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Para André Amaral (União Brasil-PB), a revisão das tabelas de enquadramento do Microempreendedor Individual vai garantir crescimento real das empresas. Comissão na Câmara dos Deputados debate atualização dos limites para este regime jurídico e pode rever as outras faixas do Simples Nacional
Baixar áudioLer ao vivoPropostas incluem expansão do 5G, criação de política para data centers e projetos de conectividade em regiões remotas
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Com a instalação de uma comissão especial na Câmara dos Deputados para discutir a atualização do limite de faturamento anual do MEI, o debate movimenta o setor empresarial. A mudança é prevista no PLP 108, de 2021, e pode ampliar o teto para até R$ 130 mil.
Na avaliação de representantes do setor, a revisão das tabelas garante o crescimento real das empresas e preserva a formalização.
A atualização do limite de enquadramento no Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais. O reajuste é liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, que defende o aumento do teto anual do MEI para R$ 144,9 mil.
O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, defende que atualizar a tabela do Simples é relevante para evitar que as empresas deixem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.
Já o ex-presidente da Associação Comercial da Paraíba e empresário, André Amaral Filho (União Brasil-PB), André Amaral Filho, do União Brasil paraibano, destaca que atualizar os limites do Simples Nacional deve estimular o crescimento das empresas.
TEC./SONORA: ex-presidente da Associação Comercial da Paraíba e empresário, André Amaral Filho (União Brasil-PB), André Amaral Filho (União Brasil-PB)
“Que essas tabelas sejam reajustadas para que o empreendedor tenha um ganho real e consiga faturar mais, que continue dentro da formalidade e não precise abrir um segundo CNPJ no nome de alguém da sua família porque está tentando sobreviver, está precisando faturar mais, vender mais ou acabar caindo na informalidade. Essa medida é urgente e necessária para que a gente acompanhe e faça com que exista um crescimento real dentro dos negócios brasileiros, dentro das famílias brasileiras que se empenham em desenvolver algum setor da atividade produtiva.”
LOC.: Hoje, o limite do MEI é de R$ 81 mil por ano e não é reajustado desde 2018. A proposta em análise pode elevar esse valor e permitir a contratação de até dois funcionários.
O senador Efraim Filho, do PL da Paraíba, destaca o papel Simples Nacional como um dos principais instrumentos de incentivo à atividade empresarial no Brasil.
TEC./SONORA: senador Efraim Filho (PL-PB)
“Milhões de brasileiros realizam seus sonhos por meio do próprio negócio e a gente sabe sim que o Simples Nacional é um dos principais instrumentos de incentivo ao empreendedorismo no país, porque ele nasceu para facilitar a vida de quem produz, de quem gera emprego e também de quem movimenta a economia do nosso país. Ao unificar tributos e reduzir a burocracia, o Simples valoriza o pequeno, o médio, empresário, permitindo que ele foque no que realmente importa, crescer, inovar e gerar oportunidades.”
LOC.: A comissão especial destinada a discutir o reajuste das tabelas do MEI é presidida pela deputada Any Ortiz, do Progressistas gaúcho, que já adiantou que o projeto deve contemplar outras faixas do Simples Nacional – como micro e pequenas empresas.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: A inteligência artificial foi o principal destaque das discussões do Dia Nacional da Comunicação, celebrado em cinco de maio, durante um evento sobre inovação tecnológica realizado em São Paulo.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que o governo federal já trabalha para preparar o Brasil para essa nova fase digital, com investimentos em infraestrutura e integração de diferentes áreas.
Segundo ele, a estratégia envolve ações coordenadas para fortalecer a base tecnológica do país.
TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações
“Nesse contexto, o Ministério das Comunicações está desenvolvendo ações voltadas para o fortalecimento de uma infraestrutura composta por redes, data centers, cabos submarinos, espectro, energia, profissionais qualificados e segurança jurídica.”
LOC.: Entre as prioridades está a criação de uma Política Nacional de Data Centers, que pretende dar mais segurança jurídica e energética ao setor. A ideia é aproveitar as vantagens do Brasil, como a energia limpa, a posição geográfica e o tamanho do mercado. Hoje, o país já concentra cerca de metade do mercado da América Latina nessa área.
Outro ponto importante é a expansão da conectividade. O 5G já está presente em MIL SETECENTOS E OITENTA municípios e atende quase SETENTA POR CENTO da população. Já o 4G segue avançando, principalmente em áreas rurais e regiões mais isoladas.
