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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Influenza

08/06/2021 18:10h

Meta é vacinar cerca de 1,5 milhões de paraibanos. Apenas 32,9% do público apto foi imunizado até agora

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Nesta quarta-feira (9), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba iniciará a terceira e última fase da imunização contra influenza. Os 223 municípios paraibanos receberam as doses para esta etapa na última semana e a vacinação se estende até o dia 9 de julho. A meta é vacinar cerca de 1,5 milhões de pessoas, mas até agora menos de 500 mil foram imunizadas no estado.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização (PNI), esta fase contemplará portadores de doenças crônicas não transmissíveis; pessoas com deficiência permanente; forças de segurança, salvamento e forças armadas; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo; funcionários do sistema prisional, entre outros.

Síndrome respiratória aguda grave volta a crescer no País

Mais 2,3 milhões de doses da Pfizer serão distribuídas para o Brasil

Apenas 32,9% das pessoas aptas foram vacinadas até agora. O grupo que lidera a maior porcentagem de imunização é a população indígena, com 98,5%. Já os idosos possui a menor, apresentando uma taxa de apenas 32% de adesão à campanha.

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10/05/2021 13:00h

Doses são destinadas a idosos com mais de 60 anos e professores

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Nesta terça-feira (11) começa a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe que vai até o dia 8 de junho. Desta vez, o público-alvo são idosos com mais de 60 anos e professores. A estimativa é vacinar cerca de 33 milhões de pessoas nesta etapa.

Já a terceira fase, que acontecerá entre 9 de junho e 9 de julho, deve abranger cerca de 22 milhões de pessoas. As doses serão destinadas a integrantes das Forças Armadas; pessoas com comorbidades; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; entre outros.

Saiba diferenciar a gripe da Covid-19

Influenza: vacinação contra a gripe atinge 1,8% do público-alvo

Promovida pelo Ministério da Saúde em todo o território nacional, a campanha teve início no dia 12 de abril, focada na vacinação de crianças, povos indígenas, trabalhadores da área da saúde e gestantes. De acordo com o vacinômetro da campanha, já foram aplicadas quase 7 milhões de doses. Mas atenção, pessoas que recentemente tomaram a primeira ou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 devem esperar pelo menos 14 dias para tomar o imunizante contra a gripe.

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10/05/2021 04:30h

Com o inverno brasileiro chegando as doenças respiratórias aparecem de forma mais intensa e casos da Covid-19 tendem a aumentar

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Com o inverno brasileiro chegando as doenças respiratórias aparecem de forma mais intensa. Isso porque as temperaturas caem e as pessoas tendem a ficar confinadas facilitando não apenas a transmissão de vírus e bactérias que causam a gripe, como também a transmissão da Covid-19.

A mudança de temperatura nesse período diminui a umidade do ar, fazendo com que ele fique mais frio e seco, o que agride bem mais as vias respiratórias, tornando-as passíveis de receber agentes infecciosos. “Quanto mais as mucosas são agredidas, mais inflamadas ficam e se tornam suscetíveis a infecção por vírus e bactérias. As secreções do trato respiratório fazem com que as bactérias aumentem, projetando a infecção em outras pessoas”, explica o infectologista e diretor científico da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, José David Urbaez. 

Do ponto de vista comportamental, o frio faz com que as pessoas se mantenham por mais tempo em ambientes fechados e com pouca ventilação. Essa atitude pode aumentar os casos de infecção do coronavírus no outono/inverno brasileiro, que tem início dia 20 de maio. “É esperado um aumento dessa transmissão e aumento no número de casos da Covid-19 nesse período”, afirma Urbaez.

Produtos tecnológicos prometem eliminar o coronavírus

Covid-19: plasma pode ajudar no tratamento de infectados

Vacina em pó é aposta da UFPR contra Covid-19

Segundo o Boletim Epidemiológico n°14 divulgado no final de abril de 2020 pelo Ministério da Saúde, o Brasil tinha 61.888 casos confirmados da doença e 4.205 óbitos. Com a chegada do inverno, que teve início em 21 de junho do ano passado, o boletim n°20 mostrou que o país havia atingido a marca de 1.313.667 pessoas contaminadas e 57.070 mortes. 

Atualmente o país soma mais de 14 milhões e 930 casos, totalizando mais de 414 mil mortes por decorrência do vírus. De acordo com a Saúde, 75.594.620 doses da vacina contra a Covid-19 foram distribuídas pelo Brasil e 45.909.958 pessoas já foram vacinadas. 

