22/10/2021 20:30h

O anúncio do aporte foi feito nesta sexta-feira, 22 de outubro, pelo ministro Rogério Marinho

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, vai investir mais dez milhões de reais para a continuidade das obras de construção da Barragem de Oiticica, na cidade de Jucurutu, no Rio Grande do Norte. O empreendimento é essencial para garantir a segurança hídrica do estado.

O anúncio do aporte foi feito nesta sexta-feira, 22 de outubro, pelo ministro Rogério Marinho. Ele destacou os esforços feitos pela União para manter o cronograma das obras da Barragem.

"São mais de R$ 260 milhões já disponibilizados no governo do presidente Bolsonaro. Nós estamos fazendo um esforço para que não haja atrasos no cronograma físico-financeiro. É uma barragem que vai permitir o acondicionamento de mais 550 milhões de metros cúbicos de água, que vão abastecer mais de 300 mil habitantes do Seridó potiguar".

A barragem de Oiticica vai receber as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Essas águas agora podem chegar ao Rio Grande do Norte após a inauguração, na última quinta-feira, do último trecho de canal do Eixo Norte, localizado em São José de Piranhas, na Paraíba.

Também nesta sexta-feira, o ministro Rogério Marinho visitou as obras de outra barragem, a de Passagem das Traíras, em Jardim do Seridó. Ele também assinou edital para elaboração de projetos para encerramento do lixão de Caicó.

As ações integram a Jornada das Águas, evento que partiu da nascente histórica do Rio São Francisco e vai passar por Minas Gerais e os nove estados do Nordeste. 

Para saber mais sobre essas e outras ações de segurança hídrica do Governo Federal, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Vicente Melo.

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22/10/2021 20:00h

Ministério da Saúde afirma que é importante tomar a segunda dose da vacina

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Vinte milhões de brasileiros não tomaram a segunda dose do imunizante contra a Covid-19, segundo informações do ministério. Ainda de acordo com a pasta, caso não houvesse atraso na imunização, o índice de pessoas completamente vacinadas contra a doença já teria passado dos 80% do público-alvo.

De acordo com a última atualização do painel da vacinação, 263.865.157 milhões de doses foram aplicadas, fazendo o Brasil atingir a marca de 60% da população adulta completamente vacinada.

Para a infectologista Ana Helena Germolgio, o atraso do complemento da imunização pode deixar mais distante a volta à realidade de antes da pandemia. “Quanto mais demora a gente tiver em relação à quantidade de pessoas com esquema vacinal completamente concluído, vai fazer com que a gente se atrase ainda mais em relação a voltar à normalidade como outros países já estão vivendo”.
 
A especialista defende que é importante os órgãos de saúde irem em busca desse público. “ É preciso investir em busca ativa dessas pessoas para saber porque eles não foram completar a imunização. Estudos mostram que o cenário de pessoas que ainda estão ficando doentes pela covid são pessoas parcialmente vacinadas ou não vacinadas”, conclui.

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que o número diário de casos e de mortes por Covid-19 no Brasil caiu entre julho e outubro deste ano. A queda nesses registros é atribuída ao aumento da cobertura vacinal do país.

“A vacinação tem se mostrado a principal arma no enfrentamento a pandemia. À medida que a população se imuniza com a primeira dose ou completa a imunização com a segunda dose, a gente verifica uma redução na quantidade de casos e na quantidade de mortes”, explica Rodrigo Cruz, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Dados da Covid-19

O Brasil registrou mais 14.502 casos e 460  óbitos por Covid-19, sexta-feira (22), de acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 21.711.843 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. 

O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,17%. O índice médio de letalidade do País estava em 2,9%. 

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    0,51%
  • SP    3,44%
  • AM    3,22%
  • PE    3,17%
  • MA    2,84%
  • PA    2,80%
  • GO    2,69%
  • AL    2,62%
  • PR    2,60%
  • CE    2,59%
  • MS    2,56%
  • MG    2,55%
  • MT    2,52%
  • RO    2,44%
  • RS    2,42%
  • PI    2,19%
  • BA    2,17%
  • SE    2,16%
  • ES    2,13%
  • PB    2,11%
  • DF    2,10%
  • AC    2,09%
  • RN    1,98%
  • TO    1,69%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,59%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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22/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 9,61% no acumulado de outubro

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve queda de quase 1%, em São Paulo, com venda, nesta segunda-feira (25), a R$ 1.246. O preço da saca de café robusta teve alta de quase 0,5%, com venda a R$ 755,43. 

