monetária do Federal Reserve, nos Estados Unidos, e do Banco Central, no Brasil, previstas para esta quarta-feira (16).

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • FASA S.A. (FASA3) +32,00%

  • FASA S.A. (FASA3) +26,92%

Ações em queda no Ibovespa

  • Paranapanema S.A. (PMAM3) -37,10%
  • Paranapanema S.A. (PMAM3) -32,35%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 22.013.545.833, em meio a 3.367.350 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

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15/09/2026 17:29h

O dinheiro entrou em uma única parcela do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, sem acréscimo de valores de reserva, e integra as transferências federais destinadas à capital do país ao longo do mês.

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Brasília recebeu cerca de R$ 25,3 milhões no primeiro decêndio de setembro de 2026. O crédito foi efetivado em 10 de setembro, uma quinta-feira, conforme os dados oficiais de distribuição do fundo.

Acumulado do mês e do ano

Como este foi o primeiro repasse de setembro, o acumulado do mês coincide com o valor desta parcela e soma cerca de R$ 25,3 milhões. Já nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste crédito, o montante transferido chega a aproximadamente R$ 374 milhões.

No terceiro trimestre de 2026, até a data do repasse, os valores somam cerca de R$ 89,1 milhões, contra aproximadamente R$ 78,6 milhões no mesmo intervalo de dias do terceiro trimestre de 2025, uma variação de 13,41%.

Como o FPM é distribuído

Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. Os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — e este foi o primeiro do mês de setembro.

Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o dia útil anterior.

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14/09/2026 18:08h

Conferência da ApexBrasil e do GCV reunirá corporações, investidores, fundos e startups para discutir as tendências que estão transformando o setor

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Nos dias 15 e 16 de setembro, São Paulo recebe a 10ª edição do Corporate Venture in Brasil 2026, considerada a maior conferência de Capital de Risco Corporativo da América Latina e a segunda maior do mundo

Promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Global Corporate Venturing (GCV), o evento reunirá corporações, investidores, gestores de inovação, fundos e startups para discutir as principais tendências que estão transformando o setor. 

A programação contará com cerca de 100 palestrantes, workshops e uma delegação de pelo menos 35 investidores estrangeiros, provenientes de mercados como China, Estados Unidos, Singapura, Reino Unido, México e Japão. As inscrições estão abertas, com vagas limitadas

A conferência ocorre em meio à expansão global do Corporate Venture Capital (CVC), prática em que grandes empresas investem diretamente em startups e negócios inovadores

Diferentemente do venture capital tradicional, o CVC combina a busca por retorno financeiro com objetivos estratégicos das corporações. Os aportes podem ampliar o acesso a novas tecnologias, modelos de negócios e mercados, além de complementar ou transformar operações já existentes

Segundo o World of Corporate Venturing 2026, publicação do GCV, mais de 3 mil corporações investiram em startups em 2025, participando de 5.221 rodadas, número 30% superior ao registrado no ano anterior. As operações movimentaram US$ 233,8 bilhões, alta de 75% em relação a 2024. Atualmente, cerca de uma em cada cinco rodadas de investimento em startups no mundo conta com a participação de um investidor corporativo

No Brasil, o CVC também vem ganhando espaço como instrumento de inovação e crescimento. Levantamento da EloGroup, em parceria com ApexBrasil, Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e GCV, identificou a participação de corporações em 66 rodadas de investimento em startups brasileiras, que movimentaram US$ 700 milhões entre julho de 2024 e junho de 2025. Em 30 delas, o equivalente a 45% do total, os CVCs lideraram as captações, que movimentaram US$ 358 milhões

Para a gerente de Investimentos da ApexBrasil, Helena Brandão, o evento reforça o papel da Agência como fomentadora desse ecossistema no Brasil

“O Corporate Venture in Brasil já se tornou uma das maiores plataformas globais de Corporate Venture Capital, trazendo dezenas de investidores estrangeiros para se conectar com a economia brasileira. A agenda deste ano trará nomes de peso e conteúdos estratégicos para seguir apoiando o desenvolvimento dessa atividade no país, além de atrair mais capital para fundos e startups.”

