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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Indústria

12/06/2021 06:00h

Setor industrial foi um dos que mais contribuiu para esse resultado positivo

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No mês de maio deste ano, o consumo de Gás Natural em Santa Catarina registrou crescimento no mercado industrial, veicular e urbano. Estes sucessivos recordes vão de encontro ao crescimento da economia catarinense em 2021.

Nova Lei do Gás facilita distribuição e impacta em preços

O que preocupa a indústria de mineração no Brasil?

As indústrias, por exemplo, tiveram um recorde histórico, com crescimento 4,54% maior do que em abril, mês que já havia registrado recorde de consumo. Além disso, as 16 mil residências catarinenses que utilizam gás natural consumiram 30% a mais que no mês anterior e o setor comercial 5,63% comparando com abril.

Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável (SDE), o PIB catarinense cresceu 2,9% no acumulado dos 12 meses frente ao mesmo período do ano anterior. O setor industrial foi um dos que mais contribui para esse resultado positivo.

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Economia
10/06/2021 18:55h

Bahia registra a maior queda entre março e abril. Amazonas, por outro lado, tem alta

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A produção industrial regional recuou em nove dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) entre março e abril. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
 
A principal explicação para o resultado é o baixo desempenho do setor de derivados de petróleo. A queda na produção local segue tendência nacional. Na última semana, o IBGE divulgou que a produção nacional caiu 1,3% em abril. Bahia registrou a maior queda, com recuo de 12,4%. No acumulado do ano, o estado registra perdas de quase 32%.

Com sétima alta consecutiva, projeção do PIB brasileiro para 2021 chega a 4,36%

Exportação de carne bovina brasileira cai 2,9%
 
No recorte por região, o Nordeste teve a maior queda, de 7,8% no mês, resultado influenciado pela indústria de couro, artigos de viagens e calçados. Por outro lado, o Amazonas liderou os estados que registraram alta na produção industrial local: alta de 1,9% no período. 
 
Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com ganho de 1,5%. As indústrias do Espírito Santo (0,9%), Pará (0,3%), Rio Grande do Sul (0,3%) e Paraná (0,2%) também obtiveram índices positivos na passagem de março a abril. 

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09/06/2021 10:00h

Durante o encontro, foram apresentados dados que mostram a preocupação das empresas do setor com o uso sustentável da água

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Elaborar o Plano Nacional de Recursos Hídricos para os anos de 2022 a 2040. Esse é o objetivo do Governo Federal ao realizar oficinas com entidades de diversos segmentos. Nesta terça-feira, 8 de junho, foi a vez dos setores de indústria e mineração.

Durante o encontro, foram apresentados dados que mostram a preocupação das empresas do setor com o uso sustentável da água. Quem conta é Wilson Melo, diretor do de Revitalização de Bacias Hidrográficas do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

"O dado apresentado coloca que o setor de mineração consegue reaproveitar, por recirculação da água nos seus processos produtivos, até 95 por cento da água. Mostrando aí a eficiência no uso da água".

A importância da oferta de água em quantidade e qualidade para garantir o crescimento do País também foi abordado no evento, como conta Wilson Melo.

"Nós esperamos trazer ações e metas que caminhem na direção de garantir segurança hídrica para o desenvolvimento nacional. Além, claro, de fomentar ainda mais o uso da água de reuso".

Para saber mais sobre este e os outros encontros com as entidades representativas ligadas aos recursos hídricos, acesse mdr.gov.br.

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03/06/2021 15:18h

Essa metodologia, que nasceu no chão de fábrica automotivo, é hoje reconhecidamente uma das melhores práticas de gestão industrial, e seu sucesso fez com que se expandisse também para outros segmentos

Nos últimos anos, a Indústria passou por uma transformação que migrou a produção em massa para a produção enxuta, o Lean Production. Essa metodologia, que nasceu no chão de fábrica automotivo, é hoje reconhecidamente uma das melhores práticas de gestão industrial, e seu sucesso fez com que se expandisse também para outros segmentos. 

Uma vez que os sistemas de produção tradicionais têm evoluído para sistemas de produção digitalizados devido à implementação de tecnologias da indústria 4.0, como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Cloud Computing, Machine Learning e In 62 teligência Artificial (IA), entre outros, uma série de questões surgem.

