Vacinação

30/12/2025 02:00h

Ministério da Saúde amplia prazo vacinal contra o HPV até primeiro semestre de 2026 A estratégia deve atingir jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada

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O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da estratégia de resgate vacinal contra o Papilomavírus Humano (HPV) até o primeiro semestre de 2026. A medida, que estava prevista para dezembro deste ano, seguirá vigente até a realização da Campanha de Vacinação nas Escolas, com o objetivo de ampliar o acesso à imunização em todo o país. A estratégia está voltada a jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada.

A estimativa do Governo Federal é alcançar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária que ainda não foram vacinados contra o HPV. Dados do Ministério revelam que até este mês foram aplicadas 208,7 mil doses no âmbito da estratégia de resgate, sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.

A estratégia contempla os cerca de 5,5 mil municípios brasileiros e busca assegurar que adolescentes e jovens ainda não vacinados tenham acesso à proteção, especialmente por meio de ações integradas entre União, estados e municípios.

Segundo o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a ampliação do prazo é fundamental para garantir proteção individual e coletiva. “Ao ampliar o período da estratégia de resgate, possibilitamos que adolescentes e jovens que perderam a oportunidade de se vacinar entre os 9 e 14 anos assegurem sua proteção e contribuam para a redução da circulação do vírus na população”, destacou.

A vacina contra o HPV é considerada segura e eficaz na prevenção de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço. Atualmente, a vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também ocorre por meio de ações extramuros, realizadas em escolas, universidades, ginásios esportivos e até shoppings, ampliando o alcance da imunização e facilitando o acesso do público jovem.

Dose única 

A vacina contra o HPV integra o calendário nacional de vacinação para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, substituindo o modelo anterior de duas doses, o que simplificou o acesso e ampliou a cobertura vacinal.

Para pessoas imunocomprometidas, o esquema vacinal permanece com três doses. A mesma recomendação se aplica a usuários de PrEP entre 15 e 45 anos e a vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.

Com a prorrogação da estratégia de resgate até 2026, o Ministério da Saúde vai reforçar ações no ambiente escolar para alcançar adolescentes e jovens que ainda não estão protegidos contra o HPV.

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30/12/2025 01:00h

Circulação internacional do vírus e grande fluxo de viajantes elevam o risco de reintrodução da doença no litoral paulista, adverte SES-SP

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) emitiu um alerta aos serviços de saúde, autoridades portuárias e viajantes diante do aumento do risco de reintrodução do sarampo durante a temporada de cruzeiros 2025/2026 no litoral paulista. A preocupação está relacionada à circulação internacional do vírus e à intensa movimentação de passageiros e tripulantes de diferentes nacionalidades.

A temporada de cruzeiros teve início em 26 de outubro de 2025 e segue até 19 de abril de 2026. Segundo a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil), mais de 670 mil viajantes devem embarcar em roteiros pelo país nesse período.

Em 2024, o Brasil reconquistou o status de país livre do sarampo. No entanto, em 2025, já foram confirmados 38 casos da doença no território nacional, todos importados ou relacionados à importação. Os registros estão distribuídos entre os estados do Tocantins (25 casos), Mato Grosso (6), Rio de Janeiro (2), São Paulo (2) e um caso em cada um dos seguintes estados: Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Maranhão. Atualmente, há surtos ativos de sarampo em diversas regiões do mundo, o que reforça a necessidade de vigilância contínua e atenção à situação vacinal da população.

A médica infectologista Joana D’arc Gonçalves ressalta que a principal forma de prevenção é a vacinação.

“A principal ação é cumprir o calendário vacinal preconizado pelo Ministério da Saúde. Em algumas situações de risco, tem doses extras e também o chamado bloqueio vacinal, que é quando se vacina todas aquelas pessoas que tiveram contato com casos suspeitos de sarampo.”