Como diferenciar a gripe da Covid-19?

Como o coronavírus apresenta sintomas parecidos com a gripe, as pessoas tendem a confundir as doenças. O infectologista José David Urbaez, explica que são poucas as diferenças entre elas.

A gripe é uma infecção viral causada pela Influenza com diversos sintomas distintos, como respiratório, coriza, congestão nasal, dor de garganta e febre, podendo evoluir para a síndrome respiratória aguda grave. 

A rinite, bastante confundida com outras doenças virais causadas por bactérias, é a inflamação da mucosa nasal, podendo acontecer nas formas aguda, crônica, infecciosa e alérgica. Os casos agudos são causados por vírus.

Com a chegada do frio, a técnica em enfermagem, Patrícia Dannielle, diz que tem pioras no quadro de rinite alérgica e tenta se proteger para a doença não evoluir. “Se pegar friagem sem nenhuma proteção na cabeça logo o meu nariz fica obstruído e tenho que usar soro. Torna-se um ciclo vicioso. Fico tomando antialérgico para melhorar e se não cuidar da maneira correta, pode agravar para uma bronquite.”

Portadora de asma, a brasiliense Lívia Cardoso afirma que o inverno é a época em que mais prejudica sua saúde. “Essa época do ano é terrível, pois é quando tenho crise de asma junto com sinusite. Por conta do frio e pouco sol acabo ficando mal, e não tem remédio que cure.”

Para diminuir os impactos dos sintomas ela costuma sair de casa bem agasalhada, não lava o cabelo a noite e evita tomar bebidas geladas.

Em relação aos principais cuidados para não transmitir doenças virais, o infectologista Urbaez destaca que o uso da máscara de proteção sempre foi o melhor caminho, apesar do uso se popularizar apenas durante a pandemia do coronavírus. “As máscaras devem ser usadas por quem está com coriza e tosse. A higienização das mãos também é importante.”

Urbaez indica que a população tome a vacina contra a gripe, que teve início no dia 12 de abril, em todo o país. “Se você está no grupo prioritário da vacinação contra a Influenza, tome a vacina. É uma ferramenta de cuidado importante nesse momento”, alerta.

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04/05/2021 14:30h

Objetivo é vacinar 90% de cada público até dia 10 de maio; apenas 991,2 mil compareceram aos postos

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Profissionais de saúde, gestantes, mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias, indígenas, e crianças de seis meses a menores de seis anos foram convocados pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo para se vacinar contra a gripe nesta semana.

Vacina Gripe: pouca procura e estratégias diferentes nos municípios

Campanha de vacinação contra a gripe: saiba como vai funcionar

A cobertura vacinal no estado varia de 15,7% a 37,7% para os grupos dessa primeira fase da campanha. Das 5,5 milhões de pessoas que deveriam se vacinar, somente 991,2 mil compareceram aos postos até a última semana, sendo a maioria crianças. As doses estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde desde o dia 12 de abril e, para este público, até o dia 10 de maio.

Este ano a campanha de vacinação contra a gripe foi dividida em três etapas. A próxima começa no dia 11 de maio e incluirá os idosos e professores das redes pública e privada. Já a terceira etapa começa em 9 de junho, alcançando mais 5,1 milhões pessoas.

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17/04/2021 15:00h

Os primeiros dias da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe tiveram postos vazios em diversos municípios do país

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Os primeiros dias da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe tiveram postos vazios em diversos municípios do país. Na última segunda-feira (12), as Secretarias de Saúde locais começaram a imunização contra a Influenza que, neste ano, apresenta um desafio adicional: a pandemia da Covid-19. 
 
Em meio à aplicação das vacinas contra o novo coronavírus, as autoridades de Saúde tiveram que se preparar para proteger a população da gripe também, de modo a evitar aglomerações e sobrecarga ainda maior do sistema de saúde. Alessandro Chagas, assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), garante que os municípios estão preparados para promover as duas campanhas de vacinação. 
 
“Os municípios estão muito acostumados a fazer campanha. É importante porque temos que continuar protegendo vidas. Essa é a função do Programa Nacional de Imunização (PNI) e essa é a função nobre do SUS no país e que o município operacionaliza lá na ponta, nas suas 48 mil unidades básicas de saúde”, salienta. 

