Áudios por tema

Conteúdos Locais
Acesse conteúdos com informações da sua região, estado, microrregião e município.

Emissoras que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

RÁDIO CANÇÃO NOVA 89,1 FM / CACHOEIRA PAULISTA - SP
RÁDIO MAIS ALEGRIA 95,1 FM / FLORIANÓPOLIS - SC
RÁDIO LÍDER 87,9 FM / BONFINÓPOLIS - GO
RÁDIO CACIQUE 1550 AM / CAPIVARI - SP
RÁDIO ACOMPEC 87,9 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CANÇÃO NOVA 96,3 FM / CACHOEIRA PAULISTA - SP
RÁDIO CRUZ DE MALTA 89,9 FM / LAURO MÜLLER - SC
RÁDIO COMUNITÁRIA SANTO ANTÔNIO 87,9 FM / BORBA - AM
RÁDIO BAND 94,1 FM / PORTO VELHO - RO
RÁDIO SANTIAGO 90,3 FM / SANTIAGO - RS
RÁDIO IRACEMA 1240 AM / CUNHA PORÃ - SC
RÁDIO DIPLOMATA 105,3 FM / BRUSQUE - SC
RÁDIO AÇAI SORRISO 104,7 FM / AÇAILÂNDIA - MA
RÁDIO INDEPENDÊNCIA 94,1 FM / SALTO DO LONTRA - PR
RÁDIO ENTRE RIOS 1170 AM / SANTO ANTÔNIO DO SUDOESTE - PR

Rede de relacionamento do Brasil 61

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: A Federação da Agricultura do Estado do Paraná cobrou celeridade máxima para o envio de informações à União Europeia que comprovem os rigorosos padrões sanitários da pecuária brasileira. O ofício foi entregue na última terça-feira ao Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, com intenção de evitar que produtos de origem animal sejam embargados pelo bloco europeu.

Segundo a entidade paranaense, o embargo anunciado pela UE não condiz com o real status sanitário da pecuária nacional e estadual. Para Ágide Eduardo Meneguette, presidente da federação, a medida é injusta e tem grande potencial de dano.

TEC./SONORA: Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema FAEP
“O sistema FAEP vê com grande preocupação o fechamento do mercado de proteína para o Brasil e o Paraná. O Paraná conta com os estados sanitários de excelência e pode comprovar que pode enviar a sua carne para a União Europeia.”


LOC.: A manifestação da FAEP ocorre após a Comissão Europeia formalizar o veto para a compra de proteínas brasileiras a partir de 3 de setembro. A restrição que atinge bovinos, aves, equídeos, peixes da aquicultura, mel e tripas, foi tomada pois as informações prestadas pelo Brasil foram consideradas insuficientes para garantir o cumprimento quanto ao uso de antimicrobianos, como antibióticos, nas criações desses animais.

Em 2025, as vendas dessas proteínas para a União Europeia geraram receita de quase 2 bilhões de dólares dos quase 50 bilhões exportados pelo agronegócio brasileiro para o bloco, segundo estatísticas do governo federal.

Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, garante que o Brasil já cumpre com as exigências do mercado europeu, mas que o governo precisa agora comprovar a fiscalização.

TEC./SONORA: Ricardo Santin, presidente da ABPA
“Nossa produção de carne de frango é totalmente rastreada, tem traçabilidade em todo o seu processo de produção e essas drogas não são utilizadas na produção de frango que são exportados para a União Europeia. Também não são na carne bovina. Nós já cumprimos os requisitos e não há qualquer violação ou problema sanitário com as carnes brasileiras.”


LOC.: Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes ressaltou que colabora com as autoridades brasileiras e pontuou que a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios dos principais mercados internacionais, baseado por um dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo, condição que permite exportar para mais de 170 países.

