Vacinação

29/11/2021 20:50h

Segundo o Governo Federal, a estimativa é de que essas doses comecem a ser entregues até março.

Baixar áudio

Nesta segunda-feira (29), o Ministério da Saúde e a Pfizer assinaram um contrato para aquisição de mais 100 milhões de doses de vacina para dar continuidade à Campanha de Vacinação contra a Covid-19 em 2022. Segundo o Governo Federal, a estimativa é de que essas doses comecem a ser entregues até março. 

O contrato prevê 100 milhões de doses, mas o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirma que esse quantitativo pode aumentar. “Nós já temos uma programação feita: 134 milhões de doses remanescentes de 2021 que ficarão para o ano de 2022, mais 100 milhões de doses com Pfizer e com a possibilidade de expansão para 50 milhões, e mais 120 milhões da AstraZeneca. Todas as vacinas com registro definitivo da Anvisa”, destacou. 

A proposta é que as doses sejam entregues de forma trimestral, sendo 20 milhões até março, mais 25 milhões até junho, outros 35 milhões até setembro e 19,9 milhões no último trimestre. 

Agora em 2021, o Governo Federal e a farmacêutica firmaram acordos para compra de 200 milhões de doses, cujas entregas devem ser finalizadas em dezembro deste ano. Dessas doses, mais de 139 milhões já foram distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo o ministro Queiroga, essa distribuição mostra a organização de compras e envios. “É a reafirmação do compromisso do governo Bolsonaro com o fim da pandemia da Covid-19. Somente para lembrar a vocês, esse esforço começou desde o início desta pandemia e a busca por vacinas não aconteceu de maneira atrasada”, afirmou.  

Hospital Martagão Gesteira

O contrato foi assinado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e pela presidente da farmacêutica americana no Brasil, Marta Díez, em Salvador, na Bahia. A  assinatura ocorreu durante cerimônia realizada no auditório do Hospital Martagão Gesteira - que foi contemplado por uma portaria que amplia para R$ 2,6 milhões o valor do incentivo financeiro para o hospital, mais do que o dobro do previsto até o momento.

Desta forma, a expectativa é de que os atendimentos de média e alta complexidade no Hospital Martagão Gesteira sejam reforçados e, assim, a unidade possa oferecer melhor assistência do Sistema Único de Saúde (SUS) à população baiana. A medida pretende beneficiar diretamente quase 3 milhões de pessoas que vivem em Salvador. 

Segundo dados do hospital, mais de 80 mil pacientes passam pelo local todos os anos e cerca de 500 mil atendimentos são realizados. A unidade filantrópica foi inaugurada em 1965 e faz parte 100% do SUS. É um hospital geral especializado em procedimentos de média e alta complexidade, principalmente nas áreas de oncologia, cardiologia e neurologia.

Copiar o texto
28/11/2021 17:50h

País africano já registra casos da nova variante do coronavírus, Ômicron. Viajante foi colocado em isolamento e cumpre quarentena residencial

Baixar áudio

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou um caso de Covid-19 em passageiro brasileiro que passou pela África do Sul, país que já registrou casos da nova variante do coronavírus, a Ômicron. Ele desembarcou no sábado (27), em Guarulhos, em um voo da Ethiopian Airlines.

O viajante foi colocado em isolamento e cumpre quarentena residencial. Segundo a Anvisa, ele está sem sintomas. O Ministério da Saúde acompanha o caso.
A agência informa que realiza a triagem em aeroportos brasileiros desde o início da pandemia, para que possa adotar medidas de prevenção e promoção da saúde nos casos de identificação de viajantes infectados pelo coronavírus.

Fechamento das fronteiras aéreas

Ainda neste domingo (28), a Anvisa publicou uma Nota Técnica Complementar (204/2021), que amplia a lista de países com restrição de voos e desembarque no Brasil, para evitar a propagação da nova variante do coronavírus, a Ômicron.

A agência adicionou Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia ao grupo dos seis países africanos que o governo federal já havia determinado bloqueio temporário das fronteiras aéreas: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue. 

No entanto, a recomendação da agência sobre adicionar mais quatro nações à lista de restrição deve ser analisada pelo governo e depende de portaria interministerial antes de passar a valer.

Covid-19: Brasil fecha a fronteira para voos vindos de seis países

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reafirmou que a principal arma contra a Covid-19 é a vacinação. “Gostaria de tranquilizar todos os brasileiros, porque os cuidados com essa variante são os mesmos cuidados com as outras variantes. A principal arma que nós temos para enfrentar essas situações é a nossa campanha de imunização.”

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, explica que o Brasil tem tecnologia laboratorial para detectar a nova variante. “ O nosso RT-PCR, no Brasil, detecta e capta essa variante. E nós temos uma rede de vigilância genômica para fazer o sequenciamento dos possíveis casos que possam eventualmente surgir no nosso país. A gente reforça os chamados cuidados não farmacológicos: evitar aglomerações fúteis, [fazer] a utilização de álcool em gel, distanciamento de pelo menos um metro e meio entre as pessoas e utilização de máscaras.”

