Influenza

21/05/2022 17:20h

Campanha nacional de vacinação contra a gripe segue até 3 de junho para todos os grupos prioritários

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A campanha nacional de vacinação contra a gripe imunizou apenas 50% dos idosos e 44% dos trabalhadores da saúde, público-alvo da primeira etapa de imunização. Os números correspondem a 15,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos e 2,6 milhões de profissionais da saúde. As informações foram compiladas pelo Ministério da Saúde, com base nos dados mais recentes enviados pelas secretarias municipais e estaduais até este sábado (21), e estão disponíveis na plataforma LocalizaSus.

O infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Julival Ribeiro, destaca um dos motivos para a baixa cobertura vacinal.

“Infelizmente, com a chegada da Covid-19, sabemos que houve lockdown e essa problemática toda que estamos vivendo. Portanto, muitas pessoas - quer adultos, quer crianças - não tomaram as vacinas que seriam necessárias.”

Dona Carmen de Castro, costureira de 62 anos, moradora de Brasília, já garantiu sua imunização contra a gripe em 2022.

“Logo na primeira semana da campanha eu já tomei a dose deste ano. Já tem uns 10 anos que eu tomo todos os anos. Eu tomei a primeira vez em função de um prolapso da válvula mitral que eu tinha. Todas as vacinas são importantes, mas a da gripe, em especial, evita uma gripe mais forte. Às vezes eu tenho um resfriado, uma dorzinha de cabeça, mas gripe de derrubar e ficar com febre nunca mais [tive].”

A segunda etapa da imunização contra a Influenza começou no dia 2 de maio e segue até 3 de junho em todos os 50 mil postos de vacinação espalhados pelo país. Segundo a pasta, os idosos e os trabalhadores da saúde que não se vacinaram na primeira etapa serão atendidos na segunda fase.

Os grupos prioritários da segunda etapa de vacinação são:

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) - sarampo e influenza;
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas;
  • Professores;
  • Comorbidades;
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas;
  • Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
  • População privada de liberdade.

O objetivo do Ministério da Saúde é imunizar os 77,9 milhões de brasileiros que fazem parte do público-alvo da campanha de vacinação. Para isso, a pasta enviou mais de 80 milhões de doses do imunizante da gripe aos estados e ao Distrito Federal.

Cobertura vacinal por estado

  • AC: 17,5%
  • AL: 41,3%
  • AM: 28,4%
  • AP: 15,4%
  • BA: 31,0%
  • CE: 36,6%
  • DF: 34,3%
  • ES: 40,9%
  • GO: 50,3%
  • MA: 32,4%
  • MG: 46,2%
  • MS: 32,8%
  • MT: 29,9%
  • PA: 20,5%
  • PB: 43,0%
  • PE: 45,3%
  • PI: 46,9%
  • PR: 41,8%
  • RJ: 24,8%
  • RN: 17,5%
  • RO: 57,5%
  • RR: 8,7%
  • RS: 45,1%
  • SC: 40,6%
  • SE: 45,4%
  • SP: 48,6%
  • TO: 28,5%

Segundo a infectologista e professora da Universidade de Campinas, Raquel Stucchi, qualquer pessoa acima dos seis meses de idade pode tomar a vacina da gripe.

“A vacina contra a influenza é importante e segura. E todos aqueles que estão contemplados na campanha devem ser vacinados. Aqueles que quiserem também fazer a vacina, não estando nos grupos do Ministério da Saúde, podem fazer nas clínicas privadas.”

Segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Gripe começa nesta segunda (2)

GRIPE E SARAMPO: Campanha nacional pretende imunizar 96 milhões de pessoas

Vacina da gripe

O infectologista Julival Ribeiro explica porque é necessário tomar a vacina da gripe todos os anos.

“Os vírus da gripe passam por mutações frequentes, por isso, anualmente, a Organização Mundial da Saúde faz uma previsão de quais são os vírus da Influenza que devem circular no inverno, no hemisfério norte e no hemisfério sul, com base em amostras coletadas em vários centros [de saúde] distribuídos em todo o mundo.”

Ele explica que o vírus da gripe circula o ano inteiro, mas a maior prevalência da influenza ocorre nos meses do inverno.

