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Índice Prato Feito (IPF), criado pela Faculdade do Comércio de São Paulo, mostra que custos como energia, aluguel e logística têm aumentado valor das refeições na rua
Baixar áudioLer ao vivoNova etapa do programa terá contrato de 30 meses e investimento superior a R$ 17 milhões mensais
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O trabalhador brasileiro que almoça fora cinco vezes por semana já desembolsa cerca de R$ 605 por mês. O diagnóstico é apontado pelo novo Índice Prato Feito (IPF), criado pela Faculdade do Comércio de São Paulo, ligada à Associação Comercial de São Paulo e integrante do sistema da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB.
A ferramenta é destinada a medir o custo da alimentação fora de casa no país.
Os dados mostram que o preço médio do tradicional “prato feito” subiu 1,67% entre janeiro e março, passando de R$ 29,77 para R$ 30,27.
Segundo o IPF, o valor mensal desembolsado por brasileiros para comer fora de casa no almoço teve um aumento de R$ 10 em apenas dois meses.
Para a análise, o índice considera toda a cadeia de custos da operação de um restaurante, como aluguel, transportes, tributação, mão de obra e logística.
O diretor da FAC-SP, Wilson Victorio Rodrigues, afirma que a inflação desses custos acaba sendo repassada ao consumidor.
Segundo a FAC-SP, o Índice Prato Feito não substitui o IPCA, índice oficial da inflação. No entanto, busca mostrar de forma mais próxima a realidade de quem depende das refeições fora de casa. Wilson diferencia as duas ferramentas e ressalta que o IPF se aproxima da realidade do consumidor.
TEC./SONORA: diretor da FAC-SP, Wilson Victorio Rodrigues
“O IPCA continua sendo o índice oficial de medição da inflação, mas o IPCA não faz essa conjugação de elementos como faz o índice prato feito. O IPCA é uma coisa mais isolada, isto é, não faz essa análise conjugada do alimento com todos os custos da operação comercial de um restaurante, por exemplo, aqui não, o índice Prato Feito é uma visão mais expandida de quem se alimenta fora de casa, e mais próxima da realidade.”
LOC.: O Índice Prato Feito é preliminar e considera o 1º trimestre de 2026.
O levantamento de março coletou informações em 359 estabelecimentos do país.
A expectativa da FAC-SP é divulgar o indicador mensalmente, com balanços trimestrais ao longo do ano.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: O Governo de Goiás anunciou a ampliação do programa Patrulha Mecanizada, que vai atender CENTO E CINQUENTA E NOVE municípios com serviços de manutenção e recuperação de estradas vicinais não pavimentadas.
O lançamento da nova etapa foi feito pelo governador Daniel Vilela, em Goiânia. O contrato terá duração de TRINTA meses e investimento mensal de DEZESSETE MILHÕES E CEM MIL REAIS.
Segundo Vilela, a proposta é reforçar o apoio às prefeituras e melhorar as condições das estradas usadas principalmente pelo setor produtivo rural.
TEC./SONORA: Daniel Vilela, governador de Goiás
“A absoluta maioria das rodovias do Estado que escoam a produção do estado são estradas municipais. Então nada mais justo do que o estado também ser parceiro dos municípios nesse importante serviço ao setor rural, principalmente ao setor produtivo rural, que utiliza essas estradas.”
LOC.: Além da ampliação do atendimento, o governo também anunciou aumento no número de equipes de trabalho. O programa, que atualmente conta com OITO patrulhas mecanizadas, passará a operar com VINTE E DUAS frentes de serviço.
O governador afirmou que a meta é acelerar os atendimentos e ampliar a cobertura nos municípios goianos.
TEC./SONORA: Daniel Vilela, governador de Goiás
“A ideia é que a gente possa, ao longo de todo este ano, passar pelos 246 municípios. Os prefeitos acabam escolhendo as regiões que estão mais precárias e que precisam dessa ajuda e desse serviço. Com essa ampliação, a gente vai ter também o retorno a cada um desses municípios o mais rápido possível.”
LOC.: A iniciativa é executada por meio da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes, a Goinfra. Entre 2022 e 2025, já foram realizadas mais de OITOCENTAS E OITENTA E DUAS MIL horas de serviços em estradas municipais, com investimentos superiores a DUZENTOS E SESSENTA E DOIS MILHÕES DE REAIS.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Mais de 500 empresários, investidores e autoridades participaram, na última segunda-feira (11), em Nova York, do Brasil-U.S. Industry Day, encontro voltado à ampliação da cooperação econômica entre Brasil e Estados Unidos e ao fortalecimento da integração produtiva entre setores estratégicos.
Promovido pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI, em parceria com a Câmara de Comércio dos Estados Unidos, o evento estreou na programação da Brazilian Week — agenda anual que reúne lideranças globais para debater tendências econômicas e oportunidades de investimento.
Em entrevista coletiva, o presidente da CNI, Ricardo Alban, disse que a expectativa é reforçar a ligação entre as empresas brasileiras e estadunidenses em áreas consideradas estratégicas.
