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LOC.: O número de famílias brasileiras com algum tipo de dívida bateu recorde em fevereiro. Ao todo, OITENTA VÍRGULA DOIS POR CENTO dos lares têm contas a pagar, como cartão de crédito, financiamentos e crediário. Em um ano, houve alta de TRÊS VÍRGULA OITO PONTOS PERCENTUAIS.

Já o grupo sem dívidas caiu para DEZENOVE VÍRGULA SETE POR CENTO, o menor nível da série histórica. Os dados constam em pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

Vale destacar que o indicador reflete a percepção das pessoas sobre a própria situação financeira e não significa, necessariamente, que todas estejam em dificuldade.
Mesmo assim, a inadimplência voltou a crescer. Depois de três meses de queda, atingiu VINTE E NOVE VÍRGULA SEIS POR CENTO das famílias. E DOZE VÍRGULA SEIS POR CENTO dizem não ter condições de pagar as contas em atraso.

O tempo médio dessas dívidas também aumentou e chegou a mais de SESSENTA E CINCO MESES. Além disso, quase metade dos inadimplentes, QUARENTA E NOVE VÍRGULA CINCO POR CENTO, está com pagamentos atrasados há mais de noventa dias.

No orçamento, DEZENOVE VÍRGULA CINCO POR CENTO dos brasileiros comprometem mais da metade da renda com dívidas. A maioria, CINQUENTA E SEIS VÍRGULA UM POR CENTO, destina entre ONZE E CINQUENTA POR CENTO dos ganhos.

No total, o comprometimento médio da renda ficou em VINTE E NOVE VÍRGULA SETE POR CENTO.
Também cresceu o número de famílias com dívidas de longo prazo, acima de um ano, que já somam TRINTA E DOIS VÍRGULA NOVE POR CENTO.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Os casos de influenza A seguem aumentando em todo o país. Dados do Boletim InfoGripe da Fiocruz apontam que houve aumento de 36,9% em relação às mortes por Influenza A. Apesar do subclado K do vírus Influenza A , o H3N2, chamada de “supergripe”, estar em circulação no país e ser mais transmissível, a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, afirma que a cepa não causa mais óbitos ou casos graves em relação aos outros vírus da gripe.

Tatiana garante, ainda, que a principal forma de prevenção é a vacinação e que o atual imunizante aplicado no Brasil protege contra a “supergripe”.


 

TEC./SONORA: pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella

“O que sabemos desse vírus é que é mais transmissível, então causa mais casos de gripe, mas não é mais virulento. Ele não causa mais casos graves ou óbitos em relação aos outros vírus da influenza. O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso que a vacina contra o vírus é atualizada todo ano e a vacina da influenza atual aqui do Brasil  é a vacina mais atualizada e protege contra o subclado K e também contra outros tipos de vírus da influenza que tem circulado aqui no hemisfério sul”


LOC.: O novo subclado K do vírus influenza A (H3N2) é monitorado por autoridades de saúde internacionais e tem sido chamado de ‘supergripe’. O médico infectologista Diogo Borges, que atua no hospital Anchieta, em Ceilândia (DF), menciona que - ABRE ASPAS - “supergripe é um termo criado pela população - FECHA ASPAS.

A cepa foi identificada pela primeira vez no Brasil em dezembro, e a amostra foi coletada em Belém (PA), por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

Diogo Borges explica que a alta de casos de gripe está associada à sazonalidade da época do ano, com aumento dos casos de infecções das vias aéreas. Ele ressalta, ainda, que entre os principais sintomas da nova cepa está a febre alta. 

Considerando a alta de casos de Influenza A no país,  Diogo Borges alerta para que os hospitais estejam atentos em relação à notificação de casos e tratamento precoce da gripe.

TEC./SONORA:  Diogo Borges, médico infectologista

“Os hospitais devem ficar atentos, acionar vigilância epidemiológica para que todos os casos de influenza A entrem com o tratamento mais precocemente e, em caso de suspeita, entrar com tratamento para aqueles que têm fator de risco”


LOC.: Dados da Fiocruz, enviados ao Brasil 61, apontam que de 4 de janeiro de 2026 até 28 de março o Brasil registrou 187 óbitos de SRAG confirmados por Influenza A. Do total de mortes, o estado do Ceará registra o maior número, 38; seguido por São Paulo, com 25, e Mato Grosso do Sul, com 14. O ranking completo pode ser acessado em Brasil61.com.

Reportagem, Bianca Mingote

LOC.: A safra de verão 2025/2026 na Região Sul do Brasil tem sido marcada por desafios causados por uma queda de braço entre a produtividade e o clima. Sob a influência do fenômeno La Niña, que historicamente reduz o volume de chuvas na parte meridional do país, produtores gaúchos, catarinenses e paranaenses enfrentam um ciclo de chuvas mais irregulares e a redução dos acumulados em relação às taxas normais para o período, impactando boa parte da safra.

O monitoramento do Inmet indicou que, apesar das dificuldades, o centro-sul e leste da região ainda conseguiram volumes pontuais de até 457,4 mm em estações como Morretes (PR), devido a instabilidades locais, contrastando com o quadro geral de seca imposto pelo fenômeno de larga escala.

No Rio Grande do Sul, o impacto do fenômeno foi sentido com maior rigor. O estado registrou volumes de chuva consideravelmente inferiores à média histórica durante meses cruciais para o enchimento de grãos. Esse cenário de escassez hídrica severa resultou em perdas irreversíveis na produção de soja, especialmente nas regiões oeste e noroeste do estado, onde o armazenamento de água no solo caiu para níveis críticos.