A maior novidade da campanha de imunização contra a gripe este ano é a inversão do atendimento aos grupos prioritários. A primeira fase, que vai até 10 de maio, serão vacinadas as crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Tradicionalmente, essa fase tinha os idosos como público-alvo, mas a orientação do Ministério da Saúde é que as pessoas com 60 anos ou mais recebam primeiro a vacina contra a Covid-19. 
 
“A própria organização da campanha já está evitando que os grupos se cruzem, porque tem que existir um período. Você não pode tomar os dois imunizantes ao mesmo tempo”, destaca Chagas. 
 
De acordo com as autoridades de Saúde, uma pessoa não deve receber as duas vacinas no mesmo dia. Assim, se tomou primeiro a dose contra a Covid-19, deve-se esperar, no mínimo, 14 dias antes de receber a vacina contra Influenza e vice-versa. No caso de a pessoa ter tomado o imunizante contra a gripe após a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus, também precisa ser respeitado o prazo de 14 dias antes da segunda dose. 

Arte: Brasil 61

Estratégias

Responsáveis pela aplicação da vacina, as Secretarias de Saúde Municipais têm adotado estratégias diferentes para administrar duas campanhas de imunização em massa. No caso de Florianópolis, quem deseja receber o imunizante contra a gripe, só consegue se agendar horário em um dos Centros de Saúde da Capital. 

A marcação ocorre diretamente com as equipes de saúde pelo WhatsApp. Por meio da página sus.floripa.br/contatoscs/, os moradores da capital catarinense conseguem acessar os contatos telefônicos das unidades de saúde mais próximas de casa e, assim, marcar o dia para reforçar a proteção contra a gripe.

Com essas medidas, a pasta espera evitar aglomerações nos postos de saúde e garantir a segurança da população. Em Florianópolis, o público-alvo é de 170 mil pessoas. A meta é vacinar, ao menos, 90% desse total. 

Já Belo Horizonte vai vacinar o público-alvo sem agendamento. Basta comparecer a uma unidade de saúde dentro do horário de rotina das salas de vacina. Segundo Fabiano Pimenta, subsecretário de Promoção e Vigilância à Saúde, as unidades de saúde da capital mineira têm estrutura para promover as duas campanhas de vacinação simultaneamente, de forma “segura e eficaz”. 

“Quando o grupo for ampliado, vamos adotar estratégias diferenciadas, como, por exemplo, abertura de postos extras”, acrescenta. Para o início da campanha contra a gripe, BH recebeu 86.800 doses. No ano passado, mais de um milhão de pessoas recebeu a dose contra Influenza. 

Campanha de vacinação contra a gripe: saiba como vai funcionar

Eficácia da vacina da gripe

Durante as fases de testes para produção de vacinas contra a Covid-19, uma das perguntas mais frequentes era: “Qual a eficácia da vacina?”. Em relação ao imunizante contra a gripe não é diferente. O infectologista Hemerson Luz detalha esse indicador importante. “A vacina da gripe apresenta uma eficácia entre 60% e 70%. Certamente é um bom grau de proteção e essas pessoas vacinadas não vão evoluir para formas graves da doença”, explica. 

De acordo com o Ministério da Saúde, a presença dos anticorpos protetores no organismo ocorre entre 2ª a 3ª semanas após a vacinação. Por isso, é possível que o indivíduo que tomou a vacina contra a gripe possa ter quadro gripal após o imunizante, uma vez que a imunidade não é adquirida automaticamente após a dose. É por isso, inclusive, que é comum as pessoas atribuírem a gripe à própria vacina, o que não é possível, já que a vacina é composta por vírus inativados. Ainda segundo as autoridades de Saúde, a proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano. Por isso é importante se vacinar com a mesma frequência. 

Como diferenciar gripe de Covid-19

Tanto a gripe quanto a Covid-19 são doenças causadas por vírus que atacam, principalmente, o sistema respiratório. Por isso, é fácil confundir os sintomas e é difícil diferenciá-los. Algumas vezes os sintomas podem, inclusive, ser causados por um resfriado.  Sinais como tosse, febre e dor de cabeça estão presentes em ambas as doenças. Por isso, a vacinação é tão importante, explica Hemerson, pois além de evitar a sobrecarga do sistema de saúde, ajuda os médicos a diagnosticar o quadro dos pacientes. 

“Quando uma pessoa procura atendimento médico com uma síndrome gripal, com sintomas respiratórios, o médico certamente vai perguntar se ele foi vacinado contra a gripe ou se foi vacinado contra a Covid. Assim vai ajudar o médico no diagnóstico e nas decisões terapêuticas futuras”, diz

Campanha

O Ministério da Saúde prevê a distribuição de 80 milhões de doses da vacina Influenza aos estados e municípios. Para adquirir as doses junto ao Instituto Butantan, que produz o imunizante, a pasta desembolsou cerca de R$ 1,2 bilhão. Segundo a pasta, a campanha conta com mais de 50 mil postos de vacinação espalhados pelo país. O órgão deixou a cargo das prefeituras a realização do “Dia D”, em que tradicionalmente há uma maior mobilização para a aplicação das doses. 

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12/04/2021 19:15h

Ação começou nesta segunda (12) e termina em 9 de julho. Ordem de grupos prioritários mudou. Primeira etapa contempla crianças de seis meses a 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde

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A 23° Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou nesta segunda-feira (12). A ação vai até o dia 9 de julho e inicia por grupos prioritários distintos do convencional. A primeira etapa contempla crianças de seis meses a 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Apenas na segunda etapa os idosos com mais de 60 anos poderão tomar a vacina. A terceira etapa vai contemplar pessoas com comorbidades. No total, os grupos prioritários somam 79,7 milhões de pessoas que podem se imunizar contra a influenza este ano. A meta é vacinar 90% desses indivíduos.

O Instituto Butantan é o responsável pela entrega dos imunizantes e, no total, serão 15 semanas de distribuição conforme as entregas da instituição. As unidades federativas e municípios terão autonomia para definir as datas do “Dia D” em conformidade com as fases e realidade local em virtude da pandemia da Covid-19.

De acordo com o Ministério da Saúde, neste ano, a campanha de vacinação contra a gripe foi antecipada por quase 3 semanas quando comparada às anteriores. A pasta pede para que seja priorizada a vacinação contra a Covid-19, porém, é necessário respeitar um intervalo mínimo entre as vacinas. 

Goiás inicia nesta segunda-feira (12) a Campanha de Vacinação contra a Gripe

Butantan prevê aplicar 1ª vacina brasileira contra Covid-19 em julho

Dia do infectologista: municípios sofrem com a falta de profissionais

“Uma vez que tomou a vacina da Covid-19 e está no grupo prioritário que precisa tomar a da Influenza, primeiro se aconselha a da Covid e, aproximadamente 14 dias após, pode se imunizar contra a da Influenza. Lembrando que se o paciente estiver com sintomas de gripe não pode se imunizar, é necessário aguardar a total recuperação.” Explica o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. 

O secretário alerta ainda para a disseminação de fake news. “O vírus usado nesta vacina é inativado, portanto não é possível contrair gripe tomando o imunizante.”

Na primeira distribuição dos insumos foram entregues 7.300.000 doses e, para a segunda pauta de distribuição, prevista para o dia 14 de abril, serão entregues mais 5.700.000 em todo o país. Regionalmente, o Norte recebeu 808.400 mil doses, o Sudeste 2.918.800 milhões, o Nordeste 1.980.400 milhão de imunizantes, o Centro Oeste 625.200 mil e o Sul obteve 967.200 mil doses da vacina contra a Influenza. No total, o Ministério da Saúde investiu R$1.2 bilhão na compra de doses, sendo R$15 o custo unitário. 



O lançamento oficial da campanha de imunização aconteceu na manhã desta segunda-feira (12) e contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garantiu que a imunização contra a Influenza será realizada dentro do cronograma proposto, mesmo em paralelo à vacinação contra a Covid-19. “Apesar de não ter o mesmo impacto sobre a saúde, a gripe pode levar, principalmente aos subgrupos, as síndromes respiratórias agudas graves, e essas pessoas também pressionam o nosso sistema de saúde, que já está comprimido em face da Covid-19. É imprescindível que tenhamos essa campanha de vacinação tão bem-sucedida quanto tivemos ano passado, mesmo dentro da concomitância da Covid-19”, destaca. 

Para que não haja aglomeração durante a campanha, as vacinas serão aplicadas nas quase 50 mil unidades de saúde espalhadas pelo país. Queiroga destacou ainda que a vacinação contra a Influenza é garantida aos povos indígenas e à população de localidades de difícil acesso.

O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandir Frutuoso, destacou que a estratégia de comunicação utilizada irá alcançar o público-alvo para a primeira fase de vacinação. “Com a comunicação bem feita, as equipes treinadas, os espaços físicos definidos, eu penso que não teremos nenhum tipo de problema. Especialmente porque nessa primeira fase o público é mais específico, gestantes, puérperas e crianças.”

Sobre a campanha ser iniciada por esses grupos, ao invés da população com mais de 60 anos, o secretário Arnaldo Medeiros disse que são recomendações estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “Por estarmos com a vacinação da Covid-19 e Influenza [em andamento], a vantagem é não termos concorrência dos grupos. Por serem público-alvo diferentes, evitaremos aglomerações.”



Ainda durante o evento de inauguração da campanha, o Ministério da Saúde informou que por estarem com foco maior na imunização contra a Covid-19, estados e municípios terão que se responsabilizar um pouco mais no que diz respeito à campanha de vacinação contra a Influenza. “Quando era a única campanha [de Influenza], fazíamos um “Dia D” nacional, mas por conta do coronavírus, ficou pactuado que estados e municípios façam um chamamento especial de imunização”, disse Medeiros. 

Covid-19

Sobre a aquisição de mais doses para imunização contra a Covid-19, Queiroga informou que a pasta vem realizando tratativas para aquisição de outros fabricantes internacionais. "O Brasil faz parte do consórcio Covax Facility e em outubro investimos R$110 milhões de dólares para adquirir 10% da cobertura da população. Deveríamos ter recebido essas novas doses em janeiro, mas não aconteceu por haver uma carência dos insumos a nível mundial.”

“As vacinas do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Brasil são uma das mais abrangentes que temos. O país tem estratégias de vacinação muito boas e não temos dúvidas que vamos atingir a meta de imunização, não apenas da Influenza, mas também de todas as vacinas que trazem vida às famílias”, destacou Socorro Gross, representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil. 

O ministro da Saúde disse que existe uma estimativa de doses que serão distribuídas, pois a entrega depende dos laboratórios. Para o mês de abril 30 milhões de doses são asseguradas. “Estamos nos esforçando para buscar insumos farmacêuticos para aumentar a produção das doses ou buscar vacinas prontas. Não posso antecipar muita coisa pois são negociações internacionais e não queremos perder a oportunidade de negócio.”

CPI da Covid

No dia 8 de abril o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou para o plenário virtual um processo sobre a necessidade de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid pelo Senado, para apuração de eventuais omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia.

Ele determinou que a Casa instaure a CPI. No entanto, afirmou que preza pela “institucionalidade da Corte”, e, por isso, defende que todos os ministros se manifestem, para referendar ou derrubar a medida provisória.

Questionado sobre o tema, O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandir Frutuoso, disse que esse é um debate para o parlamento e não iria se posicionar a respeito. “Se dispersarmos energia discutindo política de ambiente interno, vamos ficar muito mais fragilizados. A CPI é um assunto do Parlamento”, disse.

O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, também disse que a instituição não iria comentar sobre a CPI, mas que orienta os municípios a incentivarem a população a tomar as vacinas e a seguir as medidas de higienização e isolamento social.

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19/03/2021 00:00h

Expectativa do órgão é imunizar quase 80 milhões de brasileiros contra o Influenza

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Em meio à imunização dos brasileiros contra a Covid-19, o Ministério da Saúde anunciou que vai iniciar outra campanha nacional de imunização. Trata-se da vacinação contra o Influenza, vírus que causa a gripe. De acordo com a pasta, a expectativa é alcançar 79,7 milhões de pessoas, que fazem parte do grupo prioritário a partir do dia 12 de abril. 
 
O Ministério da Saúde destaca que a vacinação vai prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos, internações e maior sobrecarga do sistema de saúde, que já sofre com a pandemia. Além disso, é importante para reduzir os sintomas que podem ser confundidos com os da Covid-19. O órgão orienta estados e municípios a tomarem todas as medidas de prevenção à propagação do novo coronavírus. Ao todo, são mais de 50 mil postos de imunização em todo o País. 

Sintomas da gripe vão de febre alta a dor muscular

Fiocruz identifica nova variante do vírus Influenza com potencial pandêmico
 
Entre os grupos prioritários estão as crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores, portadores de doenças crônicas, pessoas com deficiência, profissionais das forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, por exemplo. 
 
O órgão ressalta que as unidades de saúde devem priorizar a vacina contra a Covid-19 antes da Influenza. Nesse caso, alguém que faz parte do grupo prioritário deve, preferencialmente, receber a vacina contra o novo coronavírus antes da dose contra a gripe.  

