Covid-19

27/09/2021 21:00h

Contratação de crédito de R$ 300 a R$ 1 mil poderá ser feita pelo aplicativo Caixa Tem

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O programa Crédito Caixa Tem foi lançado nesta segunda-feira (27) pela Caixa Econômica Federal e vai oferecer crédito de R$300 a R$ 1 mil reais que poderão ser contratados diretamente pelo aplicativo. 

O anúncio foi feito nesta manhã durante cerimônia que ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e de ministros. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, diagnosticado com Covid-19, participou remotamente do evento. 

Ele explicou que só foi possível desenvolver o projeto graças ao auxílio emergencial, que foi capaz de reunir informações de crédito de milhões de brasileiros que não estão incluídos no sistema financeiro formal. “Hoje o que a Caixa está fazendo nunca foi feito, porque pelo menos 38 milhões de invisíveis não tem nenhuma informação de crédito, então não há como realizar uma análise matemática. A caixa conseguiu uma base de dados que nenhum banco, nem instituição financeira no Brasil tem. E o que nós vamos fazer? Ajudar quem mais precisa e tem condição de pagar, como nós vimos: marisqueiros, ambulantes, pescadores, pessoas que têm renda, mas que não conseguem comprovar”.

Os nascidos em janeiro e fevereiro que possuem conta Poupança Social Digital, no aplicativo do Caixa Tem, já podem fazer o cadastro na nova modalidade e solicitar o crédito. A análise é feita em até dez dias. A solicitação estará disponível de forma gradual para os demais meses, seguindo até 27 de dezembro, com os nascidos em novembro e dezembro. 

Para novos clientes, a solicitação de crédito poderá ser feita a partir de 8 de novembro. Basta baixar o aplicativo gratuitamente na Google Play ou Apple Store e em seguida realizar o cadastro.

“Terceiro e quarto trimestres de 2021 e o ano de 2022 devem ser bastante positivos”, avalia economista José Camargo

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Linhas de crédito

A Caixa disponibilizará duas linhas de créditos distintas: uma delas é o Caixa Tem Pessoal, que é o empréstimo com destinação livre para o que o cliente necessitar, inclusive para utilizar em despesas pessoais, como pagamento de dívidas. A outra é o Caixa Tem para o Seu Negócio, que é o empréstimo para investimento produtivo para despesas em negócios, como obter recurso para pagamento aos fornecedores, as contas de água, de luz, de internet, o aluguel, a compra de matérias-primas e/ou mercadorias para revenda, entre outras. Para ambas as linhas, a taxa de juros é de 3,99% ao mês, com pagamento em até 24 vezes.

Segundo o economista Roberto Piscitelli, essa modalidade, destinada a pessoas de pequeno patrimônio e microempresas, vai funcionar como uma válvula de escape para atender urgências: “Essa nova linha de microcrédito lançada pela Caixa, através do aplicativo Caixa Tem, é uma modalidade bastante democrática de crédito, a medida em que ela se destina a um número muito grande de pessoas.”

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27/09/2021 20:50h

Mais de 18 mil atendimentos foram realizados pelos profissionais do hospital desde agosto de 2020

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Na Bahia, pacientes que tiveram Covid-19 e que se curaram ou ficaram com sequelas físicas ou mentais por conta da doença podem fazer acompanhamento gratuito ofertado pelo Hospital Especializado Octávio Mangabeira (Heom) e pelo Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Creasi). Ambos são estaduais e ficam em Salvador.
 
O Heom se destaca nos atendimentos a pacientes que tiveram problemas respiratórios por conta da doença. Já o Creasi conta com ambulatório para a reabilitação de idosos que desenvolveram sequelas decorrentes do agravamento da Covid-19 desde junho de 2021. As unidades já receberam, juntas, mais de 1,5 mil pacientes, que passaram por mais de 18 mil atendimentos.
 
A enfermeira Vânia Pedreira, do Heom, explica a importância da fisioterapia. “A sequela mais importante é a dispneia, em segundo lugar, a fadiga. E o nosso Centro Pós-Covid tem uma reabilitação física, motora e respiratória, então, o tratamento é de extrema importância para o paciente retornar à sociedade. A sequela começa com a fadiga, mas o distanciamento social, a dificuldade de voltar à atividade social, deixa o paciente deprimido e traz, junto a isso, uma baixa qualidade de vida. Logo, a importância não é apenas física. A reabilitação da fisioterapia é também psicológica porque consegue trazer de volta a atividade social daquele doente” afirma.
 

