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LOC.: Os municípios brasileiros recebem, nesta sexta-feira, dia 10, a primeira parcela de abril do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM. Ao todo, serão distribuídos SEIS VÍRGULA QUATRO BILHÕES DE REAIS. O valor representa um aumento de TREZE POR CENTO em relação ao mesmo período do ano passado, quando o repasse foi de cerca de CINCO VÍRGULA SEIS BILHÕES DE REAIS.

Entre os estados, São Paulo concentra o maior volume de recursos neste primeiro decêndio, com aproximadamente setecentos e oitenta e oito milhões de reais. Cidades como Americana, Botucatu e Carapicuíba estão entre as beneficiadas. 

Já Roraima registra o menor montante, com quatro vírgula sete milhões de reais. No estado, os maiores repasses vão para municípios como Cantá, Alto Alegre e Caracaraí, com cerca de trezentos e oitenta e seis mil reais para cada um.

O resultado positivo interrompe uma sequência de quedas observadas anteriormente e traz expectativa de melhora nas receitas municipais. O especialista em orçamento público, Cesar Lima, aponta que o desempenho pode estar ligado à arrecadação federal, especialmente do Imposto de Renda, mas alerta para possíveis impactos de mudanças nas regras do tributo.
 

TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público

“Nós temos um resultado bom, em relação ao ano passado, uma quebra daquela questão de decréscimos de valores. Vamos esperar que isso seja um bom resultado do Imposto de Renda e que o novo formato de isenção e as novas alíquotas aplicadas ao Imposto de Renda não impactem negativamente nos valores do FPM.”
 


LOC.: Apesar de o FPM ser destinado a todos os municípios, algumas cidades estão temporariamente impedidas de receber os recursos. Até o dia sete de abril, aparecem na lista Águia Branca, no Espírito Santo; Itaperuna, Nova Friburgo, Rio das Flores e Silva Jardim, no Rio de Janeiro; São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul; além de Brusque, Camboriú e Santo Amaro da Imperatriz, em Santa Catarina.

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência prevista na Constituição e corresponde a vinte e dois vírgula cinco por cento da arrecadação da União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados. A divisão dos recursos considera o número de habitantes de cada cidade, com base em dados atualizados pelo IBGE.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: O Produto Interno Bruto, o PIB brasileiro, pode sofrer uma queda de 0,7% caso o Congresso Nacional aprove a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O percentual representa uma perda estimada de quase 77 bilhões de reais para a economia do país. Os dados fazem parte de um levantamento inédito divulgado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI.

Segundo o estudo, a indústria deve ser o setor mais impactado, com retração de 1,2% no PIB — o equivalente a 25 bilhões e 400 milhões de reais.

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que esse impacto maior se deve ao fato de a indústria concentrar uma parcela significativa dos empregos formais, que tendem a ser os mais afetados pela redução da jornada de trabalho.

TEC./SONORA: Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI

“Além disso, a indústria é um setor mais integrado; há muitos encadeamentos entre os diferentes setores industriais. Então, os efeitos dessa elevação de custos vão se acumulando [ao longo da cadeia de produção]. E, por fim, a indústria é um setor mais sujeito à competição internacional e, por isso, um aumento de custos e a consequente perda de competitividade afetam mais a indústria.”


LOC.: O estudo também indica que a redução das horas trabalhadas tende a elevar o custo do trabalho necessário para manter os níveis atuais de produção. Como resultado, pode haver aumento generalizado de preços ao longo da cadeia produtiva. Esse efeito atingiria desde insumos e matérias-primas na cadeia de produção até bens e serviços destinados ao consumidor final.

Marcelo Azevedo afirma que o aumento dos custos do trabalho tende a reduzir a competitividade da economia nacional.

TEC./SONORA: Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI

“Essa perda de competitividade dos produtos nacionais faz com que haja mais importações e menos exportações. Isso se traduz em redução da produção e da renda e, consequentemente, em queda do PIB.”


LOC.: A CNI acompanha as propostas em tramitação no Congresso Nacional que tratam da redução da jornada e defende a ampliação do debate técnico sobre o tema.

