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Levantamento da Fiocruz aponta queda nos casos de SRAG por influenza A nas regiões Norte e Nordeste, mas reforça importância da vacinação
Baixar áudioLer ao vivoProjeto de Lei (PL 4.705/2025), aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados, atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O mais recente Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (9) pela Fiocruz, aponta aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, SRAG, associados ao vírus influenza A em grande parte da Região Centro-Sul do país.
Segundo o levantamento, o crescimento foi observado em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Nordeste, o avanço da doença também foi identificado em estados como Paraíba, Alagoas e Sergipe.
Por outro lado, algumas localidades já apresentam sinais de estabilização ou queda nos casos de influenza A. Esse cenário foi observado em estados do Norte, como Amapá, Pará e Rondônia; estados do Nordeste, como Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco, além do estado do Rio de Janeiro.
Apesar do subclado K do vírus Influenza A, chamada de “supergripe”, estar em circulação no país e ser mais transmissível, a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, afirma que a cepa não causa mais óbitos ou casos graves em relação aos outros vírus da gripe.
TEC./SONORA: Tatiana Portella, pesquisadora do Boletim InfoGripe
“O que sabemos desse vírus é que é mais transmissível, então causa mais casos de gripe, mas não é mais virulento. Ele não causa mais casos graves ou óbitos em relação aos outros vírus da influenza. O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso a vacina contra o vírus é atualizada todo ano. A atual vacina da influenza aqui do Brasil é a mais atualizada e protege contra o subclado K.”
LOC.: Além da influenza, o boletim destaca o aumento de casos de SRAG causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente crianças de até dois anos. O crescimento foi registrado em diversos estados do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
Já os casos graves provocados por rinovírus apresentam sinais de interrupção do crescimento ou queda na maior parte do país, mas ainda seguem em alta nos estados do Pará, Maranhão, Mato Grosso e Alagoas.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Para acessar programas governamentais, produtores rurais deverão cumprir a exigência de comprovação da propriedade ou da posse legítima da terra, além de disporem da inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). É o que prevê o Projeto de Lei n° 4.705 de 2025, aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta tem como objetivo atualizar critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural.
O texto estabelece, ainda, diretrizes para garantir maior regularidade no acesso aos benefícios, especialmente em casos envolvendo disputas fundiárias.
A proposta foi relatada pelo deputado José Medeiros (PL-MT), que integra a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
Segundo a Agência FPA, após a aprovação, José Medeiros ressaltou o papel do aperfeiçoamento da legislação para fortalecer a efetividade das políticas públicas.
O parecer de Medeiros menciona que o aprimoramento dos critérios colabora para tornar as políticas públicas mais justas e eficientes.
ABRE ASPAS – “De uma forma geral, a proposição tem como objetivo evitar que invasores de propriedades sejam considerados “agricultores familiares” para fins de acesso a políticas públicas e de obtenção dos recursos públicos a elas destinados” – FECHA ASPAS.
O relator salientou, ainda, de acordo com a Agência FPA, que a medida beneficia o pequeno produtor rural ao valorizar quem atua de forma regular.
O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.
Com informações da Agência FPA, Bianca Mingote
LOC.: Na primeira semana como ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula fez questão de visitar uma das principais instituições do campo brasileiro: a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. o intuito foi aprofundar o conhecimento quanto à estrutura, os projetos e o papel estratégico da empresa para o desenvolvimento do agro nacional.
TEC./SONORA: André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária
“A Embrapa é motivo de orgulho para todos os brasileiros. Dirigir o ministério que é responsável por um dos setores mais importantes da economia do Brasil implica em fortalecer a Embrapa, porque a Embrapa transforma a vida das pessoas que estão espalhadas no campo pelo Brasil inteiro.”
LOC.: O ministro destacou também que a transformação e sucesso do agronegócio brasileiro nos últimos 50 anos passa pelo investimento em pesquisa e inovação, sob coordenação da empresa.
TEC./SONORA: André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária
“Estar aqui na Embrapa é um motivo de alegria e é também a renovação de um compromisso e do enorme respeito que tenho pelo trabalho que é feito aqui por pesquisadores, pela presidente Silvia e por todos que, juntos, são responsáveis por esse êxito.”
LOC.: De Paula foi recebido pela diretoria da empresa. A presidente Silvia Massruhá apresentou um panorama geral das ações conduzidas pela instituição, que celebra 53 anos de atuação, e fez um novo convite ao ministro: participar da inauguração da Embrapa Alimentos e Territórios, na capital alagoana, Maceió, ao lado do presidente Lula.
TEC./SONORA: Silvia Massruhá, presidente da Embrapa
“Ela traz a questão de como trabalhar com a gastronomia, identificação geográfica, com as comunidades locais e tradicionais. É uma oportunidade que está dentro do Novo PAC, nós vamos estar lançando agora em maio e é muito importante o senhor estar conosco nessa comemoração”.
LOC.: Criada em 1973, a Embrapa nasceu a partir da estratégia de investimento em ciência e tecnologia para impulsionar um modelo de agricultura e pecuária genuinamente tropical. Nesse período, a empresa, vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária, se consolidou como referência mundial e segue com o desafio de garantir ao Brasil segurança alimentar e posição de destaque no mercado internacional de alimentos, fibras e energia.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC.: VINTE E OITO municípios brasileiros atingiram a universalização no abastecimento de água, segundo dados da DÉCIMA OITAVA edição do Ranking do Saneamento, realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados.
Do total de VINTE E OITO municípios, ONZE possuem cobertura de 100% no abastecimento de água. A maioria das cidades estão localizadas no estado de São Paulo, sendo: Barueri, Carapicuíba, Diadema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Osasco e Santo André. Também integram a lista Curitiba (PR), Juiz de Fora (MG), Niterói (RJ) e Porto Alegre (RS).
A lista de melhores municípios no indicador de atendimento total de água também considera as cidades que atingiram percentuais iguais ou superiores a 99% de atendimento. Entre eles estão São Paulo capital, Goiânia (GO), Uberaba (MG), Aracaju (SE), Nova Iguaçu (RJ), Blumenau (SC), entre outros.
O foco do levantamento são os 100 municípios mais populosos do Brasil e o estudo considera os indicadores mais atuais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Conforme o estudo, a maioria dos municípios tem atendimento total de água maior que 80%. Pela publicação, o cenário evidencia que grande parte das cidades consideradas no Ranking está próxima da universalização do serviço de abastecimento de água.
Em contrapartida, os dados mostram que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios para universalizar o acesso ao abastecimento de água no país.
A capital pernambucana, Recife, atingiu 78,93% em relação ao abastecimento de água. Já Porto Velho (RO) registrou apenas 30,74 % e ocupa a 100ª posição no ranking.
O estudo completo pode ser acessado no Brasil61.com ou no site oficial do Instituto Trata Brasil, em tratabrasil.org.br.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: Uma iniciativa da saúde pública em Goiás está transformando o momento da alta hospitalar em uma experiência mais acolhedora e humana.
No Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Colônia Santa Marta, o HDS, pacientes que estão deixando a unidade participam do projeto “Alta Humanizada”. A proposta é simples, mas cheia de significado: oferecer um café da manhã especial como forma de cuidado, escuta e despedida.
A ação é organizada pelo Serviço de Nutrição e busca reforçar que o atendimento ao paciente não termina com o fim do tratamento, mas se estende até o último instante dentro do hospital.
A paciente Terezinha Araújo dos Santos Costa, de 80 anos, viveu esse momento recentemente, depois de cinco meses internada para tratar uma infecção após uma cirurgia no fêmur. Para ela, o sentimento é de gratidão.
Segundo a supervisora de nutrição, Raquel Suelen Jeremias, ao valorizar essa transição, a iniciativa visa uma consolidação de práticas que fortalecem o vínculo com o paciente.
O hospital conta com uma unidade de cuidados prolongados e paliativos, com DEZ leitos individuais, destinada a pacientes que precisam de acompanhamento contínuo antes de voltar para casa.
A assistência envolve uma equipe multiprofissional, com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e outros especialistas, garantindo suporte clínico, emocional e social.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (10) em alta de 0,12%. A arroba é negociada a R$ 365,45, no estado de São Paulo.
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 0,41%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,32, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,33.
A carcaça suína especial também volta a apontar valorização de 0,32% no preço, sendo negociada a R$ 9,49 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,51% em Minas Gerais, de 2,40% no Paraná, de 1,68% no Rio Grande do Sul, de 0,35% em Santa Catarina e de 1,56% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,69 e R$ 6,32.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.
LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (10) em baixa de 0,43%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,38 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 0,95% no preço, sendo comercializado a R$ 899,64.
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 0,33% e é cotada a R$ 104,16.
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 2,87%, sendo negociada a R$ 102,27 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,59, após desvalorização de 0,29%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.