As tecnologias da indústria 4.0 substituirão o lean ou coexistirão? As tecnologias lean e Industry 4.0 são compatíveis e compartilham sinergias ou são divergentes entre si? Em outras palavras, a questão mais abrangente é: o lean pode acompanhar a era digital e evoluir para o Lean 4.0? Tanto o lean quanto a indústria 4.0 são paradigmas industriais que fornecem os alicerces para o planejamento das operações. 

No entanto, ao contrário da indústria 4.0, que conta com tecnologia moderna para resolver os problemas contemporâneos que as empresas enfrentam, o lean se concentra nas pessoas, processos e uma cultura de melhoria contínua. Assim, à primeira vista pode parecer que os princípios lean são antagônicos às tecnologias digitais e automatizadas de última geração da indústria 4.0. 

É importante ter em mente que, apesar da abordagem baseada na tecnologia seguida pela indústria 4.0, os aspectos não tecnológicos, mas de pessoas e processos, que são centrais para o lean, ainda desempenharão um papel crítico nos modernos sistemas de produção digital e cadeias de suprimentos.

No final das contas, e apesar do nível crescente de digitalização e automação das operações, as empresas ainda contam com pessoas para projetar, programar, operar, manter e melhorar as máquinas e robôs que permitem a digitalização e a automação. É aí que o Lean entra em jogo nos sistemas de produção e cadeias de
suprimentos tecnologicamente avançados. 

Portanto, a resposta curta e inequívoca à pergunta: a Indústria 4.0 substituirá o Lean? Não.

Tanto o Lean quanto a indústria 4.0 são paradigmas industriais que fornecem os alicerces para o planejamento das operações. No final das contas, e apesar do nível crescente de digitalização e automação das operações, as empresas ainda contam com pessoas para projetar, programar, operar, manter e melhorar as máquinas e robôs que permitem a digitalização e automação

Alisson Castanho,
Gerente de produtos da Atech 

As tecnologias da indústria não substituirão o lean, pelo contrário, elas coexistirão, pois a implementação da Indústria 4.0 requer pessoas e processos eficazes e eficientes como pré-condição para operar com sucesso.

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03/06/2021 03:15h

Houve queda em 18 das 26 atividades industriais pesquisadas

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Dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta quarta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a produção industrial brasileira caiu 1,3% na passagem de março para abril. 

Brasil exporta US$ 26,9 bi e balança tem melhor saldo da história em maio

PIB apresenta alta de 1,2% no primeiro trimestre de 2021

Essa é a terceira queda seguida do setor, que acumulou perda de 4,4% nesses três meses. Na comparação de abril com março, a produção caiu em 18 das 26 atividades industriais pesquisadas. Entre as principais quedas estão os produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-9,5%) e de produtos alimentícios (-3,4%). Entre as oito atividades em alta, o destaque vai para as indústrias extrativas (1,6%), máquinas e equipamentos (2,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (1,4%).

No acumulado do ano, houve alta de 10,5%. Já no acumulado de 12 meses o crescimento chega a 1,1%. É a primeira alta neste tipo de comparação depois de 22 meses em queda.

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01/06/2021 04:00h

Deputado federal explica MP que revoga o Regime Especial da Indústria Química (Reiq) e contextualiza impactos para a população

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Uma perda anual de R$ 2,2 bilhões no faturamento das empresas do setor químico e cerca de 80 mil postos de trabalho ameaçados. Essas são as estimativas da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) para um futuro recente e preocupante, após publicação da MP 1034/2021, que entrará em vigor em julho deste ano e aguarda designação de relator no Plenário da Câmara dos Deputados.
 
A Medida Provisória, entre outras medidas, extingue o Regime Especial da Indústria Química (Reiq). O benefício existe desde 2013, e permite a desoneração das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre a compra de matérias-primas básicas. A medida garante uma maior competitividade do setor químico brasileiro, reduzindo a disparidade de custos entre a indústria local e a internacional.
 
Parlamentares da Câmara se movimentam para manter o regime e evitar prejuízos econômicos neste momento de crise sanitária. Em entrevista ao Brasil 61.com, o deputado federal Laercio Oliveira (PP/SE) contextualizou a MP e explicou os impactos na indústria, no mercado de trabalho e na população geral do País. Para ele, os prejuízos de retirar o Reiq caem sob diversos setores, pois a área química produz insumos para diferentes indústrias.