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, com venda a R$ 148,76. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 146, a R$ 147 no Triângulo Mineiro e a R$ 149 em Maringá (PR).

Commodities: preços dos metais devem cair 5% em 2022

O preço da saca do milho teve alta de quase 0,5%, com venda a R$ 89,27 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) e em Cascavel (PR) a R$ 89.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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22/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo teve queda de 10,77% no acumulado de outubro

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de quase 1%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta segunda-feira (25), a R$ 260,20. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 258. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 252 e em Cuiabá (MT), a R$ 248.

O preço do quilo do frango congelado teve alta de quase 0,5%, sendo comercializado em São Paulo, a R$ 8,07. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango e vendido a R$ 8,10.

Commodities: preços dos metais devem cair 5% em 2022

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 10,32 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10 e em Santa Catarina, a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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O Projeto de Lei 1539/2021 foi aprovado no Senado e agora será analisado pela Câmara dos Deputados

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A meta de reduzir os gases de efeito estufa (GEE) em 43% foi antecipada em cinco anos: de 2030 para 2025. A proposta faz parte do Projeto de Lei 1539/2021 aprovado pelo Senado Federal nessa quarta-feira (20) e que agora segue para análise da Câmara dos Deputados.  

Entre os objetivos da proposta está sinalizar à União Europeia o compromisso do Brasil de cumprir as metas climáticas, além de preservar o meio ambiente. Para a autora do PL, a senadora Kátia Abreu (PP-TO), cinco anos é tempo suficiente para o Brasil atender a esse compromisso. 

“Porque todos os outros países do mundo, para reduzir 50% até 2030, vão ter que fazer um esforço e um sacrifício sobre-humano. Ainda fico pensando se irão alcançar. Não porque não queiram, mas eles têm que mudar a matriz energética. Eles usam a matriz suja. Não precisamos de 10 anos para reduzir e acabar com o desmatamento ilegal”, destaca. 

De acordo com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), o Brasil está entre os dez países que mais emitem CO² (dióxido de carbono ou gás carbônico) na atmosfera. No entanto, o país responde por apenas 3% das emissões do planeta. Mesmo assim, os setores econômicos sinalizam para se comprometer com a redução das emissões desses gases. 

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Na agropecuária, a meta brasileira é ampliar as áreas sustentáveis na próxima década para diminuir em mais de 1 bilhão de toneladas a emissão de gases de efeito estufa (GEE). Já no setor industrial, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) entregou a representantes do Governo Federal propostas para o Brasil levar à Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP26), que ocorre entre 31 de outubro e 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Carbono neutro 

Para cumprir esse objetivo, uma das alternativas é o chamado carbono neutro. Mas, afinal, o que isso significa?
Na prática, trata-se de um cálculo do total das emissões de gases de uma atividade e, em seguida, é feita a compensação dessa quantidade de CO² por meio de uma possível redução e balanceamento do restante das emissões. Isso pode se dar, por exemplo, pela compra de créditos de carbono em mercados voluntários ou com a recuperação de áreas degradadas.

Quem já mostrou atuação nesse sentido foi a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Segundo o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pecuária Sudeste, Alexandre Berndt, a estratégia adotada reduz, significativamente, a emissão de carbono por meio da produção de leite. 

“Toda a agropecuária brasileira emite 1% dos gases de efeito estufa do mundo. O que veremos de leite de baixo carbono e outros produtos visam reduzir essa taxa da emissão global. Financiamentos verdes, investimentos em ESG [Governança Ambiental, Social e Corporativa] e os pagamentos por serviços ambientais devem potencializar a adição desses sistemas de baixo carbono”, disse.

O projeto adota protocolos por bioma e por sistema de produção. Os dados servirão de base para o desenvolvimento de uma calculadora de balanço dos gases de efeito estufa (GEE) e um sistema digital de monitoramento por meio de aplicativo. Os indicadores utilizados no protocolo serão validados em escala experimental na Embrapa Pecuária Sudeste e em escala comercial em propriedades fornecedoras de leite nas diferentes regiões.