O assunto é tratado como prioridade nos ministérios responsáveis, que já realizam reuniões e negociações para tentar impedir a implementação da barreira comercial. Uma missão europeia ao Brasil está prevista nos próximos meses para avanço e conclusão das conversas, motivado inclusive pela finalização do acordo com o Mercosul.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: Apesar de o Ministério da Saúde ter anunciado a pausa temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante do Instituto Butantan, outras vacinas contra a doença continuam disponíveis nas redes pública e privada, com eficácia e segurança comprovadas.

Uma delas é a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. O imunizante foi aprovado pela Anvisa em março de 2023 e é aplicado em duas doses. No SUS, a vacina está disponível para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. 

Cerca de 8 milhões de doses da Qdenga já foram aplicadas no Brasil, com impactos visíveis no controle da doença. Mas, apesar de o Ministério da Saúde ter adquirido todas as doses disponibilizadas pelo fabricante, a capacidade de produção da vacina ainda é insuficiente para atender à demanda nacional. 

Outro imunizante disponível é a Dengvaxia, da farmacêutica francesa Sanofi. Primeira vacina contra a dengue aprovada pela Anvisa, em dezembro de 2015, ela é indicada para pessoas de nove a 45 anos que já tiveram a doença. Disponível apenas na rede privada, o imunizante é aplicado em três doses e exige comprovação de infecção prévia pelo vírus. 

Na última segunda-feira (8), o Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da estratégia de vacinação com a Butantan-DV. A decisão foi tomada após o registro de 42 casos com sinais de alerta. Desses, três foram classificados como graves, incluindo dois óbitos.

Entre os sintomas, foram observados dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos — manifestações que não haviam sido identificadas nos estudos clínicos, nem estavam descritas na bula do imunizante.

Esses eventos correspondem a 0,008% de um total de mais de 500 mil doses aplicadas até 30 de maio de 2026. Segundo o ministério, ainda não há conclusão sobre uma possível correlação entre os casos e a vacina, e as investigações continuam.

Enquanto isso, estados e municípios devem manter em estoque as doses da vacina contra a dengue do Instituto Butantan até nova orientação. Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, a vacina Qdenga não apresentou qualquer sinal de alerta e segue sendo aplicada normalmente nos postos da rede pública de saúde.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: A cobrança por mais transparência na aplicação das chamadas emendas Pix ganhou um novo capítulo no Supremo Tribunal Federal. Estados e municípios que não apresentarem informações sobre recursos destinados à realização de eventos poderão ser multados, conforme decisão do ministro Flávio Dino.

A medida prevê multa diária equivalente a UM POR CENTO do valor de cada emenda para os entes que deixarem de apresentar planos de trabalho, complementação de cadastros ou relatórios de gestão referentes a recursos transferidos entre 2020 e 2024. A cobrança será mantida até a regularização das pendências.

O Ministério do Turismo terá DEZ dias para identificar e notificar os gestores que estiverem em situação irregular. No mesmo prazo, a pasta deverá atualizar os dados sobre emendas destinadas a eventos que ainda não tiveram a prestação de contas concluída.

Segundo o ministério, existem CENTO E VINTE E SEIS planos de trabalho cadastrados. Do total, CINQUENTA E QUATRO estão em fase de complementação e SETENTA E DOIS já foram aprovados. Também foram incorporados VINTE E NOVE novos relatórios de gestão.

Ao justificar a medida, Flávio Dino afirmou que ainda existem falhas na transparência e no acompanhamento da aplicação desses recursos. 

Além das multas, o STF determinou que a Controladoria-Geral da União realize auditorias nos entes que já apresentaram documentação. A fiscalização vai analisar contratos, valores pagos, preços praticados e a compatibilidade dos gastos com o porte dos eventos realizados.

A Confederação Nacional de Municípios orienta os gestores a cumprirem os prazos e reforça que o preenchimento dos relatórios de gestão continua obrigatório.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: O comércio eletrônico vem se consolidando como uma alternativa para empresas brasileiras ampliarem as exportações. Para incentivar esse movimento, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, promove mais uma edição do E-Xport Meeting.

