Voltar
Ministério da Saúde confirma infecção importada em bebê de seis meses após viagem à Bolívia
Baixar áudioLer ao vivoGoverno tenta conter impacto com subsídio de R$ 0,32 por litro e isenção de tributos até o fim do ano
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de sarampo no Brasil em 2026.
A ocorrência trata-se de um episódio importado, ou seja, contraído no exterior.
A paciente é uma bebê de seis meses, moradora de São Paulo, sem histórico de vacinação.
Segundo a pasta, a criança viajou para a Bolívia entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, país que enfrenta surto da doença desde o ano passado.
No dia 8 de fevereiro, apresentou febre e manchas na pele. O diagnóstico foi confirmado por exame laboratorial em 4 de março.
Em fevereiro deste ano, a Organização Pan-Americana da Saúde emitiu alerta para o aumento expressivo de casos de sarampo nas Américas.
Após cinco anos de baixa circulação, o vírus voltou a provocar surtos em diversos países em 2025, tendência que, segundo a entidade, se mantém no início de 2026.
Apesar do alerta, o Brasil continua livre da circulação endêmica do vírus. No ano passado, foram registrados TRINTA E OITO casos no país, a maioria em pessoas não vacinadas.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa. Os principais sintomas são: febre alta, manchas vermelhas na pele, tosse seca, conjuntivite e mal-estar intenso.
A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção. No Brasil, o SUS oferece gratuitamente as vacinas tríplice viral e tetraviral, indicadas para pessoas de 12 meses a 59 anos.
Reportagem, Maria Clara Abreu
LOC.: A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (13) um aumento de 38 centavos por litro no preço do diesel vendido às distribuidoras. Segundo a estatal, o reajuste foi parcialmente compensado pelas medidas adotadas pelo governo federal para conter a escalada do combustível. Mesmo assim, o aumento do petróleo no mercado internacional, em meio à guerra no Oriente Médio, exerce pressão sobre o preço no Brasil.
Com o reajuste, o diesel A comercializado pela companhia passará a custar, em média, 3 reais e 65 centavos por litro, enquanto o preço médio do diesel B será de 3 e 10.
Nesta quinta-feira (12), o governo federal anunciou um conjunto de medidas para reduzir o impacto da alta do petróleo e reforçar a fiscalização no mercado de combustíveis.
Entre elas está o decreto presidencial que zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre a importação e comercialização do diesel.
Além disso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que autoriza uma subvenção econômica de 32 centavos por litro para importadores e produtores de diesel. O benefício estará condicionado à comprovação de que o desconto foi repassado ao consumidor final.
As medidas terão validade até 31 de dezembro de 2026 e, juntas, podem reduzir o preço do diesel em até 64 centavos por litro, segundo estimativas do Ministério da Fazenda.
Para coibir preços abusivos, os postos de combustíveis serão obrigados a informar de forma clara e visível, por meio de placas, a redução de preço do diesel decorrente da subvenção e da isenção de tributos.
Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, deverá publicar uma resolução com critérios objetivos para identificar práticas abusivas no setor, como o armazenamento injustificado de combustíveis e aumentos de preços sem justificativa econômica.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Temperaturas mais elevadas somadas ao baixo volume e irregularidade das chuvas prejudicam a produtividade das principais culturas em Mato Grosso do Sul. Esse cenário atrapalha o início do cultivo do milho de segunda safra e, especialmente, a colheita das lavouras de soja com semeadura mais tardia, justamente no período decisivo para a formação do peso e do número de grãos por vagem.
A situação mais crítica ocorre no setor sul e sudeste do estado, onde o déficit hídrico vem sendo observado de forma mais constante, com perdas de produtividade estimada em até 35% pelo Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária, do Instituto Nacional de Meteorologia.
Nas áreas localizadas mais ao norte, a situação não melhora muito, ainda que viessem apresentando condições de umidade favoráveis. O clima virou e já são registrados déficits hídricos que resultam em produtividades 26,8% abaixo do padrão.
