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LOC.: Com o objetivo de resolver conflitos de limites territoriais entre municípios, foi sancionada a Lei Complementar número 230 de 2026, que estabelece regras nacionais para o desmembramento de áreas com incorporação a cidades vizinhas já existentes. 

A medida foi publicada no Diário Oficial da União. Pelas novas regras, não será permitida a criação de novos municípios a partir desse processo.

Para que o desmembramento ocorra, será obrigatória a realização de um Estudo de Viabilidade Municipal, que deve analisar impactos financeiros, administrativos, de infraestrutura e na prestação de serviços públicos. O levantamento também deve considerar aspectos sociais, como a identidade e o sentimento de pertencimento da população local.

A proposta ainda exige consulta popular. Os eleitores das áreas envolvidas deverão aprovar a mudança por meio de plebiscito, organizado pela Justiça Eleitoral, preferencialmente junto às eleições.

A Confederação Nacional de Municípios avalia que a nova lei representa um avanço ao criar parâmetros para enfrentar disputas territoriais. No entanto, a entidade destaca que a regulamentação ainda é parcial e não abrange todas as situações previstas na Constituição, como a criação, fusão e incorporação completa de municípios.

Segundo a Confederação, a ausência de regras mais amplas pode gerar insegurança jurídica e interpretações divergentes. Diante disso, a entidade defende que o Congresso avance na construção de um marco regulatório mais completo para a organização municipal no país.

O processo de desmembramento será conduzido pelas Assembleias Legislativas estaduais, responsáveis por aprovar os novos limites territoriais após a validação da população.

A lei prevê prazo de até 15 anos para que os desmembramentos sejam realizados. As mudanças deverão ser suspensas no período que antecede o Censo Demográfico de 2030 e retomadas após a divulgação dos dados oficiais.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: O orçamento das famílias brasileiras sofre pressões diferentes conforme a localização geográfica. Levantamento da Serasa Experian revela que, em 2025, os consumidores da Região Norte comprometeram, em média, 80,5% da renda com despesas financeiras gerais — que incluem dívidas, contas básicas e outros gastos essenciais.

O Nordeste aparece logo em seguida, com 78% do orçamento comprometido, seguido pelo Centro-Oeste, com 74,7%. Já o Sudeste, com 72,7%, e o Sul, com 71,9%, apresentam os menores índices, indicando um fôlego financeiro relativamente maior para as famílias dessas localidades.

A diferença está diretamente relacionada ao nível de renda média regional. O Sudeste lidera com renda média de 4.448 reais, seguido pelo Sul, com 4.308 reais, e pelo Centro-Oeste, com 4.296 reais. Na sequência aparecem o Norte, com renda média de 3.018 reais, e o Nordeste, que registra o menor valor do país: 2.821 reais. 

Na prática, isso significa que moradores de regiões com menor renda precisam destinar uma parcela maior do orçamento ao pagamento de despesas financeiras, o que reduz a margem disponível para consumo, poupança e gastos com imprevistos.

Em nota, a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, destaca o impacto dessa baixa folga financeira no cotidiano das famílias. Segundo ela, com tão pouca renda disponível após pagar despesas financeiras, cresce a dificuldade de absorver imprevistos, planejar compras maiores ou acessar crédito em condições mais favoráveis.

A análise da série histórica indica também que o comprometimento da renda das famílias brasileiras permanece elevado desde 2022. Enquanto isso, no mesmo intervalo, a renda média do consumidor cresceu em todas as regiões, mas de forma desigual.

Segundo o vice-presidente de crédito e plataformas da Serasa Experian, Eduardo Mônaco, o crescimento desigual da renda, aliado ao alto nível de comprometimento financeiro, evidencia desafios estruturais que ainda atingem parte significativa da população brasileira. Para ele, esse cenário exige modelos de crédito cada vez mais precisos e responsáveis, baseados em inteligência de dados, para apoiar decisões alinhadas à realidade financeira de cada região.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: O programa Exporta Mais Brasil encerrou sua participação na feira de alimentos e bebidas Anuga Select Brazil 2026, na cidade de São Paulo, com uma agenda voltada à ampliação de negócios internacionais e ao fortalecimento da presença de empresas brasileiras no mercado externo.