Cobertura vacinal

No Brasil, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral — que protege contra sarampo, caxumba e rubéola — é de 94,5%. Já a segunda dose alcança 79,56%. Em São Paulo, os índices são de 95,47% para a primeira dose e 85,34% para a segunda.

Os dados são do Painel de Cobertura Vacinal do Ministério da Saúde, com base na Rede Nacional de Dados em Saúde, considerando as doses aplicadas até 1º de novembro de 2025.

Cuidados para quem vai viajar

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como navios de cruzeiro. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que costumam surgir entre sete e 14 dias após a exposição ao vírus.

A SES-SP orienta às pessoas que pretendem viajar, inclusive em cruzeiros marítimos ou para eventos de grande porte, que verifiquem a caderneta de vacinação e garantam o esquema completo da vacina tríplice viral, preferencialmente com pelo menos 15 dias de antecedência. 

A secretaria também reforça a adoção de medidas de higiene durante as viagens, como:

  • Cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir;
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool em gel;
  • Evitar o compartilhamento de copos, talheres e alimentos;
  • Não levar as mãos à boca ou aos olhos;
  • Evitar aglomerações e locais pouco ventilados;
  • Manter os ambientes sempre limpos e arejados;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.

Após o retorno da viagem, caso surjam sintomas suspeitos em até 30 dias — como febre e manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse, coriza ou conjuntivite — a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, informar o histórico de deslocamento e evitar a circulação em locais públicos.

Para os profissionais de saúde, a SES-SP reforça que o sarampo é uma doença de notificação compulsória imediata. Casos suspeitos devem ser comunicados à vigilância epidemiológica em até 24 horas, permitindo a rápida adoção de medidas de bloqueio e prevenção.

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27/12/2025 04:15h

A estimativa da pasta é vacinar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária

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O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal contra o HPV voltada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante na idade recomendada. A ampliação do prazo tem como objetivo reforçar a proteção desse público e aumentar a cobertura vacinal em todo o país, por meio de ações em escolas e outros locais de grande circulação.

A estimativa da pasta é vacinar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária. Desde o início da estratégia, até dezembro de 2025, já foram aplicadas 208,7 mil doses — 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos. 

O diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, destacou que a ampliação do prazo permite que adolescentes e jovens que não se vacinaram entre 9 e 14 anos possam garantir sua proteção. "Essa medida contribui para reduzir a circulação do vírus e prevenir doenças graves associadas ao HPV", afirmou.

A vacina é segura e essencial na prevenção de diversos tipos de câncer, incluindo os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço. A iniciativa contempla todos os 5,5 mil municípios brasileiros, com aplicação disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em ações extramuros promovidas em escolas, universidades, ginásios e shoppings, em parceria com estados e municípios.

Desde 2024, o Brasil adota o esquema de dose única da vacina contra o HPV, o que simplifica o acesso e facilita a adesão dos adolescentes à imunização. Para pessoas imunocomprometidas — como pacientes vivendo com HIV/Aids, transplantados, pacientes oncológicos, usuários de PrEP entre 15 e 45 anos e vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos — o esquema permanece com três doses, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Mais informações sobre a vacinação estão disponíveis no portal do Ministério da Saúde: 
www.gov.br/saude

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23/12/2025 19:10h

Pais, mães e responsáveis, procurem o posto de vacinação mais próximo e vacinem seus filhos

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Os 16 municípios da macrorregião de saúde Macro Única do Amapá – entre eles Laranjal do Jari, Macapá, Oiapoque e Tartarugalzinho – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes. 

As coberturas vacinais registradas desde janeiro preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Moradora do bairro Congóis, em Macapá, a gerente de núcleo na Secretaria Estadual de Mobilização e Participação Popular, Mara Menescal, de 50 anos, sempre fez questão de manter a família protegida. Mãe de três filhos e hoje cuidando da neta de 5 anos, ela segue firme: a caderneta de vacinação da pequena está sempre em dia.

