Ministério da Saúde

05/03/2026 04:25h

Serviço gratuito é realizado pelo Meu SUS Digital e pode atender cerca de 600 pacientes por mês

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O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a ofertar teleatendimento em saúde mental para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas. O serviço é gratuito, confidencial e está disponível para brasileiros de todos os estados por meio do aplicativo Meu SUS Digital.

A iniciativa foi anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e integra um conjunto de ações do Governo Federal para o enfrentamento desse problema de saúde pública. A expectativa inicial é atender cerca de 600 pacientes por mês, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Para viabilizar o serviço, o Ministério da Saúde investiu R$ 2,5 milhões por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde.

Segundo a pasta, o teleatendimento foi estruturado para ampliar o acesso ao cuidado, especialmente para quem enfrenta dificuldades em procurar ajuda presencial, seja por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Em 2025, o SUS registrou 6.157 atendimentos presenciais relacionados a jogos e apostas.

O atendimento é destinado a pessoas com 18 anos ou mais, além de familiares e integrantes da rede de apoio. O cadastro pode ser feito 24 horas por dia, em ambiente seguro, com proteção das informações garantida pela Lei Geral de Proteção de Dados.

As consultas são realizadas por vídeo, com duração média de 45 minutos, e podem fazer parte de ciclos estruturados de cuidado com até 13 atendimentos, individuais ou em grupo. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e com a atenção básica para integração com os serviços locais.

Como acessar

Para utilizar o serviço, é necessário baixar gratuitamente o aplicativo Meu SUS Digital, disponível para Android, iOS e versão web, fazer login com a conta gov.br e acessar a área “Miniapps”. Em seguida, o usuário deve selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.

O aplicativo disponibiliza um auto teste baseado em evidências científicas. Caso o resultado indique risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Em situações de menor risco, o usuário é orientado a procurar a Rede de Atenção Psicossocial, que inclui Centros de Atenção Psicossocial e Unidades Básicas de Saúde.

O modelo prevê telemonitoramento e integração com a rede do SUS, com possibilidade de encaminhamento para atendimento presencial quando necessário.

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03/03/2026 04:30h

Ações emergenciais e habilitação de novos serviços serão implementadas em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, municípios afetados pelo desastre climático

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O governo federal autorizou cerca de R$ 16,4 milhões em recursos destinados à assistência em saúde para os municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, na Zona da Mata de Minas Gerais. A medida busca atender à população afetada pelos desastres climáticos provocados pelas chuvas que atingiram a região.

Do montante, R$ 12,5 milhões serão aplicados de forma emergencial, com o objetivo de suprir as principais necessidades imediatas das comunidades. Outros R$ 3,8 milhões foram distribuídos para a habilitação de novos serviços de saúde.

Medidas emergenciais

Para ampliar o acesso gratuito a medicamentos e insumos, o Ministério da Saúde (MS), a partir desta segunda-feira (2), flexibilizará as regras de dispensação do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB) para a população afetada. 

A pasta também destinou nove kits emergenciais de saúde para a região, com capacidade para atender 13,5 mil pessoas no período. Cada conjunto contém 16 itens estratégicos e 32 remédios, entre eles:

  • antibióticos;
  • analgésicos;
  • anti-hipertensivos;
  • soluções injetáveis;
  • ataduras;
  • gaze;
  • dispositivos de infusão;
  • seringas;
  • luvas; e
  • máscaras. 

Além disso, o MS coordenou a doação de 318 mil fraldas, sendo 101 mil unidades para adultos e 217 mil destinadas a crianças. A iniciativa foi articulada em parceria com a CCM Indústria de Descartáveis e com a Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), a fim de atender grupos em situação de vulnerabilidade social.

Habilitação de serviços

As comunidades da Zona da Mata mineira receberam novos equipamentos e estruturas para reforçar a rede de saúde:

  • 50 ambulâncias do SAMU 192;
  • uma carreta do programa Agora Tem Especialistas; e 
  • seis unidades móveis destinadas à  Atenção Primária.

A carreta, equipada para a realização de exames de imagem, como tomografia e ultrassonografia, passa a atender a população a partir desta segunda-feira (2), em Juiz de Fora. 