O evento será realizado entre os dias 28 e 30 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo, dentro do Fórum E-Commerce Brasil. A iniciativa faz parte do Programa E-xport, criado para apoiar empresas interessadas em vender seus produtos para outros países por meio de plataformas digitais.

Desde o lançamento, o programa já atendeu mais de TRÊS MIL empresas e reúne ações de capacitação, mentorias, suporte técnico e parcerias com marketplaces internacionais.

A gerente de Competitividade da ApexBrasil, Clarissa Furtado, explica que o foco é aproximar empresas brasileiras de compradores internacionais.
 

TEC.SONORA: Clarissa Furtado, gerente de Competitividade da ApexBrasil

“Desde 2018, nós já atendemos mais de 3 mil empresas no programa. Nesse momento, a gente está focando em tentar conectar essas empresas com os grandes compradores internacionais que atuam em marketplaces. A ideia é conectar o planejamento das empresas aos resultados, mostrando para elas como o e-commerce pode ser aquele momento em que a estratégia se transforma em negócios.”
 


LOC.: Nas últimas edições, o E-Xport Meeting reuniu empresários, especialistas e representantes de plataformas digitais para discutir oportunidades de exportação. Em 2025, mais de QUATROCENTOS participantes acompanharam palestras, oficinas e atividades de conexão com marketplaces internacionais.

No mesmo ano, o programa também promoveu a primeira rodada do Exporta Mais Brasil voltada exclusivamente ao comércio eletrônico. A ação reuniu SESSENTA E SEIS empresas brasileiras e SETE compradores internacionais de países como Emirados Árabes Unidos, México, Portugal, Reino Unido, Rússia e Singapura.

Segundo dados citados pela ApexBrasil, o comércio eletrônico global movimentou cerca de ONZE TRILHÕES de dólares em 2024. No Brasil, o setor faturou DUZENTOS E QUATRO VÍRGULA TRÊS bilhões de reais no mesmo período.

As inscrições para o E-Xport Meeting são gratuitas, mas as vagas são limitadas.

Reportagem, Marquezan Araújo

LOC.: O Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás, o Cora, completou um ano de funcionamento com mais de QUATROCENTOS E VINTE novos pacientes atendidos, DOIS MIL E QUATROCENTAS sessões de quimioterapia e mais de CINCO MIL E QUATROCENTAS consultas médicas ambulatoriais.

Os resultados foram apresentados pelo governador Daniel Vilela durante o balanço das atividades da unidade, inaugurada em junho de 2025 para atender crianças e adolescentes pelo Sistema Único de Saúde.

Segundo Vilela, o hospital ajudou a reduzir a necessidade de deslocamento de famílias que antes precisavam buscar tratamento em outros estados.
 

TEC./SONORA: Daniel Vilela, governador de Goiás

"A partir do momento que tem o Cora, a gente modifica a vida dessas pessoas e minimiza esse momento de tanta dificuldade, essas batalhas vividas por essas pessoas."
 


LOC.: Além dos atendimentos oncológicos, o hospital realizou MIL QUATROCENTOS E VINTE procedimentos cirúrgicos e mais de OITO MIL E TREZENTOS atendimentos multidisciplinares em áreas como psicologia, fisioterapia, nutrição e terapia ocupacional.

O secretário estadual da Saúde, Rasível Santos, destacou os resultados alcançados desde a abertura da unidade.
 

TEC./SONORA: Rasível Santos, secretário estadual da Saúde de Goiás

"A gente está acompanhando muitas curas acontecendo aqui no Cora, resultado de uma política pública de muita responsabilidade, começada com o ex-governador Ronaldo Caiado e agora sendo conduzida pelo nosso governador Daniel Vilela."
 


LOC.: O hospital também já realizou QUATRO transplantes autólogos de medula óssea em crianças – essa é uma forma de transplante em que as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado. A unidade também aguarda autorização para iniciar os transplantes alogênicos, que são transplantes em que as células provêm de outro doador.

Durante o evento, o diretor-geral do Cora, Rafael Mendonça, ressaltou o papel da unidade no acolhimento de pacientes e familiares.
 

TEC./SONORA: Rafael Mendonça, diretor-geral do Cora

"O Cora tem uma importância ímpar nesse Estado. Eu tenho repetido sempre que ele é o hospital dos encontros. Aqui os profissionais se encontraram, as famílias se encontraram e os pacientes se encontraram. E com um objetivo único, que é cura."
 


LOC.: O hospital foi construído com investimento de DUZENTOS E CINQUENTA E CINCO MILHÕES E OITOCENTOS MIL REAIS. A maior parte dos pacientes atendidos – NOVENTA E OITO POR CENTO – é de Goiás, embora o hospital também tenha recebido pessoas do Distrito Federal, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: A produção industrial de Goiás voltou a crescer e apresentou resultado acima da média nacional em abril deste ano. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostram que a indústria goiana registrou crescimento de SEIS VÍRGULA DOIS POR CENTO na comparação com abril de 2025.

O desempenho foi o terceiro melhor entre os estados brasileiros. No mesmo período, a indústria nacional cresceu DOIS VÍRGULA SETE POR CENTO.

Na comparação entre março e abril deste ano, com ajuste sazonal, Goiás apresentou elevação de UM VÍRGULA SETE POR CENTO. O resultado corresponde a mais que o dobro da média do país, que ficou em ZERO VÍRGULA SETE POR CENTO. Com isso, o estado alcançou a quinta posição do ranking nacional e marcou o segundo mês seguido de crescimento da atividade industrial.

No acumulado dos quatro primeiros meses de 2026, a produção industrial goiana teve salto de UM VÍRGULA UM POR CENTO. Já no acumulado dos últimos doze meses, a alta chegou a DOIS VÍRGULA SEIS POR CENTO, o quinto melhor resultado do país.

Entre os setores que mais contribuíram para o desempenho da indústria goiana estão a fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, com crescimento de SETENTA E SETE POR CENTO.

Além desses, se destacaram a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, com avanço de SETENTA E QUATRO POR CENTO; a produção de produtos de metal, que cresceu VINTE E OITO VÍRGULA QUATRO POR CENTO; e a indústria farmoquímica e farmacêutica, com alta de VINTE E CINCO VÍRGULA TRÊS POR CENTO.

Para o secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, Joel de Sant’Anna Braga Filho, os resultados atestam a expansão da atividade industrial goiana. Segundo o gestor, o estado tem ampliado sua capacidade produtiva em setores estratégicos e colhido os resultados de uma política voltada à atração de investimentos, geração de empregos e fortalecimento da indústria. 

A Pesquisa Industrial Mensal do IBGE acompanha, todos os meses, o comportamento das indústrias extrativas e de transformação no Brasil, permitindo analisar a evolução da produção industrial nos estados e no país.

Reportagem, Marquezan Araújo

LOC.: O valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (12) em alta no interior do Paraná e queda no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão registra elevação de 0,18% e é negociado a R$ 125,73; na segunda, a mercadoria tem redução de 0,34% e é cotada a R$ 131,78.

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização no Paraná e no Rio Grande do Sul.

No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.377,98, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.325,29.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (12) em alta de 1,01%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.412,22 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve valorização, com elevação de 1,28%, sendo comercializado a R$ 967,40.

O preço do açúcar cristal apresenta redução na capital de São Paulo. A saca de 50 kg ainda é cotada a R$ 92,18, após baixa de 0,18%.

Em Santos (SP), houve redução de 1,07%, e a mercadoria é negociada a R$ 102,45 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,03, após queda de 0,09%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Marquezan Araújo