Atendimentos

Para pessoas que estão precisando de tratamentos pós Covid-19, os atendimentos são agendados nos seguintes canais:

Hospital Especializado Octávio Mangabeira (Heom)

Telefone (71) 3117-1677 ou pelo e-mail heom.cpc@saude.ba.gov.br.

Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Creasi)

Telefone (71) 9 9692-4807

Sequelas 

Dados do Ministério da Saúde revelam que, até o momento, aproximadamente 20 milhões de pessoas infectadas com o coronavírus já se recuperam da Covid-19. O problema é que boa parte desses pacientes ainda sofre com as sequelas da doença, mesmo no pós-alta, como explica o médico intensivista e pesquisador do Hospital Moinhos de Vento, Regis Rosa.

“Os pacientes frequentemente apresentam fraqueza muscular, cansaço e, eventualmente, até dor crônica. Os pacientes que tiveram ventilação mecânica podem apresentar lesões na traqueia, redução da sua capacidade física, alteração de memória e também redução da velocidade de raciocínio”, destaca.

Entre as principais sequelas da Covid-19, algumas estão relacionadas à parte psicológica das vítimas. É comum que pacientes que passaram por todos os transtornos provocados pela doença sofram, por exemplo, com ansiedade ou depressão. 

Segundo estudo desenvolvido por instituições brasileiras, em uma aliança formada por Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), casos de ansiedade, seis meses após alta médica, atingem 22% dos pacientes. Já o estresse pós-traumático acomete 11%.

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Dados Covid-19

O Brasil registrou 14.423 casos e 210 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 21.366.395 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 594.653.
 
O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,13% Em seguida estão São Paulo, Pernambuco e amazonas, todos com o índice acima dos três pontos percentuais. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,78%

Taxa de letalidade nos estados

  • RJ    5,13%
  • SP    3,42%
  • PE    3,18%
  • AM    3,22%
  • MA    2,86%
  • PA    2,82%
  • GO    2,72%
  • CE    2,60%
  • AL    2,61%
  • PR    2,58%
  • MS    2,56%
  • MG    2,55%
  • MT    2,55%
  • RO    2,48%
  • RS    2,42%
  • PI    2,30%
  • BA    2,18%
  • SE    2,16%
  • ES    2,15%
  • DF    2,11%
  • PB    2,11%
  • AC    2,09%
  • RN    1,99%
  • TO    1,69%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,58%
  • BR      2,78%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

 

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27/09/2021 19:20h

Em entrevista ao portal Brasil61.com, professor da PUC-RJ e economista-chefe da Genial Investimentos foi otimista quanto ao crescimento do PIB e queda na taxa de desemprego nos próximos meses

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Com o avanço da vacinação e o relaxamento das restrições, cresce a expectativa pela retomada consistente da atividade produtiva do País após a acentuação dos efeitos negativos da pandemia de Covid-19 na economia, como a inflação acumulada de 9,68% nos últimos 12 meses e os quase 14,5 milhões de desempregados. 
 
Para entender qual o cenário para a economia do Brasil no segundo semestre de 2021 e no ano de 2022, o Brasil 61 Entrevista conversou com José Márcio Camargo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e economista-chefe da Genial Investimentos.   
 
Camargo é otimista não só em relação ao crescimento no País nos próximos meses, mas também crê que a qualidade de vida dos brasileiros vai aumentar. “No Brasil não existe nenhuma resistência à vacinação. As medidas de isolamento social e de restrição à mobilidade estão diminuindo. Isso certamente vai gerar uma grande melhora no bem-estar das pessoas. Elas vão sentir uma melhora na vida, de modo geral. E dado esse ambiente, a gente tem um cenário de volta da demanda, crescimento das compras, das vendas, e isso vai gerar um dinamismo muito importante. O terceiro e quarto trimestres de 2021 e o ano de 2022 devem ser bastante positivos”, avalia.

