Áudios por tema

Conteúdos Locais
Acesse conteúdos com informações da sua região, estado, microrregião e município.

Emissoras que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

RÁDIO CANÇÃO NOVA 89,1 FM / CACHOEIRA PAULISTA - SP
RÁDIO MAIS ALEGRIA 95,1 FM / FLORIANÓPOLIS - SC
RÁDIO LÍDER 87,9 FM / BONFINÓPOLIS - GO
RÁDIO RAÍZES 98,7 FM / CAPIVARI - SP
RÁDIO CACIQUE 1550 AM / CAPIVARI - SP
RÁDIO ACOMPEC 87,9 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CORREIO 90,5 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CANÇÃO NOVA 96,3 FM / CACHOEIRA PAULISTA - SP
RÁDIO LITORAL 104,9 FM / CORURIPE - AL
RÁDIO CRISTAL 104,9 FM / CORUMBIARA - RO
RÁDIO COMUNITÁRIA SANTO ANTÔNIO 87,9 FM / BORBA - AM
RÁDIO BAND 94,1 FM / PORTO VELHO - RO
RÁDIO IRACEMA 1240 AM / CUNHA PORÃ - SC
RÁDIO CULTURA 92,9 FM / SERRA TALHADA - PE
RÁDIO AGRESTE 89,5 FM / CUPIRA - PE

Rede de relacionamento do Brasil 61

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, criou uma comissão especial destinada a discutir o Projeto de Lei Complementar que prevê o aumento do limite de faturamento anual do MEI para até 130 mil reais. 

A comissão vai reunir especialistas e representantes do governo e do setor produtivo para debater a proposta. 

A atualização da tabela do Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais e o reajuste é liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB. A entidade defende a elevação do teto anual do MEI para 144,9 mil reais. 

Segundo o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, a atualização é essencial para evitar que pequenos negócios deixem o regime simplificado.

TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”


LOC.: Motta designou a deputada Any Ortiz, do Cidadania gaúcho, para presidir a comissão especial, já a relatoria ficará com o deputado Jorge Goetten, do Republicanos catarinense.

Na avaliação de Any Ortiz, a atualização é necessária e urgente para proteger o pequeno empreendedor brasileiro.
 

TEC./SONORA:  deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) 

“A ampliação do limite com certeza vai reduzir a informalidade, vai reduzir a defasagem causada por uma inflação acumulada, por um aumento no custo dos produtos, dos insumos, e com certeza vai fortalecer a economia local, que é onde está a maior parte dessas empresas.”


LOC.: Para Jorge Goetten, com a defasagem dos limites do Simples Nacional, a evolução dos pequenos empreendedores é freada pelos altos impostos.

Goetten destaca a importância da comissão especial.
 

TEC./SONORA: Deputado Jorge Goetten (Republicanos- SC)

“Vamos ouvir o setor produtivo, as entidades e o governo, porque isso também tem impacto fiscal.”


LOC.: A CACB defende a correção das demais faixas de enquadramento do regime tributário sejam organizadas da seguinte forma: microempresas, de 360 mil reais para 869,4 mil reais; e empresas de pequeno porte, de 4,8 milhões para 8,69 milhões de reais. 

Reportagem, Bianca Mingote. Locução, Sophia Stein

LOC.: A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto, o PIB brasileiro, aumentou de 1,8% para 2% em 2026, segundo o Informe Conjuntural do 1º Trimestre, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI.

A expectativa de crescimento da indústria também foi revista para cima, passando de 1,1% para 1,6% neste ano.

Além da indústria, outros setores tiveram suas estimativas elevadas em relação ao trimestre encerrado em dezembro do ano passado. O setor de serviços passou de 1,9% para 2,1%. Já a agropecuária aumentou de 0% para 1,1%.

O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, avalia que a revisão das projeções se deve a três fatores.

TEC./SONORA: Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI 

“Primeiro, tivemos um desempenho mais positivo do que o esperado para a indústria extrativa. Tanto a produção de petróleo e de minério de ferro quanto o preço do petróleo estão subindo este ano. O segundo fator foi a sistemática elevação da previsão da safra agrícola. E o último fator é um desempenho melhor no setor de serviços.”


LOC.: O relatório aponta que o desempenho acima do esperado da atividade econômica nos primeiros meses de 2026 também contribuiu para a revisão positiva do PIB. No entanto, a qualidade desse crescimento preocupa, devido ao desequilíbrio entre consumo e investimento.

A projeção indica que o consumo das famílias deve crescer 2% em 2026. Esse avanço é impulsionado por estímulos fiscais, ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e crescimento da massa salarial.