Segundo o vacinômetro do Ministério da Saúde, já foram distribuídas 372 milhões de doses de vacinas aos estados. Dessas 308 milhões já foram aplicadas na população.

Somente neste final de semana, pousaram dois aviões no aeroporto de Guarulhos com 3,2 milhões de doses da vacina da Pfizer.

O que se sabe até agora

A primeira identificação da cepa B.1.1529 foi em meados de novembro em Botsuana, na África. Mais tarde, a variante foi denominada de Ômicron. Até agora, ela já foi notificada na África do Sul, Lesoto, Namíbia, Zimbábue, Eswatini, Hong Kong, na China, Israel, Bélgica, Reino Unido e Alemanha.

A Ômicron foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como variante de preocupação, quando possui evidência de aumento na transmissibilidade e no aumento da severidade da doença.

Copiar o texto
28/11/2021 16:20h

Infectologistas recomendam demais medidas de segurança, como vacinação completa, uso de máscaras e álcool em gel

Baixar áudio

O distanciamento de 2 metros entre as pessoas, sem o uso de máscaras, não impede a transmissão do coronavírus. É o que afirma um estudo realizado pelo departamento de Engenharia da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, publicado na revista científica Physics of Fluids.

De acordo com a pesquisa, a transmissão aérea do vírus é variável e pode ultrapassar essa distância. O resultado foi obtido por meio do método de modelagem, que analisa como as gotículas com coronavírus se espalham quando um indivíduo tosse, por exemplo. Em 2 metros, não há quebra abrupta da gotícula e, por isso, ainda pode haver contaminação.

O infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Julival Ribeiro, concorda com a conclusão do estudo e reforça a importância de usar a máscara. “Somente o distanciamento físico de dois metros, sem utilizar uma máscara cobrindo nariz e boca, não é suficiente para evitar a transmissão do vírus.”

A infectologista Ana Helena Germoglio também defende o uso de máscaras, mesmo ao ar livre. “Dependendo da atividade que esteja realizando, o vírus pode ser transmitido por até mais de seis metros, principalmente se a pessoa está sem máscara, por exemplo, se estiver cantando, falando alto, gritando, mesmo estando em ambientes de ar livre.”

Desde o início da pandemia, a bancária Mahyra Cristine Araujo trabalha presencialmente em Brasília (DF). Ela explica que é difícil para a equipe manter o distanciamento de dois metros, por isso eles tomam outros cuidados contra o coronavírus.

“Fazemos o uso de máscara o tempo inteiro; álcool em gel sempre que termina um atendimento e limpeza da área de trabalho de duas em duas horas. Além disso, há um vidro entre os caixas.”

“O mais importante é a gente aplicar as medidas preventivas, ou seja, higienização das mãos, usar a máscara cobrindo nariz e boca, evitar aglomerações, locais fechados, sobretudo pobre em ventilação”, recomenda o infectologista Julival.

Ele lembra que mesmo as pessoas com esquema vacinal completo ainda podem transmitir a Covid-19.

“Mesmo que a pessoa faça uso corretamente do esquema vacinal, ela pode ainda adquirir a Covid-19. Só que a grande maioria, se pegar, vai desenvolver um caso leve, porque a grandeza da vacinação é impedir número de casos graves, mortes e hospitalizações. Ou seja, mesmo a pessoa vacinada pode pegar a Covid-19 e pode transmitir esse vírus para outras pessoas. E a pessoa que pegou Covid-19 pode, às vezes, não ter sintoma nenhum.”

Por isso, ele reforça a importância de se vacinar, para não desenvolver o caso grave da Covid-19, e continuar praticando as demais medidas protetivas para não espalhar o vírus.

Terceira dose

No último dia 16 de novembro, o Ministério da Saúde anunciou que todas as pessoas maiores de 18 anos deverão tomar uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19 após, pelo menos, cinco meses da aplicação da segunda dose.

De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, as pesquisas realizadas em parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, já apresentaram dados suficientes para que o Governo Federal possa recomendar a aplicação de uma dose extra da vacina contra a Covid-19 e em tempo menor. As informações mostram que o esquema heterólogo - a combinação de vacinas diferentes - aumenta significativamente a imunidade. 

“Graças às informações dos estudos científicos de efetividade [da vacina], nós decidimos ampliar essa dose adicional, dose de reforço, para todos aqueles acima de 18 anos que tenham tomado essa segunda dose a mais de cinco meses. Nós temos doses de vacinas suficientes para garantir que essas vacinas cheguem a todas as 38 Unidades Básicas de Saúde do Brasil”, explicou o ministro. 

Segundo as informações do Ministério da Saúde, essa é a maior campanha de vacinação da história do Brasil, com mais de 364 milhões de vacinas Covid-19 distribuídas. Mesmo assim, mais de 21 milhões de pessoas precisam voltar aos postos de vacinação para tomar a segunda dose. Por isso, a campanha de vacinação lançada na última semana tem o slogan "Proteção pela metade não é proteção". 