O governo também aposta em projetos de integração, como o Norte Conectado, que prevê a instalação de TREZE MIL quilômetros de fibra óptica na Amazônia, levando internet a cerca de SETENTA localidades.
Além disso, a Política Nacional de Rodovias quer garantir sinal contínuo nas estradas, melhorando a segurança, o transporte de cargas e a comunicação em situações de emergência.
O evento Qualcomm Innovation Summit Brazil 2026 reuniu representantes do governo, empresas, universidades e centros de pesquisa para debater o futuro da conectividade, da computação inteligente e da inteligência artificial no Brasil.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A proposta que acaba com a jornada de trabalho seis por um avançou na Câmara dos Deputados com a criação de uma comissão especial para analisar o mérito das propostas de emenda à Constituição (PECs) número 221 de 2019 e número 8 de 2025.
O avanço tem provocado debate sobre os impactos na economia, principalmente para os pequenos negócios, e movimenta o setor produtivo, por meio da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). Na avaliação de representantes das empresas de Minas Gerais, as medidas estão sendo analisadas em um contexto político-eleitoral que pode prejudicar a aprovação sem a devida atenção que o tema exige.
Para o vice-presidente da CACB e presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues da Silva, o debate sobre a redução da escala de trabalho deve ser feito com mais profundidade e critérios técnicos.
TEC./SONORA: Valmir Rodrigues da Silva, vice-presidente da CACB
“A jornada reduzida vai gerar mais custo, principalmente para as micro e pequenas empresas, que terão que repassar esse custo aos seus produtos e serviços. Se fosse dialogado com mais profundidade, encontraríamos o melhor caminho, dando sempre a melhor condição para que as pessoas possam ter vida próspera. E infelizmente, com um projeto com cunho de populismo e eleitoral, nós não vamos realmente avançar com qualidade sobre o tema.”
LOC.: Tenente Melo, do Republicanos mineiro, ex-subsecretário de liberdade econômica e empreendedorismo de Minas Gerais, alerta que sem o debate adequado a medida pode aumentar custos, com repasse ao consumidor, gerar desemprego e causar riscos econômicos.
TEC./SONORA: Tenente Melo (Republicanos/MG), ex-subsecretário de liberdade econômica e empreendedorismo de Minas Gerais
“O impacto é direto e muito arriscado. Uma decisão desse tipo, tomada de maneira tão radical, tão brusca, sem o devido estudo, vai comprometer. O primeiro impacto é o aumento de preços. Segundo, quebra de negócios, vão fechar muitos negócios. Se eu não tiver mercado para garantir esse preço aumentado, vou acabar fechando o meu negócio e gerando desemprego. Esse é o resultado em qualquer lugar do mundo, que uma decisão econômica desse porte foi tomada sem o devido cuidado, devido estudo, o impacto é sempre esse.”
LOC.: A comissão especial foi formalizada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, após a admissibilidade das propostas ter sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O colegiado será composto por 38 membros titulares e 38 suplentes.
Reportagem, Bianca Mingote
TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento
“De maneira geral, vai impactar em todos os serviços que o município presta, como nas áreas de saúde e educação. Alguns já prestam segurança pública através de suas guardas civis municipais. Então, isso, com certeza, vai fazer falta para os municípios, o que muito provavelmente pode preceder de bloqueios orçamentários nos municípios.”
TEC./SONORA: Dalmo Palmeira, especialista em orçamento
“Isso aí envolve saúde, educação, infraestrutura, mas, inclusive, outras áreas também podem ser atingidas. A depender da estrutura do financiamento do orçamento de cada município, pode, inclusive, afetar a dificuldade para o pagamento da folha de pessoal por conta dessa redução da receita.”
LOC.: O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (6) em queda no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão registra redução de 0,33% e é negociado a R$ 122,51; na segunda, a mercadoria tem recuo de 0,18% e é cotada a R$ 128,91.
O preço do trigo, por sua vez, registra diminuição de 0,39% no Paraná e alta de 0,33% no Rio Grande do Sul.
No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.338,20, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.264,00.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do café arábica abre esta quarta-feira (6) em queda de 0,06%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.758,67 na cidade de São Paulo.
Já o café robusta teve elevação de 1,57% no preço, sendo comercializado a R$ 924,65.
O preço do açúcar cristal apresenta redução nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve recuo de 0,41% e é cotada a R$ 97,43.
Em Santos (SP), houve recuo de 0,56% e a mercadoria é negociada a R$ 107,43 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,73, após diminuição de 0,48%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo