Áudios por tema

Conteúdos Locais
Acesse conteúdos com informações da sua região, estado, microrregião e município.

Emissoras que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

RÁDIO CANÇÃO NOVA 89,1 FM / CACHOEIRA PAULISTA - SP
RÁDIO MAIS ALEGRIA 95,1 FM / FLORIANÓPOLIS - SC
RÁDIO LÍDER 87,9 FM / BONFINÓPOLIS - GO
RÁDIO RAÍZES 98,7 FM / CAPIVARI - SP
RÁDIO CACIQUE 1550 AM / CAPIVARI - SP
RÁDIO ACOMPEC 87,9 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CORREIO 90,5 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CANÇÃO NOVA 96,3 FM / CACHOEIRA PAULISTA - SP
RÁDIO LITORAL 104,9 FM / CORURIPE - AL
RÁDIO CRISTAL 104,9 FM / CORUMBIARA - RO
RÁDIO COMUNITÁRIA SANTO ANTÔNIO 87,9 FM / BORBA - AM
RÁDIO BAND 94,1 FM / PORTO VELHO - RO
RÁDIO IRACEMA 1240 AM / CUNHA PORÃ - SC
RÁDIO CULTURA 92,9 FM / SERRA TALHADA - PE
RÁDIO AGRESTE 89,5 FM / CUPIRA - PE

Rede de relacionamento do Brasil 61

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: O setor produtivo manifestou preocupação com o projeto de lei enviado pelo governo federal na última terça-feira (14), em regime de urgência, que trata da redução da escala de trabalho 6x1.

O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, Alfredo Cotait Neto, disse que o tema é complexo e necessita de mais tempo para discussão, sugerindo que a votação seja adiada para 2027. 

Segundo ele, trata-se de uma matéria extremamente sensível para ser diluída e contaminada por um período eleitoral. 

Na última quarta-feira (15), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, deputado federal Leur Lomanto Júnior, do União da Bahia, adiou a votação das Propostas de Emenda à Constituição que tratam da redução da jornada de trabalho.

Para Cotait, a ampliação do prazo para análise do tema é indispensável para garantir a participação do setor produtivo no debate.

O vice-presidente da CACB, Valmir Rodrigues da Silva, defende que o debate sobre a redução da jornada de trabalho seja feito com mais profundidade e critérios técnicos.

TEC./SONORA: Valmir Rodrigues da Silva, vice-presidente da CACB

“A jornada reduzida vai gerar mais custo, principalmente para as micro e pequenas empresas, que terão que repassar esse custo aos seus produtos e serviços. Se fosse dialogado com mais profundidade, encontraríamos o melhor caminho, dando sempre a melhor condição para que as pessoas possam ter vida próspera. E infelizmente, com um projeto com cunho de populismo e eleitoral, nós não vamos realmente avançar com qualidade sobre o tema.”


LOC.: Fernando Moraes, empresário do setor de telefonia e presidente do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), avalia que a possível extinção da escala 6x1 deve ser analisada com cautela.

TEC./SONORA: Fernando Moraes, presidente do Conselho Superior da Faciap

“O comércio e os serviços dependem fortemente de mão de obra e operam com margens apertadas. Uma mudança desse porte, sem transição e sem contrapartidas como desoneração da folha e ganhos de produtividade, pode elevar custos, reduzir competitividade e afetar a geração de empregos. Defendemos diálogo e equilíbrio para que o avanço nas relações de trabalho não resulte em efeitos negativos para a economia.” 


LOC.: A CACB protocolou um manifesto no parlamento e no governo federal, assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo, alertando para os impactos da redução da jornada sem um debate aprofundado. No documento, as organizações afirmam que o governo não tem considerado as “graves consequências” econômicas da mudança.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: A atualização dos limites do Simples Nacional segue como prioridade para parlamentares e representantes do setor produtivo. Recentemente, o Projeto que eleva para 130 mil reais o faturamento máximo anual de MEIs e permite a contratação de até dois funcionários, teve o regime de urgência aprovado, o que agiliza o processo de análise legislativa.