O que diz a MP 1034/2021?

No fundo, a MP 1034 tem outro objetivo. O objetivo dela é tratar de outros assuntos, incide sobre a aquisição de automóveis para pessoas com deficiência. É um dos objetos dessa medida provisória que foi apresentada pelo governo. Dentro dessa contextualização tem a revogação do Reiq como forma de compensar essa perda que o governo teria nessa questão da CSL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Então, entra na discussão um tema totalmente antagônico à questão que a medida provisória objetivamente quer resolver. Ou seja, para que os ouvintes entendam da melhor forma possível, seria o governo abrir mão de uma determinada receita, mas, em função disso, o governo chega do outro lado, em setor, e retira um regime especial que era concedido, no caso à indústria química, para a valorização desse setor. Ou seja, fragiliza a indústria química para compensar o benefício que o governo quer estender a uma outra atividade, conforme eu apresentei aqui no começo. Tudo bem quanto às políticas sociais, nada contra os benefícios para a sociedade. O governo tem que ser o agente que promova esse alcance à sociedade. Mas, o contraponto disso, mexer na indústria química, é um desastre, porque a indústria química é uma indústria que avança muito bem no nosso país hoje. É uma indústria que precisa desse regime especial. 

E extinguir o Regime Especial da Indústria Química hoje, neste contexto econômico, social e de saúde que estamos vivendo, pode afetar a economia e os postos de trabalho?

Fortemente. Esse setor é um setor que emprega 85 mil pessoas no nosso País. É um setor que tem procurado sobreviver às dificuldades econômicas que o nosso país atravessa hoje.
 
Como podemos explicar a importância da indústria química para outros setores?

A indústria química é a indústria das indústrias. Esse é um jargão muito importante, muito real. Toda indústria química brasileira produz insumos. As indústrias precisam dos insumos produzidos na indústria química para que ela consiga desenvolver o seu produto, seja ele qual for. Então, esse setor tem uma importância muito grande, tem uma força de geração de emprego impressionante no nosso País, emprega mais de 85 mil pessoas, tem uma participação enorme na produção de insumos, principalmente nesse momento difícil da pandemia. A maior parte dos insumos que os hospitais precisam hoje, desde o remédio até esses insumos necessários para a vacinação, os medicamentos para intubação. Tudo isso é produzido pela indústria química.
 
E para a população em geral, quais os impactos da extinção do Reiq?

Principalmente aumento dos produtos consumidos pela sociedade. Eu volto a dizer mais uma vez, essa é a indústria das indústrias. Por exemplo, no mundo dos plásticos. Na nossa casa, no nosso dia a dia, é comum o plástico estar presente em todos os cantos. Esse plástico é produzido pela injusta química. A retirada desse benefício vai provocar um aumento considerável do custo do setor plástico, por exemplo. 

Confira a entrevista completa:

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31/05/2021 04:00h

Regiões remotas do país, ribeirinhos e os moradores do campo tendem a ser beneficiados com a cobertura da nova tecnologia

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A nova geração de internet móvel, que promete uma revolução, está prestes a chegar ao Brasil. O 5G tem conexão com velocidade ultrarrápida, trazendo uma evolução nos sistemas da Internet das Coisas (IoT), o que deve facilitar ainda mais a conectividade das máquinas, melhorando as formas de interação e aumentando a velocidade e a segurança na troca de dados.

Já adotada em alguns países, a tecnologia é 20 vezes mais rápida que o 4G. Além de ter um tempo muito menor entre um clique e a resposta, seu alcance também é um fator determinante. 

Para o senador Paulo Rocha (PT-PA), além de auxiliar a indústria e o agronegócio, por exemplo, a implantação de modelos como o 5G é fundamental para o bem-estar social. “A evolução da sociedade, da humanidade, é fundamental para a melhoria e o bem-estar social da população. A automação representa esse avanço agora no sistema de comunicação”, destacou.

Alteração em lei das antenas pode facilitar chegada de 5G em municípios

PI: governo federal aprova até R$ 152,8 milhões para telecomunicações

Regiões remotas do país, ribeirinhos e os moradores do campo tendem a ser beneficiados com a cobertura da nova tecnologia. Mas é principalmente o setor produtivo que está prestes a viver uma revolução.

No edital do leilão, que foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), está previsto que o 5G deve funcionar nas 26 capitais do Brasil e no Distrito Federal em julho de 2022. Para todas as cidades do Brasil com mais de 30 mil habitantes, o prazo é julho de 2029. Além do 5G o edital amplia a cobertura de 4G para áreas hoje não atendidas. 


 
Para o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Nogueira Calvet, a população deve ser muito beneficiada pela nova tecnologia, sobretudo por meio das empresas. “Terá um impacto, creio eu, até muito maior para as empresas. Porque o 5G é uma tecnologia que vai permitir a comunicação não somente entre as pessoas, mas sobretudo, entre máquinas. É máquina conversando com máquina, é máquina conversando com a infraestrutura”, disse.
 
Atualmente, as operadoras conectam, por exemplo, máquinas de cartão, monitoram caminhões e veículos, mas não vão muito além disso. A ideia é que o 5G ofereça ferramentas para conectar outros produtos e a custos mais baixos. Tecnologias como os carros autônomos e a telemedicina devem avançar com sua implementação, bem como a "indústria 4.0", com toda a linha de produção automatizada.

Rede privada

Uma portaria do Ministério das Comunicações com as diretrizes do leilão para o 5G, que basearam o edital, exigiu a criação de uma rede privada do governo. O objetivo é que ela funcione como um canal seguro para a comunicação estratégica das autoridades.
 
As redes privadas não são concorrentes das públicas; ao contrário, juntam-se ao esforço de dar mais celeridade para o sistema. As configurações desses sistemas podem variar segundo as necessidades específicas de cada setor ou empresa, com níveis próprios de segurança.
 
A indústria também vê necessidade de assegurar uma frequência privada para o segmento, a exemplo do que acontece em países como Alemanha, Estados Unidos e Japão. A preocupação é assegurar que o Brasil tenha as mesmas condições de custos, cobertura e rapidez na implantação de que dispõem os concorrentes no mercado internacional.

Leilão de frequências 

O leilão das frequências é o pontapé inicial para o processo de implementação do 5G no Brasil. As regras do edital (exigências, metas e contrapartidas daqueles que comprarem as faixas) foram aprovadas pela Anatel e ainda passarão pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
 
O prazo regimental para essa análise do TCU é de 150 dias, mas o governo pediu para que o período fosse encurtado para 60 dias. Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, a expectativa é de que o leilão ocorra até o meio deste ano. 
 
No leilão, serão ofertadas quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 26 GHz; e 3,5 GHz. A faixa de 3,5 GHz é a que desperta mais interesse das empresas de telefonia, por exigir menos investimentos para a implantação da tecnologia. A expectativa de arrecadação da Anatel é de R$ 35 bilhões. A maior parte desse valor será destinada para obrigações de investimentos pelas empresas vencedoras, ou seja, não deve ir para o caixa da União.

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27/05/2021 04:00h

Já adotada em alguns países, a tecnologia é 20 vezes mais rápida do que o 4G

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A nova geração de internet móvel, que promete uma revolução, está prestes a chegar ao Brasil. O 5G tem conexão com velocidade ultrarrápida, trazendo uma evolução nos sistemas da Internet das Coisas (IoT), o que deve facilitar ainda mais a conectividade das máquinas, melhorando as formas de interação e aumentando a velocidade e a segurança na troca de dados.
 
Segundo o deputado federal Vinícius Poit (NOVO-SP), membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, a nova tecnologia vai atrair o investimento privado. “Esse maior dinamismo no setor deverá se refletir em uma estrutura de mercado mais competitiva, o que para o consumidor vai culminar em condições de acesso muito mais barato e com maior qualidade de serviço”, afirmou. 


 
Já adotada em alguns países, a tecnologia é 20 vezes mais rápida do que o 4G. Além de ter um tempo muito menor entre um clique e a resposta, seu alcance também é um fator determinante. Regiões remotas tendem a ser muito beneficiadas com a cobertura da nova tecnologia. Mas é principalmente o setor produtivo (indústria e agronegócio, por exemplo) que está prestes a viver uma revolução.
 
No edital do leilão, que foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), está previsto que o 5G deve funcionar nas 26 capitais do Brasil e no Distrito Federal em julho de 2022. Para todas as cidades do Brasil com mais de 30 mil habitantes, o prazo é julho de 2029.


