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LOC.: Em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, o presidente da Confederação Nacional da Indústria, a CNI, Ricardo Alban, defende que o debate sobre mudanças na jornada e na escala de trabalho seja conduzido com método, premissas claras e avaliação de impactos.

A CNI sustenta que eventuais alterações na jornada não devem ser impostas de forma generalizada por lei. Para a entidade, é fundamental priorizar a negociação coletiva e a flexibilidade de cada setor produtivo.

Segundo Alban, a sociedade espera de seus líderes um debate público aberto a evidências divergentes. Ao mesmo tempo, o país não pode abrir mão do aumento da produtividade, da geração de empregos formais, da competitividade, do equilíbrio fiscal e do bem-estar dos trabalhadores. Ele argumenta que esses objetivos não são incompatíveis, mas exigem políticas calibradas, diálogo social e responsabilidade.

A CNI propõe que o debate sobre eventuais mudanças na jornada de trabalho seja estruturado a partir de critérios claros e de um caminho viável. Para isso, apresenta alguns compromissos públicos, como separar o debate técnico do calendário eleitoral; adotar um sistema de diálogo social, com participação de trabalhadores, empregadores e poder público; preservar a flexibilidade e a negociação coletiva como instrumentos centrais; estabelecer garantias para emprego formal e competitividade; e vincular qualquer avanço a uma agenda de produtividade.

Para Ricardo Alban, o Brasil não pode trocar uma promessa imediata por um custo duradouro, especialmente para aqueles que dependem do emprego formal, do consumo e de serviços públicos de qualidade.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: O Brasil e a Índia dão mais um passo importante para fortalecer relações comerciais e estratégicas. Autoridades dos dois países, líderes empresariais e representantes de setores estratégicos participam, neste sábado, em Nova Délhi, do Fórum Empresarial Índia-Brasil 2026.

O evento é organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o Ministério das Relações Exteriores e a Confederação Nacional da Indústria, além de diversos parceiros indianos públicos e privados. 

O encontro faz parte da visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático e tem como objetivo ampliar investimentos, abrir novos mercados e aprofundar a cooperação entre as duas nações.

Atualmente, a Índia é o décimo maior destino das exportações brasileiras. Em 2025, o intercâmbio comercial entre os dois países chegou a QUINZE BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE DÓLARES. Contudo, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, avalia que essa relação tem potencial para expandir ainda mais os dois mercados.
 

TEC./SONORA: Jorge Viana, presidente da ApexBrasil

“O fluxo de comércio Brasil-Índia foi de 15 bilhões de dólares no ano passado. Cresceu 30% de 2024 para 2025. O Brasil exporta 6,9 bilhões de dólares, a metade é petróleo. Há possibilidade de ampliar e ter cotas para fornecimento de proteína de aves. Nós vamos ter uma nova fase na relação Brasil-Índia. A gente pode chegar a 100 bilhões de dólares.”
 


LOC.: Conforme dados de um estudo divulgado pela Agência, foram identificadas mais de TREZENTAS E SETENTA oportunidades de negócios para produtos brasileiros na Índia.

Entre os setores com mais espaço para crescer estão combustíveis minerais, máquinas e equipamentos, alimentos e inovação tecnológica. A expectativa é que o evento gere novas parcerias e amplie a presença das empresas brasileiras no mercado indiano, que é hoje o mais populoso do mundo.

Um dos marcos dessa aproximação foi a inauguração do primeiro escritório da ApexBrasil em Nova Délhi. A unidade reforça a estratégia de internacionalização do Brasil e deve facilitar a prospecção de negócios e a atração de investimentos.

A agenda também incluiu debates sobre minerais críticos, como lítio, nióbio, grafite e terras raras — essenciais para a transição energética, a mobilidade elétrica e as novas tecnologias.

Com isso, Brasil e Índia sinalizam uma nova fase de cooperação, mirando crescimento econômico, inovação e protagonismo em setores estratégicos globais.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: O Supremo Tribunal Federal decidiu que a menor alíquota de correção dos saldos das contas do FGTS deve ser a do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o principal indicador da inflação no país. Com a decisão, a regra deve ser aplicada em todos os mais de 170 mil processos em andamento sobre o tema, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça.