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, ainda atua por uma correção maior e que se estenda às demais faixas de enquadramento do Simples Nacional. Segundo estimativas da instituição, a medida pode gerar 869 mil empregos, com a injeção de mais de 81 bilhões de reais na economia. 

Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, destaca que a atualização é relevante para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”


LOC.: A modificação dos limites de receita para o MEI foi apresentada e aprovada no Senado Federal em 2021. Há quase 5 anos indo e voltando de comissões na Câmara dos Deputados, a aceleração da tramitação representa uma chance de acabar com esse vai e vem. A última correção foi estipulada em 2018, no valor de 81 mil reais, com a possibilidade de contratação de apenas um empregado por MEI.

Segundo o deputado federal Rodrigo da Zaeli, do PL mato-grossense, há discussões em andamento para a inclusão no texto de reajuste em todas as faixas de faturamento do Simples Nacional.

TEC./SONORA: Rodrigo da Zaeli, deputado federal (PL-MT)
“Nós estamos defendendo isso aqui na comissão [de Desenvolvimento Econômico] e vamos defender no plenário, junto com o relator, para que possamos ampliar esses valores. Para que a gente possa deixar um valor mais alto, para que as empresas não tenham que criar dois, três CNPJs para não poder desenquadrar. Isso é muito ruim.”


LOC.: Os deputados analisam também a inclusão de um mecanismo de atualização anual da tabela no texto.

Para Jonas Alves, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso, a desatualização da tabela prejudica o empreendedorismo, ao limitar a renda do empreendedor.

TEC./SONORA: Jonas Alves, presidente da Facmat
“Me parece até uma política errada, porque o que a gente tem que buscar é o favorecimento para que as pessoas consigam iniciar os seus negócios e ter prosperidade. Então, a correção é uma coisa natural, ela é necessária, a menos que a gente queira, por exemplo, acabar com o simples nacional.”


LOC.: O Simples Nacional foi desenvolvido para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo. O regime reúne diversos impostos em uma única guia. Atualmente, é o principal regime tributário aplicado aos pequenos negócios no país.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: O Programa Autonomia e Renda Petrobras está com novo edital aberto com oferta de 1.540 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional. As oportunidades são destinadas aos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco. As inscrições seguem abertas até 23 de abril.

A iniciativa é realizada em parceria com o SESI e o SENAI e tem como objetivo ampliar as oportunidades de capacitação e inserção no mercado de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O foco principal é atender às demandas do setor industrial, especialmente em áreas ligadas ao segmento de óleo e gás.

Entre os cursos disponíveis estão caldeiraria, montador de andaimes, formas e escoramento, operador de hidrojato, pintor industrial, sinaleiro amarrador, entre outros.

A gerente de Projetos Sociais da Petrobras, Marcela Levigard, afirma que a companhia possui projetos de investimento no segmento de óleo e gás, mas enfrenta a falta de mão de obra qualificada nas regiões onde atua.

TEC./SONORA: Marcela Levigard, gerente de Projetos Sociais da Petrobras

“É um segmento que frequentemente traz para a companhia e para sua cadeia de fornecedores projetos de investimento ambiciosos para os próximos anos. No entanto, não há, nesses territórios, mão de obra qualificada em quantidade para atender a essa demanda. O programa surge nesse sentido, promovendo qualificação, melhorando a renda dessas comunidades e a qualidade de vida nesses territórios.”


LOC.: Os estudantes selecionados receberão uma bolsa-auxílio mensal no valor de 660 reais. No caso de mulheres com filhos de até 11 anos completos, o valor sobe para 858 reais, como forma de incentivar a permanência e a conclusão dos estudos.

O caldeireiro Luis Fernando Barbosa, de 43 anos, morador da comunidade Mangueirinha, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, concluiu recentemente o curso de Caldeiraria oferecido pelo programa. Ele conta que encontrou a oportunidade enquanto buscava recomeçar a vida.