Além do leite, a Embrapa exerce essa compensação na produção de soja e de carne bovina. Neste último caso, o intuito é garantir que os animais que deram origem ao produto tiveram as emissões de metano compensadas ao longo do processo de produção pelo crescimento de árvores. 

O assunto foi tema de discussão na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Durante audiência pública realizada nesta segunda-feira (18). Na ocasião, o deputado federal Christino Aureo (PP-RJ) ressaltou a importância da produção com a utilização de baixo carbono. Nesse sentido, ele defendeu que o parlamento brasileiro busque alternativas que ajudem no investimento de pesquisas sustentáveis. 

“A melhor resposta é essa base da ciência que vimos descrita aqui. Quero aproveitar e deixar registrada a necessidade de nossos pares compreendam que o orçamento é a forma mais objetiva de prestarmos nossa homenagem à pesquisa e à ciência”, destacou.

Outros setores

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também mostrou interesse na produção sustentável. Nesta semana, a entidade entregou a representantes do governo federal propostas para o Brasil levar à Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP26), que ocorre entre 31 de outubro e 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

O documento entregue pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao governo para o Brasil levar à COP26 apresenta propostas para negociações em três frentes: finalização do Livro de Regras, com foco no Artigo 6, que estabelecerá o mercado global de carbono; mobilização de financiamento climático e transferência de tecnologia; e adaptação à mudança climática.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse que esta década é decisiva para a questão climática e é urgente que países, empresas e sociedade executem ações que evitem impactos mais severos no aquecimento global. 

“Embora já seja responsável por uma baixa intensidade de emissão de carbono, a indústria brasileira entende a relevância do seu papel nessa agenda internacional. Por isso, está agindo para reduzir emissões de gases de efeito estufa e zerar o balanço de carbono”, afirma.

A empresa Vale também tem atuado no sentido de promover políticas sustentáveis. A companhia investirá até US$ 6 bilhões para reduzir em 33% suas emissões de carbono diretas e indiretas até 2030, ou seja, aquelas sob a responsabilidade da empresa. A Vale se comprometeu, ainda, a cortar em 15% das emissões da sua cadeia de valor até 2035.
 

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22/10/2021 18:20h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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No episódio desta semana (22), o podcast Giro Brasil 61 comenta o repasse do Governo Federal de R $ 20 milhões de reais para o combate de incêndios florestais em todo o país e sobre uma plataforma desenvolvida pelo Ministério da Educação e pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais, que vai diagnosticar o aprendizado de estudantes. E dando início ao programa de hoje, o Brasil registrou a menor média móvel de mortes desde o início da pandemia.

Quer saber mais? Aperte o play e confira!

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22/10/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 18 e 36 graus

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São esperadas pancadas de chuva fortes e com volumes significativos no sul do Maranhão, Piauí e por todo o estado da Bahia, neste sábado (23). Chuva fraca desde o norte do Ceará até o litoral de Alagoas. Nas demais áreas, as pancadas intercalam com aberturas de sol no decorrer do dia.

A temperatura no Nordeste do país pode variar entre 18 e 36 graus. Os índices de umidade relativa do ar ficam entre 30% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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22/10/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 12 e 33 graus

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Neste sábado (23) faz sol por todas as áreas da Região Sudeste, mas não se descarta a possibilidade de pancadas de chuva com raios e trovoadas em Minas Gerais e São Paulo. O tempo volta a ficar firme no litoral norte paulista e no Rio de Janeiro.

A temperatura pode variar entre 12 e 33 graus. Os índices de umidade relativa do ar ficam entre 30% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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22/10/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 18 e 40 graus

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Neste sábado (23) a previsão é de chuva forte a qualquer hora no Mato Grosso do Sul. Em Mato Grosso, Goiás e no DF, o sol aparece e as pancadas de chuva se concentram a partir da tarde, com risco de raios e trovoadas.

A temperatura no Centro-Oeste pode variar entre 18 e 40 graus. Os índices de umidade relativa do ar ficam entre 20% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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22/10/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 18 e 36 graus

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Sábado (23) será de sol e calor por toda a Região Norte. Chove somente em algumas áreas do Amazonas e do Pará, e as pancadas se concentram a partir da tarde com risco de raios e trovoadas.

A temperatura pode ficar entre 18 e 36 graus. Os índices de umidade relativa do ar variam entre 20% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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Brasil 61