TEC./SONORA: Ricardo Alban, presidente da CNI
“O assunto de terras raras sempre esteve na mesa. Nós temos temas tradicionais, como o etanol, que precisamos discutir para poder encontrarmos novos mercados e não disputarmos os nossos próprios mercados. O Brasil tem muita demanda de investimento em infraestrutura. E nós temos também a área de data centers e inteligência artificial, que também vão demandar [investimentos].”
LOC.: Alban também destacou a importância da complementaridade entre as cadeias produtivas dos dois países para ampliar o comércio bilateral de forma sustentável.
TEC./SONORA: Ricardo Alban, presidente da CNI
“Complementaridade é fundamental para que possamos ter, efetivamente, uma relação de ganha-ganha, com comércio sustentável e encadeamentos produtivos. Isso é algo estratégico para que nós possamos ter alternativas de dependências, não só tecnológicas, mas também relacionadas a riscos geopolíticos.”
LOC.: Segundo o dirigente, o objetivo não é inverter a balança comercial em favor do Brasil, mas ampliar as relações econômicas bilaterais. Ele destacou que o mercado brasileiro é um importante importador de serviços estadunidenses.
Para Alban, o fortalecimento da parceria entre os dois países pode ampliar a segurança no fornecimento de insumos, estimular investimentos e impulsionar setores como minerais críticos, energia, saúde e inovação.
Segundo os organizadores, mais de 30% dos inscritos no evento eram estadunidenses, o que mostra o interesse dos dois países em fortalecer a parceria bilateral.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: O Banco da Amazônia participa, nesta semana, da Brazil Week, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. A agenda reúne representantes do mercado financeiro e empresários em uma série de encontros voltados à atração de investimentos e à construção de parcerias internacionais.
Durante os eventos, o banco apresenta ações desenvolvidas na Amazônia Legal e busca ampliar o diálogo com investidores estrangeiros interessados em atuar na região.
Segundo o diretor de Controle e Risco do Banco da Amazônia, Fabio Maeda, a participação na Brazil Week tem como foco fortalecer relacionamentos e ampliar oportunidades de investimento ligadas à Amazônia.
TEC./SONORA: Fabio Maeda, diretor de controle e risco do Banco da Amazônia
"Realizamos um trabalho que não só traz um viés ambiental muito positivo, mas também um viés econômico que vai trazer rentabilidade para os nossos acionistas, para o governo como um todo. Então, a nossa ideia é mostrar um trabalho de impacto da forma como temos feito nos últimos anos."
LOC.: Entre os compromissos do banco, ocorrido nesta segunda-feira, esteve o Brasil-U.S. Industry Day, promovido pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI, em parceria com a Câmara de Comércio dos Estados Unidos. O encontro discutiu medidas para ampliar a segurança jurídica e simplificar processos ligados ao ambiente de negócios no Brasil.
A programação também abriu espaço para debates sobre liderança feminina. Executivas, empresárias e representantes de diferentes setores participaram do evento Inspiring Women of the Year – New York, realizado dentro da agenda da Brazil Week.
O encontro marcou a primeira articulação estruturada da Delegação Brasileira de Liderança Feminina dentro da programação do evento internacional. O Banco da Amazônia atua como apoiador institucional da delegação, por meio do projeto Mulheres Inspiradoras.
Representando a instituição, a gerente de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, afirmou que a instituição considera a equidade e a diversidade pilares estratégicos e destacou ações voltadas ao incentivo do empreendedorismo feminino na Amazônia.
TEC./SONORA: Ruth Helena Lima, gerente de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia
"Ao apoiar iniciativas como essa, promovemos ativamente o empreendedorismo feminino e a presença de mulheres em cargos de decisão, integrando sustentabilidade e finanças. Para nós do Banco da Amazônia, isso reforça o nosso compromisso com a igualdade de gênero, conectando líderes amazônicas a líderes mundiais e debates internacionais sobre governança, economia, comunicação. Isso gera mais desenvolvimento para a Amazônia e para o Brasil."
LOC.: Promovido pela Plataforma Mulheres Inspiradoras, o evento reuniu lideranças brasileiras e estrangeiras em torno do reconhecimento de trajetórias profissionais e da ampliação de conexões internacionais.
A idealizadora da iniciativa, Geovana Quadros, destacou a presença de mulheres da Amazônia na programação e afirmou que a participação feminina em espaços de liderança tem ganhado mais visibilidade no cenário internacional.
TEC./SONORA: Geovana Quadros, idealizadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras
"A reunião de hoje é importante para reconhecer os nomes de mulheres e suas trajetórias ao longo do tempo, multisetorial – em vários setores distintos. O 'Mulheres Inspiradoras' nasceu há 11 anos para isso. Somos um movimento pioneiro de liderança a reunir mulheres de vários setores. E fazemos mensalmente edições para reforçar mulheres em condição de poder para que elas permaneçam lá e também de uma forma da gente corroborar para que mais lideranças femininas surjam."
