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É preciso tomar a segunda dose da vacina? Quais as comorbidades incluídas como prioritárias para vacinação contra a Covid-19? Esses são alguns questionamentos recorrentes de brasileiros no andamento da imunização no país. Para responder às dúvidas, o portal Brasil61.com convidou especialistas que detalharam a importância da vacinação completa e as doenças que são listadas pelo Ministério da Saúde na relação de prioridade.

Segundo levantamento do governo federal de abril, 1,5 milhão de brasileiros não tomaram a segunda dose da vacina, mesmo após ter chegado o prazo do reforço da imunização. Epidemiologista do curso de Saúde Pública da Universidade de Brasília (UnB), Walter Ramalho é enfático ao explicar: “Com uma dose apenas, a eficácia é muito menor e a conversão para as células de imunidade é muito baixa.”

Por que é importante tomar da segunda dose

O especialista lembra que, antes do registro das vacinas contra a Covid-19, foram feitos estudos para avaliar se seria necessária apenas uma aplicação ou mais. Porém, grande parte dessas análises indicou uma imunidade necessária para frear a mortalidade com duas doses. 

“Foi pesquisado, para todas essas vacinas, a elegibilidade de apenas uma dose. E todos esses fabricantes acharam que a imunidade era muito baixa, a eficácia era muito baixa. Por isso que se passou a testar também duas doses, e o aumento da eficácia da vacina foi considerável. Hoje, alguns fabricantes ainda estão discutindo a administração de uma terceira dose para aumentar o reforço da imunidade vacinal das pessoas”, adiantou.

Atualmente, três vacinas estão sendo aplicadas nos brasileiros: CoronaVac/Butantan, AstraZeneca/Fiocruz e Pfizer/BioNTech. Todas são imunizações de duas doses. Ou seja, o brasileiro que tomou somente a primeira deve tomar a segunda para que se alcance a proteção necessária. Ainda há contratos do Ministério da Saúde para distribuições futuras das vacinas Janssen/Johnson, União Química/Sputnik V e Bharat Biotech/Covaxin. 

Vacinas disponíveis no Brasil 

Coronavac: Eficácia para casos sintomáticos é de 50,7%, sendo que pode chegar a 62,3% se houver um intervalo de mais de 21 dias entre as duas doses da vacina. Duas doses com intervalo entre as doses entre 14 a 28 dias após a aplicação da primeira.
 
Astrazeneca: Eficácia de cerca de 70% nos estudos que levaram à aprovação, variando entre 62 e 90%. Dados de vida real recém-divulgados pelo governo britânico apontam para 90% de proteção após as duas doses. Duas doses, o prazo para aplicação da segunda dose é de até 90 dias. 

Pfizer: Já demonstrou 95% de eficácia em prevenir casos confirmados de Covid-19. O laboratório já relatou, inclusive, que a vacina funciona contra a variante sul-africana. Duas doses com prazo de aplicação para a segunda dose de 21 dias.

Janssen: Estudos da Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) apontam que a dose única do imunizante é 66% eficaz na prevenção de diversas variantes da covid-19. Dose única. 

Sputnik V: A vacina recebeu liberação parcial da Anvisa para ser distribuída sob condições específicas e em quantidade limitada para alguns estados. Eficácia de 91,7%, segundo estudo da Lancet, e 97,6%, segundo o Instituto Gamaleya. Aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias.  

Covaxin: A agência regulatória brasileira permitiu, por enquanto, o uso de 4 milhões de unidades do imunizante. A Anvisa ponderou o fato de não ter recebido relatórios da agência indiana, o curto prazo de acompanhamento dos participantes dos estudos e a inconclusão dos estudos da fase 3, etapa que atesta a eficácia da vacina. Eficácia de 78% e 100% em casos graves.  

“Agora, é claro que nós não vamos deixar para tomar a segunda dose seis meses, oito meses, um ano depois. Porque nós precisamos, antes de tudo, nos cuidar. As pessoas só estão imunizadas corretamente a partir da segunda dose. Se você tomou apenas uma, você não está imunizado, e os cuidados necessários com o controle do coronavírus são de extrema importância”, afirma Walter.

Quando tomar a segunda dose da vacina da Covid-19

E qual o intervalo das doses das vacinas? A resposta depende de qual imunizante a pessoa recebeu. Os brasileiros que foram vacinados com a CoronaVac devem aguardar entre 14 e 28 dias de intervalo para buscar a segunda dose. Já o intervalo da vacina AstraZeneca e da Pfizer são maiores. A segunda dose, nesses casos, deve ser recebida 12 semanas após a primeira.