Em Santa Catarina, a irregularidade das chuvas também impôs desafios severos às colônias agrícolas. No extremo oeste catarinense, os acumulados de chuva ficaram abaixo de 150 mm, o que limitou o potencial produtivo das lavouras de primeira safra. As temperaturas máximas médias elevadas, que em algumas localidades superaram os 33 °C , aceleraram a evapotranspiração, reduzindo rapidamente a reserva hídrica disponível.

No Paraná, o panorama apresentou maior contraste regional. Enquanto o centro-sul e o leste paranaense conseguiram manter níveis satisfatórios de armazenamento de água no solo (acima de 70%), beneficiando a maturação e colheita, as porções oeste e noroeste sofreram com a influência direta do tempo seco. Em Marechal Cândido Rondon, por exemplo, as temperaturas máximas chegaram a médias de 34,4 °C, intensificando o estresse térmico sobre as plantas.

O fenômeno La Niña, caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, foi o principal motor dessa dinâmica. O Inmet aponta que a baixa trafegabilidade e as janelas de plantio apertadas para a safrinha são consequências diretas desse ciclo, exigindo que o agricultor sulista adote, cada vez mais, estratégias de manejo de solo e seguro agrícola para mitigar a volatilidade climática que se tornou a marca desta temporada.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Reportagem, Henrique Fregonasse

LOC.: O Brasil criou mais de 255 mil empregos com carteira assinada em fevereiro. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios, com base no Caged.

O destaque ficou para as cidades pequenas. Municípios com até 5 mil habitantes lideraram o crescimento proporcional na geração de vagas.

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo. O Sudeste liderou a criação de empregos, seguido pelo Sul e Centro-Oeste.

Entre os estados, os maiores destaques foram São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Já Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba tiveram mais demissões do que contratações.

O setor de serviços foi o principal responsável pelos novos empregos, com cerca de 70% do total.

Apesar do resultado positivo, o ritmo de crescimento desacelerou em relação ao ano passado.

Reportagem, Jullya Borges.


 

LOC.: O Conselho Nacional de Política Energética aprovou, na última quarta-feira, uma resolução que prioriza a aquisição de biodiesel nacional. Ao ser classificado como de interesse da Política Energética Nacional, ao menos 80% do volume total do biocombustível comercializado no território nacional deve ser adquirido de produtores com o Selo Biocombustível Social e autorizados pela Agência Nacional do Petróleo.

Como a competência da ANP é estritamente nacional, na prática, a política impede a importação do biodiesel utilizado para a mistura obrigatória ao óleo diesel, estipulada em 15% do volume total desde agosto do ano passado.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, um dos objetivos centrais da medida é reforçar a inclusão produtiva da agricultura familiar. Pequenos produtores são os principais geradores de biomassas agrícolas – bagaço de cana-de-açúcar, soja, milho e dejetos de animais –, matéria-prima de combustíveis renováveis. Os produtores de biodiesel que adquirem esses itens de agricultores familiares identificados com o Selo Biocombustível Social têm acesso a benefícios fiscais e comerciais.

A iniciativa também busca a estabilidade regulatória do setor, a sustentabilidade do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, o aprimoramento da gestão do Selo e uma transição energética com forte base social.

Além das diretrizes para o biodiesel, o CNPE também aprovou a mistura de 0,5% de biometano ao gás natural. Produzido a partir de resíduos agropecuários, o combustível é considerado um dos principais vetores da agroenergia e contribui para ampliar a participação de fontes renováveis na matriz energética brasileira.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: Foram descarregadas na China as primeiras remessas de DDGS brasileiras. No total, foram enviadas 62 mil toneladas de grãos secos de destilaria com solúveis, que atracaram no porto de Nansha, em Guangzhou, no sul do gigante asiático.

A carga representa a ampliação do comércio agropecuário entre os dois países. O mercado de DDGS – coproduto da produção de etanol, rico em proteína e primordialmente usado como ração animal –, surgiu da solicitação da União Nacional do Etanol de Milho. 

As negociações comerciais e as regras sanitárias foram definidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil e a contraparte chinesa em maio do ano passado. Já em novembro, houve a habilitação dos primeiros estabelecimentos exportadores.

Também foi enviado o primeiro contêiner de farinha de vísceras de aves exportado ao país. O envio da mercadoria, utilizada principalmente na nutrição animal, foi uma demanda apresentada pela Associação Brasileira de Reciclagem Animal, cujo mercado está aberto desde abril de 2023.

Com cerca de 1 bilhão e 400 milhões de habitantes, a China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o país asiático importou mais de 55 bilhões de dólares em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a um terço do total exportado pelo setor.

Para o Ministério, as iniciativas evidenciam a atuação conjunta entre governo e setor produtivo para aproveitar novas oportunidades de comércio e ampliar a pauta exportadora brasileira.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: O preço do café arábica nesta terça-feira (7) registra alta e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.885,21, na cidade de São Paulo.

O café robusta apresentou desvalorização de 1,63% e está sendo negociado a R$ 921,86.

O preço do açúcar cristal apresenta baixa nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra queda de 0,86%, cotada a R$ 104,16.

Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 110,80; a cotação média apresenta recuo de 0,85%.

A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 69,88, com recuo de 0,11%.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.

LOC.: A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (7) com alta no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 123,05, com elevação de 0,61%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta alta de 0,24%, sendo negociada a R$ 128,81.

O preço do trigo apresenta recuo no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.285,02. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra aumento de 0,11%, sendo cotada a R$ 1.156,51.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.