Segundo Azevedo, a medida pode gerar impactos diferentes entre consumidores, empresas de diferentes portes, regiões e setores da economia. Por isso, ele avalia que o avanço da discussão deve ser acompanhado da elaboração de medidas que reduzam possíveis efeitos negativos e garantam uma transição gradual, o que exige mais tempo para o aprofundamento das análises técnicas.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: O Brasil se prepara para as Eleições de 2026, com o primeiro turno marcado para 4 de outubro. Caso seja necessário, o segundo turno acontecerá em 25 do mesmo mês. Nesta votação, eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

Desde o início do ano, o Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, reforçou regras que garantem igualdade entre candidatos e transparência, como o registro obrigatório de pesquisas eleitorais, limites à publicidade institucional e restrições à distribuição de benefícios públicos.

Entre 5 de março e 3 de abril, ocorreu a janela partidária, quando parlamentares puderam trocar de partido sem perder o mandato. Em 4 de abril, terminou o prazo para registro de estatutos partidários, definição do domicílio eleitoral e renúncia de chefes do Executivo que desejem concorrer a outros cargos.

Eleitores também devem ficar atentos ao prazo para requerer o título de eleitor, transferir local de votação ou revisar cadastro eleitoral, que vai até 6 de maio. A partir de 15 de maio, pré-candidatos podem iniciar a arrecadação prévia de recursos, sempre respeitando as regras sobre propaganda eleitoral.

Entre 20 de julho e 5 de agosto, os partidos realizam convenções para escolha de candidatos, e o registro oficial das candidaturas vai até 15 de agosto. A propaganda eleitoral começa em 16 de agosto, com horário gratuito em rádio e TV entre 28 de agosto e 1º de outubro.

No dia da eleição, 4 de outubro, as urnas estarão abertas das 8 horas da manhã as 5 horas da tarde, horário de Brasília. Para quem não votar, é importante justificar a ausência dentro do prazo, que vai até 3 de dezembro para o primeiro turno e até 6 de janeiro de 2027 para o segundo. 

A diplomação dos eleitos ocorre até 18 de dezembro, e a posse do presidente será em 5 de janeiro do próximo ano, com governadores assumindo em 6 de janeiro.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

 

LOC.: O tempo ainda segue instável na Região Sul do país por causa da atuação de um ciclone extratropical, que mantém chuva e ventos fortes até esta quarta-feira, dia 8.

Depois dos temporais registrados no início da semana, os volumes de chuva já passam dos 100 milímetros em áreas do Oeste do Rio Grande do Sul.

Nesta quarta, ainda há previsão de chuva em algumas regiões, principalmente durante a madrugada e pela manhã. Ao longo do dia, o tempo começa a melhorar.

As rajadas de vento podem variar entre 60 e 80 quilômetros por hora, com picos de até 90 no Litoral Sul. O mar segue agitado, com risco de ressaca.

A Defesa Civil alerta para possibilidade de alagamentos e cheias em pequenos rios, principalmente nas áreas mais atingidas.

A tendência é de melhora no tempo nos próximos dias, mas novas instabilidades não estão descartadas.

Reportagem, Jullya Borges.

LOC.: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na última segunda-feira (6), um novo plano de ação estruturado que visa garantir a segurança de pacientes que utilizam medicamentos injetáveis de agonistas do GLP-1 — conhecidos como canetas emagrecedoras —, com princípios ativos de semaglutida, tirzepatida e liraglutida.

Segundo a agência, as medidas ampliam a proteção e a segurança de medicamentos injetáveis de GLP-1 e foram motivadas pelo crescimento irregular da sua manipulação, que pode afetar a saúde dos pacientes. No segundo semestre de 2025, por exemplo, foram importados mais de 100 kg de insumos, os quais seriam suficientes para a preparação de, aproximadamente, 20 milhões de doses, número que, conforme alega a Anvisa, é incompatível com a realidade do mercado nacional.

Em 2026, a Anvisa realizou 11 inspeções em farmácias de manipulação e importadoras, as quais resultaram em oito interdições por problemas técnicos e falta de controle de qualidade. Entre os riscos mapeados pela agência estão a produção sem previsão de demanda por manipulação, problemas de esterilização, deficiências no controle de qualidade e a utilização de insumos farmacêuticos sem identificação de origem e composição.