TEC./SONORA: Luis Fernando Barbosa, caldeireiro

“Eu saí do sistema penitenciário há dois anos, onde eu fiquei sete anos. Eu não tinha perspectiva nenhuma. Um dia, eu estava navegando na internet e vi o programa Autonomia e Renda que oferecia uma bolsa. Falei: ‘vou fazer’.” 


LOC.: Agora formado, Luis aguarda a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. 

TEC./SONORA: Luis Fernando Barbosa, caldeireiro

“O trabalho vem. E vai vir. Eu tenho certeza que vai vir. Mas isso aqui, me trazer para a sociedade de novo, alguém me ver, ter um olhar de admiração, isso não tem preço.”


LOC.: Os interessados devem consultar o edital específico de cada estado para verificar os cursos ofertados, a carga horária, a localidade e os pré-requisitos exigidos. Os editais estão disponíveis no site: www.autonomiaerenda.com.br.

Reportagem, Paloma Custódio

 

LOC.: O Banco da Amazônia e o Instituto Amazon People firmaram uma parceria voltada a ampliar a oferta de crédito para fomentar a bioeconomia na Região Amazônica.

O acordo de cooperação técnica tem como objetivo ampliar o acesso ao crédito rural e a assistência técnica para atividades sustentáveis na Amazônia. 

O foco da iniciativa são os empreendimentos da agricultura familiar, além da expansão de cadeias produtivas ligadas à bioeconomia.

A parceria prevê a oferta integrada de assistência técnica e financiamento a empreendimentos rurais, com enfoque no PRONAF Bioeconomia, que é uma uma linha de crédito do Banco da Amazônia que apoia atividades que valorizam a sociobiodiversidade da Amazônia, além de outras linhas de crédito do Banco.

Entre as atividades priorizadas pela parceria estão sistemas agroflorestais, dendecultura e projetos de restauração florestal.

O presidente do Banco da Amazônia,  Luiz Lessa, destaca que a iniciativa busca fomentar a bioeconomia amazônica. 

Para Lessa, o acordo reforça o compromisso do banco com soluções que unem crédito, assistência técnica e desenvolvimento sustentável. ABRE ASPAS – “Ao lado do Instituto Amazon People, ampliamos oportunidades para agricultores familiares, fortalecemos cadeias produtivas estratégicas da bioeconomia e contribuímos para uma Amazônia mais próspera, inclusiva e sustentável” – FECHA ASPAS.

Conforme o Banco da Amazônia, as ações serão realizadas conectando soluções financeiras e socioambientais para o futuro da Amazônia.

Para conhecer mais sobre as linhas de financiamento do Banco da Amazônia acesse: www.bancoamazonia.com.br. 

Reportagem, Bianca Mingote

LOC 1: Trinta e um municípios afetados por desastres vão receber recursos do Governo Federal para ações emergenciais. O repasse de cerca de 29 milhões e 800 mil reais foi autorizado pela Defesa Civil Nacional nesta sexta-feira, 17 de abril. Receberão a ajuda cidades dos estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC 2: Os recursos foram autorizados com base em critérios técnicos que consideram a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras. Municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, o S2iD. Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Proteção e Defesa Civil, acesse MDR.GOV.BR
Reportagem, Thamy Carvalho

LOC: A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta sexta-feira, 17 de abril, a situação de emergência em 39 cidades afetadas por desastres. Estão na lista municípios dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins. Para conferir a lista completa, acesse mdr.gov.br. Com o reconhecimento federal, as prefeituras já podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.
 

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Thamy Carvalho

LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (17) em baixa de 0,49%. A arroba é negociada a R$ 365,50, no estado de São Paulo.

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,90 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em São Paulo e desvalorização de 1,47% no Paraná e de 3,35% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 5,19 e R$ 5,81.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.

LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (17) em baixa de 1,22%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.800,72 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 0,59% no preço, sendo comercializado a R$ 896,31.

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,23% e é cotada a R$ 99,14.

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 0,70%, sendo negociada a R$ 99,30 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,48, após desvalorização de 0,70%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Henrique Fregonasse.