Executivos e investidores discutem novas fronteiras tecnológicas

Entre os nomes confirmados na programação está Guilherme Horn, Head of WhatsApp for Strategic Markets, responsável por Brasil, Índia e Indonésia. A agenda também reúne executivos e investidores de organizações como Scania, Caterpillar, Vale Ventures, Natura, Boticário, Meituan, 3M, Banco do Brasil e Toronto Stock Exchange

Outro destaque da edição é Brandon Wang, vice-presidente do Corporate Strategy Group da Synopsys. Ele abordará as perspectivas para o desenvolvimento e a aplicação da Physical AI, ou Inteligência Artificial Física, tema que vem atraindo a atenção de investidores.

Dados do GCV mostram que 41% dos recursos movimentados em rodadas com participação de investidores corporativos em 2025 foram destinados a startups de IA, evidenciando o peso da tecnologia nas estratégias de inovação das grandes empresas. 

A programação do Corporate Venture in Brasil também abordará: 

  • tendências internacionais de CVC; 
  • parcerias estratégicas entre venture capital e corporate venture capital
  • diferentes modelos de corporate venturing
  • integração entre CVC e pesquisa e desenvolvimento (P&D)
  • métricas e indicadores para avaliar o desempenho de unidades de investimento corporativo
  • perspectivas dos fundadores sobre a relação com investidores corporativos. 

A agenda inclui ainda pitches de startups, mesas-redondas, workshops e reuniões individuais de negócios

A edição de 2026 terá também o Corporate Venture in Brasil Awards, premiação que reconhece destaques do setor em categorias como maior investimento, CVC mais ativo em número de negócios, CVC internacional mais ativo e maior anúncio de captação

Evento aproxima empresas brasileiras de investidores internacionais

Realizado pela primeira vez em 2015, o Corporate Venture in Brasil foi criado pela ApexBrasil e pelo Global Corporate Venturing com o objetivo de aproximar o ecossistema brasileiro de inovação de grandes investidores corporativos internacionais e estimular empresas brasileiras a desenvolver iniciativas de inovação aberta, desenvolvimento corporativo e investimentos em startups

O GCV mantém uma rede conectada a mais de 7 mil corporações em diferentes mercados

Ao longo de sua trajetória, o programa já reuniu mais de 4,5 mil participantes, promoveu mais de 1,3 mil reuniões e trouxe ao Brasil 164 CVCs internacionais, que investiram conjuntamente mais de US$ 800 milhões em fundos e startups nacionais

As inscrições para a 10ª edição do Corporate Venture in Brasil 2026 estão abertas, com vagas limitadas. Os interessados podem se inscrever neste link

VEJA MAIS:

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14/09/2026 17:37h

Moeda norte-americana encerra sessão cotada a R$ 5,14, enquanto investidores monitoram alta do petróleo e decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos

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O dólar encerrou a segunda-feira (14) em alta de 0,4%, cotado a R$ 5,14. A moeda norte-americana chegou a operar acima desse nível ao longo do pregão, mas perdeu força e terminou a sessão longe das máximas. O valor é o maior registrado pela divisa desde o dia 1º de setembro.

O movimento ocorreu em meio ao aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. A alta do petróleo, provocada pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos riscos de interrupção no fornecimento da commodity, aumentou a preocupação dos investidores com a inflação global. O petróleo Brent chegou a se aproximar dos 110 dólares por barril durante a sessão.

Para analistas, a semana de decisões sobre juros tende a ser intensa, com diferentes fatores influenciando o comportamento da moeda. Além da pressão provocada pelo petróleo, o mercado também acompanha o movimento das taxas dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos.

A chamada “Super Quarta”, marcada para 16 de setembro, concentra as decisões de juros do Federal Reserve, nos Estados Unidos, e do Banco Central, no Brasil. A perspectiva de mudanças nas taxas aumenta a cautela dos investidores e pode contribuir para a volatilidade do câmbio.

O cenário externo também tem pressionado os títulos do Tesouro norte-americano. Nesta segunda-feira, o rendimento do Treasury de dez anos chegou a 5,017%, maior nível desde outubro de 2023, em meio às preocupações com a inflação provocada pelo petróleo mais caro.