Na prática, o que os ministros fizeram foi aplicar repercussão geral ao entendimento de um caso julgado em 2024. Na ocasião, os integrantes da suprema corte reverteram decisão da Justiça Federal da Paraíba que corrigia as contas do FGTS de um contribuinte apenas pela Taxa Referencial, até então utilizada para reajustar os depósitos e que tem valor anual próximo de zero.

O julgamento teve início 10 anos antes e foi protocolado pelo partido Solidariedade. A sigla sustentou que a correção pela Taxa Referencial não remunera adequadamente os correntistas, perdendo para a inflação real.

Foi a Advocacia-Geral da União (AGU), após consulta a centrais sindicais, que sugeriu uma nova proposta de cálculo ao STF durante o andamento da ação.

Ficou definida então a correção com juros de 3% ao ano, acrescida da distribuição de lucros do fundo, além da correção pela taxa referencial. A soma dessas taxas deve garantir que a correção seja, no mínimo, igual ao IPCA.  Se esse valor não for alcançado, cabe ao Conselho Curador do FGTS estabelecer uma forma de compensação. O cálculo, no entanto, passou a valer apenas para depósitos a partir de junho de 2024, data da decisão, sem correção retroativa.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço foi criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego. Ele funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. Quando o trabalhador é demitido sem justa causa, deve receber todo o saldo do FGTS e multa de 40% sobre o montante.

Após a entrada da ação no STF, novas leis foram sancionadas e as contas passaram a ser reajustadas com juros de 3% ao ano, distribuição de lucros do fundo e a taxa referencial. Mesmo assim, a correção continuou abaixo da inflação registrada no período.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: A indústria de Goiás fechou 2025 com crescimento de DOIS VÍRGULA QUATRO POR CENTO na produção. O resultado coloca o estado na quarta posição entre as unidades da federação com melhor desempenho industrial no país.
O índice supera a média nacional, que registrou alta de ZERO VÍRGULA SEIS POR CENTO no mesmo período.
Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física, divulgada pelo IBGE.
O avanço foi mantido tanto no acumulado do ano quanto no recorte dos últimos doze meses.
Entre os segmentos que puxaram o crescimento da indústria goiana estão o de máquinas e equipamentos, com alta de VINTE E CINCO VÍRGULA OITO POR CENTO; a confecção de vestuário e acessórios, com crescimento de QUATORZE VÍRGULA CINCO POR CENTO; além da fabricação de veículos e reboques, produtos químicos e do setor farmoquímico e farmacêutico.
O setor de produtos alimentícios também apresentou resultado positivo, com aumento de TRÊS VÍRGULA UM POR CENTO.
O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho, afirma que o crescimento acima da média nacional é resultado das políticas adotadas pelo governo estadual. 
Segundo ele, o ambiente criado tem favorecido a atração de investimentos e a geração de empregos em Goiás.
 

TEC./SONORA: Joel de Sant’Anna Braga Filho, secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços
 "Esses números refletem um ambiente seguro, competitivo e favorável aos investimentos que geram empregos, renda e desenvolvimento para os goianos."


LOC.: Na mesma linha, o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, afirmou que o desempenho da indústria local em 2025 está ligado a políticas públicas voltadas ao ambiente de negócios. 
Segundo Adriano, ABRE ASPAS – “isso é fruto de políticas públicas que fortalecem o ambiente de negócios, estimulam o investimento produtivo e dão previsibilidade para quem empreende e gera empregos em Goiás” – FECHA ASPAS.
 

LOC.: O Ministério das Comunicações, ofereceu, em Recife, Pernambuco, DOIS cursos de tecnologia voltados para pessoas trans e travestis. Essa foi a primeira turma do projeto itinerante Carreta Digital destinada a esse público.

O programa, realizado pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação em parceria com a organização Pajubá Tech, ocorreu no Compaz Ariano Suassuna. 