“Sempre levei meus filhos para vacinar. Tive 3. E agora também levo minha neta – crio uma netinha de 5 anos – pela importância da vacina, para prevenir doenças. Quanto mais a gente previne, melhor. Vacinação é importante: é saúde, é vida.”

O Amapá tem reforçado ações em pontos estratégicos, como shopping centers, escolas e creches, para alcançar quem ainda não se vacinou. A informação é do Setor de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis.

Para ampliar a cobertura vacinal, os profissionais de saúde também orientam pais e responsáveis durante visitas às famílias, 

A enfermeira da Unidade de Imunobiológicos do Amapá, Viviane Ribeiro, reforça o chamado para a vacinação. Ela lembra que a cobertura vacinal ainda está abaixo da meta e reforça a urgência de avançar na testificação para melhorar esses índices.

“As coberturas vacinais das crianças e dos adolescentes precisam melhorar, pois ainda não alcançamos as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde e temos também como prioridades absolutas o desenvolvimento de testificação vacinal para a melhoria das coberturas.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. . É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até dezembro deste ano. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre as coberturas vacinais impede o retorno de das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis do Amapá! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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23/12/2025 19:10h

Pais, mães e responsáveis, mantenham o cartão de vacinação das crianças e adolescentes em dia

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Os 18 municípios da Macrorregião I de Porto Velho – entre eles Ariquemes, Guajará-Mirim e Porto Velho – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

A assistente administrativa Maria Samara Félix da Silva, de 32 anos, sabe que a vacinação é importante para o filho – um bebê de nove meses. Para moradora da Vila Adenite, em Porto Velho, proteger a saúde o pequeno é um dever: 

“Acredito que vacinas salvam vidas sim, porque foram criadas para reconhecer o sistema imunológico, e para combater um vírus, uma bactéria; e também temos que acreditar na saúde pública, porque existem muitos estudos, pesquisas para cada vacina. E isso é importante para que as nossas crianças ganhem [reforço] esse sistema imunológico.” 

Para reforçar a cobertura vacinal, uma das principais iniciativas do estado é a campanha "Vacinação Sem Fronteira". A estratégia da Agência Estadual de Vigilância em Saúde, a Agevisa, é levar equipes volantes a áreas de difícil acesso, como comunidades rurais e ribeirinhas. 

Segundo o chefe de Núcleo da Agevisa, Ivo da Silva Rodrigues, o sarampo é um risco real e é atualmente a maior preocupação local. 

Diante disso, Rodrigues, ao reforçar a importância da vacinação, destaca as prioridades para os próximos meses:

“As prioridades estabelecidas para os próximos meses concentram-se em dois eixos principais. Primeiro, consolidar os avanços já alcançados, garantir a manutenção dos índices de cobertura vacinal. Segundo, intensificar a busca ativa por crianças não vacinadas por meio da implementação de estratégias de microplanejamento ajustadas às especificidades de cada município e comunidade.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. . É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até dezembro deste ano. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre as coberturas vacinais impede o retorno de das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis de Rondônia! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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23/12/2025 19:00h

Pais, mães e responsáveis, mantenham a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes em dia

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Os 75 municípios da macrorregião Centro-Sul – entre eles Dianópolis, Gurupi, Palmas, Paraíso do Tocantins – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Em Dianópolis, no bairro Bela Vista, quem dá o exemplo é a dona de casa Halyne Melo Batista, de 29 anos. Mãe de um pré-adolescente de 11 anos e de uma menina de 7, ela faz questão de manter a vacinação dos filhos em dia. E explica o porquê:

“Acredito [na vacinação] porque essa crença é respaldada por décadas de evidência científica. As vacinas são cruciais para o combate. Também controlam surtos de doenças, como sarampo, caxumba e rubéola.”

Segundo a Gerência de Imunização do Estado, Tocantins tem intensificado a comunicação com pais e responsáveis por meio de campanhas educativas, materiais informativos, ações intersetoriais e mobilização das equipes municipais. 