Uma dose ou duas doses, entenda cada vacina da Covid-19

O epidemiologista lembra ainda que há um imunizante aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que concentra a proteção em uma dose. “Nós temos hoje apenas a vacina da Johnson, a Janssen, que com apenas uma dose ela já confere uma boa imunidade para as pessoas. Em todas as outras, a ideia é que com duas doses tenhamos a eficácia desejada.”

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que 1,5 milhão de doses da vacina da Janssen devem chegar ao Brasil na manhã desta terça-feira (22). A declaração foi dada em audiência pública na Comissão Temporária da Covid-19 do Senado Federal, nesta segunda-feira (21). Ao todo, a pasta já tem contratadas 38 milhões de doses desse imunizante. 

“A única esperança”

Sirlany Silva Arabi, moradora de Natal (RN), é aposentada, tem 62 anos e foi ao posto de saúde receber a primeira dose da vacina com alegria e alívio, pois perdeu pessoas próximas para a doença. Ela avalia que estamos combatendo um vírus sem cura que não escolhe pessoas por idade ou comorbidade, e acredita que “a única esperança que ainda temos é a vacinação”. 

“A pouco, perdi um tio muito querido da minha idade. Ele tinha tomado só a primeira dose. Quando estava aguardando para tomar a segunda, foi acometido pela Covid-19, ficou 28 dias no hospital e não resistiu. Sendo que era uma pessoa sem comorbidade nenhuma”, lamenta. 

Antônio de Oliveira, 55, mora no Distrito Federal e aguarda a segunda dose. “A expectativa que tenho para tomar a segunda dose é completar o esquema vacinal e ficar completamente imunizado, para o organismo produzir anticorpos, se defender caso a gente adquira a doença. Eu mesmo perdi amigos que faleceram em idade até menor que a minha. Talvez, se eles tivessem tomado a vacina, isso tivesse sido evitado. Desde que eu sou criança vejo que a vacina é uma proteção para a humanidade”, ressalta.

Thainá Chaves, 27, também tem conhecidos entre os números de mais de 500 mil mortos em decorrência da Covid-19. Ela já tomou as duas doses da imunização, dentro do grupo de prioridades de psicólogos, e classifica a vacinação como uma “oportunidade de vida”. “A vacina antes de ser aprovada passa por muitos estudos. Infelizmente, muitos se aproveitam da situação para propagar informações falsas. Muitos gostariam de ter a oportunidade de tomar a vacina. Essa é uma responsabilidade nossa.”

Dificuldade histórica

Alessandro Chagas, assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), classifica esse problema da falta da segunda imunização como histórica no país. “O Brasil tem uma dificuldade enorme de todas as vacinas que a gente tem no calendário com mais de uma dose, mesmo crianças nós temos dificuldades enormes. Se pegarmos, por exemplo, o HPV, não chegamos a 40% dos que vão tomar a segunda dose. Então, isso é histórico no Brasil.”

Para ele, é preciso fortalecer os sistemas de atenção básica para encontrar pessoas que não voltaram aos postos de saúde para completar a imunização contra a Covid-19 dentro do prazo adequado. “O ideal é que o agente de saúde vá buscar essas pessoas, entrar em contato com quem tem cadastro na atenção básica. O principal objetivo da vacina é evitar o caso grave. Aquele que não completa o esquema vacinal fica com isso comprometido. É um percentual pequeno, mas não quer dizer que não temos que correr atrás”, diz.

Comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde:

E quais as comorbidades incluídas como prioritárias para vacinação contra a Covid-19? O questionamento ainda realizado com frequência no país pode ser respondido com base nos detalhes do Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde. O documento lista os grupos de comorbidades prioritárias. Veja abaixo quais são:

  1. Doenças Cardiovasculares
  2. Insuficiência cardíaca (IC)
  3. Cor-pulmonales (alteração no ventrículo direito) e Hipertensão pulmonar
  4. Cardiopatia hipertensiva
  5. Síndromes coronarianas
  6. Valvopatias
  7. Miocardiopatias e Pericardiopatias
  8. Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas
  9. Arritmias cardíacas
  10. Cardiopatias congênitas no adulto
  11. Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
  12. Diabetes mellitus
  13. Pneumopatias crônicas graves
  14. Hipertensão arterial resistente (HAR)
  15. Hipertensão arterial - estágio 3
  16. Hipertensão arterial - estágios 1 e 2 com lesão e órgão-alvo e/ou comorbidade
  17. Doença Cerebrovascular
  18. Doença renal crônica
  19. Imunossuprimidos (transplantados; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas em uso de corticoides; pessoas com câncer).
  20. Anemia falciforme e talassemia maior (hemoglobinopatias graves)
  21. Obesidade mórbida
  22. Cirrose hepática

Vale destacar que é preciso consultar a Secretaria de Saúde do Estado ou do Município para verificar como está sendo organizada a fila de vacinação no local, o que pode variar entre regiões. Confira neste link os dados da aplicação de vacinas no seu estado.   

