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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Covid-19

07/05/2021 20:45h

Além disso, para garantir a aplicação da segunda dose no intervalo correto, a pasta fez uma alteração no público-alvo da vacina

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No final da tarde desta sexta-feira (7) o Ministério da Saúde anunciou que para garantir a aplicação da segunda dose no intervalo correto, fez uma alteração no público-alvo da vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca/Oxford, que chegou ao Brasil por meio do consórcio Covax Facility e foi distribuída aos estados e Distrito Federal.

Além disso, as 3,9 milhões de doses da AstraZeneca são destinadas para segunda aplicação nos trabalhadores da saúde, idosos entre 85 e 89 anos e entre 65 e 69 anos, além dos povos ribeirinhos, quilombolas e indígenas. Esses grupos foram contemplados com a primeira dose em pautas de distribuição anteriores.

Durante a coletiva de imprensa o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, explicou a quantidade de doses da vacina que estão previstas pelo ministério. “O que nós temos efetivamente contratado? São 12 milhões de doses do Instituto Serum, da parceria Oxford/AstraZeneca e temos uma previsão de entrega de 210 milhões por parte da Fiocruz. Desses 210 milhões, 100 milhões já estão em processo de entrega”, afirmou.

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07/05/2021 15:00h

Secretaria de Saúde fluminense ainda busca mais detalhes sobre a nova variante

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) identificou uma nova variante do vírus da covid-19 em circulação no estado. A cepa foi encontrada principalmente na Região Norte, mas também foi identificada em amostras nas regiões Metropolitana, Centro e Baixada Litorânea.

O que são as novas cepas do coronavírus?

Quais cepas do coronavírus circulam pelo Brasil?

De acordo com o comunicado, a nova variante é uma mutação da linhagem P1, que permanece em maior frequência no estado, correspondendo a 91,49% das amostras analisadas. Também foram identificadas, em menores proporções, linhagens da variante B.1.1.7, identificada inicialmente no Reino Unido, em 2,13% das amostras e a P2, identificada no próprio estado do Rio, em 0,53%.

Segundo a Secretaria, nessa etapa foram investigadas 376 amostras, de 57 municípios, selecionadas a partir de genomas enviados ao Laboratório Central Noel Nutels (Lacen/RJ), entre os dias 24 de março e 16 de abril.  Ao todo, já foram analisadas, desde fevereiro, 708 amostras. A variante P1 prevaleceu nos sequenciamentos.

O que são cepas?

O vírus SARS-Cov-2, popularmente chamado de coronavírus, assim como outros vírus, sofre mutações. Mesmo que a maioria delas não tenha impactos significativo na disseminação do vírus, algumas mutações ou combinações de mutações podem fornecer aos vírus uma vantagem seletiva, como maior transmissibilidade ou capacidade de evadir a resposta imune do hospedeiro.

Até o momento centenas de cepas do coronavírus já foram identificadas, mas nem todas são consideradas relevantes para a saúde pública. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) estabeleceu três classificações para monitorar essas mutações: as “variantes de interesse”; “de preocupação” e “de alta consequência”. 

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07/05/2021 11:00h

Os equipamentos serão utilizados para tratamento de pacientes com quadro confirmado ou com suspeita de Covid-19

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Mais 284 leitos com suporte ventilatório pulmonar foram autorizados, pelo Ministério da Saúde, para tratamento de pacientes com quadro confirmado ou com suspeita de Covid-19. Os recursos devem ser utilizados na implantação dessas estruturas no Distrito Federal e em dez estados brasileiros.

Esse tipo de equipamento é utilizado para pacientes que precisam desse suporte, mas que ainda não evoluíram para um quadro grave, que demande a transferência para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Essa iniciativa contemplou, além do Distrito Federal, os estados do Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraíba. Ao todo, serão destinados R$ 4 milhões para essa ação.