São reforçadas orientações sobre a importância da caderneta de vacinação como documento de saúde, a proteção coletiva proporcionada pela imunização e o risco de adoecimento quando há atrasos no esquema vacinal. 

A gerente de Imunização do Estado, Marli Jerônimo Rodrigues, reforça o chamado:

“Mães e pais, venham vacinar seus filhos. É importante que vocês mantenham a caderneta de vacinação dos seus filhos em dia. Procurem a Unidade de Saúde mais próxima para verificar o calendário vacinal e garantir que todas as doses necessárias sejam aplicadas. Vacinar é um gesto de responsabilidade, amor e cuidado com o futuro da sua família.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é completar esquemas atrasados e aplicar vacinas contra o HPV, hepatite B e febre amarela, entre outras. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até dezembro deste ano.

O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que manter as coberturas vacinais impede o retorno de doenças já controladas, como poliomielite e sarampo.

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis do Tocantins! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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23/12/2025 19:00h

Pais, mães e responsáveis, procurem postos de vacinação e vacinem crianças e adolescentes

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Os 22 municípios da Macrorregião Única de Saúde do Acre – entre eles Brasiléia, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Rio Branco, Sena Madureira e Tarauacá – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Em Cruzeiro do Sul, a técnica de laboratório Catiane Alencar, de 45 anos, mantém a caderneta da filha, de 10 anos, sempre atualizada. Para a moradora do bairro Arthur Maia, vacinar é um gesto de amor.

“Minha filha tem 10 anos, tomou todas as vacinas, todas as vacinas que têm na rede pública. Acredito nas vacinas porque, hoje em dia, existem muitas doenças que foram erradicadas a partir do surgimento das vacinas.”

Para ampliar a imunização, o estado Acre realiza uma classificação de risco para cada município. Com base nela, são definidas estratégias específicas. A informação é da coordenadora de imunização do Acre, Renata Aparecida Quiles.

A Operação Gota, vacinação realizada pela Força Aérea com helicóptero em áreas de difícil acesso, é uma dessas ações. 

A coordenadora reforça a importância de manter o calendário vacinal em dia.

“Precisa vacinar e vacinar na idade preconizada pelo Ministério da Saúde, com isso a criança obtém a melhor resposta imunológica e com isso também resulta na diminuição da circulação das doenças.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. . É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até dezembro deste ano. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre as coberturas vacinais impede o retorno de das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis do Acre! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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23/12/2025 19:00h

Pais, mães e responsáveis, procurem a unidade de saúde mais próxima e levem crianças e adolescentes para vacinação

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Os 64 municípios da macrorregião de Saúde Norte do Tocantins – entre eles Araguaina, Araguatins, Campos Lindos, Goiatins e Guaraí - seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes. 

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Em Guaraí, a enfermeira e mãe de duas filhas Bruna Alves de Queiroz, de 32 anos, sabe bem a importância da vacinação. A moradora do Setor Alvorada mantém a caderna das crianças sempre atualizado:

“Tanto a minha primeira filha quanto a mais nova ‘fazem’ a vacinação, a prevenção dessas doenças imunopreveníveis através da vacina disponibilizada na rede do SUS.” 

Segundo a Gerência de Imunização do Estado, Tocantins tem intensificado a comunicação com pais e responsáveis por meio de campanhas educativas, materiais informativos, ações intersetoriais e mobilização das equipes municipais. 

São reforçadas orientações sobre a importância da caderneta de vacinação como documento de saúde, a proteção coletiva proporcionada pela imunização e o risco de adoecimento quando há atrasos no esquema vacinal. 

A gerente de Imunização do Estado, Marli Jerônimo Rodrigues, reforça o chamado:

“Mães e pais, venham vacinar seus filhos. É importante que vocês mantenham a caderneta de vacinação dos seus filhos em dia. Procurem a Unidade de Saúde mais próxima para verificar o calendário vacinal e garantir que todas as doses necessárias sejam aplicadas. Vacinar é um gesto de responsabilidade, amor e cuidado com o futuro da sua família.” 

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. . É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até dezembro deste ano. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre as coberturas vacinais impede o retorno de das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis de Rondônia! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

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23/12/2025 19:00h

Pais, mães e responsáveis, procurem as unidades de saúde mais próximas e levem as crianças e adolescentes para vacinação

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Os 15 municípios da macrorregião de saúde Macro-Roraima – entre eles Boa Vista, Bonfim, Cantá, Caracaraí e Rorainópolis – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes. 

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Em Boa Vista, a professora Cleide Mayara Mendes, de 37 anos, faz questão em manter as vacinas das três filhas, de 6, 10 e 14 anos, sempre em dia. Moradora de Três de Setembro, ela leva as meninas regularmente à Unidade Básica de Saúde do bairro e conta que os vizinhos também fazem a sua parte, mantendo a vacinação das crianças atualizada.

“Todas as pessoas que vão ao posto ‘atrás’ de vacina sabem que faz bem para a saúde. E priorizando a saúde das minhas filhas, eu também sempre vacino, estou sempre em dia com o cartão de vacina delas.”

Exemplos como o da Cleide ajudam, mas os municípios roraimenses ainda enfrentam desafios. Por isso, a Gerência do Núcleo Estadual do Programa de Imunizações tem como prioridade fortalecer a vacinação e proteger as crianças e os adolescentes, atualizando a situação vacinal e alcançando a cobertura das vacinas dos primeiros anos de vida, como pentavalente e poliomielite e garantindo as doses de reforço que contribuem para uma proteção mais duradora.

As informações são do gerente do núcleo estadual do Programa de Imunizações, Vinicius dos Santos Vieira. O gestor reforça o chamado aos pais e responsáveis:

“Orientamos os pais sobre a necessidade de manter todas as vacinas em dia, para prevenir doenças imunopreveníveis e garantir a proteção individual e coletiva.”

As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. . É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até dezembro deste ano. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis de Roraima! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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23/12/2025 04:20h

Número representa queda de 75% em relação a 2024; SUS aposta em vacina nacional de dose única para ampliar a prevenção

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O Brasil registrou 1.660.190 casos prováveis de dengue em 2025, segundo a atualização mais recente do Ministério da Saúde. No mesmo período, a doença provocou 1.762 mortes, enquanto outros 200 óbitos ainda estão sob investigação. Os dados constam no Painel de Monitoramento das Arboviroses da pasta.

Segundo o ministério, esses números representam uma queda de 75% nos casos prováveis de dengue e 72% no número de mortes em relação a 2024, quando foram contabilizados 6.563.561 casos prováveis e 6.321 óbitos.

Recortes por região e estado

Entre as regiões do país, o Sudeste lidera em número de casos prováveis, com 1.132.304 registros, seguido pelo Sul (222.171), Centro-Oeste (162.441), Nordeste (102.647) e Norte (40.643).

O mesmo padrão se repete em relação aos óbitos. O Sudeste concentra o maior número de mortes por dengue, com 1.288 registros. Em seguida aparecem as regiões Sul (219), Centro-Oeste (145), Nordeste (64) e Norte (46).

Confira os casos prováveis por estado:

  • SP: 900.677
  • MG: 167.400
  • PR: 110.896
  • GO: 101.795
  • RS: 85.220
  • MT: 35.393
  • ES: 34.727
  • BA: 32.673
  • RJ: 29.496
  • SC: 26.051
  • PE: 22.642
  • PA: 17.573
  • MS: 14.153
  • DF: 11.096
  • RN: 9.764
  • PI: 9.192
  • AC: 9.001
  • AL: 7.952
  • PB: 7.654
  • CE: 6.022
  • MA: 5.577
  • AM: 5.328
  • TO: 3.403
  • AP: 2.471
  • RO: 2.379
  • SE: 1.167
  • RR: 484

SUS adquire 3,9 milhões de doses da vacina contra dengue

Na última sexta-feira (19), o Ministério da Saúde assinou um contrato para a compra da primeira vacina contra a dengue de dose única do mundo, produzida 100% no Brasil pelo Instituto Butantan. O investimento é de R$ 368 milhões para a aquisição de 3,9 milhões de doses, que serão ofertadas exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2026.

O novo imunizante protege contra os quatro sorotipos da dengue e apresenta eficácia de 74,7% contra a forma sintomática da doença em pessoas de 12 a 59 anos. Além disso, oferece 89% de proteção contra casos graves e com sinais de alarme.

Para o infectologista Julival Ribeiro, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, a iniciativa representa um avanço significativo no combate à doença. “Essa vacina pode ser aplicada em dose única, o que é uma diferença muito importante em relação às outras disponíveis no mundo. Isso é muito importante, porque ajuda na aderência da população a ser vacinada”, ressalta.

Prioridade para profissionais de saúde

Do total de doses adquiridas, 1,3 milhão serão destinadas prioritariamente aos profissionais da Atenção Primária à Saúde que atuam na linha de frente do SUS. Estão incluídos agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos que realizam visitas domiciliares. A estratégia deve começar no fim de janeiro de 2026.

A agente de saúde Naita de Souza, de Arceburgo, no sul de Minas Gerais, relata que a Secretaria Municipal de Saúde já entrou em contato com o Ministério da Saúde, mas ainda não há previsão para o recebimento das doses. Mesmo assim, ela afirma estar ansiosa para se vacinar.

“Eu já tive dengue, os sintomas são horríveis. Se vai ter uma vacina que vai nos proteger contra a dengue, para evitar de ter os sintomas que eu tive, eu prefiro tomar, me cuidar e me proteger”, conta.

Ampliação da cobertura vacinal

Com a chegada das doses, o Ministério da Saúde adotará, já no início de 2026, uma estratégia para avaliar o impacto do novo imunizante na dinâmica de transmissão da dengue. A ação prevê uma aceleração da vacinação em dois municípios-piloto: Botucatu (SP) e Maranguape (CE), com público-alvo formado por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos. Uma terceira cidade, Nova Lima (MG), também poderá integrar a iniciativa.

A vacinação da população em geral está condicionada ao aumento da produção do imunizante, viabilizado por uma parceria estratégica entre Brasil e China. O acordo prevê a transferência da tecnologia desenvolvida pelo Instituto Butantan para a empresa chinesa WuXi Vaccines, o que pode ampliar a produção nacional em até 30 vezes.

A estratégia de imunização começará pelos adultos a partir de 59 anos, com ampliação gradual para faixas etárias mais jovens, até alcançar pessoas a partir de 15 anos.

Atualmente, o SUS também disponibiliza a vacina contra a dengue produzida por um laboratório japonês, indicada para adolescentes de 10 a 14 anos e aplicada em duas doses. Desde a incorporação do imunizante, em 2024, 7,4 milhões de doses já foram aplicadas. Entre 2024 e 2025, foram distribuídas 11,1 milhões de doses, das quais 7,8 milhões foram efetivamente administradas.

Prevenção continua essencial

Em novembro deste ano, o Ministério da Saúde lançou a campanha nacional “Não dê chance para dengue, zika e chikungunya”, voltada à prevenção das arboviroses. A campanha segue em andamento. O enfrentamento dessas doenças depende da atuação conjunta entre governo e sociedade. Entre as principais medidas de prevenção estão:

  • uso de telas em janelas e repelentes em áreas de transmissão;
  • eliminação de recipientes que possam acumular água e se tornar criadouro do mosquito Aedes Aegypti;
  • vedação de caixas d’água e reservatórios;
  • limpeza de calhas, lajes e ralos;
  • apoio às ações de controle realizadas pelos profissionais do SUS.

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