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LOC.: Dos CEM melhores hospitais públicos do Brasil, TRINTA estão localizados no estado de São Paulo. É o que revela um levantamento inédito que ranqueia as principais unidades da rede pública de saúde do país. Em segundo lugar está Goiás, com DEZ hospitais. Na sequência aparecem Pará e Santa Catarina, com SETE unidades cada.

O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde, o Instituto Ética Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

O Rio de Janeiro conta com SEIS hospitais na lista, seguido pelo Paraná, com CINCO. Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Maranhão e Minas Gerais aparecem com TRÊS unidades cada. Já Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Tocantins contam com DOIS hospitais cada. Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe figuram com uma unidade cada.

A relação contempla as unidades de saúde finalistas do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, cuja premiação está prevista para maio de 2026.

A seleção considerou hospitais federais, estaduais ou municipais, com atendimento integral pelo SUS. Foram incluídos hospitais gerais — adultos ou pediátricos — e unidades especializadas em ortopedia, oncologia, cardiologia e maternidade.

Todos os hospitais possuem mais de CINQUENTA leitos e registraram produção no Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde entre agosto de 2024 e julho de 2025.

A definição dos finalistas levou em conta critérios como acreditação hospitalar, taxa de ocupação, taxa de mortalidade, disponibilidade de leitos de terapia intensiva e tempo médio de permanência dos pacientes.

Na próxima etapa, os hospitais serão ranqueados com base em pesquisa independente de satisfação dos pacientes, nível de acreditação dos serviços e outros indicadores de qualidade e eficiência.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Tarifaço dos Estados Unidos, conflitos no leste europeu ou oriente médio, enfraquecimento do multilateralismo global e até mesmo um surto de gripe aviária em granja comercial. Apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2025, o setor agropecuário teve um desempenho histórico no mercado internacional, com crescimento de 3% nas vendas e 169 bilhões de dólaes em receitas com exportações.

O valor corresponde a 48,5% dos quase 349 bilhões de dólares de faturamento do país no ano passado. O resultado foi impulsionado pelo aumento de 3,6% no volume de produtos enviados ao exterior, desempenho que compensou a queda de 0,6% nos preços médios.

Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a colheita recorde de grãos na safra 2024/2025, a expansão da produtividade das proteínas animais, com o Brasil se tornando o maior produtor mundial de carne bovina, e a diversificação de mercados para essa produção foram essenciais na superação dos empecilhos.

TEC./SONORA: Carlos Fávaro, ministro da Agricultura e Pecuária
“525 novos mercados abertos. É emprego, renda, oportunidade. Inflação dos alimentos aqui controlada. Produzimos tanto, o preço cai aqui dentro, sobra excedente para exportar, o Brasil cresce e o trabalho não para.” 


LOC.: A contagem dos novos destinos remete a 2023, em estratégia coordenada pelo governo federal, com ações entre o Mapa, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e a ApexBrasil.

Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, a iniciativa trouxe sozinha 4 bilhões de dólares em receitas cambiais adicionais, com benefícios para toda a gama de produtos brasileiros, não somente os mais tradicionais em que o país já se destaca.

TEC./SONORA: Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa
“Carne bovina aumentando 40%, o café 31%, as frutas aumentando 12%. Mas mais importante ainda, os produtos menos tradicionais, aqueles que a gente tá começando a exportar e que dado o trabalho de abertura de mercados, incrementamos 15%. Veja o exemplo do gergelim para China, que a gente abriu no final de 2024, já exportou 170 milhões”.


LOC.: Os principais compradores de produtos agropecuários brasileiros foram a China, com 55 bilhões de dólares, seguida pela União Europeia, com 25 bilhões de dólares e, fechando o pódio, os Estados Unidos, com mais de 11 bilhões de dólares.

Entre os principais produtos da pauta exportadora, a soja em grãos manteve-se como o principal item, gerando 43,5 bilhões de dólares em receitas cambiais. A carne bovina também registrou recorde, com receitas de 18 bilhões de dólares. O café, outro produto tradicional da pauta exportadora, apresentou crescimento de 30% em valor, totalizando 16 bilhões de dólares faturados em 2025. 

As importações de produtos agropecuários no ano passado somaram 20 bilhões de dólares, um aumento de 4,4% em relação a 2024. Com isso, a corrente de comércio agropecuário no último ano superou 189 bilhões de dólares, e o saldo da balança comercial do agronegócio, ou seja, a diferença entre o que o setor vendeu e o que comprou do exterior, fechou o ano com um superávit de 149 bilhões de dólares.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: Vinte e seis anos após o início das negociações, o Conselho da União Europeia aprovou a assinatura do Acordo de Livre Comércio Mercosul-União Europeia. O tratado formará o maior bloco de livre comércio do mundo, composto por 31 países, mais de 720 milhões de habitantes e economias que somam 22 trilhões de dólares em produto interno bruto.

Pelas regras europeias, para ser aprovada, a proposta tinha de obter o aval de Estados-membros que, juntos, representassem ao menos 65% da população da UE.  Segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, formou-se uma maioria consistente a favor do Acordo. A assinatura está prevista para o próximo sábado, dia 17 de janeiro, em Assunção, no Paraguai, país que exerce a presidência pró-tempore do Mercosul.

Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, Jorge Viana, o resultado reflete um esforço político e institucional consistente, com protagonismo do governo brasileiro. 

TEC./SONORA: Jorge Viana, presidente da ApexBrasil
“Esse acordo vai num sentido contrário do que o mundo está andando. O mundo está desfazendo acordos, a própria OMC (Organização Mundial do Comércio) perdeu a importância. E nós estamos falando do maior acordo econômico do mundo, Mercosul-União Europeia.”


Já Aloysio Nunes, chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa, estima que as exportações brasileiras para o velho continente, nosso segundo maior parceiro comercial, devem aumentar em 7 bilhões de dólares.

TEC./SONORA: Aloysio Nunes, chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa
“A União Europeia é um mercado de alto poder aquisitivo, cujas regras têm uma influência muito grande sobre o conjunto do comércio mundial. E nós, a partir desse acordo, vamos ter um acesso muito maior ao mercado da União Europeia. Portanto, isso vai levar as empresas brasileiras a ganhos de produtividade, de previsibilidade e de redução de burocracia.”


LOC.: O acordo prevê reduções e eliminações tarifárias de produtos e mercadorias de todos os setores econômicos. Mais de 90% das taxas dos dois blocos devem ser extintas em até 15 anos. Para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores para energia elétrica, autopeças e aviões, esses benefícios serão imediatos após o tratado entrar em vigor. 

Para diversas commodities, tais como soja, minério de ferro, petróleo, açúcar, café e carnes – os principais produtos exportados pelo Brasil –, as desagravações serão gradativas, até alcançar a liberalização completa.

TEC./SONORA: Aloysio Nunes, chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa
“Mas de qualquer maneira, ainda que em relação à carne, por exemplo, a cota seja bastante reduzida, a União Europeia vai continuar importando carne brasileira, vai continuar importando daqui pagando uma tarifa maior. Nós não perderemos esse mercado.”


LOC.: O acordo ainda passará por algumas etapas. Após a assinatura, os termos deverão ser traduzidos para os idiomas de todos os países que formam os dois blocos e depois aprovados por maioria simples no Parlamento Europeu.

Da mesma forma, no Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai aprovem o texto.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: A Carreta Digital, iniciativa do Ministério das Comunicações lançada em 2024, já ajudou a capacitar NOVE MIL E OITOCENTOS jovens, formados em cursos básicos de tecnologia. O programa, que funciona em um caminhão adaptado e percorre regiões com pouca oferta de formação tecnológica, registrou mais de OITO MIL certificações somente no ano passado.
 
A expansão do programa em 2026 está prevista para superar 20 mil capacitações e aumentar o número de cidades atendidas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa tem papel importante no campo profissional brasileiro.
 
TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações
 
"Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade."
 
LOC.: Lançado inicialmente como um projeto piloto, a carreta passou pelo Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Maranhão e, mais recentemente, Pernambuco.
 
A coordenadora nacional do projeto, Aline Marcon, destaca que a proposta atua diretamente na inclusão social e produtiva da juventude. Para ela, a Carreta Digital não é apenas um laboratório itinerante, ABRE ASPAS - “é uma ponte direta para o mercado de trabalho e para a cidadania digital” - FECHA ASPAS.

O foco da iniciativa é oferecer formação rápida e prática em robótica, manutenção de celulares  e montagem de computadores de alto desempenho.
 
A estrutura utiliza um espaço conhecido como Espaço Maker, equipado para aulas presenciais.
Todos os cursos priorizam atividades práticas e aproximam os estudantes das demandas reais do mercado de trabalho.
 
Reportagem, Amanda Canellas

LOC.: Gestores municipais e empresas precisam se preparar para as mudanças na Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, a NFS-e, decorrentes da Reforma Tributária. Desde 1º de janeiro, o documento deve se adequar ao padrão nacional, com o objetivo de reduzir erros e simplificar o cumprimento das obrigações fiscais.

Para orientar municípios e contribuintes, a Secretaria Executiva da NFS-e publicou uma Nota Técnica, com as principais atualizações de regras e ajustes do layout, já disponível no ambiente de Produção.

Entre as atualizações, está a suspensão temporária da obrigatoriedade de preenchimento das informações sobre o Imposto sobre Bens e Serviços e à Contribuição sobre Bens e Serviços — o grupo “IBSCBS” — tanto nas NFS-e quanto na Declaração de Prestação de Serviços.

Apesar da suspensão, permanece o prazo de 1º de janeiro de 2026 para que os municípios se integrem à plataforma nacional da NFS-e, inclusive com a previsão de sanções para quem não cumprir o cronograma.

Além disso, foi implantado no ambiente de Produção Restrita um ambiente específico da NFS-e com os novos grupos de informações “IBSCBS”. A estrutura já está disponível para municípios e empresas que desejarem realizar testes.

No âmbito local, Campinas e Bauru, no interior de São Paulo, informaram que manterão, por ora, seus emissores próprios de NFS-e. Já a Associação Mineira de Municípios recomenda que as equipes municipais priorizem as adequações ao padrão nacional. Em Minas, 13 municípios ainda não aderiram ao convênio da NFS-e nacional.

Para saber mais, acesse www.gov.br/nfse.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: Uma lei sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na última semana, prevê a abertura de R$ 14 bilhões e 400 milhões em crédito suplementar no orçamento para reforçar ações em ciência, tecnologia e inovação.

Do total liberado, cerca de R$ 14 bilhões e 100 milhões de reais serão destinados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

O fundo financia pesquisas, projetos de inovação e desenvolvimento tecnológico em universidades, institutos de pesquisa e empresas.

Além da área científica, o crédito suplementar também reforça investimentos em segurança pública, saúde e obras de infraestrutura viária, como manutenção e melhorias em rodovias federais.

Segundo a legislação, os recursos têm origem, principalmente, no superávit financeiro apurado no balanço da União de 2024, além do excesso de arrecadação e da anulação de dotações orçamentárias.
Grande parte desse superávit vem de fundos setoriais ligados à ciência e tecnologia, em áreas como saúde, agronegócio, energia, infraestrutura, Amazônia e inovação.

O crédito foi autorizado por meio do Projeto de Lei do Congresso Nacional número 26 de 2025, aprovado pelo Congresso no dia 19 de dezembro.

Com informações da Agência Senado, reportagem, Lívia Braz; locução, 

LOC.: O preço do café arábica abre esta segunda-feira (12) em baixa de 1,80%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 2.225,39 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 0,22% no preço, sendo comercializado a R$ 1.282,40.

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,64% é cotada a R$ 106,65.

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 0,90%, sendo negociada a R$ 113,70 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,02, após alta de 0,12%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do boi gordo abre esta segunda-feira (12) em alta de 0,03%. A arroba é negociada a R$ 319,40, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 1,70%, enquanto os do frango resfriado apresentaram queda de 1,95%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,51, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,54.

A carcaça suína especial também volta a apontar queda de 0,39% no preço, sendo negociada a R$ 12,84 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra alta de 0,22% em São Paulo e de 0,36% no Paraná, e baixa de 1,18% em Minas Gerais, de 0,36% no Rio Grande do Sul e de 0,12% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 8,25 e R$ 8,91.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.