Das 31 moedas mais líquidas acompanhadas pelo mercado, apenas três registraram valorização frente ao dólar, sinalizando que a alta da moeda norte-americana foi amplamente disseminada no exterior.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1942 0,1684 0,1441 29,9847 0,1588 0,2700 0,2724
    USD 5,1488 1 0,8660 0,7408 154,38 0,8176 1,3904 1,4007
    EUR 5,9362 1,1547 1 0,8554 178,26 0,9441 1,6054 1,6175
    GBP 6,9501 1,3499 1,1690 1 208,39 1,1035 1,8767 1,8908
    JPY 3,33515 0,647731 0,56095 0,479881 1 0,5296 0,90060 0,90732
    CHF 6,2975 1,2232 1,0593 0,9062 188,83 1 1,7006 1,7133
    CAD 3,7031 0,7192 0,6229 0,5329 111,04 0,5881 1 1,0073
    AUD 3,6715 0,7140 0,6182 0,5288 110,22 0,5837 0,9926 1

Os dados são da Investing.com.     

 

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14/09/2026 17:34h

Bolsa brasileira recua em meio à alta do petróleo, tensão internacional e cautela antes das decisões do Copom e do Federal Reserve

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O Ibovespa fechou a segunda-feira (14) em queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira foi pressionado pelo cenário de maior aversão ao risco nos mercados internacionais, com investidores atentos à alta do petróleo e ao avanço dos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos.

A valorização do petróleo ocorre em meio à continuidade das tensões no Oriente Médio e às preocupações com possíveis impactos sobre o fornecimento global da commodity. O movimento aumenta a preocupação dos investidores com a inflação e pode dificultar o processo de flexibilização da política monetária em diferentes economias.

No cenário doméstico, a atenção também está voltada para a chamada “Super Quarta”, quando o Federal Reserve, nos Estados Unidos, e o Banco Central do Brasil anunciam suas decisões sobre as taxas de juros. A expectativa pelos comunicados das instituições contribuiu para uma postura mais cautelosa dos investidores.

Durante o pregão, o Ibovespa chegou a atingir a máxima de 187.320,96 pontos, mas também recuou até 183.813,36 pontos no pior momento. O volume financeiro movimentado na sessão foi de aproximadamente 24,5 bilhões de reais.

Entre as ações, os papéis de empresas ligadas ao petróleo foram beneficiados pela valorização da commodity, enquanto bancos e outras empresas mais sensíveis aos juros contribuíram para limitar o desempenho do índice. O mercado também segue monitorando o cenário político e fiscal brasileiro, que permanece entre os principais fatores de volatilidade para os ativos domésticos.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) +107,14%
  • Bombril S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (BOBR4F) +47,73%

Ações em queda no Ibovespa

  • Plascar Participacoes Industriais S.A. (PLAS3F) -24,57%
  • Plascar Participacoes Industriais S.A. (PLAS3F) -17,11%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.408.317.647, em meio a 3.656.797 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

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14/09/2026 00:03h

Empresas têm até o dia 30 para definir se farão parte do regime e formas de recolhimento do IBS e da CBS

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Empresas optantes ou que desejam ingressar no Simples Nacional têm até o dia 30 de setembro para se posicionar sobre o regime tributário de 2027. Um dos principais entraves para a tomada de decisão dos gestores e cumprimento do prazo, aberto em 1º de setembro, persiste: a ausência de uma alíquota definitiva para os novos tributos que incidem no enquadramento.

Em julho, o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) passou a trabalhar, para fins exclusivamente de projeção, com uma alíquota conjunta estimada de 27,91% — sendo 18,70% de IBS e 9,21% de CBS —, percentual que já supera a referência de 26,5% prevista em lei para a soma dos dois tributos.

A definição é cobrada há meses por entidades empresariais, como a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No período de testes deste ano foi definido 0,9% para a CBS e 0,1% do IBS, sem recolhimento efetivo para quem cumpre as obrigações acessórias. A partir de 2027, a CBS passa a ter cobrança efetiva, enquanto o IBS permanece inicialmente em 0,1%.

Contra o tempo

As companhias que ainda não são optantes pelo Simples Nacional e querem ingressar no regime em 2027 precisam formalizar a intenção em menos de 20 dias, com efeitos a partir de 1º de janeiro do ano seguinte. Até este ano, a decisão deveria ser tomada em janeiro do ano fiscal vigente, o que acaba reduzindo a margem de planejamento das empresas na transição para o novo sistema tributário. 