“A gripe tem uma sazonalidade e geralmente acontece muito mais durante o período de inverno, quando ocorre maior concentração de pessoas e o vírus pode se espalhar facilmente entre elas, sobretudo em ambientes fechados.”

Segundo Julival Ribeiro, o imunizante de 2022 oferecido pelo Ministério da Saúde protege contra três cepas da Influenza: H1N1, H3N2 e B Victoria. Já a vacina oferecida na rede particular é a tetravalente, que protege também contra o subtipo B Yamagata. “Ambas as vacinas são eficazes para prevenir, sobretudo nas pessoas mais vulneráveis, casos graves e mortes”, ressalta.

A infectologista Raquel Stucchi afirma que é seguro tomar a vacina da gripe junto com o imunizante contra a Covid-19.

“A vacina da gripe e a da Covid-19 podem ser aplicadas ao mesmo tempo, com exceção das crianças entre 5 e 12 anos. A recomendação é que se elas forem tomar as duas vacinas, que tenham um intervalo de 15 dias entre elas. Todos aqueles acima de 12 anos, podem fazer as duas vacinas ao mesmo tempo, inclusive os idosos e aqueles com comorbidade”, explica.

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Saúde
01/05/2022 18:30h

Crianças entre seis meses e cinco anos de idade, gestantes e puérperas, professores, pessoas com deficiência e comorbidades, caminhoneiros e indígenas estão entre os grupos prioritários atendidos nesta etapa

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A segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Gripe começa nesta segunda-feira (2). De acordo com o Ministério da Saúde, 14 grupos prioritários podem procurar um dos mais de 50 mil postos de vacinação para se protegerem contra o vírus da Influenza.  

Esses grupos se juntam aos idosos com 60 anos ou mais e profissionais da saúde, que foram o público-alvo da primeira etapa. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um apelo para que todos os grupos incluídos na campanha de vacinação contra a gripe procurem as unidades básicas de saúde para tomar a vacina. 

“Há cerca de uma década a cobertura vacinal no mundo vem caindo. Isso é um fenômeno até paradoxal, porque como nós tivemos sucesso no enfrentamento a essas doenças evitáveis, nós temos uma falsa segurança de que estamos livres dessas doenças, mas não estamos e, para isso, temos que buscar as unidades básicas de saúde para atualizar o calendário vacinal todos os anos”, disse. 

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O Ministério da Saúde reforça que as crianças que tenham entre seis meses e cinco anos e os trabalhadores da saúde também devem tomar a vacina contra o sarampo. “Não basta a vacinação contra a Covid-19. Precisamos também cuidar de várias outras doenças que são absolutamente imunopreviníveis”, destacou Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde. 

O secretário disse que o Ministério da Saúde investiu R$ 1,2 bilhão para comprar as mais de 80 milhões de doses do imunizante contra o Influenza, causador da gripe. Já para a vacinação contra o sarampo, a pasta gastou R$ 270 milhões. 

“É fundamental que você venha tomar a sua vacina para que tenhamos o controle de doenças que são absolutamente preveníveis. Vacina salva vidas, é um ato de amor. Vacina é uma preocupação sua e da nossa coletividade. Venha tomar essa vacina”, convidou o secretário.  

Desta segunda-feira (2/05) até o dia 3 de junho, a vacina contra a gripe vai estar disponível para os seguintes grupos, segundo a pasta:

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas;
  • Professores da rede pública e privada;
  • Pessoas com comorbidades;
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas;
  • Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
  • População privada de liberdade.
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02/04/2022 16:30h

Campanha deste ano visa crianças de 6 meses a menores de 5 anos, além de profissionais da saúde

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A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo neste ano será voltada a crianças de seis meses a menores de 5 anos e trabalhadores da saúde. A mobilização começa nesta segunda-feira (4), em conjunto com a Campanha de Vacinação contra a Influenza, vírus causador de gripes.

O sarampo é uma doença grave e altamente contagiosa causada por um vírus, além de ser potencialmente mortal para crianças. Antes da introdução da vacina, em meados da década de 1960, as epidemias da doença matavam cerca de 2,6 milhões ao ano. E mesmo com a vacina, o sarampo continua a ser uma das principais causas de morte entre crianças em todo o mundo. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, em 2017 aproximadamente 110 mil pessoas morreram por causa do vírus, a maioria delas crianças com menos de cinco anos.