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Segundo o professor, após um segundo trimestre de frustração, principalmente devido à segunda onda da pandemia do novo coronavírus, a economia já dá sinais positivos. Camargo calcula que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 5,4% este ano, acima, inclusive, dos níveis registrados antes da pandemia. Além disso, ele acredita em uma queda constante no número de desempregados. 
 
“A taxa de desemprego deve fechar o ano em 12,5%. No ano que vem, deve cair ainda mais, para níveis próximos de 10% ao ano, no final de 2022.  A tendência, sem dúvida, é de queda na taxa de desemprego”, afirma. O economista também falou sobre a expectativa em torno da inflação, da volta do setor de serviços e muito mais. Confira a entrevista abaixo. 

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27/09/2021 02:00h

A matéria já percorreu o Senado, foi aprovada na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara e, ainda, precisa ser analisada na CCJC e no plenário da Casa, antes de passar a valer

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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), da Câmara dos Deputados, deve analisar Projeto de Lei (2872/20) que agiliza a liberação de produtos importados essenciais no combate à pandemia da Covid-19 nos postos aduaneiros do País.

Entretanto, o colegiado não tem prazo para finalizar a votação do projeto e a aprovação pode ser finalizada após a fase mais crítica do surto do coronavírus. Isso porque a matéria foi criada para valer excepcionalmente em casos de emergência, estado de calamidade ou pandemia declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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O PL, que tem origem no Senado e na Câmara, já foi aprovado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS). O texto foi enviado à CCJC no dia 12 de agosto.

A norma agiliza a liberação na alfândega porque permite ao importador retirar os produtos como equipamentos, medicamentos, imunobiológicos e insumos, por exemplo, em até cinco dias corridos, a partir da apresentação da declaração de importação da mercadoria.

“Esse projeto é passo fundamental para agilizar as ações preventivas e salvar vidas. Esse PL vem, justamente, impulsionar essa realidade. Ainda não vencemos o cenário pandêmico e concordo que precisamos viabilizar essa matéria, o quanto antes, no plenário da Câmara dos Deputados”, avalia Otto Alencar Filho, deputado federal (PSD/BA) e presidente da CDEICS.

Combate à Covid-19

Em 2020, a Receita Federal já havia facilitado a retirada de produtos importados destinados ao combate da Covid-19 nas alfândegas brasileiras após o importador apresentar requerimento dando conta do uso excepcional da mercadoria, por meio da Instrução Normativa 1927/2020. A lista de produtos com liberação facilitada nas aduaneiras consta ainda álcool 70% e em gel, luvas, roupas, máscaras EPIs, tubos e respiradores, por exemplo.

“Os produtos de combate à Covid-19 têm tratamento prioritário nas aduanas da Receita Federal. Os depositários, responsáveis pelas mercadorias, também priorizam essas cargas, em relação às demais, para que possam atender à demanda e o fluxo de abastecimento”, relata Náira Fagundes, despachante aduaneira e especialista em desembaraço de importação e exportação.

Burocracia

Os produtos que chegam ao País são separados pela Receita Federal em quatro grupos de fiscalização – canais de parametrização verde, amarelo, vermelho e cinza. Cada canal indica o nível de fiscalização documental e física das mercadorias e, de acordo com a classificação, o tempo para liberação nas alfândegas também varia.

O Canal verde, por exemplo, dispensa a fiscalização documental e física das mercadorias e o tempo médio de liberação dos produtos na alfândega é de 7 dias. Já o canal amarelo verifica os documentos e dispensa a revisão física, no entanto, o prazo médio de entrega sobe para 27 dias. Os dados são do “Estudo Tempos – Importação”, realizado pela Receita Federal em conformidade com a Organização Mundial de Aduanas (OMA). 

O levantamento aponta que, no geral, um produto importado no País leva cerca de 7 dias para ser entregue ao importador. Além disso, a análise aponta que as mercadorias transportadas por rodovias são entregues em menor tempo, cerca de 2 dias, e aquelas vindas por navios chegam ao destino em cerca de 10 dias, em média. 