Já as que estão no regime não precisam fazer nova opção para continuar nele, mas têm até o fim do mês para decidir como vão recolher os dois novos tributos da Reforma Tributária: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Os gestores podem escolher entre o modelo "puro", em que os dois tributos seguem na guia única do Simples, ou o "híbrido", em que são recolhidos separadamente, pelo regime regular.

Paralelamente, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar 108/2021, que atualiza os limites de faturamento do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). Atualmente, o teto anual é de R$ 81 mil para o MEI, R$ 360 mil para microempresas e R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte — valores que, segundo entidades do setor, estão defasados há mais de 8 anos em relação à inflação e ao aumento de custos.

O texto em discussão prevê elevar o limite do MEI para R$ 110 mil em 2026 e R$ 140 mil a partir de 2027. A CACB pressiona para que a atualização também alcance as demais faixas, com correção de cerca de 83% nos valores — o que levaria o teto das microempresas a aproximadamente R$ 869,4 mil e o das pequenas empresas a R$ 8,69 milhões. 

O principal impasse está no impacto fiscal da medida. Enquanto o reajuste para os microempreendedores individuais custaria R$ 8,1 bilhões até 2029, o Ministério da Fazenda estima que todo o pacote pode causar rombo de R$ 50 bilhões nas contas públicas.

Sem consenso entre Congresso e governo, a expectativa é de que a votação do PLP 108/2021 só avance depois das eleições de outubro — o que deixa o prazo de opção deste mês sem qualquer perspectiva de mudança tanto nos limites de faturamento quanto na alíquota definitiva do IBS e da CBS.

A CACB alerta que essa dupla indefinição — de limites e de alíquota — pode levar empresas a migrarem de regime tributário ou até a fechar as portas, num cenário em que o aumento nominal do faturamento, puxado pela própria inflação, nem sempre reflete crescimento real do negócio, mas pode ser suficiente para tirar a empresa do Simples Nacional.

IBS e CBS

O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — novos tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo — compõem o Imposto sobre Valor Agregado (IVA-Dual). Eles já estão sendo recolhidos desde  1º de janeiro de 2026, mas ainda em período e alíquotas testes.

O IBS substitui dois tributos antigos: 

  • o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual, 
  • e o Imposto sobre Serviços (ISS), de âmbito municipal. 

A CBS substitui os seguintes impostos federais:

  • a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS), e;
  • a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Um dos últimos passos que faltam é em relação ao Imposto Seletivo (IS), que vai incidir sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A regulamentação está definida na Lei Complementar 214/25, mas as alíquotas, no entanto, dependem do envio de uma proposta pelo governo e aprovação pelo Congresso.

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13/09/2026 00:03h

Com apoio da ApexBrasil, 20 empresas brasileiras participam da SMM 2026 em busca de investidores, fornecedores de tecnologia e parceiros para o novo ciclo do setor

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A indústria naval brasileira busca ampliar sua participação em um ciclo de investimentos que pode movimentar US$ 120 bilhões em exploração e produção de petróleo e gás entre 2026 e 2030. No mesmo período, a Petrobras prevê US$ 9,7 bilhões para a construção naval.

Para disputar parte desse mercado, uma delegação com mais de 30 representantes de 20 empresas brasileiras participou, em Hamburgo, na Alemanha, da SMM 2026, uma das principais feiras internacionais do setor marítimo.

A missão faz parte do Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore, iniciativa da Associação Brasileira das Empresas da Economia do Mar (ABEEMAR), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL). O objetivo é aproximar empresas brasileiras de investidores, fornecedores de tecnologia e potenciais parceiros internacionais.

Durante a feira, a delegação teve acesso a uma programação voltada à geração de negócios. O grupo contou com um estande brasileiro, que serviu para apresentar as empresas e projetos do setor, além de participar de reuniões com companhias internacionais, visitas técnicas e encontros com investidores e possíveis parceiros.

Para o presidente executivo da ABEEMAR, João Azeredo, a participação brasileira na SMM busca transformar a retomada da indústria em contatos comerciais e investimentos.

