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Baixar áudioVocê acorda com gosto amargo na boca e não sabe por quê? O amargor tem cinco causas principais, segundo o Dr. Ali Mahmoud, médico otorrinolaringologista. Veja quais são:
O gosto amargo ocasional é normal, mas se persistir por mais de uma semana, procure um médico. Pode ser sinal de algo que precisa ser tratado. Mantenha boa higiene bocal, evite jejum prolongado e observe se tem relação com medicamentos que está tomando.
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Copiar o textoAlta é impulsionada pelo crescimento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório
Baixar áudioOs casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram entre crianças menores de dois anos nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. A informação consta no mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Segundo o levantamento, o avanço é impulsionado principalmente pelo aumento das hospitalizações causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) nessa faixa etária.
A pesquisadora do InfoGripe e do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz), Tatiana Portella, explica que o VSR é uma das principais causas de bronquiolite e destaca a importância da vacinação.
“É essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para que seus bebês fiquem protegidos nos primeiros meses de vida”, orienta.
No geral, os casos de SRAG apresentam estabilidade na tendência de curto e de longo prazo.
Segundo o boletim, houve um aumento das ocorrências relacionadas ao VSR em todo o Centro-Oeste e em parte do Sudeste — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo — além de diversos estados do Norte — Acre, Pará, Tocantins e Roraima — e do Nordeste — Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
Em relação à influenza A, os casos seguem em crescimento em boa parte da região Centro-Sul — Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina — além de alguns estados do Nordeste — Paraíba, Alagoas e Sergipe — e do Norte — Amapá, Acre e Rondônia.
Por outro lado, o boletim aponta queda dos casos de SRAG associados à influenza A em vários estados do Nordeste, como Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco, além do Pará e do Rio de Janeiro.
Diante desse cenário, Tatiana Portella reforça a importância da vacinação para os grupos prioritários, como crianças de até seis anos e idosos.
“Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados do país, é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”, recomenda.
Os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinais de interrupção do crescimento ou queda na maior parte do país. No entanto, continuam aumentando nos estados do Pará e Mato Grosso.
Já os casos graves por Covid-19 seguem em níveis baixos no Brasil.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 11 de abril, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 14. Confira outros detalhes no link.
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Copiar o textoCaroços no corpo. Saiba o que é Íngua
Baixar áudioVocê já notou um caroço em alguma dessas regiões? Popularmente chamado de "íngua", esse inchaço é na verdade um linfonodo aumentado, parte do sistema de defesa do corpo.
Segundo o hematologista Dr. Thales Dalessandro (CRM: 112.136/SP | RQE: 93.084), infecções locais são a causa mais comum. Por exemplo:
Mas, atenção aos sinais de alerta:
Ínguas doloridas costumam ser infecções, mas as que não doem podem indicar algo mais sério. Na dúvida, procure um médico para investigação.
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Baixar áudioNo início de 2026, o Ministério da Saúde decretou surto da Doença de Chagas em Ananindeua (PA). Até a primeira semana de fevereiro foram registrados 42 casos e quatro óbitos na cidade, com os registros superando em 30% os notificados na cidade no mesmo período do ano passado. Dados preliminares de 2025 indicam 627 casos agudos, sendo 97% na Região Norte. Diante do quadro, o Governo Federal anunciou o repasse de quase R$ 12 milhões para ações de vigilância em 155 municípios prioritários.
O repasse foi publicado por meio da Portaria GM/MS Nº 9.628/2025 e é voltado a ações de vigilância e controle da Doença de Chagas em 17 estados do país. Os valores deverão ser aplicados em atuação contínua nas localidades prioritárias, com medidas de captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos.
O incentivo financeiro é de caráter excepcional e temporário e será transferido, em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Municipais e Distrital, conforme a Portaria.
Segundo a pasta, o cenário epidemiológico do país reforça a urgência das medidas de combate à Doença de Chagas. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com o maior índice na Região Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará.
A seleção dos municípios considerou diversos critérios técnicos, como a vulnerabilidade das cidades e a interação dos insetos vetores com o ambiente. Foi dada prioridade para municípios classificados como de risco “muito alto” em índice da presença de vetores e condições socioambientais.
As localidades com registro recente do inseto conhecido como "barbeiro", cujas fezes abrigam o protozoário transmissor da Doença de Chagas, também foram priorizadas.
Segundo o Ministério da Saúde, também foram considerados municípios com alta prioridade e de muito alta prioridade, para a forma crônica da Doença de Chagas, concentrados especialmente nas regiões Nordeste e Sudeste.