 
Para o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Nogueira Calvet, a população deve ser muito beneficiada pela nova tecnologia, sobretudo por meio das empresas. “Terá um impacto, creio eu, até muito maior para as empresas. Porque o 5G é uma tecnologia que vai permitir a comunicação não somente entre as pessoas, mas sobretudo, entre máquinas. É máquina conversando com máquina, é máquina conversando com a infraestrutura”, disse.
 
Atualmente, as operadoras conectam, por exemplo, máquinas de cartão, monitoram caminhões e veículos, mas não vão muito além disso. A ideia é que o 5G ofereça ferramentas para conectar outros produtos e a custos mais baixos. Tecnologias como os carros autônomos e a telemedicina devem avançar com sua implementação, bem como a "indústria 4.0", com toda a linha de produção automatizada.

Chegada do 5G deve revolucionar a indústria brasileira

Primeira antena rural 5G do Brasil possibilita aumento de produção no agronegócio

PI: governo federal aprova até R$ 152,8 milhões para telecomunicações

Rede privada

Uma portaria do Ministério das Comunicações com as diretrizes do leilão para o 5G, que basearam o edital, exigiu a criação de uma rede privada do governo. O objetivo é que ela funcione como um canal seguro para a comunicação estratégica das autoridades.
 
As redes privadas não são concorrentes das públicas; ao contrário, juntam-se ao esforço de dar mais celeridade para o sistema. As configurações desses sistemas podem variar segundo as necessidades específicas de cada setor ou empresa, com níveis próprios de segurança.
 
A indústria também vê necessidade de assegurar uma frequência privada para o segmento, a exemplo do que acontece em países como Alemanha, Estados Unidos e Japão. A preocupação é assegurar que o Brasil tenha as mesmas condições de custos, cobertura e rapidez na implantação de que dispõem os concorrentes no mercado internacional.

Leilão de frequências 

O leilão das frequências é o pontapé inicial para o processo de implementação do 5G no Brasil. As regras do edital (exigências, metas e contrapartidas daqueles que comprarem as faixas) foram aprovadas pela Anatel e ainda passarão pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
 
O prazo regimental para essa análise do TCU é de 150 dias, mas o governo pediu para que o período fosse encurtado para 60 dias. Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, a expectativa é de que o leilão ocorra até o meio deste ano. 
 
No leilão, serão ofertadas quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 26 GHz; e 3,5 GHz. A faixa de 3,5 GHz é a que desperta mais interesse das empresas de telefonia, por exigir menos investimentos para a implantação da tecnologia. A expectativa de arrecadação da Anatel é de R$ 35 bilhões. A maior parte desse valor será destinada para obrigações de investimentos pelas empresas vencedoras, ou seja, não deve ir para o caixa da União.

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21/05/2021 11:00h

Mês encerrou em 49,6 pontos, próximo do planejado. No ano passado, setor havia tido índices críticos

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O estoque das indústrias registrou recuperação em abril e voltou a ficar próximo do planejado, reduzindo a escassez de matéria-prima. O índice de estoques encerrou abril em 49,6 pontos, próximo da linha divisória de 50 pontos. O dado consta na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta quinta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A recuperação veio após o índice atingir nível crítico no segundo semestre do ano passado, onde estava abaixo dos 50 pontos desde maio de 2020. Os menores níveis foram atingidos em setembro e outubro, quando ficou em 43,4 pontos e 43,3 pontos, respectivamente. Segundo a CNI, a redução do estoque das indústrias causou impacto no fornecimento de insumos e de matérias- primas ao longo dos últimos meses, elevando preços e prejudicando o setor.

Confiança da indústria aumenta 4,8 pontos em maio

Vendas de motos têm alta de 52% em abril

Produtividade na indústria cai 2,5% no primeiro trimestre do ano

Já o índice de produção industrial voltou a cair em abril após ter apresentado recuperação em março, fechando o mês passado em 46 pontos. Apesar disso, a pesquisa mostra que o número de empregados se manteve nos 50 pontos divisórios.

