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Além das cidades beneficiadas, 10 estados partilharam cerca de R$ 742 milhões
Baixar áudioLer ao vivoMobilização em Brasília reúne 1,2 mil gestores que alertam para impacto de até R$ 270 bilhões aos municípios
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Quase NOCEVENTOS MILHÕES DE REAIS foram repassados a NOVECENTOS E CINQUENTA E DOIS municípios brasileiros, após a conclusão das etapas operacionais da distribuição de royalties referentes à produção do mês de dezembro de 2025, nos contratos de concessão e de cessão onerosa.
Os dados foram divulgados recentemente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, que também transferiu mais de SETECENTOS E QUARENTA MILHÕES DE REAIS a DEZ estados. Além disso, também foram destinadas parcelas de royalties à União e ao Fundo Especial.
De acordo com a agência, as informações referentes ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e deverão ser divulgadas nos próximos dias na mesma página.
No que se refere aos royalties dos contratos de partilha, relativos à produção de dezembro do ano passado, os recursos estarão disponíveis aos entes beneficiários assim que todas as etapas operacionais forem finalizadas.
A ANP é responsável por calcular, apurar e distribuir os royalties aos municípios, estados e União. Entre outros pontos, os valores são distribuídos aos entes levando em conta os critérios estabelecidos na Lei 7.990/1989 e no Decreto nº 1/1991, os quais preveem uma distribuição da parcela de CINCO POR CENTO dos royalties.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Gestores municipais intensificam a pressão sobre o Congresso Nacional diante do avanço de projetos de lei que criam novas despesas para as prefeituras sem a indicação de fonte de custeio. Na última terça-feira (24), mais de mil e duzentos prefeitos e representantes municipais participaram de uma mobilização em Brasília contra as chamadas “pautas-bomba”.
Segundo estudo da Confederação Nacional de Municípios, a CNM, o impacto potencial dessas propostas pode alcançar 270 bilhões de reais — valor equivalente a quase toda a arrecadação anual do Fundo de Participação dos Municípios.
Um dos principais pontos da mobilização é a Medida Provisória 1334 de 2026, que altera a fórmula de cálculo do piso salarial dos professores da educação básica. A proposta vincula o reajuste à inflação e à variação da receita do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, o Fundeb.
Pela nova regra, o piso teria reajuste de 5,40% em 2026, percentual superior à inflação estimada de 3,90%. Caso todos os entes federativos adotem a atualização, o impacto financeiro pode chegar a 6 bilhões e 400 milhões de reais este ano.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, afirma que a entidade não questiona a valorização dos profissionais da educação, mas critica a ausência de compensação financeira por parte da União.
A CNM apresentou emendas ao texto do Executivo, endossadas pelos deputados Gilson Daniel, do PODEMOS do Espírito Santo, e Domingos Sávio, do PL de Minas Gerais.
Os gestores municipais também contestam pautas que já foram aprovadas, entre elas a Reforma do Imposto de Renda, que, segundo a CNM, deve gerar um impacto de 5 bilhões reais aos municípios em 2026.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: O fim da chamada escala 6x1 segue movimentando o Congresso Nacional por meio da PEC 8/2025. Caso seja aprovada, a medida pode acabar com cerca de 640 mil empregos formais, segundo uma nota técnica do Centro de Liderança Pública (CLP).
O documento estima que os segmentos mais impactados com o fechamento de postos de trabalho seriam os da agropecuária, do comércio e da construção.
Os dados apontam que nos três setores a perda de produtividade seria de 1,3%, com extinção de 1,6% dos empregos.
O setor da indústria de transformação também aparece com um dos maiores percentuais de perda de produtividade, com 1,2%.
A estimativa em números absolutos aponta que o comércio fecharia cerca de 164 mil vagas; a construção, 45,7 mil, e a agropecuária, 28,3 mil vagas.
O documento pontua que, caso o fim da escala 6×1 for aprovado como uma redução do teto semanal sem recuo proporcional do salário mensal, o custo do trabalho por hora sobe automaticamente.
Pela nota técnica, a redução da jornada, considerando o Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, resultaria na perda de cerca de R$ 88 bilhões em atividade econômica.
Com informações do Centro de Liderança Pública (CLP), Bianca Mingote
LOC.: A inflação em Goiânia desacelerou no mês de dezembro e fechou 2025 abaixo da média nacional. De acordo com o Boletim de Inflação Mensal divulgado pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica, o IMB, a capital goiana registrou variação de ZERO VÍRGULA VINTE E TRÊS POR CENTO no último mês do ano.
Com isso, o acumulado de 2025 ficou em QUATRO VÍRGULA DOZE POR CENTO, enquanto a média nacional foi de QUATRO VÍRGULA VINTE E SEIS POR CENTO.
O resultado representa uma desaceleração em relação a novembro, quando o índice havia sido de ZERO VÍRGULA QUARENTA E QUATRO POR CENTO. Entre as capitais pesquisadas, Goiânia ficou ZERO VÍRGULA DEZ PONTO PERCENTUAL abaixo da média do país em dezembro, ocupando a décima posição no ranking das maiores variações.
O principal fator para a desaceleração foi o grupo Habitação, que apresentou queda de UM VÍRGULA OITENTA POR CENTO, influenciada principalmente pela redução de CINCO VÍRGULA TRINTA E OITO POR CENTO na energia elétrica residencial.
Por outro lado, alguns grupos registraram alta. Transportes, por exemplo, subiu ZERO VÍRGULA OITENTA E NOVE POR CENTO, com destaque para o aumento do etanol, da gasolina e das passagens aéreas. O grupo Despesas Pessoais também avançou, com salto acima de ZERO VÍRGULA SESSENTA POR CENTO.
Em Alimentação e bebidas, a variação foi de quase ZERO VÍRGULA CINQUENTA POR CENTO. Itens como batata-inglesa e tomate tiveram aumentos significativos, enquanto produtos como leite longa vida, arroz e frango inteiro apresentaram queda.
O levantamento também mostra que o impacto da inflação varia conforme a renda. Em dezembro, famílias de menor renda registraram deflação de ZERO VÍRGULA TREZE POR CENTO. Já as de renda mediana tiveram alta de ZERO VÍRGULA QUATORZE POR CENTO, e as de maior renda, ZERO VÍRGULA QUARENTA E SETE POR CENTO.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A CAIXA paga nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, parcela de R$ 1000 aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio aprovados em 2025, nascidos nos meses de janeiro e fevereiro. Também serão pagos os R$ 200 aos estudantes concluintes que realizaram os dois dias de prova do Enem.
Os valores serão creditados em conta Poupança CAIXA Tem e podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode fazer transferências, PIX e pagar contas, direto no aplicativo do celular.
Além disso, o aluno pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
Estudantes do 1ª e 2º ano do Ensino Médio aprovados em 2025 também recebem o crédito da parcela de R$ 1000 em conta e o valor permanece bloqueado até a conclusão do Ensino Médio.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes da rede pública matriculados no Ensino Médio Regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos.
Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br.
LOC.: A saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (26) com desvalorização no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 119,94, com baixa de 0,23%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta queda de 0,28%, sendo negociada a R$ 126,17.
O preço do trigo apresenta valorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.173,45. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra queda de 0,49%, sendo cotada a R$ 1.086,74.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Jullya Borges.
LOC.: O preço do boi gordo nesta quinta-feira (26) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$351,00, no estado de São Paulo.
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram estabilidade. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,26, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,31.
A carcaça suína especial também apresenta estabilidade, sendo negociada a R$ 10,08, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra estabilidade na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,85.
As informações são do Cepea.
Reportagem, Jullya Borges.