O infectologista Hemerson Luz explica que a questão do sarampo no Brasil é complicada porque o vírus foi quase erradicado com boas campanhas de vacinação, mas, nos últimos anos, o país voltou a registrar casos. Isso  pode se tornar um problema, se a cobertura não alcançar a maioria da população.

“O sarampo é uma situação até especial porque ele já estava quase erradicado no Brasil e ele voltou a ter caso. Nós voltamos a ter casos de sarampo porque diminuiu a cobertura vacinal. O sarampo é altamente transmissível e caso a cobertura esteja abaixo de 90% ele pode se disseminar. Uma das últimas coberturas vacinais, dependendo da localidade, tem cidades do interior que não chegaram a 50%”, alerta o infectologista.

As crianças brasileiras de seis meses a menores de 5 anos totalizam um público de 12,9 milhões e a meta do Ministério da Saúde é vacinar, no mínimo, 95% desse público, ou seja, cerca de 12,3 milhões. O intuito é atualizar as doses que ainda estejam atrasadas, além de proteger esse público contra a doença, considerando o risco diante da maior exposição nos serviços de saúde. Nesta estratégia, as vacinas tríplice viral e influenza serão ofertadas para administração na mesma visita ao serviço de saúde. A Pasta ressalta que a vacinação simultânea é uma atividade recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para redução de oportunidades perdidas de vacinação.

Hermerson Luz explica que os pais não devem temer a vacina ou dar ouvidos às notícias falsas sobre os imunizantes que circularam ultimamente, principalmente por causa da pandemia. O infectologista ressalta que a vacina é segura e na última década evitou milhões de mortes. “As pessoas estão com receio da vacina, por muitas notícias que acabaram sendo veiculadas relacionando a vacina com outros problemas de saúde que não são verdadeiros. Vacina não se relaciona com o autismo e algumas pessoas estão considerando isso uma verdade. Diminuiu, inclusive, a cobertura vacinal da poliomielite. O Brasil entrou agora na lista de países com risco de ter casos de poliomielite porque a cobertura vacinal também baixou. É de suma importância que os pais responsáveis levem suas crianças para vacinar porque o sarampo é uma doença potencialmente grave”, aponta o infectologista.

Karoline Pereira da Silva, professora, 39 anos, foi mãe pela primeira vez há sete meses e sabe a importância que tem as vacinas na saúde de uma criança. Ela entende que, ao vacinar Eduarda contra o sarampo, não estará protegendo apenas a filha, mas também outras crianças.

“Eu vou estar protegendo minha filha contra o vírus, e como é um vírus que é passado de pessoa para pessoa, eu vou estar evitando que esse vírus vire uma pandemia. Porque vai dissipando essa doença. Estou evitando que minha filha fique doente com esse vírus e evitando com que a população também pegue”, destaca Karoline.

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Calendário

Além das crianças, os trabalhadores da saúde serão convocados para atualizar a situação vacinal. Confira o calendário da 8ª Campanha Nacional de Seguimento e Vacinação de Trabalhadores da Saúde contra o Sarampo

  • De 4 de abril a 2 de maio: vacinação dos trabalhadores da saúde - juntamente com a primeira etapa da vacinação contra influenza;
  • De 3 de maio a 3 de junho de 2022: campanha de seguimento contra o Sarampo para crianças de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) – juntamente com a segunda etapa da vacinação contra influenza.

Sarampo

O sarampo é uma doença viral grave e altamente contagiosa que pode evoluir para complicações e levar à morte. Os primeiros sintomas são febre, tosse, coriza, como um resfriado comum. O paciente pode ter perda de apetite e apresentar conjuntivite, com olhos vermelhos, lacrimejantes e fotofobia.
O sintoma mais característico são as manchas vermelhas na pele. Essas erupções começam no rosto, na região atrás da orelha, e vão se espalhando pelo corpo. O paciente também pode sentir dor de garganta.
A maior preocupação do sarampo está direcionada a crianças pequenas e pacientes imunocomprometidos, pois o vírus pode causar graves problemas de saúde:

  • diarreia intensa
  • infecção de ouvido
  • perda da visão
  • pneumonia
  • encefalite (inflamação do cérebro)

A maioria dos casos de mortes decorrem de complicações no trato respiratório ou de encefalite.

A pessoa que tem sarampo pode começar a transmitir a doença cerca de cinco dias antes de aparecerem as manchas na pele. Além disso, ela continua transmitindo o vírus quatro dias depois de as erupções terem desaparecido. A vacina é a única forma de prevenção.
 

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14/01/2022 18:00h

Infectologistas orientam a não tomar o imunizante enquanto estiver com sintomas gripais ou infectado com a Covid-19

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Nesta sexta-feira (14), o Ministério da Saúde registrou 112.286 novos casos de infecção pelo coronavírus, um aumento de 2.840%, em relação ao dia 14 de dezembro, quando foram notificados 3.817 casos.

Paulo Henrique Carvalho, morador de Brasília (DF), faz parte dessa estatística e está com Covid-19. “Eu tive sintomas de gripe, febre alta e tosse. Testei e acabou sendo positivo o teste para Covid-19”. Preocupado, ele quer saber se pode tomar a vacina da Covid-19.

A infectologista e professora da Universidade de Campinas, Raquel Stucchi, responde: “Não pode tomar a vacina da Covid-19 gripado. [Para] toda e qualquer vacina, devemos aguardar a pessoa estar sem nenhum sintoma de qualquer doença para ser vacinado. Tomar a vacina em vigência de um quadro febril e de tosse pode atrapalhar, depois, o acompanhamento da doença que a pessoa está”.

O doutor Hemerson Luz, infectologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, acrescenta que “é contra indicado [tomar a vacina da Covid-19] se estiver com sintomas gripais. O sistema imune pode não responder”.

A Fundação Oswaldo Cruz orienta, em sua página de Perguntas e Respostas sobre a Vacinação, que quem já teve Covid-19 deve aguardar um mês para tomar a vacina contra o coronavírus. A contagem vale a partir do primeiro dia de sintoma ou, em caso de assintomáticos, após o resultado positivo do exame RT-PCR.

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Gripe e Covid-19 são responsáveis por centenas de voos cancelados, em janeiro, nos aeroportos brasileiros

Recomendações Pós-Vacina contra Covid-19

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Flávia Bravo, explica que após tomar a vacina contra a Covid-19, não é necessário fazer repouso ou evitar pegar peso. No entanto, é preciso ficar atento caso apareçam efeitos adversos.

“Você deve respeitar se tiver algum evento adverso: se tiver febre, se tiver mal-estar; tratando os sintomas. O mesmo vale para quem tem comorbidade: dedicar atenção e o cuidado específico a sua comorbidade”, explica. 

Além disso, os cuidados contra o coronavírus devem continuar mesmo após a vacinação, já que os imunizados ainda são capazes de transmitir o vírus. A vacina garante que as pessoas que contraiam a Covid-19 não evoluam para o estágio mais grave da doença.

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14/01/2022 03:45h

Na Azul, houve aumento de 400% de dispensas médicas entre a tripulação. Gol e LATAM também registram aumento de afastamentos por motivos de saúde dos funcionários

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Centenas de voos foram cancelados nos aeroportos brasileiros, em janeiro, em decorrência do aumento de casos de gripe e Covid-19 entre os funcionários e tripulação das companhias aéreas. 

Em nota, a LATAM confirmou 44 voos cancelados, só na última quarta-feira (12), e um total de 183 entre o último domingo (9) e o próximo (16). O número representa cerca de 1% do total de voos domésticos e internacionais programados pela LATAM Brasil durante todo o mês de janeiro.

Também por meio de nota, a Azul afirma que “registrou um aumento no número de dispensas médicas entre seus tripulantes – casos esses que, em sua totalidade, apresentaram um quadro com sintomas leves – e tem acompanhado o crescimento do número de casos de gripe e Covid-19 no Brasil e no mundo”. 

A Azul ressalta ainda que “mais de 90% das operações da companhia estão funcionando normalmente e que os clientes impactados estão sendo notificados das alterações, reacomodados em outros voos da própria companhia e recebendo toda a assistência necessária conforme prevê a resolução 400 da Anac”. 

Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Ondino Dutra, na primeira semana de janeiro, houve um aumento de 400% de apresentação de dispensa médica dos tripulantes da Azul, especialmente entre os comissários de bordo, em relação à média dos últimos 12 meses.