O novo plano de ação da Anvisa inclui seis eixos estratégicos para ampliar a proteção e segurança de pacientes que utilizam essas medicações.

O eixo 1, aprimoramento regulatório, trata das revisões da nota técnica sobre importação, manipulação e controle dos insumos de agonistas de GLP-1 e da resolução sobre boas práticas de manipulação de preparações magistrais para uso humano em farmácia.

O eixo 2, monitoramento e fiscalização, inclui intensificação de ações de fiscalização, busca ativa de eventos adversos relacionados a medicamentos manipulados e aperfeiçoamento do controle sanitário sobre a importação dos insumos.

O eixo 3, articulação institucional, federativa e internacional, prevê a criação de um grupo de trabalho e a celebração de acordos de cooperação com entidades médicas, além de treinamento com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e cooperação com agências reguladoras internacionais. 

O quarto eixo visa o aprimoramento regulatório para análise de petições de registro de agonistas de GLP-1, priorizando a análise dos cumprimentos de exigências das petições de registro e estabelecendo a harmonização do uso de guias técnicos de agências reguladoras de referência como o FDA.

O eixo 5 tem foco na comunicação com a sociedade e prevê a elaboração de um plano de comunicação em linguagem simples, com orientações sobre riscos do uso indiscriminado, informações sobre produtos irregulares, entre outros.

Por fim, o sexto eixo é o da governança, que prevê a criação de um grupo de trabalho na Anvisa para monitoramento e avaliação do Plano de Ação.

Com informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Reportagem, Henrique Fregonasse

LOC.: A produção audiovisual da região Nordeste do Brasil ganhou um novo impulso.//
Através da Política de Arranjos Regionais, o Ministério da Cultura e a Ancine destinaram R$246 milhões para o setor.//
Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios.//
A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional.//
Foi graças aos Arranjos Regionais que autores como o diretor Gabriel Mascaro puderam desenvolver seus trabalhos.//
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa ação exerce papel fundamental no sentido de estruturar o audiovisual brasileiro e é um passo muito importante nessa
caminhada que começou em 2023.//

TEC./SONORA: MINISTRA MARGARETH

“Havia muita ansiedade após tantos anos de desprezo e perseguição em todos os setores culturais, especialmente no audiovisual que é um setor caro. Não é uma coisa simples construir um filme"


LOC.: Os recursos podem ser utilizados em diferentes elos da cadeia produtiva, como as ações de difusão, pesquisa, formação, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos, entre outras.//
Ainda segundo a ministra, o investimento em cultura traz retorno social e econômico para o país.//

TEC./SONORA: MINISTRA MARGARETH

“Não há perda de investimento em cultura de nenhuma forma. Ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidades, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”


LOC.: A secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, destaca o volume investido e a adesão dessa iniciativa.//

TEC./SONORA: SECRETÁRIA JOELMA

“São 540 milhões do Governo Federal que se juntam a 110 milhões das unidades federativas do Brasil. Uma política de territorialização, de nacionalização do audiovisual do Brasil que vai para todos os elos da cadeia. A gente vai produzir filmes, mas a gente vai distribuir filmes, a gente vai preservar os filmes, a gente vai formar pessoas. Tudo isso nessa política, nessa linha que voltou depois de muito tempo, era muito aguardada e teve a adesão do Brasil inteiro”.


LOC.: E a cultura brasileira segue avançando, gerando emprego, renda e representando o nosso país.//
Para saber mais, visite o site site www.gov.br/cultura//

LOC.: O preço do boi gordo abre esta quarta-feira (8) em alta de 0,89%. A arroba é negociada a R$ 364,25, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,27, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,30.

A carcaça suína especial também volta a apontar desvalorização de 1,15% no preço, sendo negociada a R$ 9,46 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra desvalorização de 0,31% em Minas Gerais, de 2,17% no Paraná, de 0,83% no Rio Grande do Sul, de 2,35% em Santa Catarina e de 0,77% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,82 e R$ 6,53.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do café arábica abre esta quarta-feira (8) em baixa de 3,37%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,69 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 2,23% no preço, sendo comercializado a R$ 901,31.

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,75% e é cotada a R$ 103,38.

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 3,32%, sendo negociada a R$ 107,12 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,58, após desvalorização de 0,43%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.