As unidades móveis devem fortalecer a Atenção Primária e apoiar as ações da Força Nacional do SUS. O município de Juiz de Fora recebeu duas dessas estruturas, enquanto Ubá foi contemplado com quatro unidades.

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25/02/2026 04:15h

Desde 2022, o país contabilizou mais de 14 mil notificações; transmissão ocorre por contato direto com lesões e fluidos corporais. Veja formas de prevenção, sintomas e quem deve receber a vacina

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O Brasil registra atualmente 88 casos confirmados de mpox em 2026. De acordo com o Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica do Ministério da Saúde (MS), as ocorrências estão distribuídas pelo Distrito Federal (1) e seis estados:

  • Minas Gerais (3);
  • Paraná (1);
  • Rio de Janeiro (15);
  • Rondônia (4);
  • Rio Grande do Sul (2); e
  • São Paulo (62).

O estado de São Paulo lidera o registro de casos com 62, seguido por Rio de Janeiro, com 15, e Rondônia, com 4. Não há registro de situações graves ou óbitos relacionados a mpox. A pasta aponta que a maioria dos pacientes diagnosticados apresentam sintomas considerados de grau leve a moderado.

Mpox: o que é

A mpox, anteriormente conhecida como “varíola dos macacos”, é uma doença zoonótica viral (transmitida aos seres humanos a partir de animais) causada pelo Orthopoxvirus, da mesma família da varíola.

Desde 2022, o Brasil contabilizou 14.566 notificações, conforme painel de dados do MS atualizado nesta terça-feira (24), com levantamento referente até 20 de fevereiro de 2026. A maior parte dos casos concentrou-se entre 2022 e 2023, quando o mundo enfrentou um surto global, que se espalhou para mais de 120 países e resultou em mais de 100 mil casos. 

Mpox: como se prevenir

Ao contrário de outras doenças virais, em que a vacinação é a principal forma de proteção, no caso da mpox, a forma mais eficaz é a prevenção. O MS reforça que é fundamental evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Se a interação for inevitável, recomenda-se o uso de luvas, máscaras, avental e óculos de proteção. 

Entre as orientações estão:

  • manter a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel;
  • lavar roupas, toalhas e lençóis com água morna e detergente;
  • limpar e desinfetar superfícies contaminadas; e
  • descartar corretamente resíduos como curativos.

Mpox: sintomas e formas de transmissão

Segundo o ministério, os sintomas da mpox incluem:

  • erupções cutâneas ou lesões de pele em diferentes partes do corpo;
  • linfonodos inchados (ínguas);
  • febre;
  • dor de cabeça;
  • dores no corpo;
  • calafrio; e
  • fraqueza.

A transmissão ocorre principalmente por:

  • contato direto com lesões de pele de pessoas infectadas;
  • exposição a fluidos corporais e secreções respiratórias;
  • uso compartilhado de objetos contaminados, como roupas e toalhas; e
  • animais silvestres (roedores) infectados.

Em caso de infecção, pacientes com suspeita ou confirmação da mpox devem cumprir isolamento imediato e evitar o compartilhamento de objetos pessoais até o fim do período de transmissão.

Mpox: tratamento

Em 2022, o antiviral tecovirimat (TPOXX), desenvolvido originalmente para tratar a varíola, foi aprovado para auxiliar no manejo da mpox. Apesar disso, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) ressalta que não há tratamento específico para a infecção.

Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem por conta própria. O cuidado clínico deve priorizar o alívio das manifestações, a prevenção de complicações e a redução de possíveis sequelas. Entre as recomendações estão:

  • manter as lesões cutâneas secas ou cobertas com curativos úmidos, quando necessário;
  • evitar tocar em feridas na boca ou nos olhos; e
  • utilizar enxaguantes bucais e colírios, desde que não contenham cortisona.

Mpox: vacinação

A estratégia de vacinação do Ministério da Saúde prioriza pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença. Entre os grupos contemplados na imunização pré-exposição estão:

  • pessoas vivendo com HIV/aids, maiores de 18 anos, com baixa imunidade; e
  • profissionais de laboratórios que lidam diretamente com o vírus, entre 18 e 49 anos.

Já na vacinação pós-exposição, a recomendação é para indivíduos que tiveram contato direto com fluidos ou secreções de casos suspeitos, prováveis ou confirmados.