“Mas nós temos a informação dada pelas outras empresas, Gol e LATAM, que de fato o número de afastamentos por dispensa médica aumentou bastante.”

A Gol informou, também através de nota, que “houve nos últimos dias um aumento dos casos positivos entre colaboradores, mas nenhum voo foi cancelado ou sofreu alteração significativa por este motivo. Os funcionários que apresentam resultado positivo estão sendo afastados das funções para se recuperarem em casa com segurança”.

O presidente do SNA recomenda que as companhias deem suporte aos tripulantes em situação de dispensa médica.

“As nossas recomendações são dar todo o suporte necessário para tripulante em dispensa médica e também ter rigor no cumprimento da regulamentação das jornadas de trabalho e também dos descansos, dos repousos e das folgas que são parte importante na manutenção do equilíbrio físico e emocional de todos os tripulantes.”

O que diz a Anac

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que está monitorando os casos de doenças respiratórias em pilotos, comissários e demais profissionais do setor aéreo e reforça que as medidas de segurança recomendadas pela Anvisa vêm sendo cumpridas desde o início da pandemia.

As medidas e orientação podem ser encontradas no site da Anac

A agência também informou, por meio de nota, que “monitora as medidas operacionais que vêm sendo adotadas pelas companhias aéreas para minimizar os impactos causados pelos atrasos e cancelamentos de voos, bem como o cumprimento da prestação de assistência aos passageiros, determinadas pela Resolução ANAC 400/2016”.

Direito do passageiro

Quem estiver com voo atrasado ou cancelado tem direito à prestação de assistência pelas companhias aéreas, conforme prevê a Resolução 400/2016. 
Segundo o artigo 12, as alterações realizadas de forma programada pelo transportador, em especial quanto ao horário e itinerário originalmente contratados, deverão ser informadas aos passageiros com antecedência mínima de 72 horas. Para isso, o transportador deverá oferecer as alternativas de reacomodação e reembolso integral.

Caso o passageiro compareça ao aeroporto em decorrência de falha na prestação da informação, o transportador deverá oferecer assistência material, bem como as seguintes alternativas à escolha do passageiro: 

  1. reacomodação;
  2. reembolso integral; 
  3. execução do serviço por outra modalidade de transporte

A Anac também recomenda que os passageiros acompanhem a confirmação do voo pelos serviços disponíveis pela empresa aérea, como aplicativos, site e central de atendimento. 

Para saber mais sobre os direitos e deveres do passageiro, acesse o site da Anac.

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Saúde
01/01/2022 11:00h

Previsão é de que vacina para H3N2 chegue ao país a partir da campanha de vacinação contra gripe de 2022, segundo Ministério da Saúde

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O Brasil tem vivido, nos últimos dias, uma epidemia de gripe causada pelo vírus Influenza A. Com isso, o brasileiro está correndo atrás de imunização contra a doença. O que muita gente não sabe é que não existe, no momento, vacina para a cepa H3N2. O Brasil possui vacinas que protegem contra os vírus Influenza A e B. No entanto, elas não são específicas para a variante que está atingindo o país. 

De acordo com o Ministério da Saúde, o aumento do número de casos está sendo acompanhado  em alguns estados. Neste momento, a pasta avalia as evidências científicas em relação à eficácia da vacina utilizada na campanha deste ano para a prevenção da nova cepa circulante. 

A pasta informa, ainda, que já iniciou as tratativas para aquisição de vacinas para a campanha de 2022. O imunizante encomendado é o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Hemisfério Sul e contempla em sua composição o vírus H3N2, circulante no país neste momento.

Durante viagem com a família no litoral nordestino, Gabriel Estrela sentiu fraqueza no corpo, dores de cabeça, coriza, febre e tosse. “Suspeitei que era essa virose porque estava em uma praia e soube que a UPA estava cheia de casos de Influenza.”

Pessoas que sentirem sintomas gripais devem procurar atendimento médico na Unidade Básica de Saúde mais próxima. Mesmo com letalidade menor que a Covid-19, o H3N2 tem mais chances de evoluir para casos graves em grupos de risco (crianças, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades). 

