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LOC.: O Brasil é o terceiro país que mais gera energia a partir de fontes renováveis no mundo. A contagem não é nova, foi feita pela Agência Internacional de Energia Renovável em abril do ano passado, e contabiliza 213 gigawatts de capacidade instalada no país, atrás somente da China, que tem 1.800 GW, e dos Estados Unidos, 428 gigawatts.

No entanto, o Operador Nacional do Sistema Elétrico estima que cerca de 17% dessa energia é desperdiçada por falta de armazenagem ou integração do sistema elétrico. A Região Nordeste, onde mais de 70% da eletricidade é solar ou eólica, é a que mais sofre pela falta dessa infraestrutura.

Para o diretor executivo da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia, Fábio Lima, essa realidade brasileira pode estar com os dias contados, graças a expansão do mercado de baterias.

TEC./SONORA: Fábio Lima, diretor executivo da Absae
“O armazenamento tende a ser aplicado em todo o país, mas o Nordeste tem destaque, com seus grandes parques eólicos e fotovoltaicos – que hoje sofrem com os cortes de geração –, assim como na utilização no agronegócio, em sistemas de menor porte. A Amazônia já tem visto o avanço do armazenamento nos sistemas isolados e nas comunidades ribeirinhas associado à geração solar.”


LOC.: Esses equipamentos têm a capacidade de armazenar a energia gerada durante o dia, principalmente nos momentos de maior incidência de ventos e raios solares, para usar quando esses recursos não estão disponíveis, como durante a noite. Nos cálculos da entidade, esse mercado pode faturar R$70 bilhões até 2034. Além do agronegócio, outras atividades de grande porte, como indústrias intensivas, centros comerciais e até hospitais podem se tornar consumidores desses itens e beneficiar toda a população.

TEC./SONORA: Fábio Lima, diretor executivo da Absae
“O armazenamento de energia em baterias permite aproveitar energia elétrica renovável e abundante, principalmente de fontes eólica e solar fotovoltaica, evitando seu desperdício, que prejudica os geradores, e utilizá-la nos horários de pico, reduzindo o acionamento de fontes mais caras, como usinas termoelétricas.”


LOC.: Durante a COP 30, em Belém do Pará, o ministro de Minas e Energia anunciou para abril deste ano o primeiro leilão de reserva de capacidade em sistemas de armazenamento de energia por baterias. A partir dele, o governo vai autorizar empresas do ramo energético a armazenar e fornecer energia elétrica a partir de baterias químicas.

Segundo a portaria com as regras do certame, os sistemas devem realizar a recarga completa em até seis horas, com disponibilidade de potência máxima de quatro horas diárias e acima de 30 megawatts. O início da operação está definido para agosto de 2028 e terá prazo de dez anos. A previsão é que o montante contratado seja de 2 gigawatts.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: Um estudo divulgado pelo Centro de Liderança Pública, o CLP, aponta que, dos CEM municípios mais endividados do Brasil em 2025, a maioria está localizada na região Sudeste, que conta com CINQUENTA E UMA cidades nessa condição. Em seguida aparece o Sul, com VINTE E DOIS entes nesse quadro. Na sequência vêm o Centro-Oeste e o Norte, com QUATORZE e SETE municípios, respectivamente, seguidos pelo Nordeste, com SEIS.

O ranking é liderado por Seropédica, no Rio de Janeiro. A cidade mineira de Santa Luzia ocupa a segunda posição entre as mais endividadas do país, seguida por Saquarema, também no estado fluminense. Completam as cinco primeiras colocações Santana de Parnaíba, em São Paulo; e Macaé, no Rio de Janeiro.

O estudo integra a sexta edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, que avaliou QUATROCENTAS E DEZOITO cidades brasileiras — o equivalente a SETE E MEIO POR CENTO do total de municípios do país. O recorte considera apenas localidades com mais de OITENTA MIL habitantes, conforme a estimativa populacional do IBGE para 2024.

Outro levantamento, divulgado no fim do ano passado pela Confederação Nacional de Municípios, a CNM, revela que mais de MIL E DUZENTOS municípios enfrentam atrasos no pagamento de fornecedores. Por outro lado, cerca de DOIS MIL E OITOCENTOS afirmaram manter seus compromissos fiscais em dia. 

O estudo também indica que a escassez de recursos tem reflexos adicionais nas contas públicas. Segundo a CNM, quase MIL E TREZENTAS prefeituras empurraram despesas de 2025 para 2026 sem a devida previsão orçamentária, configurando os chamados restos a pagar. Em contrapartida, aproximadamente DUAS MIL E SEISCENTAS cidades informaram que não deixariam dívidas sem cobertura orçamentária. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem até um salário mínimo passarão a receber R$ 1.621,00 em 2026. Os pagamentos com o novo valor serão realizados a partir do dia 26 de janeiro e devem impactar 21,9 milhões de benefícios. O reajuste foi de 6,79% e passou a valer em 1° de janeiro.

Conforme o Ministério da Previdência Social, o impacto total do novo piso previdenciário em 2026 será de cerca de R$ 30,7 bilhões.

O aumento do piso não altera os valores dos benefícios acima do mínimo. Esses benefícios serão reajustados seguindo a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025. O INPC de dezembro será divulgado pelo IBGE na próxima sexta-feira (9).

Além disso, os segurados que se aposentaram ou começaram a receber pensão ou auxílio ao longo do ano passado terão uma correção que corresponderá à variação do INPC entre o mês da concessão do benefício até o fim do ano - proporcional ao número de meses em que o benefício foi concedido.

Os pagamentos serão realizados de 26 de janeiro até o dia 6 de fevereiro. O calendário de pagamentos do INSS considera o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. A tabela está disponível no site oficial do inss em: www.gov.br/inss.

Aqueles que não têm acesso à internet podem ligar para a Central 135. 

Com informações do Ministério da Previdência Social, Bianca Mingote

LOC.: O governo federal decidiu estender o prazo para a demarcação de terras da União localizadas às margens de rios e no litoral brasileiro. A medida foi oficializada por meio de uma medida provisória publicada no Diário Oficial da União, no dia 30 de dezembro.

Com a nova regra, a União ganha mais três anos para concluir a identificação dessas áreas, trabalho que estava previsto para terminar agora, no fim de 2025. A mudança evita o encerramento do prazo sem a conclusão dos levantamentos técnicos.

A medida provisória altera normas que tratam dos bens da União e amplia o tempo de atuação da Secretaria do Patrimônio da União, responsável por mapear e reconhecer oficialmente essas áreas como patrimônio federal.

A demarcação é considerada fundamental para garantir a gestão adequada dos imóveis públicos, permitir a fiscalização de ocupações irregulares e assegurar o uso coletivo das praias e das margens de rios navegáveis. O processo também contribui para a proteção ambiental, especialmente em regiões sensíveis.

Dados do próprio governo mostram que o desafio é grande. Até agora, menos de 1% das margens de rios federais navegáveis foram demarcadas. No litoral, o índice é maior, mas ainda limitado, com pouco mais de 23% das áreas oficialmente identificadas.

A medida provisória tem validade inicial de 60 dias, contados após o recesso parlamentar, e pode ser prorrogada por igual período. Para se tornar definitiva, o texto ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional.

LOC.: A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil orienta produtores rurais de todo o país a se prepararem para as mudanças da Reforma Tributária, em vigor desde a última quinta-feira, 1º de janeiro de 2026. 

O alerta refere-se à atualização dos sistemas eletrônicos de emissão de notas fiscais, que passam a seguir o novo padrão definido pela Receita Federal.

De acordo com a Receita Federal, as notas fiscais passam por um novo modelo, dentro das regras criadas pela Reforma Tributária aprovada em dois mil e vinte e três.

O coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, explica que os produtores que usam sistemas próprios de emissão devem atualizar os programas. Sem essa adequação, a emissão dos documentos pode ser bloqueada a partir deste mês de janeiro.

Durante o ano de dois mil e vinte e seis, o governo realiza uma fase de testes, com a aplicação simbólica de uma alíquota de um por cento. Essa etapa vai ajudar o Fisco a calibrar o sistema e ajustar as alíquotas definitivas que entram em vigor depois do período de transição.

A CNA orienta que os produtores organizem a adaptação de forma planejada, envolvendo contabilidade, financeiro, jurídico e tecnologia da informação.

Entre os benefícios do novo modelo estão a simplificação das obrigações fiscais, a redução de sessenta por cento nas alíquotas do setor agro e um tratamento diferenciado para cooperativas, biocombustíveis e pequenos produtores.

Com informações da Receita Federal e do Ministério da Fazenda, reportagem, Paula Coutinho

LOC.: Uma lei sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na última semana, prevê a abertura de R$ 14 bilhões e 400 milhões em crédito suplementar no orçamento para reforçar ações em ciência, tecnologia e inovação.

Do total liberado, cerca de R$ 14 bilhões e 100 milhões de reais serão destinados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

O fundo financia pesquisas, projetos de inovação e desenvolvimento tecnológico em universidades, institutos de pesquisa e empresas.

Além da área científica, o crédito suplementar também reforça investimentos em segurança pública, saúde e obras de infraestrutura viária, como manutenção e melhorias em rodovias federais.

Segundo a legislação, os recursos têm origem, principalmente, no superávit financeiro apurado no balanço da União de 2024, além do excesso de arrecadação e da anulação de dotações orçamentárias.
Grande parte desse superávit vem de fundos setoriais ligados à ciência e tecnologia, em áreas como saúde, agronegócio, energia, infraestrutura, Amazônia e inovação.

O crédito foi autorizado por meio do Projeto de Lei do Congresso Nacional número 26 de 2025, aprovado pelo Congresso no dia 19 de dezembro.

Com informações da Agência Senado, reportagem, Lívia Braz; locução, 

 

LOC.: O preço do boi gordo nesta quinta-feira (8) apresenta desvalorização; a arroba está sendo negociada a R$318,15, no estado de São Paulo. 

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram queda, com recuo de 0,91% no produto congelado e de 1,16% no frango resfriado. O frango congelado é negociado a R$ 7,64, enquanto o resfriado está cotado a R$ 7,69.

A carcaça suína especial apresenta estabilidade, sendo negociada a R$ 12,89, por quilo nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo registra estabilidade na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$8,89.

As informações são do Cepea.

Reportagem, Jullya Borges.
 

 

LOC.: O preço do café arábica nesta quinta-feira (8) registra alta de 1,14% e a saca de 60 kg é negociada por R$2.263,04, na cidade de São Paulo.

O café robusta apresentou valorização de 1,32% e está sendo negociado a R$1.282,66.

O preço do açúcar cristal apresenta alta nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra aumento de 1,08%, cotada a R$107,91.Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$114,22; a cotação média apresenta alta de 1,15%.

A saca de 60 kg do milho é negociada a R$69,00, com baixa de 0,19%.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.