Ministério da Saúde anuncia dose de reforço contra Covid-19 para maiores de 18 anos

Covid-19: saiba como tomar a dose extra da vacina

Dados mais recentes do Ministério da Saúde apontam que o Brasil registrou 22.076.863 casos de infecção pelo coronavírus, desde o início da pandemia. O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação, com 5,14%. O índice médio de letalidade do país está em 2,8%.

Copiar o texto
27/11/2021 17:15h

Nova variante do coronavírus, denominada Ômicron, preocupa as autoridades

Baixar áudio

O Brasil fechará as fronteiras aéreas para voos vindos da África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini - todos países africanos. O motivo é o surgimento de uma nova variante do coronavírus, denominada Ômicron. A medida valerá a partir de segunda-feira (29).

O anúncio foi feito na última sexta-feira (28), pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, em sua conta no Twitter.

“O Brasil fechará as fronteiras aéreas para seis países da África em virtude da nova variante do coronavírus. Vamos resguardar os brasileiros nessa nova fase da pandemia naquele país.”

Outros países também restringiram a entrada de viajantes dessas seis nações africanas, para conter o avanço da nova cepa do coronavírus, como Reino Unido, União Europeia e Estados Unidos. 

Neste sábado (27), o Reino Unido e a Alemanha informaram ter detectado, em cada país, dois casos de infecção pela nova variante em pessoas relacionadas com viagens para a África do Sul. Enquanto isso, a Holanda investiga casos suspeitos e governos europeus impõem novas restrições aos viajantes que chegam da África.

A nova variante foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como variante de preocupação, quando possuem evidência de aumento na transmissibilidade e no aumento da severidade da doença.

O médico infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília (HFA), Hemerson Luz, afirma que é preciso que o país se prepare para lidar com essa nova situação pandêmica. 

“O mundo todo está preocupado com essa variante que foi encontrada no sul do continente africano. O Brasil também tem que estar preparado, mas estamos progredindo muito bem com a vacinação, diferente dos países onde essa variante foi identificada. Devemos estar preocupados e manter todas as medidas de distanciamento, continuar higienizando as mãos e observar o que vai acontecer no cenário mundial da pandemia”, avaliou. 

Em várias capitais, a tradicional festa de ano novo pode ser cancelada para evitar a propagação do coronavírus. Em São Paulo, a Secretaria Estadual da Saúde tende a não apoiar o evento. No Ceará, o governo estadual proibiu a celebração da chegada de 2022 em Fortaleza. A proibição se estende a qualquer grande evento em todo o estado. Em Belo Horizonte, o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 desaconselhou os eventos com aglomerações. Em Salvador e Recife, a questão ainda está indefinida. No Rio de Janeiro, a celebração deve acontecer, bem como em Florianópolis.

O que são as novas cepas do coronavírus?

Covid-19: Brasil se prepara para combater nova mutação do vírus

Durante as comemorações do 76º Aniversário da Brigada de Infantaria Paraquedista, no Rio de Janeiro, na sexta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro afirmou, em coletiva de imprensa, que o Brasil e o mundo não aguentariam um novo lockdown, que poderia agravar a crise econômica.

Até o fechamento da reportagem, o Brasil não registrou nenhum caso de contaminação pela Ômicron ou B.1.1.529, de acordo com o Ministério da Saúde.

Os dados mais atualizados da pasta mostram que o país já registrou mais de 22.067.630 milhões de casos de contaminação pelo coronavírus, desde o início da pandemia. O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação, com 5,15%. O índice médio de letalidade do país está em 2,8%.  

Copiar o texto
26/11/2021 19:55h

Anvisa recomenda ao Governo Federal, medidas temporárias para restringir voos e viajantes procedentes de países da África do Sul - onde surgiu a nova variante do vírus

Baixar áudio

Para tentar conter a entrada da nova variante da Covid-19, no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma orientação para ajudar nas decisões do governo brasileiro referentes à entrada de viajantes no país e restrições de voos. Segundo recomendação do órgão, devem ser elaboradas medidas restritivas de caráter temporário em relação aos voos e viajantes procedentes da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

De acordo com o diretor presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, é muito difícil impedir completamente a transmissão, mas “as restrições de voo permitem que, se ocorrer, a disseminação se dê de maneira mais lenta enquanto progridem os estudos para melhor compreensão do poder de induzir doenças dessa nova variante. Então, as restrições de voos de países com novas variantes, são medidas coadjuvantes àquelas não-farmacológicas que todo cidadão pode adotar”, afirmou. 

Como está na lei, compete à Anvisa emitir manifestação técnica fundamentada para colaborar com as decisões interministeriais sobre eventuais restrições para ingresso no território brasileiro. Isso porque essa nova variante da Covid-19 - que recebeu o nome de Ômicron, uma letra do alfabeto grego - foi descoberta na África do Sul e já foi foi classificada como "variante de preocupação" (VOC) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Agora, para começar a valer, a medida depende que a Casa Civil da Presidência da República edite uma portaria em conjunto com o Ministério da Saúde, Ministério da Infraestrutura e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Além disso, a Anvisa restabeleceu, o sistema do formulário da Declaração de Saúde do Viajante (DSV). Isso significa que viajantes que tenham embarque em voos com destino ao Brasil, precisam comprovar o preenchimento da DSV, como determinado pelo Governo Federal em outubro de 2021.  

De acordo com o médico infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília (HFA), Hemerson Luz, é preciso que o país se prepare para lidar com essa nova situação pandêmica. “O mundo todo está preocupado com essa variante que foi encontrada no sul do continente africano. O Brasil também tem que estar preparado, mas estamos progredindo muito bem com a vacinação, diferente dos países onde essa variante foi identificada. Devemos estar preocupados e manter todas as medidas de distanciamento, continuar higienizando as mãos e observar o que vai acontecer no cenário mundial da pandemia”, avaliou. 

Anvisa pode liberar vacina Pfizer para crianças em dezembro

Gripe ou Covid-19? Saiba o que fazer se seu filho apresentar sintomas

Covid-19: saiba como tomar a dose extra da vacina

Ainda nesta sexta-feira (26), a Anvisa recebeu pedido de uso emergencial do molnupiravir, medicamento para combate à Covid-19, que foi apresentado pela empresa Merck Sharp & Dohme. A empresa afirma que, quando administrado no início da infecção, o medicamento “tem a capacidade de reduzir casos de hospitalização e mortes". Esses dados serão revisados pela Anvisa que, segundo o  diretor presidente, Antonio Barra Torres, a agência tem um trabalho de análise “bastante rigoroso e detalhado para que possam ser oferecidos sempre produtos de qualidade, segurança e eficácia.”

Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 12.392 casos e 315  óbitos por Covid-19, nas últimas 24h, de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 22.067.630 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,15%. O índice médio de letalidade do País está em 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    5,15%
  • SP    3,46%
  • AM    3,21%
  • PE    3,17%
  • MA    2,82%
  • PA    2,80%
  • GO    2,67%
  • AL    2,62%
  • PR    2,60%
  • CE    2,60%
  • MS    2,56%
  • MG    2,54%
  • MT    2,52%
  • RO    2,43%
  • RS    2,42%
  • PI    2,18%
  • BA    2,17%
  • SE    2,17%
  • ES    2,13%
  • PB    2,12%
  • DF    2,10%
  • AC    2,10%
  • RN    1,98%
  • TO    1,70%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,60%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

Copiar o texto
25/11/2021 20:50h

O laboratório anunciou que um estudo preliminar apontou para eficácia de 100% da vacina para pessoas entre 12 e 15 anos de idade e de 90% para população acima de 16 anos

Baixar áudio

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pode liberar a vacina da Pfizer contra a Covid-19 para crianças entre 5 e 11 anos de idade a partir da primeira quinzena de dezembro. Segundo a Anvisa, o pedido da farmacêutica Pfizer/BioNTech está em análise desde o dia 12 de novembro e tem prazo de até 30 dias para ter uma resposta da agência. 

Na última segunda-feira (22), o laboratório da Pfizer/BioNTech anunciou que o resultado de um estudo preliminar apontou para  eficácia de 100% da vacina para pessoas entre 12 e 15 anos de idade e que completaram o esquema vacinal com duas doses do imunizante. O estudo acompanhou 2.228 participantes por sete dias durante mais quatro meses após a segunda dose e conseguiu comprovar esse resultado. 

De acordo com a líder médica de vacinas da Pfizer no Brasil, a Dra. Julia Spinardi, o estudo pretendia avaliar a persistência da proteção usada na vacina no corpo das pessoas imunizadas. Segunda ela, “esse valor de eficácia foi avaliado cerca de quatro meses após a conclusão do esquema vacinal primário, ou seja, se avaliou que mesmo depois desse período, após receber as duas doses da vacina, ela se manteve segura [no corpo humano] e com uma eficácia de 100%”, destacou.

Nesse sentido, as  equipes da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS) começaram, nesta quinta-feira (25), a ir até às escolas da rede municipal e estadual para aplicar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 nos adolescentes de 12 a 17 anos de idade. Os pais ou responsáveis precisam assinar um documento autorizando a imunização. Existe um modelo de autorização que será levado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) durante essas visitas. 

Pfizer acredita em liberação da vacina para crianças menores  de 12 anos ainda em 2021

    Gripe ou Covid-19? Saiba o que fazer se seu filho apresentar sintomas  

De acordo com a Pfizer Brasil, a eficácia da vacina na população com faixa-etária acima de 16 anos já foi comprovada e consegue proteger em até 90% contra a Covid-19. É o que explica a doutora Julia Spinardi. “Na população acima de 16 anos de idade, já foi anunciado que mostramos uma eficácia de cerca de 90% para a população vacinada após seis meses da segunda dose do esquema vacinal”, disse a médica.

Agora, a Pfizer Brasil aguarda análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a recomendação ou não das vacinas para a população entre 5 e 11 anos de idade aqui no Brasil. O processo ainda está  no começo, mas já foram apresentadas informações favoráveis em estudos europeus e nesta quinta-feira, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA)  liberou a vacina para esse público. 

Orientações da Anvisa sobre dose de reforço

Nesta semana, a Anvisa apresentou uma avaliação sobre o cenário de doses de reforço para o Brasil, além de ter anunciado a aprovação da dose de reforço da Pfizer. A dose de reforço refere-se à aplicação de uma dose a mais na população, além do esquema de vacinação primário (uma ou duas doses, dependendo da vacina usada).
 
