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LOC.: A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pediu que as novas exigências ambientais para financiamentos a produtores rurais sejam adiadas por 6 meses. As regras impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) passaram a valer a partir de 1º de abril e travam a concessão de novos financiamentos agrícolas aos produtores da Amazônia Legal que tiverem áreas desmatadas após 31 de julho de 2019 de forma irregular.

A base de dados utilizada é o Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). A ferramenta emite alertas de desmatamentos de corte raso ocorridos em extensões superiores a 6,25 hectares na região. Para a bancada, no entanto, não há distinção entre desmates legais e ilegais.

No ofício enviado aos ministros do CMN, a FPA entende que o Prodes apresenta ainda "imprecisões de georreferenciamento, o que pode gerar restrições indevidas inclusive para produtores regulares".

A medida é vista como uma fonte de insegurança jurídica e econômica porque há produtores que conseguem licença para realizar desmatamentos, obtêm crédito rural após análise ambiental dos bancos, e ainda assim podem depois ser impedidos de acessar financiamento por causa da nova resolução.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, além das limitações técnicas, a norma transfere ao sistema financeiro a responsabilidade de exigir dos agricultores verificações ambientais para a liberação da operação.

Isso tende a ampliar a insegurança jurídica das operações e elevar os custos operacionais, sem necessariamente garantir maior efetividade na política de proteção ambiental.

Enquanto a regra fica suspensa, a FPA pede que as autoridades fiquem encarregadas de desenvolver mecanismos considerados mais precisos e confiáveis para a verificação de desmatamentos ilegais, incluindo procedimentos simplificados que permitam ao próprio produtor comprovar a regularidade ambiental da área.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as identificações do Prodes indicam apenas a interseção entre as bases geoespaciais utilizadas na análise e não a conformidade legal. A pasta assegura ainda que a metodologia adotada apresenta consistência espacial, transparência nos critérios e padronização dos resultados.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: 22 dos 27 estados brasileiros concordaram com a proposta do governo federal de criar um subsídio para a importação de diesel. A posição foi anunciada pelo Ministério da Fazenda em nota conjunta com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal.

Inicialmente, o governo do DF havia rejeitado o convite, mas voltou atrás. Amapá, Goiás, Pará e Rio de Janeiro esperam a publicação da medida provisória para decidir se vão aderir à iniciativa. Já o governo de Rondônia manifestou posição contrária. Todos os demais sinalizaram positivamente.

O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o texto detalhando a política sai ainda esta semana. A intenção é implementar um auxílio de até R$ 1,20 por litro de diesel durante dois meses para empresas importadoras. Metade desse valor será paga pela União e os outros R$ 0,60 serão divididos proporcionalmente pelos governos estaduais participantes, de acordo com o volume do combustível consumido. O impacto somado nos cofres dos estados seria de cerca de R$ 1,5 bilhão.

A nova estratégia substitui a proposta inicial de zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados e se soma à isenção federal do PIS/Cofins e à subvenção de R$ 0,32 por litro de diesel já concedida pela União.

Esses movimentos surgem como providência do governo federal para conter a alta dos preços dos combustíveis no mercado internacional, influenciada principalmente pela guerra no Oriente Médio. Atualmente, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. Assim, as medidas também buscam mitigar o impacto inflacionário, conter a elevação do custo do frete, o risco de desabastecimento e trazer maior estabilidade ao mercado no curto prazo.

Reportagem, Álvaro Couto.

“O nosso estudo, o foco dele é esse, tentar amenizar esses efeitos colaterais adversos que o fármaco causa, porque os pacientes ficam muito debilitados quando eles começam a fazer quimioterapia. Não é só algo de estética, que caiu o cabelo, aí a pessoa tem que usar lenço, ou usar peruca, aí vai de cada um. Não, não é só isso, realmente o sistema imunológico fica muito abalado e essas pessoas sentem muito mal-estar, mas muito mesmo.”


“Particularmente, eu gostaria que a gente tivesse algum órgão de fomento, CAPES, CNPQ, não sei, que pudesse nos dar a oportunidade né para poder continuar desenvolvendo isso, essa pesquisa, porque, com os testes pré-clínicos, ela apresentou ser bem promissora. E logo a gente conseguir, dentro de alguns anos, que isso não é assim, durante meses, que a gente consegue ter esses resultados.”


LOC.: O Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer doença por ano até 2028. O dado compõe a publicação Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Pela projeção, quando excluídos os tumores de pele não melanoma, o número cai para 518 mil casos anuais. 

Conforme o INCA, as previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil, com os registros se aproximando do número de doenças cardiovasculares.