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21/02/2026 04:30h

Iniciativa do PROADI-SUS, em parceria com hospitais de excelência, busca otimizar fluxos de atendimento e diminuir tempo de espera em 137 portas de urgência

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A fim de otimizar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde lançou o Guia de Boas Práticas do Projeto Lean nas Emergências, voltado a gestores de hospitais públicos e filantrópicos.

A iniciativa, desenvolvida pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) e executada em parceria com as Entidades de Saúde de Reconhecida Excelência (ESRE), busca reduzir a superlotação e o tempo de espera em 137 portas de urgência distribuídas por todas as regiões do Brasil.

Participam do Projeto Lean as ESRE:

  • Hospital Alemão Oswaldo Cruz;
  • HCor Hospital do Coração;
  • Hospital Moinhos de Vento;
  • Hospital Israelita Albert Einstein;
  • Hospital Sírio-Libanês; e 
  • Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Projeto Lean

O termo Lean, traduzido como “enxuto”, surgiu no setor industrial com a Toyota, pioneira em sua aplicação. A proposta busca racionalizar recursos e otimizar espaços e insumos. Após resultados positivos, outras empresas passaram a adotar o modelo. Posteriormente, passou a ser aplicado também na área da saúde, onde ganhou novas adaptações e relevância.

No Brasil, o MS incorporou a metodologia em 2017, com o lançamento do Projeto Lean nas Emergências, tendo o Hospital Sírio-Libanês (HSL) como a primeira instituição executora. Segundo a Pasta, a proposta da iniciativa envolve:

  1. Diagnóstico detalhado dos fluxos de atendimento;
  2. Treinamento e capacitação das equipes multiprofissionais;
  3. Uso de ferramentas de gestão visual e análise de processos;
  4. Implantação de melhorias rápidas (Kaizen — filosofia de gestão japonesa focada na melhoria contínua) e reestruturação de processos críticos.

Para viabilizar as etapas, o projeto promove fóruns e treinamentos conjuntos entre os hospitais, além de visitas presenciais e virtuais conduzidas por uma equipe formada por um médico consultor e um especialista em Lean. As ações se estendem pelas fases de diagnóstico, implementação e monitoramento.

Resultados

Dados do MS mostram que, até o final do triênio 2021-2023, o projeto alcançou:

  • -30% no tempo de permanência dos pacientes nas emergências;
  • -40% no tempo de espera para pacientes que não necessitam de internação;
  • -41% no tempo de espera para pacientes que foram internados.

Confira os 137 hospitais participantes do Projeto Lean

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06/02/2026 19:30h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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O estado de Rondônia segue mobilizado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Uma das prioridades é a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos da doença, todos no Tocantins. Os registros foram classificados como importados ou relacionados à importação.

Para ampliar as coberturas vacinais, os gestores de saúde mantêm campanhas educativas e a mobilização das equipes municipais. Neste início de 2026, o Ministério da Saúde reforçou o alerta por meio do aplicativo Meu SUS Digital, que envia mensagens aos pais sobre a importância de manter a vacinação em dia.

O coordenador estadual de Imunizações em Rondônia, Ivo Barbosa, explica as ações junto aos municípios rondonienses.

“As prioridades estabelecidas para os próximos meses concentram-se em dois eixos principais. Primeiro, consolidar os avanços já alcançados, garantir a manutenção dos índices de cobertura vacinal. Segundo, intensificar a busca ativa por crianças não vacinadas por meio da implementação de estratégias de microplanejamento ajustadas às especificidades de cada município e comunidade.”

Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação é uma das principais formas de prevenir doenças e proteger a população. Faça sua parte!

“O Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, está presente em todos os municípios do país. E ele leva a vacina até a população. As vacinas oferecidas pelo SUS são muito seguras. Nós já usamos há muito tempo, ou seja, temos ampla experiência no uso dessas vacinas. E são vacinas que protegem e ajudaram a gente a eliminar do nosso território doenças como a rubéola, o sarampo, a paralisia infantil.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra tuberculose, hepatites A e B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, meningites, pneumonia, rotavírus, febre amarela, influenza, Covid-19 e HPV.

Sobre o HPV, o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. A imunização previne diversos tipos de câncer.