Pfizer: Está aprovada com dose de reforço para pessoas que receberam Pfizer na vacinação primária. 

Astra e Janssen: a Anvisa indica a vacinação homóloga, ou seja, com a mesma vacina. Já que os dados de vacinação heteróloga (vacina diferente) são escassos. É importante destacar que a Anvisa ainda não recebeu pedido da Astrazeneca para dose de reforço e que o pedido da Janssen está em análise. 
 
Coronavac: a Anvisa indica preferencialmente o uso de vacina de tecnologia mRNA tendo em vista características específicas da Coronavac. 

Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 12.126 casos e 303  óbitos por Covid-19, nas últimas 24h, de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 22.055.238 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,15%. O índice médio de letalidade do País está em 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ - 5,15%
  • SP - 3,46%
  • AM - 3,21%
  • PE - 3,17%
  • MA - 2,82%
  • PA - 2,80%
  • GO - 2,67%
  • AL - 2,62%
  • PR - 2,60%
  • CE - 2,60%
  • MS - 2,56%
  • MG - 2,54%
  • MT - 2,52%
  • RO - 2,43%
  • RS - 2,42%
  • PI - 2,18%
  • BA - 2,17%
  • SE - 2,17%
  • ES - 2,13%
  • PB - 2,12%
  • DF - 2,10%
  • AC - 2,10%
  • RN - 1,98%
  • TO - 1,70%
  • SC - 1,62%
  • AP - 1,61%
  • RR - 1,60%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

Copiar o texto
23/11/2021 19:40h

Especialista diz que durante uma pandemia, qualquer sinal ou sintoma diferente na criança já é motivo de alerta aos pais ou responsáveis

Baixar áudio

É gripe ou Covid-19? Essa é uma pergunta frequente desde que a doença se alastrou pelo mundo. Em grande parte pelas pessoas responsáveis por crianças pequenas. Apesar de os sintomas dos dois vírus serem parecidos, em tempos de pandemia é preciso não descuidar e agir de forma segura perante as crianças e todos ao redor. 

De acordo com a médica epidemiologista, pesquisadora do CNPq e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Ethel Maciel, é preciso ter atenção a todas as reações diferentes que a criança apresentar. “No meio de uma pandemia qualquer sinal ou sintoma que é diferente do que a criança estava ontem e hoje está em um estado mais febril, com desânimo e às vezes diarreia, coriza ou nariz escorrendo, é importante ficar em casa e comunicar a escola, além de fazer o teste diagnóstico para excluir a Covid-19”, destacou. 

Para a médica, mesmo que os exames digam que não é Covid-19, é preciso que a criança permaneça em casa para não contaminar outras crianças com algum outro vírus. Um dado importante e que colabora com a opinião da médica é o de que, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), mais de 1,9 milhão de crianças e adolescentes relataram infecção pela doença só em 2021.

A epidemiologista Ethel Maciel, ainda explica que mesmo que a criança tenha histórico de alergias ou alguma doença respiratória, é importante não descuidar e levar o pequeno ao pediatra caso apareçam sintomas de gripe ou do novo coronavírus. “Mesmo que os familiares desconfiem de uma alergia, e não ser Covid-19, em uma pandemia nós temos que atribuir ao vírus que está circulando de uma forma mais predominante, como o agente causador daquele sinal e sintoma”, esclareceu. 

Crianças de até 9 anos estão adoecendo mais por vírus respiratórios

Vacina da Janssen contra a Covid-19 precisa de duas doses; entenda

Sintomas leves da Covid-19

  • Tosse;
  • Dor de garganta com ou sem coriza;
  • Perda de olfato;
  • Diarreia;
  • Dor abdominal;
  • Febre baixa;
  • Calafrios;
  • Dor muscular;
  • Fadiga;
  • Dor de cabeça intensa.

Sintomas moderados da Covid-19

  • Tosse persistente e febre diária;
  • Piora progressiva dos sintomas leves relacionado à Covid-19;
  • Pneumonia sem sinais ou sintomas de gravidade.

Sintomas graves da Covid-19

  • Quadro de gripe que apresente falta de ar/desconforto respiratório;
  • Pressão persistente no tórax;
  • Saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada de lábios ou rosto; 
  • Especialmente em crianças, a respiração acelerada para tentar compensar a falta de oxigênio no organismo;
  • Desconforto respiratório;
  • Alteração da consciência;
  • Desidratação;
  • Dificuldade para se alimentar, 
  • Convulsões. 

Sintomas críticos da Covid-19

  • Sepse - que é quando nosso corpo se depara com uma infecção, ele gera uma resposta inflamatória que pode levar a uma série de complicações;
  • Síndrome do desconforto respiratório agudo;
  • Insuficiência respiratória grave;
  • Disfunção de múltiplos órgãos;
  • Pneumonia grave;
  • Necessidade de suporte respiratório e internações em unidades de terapia intensiva.

É importante destacar que doenças respiratórias diferentes da Covid-19 estão causando muitas internações de crianças recém-nascidas até os nove anos de idade, como revelou o último Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado no final de outubro. As informações mostram que entre as crianças de 0 a 9 anos, foi observada uma estabilização de casos semanais registrados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em valores entre 1.000 e 1.200, próximos ao que se registrou no pico de julho de 2020 (quando foram registrados 1.282 casos na Semana Epidemiológica 29). 

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), mesmo com a vacinação aumentando por todo o mundo, pais e mães devem continuar a incentivar as crianças a tomarem as mesmas precauções de antes para ajudar a prevenir o contágio e a disseminação da Covid-19. 

E a respeito da vacinação para crianças e jovens, o laboratório da Pfizer/BioTech anunciou, na última segunda-feira (22), que um estudo preliminar apontou para  eficácia de 100% para pessoas entre 12 e 15 anos de idade que completaram o esquema vacinal com duas doses da vacina Pfizer. O estudo acompanhou 2.228 participantes por sete dias durante mais quatro meses após a segunda dose. 

Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 10.312 casos e 284  óbitos por Covid-19, de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 22.030.182 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,15%. O índice médio de letalidade do País está em 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

RJ    5,15%
SP    3,46%
AM    3,22%
PE    3,16%
MA    2,83%
PA    2,80%
GO    2,67%
AL    2,62%
PR    2,60%
CE    2,60%
MS    2,56%
MG    2,54%
MT    2,52%
RO    2,43%
RS    2,42%
PI    2,18%
BA    2,17%
SE    2,17%
ES    2,13%
PB    2,12%
DF    2,10%
AC    2,10%
RN    1,98%
TO    1,70%
SC    1,62%
AP    1,61%
RR    1,60%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

Copiar o texto
22/11/2021 20:50h

Antes a vacina da Janssen era aplicada como dose única, mas estudos científicos demonstraram que os efeitos de proteção desse imunizante é mais efetivo quando aplicadas duas doses

Baixar áudio

Com a mudança nas orientações do Ministério da Saúde sobre a vacinação contra a Covid-19, as pessoas que tomaram a vacina da fabricante Janssen agora precisam tomar uma segunda dose. Antes essa vacina era aplicada como dose única, mas estudos científicos demonstraram que os efeitos de proteção desse imunizante são mais efetivos quando aplicadas as duas doses - assim como as demais vacinas.

A segunda dose da vacina Janssen não é a de reforço. As pessoas que tomaram apenas uma dose da Janssen terão de ser vacinadas com uma segunda dose após, no mínimo, dois meses da primeira. Depois disso, devem aguardar cinco meses para que possam ser vacinadas com um imunizante diferente - essa sim, será a dose de reforço. 

É isso o que explica o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. “Hoje nós sabemos que é necessário essa proteção adicional. Então, essas pessoas tomaram a vacina da Janssen, vão tomar uma segunda dose desse mesmo imunizante. Como nós temos o quantitativo [de vacinas], não vai ser um esforço muito grande. E lá na frente, a sequência é: completou cinco meses da segunda dose, recebe a dose de reforço preferencialmente de uma vacina diferente”, afirmou.

De acordo com a fabricante da Janssen, os efeitos colaterais da vacina podem ser reações no local da aplicação como dor, vermelhidão na pele e inchaço. Além disso, podem ocorrer efeitos colaterais como dor de cabeça, sensação de muito cansaço, dores musculares, náusea, febre. No Brasil, não há registro de casos graves relacionados a essa vacina. 

Para infectologista, redução de mortes comprova eficácia da vacinação

Semana de Conscientização Antimicrobiana: automedicação com antibióticos e analgésicos preocupa especialistas de Saúde

Depois das duas doses da Janssen, a orientação do Ministério da Saúde de tomar a dose de reforço diferente da vacina tomada anteriormente não oferece riscos para a saúde da população, segundo a médica infectologista Ana Helena Germoglio. 

“Nós não trabalhamos com riscos de vacinas diferentes, muito pelo contrário, já está provado que as vacinas com plataformas diferentes propiciam resposta imune melhor. Então não existe risco em tomar vacinas de plataformas diferentes. E quando a gente fala de plataforma, a gente quer dizer fabricantes, pois hoje em dia cada fabricante utiliza uma plataforma diferente”, destacou a médica.

Segundo o Ministério da Saúde, até o momento foram aplicadas 4.832.642 doses da vacina Janssen por todo o Brasil. Além disso, na semana passada, mais de um milhão de dosses desse imunizante chegaram ao país. Essas vacinas fazem parte das mais de 38 milhões produzidas pela farmacêutica americana e que estão encomendadas pelo Ministério da Saúde até o fim de 2021. A remessa será distribuída para estados e Distrito Federal nos próximos dias, pois as vacinas ainda estão retidas pelo Governo Federal para análise e controle de qualidade. 

Por diversos estados, a estratégia de vacinação vai se adequar ao envio desse lote de vacinas pelo Ministério da Saúde. Esse é o caso do Distrito Federal, que vai condicionar a aplicação da dose de reforço às doses “que serão enviadas pelo Ministério da Saúde para esta finalidade. Até o momento, pessoas com 57 anos ou mais já podem procurar os postos para a aplicação da dose de reforço”, esclareceu a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, por meio da assessoria de comunicação.

Reforço na vacinação

Nesta segunda-feira (22), o Ministério da Saúde anunciou o envio de mais 3,5 milhões de vacinas Covid-19 para todo Brasil. Essa distribuição começou na última sexta-feira (19). Serão enviados 2,3 milhões de doses da Pfizer destinadas para a vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos. 

Além disso, foram enviados 1,1 milhão de doses da Coronavac e 136,2 mil doses da Astrazeneca para os estados da Paraíba, Bahia, Goiás e para o DF. Essas localidades requisitaram mais vacinas para completarem a imunização da população com primeira e segunda dose.

Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 2.594 casos e 123  óbitos por Covid-19, de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 22.019.870 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,15%. O índice médio de letalidade do País está em 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    5,15%
  • SP    3,46%
  • AM    3,22%
  • PE    3,16%
  • MA    2,83%
  • PA     2,80%
  • GO    2,67%
  • AL     2,62%
  • PR    2,60%
  • CE    2,60%
  • MS    2,56%
  • MG    2,54%
  • MT    2,52%
  • RO    2,43%
  • RS    2,42%
  • PI     2,18%
  • BA    2,17%
  • SE    2,17%
  • ES    2,13%
  • PB    2,12%
  • DF    2,10%
  • AC    2,10%
  • RN    1,98%
  • TO    1,70%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,60%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

Copiar o texto
19/11/2021 20:20h

Ministério da Saúde também anunciou marco de 300 milhões de vacinas aplicadas e queda de 91,7% da média móvel de óbitos pela doença

Baixar áudio

Os ministros da Saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, e do Paraguai, Julio Vargas, assinaram um acordo de fortalecimento na atenção e vigilância à saúde em regiões de fronteira. Um dos principais objetivos é a definição de diretrizes e orientações em comum para realizar ações que minimizem os riscos à saúde, durante e pós-pandemia da Covid-19, em ambos os países. O acordo foi assinado nesta sexta-feira (19), durante a 49ª Reunião de Ministros da Saúde do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR). A iniciativa faz parte das estratégias de celebração aos 30 anos do Mercosul. 

O compromisso estabelece a criação do Comitê Binacional de Saúde na Fronteira, entidade que terá a participação de autoridades sanitárias de ambos os países para trabalhar em conjunto na aplicação de orientações e medidas sanitárias em cidades-gêmeas, ou seja, municípios que são vizinhos, mas pertencem a países diferentes. 

O ministro brasileiro disse que a pasta dá mais um passo em direção a uma agenda comum entre os dois países vizinhos. “E com isso, estarmos mais seguros, não só para pôr fim à pandemia da Covid-19, mas para enfrentar outras emergências sanitárias que possam espreitar os nossos países. Assim, eu agradeço muito aos ministros que compõem o Mercosul Saúde”, afirmou.

Durante a celebração do acordo foram realizadas ações durante o dia, como a vacinação de moradores e estrangeiros com vacinas tríplice viral, Febre Amarela, Influenza (H1N1) e Covid-19. Além disso, a população local também pode fazer testes rápidos para o novo coronavírus de forma gratuita. 

Neste sábado (20) começa a Mega Vacinação contra a Covid-19

Ministério da Saúde aumenta recursos para prevenção e tratamento de câncer de próstata    

Marco na vacinação contra a Covid-19

Nesta sexta-feira (19), o Ministério da Saúde também anunciou que o Brasil chegou ao número de mais de 300 milhões de doses de vacina aplicadas. Outro dado importante é a queda da média móvel de óbitos em 91,7%, desde o pico da pandemia, registrado em abril.

Durante a reunião do Mercosul, a ministra da Saúde da Argentina, Carla Vizzotti, que é médica infectologista e fundadora da Sociedade Argentina de Vacinação e Epidemiologia (SAVE), elogiou o trabalho do Brasil no combate à Covid-19, apesar dos números que a doença fez por aqui. “É um símbolo muito importante de esforço, e é um esforço enorme quando um país decide, por meio do Ministério da Saúde e junto com todos os governos - nacional, estaduais e municipais - dar uma resposta à pandemia”, destacou a ministra argentina. 

A Argentina passou 18 meses de fronteiras fechadas e, há cerca de um mês, escolheu o Brasil e o Chile para um “projeto-piloto” de reabertura - ambos são países que fazem fronteira.

Participaram também os ministros da Saúde do Uruguai, Daniel Salinas; da Argentina, Carla Vizzotti; e da Bolívia, Marcos Auza. Além disso, esteve presente Socorro Grossa, que é a representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil. 

Dados da Covid-19 

O Brasil registrou mais 13.355 casos e 226  óbitos por Covid-19, de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 22.003.317 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,15%. O índice médio de letalidade do País está em 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    5,15%
  • SP    3,46%
  • AM    3,22%
  • PE    3,16%
  • MA    2,83%
  • PA    2,79%
  • GO    2,65%
  • AL    2,62%
  • PR    2,59%
  • CE    2,59%
  • MS    2,56%
  • MG    2,54%
  • MT    2,52%
  • RO    2,43%
  • RS    2,42%
  • PI    2,18%
  • BA    2,17%
  • SE    2,17%
  • ES    2,13%
  • PB    2,12%
  • DF    2,10%
  • AC    2,10%
  • RN    1,98%
  • TO    1,70%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,60%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

Copiar o texto
17/11/2021 20:45h

A nova orientação é de que, após cinco meses da segunda dose, todas as pessoas devem tomar uma dose extra para maior segurança contra a Covid-19 - mesmo as pessoas que tomaram a chamada “dose única” da Janssen.

Baixar áudio

Nesta quarta-feira (17), a campanha de vacinação contra a Covid-19 recebeu um reforço na quantidade de vacinas: 2,5 milhões de doses da Astrazeneca foram entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, até agora mais de 18 milhões de doses foram enviadas aos estados e ao Distrito Federal. 

De acordo com a estratégia elaborada pelo Ministério da Saúde, foram adquiridas doses de vacina suficientes para imunizar toda a população acima de 18 anos com a segunda dose e, até mesmo, com a dose de reforço. Na última terça-feira (16), o governo anunciou a nova orientação de que, após cinco meses da segunda dose, todas as pessoas devem tomar uma dose extra para maior segurança contra a Covid-19 -  mesmo as pessoas que tomaram a chamada “dose única” da Janssen. 

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o governo possui dados e pesquisas que apontam uma maior eficácia na proteção se a dose de reforço for de um tipo diferente das outras vacinas já tomadas. “Essa dose adicional, essa dose de reforço deve ser feita por uma vacina diferente. É o que nós chamamos de vacinação heteróloga. E essa decisão é baseada na ciência”, esclareceu. 

Novembro Azul: “Cuide do que é seu” é o tema deste ano para conscientizar os homens

Ministério da Saúde anuncia dose de reforço contra Covid-19 para maiores de 18 anos

Os resultados preliminares do estudo sobre a dose de reforço, encomendado pelo Ministério da Saúde para a Universidade de Oxford, mostram que o esquema heterólogo - a combinação de vacinas diferentes - aumenta a imunidade. Desta forma, a orientação é que o reforço seja aplicado, preferencialmente, com a vacina da Pfizer e, na falta desse imunizante, podem ser aplicadas as vacinas da Astrazeneca ou Janssen.

De acordo com a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Melo, o mais importante é completar a segunda dose e, depois do período de cinco meses, tomar a dose extra como reforço. “Nós temos um esquema vacinal primário e os estudos têm mostrado que a partir do quinto mês, independente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos o nosso sistema imunológico, por isso é chamada de dose de reforço”, avaliou.

Quem pode tomar a dose de reforço?

Pessoas com mais de 18 anos que já tenham tomado as duas doses da vacina contra Covid-19 há mais de cinco meses.

Quem tomou a dose única da Janssen pode tomar o reforço?

As pessoas que tomaram apenas uma dose da Janssen terão de ser vacinadas com uma segunda dose após, no mínimo, dois meses da primeira. Depois de cinco meses da segunda dose, poderão ser vacinados com uma vacina de reforço diferente. 

A dose de reforço deve ser de laboratório diferente?

Sim. Neste reforço da proteção, é preciso que a vacina seja diferente da primeira e segunda doses que você tomou antes, dando preferência à Pfizer. Quem tomou as duas primeiras doses de Pfizer deve tomar AstraZeneca ou Janssen. Mas caso não seja possível, é preferível tomar uma dose de reforço mesmo que não seja diferente das anteriores. 

Como ficam as pessoas que tomaram a vacina Sinovac?

Quem tomou as duas doses da Sinovac, deve receber uma dose diferente dando preferência à Pfizer. Caso não seja possível, podem ser tomadas doses das vacinas Janssen ou AstraZeneca. 

De acordo com dados do LocalizaSUS, até agora, o Brasil aplicou mais de 297 milhões de vacinas contra a Covid-19. Deste total, mais de 157 milhões receberam a primeira dose, o que representa 88,9% da população-alvo; e 128 milhões completaram o esquema vacinal com as duas doses, o que equivale a 71,5%. Para a Campanha de 2022, o Governo Federal garantiu mais de 350 milhões de doses.

Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 11.977 casos e 373  óbitos por Covid-19, de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (17). Desde o início da pandemia, mais de 21.977.661 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,16%. O índice médio de letalidade do País está em 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    5,16%
  • SP    3,46%
  • AM    3,22%
  • PE    3,16%
  • MA    2,83%
  • PA    2,80%
  • GO    2,67%
  • AL    2,62%
  • PR    2,60%
  • CE    2,60%
  • MS    2,56%
  • MG    2,54%
  • MT    2,52%
  • RO    2,43%
  • RS    2,42%
  • PI    2,18%
  • BA    2,17%
  • SE    2,17%
  • ES    2,13%
  • PB    2,12%
  • DF    2,10%
  • AC    2,10%
  • RN    1,98%
  • TO    1,70%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,60%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

Copiar o texto
Brasil 61