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O destaque é para Campinas (SP), com receita superior a R$ 9 bilhões e com o setor de Serviços como principal motor da economia local
Baixar áudioLer ao vivoProjeto de Lei (PL 4.705/2025), aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados, atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O Brasil conta com CENTO E NOVENTA E CINCO municípios com receita orçamentária bilionária. Desse total, CENTO E SESSENTA E NOVE são cidades do interior. O destaque é para Campinas, em São Paulo, que ocupa a décima posição nacional, com receita superior a NOVE BILHÕES DE REAIS em 2024.
O município possui um PIB de aproximadamente SETENTA E TRÊS BILHÕES DE REAIS, tendo o setor de Serviços como principal motor da economia. Outros municípios do interior que também figuram entre os bilionários são Guarulhos, também no estado paulista; e Maricá, no Rio de Janeiro, com receitas acumuladas de SETE BILHÕES E QUATROCENTO MILHÕES DE REAIS; e SEIS BILHÕES DE NOVECENTOS MILHÕES DE REAIS, respectivamente.
O especialista em orçamento público Cesar Lima considera que, assim como num cenário mais amplo, o setor de Serviços se destaca em meio às cidades do interior com maior arrecadação orçamentária. Contudo, ele aponta que a atividade industrial tem dado uma parcela importante de contribuição, apesar de uma arrecadação menos significativa.
TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público
“Podemos ver que Serviços tem mantido o PIB brasileiro no último ano e, apesar da queda da atividade industrial que nós acompanhamos no segundo semestre de 2025, o PIB não foi tão afetado. Nós temos Maricá e Niterói com alguns estaleiros por causa de petróleo. O mercado espera uma ligeira queda para essa taxa de juros no decorrer de 2026. Vamos esperar que isso dê um fôlego para que a indústria tenha um papel mais relevante nesses dados de arrecadação.”
LOC.: Do total de municípios bilionários do país, apenas TRINTA têm a Indústria representando a maior fatia da economia. Com exceção de Manaus, capital do Amazonas, as outras VINTE E NOVE cidades com esse perfil são do interior. Entre elas estão Betim, em Minas Gerais, com receita orçamentária de acima de TRÊS BILHÕES DE REAIS, e Camaçari, na Bahia, com DOIS BILHÕES E MEIO.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Para acessar programas governamentais, produtores rurais deverão cumprir a exigência de comprovação da propriedade ou da posse legítima da terra, além de disporem da inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). É o que prevê o Projeto de Lei n° 4.705 de 2025, aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta tem como objetivo atualizar critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural.
O texto estabelece, ainda, diretrizes para garantir maior regularidade no acesso aos benefícios, especialmente em casos envolvendo disputas fundiárias.
A proposta foi relatada pelo deputado José Medeiros (PL-MT), que integra a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
Segundo a Agência FPA, após a aprovação, José Medeiros ressaltou o papel do aperfeiçoamento da legislação para fortalecer a efetividade das políticas públicas.
O parecer de Medeiros menciona que o aprimoramento dos critérios colabora para tornar as políticas públicas mais justas e eficientes.
ABRE ASPAS – “De uma forma geral, a proposição tem como objetivo evitar que invasores de propriedades sejam considerados “agricultores familiares” para fins de acesso a políticas públicas e de obtenção dos recursos públicos a elas destinados” – FECHA ASPAS.
O relator salientou, ainda, de acordo com a Agência FPA, que a medida beneficia o pequeno produtor rural ao valorizar quem atua de forma regular.
O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.
Com informações da Agência FPA, Bianca Mingote
LOC.: O Governo Federal anunciou, na última terça-feira (7), a prorrogação do prazo para que a biometria da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) se torne obrigatória no acesso a benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outros programas sociais. Com a nova diretriz, a exigência passará a vigorar apenas a partir de 1º de janeiro de 2027.
A decisão, articulada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), visa garantir uma transição suave e assegurar que os cidadãos tenham tempo suficiente para emitir o novo documento sem o risco de suspensão de pagamentos. Até a nova data, os atuais métodos de identificação e prova de vida permanecem válidos.
A integração da biometria da CIN é vista como um passo fundamental para reforçar a segurança do sistema previdenciário, reduzindo as possibilidades de fraude e facilitando a vida do beneficiário, que passará a ter uma identificação digital unificada e mais robusta.
Com informações do Instituto Nacional do Seguro Social.
Reportagem, Henrique Fregonasse
LOC.: Uma iniciativa da saúde pública em Goiás está transformando o momento da alta hospitalar em uma experiência mais acolhedora e humana.
No Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Colônia Santa Marta, o HDS, pacientes que estão deixando a unidade participam do projeto “Alta Humanizada”. A proposta é simples, mas cheia de significado: oferecer um café da manhã especial como forma de cuidado, escuta e despedida.
A ação é organizada pelo Serviço de Nutrição e busca reforçar que o atendimento ao paciente não termina com o fim do tratamento, mas se estende até o último instante dentro do hospital.
A paciente Terezinha Araújo dos Santos Costa, de 80 anos, viveu esse momento recentemente, depois de cinco meses internada para tratar uma infecção após uma cirurgia no fêmur. Para ela, o sentimento é de gratidão.
Segundo a supervisora de nutrição, Raquel Suelen Jeremias, ao valorizar essa transição, a iniciativa visa uma consolidação de práticas que fortalecem o vínculo com o paciente.
O hospital conta com uma unidade de cuidados prolongados e paliativos, com DEZ leitos individuais, destinada a pacientes que precisam de acompanhamento contínuo antes de voltar para casa.
A assistência envolve uma equipe multiprofissional, com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e outros especialistas, garantindo suporte clínico, emocional e social.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (10) em alta de 0,12%. A arroba é negociada a R$ 365,45, no estado de São Paulo.
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 0,41%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,32, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,33.
A carcaça suína especial também volta a apontar valorização de 0,32% no preço, sendo negociada a R$ 9,49 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,51% em Minas Gerais, de 2,40% no Paraná, de 1,68% no Rio Grande do Sul, de 0,35% em Santa Catarina e de 1,56% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,69 e R$ 6,32.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.
LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (10) em baixa de 0,43%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,38 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 0,95% no preço, sendo comercializado a R$ 899,64.
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 0,33% e é cotada a R$ 104,16.
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 2,87%, sendo negociada a R$ 102,27 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,59, após desvalorização de 0,29%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.