O repasse totaliza R$ 11,7 milhões e contempla 17 estados. Entre as UFs, o Pará recebe o maior valor, R$ 5,3 milhões, seguido pelo Ceará, com R$ 1,5 milhão e Pernambuco, que receberá R$ 820 mil.
Os valores foram divididos entre os municípios com valores que variam de R$ 20 mil a R$ 250 mil por cidade, em parcela única. Entre as cidades contempladas estão Cavalcante (GO), Calçado (PE) e Novo Horizonte (BA).
A lista completa dos 155 municípios contemplados pode ser consultada na Portaria.
Apesar de o Ministério da Saúde decretar surto de em Ananindeua (PA), especialistas da Fiocruz descartam o risco de epidemia no país e alertam que a doença permanece ativa no Brasil, sendo impulsionada, especialmente, pela transmissão oral.
O médico infectologista e pesquisador do Laboratório de Pesquisa Clínica em doença de Chagas (LapClin Chagas) do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Roberto Saraiva, explica a classificação de surto no início de 2026 no município paraense.
“Foi classificado como um surto porque houve um aumento dos números de casos em relação ao que costuma acontecer no município, mas não há riscos de epidemia no Brasil”, afirma Saraiva.
Já o farmacêutico bioquímico e pesquisador do Instituto Gonçalo Muniz (Fiocruz Bahia), Fred Luciano Santos, salienta que o Brasil tem registrado diversos surtos esporádicos, com maior frequência na Região Metropolitana de Belém “devido ao consumo artesanal de açaí e outros produtos locais”, aponta.
Para Fred, como a doença segue ativa no país há um risco de ocorrência de novos surtos. “Especialmente em áreas com condições sanitárias mais precárias, com produção artesanal de alimentos e sem fiscalização adequada”, completa.
A situação no Pará contou com a investigação de vários órgãos, como a Secretaria Estadual de Saúde do Pará, a Anvisa e o os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde.
A transmissão da doença de Chagas por via oral possui relação direta com o consumo de alimentos contaminados pelo protozoário trypanosoma cruzi – causador da doença. O fruto pode ser contaminado com as fezes do chamado “barbeiro” ou durante a manipulação do açaí – que pode esmagar o inseto.
Confira como evitar esse tipo de transmissão, segundo os especialistas:
“Para frear a transmissão oral da doença de Chagas é necessário que a população procure comprar seu alimento de quem o prepara adequadamente. Com isso, você pode reduzir a forma de transmissão da doença de Chagas através da colheita adequada, do transporte adequado, do preparo adequado do alimento, para que não haja contaminação em nenhuma das etapas do ciclo do açaí”, salienta Saraiva.
A doença de Chagas possui duas fases, uma aguda e uma crônica. A fase aguda pode ser sintomática ou não e a crônica pode se manifestar de maneira assintomática, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva.
Entre as consequências da doença estão a insuficiência cardíaca, dificuldade de engolir e prisão de ventre. Na fase crônica, os problemas cardíacos ou digestivos podem permanecer pelo resto da vida.
Confira os principais sintomas na fase aguda:
O tratamento deve ser indicado por um médico. O SUS fornece o medicamento benzonidazol gratuitamente.
Os especialistas afirmam que o diagnóstico e o tratamento precoce evitam a evolução para formas graves da doença e até mesmo o óbito.
Confira o mapa da Incidência da doença de Chagas (aguda) no Brasil
Em 2006, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) uma certificação internacional pela interrupção da transmissão da doença de Chagas pelo Triatoma infestans – conhecido como barbeiro.
No entanto, dois focos permanecem no país, no estado da Bahia – em Tremedal e Novo Horizonte. Nas localidades, o Projeto Oxente Chagas, da Fiocruz, tem atuado com o rastreamento sorológico em toda a população urbana e rural com vistas a combater e controlar a doença.
A expectativa é de que cerca de 30 mil habitantes sejam testados nas duas cidades até 2027.
Já no Rio de Janeiro, o LaPClin Chagas acompanha cerca de 800 pacientes com doença de Chagas crônica, com a oferta de diagnóstico, tratamento e suporte.
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Baixar áudioOs ovários têm um papel fundamental no corpo da mulher. Eles produzem os óvulos, essenciais para a reprodução, e também hormônios como o estrogênio e a progesterona. Esses hormônios são responsáveis pelo ciclo menstrual, ajudando na saúde dos ossos, no metabolismo e no desenvolvimento das características femininas, especialmente durante a puberdade.