O H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados. Ele pode ser transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra, explica a infectologista Joana Darc da Silva.

“Os sintomas são bem acentuados, muito intensos,  muita dor no corpo, febre que incide de forma súbita, coriza, dor de garganta, que pode complicar com falta de ar que a gente chama de síndrome respiratória que pode levar a óbito.”

Vacinas existentes

A campanha de imunização contra a gripe foi lançada em março pelo Ministério da Saúde e deveria durar até julho. Inicialmente, seriam vacinadas somente as pessoas de grupo prioritário, mas diante da baixa procura da população, a campanha foi estendida para todas as faixas etárias.

Com óbitos confirmados por H3N2 em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, recomendou  que a população mantenha os protocolos de biossegurança usados para a Covid-19, para diminuir a disseminação do vírus da Influenza H3N2. Conforme o Boletim Epidemiológico da Influenza, referente a semana epidemiológica 51, divulgado na terça-feira (28), a SES registrou 44 casos positivos para H3N2, além de duas mortes ocorridas em Campo Grande e Corumbá. 

De acordo com a secretaria, é importante que a população se vacine, pois, com as comemorações e as férias, a população precisa estar atenta, e quem apresentar os sintomas deve evitar comparecer aos locais de festividades e procurar uma unidade de saúde.

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22/12/2021 19:15h

Também conhecida como “Darwin”, nova variante foi identificada primeiramente na Austrália

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O vírus da gripe Influenza A H3N2 tem se espalhado rapidamente pelo Brasil e deixado vários estados em situação de alerta por conta do aumento no número de casos e mortes. 

Somente no Rio de Janeiro, já são 5 mortes causadas pelo subtipo H3N2 e mais de 20.000 casos confirmados em decorrência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada pela Influenza, desde o início de novembro até 15 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura do Rio.

“Na realidade, o vírus Influenza já existe a milhares de anos. Ele foi responsável pela gripe espanhola, pela gripe aviária, pela gripe dos suínos. E agora está aparecendo uma nova variante [H3N2] que está provocando esse surto no Rio de Janeiro, e com certeza vai atingir o Brasil todo”, avalia o Dr. Carlos Machado, médico preventista. 

Segundo o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe da Fiocruz, a variante H3N2 circula entre a população desde 1960, mas esse ano ela sofreu uma nova mutação na Austrália, que logo se espalhou pelo mundo e chegou ao Brasil. Também é conhecida como variante Darwin, em referência à cidade em que ela foi sequenciada.

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No nordeste do país, o estado de Alagoas confirmou 21 casos e três mortes pelo vírus, mas ainda não foi identificado o subtipo que causou os óbitos. Já na Bahia, houve duas mortes pelo subtipo H3N2 e a Secretaria de Saúde do estado alerta para possível surto na capital Salvador. Em Pernambuco, o governo confirmou, no começo dessa semana, que já são 42 casos e uma morte por influenza A H3N2.

No Espírito Santo, segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), ao menos 74 pessoas ficaram doentes e duas morreram após infecção pelo vírus da influenza H3N2. No começo da semana, a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná registrou a primeira morte relacionada à nova variante, além de 20 casos já confirmados.

Os estados de São Paulo, Pará, Amazonas, Rondônia e Goiás estão em alerta por conta da alta no número de casos, apesar de ainda não terem registrado óbitos relacionados ao subtipo H3N2. 

Quais os sintomas da Influenza H3N2?

Assim como ocorre com o coronavírus, o vírus H3N2 é facilmente transmitido de pessoa para pessoa, através de gotículas expelidas pela tosse, espirro ou fala. Segundo o Dr. Carlos Machado, os sintomas são semelhantes ao de uma síndrome gripal. “Os sintomas provocados são semelhantes a um quadro infeccioso viral. Então os mais comuns são febre, tosse seca, dor no corpo. Em crianças, pode dar dor de barriga e diarreia”, esclarece. 

O médico também afirma que os sintomas podem ser parecidos com os de Covid-19. Mas, no caso da influenza, eles são mais intensos nas primeiras 48 horas, enquanto que na Covid, eles aparecem a partir do 5º ou 6º dia. Mesmo assim, se houver dúvidas, é preciso fazer o teste para ter o diagnóstico preciso. 