Pais e responsáveis de Rondônia devem atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Mais informações em gov.br/vacinacao.

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06/02/2026 19:20h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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O Amazonas segue mobilizado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Uma das prioridades é a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos da doença, todos no Tocantins. Os registros foram classificados como importados ou relacionados à importação.

Para ampliar as coberturas vacinais, os gestores de saúde mantêm campanhas educativas e a mobilização das equipes municipais. Neste início de 2026, o Ministério da Saúde reforçou o alerta por meio do aplicativo Meu SUS Digital, que envia mensagens aos pais sobre a importância de manter a vacinação em dia.

A diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Tatyana Amorim, chama atenção para o risco de reintrodução de doenças imunopreveníveis e reforça que a manutenção de altas coberturas vacinais é essencial

“Hoje, entre as doenças imunopreveníveis, as maiores preocupações são febre amarela – o Amazonas por ser uma área endêmica, o alerta é permanente; o sarampo pela possibilidade de reintrodução do vírus caso haja queda nas coberturas; poliomielite que segue como alerta nacional e exige alta cobertura para evitar risco de retorno.”

Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação é uma das principais formas de prevenir doenças e proteger a população. Faça sua parte!

“O Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, está presente em todos os municípios do país. E ele leva a vacina até a população. As vacinas oferecidas pelo SUS são muito seguras. Nós já usamos há muito tempo, ou seja, temos ampla experiência no uso dessas vacinas. E são vacinas que protegem e ajudaram a gente a eliminar do nosso território doenças como a rubéola, o sarampo, a paralisia infantil.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra tuberculose, hepatites A e B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, meningites, pneumonia, rotavírus, febre amarela, influenza, Covid-19 e HPV.

Sobre o HPV, o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. A imunização previne diversos tipos de câncer.

Pais e responsáveis do Amazonas devem atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Mais informações em gov.br/vacinacao.

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06/02/2026 19:20h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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O estado de Roraima segue mobilizado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Uma das prioridades é a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos da doença, todos no Tocantins. Os registros foram classificados como importados ou relacionados à importação.

Para ampliar as coberturas vacinais, os gestores de saúde mantêm campanhas educativas e a mobilização das equipes municipais. Neste início de 2026, o Ministério da Saúde reforçou o alerta por meio do aplicativo Meu SUS Digital, que envia mensagens aos pais sobre a importância de manter a vacinação em dia.

O gerente do núcleo estadual do Programa Nacional de Imunizações, Vinícius dos Santos Vieira, convoca pais e responsáveis a levarem as crianças para vacinar:

“Orientamos os pais sobre a necessidade de manter todas as vacinas em dia, para prevenir doenças imunopreveníveis e garantir a proteção individual e coletiva.”

Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação é uma das principais formas de prevenir doenças e proteger a população. Faça sua parte!

“O Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, está presente em todos os municípios do país. E ele leva a vacina até a população. As vacinas oferecidas pelo SUS são muito seguras. Nós já usamos há muito tempo, ou seja, temos ampla experiência no uso dessas vacinas. E são vacinas que protegem e ajudaram a gente a eliminar do nosso território doenças como a rubéola, o sarampo, a paralisia infantil.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra tuberculose, hepatites A e B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, meningites, pneumonia, rotavírus, febre amarela, influenza, Covid-19 e HPV.

Sobre o HPV, o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. A imunização previne diversos tipos de câncer.

Pais e responsáveis de Roraima devem atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Mais informações em gov.br/vacinacao.

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06/02/2026 19:10h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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O Amapá segue mobilizado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Uma das prioridades é a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos da doença, todos no Tocantins. Os registros foram classificados como importados ou relacionados à importação.

Para ampliar as coberturas vacinais, os gestores de saúde mantêm campanhas educativas e a mobilização das equipes municipais. Neste início de 2026, o Ministério da Saúde reforçou o alerta por meio do aplicativo Meu SUS Digital, que envia mensagens aos pais sobre a importância de manter a vacinação em dia.

A enfermeira da Unidade de Imunobiológicos do Amapá, Viviane Ribeiro, convoca pais e responsáveis a levarem as crianças para vacinar. Ela destaca a necessidade de ampliação das coberturas no estado.