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A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação do prazo de validade da vacina da Janssen contra a Covid-19 de três para quatro meses e meio, sob temperatura de 2ºC a 8ºC.  

A aprovação ocorre após a publicação da informação de que doses previstas para este mês têm prazo de validade até dia 27. Um lote de 3 milhões de doses estava previsto para chegar nesta segunda (14), mas foi adiado.  

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A decisão correspondeu a um pedido da farmacêutica, subsidiária do grupo Johnson & Johnson, protocolado no dia 10 de junho. A Janssen possui autorização para uso em caráter emergencial no Brasil.

Em nota, a Anvisa afirma que a medida foi baseada em “criteriosa avaliação dos dados de qualidade dos estudos que demonstrou que a vacina tende a se manter estável pelo período (4,5 meses) bem como considerou decisão da agência norte-americana (Food and Drug Administration - US FDA), que também aprovou a referida alteração em 10 de junho de 2021”.
 

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Pessoas que tiveram dengue são duas vezes mais propensas a desenvolver sintomas da Covid-19. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). Foram analisadas amostras sanguíneas de 1.285 moradores do município de Mâncio Lima, no Acre, onde o grupo trabalha na investigação de outras doenças. 

A motivação para a pesquisa se deu a partir de dois estudos, um americano e outro brasileiro, que sugeriram que a infecção prévia por dengue poderia ser um fator protetor contra o coronavírus.

Diante disso, o primeiro passo do estudo pela USP foi verificar a presença de anticorpos contra o vírus da dengue em amostras de outubro de 2019 e da Covid-19 em novembro de 2020, através de testes de sorologia com as mesmas pessoas analisadas. A pesquisadora Vanessa Nicolete, autora principal do estudo, explica que a possibilidade de uma reação cruzada foi descartada e o porquê das pessoas que foram infectadas com dengue têm maiores chances de serem sintomáticas para o coronavírus.

A idade é outro fator relevante que foi considerado no estudo. Em geral, quanto mais velho, maior a chance de ter sido exposto à dengue. “Assim como vemos na população em geral, todas as idades são predispostas a ter anticorpos. Porém, em relação à infecção por Sars-Cov-2, os mais velhos foram os que apresentaram mais sintomas durante a pesquisa”, afirma Vanessa.

Os pesquisadores ainda não sabem quais são as causas do fenômeno, mas apontam duas hipóteses. Uma delas seria biológica: os anticorpos contra o vírus da dengue poderiam estar favorecendo de algum modo o agravamento da Covid-19. A outra é sociodemográfica: populações estariam mais vulneráveis às duas doenças por características diversas.

De acordo com o médico especialista em dengue, Werciley Vieira Junior, o vírus da Covid-19 hiper estimula o sistema imune produzindo citocinas, que são proteínas inflamatórias. “A dengue hipersensibiliza nossa capacidade de produzir essas proteínas e, com isso, favorece um processo inflamatório mais intenso da Covid-19. E, automaticamente, com os processos inflamatórios mais intensos, os sintomas são maiores”, explica.

Como diferenciar a dengue da Covid-19?

Muitas pessoas costumam confundir os sintomas iniciais da Covid-19 com a dengue. Werciley Vieira Júnior explica o porquê dessa associação entre as doenças. “Os sintomas iniciais da Covid-19 são um quadro gripal que pode vir com mialgia, que é a dor no corpo, pode vir com dor de cabeça e dor nas juntas. E a dengue tem como marcante a febre, dor no corpo e dor nas juntas. Porém a proporção de dor na junta é muito maior na dengue do que na Covid-19, e a febre da dengue é bem maior.”

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A dengue é transmitida ao ser humano a partir da picada do mosquito Aedes Aegypti que se desenvolve em água parada. No caso de locais com bastante incidência, como no Acre, o especialista em dengue destaca ainda alguns pontos para aumentar a proteção contra a doença. “Usar repelente e tela mosquiteira para evitar a entrada do mosquito já ajuda. Mas a melhor forma é diminuir os criadouros, seguindo as condutas de evitar água parada e evitar jogar lixo onde não se deve. Inibindo os criadores, diminuímos a taxa de proliferação do mosquito.”

O mosquito da dengue põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva. O mosquito pode procurar ainda criadouros naturais, como bromélias, bambus e buracos em árvores.

De acordo com o Boletim Epidemiológico n° 21 do Ministério da Saúde, atualmente o Brasil tem 348.508 casos de dengue. Em comparação com o ano de 2020, houve uma redução de 57,4% de casos registrados para o mesmo período analisado. Esta diminuição pode ser consequência do receio da população em procurar atendimento em uma unidade de saúde durante a pandemia da Covid-19, bem como um possível atraso nas notificações das doenças pelas equipes de vigilância e assistência para o enfrentamento da pandemia.

Ranking de casos de dengue no Brasil (por incidência)

Estado Estado Casos incidência (casos/100 mil hab.)
1 Acre 13653 1526,4
2 Goiás 30441 427,9
3 Mato Grosso do Sul 11071 394,1
4 Paraná 38376 333,2
5 Mato Grosso 10951 310,6
6 São Paulo 132665 286,6
7 Distrito Federal 7276 238,2
8 Santa Catarina 16693 230,2
9 Amazonas 5667 134,7
10 Bahia 17791 119,2
11 Ceará 9857 107,3
12 Pernambuco 9674 100,6
13 Espírito Santo1 3781 93
14 Minas Gerais 19240 90,4
15 Tocantins 1378 86,7
16 Paraíba 2785 68,9
17 Rondônia 1201 66,9
18 Rio Grande do Sul 7618 66,7
19 Rio Grande do Norte 1353 38,3
20 Piauí 823 25,1
21 Pará 2072 23,8
22 Roraima 101 16
23 Alagoas 436 13
24 Rio de Janeiro 1972 11,4
25 Maranhão 760 10,7
26 Amapá 89 10,3
27 Sergipe 230 9,9

Desse total, foram confirmados 152 casos de dengue grave (DG), 1.984 casos de dengue com sinais de alarme (DSA) e 105 óbitos. 

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25/01/2022 14:00h

Medidas de prevenção à proliferação do mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya devem ser incorporadas à rotina da população

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O mosquito Aedes aegypti, que é o transmissor dessas doenças, foi identificado em 97,8% dos municípios do Estado de Minas Gerais. Em 2021 Minas Gerais identificou 24.486 casos prováveis de dengue. Desse total, 15.441 casos foram confirmados para a doença. Em relação à febre chikungunya, foram registrados 6.335 casos prováveis da doença e, desse total, 5.367 casos foram confirmados. Foi confirmado 1 óbito por chikungunya em Minas Gerais até o momento. Já em relação à zika, foram registrados 95 casos prováveis e, desse total, 25 confirmados.

Um alerta para a população ter mais cuidado e não deixar água parada neste período do verão, que é onde o mosquito mais se prolifera, de acordo com a coordenadora estadual de Vigilância das Arboviroses da SES-MG, Danielle Capistrano. 

“A Secretaria de Saúde do estado de Minas Gerais recomenda que se esgote as ações de manejo ambiental. A remoção mecânica, limpeza e cuidados em casos extremos que seja necessário tratamento químico, é utilizado”, ressalta.

A Secretaria de Saúde do estado desenvolve atividades de controle vetorial para reduzir a densidade populacional do vetor nos municípios infestados, mediante atividades sistemáticas de controle mecânico (ex. eliminar e/ou proteger os reservatórios com água parada) e químico (ex: inseticidas), realizadas em visitas domiciliares em ciclos bimensais atividades em pontos estratégicos (ex: ferro-velho) e pesquisa de levantamento de índice larvário – LIRAa/LIA permitindo a identificação de áreas com maior proporção e ocorrência de focos, bem como os tipos de criadouros predominantes (ex: pratinhos sob os vasos de plantas), indicando o risco de transmissão de Dengue, Zika e Chikungunya. 

A doença se assemelha a uma síndrome gripal grave caracterizada por febre elevada, fortes dores de cabeça e nos olhos, vômitos, além de dores musculares e nas articulações. Não existe tratamento específico para dengue. Os cuidados terapêuticos consistem em tratar os sintomas. O atendimento rápido para identificação dos sinais de alarme e o tratamento oportuno podem reduzir o número de óbitos, chegando a menos de 1% dos casos.

Situação do País

O Brasil registrou queda 42,6% no número de casos prováveis de dengue entre 2020 e 2021. No ano passado, foram notificadas 543.647 infecções, contra 947.192 em 2020. Os dados são da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. 

Entre os casos de zika, houve uma pequena redução de 15%, passando de 7.235 notificações em 2020 para 6.143 em 2021. Já a chikungunya registrou aumento de 32,66% dos casos, com 72.584 em 2020 e 96.288 no ano passado.

O sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília, Claudio Maierovitch, destaca que 2020 foi um ano de muitos casos e, por isso, não se deve relaxar com a queda de contágios em 2021. “Mesmo não tendo havido aumento de um ano para o outro, essa não é boa comparação, uma vez que o ano anterior foi de números altos”, alerta.

Dengue: mais de 70% dos casos se concentram em cerca de 200 municípios, mas demais cidades também devem agir

Cuidados necessários 

Devido às altas temperaturas e às chuvas abundantes, o verão é o período do ano em que os ovos eclodem e acarretam o aumento de infecção por dengue, chikungunya e zika. Por isso, fique atento às dicas para evitar a proliferação do mosquito:

  • Vire garrafas, baldes e vasilhas para não acumularem água.
  • Coloque areia nos pratos e vasos de plantas.
  • Feche bem os sacos e lixo.
  • Guarde os pneus em locais cobertos.
  • Tampe bem a caixa-d´água.
  • Limpe as calhas. 

O combate ao Aedes aegypti, transmissor das três doenças, é a principal forma de prevenção. Campanha do Ministério da Saúde orienta que essas medidas para evitar água parada sejam incorporadas na rotina da população, como explica o coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses da pasta, Cássio Peterka. 

“A grande importância de combater o mosquito é que não teremos pessoas doentes se não tivermos muitos mosquitos. Então a campanha desse ano ela traz à tona a questão de cada um buscar a responsabilidade dentro do seu quintal, do seu local de trabalho e utilizar dez minutos da sua semana para que ele faça uma revisão nos principais locais onde possam ter criadouros do mosquito e elimine esses criadouros, não deixe que o mosquito nasça.”

Para evitar a proliferação do mosquito, a população deve checar calhas, garrafas, pneus, lixo, vasos de planta e caixas d’água. Não deixe água parada. Combata o mosquito todo dia. Coloque na sua rotina. 

Veja no mapa a incidência de dengue no seu município

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25/01/2022 13:30h

Além disso, 78% da população com 12 anos ou mais já está imunizada com duas doses ou recebeu a dose única

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O estado do Rio de Janeiro já vacinou mais de 2,7 milhões de pessoas com a dose de reforço contra a Covid-19. A dose adicional pode ser aplicada no prazo de quatro meses após a segunda imunização ou da dose única. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pede que a população busque os postos de saúde para completar o calendário vacinal.
 
“Meus amigos do Rio de Janeiro, peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procure um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir internações e óbitos aqui em nosso estado.”

O empresário Sérgio Alexandre Ferreira, de 58 anos, já está imunizado com a dose de reforço e se diz mais tranquilo, mesmo com o aparecimento de novas variantes.

“Diante da nova variante da Covid, a gente se sente mais tranquilo. A gente se sente menos vulnerável ao vírus. A gente sabe que pode pegar, mas já não se tem tanto medo porque a gente sabe que se pegar, as complicações são menores".

O Rio de Janeiro conta com 78% da população com 12 anos ou mais vacinada com duas doses ou a dose única. São mais de 13 milhões de pessoas imunizadas. Em toda a região, o número de doses aplicadas ultrapassa os 27,4 milhões. Os dados são do vacinômetro do estado e foram atualizadas no dia 20 de janeiro.

Reforce a sua proteção! Se já tomou a primeira dose da sua vacina da covid-19, não se esqueça de tomar a segunda dose. Mantenha a distância segura, lave as mãos com água e sabão, mantenha os ambientes ventilados e use máscara.

 

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25/01/2022 12:30h

Dores de cabeça, febre alta, dores musculares, no fundo dos olhos e vermelhidão pelo corpo. Essas são queixas comuns de quem está infectado pela dengue

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Febre, dores de cabeça, no corpo e articulações. A dengue apresenta sintomas parecidos com outras infecções virais. Mas no caso dela, ainda podem aparecer sinais de vermelhidão no corpo e dor no fundo dos olhos. A febre é alta, acima de 39º. Para a identificação da infecção é preciso realizar exames de sangue.

No ano passado, o Brasil registrou quase um milhão de casos suspeitos, 543.647 foram confirmados por exames laboratoriais. O médico infectologista do HFA, em Brasília, Hemerson Luz explica que a maior parte das ocorrências são leves. “É preciso bastante hidratação e o tratamento medicamentoso é apenas para os sintomas.” Contudo, ao suspeitar de dengue, não tome remédios à base de ácido acetilsalicílico (como aspirina, ASS etc), pois pode aumentar o risco de sangramento. 

Dengue: mais de 70% dos casos se concentram em cerca de 200 municípios, mas demais cidades também devem agir

Brasil tem queda de 42,6% nos casos de dengue entre 2020 e 2021, mas números ainda são altos

Casos graves 

Cerca de 2% dos casos de dengue podem apresentar sinais de alarme. Dos quase 550 mil doentes no ano passado, cerca de 4,7 mil tiveram essa característica. Desses 241 vieram a óbito (algumas mortes suspeitas ainda seguem em investigação). 