Na infância, os ovários permanecem inativos e começam a funcionar na puberdade, iniciando a produção hormonal e promovendo diversas mudanças no corpo feminino. Manter a saúde dos ovários é importante para o equilíbrio do organismo.
Veja o vídeo com a explicação do especialista:
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Baixar áudioNo Dia Mundial da Doença de Chagas, em 14 de abril, o Ministério da Saúde anunciou o repasse de quase R$ 12 milhões para fomentar ações de vigilância e controle da Doença de Chagas em 17 estados do país. Os recursos deverão beneficiar 155 municípios prioritários, com apoio à atuação contínua nessas localidades, voltado à captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos. O repasse foi publicado por meio da Portaria GM/MS Nº 9.628/2025.
Conforme a pasta, a seleção dos municípios considerou diversos critérios técnicos, como a vulnerabilidade das cidades. A interação dos insetos vetores com o ambiente também foi relevante, com prioridade para municípios classificados como de risco “muito alto” em índice da presença de vetores e condições socioambientais.
A seleção foi baseada, ainda, em localidades com registro recente do vetor Triatoma infestans – inseto conhecido como "barbeiro", cujas fezes abrigam o protozoário transmissor da Doença de Chagas.
Segundo o Ministério da Saúde, também foram considerados municípios com alta prioridade e de muito alta prioridade, para a forma crônica da Doença de Chagas, concentrados especialmente nas regiões Nordeste e Sudeste.
O incentivo financeiro avaliou, ainda, a situação epidemiológica estabelecida pelo Ministério da Saúde, com base nos dados informados por estados e municípios. Por exemplo, municípios com mais de cinco casos agudos de doença de Chagas no período de 2020 a 2024 e aqueles com histórico nos últimos 10 anos de presença de populações residuais de Triatoma infestans.
O repasse totaliza R$ 11,7 milhões e contempla 17 estados. Entre as UFs, o Pará recebe o maior valor, R$ 5,3 milhões, seguido pelo Ceará, com R$ 1,5 milhão e Pernambuco, que receberá R$ 820 mil.
Os valores foram divididos entre os municípios com valores que variam de R$ 20 mil a R$ 250 mil por cidade, em parcela única. Entre as cidades contempladas estão Cavalcante (GO), Calçado (PE) e Novo Horizonte (BA).
Confira a lista completa dos 155 municípios contemplados:
O incentivo financeiro é de caráter excepcional e temporário e será transferido, em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Municipais e Distrital, de acordo com a Portaria GM/MS Nº 9.628/2025.
O Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também anunciou a fase 2 do projeto “Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas (STCC-2)”. A medida busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. No total, serão investidos R$ 8,6 milhões pelo Governo Federal.
Segundo a pasta, o cenário epidemiológico reforça a urgência das medidas de combate à Doença de Chagas no país. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com o maior índice na Região Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará.
Dados preliminares de 2025 indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, com concentração em Minas Gerais, Bahia e Goiás. De acordo com o Ministério da Saúde, o cenário evidencia a persistência da doença em áreas endêmicas do país.
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Baixar áudioA variante BA.3.2 do coronavírus — também chamada de “Cicada” — já foi identificada em pelo menos 23 países. O principal diferencial dessa linhagem é a maior capacidade de escapar dos anticorpos, em comparação com variantes predominantes atualmente e que são alvo das vacinas, como a JN.1 e a LP.8.1. Os dados são do recente relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos.
Desde o início da pandemia de Covid-19, novas variantes do SARS-CoV-2 surgem regularmente devido a mutações na chamada proteína spike, estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas. Quando essas mutações ocorrem, o vírus pode se tornar mais transmissível ou reduzir a eficácia dos anticorpos gerados por vacinas ou infecções anteriores. Por isso, as vacinas precisam ser atualizadas periodicamente para acompanhar as variantes mais recentes em circulação.
Segundo o relatório, a BA.3.2 descende da linhagem BA.3, que circulou brevemente junto com variantes como BA.1 e BA.2 entre o final de 2021 e 2022. Essa nova linhagem apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína spike, o que explica sua maior capacidade de escapar da resposta imunológica.
Apesar da maior capacidade de escape imunológico, a Rede Global de Vírus (GVN, na sigla em inglês) afirma que não há evidências, até o momento, de que a BA.3.2 cause doença mais grave e que os dados disponíveis não justificam estado de alerta ou maior preocupação.