Programa “Saúde com Agente” oferece cursos técnicos para Agentes Comunitários de Saúde

CPI da Covid: ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nega orientação de Bolsonaro para uso da cloroquina

Até o momento foram autorizados 2,7 mil leitos de suporte ventilatório pulmonar. Os leitos foram autorizados para diferentes modalidades de unidades de saúde, de hospitais de grande e pequeno portes, pronto-socorros e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

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07/05/2021 10:15h

PL da deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) impede a suspensão de aulas presenciais, mas foi retirado da pauta de votações para realização de audiência pública sobre o tema

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O Senado Federal adiou a votação de um projeto que impede a suspensão de aulas presenciais. O PL 5.595/2020, da deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF), inclui o ensino entre os serviços essenciais, de suspensão vedada durante a pandemia, exceto diante de comprovação científica e técnica da necessidade de interrupção das atividades.

O tema foi retirado da pauta de votações para que seja antes realizada uma audiência pública sobre a questão, com autoridades em saúde e educação. A audiência foi um requerimento do senador Jean Paul Prates (PT-RN), que argumentou ser necessário debater com os especialistas uma estratégia nacional para garantir um retorno seguro às aulas.

O debate ainda não tem data definida, mas contará com a participação de representantes dos ministérios da Educação e da Saúde, Fiocruz, Butantan, estudantes e outras instituições. Após a audiência pública, será avaliada a reinclusão do projeto na pauta de votações do Senado.

Pagamentos do Fies podem ser suspensos até o fim de 2021

MEC lança painel de dados da educação na pandemia

Escolas públicas têm até sexta-feira (7) para solicitar material em Braille

Na última semana, já havia ocorrido uma tentativa frustrada de votação, quando o projeto foi retirado de pauta por conta de divergências entre os parlamentares. O tema vem causando polêmica, e já recebeu mais de 30 emendas.

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07/05/2021 10:00h

Número acumulado de pessoas que ficaram doentes no país alcançou 15 milhões, enquanto o de pacientes curados da Covid-19 está em 13.591.335

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O Brasil registrou 73.380 novos casos de pessoas doentes pela Covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde desta quinta-feira (6). Além disso, a quantidade de pessoas em acompanhamento está em mais de 995 mil. Já o número acumulado de doentes do país alcançou 15 milhões, enquanto o de pacientes curados da Covid-19 está em 13.591.335.

Maio Amarelo: ‘No trânsito, sua responsabilidade salva vidas’

CPI da Covid: ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nega orientação de Bolsonaro para uso da cloroquina

Em relação à quantidade de mortes decorrentes do novo coronavírus, o Brasil chegou a marca de 416.949, sendo que nas últimas 24h foram registrados 2.550 novos óbitos causados pela doença. A Região Sudoeste é a localidade do país com maior número de transmissão da Covid-19, enquanto a Região Norte está com as menores taxas.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados que apresentam os números mais altos de mortes e doentes, enquanto o Acre, Roraima e Amapá são os estados onde a doença se propagou menos e causou uma quantidade menor de óbitos decorrentes do coronavírus. As informações foram repassadas ao governo federal pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.   

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06/05/2021 20:30h

Atual chefe da pasta, médico evitou opinar sobre eficácia do medicamento e reforçou importância da vacinação para conter a pandemia

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que não recebeu orientação do presidente Jair Bolsonaro para recomendar o uso da cloroquina no tratamento de pacientes com a Covid-19. A declaração foi dada após questionamento do relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB/AL), nesta quinta-feira (6). 

Durante o depoimento, Queiroga evitou dar sua opinião pessoal sobre o tema, argumentando que o ministro da Saúde é a “última instância” a dar um veredito sobre o uso de medicamentos e somente após avaliação da Conitec, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. 

“Existem duas correntes da medicina: uma é contrária ao uso desse medicamento para tratamento precoce, outra corrente defende o tratamento precoce. Essa questão precisa de um posicionamento técnico da Conitec, que elabora os protocolos clínicos e terapêuticos. Essa questão é colocada em audiência pública e o Ministério da Saúde é a última instância a opinar sobre o tema”, destacou. 

O ministro afirmou que a pasta está trabalhando na elaboração de um protocolo clínico para atendimento aos infectados pelo novo coronavírus. Ele também negou que tenha autorizado e ressaltou que não tem conhecimento da distribuição de cloroquina desde que assumiu a gestão do órgão. 

