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Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quarta-feira (4) em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,45. A moeda norte-americana perdeu força no mercado internacional após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.
O resultado eleitoral provocou uma reação positiva entre investidores e contribuiu para a valorização de outras moedas frente ao dólar. O índice que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de divisas também registrou queda.
No mercado brasileiro, os investidores acompanharam a movimentação do câmbio e aguardaram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic.
A expectativa em torno da política monetária e as preocupações com o cenário fiscal brasileiro continuaram entre os fatores observados pelo mercado.
Com o resultado, o dólar interrompeu o movimento de alta registrado nas sessões anteriores e encerrou o dia abaixo de R$ 5,46.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,12.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1830 | 0,1631 | 0,1360 | 28,9900 | 0,1495 | 0,2556 | 0,2614 |
| USD | 5,4595 | 1 | 0,8906 | 0,7423 | 158,43 | 0,8170 | 1,3971 | 1,4272 |
| EUR | 6,1290 | 1,1229 | 1 | 0,8336 | 177,90 | 0,9174 | 1,5688 | 1,6026 |
| GBP | 7,3545 | 1,3472 | 1,1997 | 1 | 213,42 | 1,1006 | 1,8821 | 1,9227 |
| JPY | 3,44932 | 0,631134 | 0,56207 | 0,468516 | 1 | 0,5156 | 0,88176 | 0,90078 |
| CHF | 6,6897 | 1,2240 | 1,0900 | 0,9086 | 193,92 | 1 | 1,7100 | 1,7468 |
| CAD | 3,9120 | 0,7157 | 0,6375 | 0,5313 | 113,40 | 0,5849 | 1 | 1,0215 |
| AUD | 3,8253 | 0,7007 | 0,6240 | 0,5201 | 111,01 | 0,5725 | 0,9789 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoBolsa brasileira encerra o dia aos 167.563,47 pontos
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou esta quarta-feira (4) em alta de 6,09 pontos, aos 167.563,47 pontos. Com a variação próxima de zero por cento, o índice interrompeu uma sequência de seis sessões consecutivas de queda.O movimento foi impulsionado pelo cenário internacional mais favorável após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.
Os investidores também acompanharam os resultados corporativos, com destaque para o desempenho do Itaú, além da expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic.
Entre os destaques do pregão, as ações de grandes bancos e da Vale contribuíram para a recuperação do índice. Por outro lado, os papéis da Petrobras recuaram, pressionados pela forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,45. A moeda norte-americana perdeu força no exterior após o resultado das eleições nos Estados Unidos, enquanto investidores brasileiros aguardavam a decisão do Banco Central sobre os juros.
O cenário externo mais positivo ajudou a melhorar o desempenho dos ativos brasileiros, embora as incertezas fiscais e a expectativa pela decisão do Copom continuassem no radar do mercado.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 44.632.570.113, em meio a 5.916.217 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioAs condições financeiras das pequenas indústrias atingiram o pior nível em cinco anos. Segundo o Panorama da Pequena Indústria (PPI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice que mede a situação financeira dos pequenos negócios recuou 0,9 ponto no terceiro trimestre de 2026, na comparação com o trimestre anterior, e chegou a 38,5 pontos.
O indicador varia de 0 a 100 pontos e considera a satisfação dos empresários com a margem de lucro operacional e a condição financeira das empresas, além da facilidade de acesso ao crédito. Quanto maior a pontuação, melhor a situação financeira dos negócios.
A comparação com outros períodos também evidencia o cenário de dificuldade. Em relação ao terceiro trimestre de 2025, o índice caiu 2,5 pontos e ficou 0,3 ponto abaixo da média histórica.
Para a analista de Políticas e Indústria da CNI, Julia Dias, as elevadas taxas de juros contribuem para a piora das condições financeiras das pequenas empresas.
“O ambiente de crédito ainda é muito restritivo, principalmente por causa da elevada taxa de juros. As pequenas indústrias sofrem ainda mais para conseguir crédito e, mesmo quando acessam, não conseguem o valor que necessitam”, afirma.
O desempenho das pequenas indústrias também piorou no terceiro trimestre. O índice que mede a atividade do segmento caiu 0,9 ponto em relação ao trimestre anterior e atingiu 44,3 pontos. Na comparação com o mesmo período de 2025, o indicador recuou 2 pontos. Já em relação à média histórica, permaneceu 0,1 ponto acima.
O índice é calculado com base em três variáveis:
A escala também vai de 0 a 100 pontos. Quanto maior a pontuação, melhor o desempenho das pequenas empresas do setor no período.