A chegada de novas chuvas nos próximos dias deve trazer um alívio para os agricultores sul-matogrossenses, nem que seja para não intensificar o quadro. No centro‑norte, leste e em áreas do Pantanal são esperados entre 80 e 200 mm de precipitação. As temperaturas médias devem se manter acima dos 26 ºC, o que pode favorecer as lavouras de segunda safra e pastagens e, ao mesmo tempo, dificultar operações em campo.
No sul do estado, entretanto, o caso continua crítico. A região deve receber baixos volumes de chuva e persistir com déficit hídrico e possíveis perdas nas lavouras. Assim, o planejamento das atividades agrícolas na área, juntamente com o acompanhamento das atualizações meteorológicas e das condições de umidade do solo, se fazem ainda mais necessários para nortear a tomada de decisão no manejo das lavouras, reduzir riscos operacionais e otimizar as operações de campo.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC.: A participação feminina no comércio exterior brasileiro tem ganhado cada vez mais espaço. Para fortalecer esse movimento, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, está estruturando novas ações voltadas ao empreendedorismo liderado por mulheres.
O Programa Mulheres e Negócios Internacionais promoveu uma oficina estratégica para definir os próximos passos da iniciativa. O encontro reuniu participantes para discutir propostas e prioridades que vão orientar o plano de ação dos ciclos de dois mil e vinte e seis e dois mil e vinte e sete.
Durante a atividade, foram avaliadas ideias para ampliar e aprimorar as ações do programa, levando em conta critérios como impacto das iniciativas e viabilidade de execução. O objetivo foi identificar projetos que possam gerar resultados concretos e fortalecer a presença feminina nas exportações brasileiras.
Atualmente, mais de sete mil empresas lideradas por mulheres recebem apoio da Agência. A diretora de Negócios da ApexBrasil, Ana Repezza, destaca que a maioria desses negócios é de pequeno e médio porte.
TEC./SONORA: Ana Repezza, diretora de Negócios da ApexBrasil
“Esse é um programa que nós criamos pensando em incluir ainda mais mulheres no esforço exportador, no comércio exterior, e fazer com que elas tenham maior empoderamento e liberdade nas suas decisões. E, obviamente, que isso contribua para o desenvolvimento do país, com mais geração de emprego e renda, especialmente entre as minorias.”
LOC.: Para marcar os três anos do Programa Mulheres e Negócios Internacionais, a ApexBrasil realiza, nos dias 19 e 20 de março, em Brasília, o Encontro Mulheres e Negócios Internacionais: inserção, empoderamento e impacto. O evento deve reunir empresárias, lideranças institucionais e parceiros para debater caminhos de ampliação da presença feminina no comércio exterior.
Outra iniciativa da ApexBrasil voltada ao fortalecimento do empreendedorismo feminino é o programa Elas Exportam. A ação oferece mentoria e capacitação ao conectar empresárias com experiência em comércio exterior a empreendedoras interessadas em iniciar ou ampliar suas exportações.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC: A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta sexta-feira, 13 de março, a situação de emergência em 30 cidades afetadas por desastres. Estão na lista municípios dos estados do Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Para conferir a lista completa, acesse mdr.gov.br. Com o reconhecimento federal, as prefeituras já podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.
TEC./SONORA: JULIANA MORETTI
“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
LOC: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br.
Reportagem, Thamy Carvalho
LOC.: O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (13) em alta de 0,07%. A arroba é negociada a R$ 347,50, no estado de São Paulo.
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,05, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,09.
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,12 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul e em São Paulo e desvalorização de 0,15%em Minas Gerais, no Paraná e em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 6,63 e R$ 6,96.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.
LOC.: O preço do café arábica abre esta sexta-feira (13) em alta de 1,51%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.901,07 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 1,25% no preço, sendo comercializado a R$ 1.011,41.
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 1,53% e é cotada a R$ 95,79.
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 1,57%, sendo negociada a R$ 109,31 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 71,56, após valorização de 0,34%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Henrique Fregonasse.