Em nota, a entidade explica que, embora o escape imunológico possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não significa redução da proteção contra casos graves.
Segundo a GVN, as mudanças observadas são compatíveis com a evolução natural esperada do coronavírus e de outros vírus respiratórios. Em vez de indicar uma nova ameaça imediata, a BA.3.2 reforça a importância da vigilância constante.
A variante BA.3.2 foi identificada pela primeira vez em 22 de novembro de 2024, na África do Sul, em uma amostra coletada por swab nasal de um menino de 5 anos.
O segundo registro ocorreu em 17 de março de 2025, em Moçambique, seguido por detecções em:
Após esses primeiros registros, outros casos foram poucos frequentes até setembro de 2025, quando começaram a aumentar. O maior número de detecções ocorreu na primeira semana de dezembro de 2025.
Até 11 de fevereiro de 2026, a variante havia sido identificada em 23 países, incluindo casos nos Estados Unidos em viajantes vindos do Japão, Quênia, Países Baixos e Reino Unido.
Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a variante chegou a representar cerca de 30% das sequências analisadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Países Baixos. Mesmo assim, a incidência geral de Covid-19 nesses locais não foi maior do que em anos anteriores.
Até o momento, o Brasil não registrou casos da linhagem BA.3.2.
A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a composição das vacinas contra Covid-19 está programada para maio de 2026. O encontro será conduzido por grupo técnico responsável por avaliar se a fórmula das vacinas precisa ser atualizada.
Durante a reunião, serão analisados:
Durante a reunião, também serão apresentados resultados de testes com diferentes variantes do vírus, com o objetivo de avaliar quais vacinas oferecem melhor proteção e se novas linhagens, como a BA.3.2, conseguem escapar dos anticorpos.
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Ela não é causada por bactérias, mas pode levar a infecções se não for tratada corretamente. Em casos mais intensos ou repetitivos, o médico pode indicar medicamentos ou até a depilação a laser como solução definitiva.
Mas, na maioria das vezes, medidas simples ajudam a evitar o problema:
• Não faça a barba todos os dias;
• Lave o rosto com água morna antes de barbear;
• Use produtos próprios para barbear;
• Prefira lâminas novas e afiadas;
• Sempre barbeie no sentido do pelo;
• E finalize com um pós-barba hidratante.
Se mesmo assim os pelos continuarem encravando, procure um dermatologista para avaliar o melhor tratamento.
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Baixar áudioVaricocele são varizes no cordão do testículo, e na maioria dos casos, não causam problemas. Mas, fique atento, pois elas podem:
“O diagnóstico é feito no exame físico e, quando necessário, confirmado com ultrassom”, explica o Dr. Fábio Ortega.
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Baixar áudioA 18ª edição do Ranking do Saneamento, realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, mostra que 28 municípios brasileiros atingiram a universalização no abastecimento de água. Desse total, 11 municípios têm cobertura de 100%, com concentração no estado de São Paulo. Já as outras 17 cidades apresentam índices iguais ou superiores a 99% de atendimento, localizadas nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
O foco do levantamento são os 100 municípios mais populosos do Brasil e o estudo considera os indicadores mais atuais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Confira a lista de municípios com 100% de universalização no abastecimento de água:
A lista de melhores municípios no indicador de atendimento total de água também considera as cidades que atingiram percentuais iguais ou superiores a 99% de atendimento. Veja alguns municípios:
Pelo estudo, o indicador médio de atendimento de água entre os 100 maiores municípios foi de 93,55%. O percentual representa uma queda em comparação aos 93,91% registrados em 2023.
Conforme o estudo, apesar da queda, a maioria dos municípios, sendo 87 dos 100, tem atendimento total de água maior que 80%. A publicação avalia que os dados evidenciam que a maioria dos municípios considerados no Ranking está próxima da universalização do serviço de abastecimento de água.
Os dados do Ranking mostram que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios para que o abastecimento de água seja universalizado de forma plena e equilibrada entre os municípios do país.
A capital pernambucana, Recife, atingiu 78,93% em relação ao abastecimento de água. Já Porto Velho (RO), registrou apenas 30,74 % e ocupa a 100ª posição no ranking.
Confira os municípios com os piores percentuais de atendimento:
A publicação afirma que, como ainda há cidades com índices precários, o cenário evidencia desigualdades no acesso aos serviços. Na avaliação do estudo, os índices reforçam a necessidade de ampliar os investimentos na área, de melhoria na gestão e de priorização do saneamento na agenda pública.
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