“As coberturas vacinais das crianças e dos adolescentes precisam melhorar, pois ainda não alcançamos as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde e temos também como prioridades absolutas o desenvolvimento de testificação vacinal para a melhoria das coberturas.”

Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação é uma das principais formas de prevenir doenças e proteger a população. Faça sua parte!

“O Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, está presente em todos os municípios do país. E ele leva a vacina até a população. As vacinas oferecidas pelo SUS são muito seguras. Nós já usamos há muito tempo, ou seja, temos ampla experiência no uso dessas vacinas. E são vacinas que protegem e ajudaram a gente a eliminar do nosso território doenças como a rubéola, o sarampo, a paralisia infantil.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra tuberculose, hepatites A e B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, meningites, pneumonia, rotavírus, febre amarela, influenza, Covid-19 e HPV.

Sobre o HPV, o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. A imunização previne diversos tipos de câncer.

Pais e responsáveis do Amapá devem atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Mais informações em gov.br/vacinacao.

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06/02/2026 19:00h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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O Acre segue mobilizado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Uma das prioridades é a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos da doença, todos no Tocantins. Os registros foram classificados como importados ou relacionados à importação.

Para ampliar as coberturas vacinais, os gestores de saúde mantêm campanhas educativas e a mobilização das equipes municipais. Neste início de 2026, o Ministério da Saúde reforçou o alerta por meio do aplicativo Meu SUS Digital, que envia mensagens aos pais sobre a importância de manter a vacinação em dia.

A coordenadora de imunização do Acre, Renata Aparecida Quiles, convoca pais e responsáveis a levarem as crianças para vacinar. Ela destaca a necessidade de manter o calendário vacinal em dia.
 
“Precisa vacinar e vacinar na idade preconizada pelo Ministério da Saúde, com isso a criança obtém a melhor resposta imunológica e com isso também resulta na diminuição da circulação das doenças.”

Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação é uma das principais formas de prevenir doenças e proteger a população. Faça sua parte!

“O Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, está presente em todos os municípios do país. E ele leva a vacina até a população. As vacinas oferecidas pelo SUS são muito seguras. Nós já usamos há muito tempo, ou seja, temos ampla experiência no uso dessas vacinas. E são vacinas que protegem e ajudaram a gente a eliminar do nosso território doenças como a rubéola, o sarampo, a paralisia infantil.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra tuberculose, hepatites A e B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, meningites, pneumonia, rotavírus, febre amarela, influenza, Covid-19 e HPV.

Sobre o HPV, o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. A imunização previne diversos tipos de câncer.

Pais e responsáveis do Acre devem atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Mais informações em gov.br/vacinacao.

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05/02/2026 20:30h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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O Tocantins segue mobilizado para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Uma das prioridades é a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos da doença, todos no Tocantins. Os registros foram classificados como importados ou relacionados à importação.

Para ampliar as coberturas vacinais, os gestores de saúde mantêm campanhas educativas e a mobilização das equipes municipais. Neste início de 2026, o Ministério da Saúde reforçou o alerta por meio do aplicativo Meu SUS Digital, que envia mensagens aos pais sobre a importância de manter a vacinação em dia.

A gerente de Imunização do Tocantins, Marli Jerônimo Rodrigues, convoca pais e responsáveis a levarem as crianças para vacinar:

“É importante que vocês mantenham a caderneta de vacinação dos seus filhos em dia. Procurem a Unidade de Saúde mais próxima para verificar o calendário vacinal e garantir que todas as doses necessárias sejam aplicadas.” 
    
Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação é uma das principais formas de prevenir doenças e proteger a população. Faça sua parte!

“O Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, está presente em todos os municípios do país. E ele leva a vacina até a população. As vacinas oferecidas pelo SUS são muito seguras. Nós já usamos há muito tempo, ou seja, temos ampla experiência no uso dessas vacinas. E são vacinas que protegem e ajudaram a gente a eliminar do nosso território doenças como a rubéola, o sarampo, a paralisia infantil.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra tuberculose, hepatites A e B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, meningites, pneumonia, rotavírus, febre amarela, influenza, Covid-19 e HPV.

Sobre o HPV, o Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal para jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. A imunização previne diversos tipos de câncer.

Pais e responsáveis do Tocantins devem atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Mais informações em gov.br/vacinacao.
 

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