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18/05/2021 03:00h

Tecnologias como os carros autônomos e a telemedicina devem avançar com sua implementação

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A nova geração de internet móvel, que promete uma revolução, está prestes a chegar ao Brasil. O 5G tem conexão com velocidade ultrarrápida, trazendo uma evolução nos sistemas da Internet das Coisas (IoT), o que deve facilitar ainda mais a conectividade das máquinas, melhorando as formas de interação e aumentando a velocidade e a segurança na troca de dados.
 
Já adotada em alguns países, a tecnologia é 20 vezes mais rápida do que o 4G. Além de ter um tempo muito menor entre um clique e a resposta, seu alcance também é um fator determinante.


 
Segundo o deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, a tecnologia terá impacto extraordinário quando chegar a toda a população. “Vai propiciar evidentemente a produção de novos produtos, de novos processos de produção, favorecendo e muito todos os setores produtivos, todas as cadeias, seja da indústria ou nos serviços”, avaliou.
 
Regiões remotas do País, ribeirinhos e os moradores do campo tendem a ser muito beneficiados com a cobertura da nova tecnologia. Mas é principalmente o setor produtivo (indústria e agronegócio, por exemplo) que está prestes a viver uma revolução.
 
O parlamentar destacou, ainda, a importância de ter logo uma regulamentação que faça o Brasil aproveitar ao máximo as vantagens da tecnologia. “É fundamental que haja uma negociação transparente, que seja pública e que leve em consideração aquilo que é melhor estrategicamente para o País”, frisou Tatto.
 
No edital do leilão, que foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), está previsto que o 5G deve funcionar nas 26 capitais do Brasil e no Distrito Federal em julho de 2022. Para todas as cidades do Brasil com mais de 30 mil habitantes, o prazo é julho de 2029.


 
Para o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Nogueira Calvet, a população deve ser muito beneficiada pela nova tecnologia, sobretudo por meio das empresas. “Terá um impacto, creio eu, até muito maior para as empresas. Porque o 5G é uma tecnologia que vai permitir a comunicação não somente entre as pessoas, mas sobretudo, entre máquinas. É máquina conversando com máquina, é máquina conversando com a infraestrutura”, disse.
 
Atualmente, as operadoras conectam, por exemplo, máquinas de cartão, monitoram caminhões e veículos, mas não vão muito além disso. A ideia é que o 5G ofereça ferramentas para conectar outros produtos e a custos mais baixos. Tecnologias como os carros autônomos e a telemedicina devem avançar com sua implementação, bem como a "indústria 4.0", com toda a linha de produção automatizada.

Câmara irá debater impacto da internet 5G na educação

BID lança linha de crédito de US$ 1 bilhão para digitalização de serviços públicos no país

Rede privada

Uma portaria do Ministério das Comunicações com as diretrizes do leilão para o 5G, que basearam o edital, exigiu a criação de uma rede privada do governo. O objetivo é que ela funcione como um canal seguro para a comunicação estratégica das autoridades.
 
As redes privadas não são concorrentes das públicas; ao contrário, juntam-se ao esforço de dar mais celeridade para o sistema. As configurações desses sistemas podem variar segundo as necessidades específicas de cada setor ou empresa, com níveis próprios de segurança.
 
A indústria também vê necessidade de assegurar uma frequência privada para o segmento, a exemplo do que acontece em países como Alemanha, Estados Unidos e Japão. A preocupação é assegurar que o Brasil tenha as mesmas condições de custos, cobertura e rapidez na implantação de que dispõem os concorrentes no mercado internacional.

Leilão de frequências

O leilão das frequências é o pontapé inicial para o processo de implementação do 5G no Brasil. As regras do edital (exigências, metas e contrapartidas daqueles que comprarem as faixas) foram aprovadas pela Anatel e ainda passarão pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
 
O prazo regimental para essa análise do TCU é de 150 dias, mas o governo pediu para que o período fosse encurtado para 60 dias. Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, a expectativa é de que o leilão ocorra até o meio deste ano. 
 
No leilão, serão ofertadas quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 26 GHz; e 3,5 GHz. A faixa de 3,5 GHz é a que desperta mais interesse das empresas de telefonia, por exigir menos investimentos para a implantação da tecnologia. A expectativa de arrecadação da Anatel é de R$ 35 bilhões. A maior parte desse valor será destinada para obrigações de investimentos pelas empresas vencedoras, ou seja, não deve ir para o caixa da União.

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Brasil 61