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LOC.: Os motoristas brasileiros já podem sentir no bolso os efeitos da guerra no Oriente Médio. Segundo o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes no Distrito Federal, o Sindicombustíveis-DF, as distribuidoras repassaram aumentos aos postos de combustíveis nesta quinta-feira (5). O diesel ficou 20 centavos mais caro por litro e a gasolina teve alta de 3 centavos.

Segundo o presidente da entidade, Paulo Tavares, a Petrobras ainda não anunciou reajustes oficiais nos preços praticados no Brasil. Mesmo assim, existe atualmente uma defasagem em relação ao mercado internacional: cerca de 70 centavos por litro na gasolina e de 1 real e 90 centavos no diesel.

Mesmo que a estatal não tenha alterado seus preços, distribuidoras de praticamente todo o país já aumentaram os valores cobrados nos postos. Para Tavares, o reajuste mais expressivo no diesel está ligado à dependência brasileira de importações.

TEC./SONORA: Paulo Tavares, presidente do Sindicombustíveis-DF

“Esse reajuste maior do diesel ocorre porque o Brasil importa 25% do combustível. O país só produz 75% do diesel consumido em suas refinarias, apesar de ser autossuficiente na produção de petróleo. E, provavelmente, esse reajuste linear de R$ 0,20 se deve à importação do mercado internacional, que está com uma defasagem muito grande em relação aos preços da Petrobras.”


LOC.: Outro fator apontado pelo sindicato é a situação das distribuidoras regionais que não possuem cotas de compra junto à Petrobras. Essas empresas dependem do mercado externo para abastecer seus estoques, ficando sujeitas às cotações internacionais.

TEC./SONORA: Paulo Tavares, presidente do Sindicombustíveis-DF

“Neste momento, o produto importado está muito mais caro que o nacional. Ou seja, se uma pequena distribuidora fosse vender diesel hoje para o meu posto, eu ia comprar por R$ 1,90 mais caro por litro, [em comparação com as distribuidoras que têm cotas da] Petrobras, que são Vibra, Shell e Ipiranga.”


LOC.: A pressão sobre os combustíveis ocorre em meio à escalada militar no Oriente Médio. Os preços globais do petróleo subiram após ataques lançados pelo Irã na região, em resposta a bombardeios realizados pelos Estados Unidos e por Israel.

A reação dos mercados também foi impulsionada por relatos de que ao menos três navios foram atacados no fim de semana nas proximidades do Estreito de Ormuz, rota marítima ao sul do Irã por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializados no mundo.

Após os episódios, o Irã alertou embarcações para que evitassem atravessar a região, o que reduziu drasticamente o tráfego de navios na entrada do estreito.

Em nota, a Petrobras informou que possui rotas alternativas à região do conflito entre Estados Unidos e Irã. A empresa afirmou que a maior parte de seus fluxos de importação ocorre fora da área de tensão, e as poucas rotas afetadas podem ser redirecionadas, o que afasta, neste momento, o risco de interrupções nas operações de importação e exportação da companhia.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: Chuvas fortes registradas nos últimos dias na região do MATOPIBA, que inclui áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, ajudaram a recuperar a umidade do solo e beneficiaram lavouras de soja em fase de enchimento de grãos.

Mas o excesso de chuva também começa a trazer desafios para os produtores.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o solo encharcado tem dificultado a entrada de máquinas nas lavouras onde a soja já está pronta para a colheita. A situação também prejudica estradas rurais e pode atrasar o escoamento da produção.

Outro risco é o aumento de doenças fúngicas e pragas, principalmente em áreas onde o plantio foi mais tardio.

A previsão indica continuidade das chuvas até pelo menos quarta-feira, dia 11, com acumulados que podem passar de cem milímetros em partes do Maranhão, Tocantins e Piauí.

A orientação é que os produtores acompanhem diariamente as previsões do tempo e monitorem a umidade do solo para planejar melhor as atividades no campo.

Reportagem, Jullya Borges.

 

LOC.: Nesta sexta-feira (6), foram anunciados os finalistas do 9º Prêmio Nacional de Inovação. Ao todo, 59 nomes chegaram à etapa final da premiação, envolvendo empresas de diferentes portes, ecossistemas de inovação e pesquisadores de 17 estados.

Considerada a maior premiação de inovação do país, a iniciativa reconhece soluções inovadoras desenvolvidas no Brasil e reforça o papel estratégico da inovação para aumentar a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento econômico e social.

A especialista em Inovação e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria, a CNI, Gabriela Vieira, afirma que a premiação busca fortalecer a cultura de inovação no setor industrial brasileiro.

TEC./SONORA: Gabriela Vieira, especialista em Inovação e Sustentabilidade da CNI

“Ele vai ser uma vitrine nacional, onde empresas e indústrias trazem os seus cases de sucesso e impulsionam essas conexões, ajudando para que essas devidas conexões e parceiros consigam orientar investimentos, políticas públicas e até pautar prioridades tecnológicas.”


LOC.: Segundo Vieira, o processo de avaliação do PNI começa com a etapa de inscrição, na qual empresas e pesquisadores respondem a questionários sobre seus projetos. As informações são então analisadas em um processo estruturado de avaliação técnica, conduzido por especialistas capacitados na metodologia desenvolvida pelo prêmio.

TEC./SONORA: Gabriela Vieira, especialista em Inovação e Sustentabilidade da CNI

“Feita essa análise de aderência, os processos que têm o melhor desempenho avançam para validação, onde é realizada a entrevista diretamente com a empresa participante e esses profissionais capacitados na metodologia do prêmio. No final desse processo, ocorre uma segunda banca de juízes também formada por diversas instituições, representantes e lideranças desse ecossistema de inovação e eles são responsáveis por validar os finalistas e definir os vencedores de cada categoria.”


LOC.: Ao longo de oito edições, o PNI já registrou mais de 16 mil e 500 inscritos e premiou 113 iniciativas de todas as regiões do país. Só na 9ª edição, foram registradas 1.451 inscrições — sendo 1.165 de empresas, 107 de ecossistemas de inovação e 179 de pesquisadores.

O anúncio dos vencedores ocorrerá em 26 de março, durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria, no WTC, em São Paulo. Com inscrição gratuita, todos os participantes recebem um relatório de feedback de avaliação. Já os finalistas ganham certificados, troféus, divulgação em mídia espontânea e participação no congresso.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC 1: A construção de duas barreiras de contenção de fluxo de detritos no estado do Rio de Janeiro para minimizar os impactos causados por deslizamentos de terra está próxima de sair do papel. O projeto está em fase de finalização e a execução das obras no município de Nova Friburgo está prevista para este semestre. A cidade receberá uma barreira impermeável, capaz de reter sedimentos mais finos. No segundo semestre de 2026, Teresópolis deverá receber uma estrutura permeável, que segura blocos maiores e permite a passagem da água. Nesta quinta-feira, 5 de março, o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolf, participou da última reunião do Comitê de Coordenação Conjunta para alinhar os detalhes finais do projeto ao lado de técnicos japoneses, representantes dos ministérios das Cidades e das Relações Exteriores, e do Governo do Rio de Janeiro.

TEC./SONORA: WOLNEI WOLFF

“A língua é completamente diferente, religiões diferentes... o Japão tem uma cultura milenar. As dificuldades da parceria com o Brasil podiam ser grandiosas, mas vencemos isso a medida em que fomos nos conhecendo. Vimos os técnicos japoneses completamente dedicados a cooperar e compartilhar conhecimentos. Dessa forma, fomos criando uma relação de confiança com o Japão”
 


Loc 2: A construção das barreiras integra o Projeto Sabo - Projeto de Aprimoramento da Capacidade Técnica em Medidas Estruturais contra Movimentos Gravitacionais de Massa com Foco na Construção de Cidades Resilientes. O projeto foi iniciado em julho de 2021 com o objetivo de salvar vidas, proteger o patrimônio e diminuir o poder destrutivo dos eventos extremos. Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e defesa civil, acesse http://mdr.gov.br Reportagem Alexandra Fiori

 

LOC.: A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (6) com elevação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 121,80, com alta de 0,48%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta valorização de 1,04%, sendo negociada a R$ 129,54.

O preço do trigo apresenta desvalorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.190,04. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra queda de 0,10%, sendo cotada a R$ 1.084,48.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.

LOC.: O preço do café arábica nesta sexta-feira (6) registra elevação e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.874,79, na cidade de São Paulo.

O café robusta apresentou desvalorização de 0,22% e está sendo negociado a R$ 1.065,57.

O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra queda de 0,62%, cotada a R$ 97,62.

Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 105,98; a cotação média apresenta elevação de 3,59%.

A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 70,24, com leve alta de 0,01%.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.