Arte: Brasil 61

 

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Saúde
26/09/2021 17:50h

No total, 123.352 pessoas foram imunizadas nos postos da cidade

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A prefeitura da cidade do Rio de Janeiro bateu um recorde positivo na pandemia: 123.352 pessoas foram vacinadas no último sábado (25). Foram aplicadas 53.306 primeiras doses, 57.734 segundas doses e 12.312 doses de reforço. Com isso, 98,2% das pessoas acima de 12 anos foram vacinadas com a primeira dose contra a Covid-19. No geral, 62,1% já estão totalmente imunizados com a segunda dose ou dose única.

 

O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, comentou que a vacinação em ritmo intenso tem diminuído o número de infectados. “As pessoas, nessas últimas quatro semanas, têm ido aos postos de saúde para receber a vacina contra a Covid-19 e isso tem reduzido o número de internações, de óbitos e de casos leves da doença”, comemora.

 

Vacinação

Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 230,5 milhões de doses no Brasil, sendo 144,4 milhões de primeiras doses e 86 milhões de segundas doses e doses únicas.

 

Também foram aplicadas 26,7 mil doses adicionais em imunossuprimidos e 461,6 mil doses de reforço. No total, foram aplicadas nas últimas 24 horas, segundo o boletim, 1,18 milhão de doses.

 

Até agora foram distribuídas para as unidades da Federação 284,6 milhões de doses, sendo que 273,1 foram entregues aos estados e ao Distrito Federal há mais de sete dias e 11,5 milhões foram enviadas e estão em processo de distribuição.

 

Dados Covid-19

O Brasil registrou 15.688 novos casos e 537 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 210.145.125 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é 594.200 mil. Mais de 20.333.908 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 e outros 415.196 casos ainda estão em acompanhamento. 

 

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

 

 

Taxa de letalidade nos estados

  • SP - 3,42%
  • PE - 3,18%
  • AM - 3,22%
  • MA - 2,86%
  • PA - 2,82%
  • RJ - 5,13%
  • GO - 2,72%
  • CE - 2,62%
  • AL - 2,60%
  • PR - 2,59%
  • MS - 2,56%
  • MG - 2,55%
  • MT - 2,55%
  • RO - 2,46%
  • RS - 2,42%
  • PI - 2,19%
  • BA - 2,18%
  • SE - 2,16%
  • ES - 2,15%
  • DF - 2,11%
  • PB - 2,11%
  • AC - 2,09%
  • RN - 2,85%
  • TO - 1,69%
  • SC - 1,61%
  • AP - 1,61%
  • RR - 1,58%
  • Brasil - 2,8%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  

 

 

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25/09/2021 18:02h

Será adotada nessa nova etapa a vacina da Pfizer ou, na falta dela, os imunizantes da AstraZeneca e da Janssen

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Com objetivo de ampliar a imunidade de quem está na linha de frente do combate à Covid-19, o Ministério da Saúde anunciou, nesta sexta-feira (24), a inclusão dos profissionais da saúde no grupo de pessoas que vão receber a dose de reforço da vacina contra a doença. Segundo informações da pasta, essa nova etapa da imunização deve ser realizada com a vacina da Pfizer ou, na falta dela, os imunizantes da AstraZeneca e da Janssen.

De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (CONASS), Carlos Eduardo Lula, esse reforço vai ser para todos os profissionais da área. “Essa nova dose irá contemplar, prioritariamente, todos os profissionais que estejam no exercício de sua função dentro das unidades de saúde, alcançando quem atua na rede pública estadual, municipal e particular”, explicou. 

Além disso, o grupo vai ser imunizado com a nova dose seis meses depois de o profissional ter completado o ciclo vacinal. Essa orientação do Ministério da Saúde já estava valendo para idosos acima dos 70 anos e imunossuprimidos - o que quer dizer pessoas transplantadas, com câncer e outros tipos de doenças graves. Durante a semana passada, o Ministério da Saúde distribuiu um lote de 2,2 milhões de doses para o reforço de idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos. Esse foi o público prioritário determinado pela pasta até o momento para receber o reforço na imunização.

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FPM 26% maior pode movimentar economia dos municípios e melhorar a renda da população, dizem especialistas

Em uma postagem, nas redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que com esse anúncio das doses de reforço, “essa é a maior campanha de vacinação da história do Brasil: já são quase 230 milhões de doses aplicadas. Brasil unido por uma #PátriaVacinada”, destacou.