Na ocasião, SESSENTA participantes receberam certificado profissional em duas áreas: manutenção de celulares e montagem de computadores de alto desempenho, os chamados PC Gamer.

As aulas práticas aconteceram no Espaço Maker, dentro de um caminhão que viaja pelo país e leva formação a comunidades com pouco ou nenhum acesso a esse tipo de recurso.

Durante a visita, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que a tecnologia pode ser uma ferramenta de inclusão produtiva.

TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações

“Essa é a função do nosso governo: apoiar a diversidade, apoiar todos os públicos e dar oportunidade para todos, sem diferenciação. E a Carreta Digital é um desses programas que a gente priorizou em Pernambuco.”


LOC.: Uma das alunas, Flora Emanuella, travesti de 20 anos, deixou o município de São Lourenço da Mata, em Pernambuco, para participar do programa em Recife. 

A estudante disse que o curso ajudou a ampliar seus conhecimentos e que muitas pessoas trans desejam ter oportunidades nessa área.

TEC./SONORA: Flora Emanuella, de São Lourenço da Mata (PE)

“Entrei no curso com o objetivo de agregar o meu conhecimento, mas às vezes penso que gostaria de ter uma oportunidade de trabalho nessa área. Sei que muitas pessoas trans, como eu, sentem essa vontade.”
 


LOC.: Desde dezembro de 2025, a Carreta Digital está em Recife. Em mais de um ano de atuação, o projeto já certificou mais de ONZE MIL mil alunos em SEIS estados.

Além dos cursos de celulares e computadores, também oferece robótica, programação em Python e desenvolvimento de jogos.

Reportagem, Maria Clara Abreu

LOC.: O Ministério da Saúde, o MS, lançou o Guia de Boas Práticas do Projeto Lean nas Emergências. O material é direcionado a gestores de hospitais públicos e filantrópicos e tem como objetivo reduzir a superlotação e o tempo de espera em CENTO E TRINTA E SETE portas de urgência nas regiões do Brasil.

A iniciativa é desenvolvida pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, em parceria com as Entidades de Saúde de Reconhecida Excelência. 

Participam do projeto o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o HCor, o Hospital Moinhos de Vento, o Hospital Israelita Albert Einstein, o Hospital Sírio-Libanês e a Beneficência Portuguesa de São Paulo.

O método Lean, traduzido como “enxuto”, surgiu no setor industrial com a Toyota. O objetivo é racionalizar recursos e otimizar processos. Após resultados em empresas, passou a ser aplicado também na área da saúde.

No Brasil, o MS passou a adotar a metodologia em 2017, com o Projeto Lean nas Emergências. O Hospital Sírio-Libanês foi a primeira instituição executora.

Segundo o Ministério, o projeto envolve diagnóstico detalhado dos fluxos de atendimento, treinamento e capacitação das equipes multiprofissionais, uso de ferramentas de gestão visual e análise de processos, implantação de melhorias rápidas, chamadas Kaizen, e reestruturação de processos críticos.

Para viabilizar as etapas, são realizados congressos e treinamentos conjuntos entre os hospitais, além de visitas presenciais e virtuais guiadas por um médico consultor e um especialista em Lean. 

Dados da Pasta mostram que, entre 2021 e 2023, o projeto alcançou redução de TRINTA POR CENTO no tempo de permanência dos pacientes nas emergências, QUARENTA POR CENTO no tempo de espera para pacientes sem necessidade de internação e QUARENTA E UM POR CENTO no tempo de espera para pacientes internados.

Reportagem, Maria Clara Abreu

LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (20) em alta de 0,44%. A arroba é negociada a R$ 345,40, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,14%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,30, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,32.

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,17 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra  estabilidade em Minas Gerais, no Paraná, e no Rio Grande do Sul, valorização de 0,15% em Santa Catarina e desvalorização de 0,44% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,59 e R$ 6,84.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (20) em baixa de 2,34%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.818,91 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 2,72% no preço, sendo comercializado a R$ 1.027,75.

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 2,67% e é cotada a R$ 101,90.

Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 1,57%, sendo negociada a R$ 106,52 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,80, após alta de 0,60%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.