LOC.: Em Nova Iorque, o Banco da Amazônia também participa do GRI Brazil Investment Summit, ambiente voltado à conexão entre fundos globais e lideranças dos setores de infraestrutura e ESG, sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança.
LOC.: O setor produtivo defende que a atualização dos limites de faturamento anual do microempreendedor individual, o MEI, proposto pelo Projeto de Lei Complementar 108 de 2021, seja estendida também às demais faixas de enquadramento do Simples Nacional.
O empresário e ex-deputado federal Walter Ihoshi, atual membro do conselho diretor da Associação Comercial de São Paulo, ressalta que os limites de enquadramento do Simples Nacional permanecem congelados desde 2018 e já não refletem a realidade econômica do país.
TEC./SONORA: Walter Ihoshi, membro do conselho diretor da ACSP
“Ao longo desse tempo nós tivemos inflação, aumento de custos com locação, mão de obra, folha de salários. Especialmente depois da pandemia, nós tivemos um aumento dos insumos. E o teto tanto do Simples como do MEI não teve esse aumento.”
LOC.: O deputado federal Arnaldo Jardim, do Cidadania de São Paulo, participa de articulações do setor produtivo no Congresso Nacional como vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e membro da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo. Para ele, a atualização dos limites de faturamento é uma questão de justiça para os empreendedores de pequeno porte.
TEC./SONORA: deputado federal Arnaldo Jardim, Cidadania-SP
“O PLP 108/2021 que reajusta esses percentuais é uma questão de justiça, de reconhecer o setor que mais gera empregos e mais cria oportunidade para o nosso país. É nossa prioridade e nós queremos urgentemente que ele seja deliberado.”
LOC.: Em março, a Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o PLP 108 de 2021. O texto prevê o aumento do limite de faturamento anual do MEI para até 130 mil reais e autoriza esse perfil de empreendedor a contratar até dois empregados.
Com a urgência, a matéria poderia seguir diretamente para votação em plenário, sem passar pelas comissões temáticas. No entanto, os parlamentares decidiram criar uma comissão especial para aprofundar o debate, reunindo especialistas, representantes do governo e do setor produtivo antes da votação final.
Segundo Walter Ihoshi, a expectativa é que o projeto seja aprovado na Câmara ainda em 2026, apesar das eleições. Após eventual aprovação, o projeto retorna ao Senado, onde teve origem.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: O Banco da Amazônia pretende acelerar a modernização dos serviços bancários na Região Norte com uso de inteligência artificial, simplificação do atendimento digital e lançamento de um super app. As estratégias foram debatidas durante o Temenos Community Forum 2026, realizado em Copenhagen, na Dinamarca.
A agenda de transformação digital da instituição prevê novas tecnologias para agilizar a concessão de crédito, modernizar sistemas e ampliar a eficiência dos serviços bancários. A ideia é melhorar os serviços ofertados a pessoas físicas, produtores rurais e empreendedores na Região Amazônica.
Na área de crédito, um dos destaques durante o fórum global foi o chamado “lending assistido por IA”. No modelo, ferramentas inteligentes apoiam desde a análise de risco até a liberação e o monitoramento do crédito aos clientes.
Segundo o Banco da Amazônia, a proposta é tornar a jornada de crédito mais ágil, personalizada e proativa.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou a importância das soluções apresentadas durante o fórum.
ABRE ASPAS – “As soluções que vimos na conferência são base para a consolidação e alavancagem das operações digitais no Banco e cada vez mais acelerar o propósito que é impulsionar quem cria o futuro da Amazônia.” – FECHA ASPAS;
LOC.: O Banco da Amazônia também aposta na criação de um super app, que deve reunir diferentes serviços financeiros em uma única plataforma. A nova ferramenta ainda não tem data para ser lançada.
Além da inteligência artificial, o evento internacional debateu temas como segurança digital, governança de dados e ampliação dos serviços bancários digitais.
Segundo o Banco da Amazônia, a modernização busca tornar o atendimento mais ágil, personalizado e conectado à realidade econômica da Região Norte.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: O preço do boi gordo nesta quarta-feira (13) apresenta queda de 0,14%; a arroba está sendo negociada a R$ 348,80, no estado de São Paulo.
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam estabilidade. O frango congelado segue negociado a R$ 7,66, e o frango resfriado ainda é vendido a R$ 7,68.
A carcaça suína especial apresenta redução de 0,57% no preço, sendo negociada a R$ 8,71, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda na maioria dos estados analisados, com é o caso de São Paulo, onde o produto é comercializado a R$ 5,44.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do café arábica abre esta quarta-feira (13) em queda de 2,50%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.673,43 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 1,05%, sendo comercializado a R$ 933,65.
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve redução de 0,31% e é cotada a R$ 96,30.
Em Santos (SP), houve salto de 0,47% e a mercadoria é negociada a R$ 103,50 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,51, após queda de 0,62%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo