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Decreto assinado por Lula cria regras para proteger menores no ambiente virtual, estabelece verificação de idade em duas fases e institui o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente
Baixar áudioLer ao vivoAracaju e São Cristóvão, em Sergipe, divergem sobre área administrada há décadas e aguardam novos desdobramentos
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O governo federal publicou na quarta-feira, 18 de março, o decreto que regulamenta o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, conhecido como ECA Digital.
A nova lei traz regras para proteger menores de 18 anos no ambiente virtual.
Entre as medidas, estão a proibição da rolagem infinita em redes sociais e do autoplay de vídeos em aplicativos.
Esses recursos fazem o usuário receber conteúdo sem interrupções, principalmente ao usar o celular.
A Agência Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, será responsável por fiscalizar o cumprimento das normas.
Nesta sexta-feira, 20 de março, a agência divulgou orientações preliminares para a checagem de idade dos usuários. A medida busca garantir que crianças e adolescentes não tenham acesso a conteúdos inadequados.
O controle deve ser implantado em duas etapas: primeiro, nas lojas de aplicativos e sistemas operacionais, de forma imediata. Depois, em agosto de 2026, será ampliado para outros setores, conforme o risco de cada serviço.
Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou três decretos que regulamentam o ECA Digital.
Entre as novidades, está a criação do Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, ligado à Polícia Federal, que vai centralizar denúncias e investigações de crimes digitais.
Com informações da Agência Brasil
Reportagem, Maria Clara Abreu
LOC.: O Tribunal Regional Federal da Quinta Região manteve a decisão que determina que o município de Aracaju devolva parte do seu território à cidade vizinha de São Cristóvão, em Sergipe. A área em questão corresponde a ONZE VÍRGULA QUATRO POR CENTO da capital, o equivalente a cerca de VINTE VÍRGULA SETE quilômetros quadrados.
A medida deve impactar diretamente cerca de TRINTA MIL moradores, que passarão a integrar administrativamente o município de São Cristóvão. Com isso, a população da cidade pode saltar de aproximadamente NOVENTA E CINCO MIL para CENTO E VINTE E CINCO MIL habitantes. Já Aracaju deve registrar uma redução populacional, passando de cerca de SEISCENTOS E TRÊS MIL para QUINHENTOS SETENTA E TRÊS MIL moradores.
A região envolvida na disputa faz parte da chamada Zona de Expansão de Aracaju, considerada a principal área de crescimento urbano da capital. O local reúne bairros como Mosqueiro, Robalo, Areia Branca, Santa Maria e Matapuã, e concentra investimentos importantes em infraestrutura, além de serviços públicos como escolas, unidades de saúde, pavimentação, drenagem e iluminação.
De acordo com a Prefeitura de Aracaju, a administração da área ocorre há mais de SETENTA anos, com oferta contínua de serviços públicos desde a década de 1950. O município também destaca investimentos recentes, incluindo projetos de urbanização e macrodrenagem que somam centenas de milhões de reais.
Por outro lado, a Prefeitura de São Cristóvão sustenta que a área possui vínculos históricos com o município e que a decisão judicial reforça a segurança jurídica do processo.
Ao analisar o caso, o Tribunal considerou que a questão envolve critérios legais e constitucionais relacionados à definição de limites territoriais entre municípios, incluindo a necessidade de procedimentos formais previstos na legislação.
A tentativa mais recente de Aracaju para reverter a decisão, por meio de uma ação rescisória, foi rejeitada pela Justiça. No entanto, o município ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça.
Enquanto isso, o processo principal segue em andamento e aguarda a conclusão de um estudo técnico conduzido pelo Governo de Sergipe. A previsão é que esse estudo seja concluído até abril de 2026.
A decisão pode trazer impactos não apenas administrativos, mas também sociais, econômicos e estruturais para a região envolvida.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A Agência Nacional de Transportes Terrestres atualizou os pisos mínimos do frete rodoviário de cargas. Os aumentos variam de 4,82 a 7%, de acordo com o tipo de operação.
A legislação determina que a tabela seja reajustada sempre que a diferença no preço do combustível for superior a 5% em relação à última correção. Em janeiro de 2025, o preço do diesel S10 estava em R$ 6,08 por litro. Agora, está em R$ 6,89, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, uma alta de 13,32%.
Para a FPA, a Frente Parlamentar da Agropecuária, o governo federal deve revisar a metodologia do tabelamento do frete. Segundo a bancada, o setor agropecuário entende que o modelo atual não reflete a realidade do transporte no país, ao desconsiderar fatores essenciais como diferenças regionais, frete de retorno, diversidade de cargas e o perfil da frota, o que acaba gerando distorções relevantes e desalinhadas com a prática de mercado.
Como medidas para superar o cenário, o grupo defende a atualização dos parâmetros e maior fiscalização quanto ao cumprimento da tabela. A FPA ressalta ainda que o momento demonstra a forte dependência brasileira do óleo diesel, cujo preço disparou em razão do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Nesse contexto, a Frente pede que o governo federal avance em políticas para agilizar a transição energética. Uma alternativa citada é a revisão do percentual de mistura obrigatória do biodiesel no combustível, dos atuais 15% para 17%. Feito a partir do processamento de biomassas, como o bagaço da cana-de-açúcar e a moagem de grãos, o biodiesel tem o potencial de diminuir a utilização de combustíveis fósseis. O Brasil tem abundância da matéria prima e sua maior utilização representaria mais renda para o campo brasileiro.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC 1: No Dia Mundial da Água, comemorado neste domingo, 22 de março, a sociedade é convidada a refletir sobre a gestão consciente e a preservação do recurso mais importante do planeta// A celebração é marcada por entregas concretas do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional na missão de levar água e dignidade às regiões mais necessitadas do país.// Ações que transformam a escassez hídrica em um cenário de desenvolvimento e esperança, conforme destaca o secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira.
TEC./SONORA: GIUSEPPE
“A segurança hídrica é um dos maiores desafios do nosso tempo. Em um cenário de mudanças climáticas cada vez mais intensas, garantir água em quantidade e qualidade para a população significa proteger vidas, fortalecer a produção, reduzir desigualdades e promover desenvolvimento sustentável. No MIDR, trabalhamos para que a água seja um instrumento de resiliência, adaptação e dignidade para todos os brasileiros”
LOC 2: Carro-chefe da pasta, o Projeto de Integração do Rio São Francisco, maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil, garante o abastecimento de mais de 12 milhões de pessoas em quatro estados do Nordeste e segue avançando// Obras complementares, como o Ramal do Apodi, no Rio Grande do Norte, e o Ramal do Salgado, no Ceará, já ultrapassam os 90% e 40% de execução, respectivamente// Complementando as grandes ações do MIDR, o Programa Água Doce destaca-se como uma das iniciativas de maior impacto social e inovadoras da pasta, focada em comunidades rurais isoladas do semiárido// Por meio de sistemas de dessalinização de alta tecnologia, o programa transforma água salobra em água potável de excelente qualidade// Entre 2023 e 2026, o Água Doce ultrapassou o número de 1200 sistemas em operação, alcançando a marca de 307 mil família atendidas// O casal sergipano, Cleiton e Lidiane, foram beneficiados pelo Programa e relatam a mudança em suas vidas.
TEC./SONORA: LIDIANE E CLEITON
“Aqui, a água bruta chega nas caixas, a caixa tem um desalinizador, que a água, o rejeito vai para um campo e a doce vai para outro. Aí, todo mundo pega da água doce. Aí, todo mundo tem que contribuir, para pagar as manutenções da coisa. Os filtros, o flocão. Para manter o poço. A importância, né, é programar água doce para a região aqui do Agro Sertão de Sergipe. (É uma água de qualidade. 83% mineral”
LOC 3: Para garantir que toda essa infraestrutura cumpra seu papel a longo prazo, o MIDR investe simultaneamente na Revitalização de Bacias Hidrográficas, iniciativa que atua na base do problema, ao promover a recuperação de nascentes e o controle de processos erosivos// Atualmente, o MIDR coordena projetos que somam 1,65 bilhão em investimentos voltados ao tema// Ao integrar a engenharia pesada do PISF, a tecnologia social do Água Doce e a preservação ambiental das bacias, além de dezenas de outras iniciativas, o MIDR celebra este 22 de março reafirmando que a água é, acima de tudo, uma política de integração nacional e justiça social// Para saber mais sobre ações do Governo Federal em Segurança Hídrica, acesse Ministério do Desenvolvimento Regional///
Reportagem, Mayra Christie
LOC 1: O site do Auxílio Reconstrução entrou em operação nesta semana e já pode ser acessado pelas prefeituras para dar início ao processo. O benefício vai garantir sete mil e 300 reais às vítimas das fortes chuvas que atingiram as cidades de Ubá e Juiz de Fora, na região da Zona da Mata, em Minas Gerais. O valor será destinado a famílias residentes em áreas efetivamente atingidas pelo desastre, com registro de dano material ou perda de bens, em municípios com o estado de calamidade pública reconhecido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. O benefício será pago por família e em parcela única pela Caixa Econômica Federal por meio de conta poupança social digital, de abertura automática em nome do beneficiário. É possível ainda receber em outra conta em nome do beneficiário na mesma instituição financeira, sem que o banco possa realizar descontos ou compensações de dívidas anteriores sobre esse valor. Apenas um integrante da família poderá receber a quantia. O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, falou sobre o benefício.
TEC./SONORA: SECRETÁRIO WOLNEI WOLFF
"É um recurso que pode ser usado conforme a necessidade de cada família para repor o que foi perdido, garantir alimentação ou reorganizar o dia a dia. Mais do que um apoio financeiro, é um gesto de cuidado e compromisso do Governo Federal com cada família, contribuindo para que todos possam reconstruir suas vidas com mais segurança, dignidade e esperança"
LOC 2: As prefeituras são responsáveis por cadastrar as famílias no sistema do Auxílio Reconstrução, informando os dados de todos os integrantes e o endereço completo da residência. Depois disso, uma pessoa da família deverá acessar a plataforma para confirmar as informações do cadastro. Somente após essa confirmação será autorizado o pagamento pela CAIXA. Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e defesa civil, acesse MDR.GOV.BR
Reportagem, Manuela Rolim.
LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (20) em alta de 0,21%. A arroba é negociada a R$ 349,60, no estado de São Paulo.
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 6,81, enquanto a segunda é comercializada a R$ 6,87.
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,13 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul e em São Paulo, desvalorização de 0,15% em Minas Gerais e de 0,30% no Paraná e valorização de 0,15% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 6,63 e R$ 6,98.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.
LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (20) em alta de 0,39%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.924,51 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 0,943% no preço, sendo comercializado a R$ 1.005,22.
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 2,39% e é cotada a R$ 100,51.
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 5,30%, sendo negociada a R$ 116,70 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 71,63, após valorização de 0,60%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.