Hemerson Luz observa que as ocorrências mais graves costumam ser nos casos de reinfecção, especialmente se for por variantes distintas - atualmente, existem 4 tipos de dengue em circulação no País. 

“Se os pacientes evoluírem com dor abdominal forte de forma contínua, vômitos persistentes, ficar com a pele pálida, fria, úmida ou mesmo apresentar sangramento pelo nariz, pela gengiva, com manchas vermelhas na pele, são sinais de alarme e deve procurar o hospital”, alerta. Comportamento não habitual, como confusão mental, sonolência excessiva ou agitação são sinais de que o doente precisa de assistência médica. 

Prevenção 

Como não há vacina ou tratamento específico para a dengue, a prevenção mais efetiva é o controle do vetor, o mosquito Aedes aegypti. Durante o verão, devido às chuvas e altas temperaturas, o mosquito se reproduz mais rapidamente. Por isso, o Ministério da Saúde reforça a necessidade de que cada cidadão inspecione os lugares em que mora ou trabalha para que não sejam depósito de ovos do mosquito. O tema é tratado na Campanha Combata o Mosquito Todo Dia. 

“A campanha traz à tona a questão de cada um buscar a responsabilidade dentro do seu quintal, do seu local de trabalho e utilizar dez minutos da sua semana para fazer uma revisão nos principais locais onde possam ter criadouros do mosquito e elimine esses criadouros, não deixe que o mosquito nasça”, pondera o coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka. 

Cuidados necessários

Devido às altas temperaturas e às chuvas abundantes, o verão é o período do ano em que os ovos eclodem e acarretam o aumento de infecção por dengue, chikungunya e zika. Por isso, fique atento às dicas para evitar a proliferação do mosquito: 

  1. Vire garrafas, baldes e vasilhas para não acumularem água.
  2. Coloque areia nos pratos e vasos de plantas.
  3. Feche bem os sacos e lixo.
  4. Guarde os pneus em locais cobertos.
  5. Tampe bem a caixa-d´água.
  6. Limpe as calhas. 

As inspeções das equipes de vigilância epidemiológicas mostram que pequenos recipientes móveis como pratinhos de planta, potes e garrafas são os principais criadouros do mosquito. O lixo também deve ser bem fechado para evitar o acúmulo de água.

Veja no mapa a incidência de dengue no seu município

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25/01/2022 12:00h

O estado pede para que os moradores se atentem ao cartão de vacinação e busquem as unidades de saúde

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O Espírito Santo tem cerca de 130 mil pessoas com a terceira dose da vacina contra a Covid-19 atrasada. Já o número de pessoas com a segunda dose em atraso ultrapassa os 320 mil. Completar o esquema vacinal é importante no combate à doença. O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, faz um apelo à população.  

"Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procure um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir internações e óbitos aqui em nosso estado".

Mara Ventura, de 39 anos, trabalha como auxiliar de serviços gerais e já garantiu as duas doses da vacina e afirma que se imunizar faz parte da vida dos brasileiros. 

"Desde criança tomamos as vacinas, não é agora que vamos nos descuidar. Trouxe a sensação de gratidão".

O Espírito Santo já aplicou mais de 6,9 milhões de vacinas contra a doença. E 2,8 milhões de moradores já receberam duas doses ou dose única contra a doença. Os dados são do vacinômetro do estado e foram atualizados no dia 24 de janeiro.

Complete seu esquema vacinal e fique protegido! Vá até a unidade de saúde mais próxima e tome a 2° dose ou a dose de reforço.

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25/01/2022 06:00h

Apesar de o estado mais populoso do país ter tido queda superior a 20% no número de casos de dengue confirmados, mais de 160 mil pessoas contraíram a doença

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Dos dez municípios que apresentaram, em 2021, as mais altas incidências de dengue no Brasil, cinco estão em São Paulo. Apesar de, no ano passado, o estado mais populoso do País ter tido queda superior a 20% no número de casos de dengue confirmados, mais de 160 mil pessoas contraíram a doença. Já a chikungunya, teve alta superior a 3.000%, foram 18.467 casos. Segundo a Secretaria de Saúde de SP, esta epidemia ficou concentrada na região da baixada santista. 

Contudo, o estado de São Paulo apresenta surtos de arboviroses (dengue, zika e chikungunya) em todo o seu território. O fato de se ter grandes concentrações populacionais e municípios muito próximos uns dos outros, fenômeno conhecido como conurbação. Por essa razão, o estado associa duas metodologias para monitorar a proliferação: uma municipal, outra regional. “Então você extrapola o território do município para fazer a avaliação dessa infestação. E aí, independente do indicador de um determinado município dentro daquela região você pode desencadear várias ações de mobilização social, de controle do Aedes aegypti”, explica Dalton Fonseca, assessor técnico do Centro de Vigilância de Saúde de São Paulo. 