Até o momento, o governo federal já distribuiu mais de 287 milhões de doses de vacina Covid-19. Desses, 229 milhões foram aplicadas, sendo 143,9 milhões de primeiras doses e 85,2 milhões de segundas doses ou dose única do imunizante. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, 91% da população adulta do Brasil foi vacinada com a primeira dose e 53% já tomaram as duas doses do esquema vacinal.

Dados Covid

O Brasil registrou 19.438 novos casos e 699 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, em 24 de setembro. Ao todo, mais de 210.147.125 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 593.663. Mais de 20.326.408 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 e outros 407.545 casos ainda estão em acompanhamento. 

A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. São Paulo é o estado com o indicador mais elevado entre as 27 unidades da federação: 3,42%. Em seguida estão Pernambuco, Amazonas e Maranhão.

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24/09/2021 20:40h

Governo planeja lançar ferramenta digital que contenha informações sobre a data de vacinação do usuário

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Com a liberação de shows e festivais na capital federal e a vacinação chegando aos jovens de 12 anos na próxima terça-feira (28), o Governo do Distrito Federal pretende lançar um “passaporte digital”, em forma de aplicativo de celular, com informações sobre as imunizações. A ideia do governo local é facilitar a apresentação e a entrada em estabelecimentos onde o comprovante da vacina seja obrigatório.

A novidade, que ainda está em processo de desenvolvimento, foi anunciada pelo subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, em uma coletiva de imprensa na última quinta-feira (23).  Segundo ele, o assunto já está sendo discutido.

"A gente pretende construir em breve. Neste exato momento, estamos fazendo uma discussão técnica sobre de que forma vamos apresentar", afirmou o subsecretário.

O GDF quer juntar dados que constam na plataforma ConecteSUS, do Ministério da Saúde. A ferramenta mostra um certificado digital de imunização com uma foto da pessoa para garantir a informação.

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Dados da Covid-19

O Brasil registrou 19.438 novos casos e 699 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, em 24 de setembro. Ao todo, mais de 210.147.125 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 593.663. Mais de 20.326.408 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 e outros 407.545 casos ainda estão em acompanhamento. 

Taxa de letalidade nos estados

  • SP    3,42%
  • PE    3,18%
  • AM    3,10%
  • MA    2,86%
  • PA    2,82%
  • RJ    2,78%
  • GO    2,73%
  • CE    2,62%
  • AL    2,60%
  • PR    2,58%
  • MS    2,56%
  • MG    2,55%
  • MT    2,55%
  • RO    2,46%
  • RS    2,42%
  • PI    2,19%
  • BA    2,18%
  • SE    2,16%
  • ES    2,15%
  • DF    2,11%
  • PB    2,11%
  • AC    2,09%
  • RN    1,99%
  • TO    1,68%
  • SC    1,62%
  • AP    1,61%
  • RR    1,58%

Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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24/09/2021 17:31h

Com apoio da Unicef, projeto mobiliza jovens de 22 municípios do Pará e Amazonas. Encontros resultaram em campanha de comunicação, com spots para emissoras de rádio locais

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O Instituto Peabiru, em parceria técnica com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), iniciou a segunda edição do Te Sai Covid. O projeto mobiliza grupos de jovens a partir de 12 anos, de 22 municípios do Pará e Amazonas, na promoção de cuidados básicos de higiene e enfrentamento à epidemia do novo coronavírus na região Norte.

Os resultados desses encontros apoiaram a construção de uma campanha de comunicação. Quatro spots de rádio fazem parte desta campanha e visam incentivar a população, especialmente adolescentes e jovens, a adotarem as medidas de prevenção, tais como uso de máscara, lavagem correta de mãos, distanciamento social, evitar aglomerações e outros.

COMUNICADOR: Baixe e utilize o terceiro spot da campanha Te Sai Covid! 

Em carta (imagem abaixo), Cláudio Melo pede o apoio das emissoras de rádio dos municípios contemplados na mobilização, ao divulgar voluntariamente os spots nas programações.

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23/09/2021 20:40h

A vacinação da faixa etária foi suspensa na última semana após a morte de uma jovem em São Paulo, mas a causa foi atribuída a uma doença autoimune

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Uma semana após a recomendação do Ministério da Saúde de suspender a imunização de adolescentes de 12 a 17 anos contra a covid-19, a pasta voltou a recomendar a vacinação desta faixa etária, incluindo jovens sem comorbidade. Mesmo diante da suspeita de efeitos adversos, a maior parte dos municípios brasileiros continuou a vacinação desse grupo. 
 