“Queremos apresentar a nova realidade da indústria naval e offshore brasileira e colocar nossas empresas frente a frente com quem pode investir, fornecer tecnologia, estabelecer uma joint venture ou desenvolver negócios no Brasil”, destaca

Indústria naval busca novos parceiros no exterior

A participação brasileira ocorreu em meio à retomada das encomendas e à ampliação da demanda relacionada à construção naval e às atividades offshore no país. O intuito foi apresentar esse mercado a empresas estrangeiras interessadas em estabelecer parcerias comerciais e tecnológicas, criar joint ventures, realizar investimentos produtivos ou iniciar operações no Brasil.

O estande brasileiro na SMM foi utilizado como ponto de encontro da delegação e para a apresentação das empresas participantes. A relação completa das companhias que integraram a missão e estiveram no espaço brasileiro está disponível neste link.

VEJA MAIS:

A programação incluiu ainda visitas a empresas e instalações do setor, além de reuniões previamente organizadas. A ideia foi aproximar os representantes brasileiros de tecnologias, modelos industriais e possíveis parceiros no mercado europeu e em outros mercados internacionais.

Missão dá sequência ao projeto

A ida à Alemanha é a segunda grande ação do Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore. O projeto foi apresentado durante a Navalshore 2026, realizada no Rio de Janeiro, quando foram promovidas 37 reuniões B2B entre empresas brasileiras e 15 companhias estrangeiras de sete países.

Na ocasião, os participantes indicaram uma expectativa de mais de US$ 18 milhões em negócios e investimentos nos 12 meses seguintes.

Agora, a estratégia foi levar as empresas brasileiras diretamente aos mercados internacionais. Na Navalshore, o projeto buscou trazer representantes estrangeiros para conhecer o mercado nacional. Na SMM, a proposta foi apresentar a indústria brasileira em um dos principais eventos mundiais do setor marítimo.

“A lógica é criar continuidade. Começamos conectando empresas internacionais ao Brasil durante a Navalshore e agora vamos ao encontro do mercado global na SMM. Queremos que cada ação gere relacionamentos que continuem sendo trabalhados depois do evento”, pontua Azeredo.

O Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore prevê ainda missões empresariais, participação em eventos internacionais, reuniões B2B, matchmaking, visitas técnicas e ações de promoção e inteligência de mercado.

Sobre o Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore

O Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore é voltado à promoção internacional da indústria naval e offshore brasileira e à atração de investimentos, tecnologias e parcerias. O projeto busca aproximar estaleiros, fornecedores e empresas brasileiras de investidores e parceiros internacionais, por meio de ações realizadas no Brasil e no exterior.
 

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13/09/2026 00:01h

Levantamento mostra que 21,6 milhões de domicílios são chefiados por pessoas com 60 anos ou mais, que também registram perda real de 4% nos rendimentos na última década

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Os brasileiros com 60 anos ou mais têm papel cada vez maior na gestão dos lares. Com renda média mensal de R$ 3.865,00, a mais alta do país, essa parcela da população chefia cerca de 21,6 milhões de domicílios. O número representa 32% dos lares brasileiros. Os dados são do levantamento “Geração 60+: Moradia e Arranjos Familiares”, feito pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados.

O estudo identificou que o papel dos 60+ no orçamento familiar vem, em muitos casos, acompanhado de sobrecarga familiar. Além disso, há informalidade entre aqueles que trabalham.

Apesar da maior renda, o grupo não ganhou mais nos últimos anos. O levantamento aponta que entre 2016 e 2025, o rendimento médio da população 60+ caiu 4% em termos reais. Em contrapartida, no mesmo período, a renda média da população geral cresceu 13%. Ainda assim, com R$ 3.865,00 por mês, a Geração 60+ segue com a maior renda média entre as faixas etárias analisadas. 

Chefia ou gestão compartilhada dos domicílios

Segundo a Nexus, as pessoas com 60 anos ou mais são responsáveis pela chefia ou gestão compartilhada do orçamento doméstico em 87% dos lares em que vivem.

O levantamento mostra, ainda, o papel da Geração 60+ na organização financeira das famílias. No estudo, o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, destacou que a participação desse grupo na manutenção dos lares vai além dos benefícios, previdenciários ou não.

“A Geração 60+ contribui diretamente para a manutenção da casa. A dimensão econômica desse grupo dentro dos lares vai além da condição de beneficiário de aposentadorias ou outros rendimentos”, observou Tokarski. 