São focos de preocupação para a contaminação pelo mosquito a região metropolitana da capital - que reúne cerca de 22 milhões de pessoas em 39 municípios - as regiões de Campinas, São José do Rio Preto, Bauru, Araçatuba, região litorânea entre outras (veja no gráfico). “São regiões importantes no sentido de ter uma infestação elevada devido ao adensamento populacional e a concentração de muitos focos do mosquito”

Dengue: mais de 70% dos casos se concentram em cerca de 200 municípios, mas demais cidades também devem agir

Situação do País

O Brasil registrou queda 42,6% no número de casos prováveis de dengue entre 2020 e 2021. No ano passado, foram notificadas 543.647 infecções, contra 947.192 em 2020. Os dados são da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Entre os casos de zika, houve uma pequena redução de 15%, passando de 7.235 notificações em 2020 para 6.143 em 2021. Já a chikungunya registrou aumento de 32,66% dos casos, com 72.584 em 2020 e 96.288 no ano passado.

O sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília, Claudio Maierovitch, destaca que 2020 foi um ano de muitos casos e, por isso, não se deve relaxar com a queda de contágios em 2021. “Mesmo não tendo havido aumento de um ano para o outro, essa não é boa comparação, uma vez que o ano anterior foi de números altos”, alerta.

Brasil tem queda de 42,6% nos casos de dengue entre 2020 e 2021, mas números ainda são altos

Cuidados necessários 

Devido às altas temperaturas e às chuvas abundantes, o verão é o período do ano em que os ovos eclodem e acarretam o aumento de infecção por dengue, chikungunya e zika. Por isso, fique atento às dicas para evitar a proliferação do mosquito:

  1. Vire garrafas, baldes e vasilhas para não acumularem água.
  2. Coloque areia nos pratos e vasos de plantas.
  3. Feche bem os sacos e lixo.
  4. Guarde os pneus em locais cobertos.
  5. Tampe bem a caixa-d´água.
  6. Limpe as calhas.

Para o combate é necessário unir esforços com a sociedade para eliminar a possibilidade de locais que possam acumular água. Os ovos da fêmea do Aedes aegypti podem ficar incubados durante um ano e eclodir em apenas cinco dias quando entram em contato com a água. "É preciso manter os cuidados durante todo o ano por 365 dias”, reforça o coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka.   

Para evitar a proliferação do mosquito, a população deve checar calhas, garrafas, pneus, lixo, vasos de planta e caixas d’água. Não deixe água parada. Combata o mosquito todo dia. Coloque na sua rotina.

Veja no mapa a incidência de dengue no seu município

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25/01/2022 05:00h

Moradores do Ceará devem completar o esquema vacinal e tomar a dose de reforço após quatro meses

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Os moradores do Ceará que ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19 precisam completar o esquema vacinal. E quem já pode tomar a dose de reforço também deve buscar o local de vacinação mais próximo o quanto antes. O alerta é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

“Olá, meus amigos do Ceará. Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procurem um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos aqui no estado.”

O reforço é aplicado quatro meses depois da segunda dose. O autônomo Romário Bezerra, de 29 anos, que mora no município de Quiterianópolis, conta que demorou para se vacinar, mas agora aguarda ansioso para tomar a segunda dose do imunizante.

“Tomei a primeira dose recentemente, justamente para ter minha liberdade de viajar para outros estados, ter acesso a locais particulares e públicos, além de poder confraternizar com os amigos. E pretendo tomar a segunda dose.”

Até o momento, o número de doses da vacina contra a Covid-19 aplicadas no Ceará ultrapassa 15 milhões. Desse total, cerca de 178 mil correspondem à dose única. Foram mais de 7 milhões de vacinas aplicadas como primeira dose e outros 6 milhões como segunda. Já as doses de reforço superam 2 milhões. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde e foram atualizados no dia 23 de janeiro.

Reforce a sua proteção! Se já tomou a primeira dose da sua vacina da covid-19, não se esqueça de tomar a segunda dose. Mantenha a distância segura, lave as mãos com água e sabão, mantenha os ambientes ventilados e use máscara.

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25/01/2022 04:45h

Estado conta com 83% da população vacinável imunizada. Autoridades pedem atenção aos prazos

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O número de vacinados com a terceira dose contra a Covid-19 no estado de Santa Catarina já ultrapassa 1 milhão de pessoas. A imunização é feita após quatro meses da aplicação da segunda dose da vacina. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pede que a população fique atenta aos prazos.

"Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procure um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir internações e óbitos aqui em nosso estado."

O estado conta com mais de 86,93% da população vacinada com ao menos duas doses contra a Covid-19 ou com a dose única. Uma delas é a moradora de Florianópolis Priscilla Kovacs Efigenio, de 28 anos.

"A gente que vive aqui, precisa ir no mercado, precisa ir trabalhar, pegar uma transporte público, sem dúvidas me sinto muito aliviada de ser tido o privilégio de ter sido vacinada.”

Santa Catarina já aplicou mais de 13 milhões de doses. Os dados são do vacinometro do estado e foram atualizados no dia 24 de janeiro.

Complete seu esquema vacinal e fique protegido! Vá até a unidade de saúde mais próxima e tome a 2° dose ou a dose de reforço.

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25/01/2022 04:30h

Todos os postos de saúde da cidade estão preparados para completar o esquema vacinal

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Cerca de 2,6 milhões de pessoas estão com a segunda dose da vacina contra a Covid-19 atrasada no estado de São Paulo. Os postos de saúde estão preparados para receber quem ainda não completou o esquema vacinal. Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esse passo é importante para vencer a pandemia.

"Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procure um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir internações e óbitos aqui em nosso estado."

Mais de 14,6 milhões de doses de reforço já foram aplicadas em todo o estado. Thyago Cezar  é advogado e não vê hora de receber a terceira dose. Morador da cidade de Bauru, ele diz que receber o imunizante foi uma alegria.

"Eu não vejo a hora de tomar a dose de reforço porque é uma oportunidade [..] de poder reencontrar as pessoas que a gente ama, poder abraçar. E a dose de reforço é uma esperança ”

O estado conta com cerca de 80,2% da população com o esquema vacinal completo. Mais de 35,9 milhões de imunizantes foram aplicados em todo o estado como segunda dose. Os dados são do vacinômetro e foram atualizados no dia 24 de janeiro.

Reforce a sua proteção! Se já tomou a primeira dose da sua vacina da covid-19, não se esqueça de tomar a segunda dose. Mantenha a distância segura, lave as mãos com água e sabão, mantenha os ambientes ventilados e use máscara.

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25/01/2022 04:15h

Mais de 2,4 milhões de pessoas já receberam a dose adicional do imunizante

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No Rio Grande do Sul, 86% da população maior de 12 anos já está com o esquema vacinal completo. Agora, as autoridades pedem para que a população fique atenta no prazo para receber a dose de reforço. O alerta é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

"Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procure um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir internações e óbitos aqui em nosso estado."

Mais de 2,4 milhões de pessoas já receberam a dose adicional do imunizante no estado. Leonardo Petersen tem 25 anos e espera o prazo para comparecer ao posto de saúde. Ele já tomou as duas primeiras doses.

"Me sinto muito aliviado e feliz de ver que a ciência conseguiu avançar tão rapidamente no combate à uma pandemia global e também me sinto seguro em relação a minha família.”

O número de imunizados com ao menos duas doses ou a dose única já ultrapassa 8,2 milhões de pessoas. Os dados são do vacinômetro da cidade e foram atualizados no dia 22 de janeiro. 

Reforce a sua proteção! Se já tomou a primeira dose da sua vacina da covid-19, não se esqueça de tomar a segunda dose. Mantenha a distância segura, lave as mãos com água e sabão, mantenha os ambientes ventilados e use máscara.

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25/01/2022 04:00h

Autoridades pedem que a população fique atenta aos prazos e que complete o esquema vacinal

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O número de vacinados no estado do Paraná já passa de 9,3 milhões de pessoas. Mas quem ainda não tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 precisa completar o esquema vacinal. E aquelas pessoas que já podem tomar a dose de reforço também devem buscar o local de vacinação mais próximo o quanto antes. O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, ressalta a importância de se cumprir os prazos. 

"Peço que fiquem atentos ao calendário vacinal e procure um posto de vacinação quando chegar a sua vez. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir internações e óbitos aqui em nosso estado."

Em todo o estado, mais de 17,8 milhões de doses foram aplicadas para proteger a população. A moradora de Curitiba Gisele Pozavski, de 34 anos, afirma que a vacina tira um pouco do medo da doença.

"Traz uma sensação de liberdade e aquela coisa que dá um quentinho no coração, um conforto que a gente vai ter uma vida normal muito em breve"

No estado, 7,5 milhões de pessoas estão com a segunda dose e 324 mil receberam a imunização em dose única. Os dados são do vacinômetro do estado e foram atualizados no dia 24 de janeiro.

Complete seu esquema vacinal e fique protegido! Vá até a unidade de saúde mais próxima e tome a 2° dose ou a dose de reforço.

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Brasil 61