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Vacina é fundamental

Queiroga destacou, durante boa parte do depoimento, a importância da campanha de vacinação para que o Brasil supere a crise sanitária causada pela Covid-19. “A solução que temos para o problema da pandemia é a campanha de vacinação. Precisamos vacinar a nossa população.  A vacina contra a Covid é uma resposta da ciência. Nunca em tão pouco tempo tivemos vacinas eficazes para combater uma doença viral como a Covid”, disse. 

Segundo o atual ministro, a discussão acerca do tratamento precoce não é decisiva para o combate à pandemia, mas, sim, a ampliação da imunização da população e o reforço de medidas, como o uso de máscaras. “Precisamos investir fortemente na vacinação da nossa população, temos que orientar a população a aderir às medidas não farmacológicas, como o uso das máscaras e adotar uma política de testagem”, indicou a estratégia. 

Ao ser indagado sobre a quantidade de doses efetivamente contratadas pela pasta, Queiroga disse que o Brasil já comprou 430 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. A meta é vacinar todos os brasileiros acima de 18 anos até o fim de 2021. 

Arte: Brasil 61

Distanciamento Social

O ministro concordou com o senador Tasso Jereissati (PSDB/CE) que “estados e municípios devem ter autonomia para adotar medidas de isolamento social.” No entanto, ele destacou que o Ministério da Saúde trabalha na elaboração de diretrizes para embasar a tomada de decisão pelas autoridades locais. 

Queiroga disse que não há consenso na comunidade científica sobre o fechamento de atividades da economia para contenção do vírus e que a pasta vai auxiliar os municípios para que não cheguem ao lockdown, por exemplo. O ministro também anunciou que está em processo de criação uma Secretaria Especial para o combate à Covid como parte do Ministério da Saúde. 

Adiado

Previsto para a tarde desta quinta, o depoimento de Antonio Barra Torres, presidente da Anvisa, foi adiado para a próxima semana, porque a oitiva com o ministro da Saúde se estendeu ao longo do dia. 

Confira o que disse o ministro sobre outros temas durante seu depoimento à CPI da Covid, no Senado: 

Diálogo

“Ampliamos a nossa relação com organismos multilaterais da saúde pública, como a OMS e a OPAS. A nossa relação com essas instituições é extremamente produtiva e isso tem sido fundamental para conseguirmos insumos estratégicos. Há necessidade de reforçar o Programa Nacional de Imunização (PNI) com doses prontas ou IFA para abastecer as nossas indústrias de fabricação de vacinas.”

Testes

“Precisamos redefinir essa política. Uma das nossas estratégias é ampliar a testagem.”

Desvio de recursos federais

“É lamentável que isso exista. Temos que melhorar nossas instituições de controle para que não aconteça isso que seria muito prejudicial ao nosso sistema de saúde.”

Segunda onda

“Nós temos nessa segunda onda a implicação de uma outra variante do vírus. Não só o processo eleitoral, mas as festas de fim de ano, as férias, o carnaval, todas essas situações em que as pessoas fazem aglomerações contribuem para aumentar a circulação do vírus.”

Aglomeração

“Toda aglomeração deve ser dissuadida independente de quem faça.”

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06/05/2021 18:00h

Instituto já entregou cerca de 42 milhões de unidades da vacina desde janeiro. Expectativa é de entregarem mais 54 milhões até agosto

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Nesta quinta-feira (6), o Instituto Butantan envia para o Ministério da Saúde um lote com mais 1 milhão de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Desde janeiro, o Butantan entregou cerca de 42 milhões de doses da vacina ao Plano Nacional de Imunização (PNI). As doses começam a ser liberadas a partir desta sexta (7).

No último dia 19 de abril, o instituto havia recebido uma remessa de 3 mil litros do ingrediente farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima importada necessária para a produção de novas doses da vacina contra o novo coronavírus. Um novo carregamento com mais 3 mil litros já está sendo negociado com a Sinovac.

Anvisa divulga orientação sobre armazenamento de vacinas

Pessoas curadas do coronavírus superam 13,5 milhões no Brasil

O Butantan está perto de completar as 46 milhões de doses do primeiro contrato firmado com o Ministério da Saúde. A expectativa é entregar mais 54 milhões até o final de agosto, totalizando assim, 100 milhões de doses destinadas à campanha de vacinação brasileira contra a Covid-19.

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06/05/2021 12:45h

Mulheres grávidas, puérperas e adultos com idade entre 55 e 59 anos estão inclusos nessa fase da imunização

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No estado de São Paulo, novos grupos de pessoas com comorbidades e deficiências passarão a tomar a vacina contra a Covid-19, a partir da próxima semana. A iniciativa foi anunciada pelo governador João Doria, nesta quarta-feira (5). Mulheres grávidas, puérperas e adultos com idade entre 55 e 59 anos estão inclusos nessa fase da imunização.

De acordo com o governo do estado, a partir do dia 11 de maio começa a vacinação das gestantes e puérperas com idade acima de 18 anos e com comorbidades. A partir da mesma data, também serão vacinadas pessoas com deficiência permanente com idade entre 55 e 59 anos e recebem benefício de prestação continuada da assistência social, o BPC.

Nesta quinta-feira (6), começa a imunização de idosos com 60, 61 e 62 anos de idade. Já na próxima segunda-feira (10), será a vez dos adultos que fazem parte dos seguintes grupos: Síndrome de Down, pacientes em tratamento de hemodiálise e transplantados que utilizam imunossupressores.

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Para receber a vacina, as pessoas com comorbidades e que fazem parte dos grupos anunciados devem apresentar comprovante da condição de risco por meio de exames, receitas, relatório ou prescrição médica. Os cadastros previamente existentes em Unidades Básicas de Saúde (UBS) também podem ser utilizados.

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06/05/2021 12:00h

Documento é destinado aos serviços de hemoterapia (SHs), que possuem equipamentos para manter imunizantes em temperaturas de -20°C ou menos

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A Anvisa divulgou orientações a respeito do uso de equipamentos para conservar o sangue e hemocomponentes da rede de serviços de hemoterapia (SHs) para o armazenamento de vacinas contra Covid-19 em temperaturas muito baixas, ou seja, -20°C ou menos. O conteúdo está disponível na Nota Técnica 36/2021, publicada na última terça-feira (4).

O material fala sobre o apoio logístico e distribuição regional de vacinas usadas no enfrentamento à pandemia, preservando processos de gestão de riscos e de manutenção da qualidade do sangue e de hemocomponentes.

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Entre as orientações, está a informação de que os equipamentos disponíveis devem atender, prioritariamente, a necessidade de armazenamento e de conservação de sangue, hemocomponentes e hemoderivados, bem como de insumos críticos, de forma a garantir a assistência hemoterápica da sua área de abrangência. O documento ainda fornece uma série de outras orientações importantes para a gestão dos estoques de vacinas

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06/05/2021 10:15h

Quantidade de curados representa mais de 90% do número de casos acumulados de Covid-19 no país

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O banco de dados oficial do Ministério da Saúde registrou 2.811 óbitos no País por coronavírus nas últimas 24h. Destes, 1.645 foram informados aos sistemas oficiais nos últimos três dias. O total de casos confirmados de Covid-19 soma 14.930.183, em todos os estados. O número de vítimas do coronavírus está em 414.399. 

As pessoas curadas da Covid-19 são 13.529,572. Já o número de pessoas em acompanhamento é de 986.212. De acordo com o Ministério da Saúde, a quantidade de pessoas recuperadas do coronavírus no país representa 90%,6 entre o número de casos acumulados. 

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Até o momento, o governo federal adquiriu 562 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 e 71,3 milhões já foram distribuídas aos estados. Ao todo, 45,2 milhões de doses já foram aplicadas na população. 

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde autorizou a implantação de mais de 22 mil leitos de UTIs para tratamento de pacientes com Covid-19. O investimento foi de R$ 5,3 bilhões. Os equipamentos hospitalares enviados aos estados somam 12,8 milhões. 

As autoridades em saúde alertam que, diante dos primeiros sintomas de coronavírus, a recomendação é procurar imediatamente atendimento médico em uma unidade de saúde mais próxima. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda o uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, como forma de conter a transmissão do coronavírus. 

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