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Os dados constam em levantamento do Imazon e instituições parceiras. Cidades do Sul e Sudeste concentram os melhores resultados
Baixar áudioLer ao vivoO país soma mais de 56 mil marcas e amplia presença no mercado externo, segundo o Anuário da Cerveja 2026, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O Brasil segue apresentando diferenças regionais importantes quando o assunto é qualidade de vida entre os municípios. É o que mostra um levantamento divulgado nesta quarta-feira, dia 20, pelo Instituto Imazon e instituições parceiras, com base no Índice de Progresso Social, o IPS.
O resultado mostra forte concentração regional. Entre os VINTE municípios com melhor desempenho, DEZOITO estão no Sul e Sudeste. Já entre os VINTE últimos colocados, DEZENOVE ficam no Norte e Nordeste.
Pelo terceiro ano consecutivo, Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, aparece na primeira colocação. A cidade, que tem cerca de QUATRO MIL E OITOCENTOS habitantes, marcou SETENTA E TRÊS VÍRGULA DEZ pontos em uma escala que vai de ZERO a CEM.
Na outra ponta do ranking está Uiramutã, em Roraima, com QUARENTA E DOIS VÍRGULA QUARENTA E QUATRO pontos.
Entre as capitais, Curitiba lidera com SETENTA E UM VÍRGULA VINTE E NOVE pontos, seguida por Brasília e São Paulo.
Na parte inferior da lista entre as capitais estão Macapá e Porto Velho.
A média nacional do IPS em 2026 ficou em SESSENTA E TRÊS VÍRGULA QUARENTA pontos, com leve variação em relação aos anos anteriores.
O IPS difere do PIB porque não mede apenas riqueza, mas também como as condições sociais e ambientais se refletem na vida da população.
O estudo avaliou os CINCO MIL QUINHENTOS E SETENTA municípios do país. O indicador considera CINQUENTA E SETE critérios sociais e ambientais, a partir de dados de órgãos como IBGE, DataSUS e Inep.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O Brasil registrou, em 2025, o maior número de cervejarias da série histórica. São MIL NOVECENTAS E CINQUENTA E QUATRO unidades, distribuídas em SETECENTOS E NOVENTA E QUATRO MUNICÍPIOS, segundo o Anuário da Cerveja 2026, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
O levantamento aponta também que o setor chegou a QUARENTA E QUATRO MIL DUZENTAS E DOZE cervejas registradas, alta de DOIS VÍRGULA QUATRO POR CENTO em um ano. O número de marcas também subiu e chegou a CINQUENTA E SEIS MIL CENTO E SETENTA.
No comércio exterior, as exportações somaram TREZENTOS E QUINZE MILHÕES E QUINHENTOS MIL litros, uma queda de CINCO VÍRGULA UM POR CENTO em relação ao ano anterior. Mesmo assim, o valor exportado atingiu o recorde de DUZENTOS E DEZOITO MILHÕES E QUATROCENTOS MIL DÓLARES, indicando maior valor por litro.
A cerveja brasileira foi exportada para SETENTA E SETE países, com quase todo o volume concentrado na América do Sul. O Paraguai respondeu por SESSENTA E DOIS VÍRGULA TRÊS POR CENTO das vendas.
As importações também cresceram em volume, com alta de DUZENTOS E CINQUENTA E UM VÍRGULA QUATRO POR CENTO, chegando a VINTE E SEIS MILHÕES E TREZENTOS MIL litros. Os Estados Unidos lideram como principal fornecedor.
No mercado de trabalho, o setor de bebidas ultrapassou CENTO E QUARENTA E TRÊS MIL empregos diretos, sendo QUARENTA E UM MIL NOVECENTOS E SETENTA E SEIS na fabricação de malte, cerveja e chope.
A produção nacional passou de QUINZE BILHÕES de litros em 2025, com quase um terço desse total formado por cervejas puro malte.
O anuário destaca ainda o crescimento das cervejas sem glúten, com aumento superior a QUATROCENTOS POR CENTO, e a ampliação do mapeamento das cervejarias no país.
O relatório consolida dados de produção, registros, comércio exterior e emprego do setor cervejeiro brasileiro.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: De 19 a 22 de maio, comunidades ribeirinhas e trabalhadores da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13 em Barcarena, no nordeste do Pará, recebem atendimentos da atenção primária na Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba.
A unidade fluvial faz parte de um projeto desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria, o SESI, em parceria com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional do SESI e a Federação das Indústrias do Estado do Pará. A iniciativa busca ampliar o acesso aos serviços de saúde para trabalhadores que ainda enfrentam longos deslocamentos pelos rios para conseguir assistência médica.
Os atendimentos são realizados no Porto do Complexo Comercial de Barcarena, em parceria com a Hidrovias do Brasil. O foco inicial é o acompanhamento e o controle da hipertensão e do diabetes. Para isso, a operação inclui coleta de dados clínicos, aferição da pressão arterial e realização de testes rápidos para identificação de infecções, doenças virais e monitoramento de enfermidades crônicas.
O barco Copaíba foi projetado em parceria com a Universidade Federal do Pará, que participou da criação de uma embarcação preparada para os desafios característicos dos rios amazônicos.
O resultado foi um catamarã fluvial — barco de dois cascos paralelos e de baixa profundidade submersa, adequado para rios e lagos. Construído em alumínio naval, o Copaíba possui propulsão 100% elétrica e sistema híbrido de geração de energia.
A estrutura conta ainda com consultório climatizado, estação de telessaúde e conectividade via satélite, permitindo integração com plataformas do SUS e a realização de teleconsultas em localidades afastadas.
O superintendente de saúde do SESI, Emmanuel Lacerda, afirma que os primeiros dias de operações foram um sucesso.
TEC./SONORA: Emmanuel Lacerda, superintendente de saúde do SESI
“É um projeto que inauguramos na COP30, que representa uma ação concreta de sustentabilidade e impacto social; uma embarcação que mitiga riscos e emissões de carbono, por ser totalmente elétrica. Mas o mais importante é sua finalidade social de entregar saúde e atenção básica — com custo operacional baixo, compatível com o que há de mais moderno tecnologicamente — para trabalhadores que operam em áreas remotas, ribeirinhas e comunidades.”
LOC.: Após a etapa na Colônia de Pescadores Z-13, a embarcação seguirá para atendimentos na empresa New Fortress Energy, também em Barcarena, dando continuidade às ações.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: A cultura goiana estará presente na VIGÉSIMA PRIMEIRA edição da Virada Cultural de São Paulo, nos dias 23 e 24 de maio. Nove projetos artísticos de Goiás foram selecionados para participar da programação do evento, realizado na capital paulista desde 2005.
A participação dos artistas foi viabilizada por meio de edital da Secretaria de Estado da Cultura, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc. Ao todo, foram destinados QUINHENTOS MIL REAIS para a circulação dos projetos.
Entre as atrações estão a exposição “Brinquedoscópio – Brinquedos Ópticos e as Visualidades Goianas”, do grupo Lanterna Mágica, além dos espetáculos de dança “Contenção”, do grupo Três em Cena, e “Dança Boba”, da Cia Ateliê do Gesto.
O teatro goiano também marca presença com “Contos de Cativeiro”, do Grupo Orum Ayê Quilombo Cultural, e “Niq – Por estradas mundo afora”, de Júlio Vann.
Na música, a programação inclui shows do grupo Vida Seca, da banda Red Sand King, da cantora Bruna Mendez e do Duo Entre Cordas, formado por Bororó Felipe e Victor Batista.
Segundo a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, a participação dos artistas goianos amplia a presença da produção cultural do estado em um dos maiores eventos culturais do país.
A Virada Cultural deste ano terá cerca de MIL E DUZENTOS shows distribuídos em VINTE E UM palcos e DUZENTOS espaços culturais da cidade de São Paulo, com programação gratuita durante 24 horas.
Os artistas goianos dividirão espaço com nomes como Marina Sena, Luísa Sonza, Seu Jorge, Alexandre Pires, Péricles e Manu Chao.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Realizado nesta semana em São Paulo, o Encontro Nacional da Indústria da Construção, o ENIC 2026, reuniu empresários, representantes do governo federal e entidades do setor para discutir temas ligados à habitação, infraestrutura, inovação e geração de empregos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da abertura do encontro e afirmou que a construção civil tem papel estratégico para o crescimento econômico do país. Lula também defendeu maior diálogo entre governo e iniciativa privada.
ABRE ASPAS: “A construção civil é imprescindível para o futuro desse país. Ela gera emprego com rapidez, movimenta a economia e ajuda a melhorar a vida das pessoas.” FECHA ASPAS.
Durante o discurso, o presidente voltou a defender políticas habitacionais e afirmou que o acesso à moradia tem impacto direto na estabilidade das famílias brasileiras.
O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, Laudemir Muller, também participou do evento e destacou as ações voltadas à internacionalização das empresas brasileiras da construção civil.
Segundo ele, o setor no Brasil passa por um processo de modernização e busca ampliar sua competitividade no exterior, com apoio da agência na abertura de mercados.
TEC./SONORA: Laudemir Muller, presidente da ApexBrasil
“Nós temos 442 empresas que a gente apoia nesse setor, que ano passado exportaram quase 10 bilhões de dólares com investimento nosso, com os nossos projetos setoriais, junto com o setor privado, em torno de 170 milhões. A gente trouxe 8 compradores internacionais que vão negociar com 32 empresas, que vai dar mais ou menos 240 reuniões.”
LOC.: A ApexBrasil participa do encontro por meio do programa Exporta Mais Construção, que promove rodadas de negócios com compradores de OITO países em segmentos como tintas, ferragens, esquadrias e soluções industriais.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o Brasil registrou, em 2025, o maior valor da série histórica de exportações, com um total de TREZENTOS E QUARENTA E OITO BILHÕES E SETECENTOS MILHÕES DE DÓLARES.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC: O preço do café arábica abriu esta quinta-feira (21) em alta. A saca de 60 quilos é negociada a R$ 1.606,03 na cidade de São Paulo, com avanço de 1,03%, segundo dados do Cepea.
Já o café robusta registrou queda de 0,30%, sendo comercializado a R$ 919,16.
O açúcar cristal apresentou recuo nas principais praças paulistas. Na capital, a saca de 50 quilos caiu 0,76% e é vendida a R$ 93,25.
Em Santos, no litoral paulista, o movimento foi de alta. A valorização foi de 1,76%, com a mercadoria negociada a R$ 105,15, na média de preços sem impostos.
O milho também teve leve valorização. A saca de 60 quilos é comercializada a R$ 65,34, após alta de 0,09%.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Juline Pogorzelski.
LOC: O preço da soja registra queda nesta quinta-feira (21) no Paraná e também no porto de Paranaguá.
No interior do estado, a saca de 60 quilos é negociada a R$ 123,18, após recuo de 0,40%. Já em Paranaguá, a cotação caiu 0,01%, com a saca vendida a R$ 129,25.
O trigo também apresenta desvalorização no Sul do país. No Paraná, a tonelada do cereal caiu 0,07% e é comercializada a R$ 1.359,61.
No Rio Grande do Sul, a queda foi mais intensa, de 0,25%, com a tonelada negociada a R$ 1.307,80.
Reportagem, Juline Pogorzelski.