Já os investimentos devem crescer apenas 0,6%. O desempenho mais fraco reflete os efeitos dos juros elevados e do endividamento das empresas.

TEC./SONORA: Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI 

“É um tipo de crescimento que não se sustenta. Se nós não tivermos aumento dos investimentos para gerar mais oferta no futuro e cobrir esse nível maior de consumo, nós vamos ter que travar ainda mais o ritmo de crescimento.”
 


LOC.: Segundo o levantamento, o cenário internacional e os riscos geopolíticos também podem impactar os preços internos. Nesse cenário, a taxa básica de juros, a Selic, deve encerrar o ano em 12,75%, acima da previsão anterior. 

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: O programa Exporta Mais Brasil encerrou sua participação na feira de alimentos e bebidas Anuga Select Brazil 2026, na cidade de São Paulo, com uma agenda voltada à ampliação de negócios internacionais e ao fortalecimento da presença de empresas brasileiras no mercado externo.

Coordenado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, o Exporta Mais Brasil reuniu rodadas de negócios durante a feira, visitas técnicas a empresas nacionais e encontros entre exportadores brasileiros e compradores de diversos países.

Um dos destaques da participação foi o reconhecimento da ApexBrasil pela organização do evento, que concedeu à Agência o prêmio de estande mais sustentável. A premiação, também confirmada por votação popular, reforça a preocupação da instituição com práticas ambientais dentro das ações de promoção comercial.

Durante a programação, delegações internacionais participaram tanto de reuniões na feira quanto de visitas a unidades produtivas no Brasil, conhecendo de perto a cadeia de produção de alimentos e bebidas.

A coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil, Luciana Pecegueiro, destacou a importância da feira como espaço estratégico para geração de negócios e aproximação com compradores estrangeiros.
 

TEC./SONORA: Luciana Pecegueiro, coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil

“Na Anuga Select, desde a primeira edição, fizemos uma parceria para promover os negócios do Brasil dentro do país. A feira traz mais de 15 mil visitantes e mais de 60 países estão representados. Então, temos como oportunidade trazer rodadas de negócios, trazer os compradores para visitar não apenas o varejo no Brasil e as empresas, mas também fazer rodadas de negócios aqui na feira.”
 


LOC.: Luciana também reforçou que a preparação para exportar começa pelo acesso à informação e pelo entendimento das exigências dos mercados internacionais.

TEC./SONORA: Luciana Pecegueiro, coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil

“A primeira dica para quem quer começar a exportar é informação. Informe-se, entre no site da ApexBrasil, busque informações e orientações, porque quando falamos de alimentos e bebidas, estamos falando de saúde humana. Então, temos que estudar com a empresa, ver quais são as oportunidades de mercado e quais adaptações que ela tem que fazer para acessar esses mercados.”
 


LOC.: Além das rodadas de negócios, a ApexBrasil também apresentou programas de apoio à internacionalização de empresas, como ações de qualificação e inserção em mercados externos.

Entre os resultados da agenda, visitas técnicas aproximaram compradores internacionais de empresas brasileiras, permitindo contato direto com processos produtivos e diferenciais de qualidade.

A programação também reforçou o uso da plataforma Buy Brazil, que conecta fornecedores nacionais a compradores de outros países e amplia a visibilidade das empresas brasileiras.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC 1: Trinta e um municípios afetados por desastres vão receber recursos do Governo Federal para ações emergenciais. O repasse de cerca de 29 milhões e 800 mil reais foi autorizado pela Defesa Civil Nacional nesta sexta-feira, 17 de abril. Receberão a ajuda cidades dos estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC 2: Os recursos foram autorizados com base em critérios técnicos que consideram a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras. Municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, o S2iD. Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Proteção e Defesa Civil, acesse MDR.GOV.BR
Reportagem, Thamy Carvalho

LOC: A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta sexta-feira, 17 de abril, a situação de emergência em 39 cidades afetadas por desastres. Estão na lista municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins. Para conferir a lista completa, acesse mdr.gov.br. Com o reconhecimento federal, as prefeituras já podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.
 

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Thamy Carvalho

LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (17) em baixa de 0,49%. A arroba é negociada a R$ 365,50, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,90 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em São Paulo e desvalorização de 1,47% no Paraná e de 3,35% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 5,19 e R$ 5,81.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (17) em baixa de 1,22%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.800,72 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 0,59% no preço, sendo comercializado a R$ 896,31.

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,23% e é cotada a R$ 99,14.

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 0,70%, sendo negociada a R$ 99,30 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,48, após desvalorização de 0,70%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.