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22/12/2020 10:55h

Esse é o terceiro caso de infecção pelo subtipo do vírus Influenza A, no Brasil

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Caso de H1N2 é registrado no Paraná. O subtipo do vírus Influenza A foi identificado pelo Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo da Fiocruz/RJ e pela Secretaria de Saúde do Paraná. O paciente é uma criança de 4 anos, da zona rural do município de Rebouças (PR). Esse é o terceiro caso de H1N2 registrado no Brasil.

A criança apresentou febre, desconforto respiratório, coriza e dor de cabeça, mas passa bem e segue monitorada em casa. O caso foi comunicado à Organização Pan-Americana de Saúde. Uma equipe do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde esteve em Rebouças para coletar novos materiais e analisar a rede de contatos da família da criança.

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Festas de fim de ano exigem cuidado redobrado na pandemia, orienta Fiocruz

Até o momento, não foi confirmada a transmissão do vírus H1N2 entre humanos, no Brasil. Os três casos confirmados no país residiam em áreas rurais e tiveram contato com porcos. Vale destacar que, anualmente, o Ministério da Saúde realiza a campanha de vacinação contra os subtipos do vírus Influenza.

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16/07/2020 00:00h

Novo tipo de H1N2 foi encontrado em Ibiporã (PR). Pesquisadores suspeitam que contaminação tenha se originado em porcos

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Em meio à pandemia do novo coronavírus, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) identificaram uma nova variante do vírus influenza, causador da gripe. Segundo a organização, o novo vírus tem potencial pandêmico, ou seja, se não for controlado pode se espalhar infectando pessoas em todo o mundo. O caso foi identificado em Ibiporã, no Paraná. O agente causador da doença foi o vírus influenza A (H1N2). A suspeita é que a paciente tenha contraído o vírus a partir de porcos, já que ela trabalha em um frigorífico. A mulher teve sintomas de gripe, já está bem e não precisou ser hospitalizada.

Segundo a virologista Marilda Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do IOC, o novo vírus não é motivo de preocupação. “As detecções de novas variantes do Influenza A ocorrem, ao longo dos anos, em diversos países. Não significa que isso vai se transformar em uma pandemia. No momento não há motivo de preocupação sobre essa nova infecção”, explica.

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Você sabe a diferença entre a gripe Influenza e o resfriado comum? Descubra

De acordo com a OMS, 26 casos de infecção por vírus influenza A (H1N2) já foram detectados desde 2005. A pesquisadora do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do IOC, Paola Cristina Resende explica que o antigo vírus sofreu mutações para conseguir ser transmitido de animais para humanos. “O vírus é novo porque apresentou configurações genéticas diferentes daquela H1N2 que nós já havíamos detectado no Sul do país. A detecção do vírus mostrou que a vigilância do país estava sensível para novas infeções. Essa descoberta serve para que a vigilância do país se mantenha alerta.”

Após a identificação, os pesquisadores avisaram o Ministério da Saúde, que notificou a Organização Mundial da Saúde (OMS), seguindo o regulamento sanitário internacional. Não há evidências de que mais alguém tenha sido infectado. As medidas de precaução para se proteger do vírus Influenza são as mesmas daquelas recomendadas contra o novo coronavírus: lavar as mãos, e não tocar no rosto, boca e nariz se não estiver com as mãos lavadas. 
 

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07/07/2020 05:00h

Cobertura foi de 88,8%, número abaixo da meta do governo

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Finalizada a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, 17 milhões de pessoas que precisavam se vacinar não foram imunizadas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número representa 11,2% do público- alvo da campanha. A meta do governo era de alcançar ao menos 90% desse grupo. Foram alcançados 88,8%.

MS recomenda ampliação da vacinação contra gripe nos municípios

O grupo com a menor cobertura vacinal foi de pessoas entre 55 e 59 anos de idade: pouco mais de metade do grupo se vacinou, 55,86% de cobertura. 60,91% das gestantes se vacinaram. Entre crianças de até cinco anos de idade a cobertura foi de 61,60%. Professores de escolas públicas tiveram 68,56% de cobertura vacinal.

Como o período da campanha acabou, agora as doses da vacina contra a Influenza que sobraram estão disponíveis para o restante da população, mesmo aqueles que não se encaixam no público-alvo. A vacinação é ainda mais importante durante a pandemia de covid-19, já que as duas doenças possuem sintomas semelhantes e a imunização ajuda os médicos a identificarem rapidamente quais casos podem ser causados pelo novo coronavírus.

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Brasil 61