A assistente administrativa Aline Gomes, de 25 anos, mora na Zona Portuária da capital Rio de Janeiro e contraiu o vírus no começo de dezembro. “Tive muita dor no corpo, febre, dor de cabeça, meu nariz ficou congestionado e muita coriza. Durou, mais ou menos, uns cinco dias, sendo que nos três primeiros dias foi muito forte, mas depois foi amenizando. A tosse ainda tá um pouco comigo”, conta. Ela acrescenta que, além dos remédios e muita água, o repouso foi essencial para sua recuperação. 

As prevenções para não contrair o vírus da Influenza são as mesmas que já estamos acostumados desde o começo da pandemia de Covid-19: usar máscaras, higienizar as mãos com frequência e evitar aglomerações.

Surto inesperado

Para o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe da Fiocruz, há dois principais motivos, de acordo com o que se sabe até agora, para o surto acontecer nessa época: o isolamento social provocado pela pandemia e a baixa adesão à vacina da gripe.

“A partir do final de março de 2020, nós aderimos às medidas de prevenção contra a Covid-19 e isso se estendeu pelo ano todo, até a gente começar a flexibilizar e relaxar cada vez mais esse ano. Ou seja, voltar a se expor mais. Isso traz como consequência o fato de que a gente não teve nem a imunidade natural, por estarmos em isolamento, e nem a proteção da vacina”, ressalta. 

Como resultado disso, os surtos de gripe, historicamente mais comuns no outono e inverno, começaram, esse ano, no final da primavera e pode se estender pelo verão, intensificados pela nova mutação H3N2 oriunda da Austrália. 

Vacinação contra a gripe

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021, foram aplicadas cerca de 67 milhões de doses e distribuídas 80 milhões para todos os estados e Distrito Federal, dentro da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza. Contudo, o pesquisador destaca que a nova cepa H3N2 não é compatível com as cepas presentes na vacina da gripe.

“A vacina da gripe é composta por três vírus: uma cepa da Influenza A, que é H1N1; uma cepa da Influenza A, que é H3N2; e uma cepa do vírus da Influenza B. A escolha de qual cepa vai entrar na vacina é feita de acordo com o que aconteceu na temporada passada. No nosso hemisfério, é por volta de setembro que se bate o martelo para saber qual será a composição da vacina para o ano seguinte. Então, naquela época, essa variante do H3N2 não era a dominante, e não tinha indícios de que ela passaria a ser dominante agora”, explica.

Gomes acrescenta que esse não é um caso isolado, que é “da natureza da biologia” que o vírus da gripe mude de forma acelerada e que, mesmo que a vacina disponível não tenha uma proteção específica contra a nova cepa, é importante se vacinar para prevenir infecções causadas pelas demais cepas.  

O Instituto Butantan, maior produtor de vacinas para a gripe do Hemisfério Sul, confirmou que já iniciou a preparação dos bancos virais para atualizar o imunizante contra a nova variante, e que as vacinas devem estar disponíveis para os brasileiros no começo de 2022.  

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30/07/2021 03:00h

As cidades que conseguirem superar 90% de cobertura vacinal contra Covid-19 e 80% da Influenza vão dividir cerca de R$ 65 milhões

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O governo de Mato Grosso criou um programa para premiar os municípios que tiveram o melhor desempenho nas campanhas de imunização contra a Covid-19 e a Influenza. O 'Imuniza MT' tem como objetivo estimular a aceleração da vacinação no estado. 
 
As cidades que conseguirem superar 90% de cobertura vacinal contra Covid-19 e 80% da Influenza vão dividir cerca de R$ 65 milhões. A primeira premiação, de R$ 2 milhões, será entregue aos municípios líderes do ranking de vacinação no estado em outubro. 


 
Segundo o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, o programa não se resume apenas à premiação, mas a um conjunto de atividades com investimento em infraestrutura dando mais importância à cobertura vacinal. 
 
"Primeiramente ampliar a cobertura de vacinas para que a gente possa se proteger de doenças que são preveníveis [por vacinas] e estimular os gestores, para que eles possam na qualidade de sua gestão se capitalizar em cima disso,  para conseguir trazer maior benefício à população”, afirmou. 
 