Coordenado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, o Exporta Mais Brasil reuniu rodadas de negócios durante a feira, visitas técnicas a empresas nacionais e encontros entre exportadores brasileiros e compradores de diversos países.

Um dos destaques da participação foi o reconhecimento da ApexBrasil pela organização do evento, que concedeu à Agência o prêmio de estande mais sustentável. A premiação, também confirmada por votação popular, reforça a preocupação da instituição com práticas ambientais dentro das ações de promoção comercial.

Durante a programação, delegações internacionais participaram tanto de reuniões na feira quanto de visitas a unidades produtivas no Brasil, conhecendo de perto a cadeia de produção de alimentos e bebidas.

A coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil, Luciana Pecegueiro, destacou a importância da feira como espaço estratégico para geração de negócios e aproximação com compradores estrangeiros.
 

TEC./SONORA: Luciana Pecegueiro, coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil

“Na Anuga Select, desde a primeira edição, fizemos uma parceria para promover os negócios do Brasil dentro do país. A feira traz mais de 15 mil visitantes e mais de 60 países estão representados. Então, temos como oportunidade trazer rodadas de negócios, trazer os compradores para visitar não apenas o varejo no Brasil e as empresas, mas também fazer rodadas de negócios aqui na feira.”
 


LOC.: Luciana também reforçou que a preparação para exportar começa pelo acesso à informação e pelo entendimento das exigências dos mercados internacionais.

TEC./SONORA: Luciana Pecegueiro, coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil

“A primeira dica para quem quer começar a exportar é informação. Informe-se, entre no site da ApexBrasil, busque informações e orientações, porque quando falamos de alimentos e bebidas, estamos falando de saúde humana. Então, temos que estudar com a empresa, ver quais são as oportunidades de mercado e quais adaptações que ela tem que fazer para acessar esses mercados.”
 


LOC.: Além das rodadas de negócios, a ApexBrasil também apresentou programas de apoio à internacionalização de empresas, como ações de qualificação e inserção em mercados externos.

Entre os resultados da agenda, visitas técnicas aproximaram compradores internacionais de empresas brasileiras, permitindo contato direto com processos produtivos e diferenciais de qualidade.

A programação também reforçou o uso da plataforma Buy Brazil, que conecta fornecedores nacionais a compradores de outros países e amplia a visibilidade das empresas brasileiras.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC 1: Trinta e um municípios afetados por desastres vão receber recursos do Governo Federal para ações emergenciais. O repasse de cerca de 29 milhões e 800 mil reais foi autorizado pela Defesa Civil Nacional nesta sexta-feira, 17 de abril. Receberão a ajuda cidades dos estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC 2: Os recursos foram autorizados com base em critérios técnicos que consideram a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras. Municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, o S2iD. Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Proteção e Defesa Civil, acesse MDR.GOV.BR
Reportagem, Thamy Carvalho

LOC: A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta sexta-feira, 17 de abril, a situação de emergência em 39 cidades afetadas por desastres. Estão na lista municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins. Para conferir a lista completa, acesse mdr.gov.br. Com o reconhecimento federal, as prefeituras já podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.
 

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Thamy Carvalho

LOC.: O preço do boi gordo abre esta segunda-feira (20) em baixa de 0,11%. A arroba é negociada a R$ 365,10, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

A carcaça suína especial também volta a apontar alta de 0,79% no preço, sendo negociada a R$ 8,97 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra valorização de 0,18% em Minas Gerais e desvalorização de 1,68% no Paraná,  de 1,80% no Rio Grande do Sul, de 0,19% em Santa Catarina e de 1,03% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,18 e R$ 5,75.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (17) em baixa de 0,49%. A arroba é negociada a R$ 365,50, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,90 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em São Paulo e desvalorização de 1,47% no Paraná e de 3,35% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 5,19 e R$ 5,81.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.