Segundo a infectologista Ana Helena Germoglio, do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), em Brasília, os possíveis efeitos colaterais da vacina são muito menores do que o eventual risco da infecção. “Não faz sentido suspender a vacinação de toda uma população que é importante para que a gente consiga controlar a doença com base em apenas um evento que ainda não tinha sido nem estudado pelos técnicos da vigilância”, destacou.

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A infectologista enfatizou, ainda, que a vacina da Pfizer está sendo utilizada em crianças e adolescentes em mais de 20 países. “Em milhares de adolescentes que foram vacinados é claro que você vai ter eventos adversos, mas, nenhum chegou a ser evento adverso grave”, enfatizou.

Suspensão da vacina 

A medida cautelar que pedia a suspensão da aplicação nesta faixa etária foi expedida na semana passada diante do óbito de uma jovem em São Paulo após a vacinação. O caso foi apontado como razão para a interrupção. Representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) receberam informações que negam a relação entre a morte da adolescente e a vacinação. 
 
A causa provável, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foi atribuída ao diagnóstico de uma doença autoimune, denominada púrpura trombótica trombocitopênica (PTT), identificada com base no quadro clínico e em exames complementares.
 
Em coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, afirmou que houve um estudo sobre esses fatos e ficou decidido que não há razão para a interrupção da vacinação. “Mostrou-se que, de fato, os benefícios para imunizar esse grupo são maiores que os eventuais riscos de efeitos adversos na imunização desses adolescentes”, disse. 
 
De acordo com a infectologista Ana Helena Germoglio, não necessariamente qualquer coisa que se desenvolva após a vacina é secundária à imunização, como no caso da adolescente que tinha uma doença autoimune. “Se ela tivesse tido Covid, muito provavelmente a chance de ela desenvolver a própria púrpura seria bem maior”, afirmou.
 
No caso da própria miocardite, inflamação cardíaca que pode estar ligada aos eventos adversos “extremamente raros” das vacinas da Pfizer e da Moderna, a médica afirmou que a incidência em casos isolados não é suficiente para suspender a imunização. “No paciente não vacinado que tem Covid são cerca de 11 eventos para cada 100 mil vacinados. Enquanto no paciente que tomou a vacina e desenvolveu miocardite são, em média, 2 eventos a cada 100 mil vacinados”, disse.
 
Diante do cancelamento da suspensão, a recomendação da pasta é que se proceda a imunização dos grupos mais vulneráveis. “A população de 12 a 17 anos com deficiência permanente, com comorbidade e privados de liberdade devem ser priorizados quanto à imunização dos adolescentes sem comorbidade. Não só este grupo, mas também a população que precisará da dose de reforço, também deve ser priorizada. E o encurtamento de prazo da segunda dose da população adulta”, disse o secretário-executivo.

Dados da Covid-19 

O Brasil registrou 24.611 novos casos e 648 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última  atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 21 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 592.964. Mais de 20,3 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid-19 e outros 395 mil casos ainda estão em acompanhamento. 
 
A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. O Rio de Janeiro é o estado com o indicador mais elevado entre as 27 unidades da federação: 5,12%. Em seguida estão São Paulo, Amazonas e Pernambuco, todos com o índice acima dos três pontos percentuais.  

Taxa de letalidade nos estados 

Rio de Janeiro – 5,12%
 
São Paulo – 3,41%
 
Amazonas – 3,22%
 
Pernambuco – 3,18%
 
Maranhão – 2,86%
 
Pará – 2,82%
 
Goiás – 2,73%
 
Ceará – 2,62%
 
Alagoas – 2,60%
 
Paraná – 2,58%
 
Minas Gerais – 2,55%
 
Mato Grosso do Sul – 2,56%
 
Mato Grosso – 2,55%
 
Rondônia – 2,46%
 
Rio Grande do Sul – 2,42%
 
Piauí – 2,19%
 
Bahia – 2,18%
 
Sergipe – 2,16%
 
Espírito Santo – 2,15%
 
Distrito Federal – 2,11%
 
Paraíba – 2,11%
 
Acre – 2,09%
 
Rio Grande do Norte – 1,99%
 
Tocantins – 1,68%
 
Santa Catarina – 1,62%
 
Amapá – 1,61%
 
Roraima – 1,58%          
 
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.  
 
 

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23/09/2021 12:20h

O município de Aricanduva (MG) tem conseguido manter índice zero de mortes desde o início da pandemia de Covid-19. Prefeitura diz que a meta é não perder nenhum cidadão para a doença

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Durante toda a pandemia de Covid-19, até o fechamento desta reportagem, às 16h30 do dia 22/09, Aricanduva, em Minas Gerais, não registrou nenhuma morte por decorrência do vírus. Segundo o atual Boletim Covid-19 do município, desde o dia 27/03/2020, quando o governo federal passou a registrar os casos da doença, Aricanduva teve 501 notificações, sendo 153 casos confirmados – atualmente 4 pessoas estão em isolamento domiciliar –, 149 recuperados, 14 em investigação e 334 casos suspeitos com investigação concluída que não deram positivo para Sars-Cov-2. 

O Ministério da Saúde confirmou que o município não tem nenhum óbito por Covid-19. Com uma população de 5.231 habitantes, dois postos de saúde e uma unidade de urgência e emergência para suprir as demandas da comunidade, as pessoas que se infectaram com o vírus são atendidas em uma tenda especializada para casos da doença. Caso precisem de internação ou intubação, são encaminhadas para o município vizinho de Capelinha (MG), a 25 km de Aricanduva. O secretário de saúde municipal, Felisberto Santos Oliveira, no entanto, garante que nenhum aricanduvense foi a óbito.  

“Nós tivemos a internação do prefeito e outros cidadãos, mas não tivemos nenhuma perda. Mesmo que a internação seja feita em outro município, nós conseguimos registrar por aqui. Elas entram no registro de moradores de Aricanduva”, explica Felisberto.

De acordo com o prefeito de Aricanduva, Valdeir Santos Coimbra (Republicanos), algumas estratégias foram estabelecidas para que nenhuma vida fosse perdida durante a pandemia. “Nós aderimos ao Minas Consciente, fechamos os comércios, colocamos barreiras na entrada e saída da cidade e a população ajudou bastante. Colocamos moto e som na rua [alertando sobre o risco da doença] o dia inteiro e funcionou”, relata.  

Ainda segundo o prefeito, a fiscalização foi bastante incisiva sobre aqueles que não queriam seguir as regras de segurança. “A população aceitou bem e aqueles que não quiseram aderir nós acionamos a vigilância sanitária e a polícia militar para fechar alguns comércios que desrespeitavam o decreto municipal”. 

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O plano “Minas Consciente”, citado pelo prefeito Valdeir, é uma iniciativa criada pelo Governo de Minas Gerais para que o comércio, serviços e outros setores retornem suas atividades econômicas de forma segura e gradual. O protocolo sanitário do plano reúne também orientações para empregadores, trabalhadores, turistas e para a população em geral sobre práticas adequadas ao enfrentamento da disseminação da Covid-19.

Com o andamento da vacinação e para manter o município com o índice zero de mortes, o secretário de saúde de Aricanduva detalha as estratégias atuais. “Com o retorno das aulas, conversei com a Secretaria de Educação do município e também do estado para que as normas de segurança sejam passadas. Mantemos também as orientações aos comerciantes para que usem máscara, disponibilizem álcool em gel e mantenham o distanciamento social”, explica Felisberto.

Segundo o último boletim de vacinação do município, referente ao dia 22 de setembro, 3.465 pessoas tomaram a primeira dose, 1.707 a segunda, 75 pessoas foram imunizadas com dose única e 17 idosos acima dos 70 anos com a dose de reforço. Segundo a Secretaria de Saúde de Aricanduva, a atual fase de vacinação é para adolescentes a partir dos 13 anos. 

Para saber mais detalhes sobre a Covid-19 nos municípios, acesse o portal Brasil61.com. Nossa reportagem elaborou matérias municipalizadas sobre várias localidades. E para acompanhar as informações gerais sobre a doença, acesse brasil61.com/painelcovid
 

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