A avaliação é de que o câncer pode seguir como desafio central para o SUS nas próximas décadas.

Entre os homens, os cinco tipos de câncer mais incidentes são os de próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral. Já entre as mulheres, predominam os cânceres de mama, em 30%, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide.

A análise considerou, ainda, fatores socioeconômicos, ambientais, comportamentais e ao acesso desigual aos serviços de saúde, bem como o recorte regional;

Por exemplo, o câncer do colo do útero está entre os mais incidentes nas regiões Norte e Nordeste, com o câncer de estômago com maior incidência entre os homens nessas regiões.

Já no Sul e Sudeste, os tumores associados ao tabagismo, no pulmão e na cavidade oral, são mais frequentes.

A Estimativa é elaborada e divulgada pela Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do INCA a cada três anos. O objetivo é apoiar o planejamento e a vigilância em saúde no curto prazo.

Reportagem, Bianca Mingote

LOC.: Empresas com 100 ou mais funcionários têm até o dia 6 de abril para publicar o Relatório de Transparência Salarial.

O prazo foi prorrogado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, após problemas técnicos no acesso aos dados.

O documento já está disponível no portal Emprega Brasil e deve ser divulgado nos canais oficiais das empresas, como sites e redes sociais.

A medida é obrigatória. Quem não cumprir pode sofrer multa.

O relatório faz parte da Lei da Igualdade Salarial e tem como objetivo dar transparência às diferenças de remuneração entre homens e mulheres que exercem a mesma função.

Esta é a quinta edição do levantamento, que reúne dados das empresas e da Rais, com informações referentes a 2025.

O Ministério do Trabalho afirma que já monitora o cumprimento da exigência.

Reportagem, Jullya Borges.

LOC.: Uma pesquisa da Associação Brasileira de Bancos, realizada em parceria com a Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados, mostra que o empréstimo consignado tem sido uma alternativa importante para aposentados e pensionistas do INSS lidarem com dificuldades financeiras.

O levantamento indica que CINQUENTA E SEIS POR CENTO dos beneficiários recorreram a esse tipo de crédito por necessidade financeira urgente. O dinheiro é usado principalmente para quitar dívidas atrasadas, pagar despesas do dia a dia e cobrir gastos médicos.

Os dados também revelam um cenário de pressão no orçamento doméstico. CINQUENTA E TRÊS POR CENTO dos entrevistados afirmam ter dívidas em atraso, e apenas QUATORZE POR CENTO avaliam sua situação financeira como boa ou ótima. As principais preocupações são o pagamento das contas da casa e de outras dívidas ou empréstimos.

A pesquisa aponta ainda que SETENTA POR CENTO dos entrevistados dizem que a ausência do empréstimo consignado poderia prejudicar a organização financeira da família. Entre aqueles que ainda podem contratar crédito, SETENTA E TRÊS POR CENTO afirmam que provavelmente utilizariam novamente a modalidade.

O estudo também traçou o perfil de quem contrata esse tipo de empréstimo. A maioria, OITENTA E OITO POR CENTO, é responsável pelo sustento da casa, e CINQUENTA E NOVE POR CENTO são os únicos provedores da família.

Em relação à contratação, OITENTA E QUATRO POR CENTO dos entrevistados consideram o processo fácil ou muito fácil. O atendimento presencial em agências bancárias é o canal individual mais utilizado, enquanto aplicativos, sites e outros canais digitais, somados, representam mais da metade das operações.

A pesquisa foi realizada por telefone entre os dias 10 e 22 de fevereiro de 2026, com MIL E DUZENTOS aposentados e pensionistas que contrataram empréstimo consignado do INSS em todas as regiões do país. A margem de erro é de DOIS VÍRGULA OITO PONTOS PERCENTUAIS e o nível de confiança é de NOVENTA E CINCO POR CENTO.

Reportagem, Marquezan Araújo

LOC.: A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (3) com variação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 122,31, com baixa de 0,15%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta alta de 0,46%, sendo negociada a R$ 128,50.

O preço do trigo apresenta alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.288,15. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra aumento de 0,12%, sendo cotada a R$ 1.157,76.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.
 

 

LOC.: O preço do boi gordo nesta sexta-feira (3) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 360,90, no estado de São Paulo. 

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam estabilidade. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,24, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,27.

A carcaça suína especial apresenta estabilidade sendo negociada a R$ 9,64, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo registra queda em alguns estados, com destaque para São Paulo onde o animal é comercializado a R$ 6,52.

As informações são do Cepea.

Reportagem, Jullya Borges.