A elevada carga tributária permanece no topo do ranking dos principais problemas enfrentados pelas pequenas indústrias de transformação e da construção. Além de continuar na primeira posição, o desafio ganhou importância em relação ao segundo trimestre. Na indústria de transformação, o percentual de assinalações subiu de 37,3% para 41%. Na construção, passou de 42,9% para 43,6%.
“Imaginamos que isso seja por conta desse período de transição da Reforma Tributária, porque as empresas que estão enquadradas no Simples Nacional têm que fazer uma escolha em 2026: se elas continuam integralmente no regime do simples ou se vão migrar para o regime híbrido. Então isso ainda causa alguma preocupação por parte das pequenas indústrias”, analisa Julia Dias.
O movimento acompanha a tendência observada na Sondagem Industrial, que abrange empresas de todos os portes. Nesse levantamento, a carga tributária também ganhou importância entre os principais problemas enfrentados pelo setor: o percentual de assinalações subiu de 33,3% para 37,2% no período.
A demanda interna insuficiente também ganhou espaço entre as preocupações dos industriais de pequeno porte. Na indústria de transformação, o problema saltou da sexta para a segunda posição do ranking, com aumento de 22,9% para 26,6% das assinalações.
Em sentido contrário, a falta ou o alto custo da matéria-prima perdeu importância e passou da segunda para a terceira colocação, com recuo de 34,6% para 26,2%.
Entre as pequenas indústrias da construção, as altas taxas de juros permaneceram na segunda posição do ranking. O problema foi apontado por 39,3% dos empresários do segmento, ante 37,8% no trimestre anterior. Na sequência, aparece a falta ou o alto custo da mão de obra não qualificada, com 29,1% das assinalações.
Principais problemas enfrentados pela pequena indústria
| Transformação | 3º tri | 2º tri | Construção | 3º tri | 2º tri |
|---|---|---|---|---|---|
| Elevada carga tributária | 41,0% | 37,3% | Elevada carga tributária | 43,6% | 42,9% |
| Demanda interna insuficiente | 26,6% | 22,9% | Taxa de juros elevada | 39,3% | 37,8% |
| Falta ou alto custo da matéria-prima | 26,2% | 34,6% | Falta ou alto custo da mão de obra não qualificada | 29,1% | 31,1% |
| Taxa de juros elevada | 25,4% | 27,1% | Falta ou alto custo de trabalhador qualificado | 27,4% | 26,1% |
| Falta ou alto custo de trabalhador qualificado | 23,7% | 24,6% | Insegurança jurídica | 19,7% | 11,8% |
| Competição desleal (informalidade, contrabando, etc.) | 20,0% | 24,0% | Demanda interna insuficiente | 15,4% | 10,9% |
| Inadimplência dos clientes | 17,0% | 16,2% | Burocracia excessiva | 13,7% | 20,2% |
| Falta ou alto custo de energia | 14,1% | 10,5% | Condições climáticas | 12,0% | 2,5% |
| Competição com importados | 12,9% | 11,1% | Falta de capital de giro | 11,1% | 12,6% |
| Falta de capital de giro | 12,5% | 12,3% | Nenhum | 9,4% | 7,6% |
Os empresários das pequenas indústrias completaram 23 meses sem confiança, segundo o levantamento. Embora o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) tenha avançado em outubro, de 44,4 para 46,8 pontos, o indicador permanece abaixo dos 50 pontos, linha que separa confiança de falta de confiança. A última vez que o índice superou esse patamar foi em novembro de 2024.
“Esse pessimismo é persistente, porque segue há 23 meses, mas também é intenso, porque esse patamar está 5,2 pontos abaixo da média histórica”, aponta Dias.
A falta de confiança também se reflete nas perspectivas para os próximos meses. O índice que mede as expectativas dos empresários das pequenas indústrias registrou 46,6 pontos no terceiro trimestre, em uma escala de 0 a 100.
O indicador chegou a 45,9 pontos em setembro, refletindo uma avaliação mais negativa naquele mês. Desde setembro de 2025, as expectativas dos empresários oscilam em torno de 47 pontos, sem apresentar uma recuperação consistente.
O índice considera três componentes: intenção de investimento nos próximos seis meses, expectativas em relação à demanda (ou ao nível de atividade, no caso da construção) e perspectivas para o número de empregados no mesmo período.
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Baixar áudioA complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) destinada aos municípios deve passar de R$ 58,4 bilhões em 2026 para R$ 74,6 bilhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027.
Embora represente um crescimento de 27,6%, um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que o índice exige cautela, já que o aumento é reflexo de uma mudança na classificação orçamentária das verbas entre estados e municípios.
De acordo com a CNM, cerca de R$ 11,5 bilhões da dotação de 2026 foram registrados como transferências aos estados e ao Distrito Federal. Já na proposta de 2027, toda a complementação foi classificada na modalidade de transferências aos municípios. Essa alteração técnica impacta diretamente o crescimento de R$ 16,2 bilhões registrado na tabela orçamentária para a ação referente à complementação da União.
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O estudo reforça que o avanço não decorre de uma nova etapa de aumento na participação da União. O piso constitucional de 23% de complementação, estabelecido pela Emenda Constitucional 108/2020, atinge seu teto em 2026 e se mantém a partir daí. Portanto, a alta nominal na rubrica municipal não deve ser interpretada integralmente como "dinheiro novo" no caixa das prefeituras.
O levantamento da CNM utiliza valores correntes (sem desconto da inflação) e compara a dotação atualizada de 2026 com os números iniciais da proposta de 2027. O documento não traz recortes detalhados por município ou por rede de ensino.
A tramitação do PLOA 2027 pode ser acompanhada diretamente no portal do Congresso Nacional.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou a sessão desta terça-feira (3) em alta de 0,79%, cotado a R$ 5,50. Os investidores estão atentos às eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e aos desdobramentos das tensões no Oriente Médio. A disputa pelo controle do Congresso norte-americano pode influenciar a condução da política econômica do governo Donald Trump e aumentar a incerteza nos mercados, especialmente em setores como tecnologia e inteligência artificial.
Segundo análise publicada pelo Bora Investir, da B3, a possibilidade de mudança na composição do Congresso está entre os fatores acompanhados pelos investidores, diante dos possíveis impactos sobre os gastos públicos, a política fiscal e a regulamentação de setores estratégicos. As pesquisas indicam vantagem dos democratas na disputa pela Câmara dos Representantes, enquanto a corrida pelo Senado permanece indefinida.
O cenário também é acompanhado pelo mercado internacional. De acordo com o Investing.com, uma eventual vitória democrata pode ampliar a fiscalização sobre empresas de tecnologia e aumentar o escrutínio sobre a expansão dos centros de processamento de dados voltados à inteligência artificial. A publicação destaca ainda que os investidores esperam alguma volatilidade após a divulgação dos resultados, embora o mercado de opções não indique uma expectativa de grandes oscilações no índice S&P 500.
No campo geopolítico, os relatos de uma nova ação militar norte-americana contra a ilha iraniana de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz, também permanecem no radar dos investidores.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,84 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,15.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1815 | 0,1627 | 0,1357 | 28,8164 | 0,1490 | 0,2543 | 0,2615 |
| USD | 5,4930 | 1 | 0,8935 | 0,7454 | 158,73 | 0,8210 | 1,4008 | 1,4357 |
| EUR | 6,1474 | 1,1192 | 1 | 0,8342 | 177,66 | 0,9188 | 1,5677 | 1,6069 |
| GBP | 7,3664 | 1,3417 | 1,1988 | 1 | 212,96 | 1,1014 | 1,8792 | 1,9261 |
| JPY | 3,47033 | 0,629981 | 0,56289 | 0,469583 | 1 | 0,5172 | 0,88244 | 0,90445 |
| CHF | 6,7103 | 1,2182 | 1,0884 | 0,9079 | 193,35 | 1 | 1,7062 | 1,7489 |
| CAD | 3,9326 | 0,7139 | 0,6379 | 0,5321 | 113,33 | 0,5861 | 1 | 1,0250 |
| AUD | 3,8252 | 0,6965 | 0,6224 | 0,5192 | 110,56 | 0,5718 | 0,9757 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 39.039.452.572, em meio a 6.263.599 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta terça-feira (3) em queda de 1,48%, aos 165.436,31 pontos.
O Ibovespa iniciou o dia com os investidores atentos à agenda econômica brasileira e ao fluxo de capital estrangeiro na Bolsa. De acordo com o Bora Investir, da B3, o destaque doméstico é o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que anuncia nesta quarta-feira (4) a decisão sobre a taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano. A agenda também inclui a divulgação do Boletim Focus, com as projeções do mercado para inflação, juros, câmbio e atividade econômica.
No cenário político, a movimentação dos investidores estrangeiros também chama a atenção. Levantamento divulgado pelo Investing.com, com base em dados do Instituto de Finanças Internacionais (IIF), aponta que estrangeiros retiraram US$ 2,4 bilhões líquidos de ações brasileiras na segunda metade de outubro, após uma entrada de US$ 4,2 bilhões na primeira quinzena. Desse total, US$ 1,4 bilhão deixou o mercado nos quatro pregões seguintes à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), em 25 de outubro.
Mesmo com a saída de recursos, o saldo de investimentos estrangeiros em ações brasileiras permaneceu positivo em aproximadamente US$ 1,8 bilhão até 29 de outubro. Para novembro, o IIF espera a continuidade das vendas líquidas por investidores internacionais, enquanto o mercado aguarda a definição da nova equipe econômica do governo.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.039.452.572, em meio a 6.263.599 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para o mês de novembro.
Ao todo, a embarcação vai atender três localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma e anote a data em que a CAIXA vai estar mais perto de você.
Os atendimentos vão começar por Jutaí. No município, os serviços serão disponibilizados para a população do dia 9 ao dia 13 de novembro.
Em seguida, a embarcação estará em Santo Antônio do Içá, onde os atendimentos serão realizados entre os dias 16 e 19.
Já entre os dias 30 de novembro e 4 de dezembro, será a vez dos moradores de Barcelos terem acesso aos serviços CAIXA.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! Em novembro, a região também vai receber os serviços pelo PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.
As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Não há movimentação de dinheiro em espécie.
Os atendimentos com a Agência-Barco Ilha do Marajó começam por Gurupá. A embarcação fica no município do dia 3 ao dia 6.
Já entre os dias 9 e 10 de novembro, os serviços serão oferecidos à população de Bagre.
No dia 11, os serviços CAIXA começam a ser oferecidos aos moradores de Curralinho, que terão atendimento até o dia 13.
Os serviços no PrevBarco, por sua vez, começam em Melgaço, do dia 18 ao dia 20. Depois, a embarcação estará em Bagre, no dia 23, onde permanecerá até o dia 27.
A Agência-Barco Ilha do Marajó estará em Limoeiro do Ajuru, do dia 23 ao dia 24.
No dia 25, é a vez da população de São Sebastião da Boa Vista receber os serviços da CAIXA.
Entre os dias 26 e 27, a embarcação estará em Oeiras do Pará. Os moradores do município também serão atendidos pelo PrevBarco, mas do dia 30 de novembro ao dia 4 de dezembro.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioTem apostador que se apega a quase tudo na hora de fazer uma “fezinha”. Desde o aniversário do filho, passando pelo número da conta bancária, até mesmo placas de sinalização. Sonho então, nem se fala.É o número certo que vai levá-lo ao prêmio milionário.
A partir desta terça-feira, dia três de novembro, começam as vendas da Mega da Virada 2026 Será o maior prêmio da história da modalidade. O valor estimado para quem acertar as seis dezenas deve superar um bilhão de reais.
As apostas podem ser feitas nas mais de 13 mil lotéricas espalhadas pelo brasil, pelo site ou pelo app loterias caixa. Para quem tem conta na caixa, também é possível fazer o jogo pelo internet banking.
O sorteio será realizado no dia primeiro de janeiro e o prêmio principal da mega da virada não acumula.
Para outras informações, clique aqui.
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Baixar áudioOuro Preto, no interior de Minas Gerais, contabilizou cerca de R$ 1,8 milhão no terceiro decêndio de outubro de 2026, o último repasse do fundo no mês. O recurso entra no caixa municipal sem destinação pré-definida pela União e pode ser aplicado conforme as prioridades definidas pela administração local, respeitados os percentuais mínimos constitucionais de saúde e educação.
Na distribuição do FPM em Minas Gerais, Ouro Preto aparece na 50ª posição entre os 853 municípios do estado. O ordenamento considera o valor transferido a cada cidade no decêndio, resultado direto dos coeficientes aplicados pelo fundo.
Somados os três repasses de outubro, o município recebeu aproximadamente R$ 4,7 milhões. Já no intervalo dos últimos doze meses, encerrado na data deste crédito, o total transferido pelo fundo a Ouro Preto ficou perto de R$ 78,5 milhões.
Entre 1º de janeiro e 30 de outubro de 2026, o acumulado do ano alcançou cerca de R$ 63,2 milhões, ante aproximadamente R$ 57,6 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 9,58%.
O FPM é formado por parte da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os valores são divididos entre os municípios segundo coeficientes calculados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população de cada cidade. Os créditos ocorrem em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o terceiro e último de outubro.
Quando a data do repasse cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, prática adotada pelo Tesouro Nacional para todos os entes beneficiados.
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