Os premiados serão aquelas cidades com melhores desempenhos no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI). Os municípios vão concorrer aos prêmios do governo divididos em cinco grupos, de acordo com o número de habitantes, com classificação de 5 mil até 60 mil habitantes. Os três melhores, em cada grupo, serão premiados.  

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Além disso, as cidades mato-grossenses que mais se destacarem na vacinação contra a Covid-19 vão receber selos ouro, prata, bronze e diamante, e premiação superior a R$ 7 milhões, no início de 2022. 
 
Os municípios que tiverem cobertura vacinal superior a 90% da Tríplice Bacteriana Acelular Adulto e aumento de 20% na imunização da hepatite poderão ser premiados com o selo diamante e os três primeiros colocados dividirão prêmio de R$ 4 milhões.  

Disputa entre gestores 

A vacinação se tornou uma disputa entre gestores para ver quem consegue imunizar mais pessoas. Até o momento, o Mato Grosso já aplicou quase dois milhões de doses de imunizantes contra a Covid-19, segundo o Ministério da Saúde. Para o infectologista do Hospital Anchieta de Brasília, Victor Bertollo, é preciso olhar com cautela essa competição para baixar a faixa etária de vacinação e se a cobertura vacinal está mesmo sendo atingida.
 
“Tem que ver se de fato essa redução da faixa etária é real ou se é apenas no discurso. Porque se as vacinas são distribuídas de maneira proporcional para os diferentes estados e municípios, a gente não esperaria que houvesse diferença muito grande entre eles”, argumentou. 
 
Segundo o governo do estado, os 10 municípios que mais aplicaram vacinas, considerando o percentual de doses aplicadas em relação às doses recebidas, foram: Campos de Júlio (99%), Alto Boa Vista (98%), Colíder (97%), Novo Mundo (96%), Diamantino (94%), Ribeirãozinho (94%), Conquista D’Oeste (93%), Jaciara (93%) e Arenápolis (93%). 
 
O infectologista destacou ainda que é preciso avaliar se realmente as faixas etárias mais altas estão sendo imunizadas antes de avançar para outros grupos prioritários. “No atual momento não faz sentido, por exemplo, vacinar uma pessoa de vinte anos antes de vacinar uma pessoa de quarenta”, disse Bertollo.

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15/06/2021 15:15h

Menos de 20% do público-alvo foi vacinado até o momento

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Governo de Rondônia inicia a terceira fase do Plano Nacional de Imunização PONI) da vacinação contra a gripe influenza no Estado. A campanha começou no dia 12 de abril e segue até 9 de julho. Até o momento, apenas 16,9% do público alvo foi vacinado.

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Vacinação contra a gripe atinge menos de 30% do público-alvo

Na primeira fase da campanha, como prioritários estavam crianças de seis meses até cinco anos de idade e profissionais da Saúde. Na segunda fase, ocorrida em maio, os idosos e professores foram incluídos no plano de imunização. Na terceira fase, que foi iniciada agora, os demais grupos prioritários com comorbidades são o alvo. A vacina está disponível nas unidades de saúde de todo o Estado.

Vale lembrar que quem contraiu Covid-19 deve aguardar no mínimo 14 dias após a recuperação, para que seja aplicada a dose da vacina da gripe. O ideal é receber o imunizante sem que haja qualquer sintoma, principalmente gripal.

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08/06/2021 18:10h

Meta é vacinar cerca de 1,5 milhões de paraibanos. Apenas 32,9% do público apto foi imunizado até agora

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Nesta quarta-feira (9), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba iniciará a terceira e última fase da imunização contra influenza. Os 223 municípios paraibanos receberam as doses para esta etapa na última semana e a vacinação se estende até o dia 9 de julho. A meta é vacinar cerca de 1,5 milhões de pessoas, mas até agora menos de 500 mil foram imunizadas no estado.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização (PNI), esta fase contemplará portadores de doenças crônicas não transmissíveis; pessoas com deficiência permanente; forças de segurança, salvamento e forças armadas; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo; funcionários do sistema prisional, entre outros.

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Apenas 32,9% das pessoas aptas foram vacinadas até agora. O grupo que lidera a maior porcentagem de imunização é a população indígena, com 98,5%. Já os idosos possui a menor, apresentando uma taxa de apenas 32% de adesão à campanha.

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Brasil 61