Mercado de trabalho e informalidade

De acordo com a Nexus, 8,5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais estão no mercado de trabalho. O número representa 24,4%. Do total, mais da metade é empreendedora (50,6%) – equivalente a 4,3 milhões de pessoas.

O relatório evidencia que a maior parte das atividades acontece sem formalização. Considerando trabalhadores por conta própria e empregadores, 72% dos empreendedores 60+ atuavam sem CNPJ em 2025, totalizando 3,1 milhões de pessoas. 

Número de pessoas 60+ morando sozinhas cresce

Em uma década, a quantidade de pessoas com 60 anos ou mais vivendo sozinhas cresceu 75%. O movimento é liderado pelas mulheres, que representam 62% do total.

Os dados identificaram que a maior parcela dos chefes de domicílio da Geração 60+ não mora sozinha. Apenas 32% das pessoas dessa faixa etária que chefiam seus domicílios vivem por conta própria, já nos outros 68%, há duas ou mais pessoas morando na mesma residência.

No recorte regional, o maior número de 60+ que moram sozinhas está concentrado nas regiões Sudeste e Nordeste, 4,7 milhões de pessoas – o equivalente a 72,6% do grupo. 

As mulheres são maioria em praticamente todas as regiões e chegam a representar 67% das pessoas 60+ que vivem sozinhas no Sul. A única exceção é a Região Norte, onde há equilíbrio entre homens e mulheres: cada grupo representa 50% das pessoas 60+ que moram sozinhas. 

Entre as unidades da Federação, as mulheres são maioria em 23 das 27 UFs. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram, juntos, 45% desse contingente – o que representa 2,89 milhões de pessoas. 

Metodologia

O levantamento foi baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A análise da Nexus considerou dados de 2015 a 2025 sobre renda, composição e chefia dos domicílios, arranjos de moradia e participação da população com 60 anos ou mais no mercado de trabalho. 
 

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11/09/2026 20:00h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94

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O dólar comercial fechou o pregão desta sexta-feira (11) em alta, cotado a R$ 5,12. Mais cedo, por volta das 10h05, a moeda norte-americana cedia 0,55%, negociada a R$ 5,07 no mercado à vista, em movimento de ajuste puxado pelo alívio momentâneo dos investidores globais. 

O indicador veio em linha com o consenso ao subir 0,4% no mês e acumular 3,4% em 12 meses, o que afastou temores imediatos de uma disparada nos preços.

Apesar do alívio momentâneo no câmbio, especialistas alertam para a persistência do aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed). Na avaliação de especialistas, a leitura de agosto mantém abertas as portas para uma nova alta de juros já na próxima semana.

A visão é reforçada por André Valério, economista do Inter, com foco no núcleo da inflação. Segundo o analista, a métrica segue “acima do patamar confortável para o Fed”, o que amplia “consideravelmente” as chances de uma elevação em setembro e limita o espaço para quedas mais expressivas do dólar frente ao real.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,10 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código 🇧🇷 BRL 🇺🇸 USD 🇪🇺 EUR 🇬🇧 GBP 🇯🇵 JPY 🇨🇭 CHF 🇨🇦 CAD 🇦🇺 AUD
🇧🇷 BRL 1 0,1952 0,1684 0,1444 29,9992 0,1594 0,2707 0,2723
🇺🇸 USD 5,1238 1 0,8624 0,7394 153,71 0,8168 1,3872 1,3947
🇪🇺 EUR 5,9373 1,1594 1 0,8573 178,22 0,9470 1,6084 1,6172
🇬🇧 GBP 6,9291 1,3524 1,1664 1 207,88 1,1046 1,8760 1,8863
🇯🇵 JPY 3,33339 0,650575 0,56109 0,481058 1 0,5313 0,90251 0,90740
🇨🇭 CHF 6,2737 1,2244 1,0561 0,9054 188,21 1 1,6987 1,7079
🇨🇦 CAD 3,6936 0,7209 0,6215 0,5330 110,81 0,5888 1 1,0052
🇦🇺 AUD 3,6719 0,7170 0,6184 0,5301 110,21 0,5856 0,9946 1

 

Os dados são da Investing.com.     
 

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