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Pesquisa da CNI mostra que 43% da população evita itens reciclados; dúvidas sobre qualidade e preferência por produtos novos lideram as razões
Baixar áudioLer ao vivoDesse total, R$ 976,2 milhões foram destinados a três estados e R$ 1,29 bilhão a 534 municípios
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LOC.: Pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria, a CNI, mostra que, embora 72% da população veja de forma positiva empresas que investem em sustentabilidade, 43% evitam comprar produtos reciclados.
Entre as principais razões para essa resistência, 34% dizem preferir produtos novos e 30% relatam dúvidas sobre a qualidade e a durabilidade dos itens reciclados.
Para o superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, transformar a boa percepção sobre sustentabilidade em decisões de compra passa por superar barreiras relacionadas à confiança e ao custo dos produtos.
TEC./SONORA: Davi Bomtempo, superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI
“Sabemos que quando os produtos reciclados têm preços competitivos, qualidade comprovada e uma comunicação efetiva e clara sobre os seus benefícios, a tendência é que a intenção positiva se converta em decisão de compra. Existe, dessa forma, uma propensão maior ao consumidor adquirir esse produto reciclado.”
LOC.: Para a CNI, a consolidação da economia circular também depende de um ambiente regulatório capaz de oferecer segurança jurídica e incentivar investimentos em inovação e sustentabilidade.
Nesse contexto, a entidade defende a aprovação do Projeto de Lei 1.874 de 2022, que cria a Política Nacional de Economia Circular. Segundo a CNI, a proposta pode ampliar a competitividade da indústria brasileira, estimular investimentos e fortalecer práticas sustentáveis de produção e consumo.
Segundo Bomtempo, o texto prevê instrumentos que ajudam a enfrentar obstáculos identificados pela própria pesquisa, como a falta de tecnologias e as altas taxas de juros.
TEC./SONORA: Davi Bomtempo, superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI
“O PL traz alguns instrumentos — como, por exemplo, o financiamento à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) e o estímulo às compras públicas sustentáveis — e amplia a demanda por produtos circulares, além de incorporar ações de educação para o consumo sustentável.”
LOC.: Atualmente, o PL aguarda análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Os royalties do petróleo e do gás natural gerados pela produção de março de 2026 renderam mais de OITO BILHÕES E DUZENTOS MILHÕES DE REAIS para a União, estados e municípios brasileiros.
O valor reúne os repasses realizados nos regimes de concessão, cessão onerosa e partilha de produção.
Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, os estados receberam NOVECENTOS E SETENTA E SEIS MILHÕES DE REAIS, enquanto os municípios ficaram com UM BILHÃO E DUZENTOS E OITENTA E NOVE MILHÕES DE REAIS.
Ao todo, os recursos da partilha beneficiaram TRÊS estados e QUINHENTOS E TRINTA E QUATRO municípios.
Com a conclusão dessa etapa, foram encerrados os repasses referentes à produção de março nos três regimes de exploração. A distribuição dos valores ligados aos contratos de concessão e cessão onerosa já havia sido finalizada anteriormente.
A ANP é responsável pelo cálculo, pela apuração e pela distribuição dos royalties arrecadados com a produção de petróleo e gás natural. Os critérios para divisão dos recursos são definidos por leis e decretos federais.
Os valores destinados a cada beneficiário e o histórico dos repasses podem ser consultados na página de royalties da agência. Também é possível verificar datas de depósito e destinatários dos recursos no portal do Banco do Brasil.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Uma auditoria do Tribunal de Contas da União identificou falhas no acompanhamento das exigências do Programa Bolsa Família e apontou diferenças entre municípios e regiões na execução da política pública.
O levantamento mostra que parte dos beneficiários deixa de ser monitorada por causa de cadastros desatualizados, dificuldades para localizar as famílias e falhas na integração de informações entre os sistemas do governo.
Relançado em 2023, o Bolsa Família atende famílias com renda mensal de até DUZENTOS E DEZOITO REAIS por pessoa. No ano passado, o programa movimentou mais de CENTO E SETENTA BILHÕES DE REAIS e beneficiou VINTE MILHÕES E OITOCENTAS MIL FAMÍLIAS.
Segundo a auditoria, atualmente mais de TRINTA E CINCO POR CENTO das crianças acompanhadas na área da saúde e cerca de TREZE POR CENTO dos beneficiários monitorados na educação não são localizados pelos sistemas de controle. Nesses casos, as famílias continuam recebendo o benefício porque não é possível verificar se as exigências do programa estão sendo cumpridas.
O TCU também identificou demora na aplicação das medidas previstas para quem descumpre as regras, principalmente na área da saúde. Para o tribunal, essa lentidão reduz a eficácia do acompanhamento e pode prejudicar o acesso de crianças aos serviços públicos.
Outro problema apontado está na rede de assistência social. A auditoria verificou sobrecarga nos Centros de Referência de Assistência Social, os Cras, além de falta de profissionais e registros incompletos dos atendimentos realizados.
Diante dos resultados, o TCU determinou que o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apresente, em até NOVENTA DIAS, um plano de ação para enfrentar os problemas identificados, ampliar a atualização cadastral e melhorar o acompanhamento das famílias beneficiárias.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O Banco da Amazônia divulgou os projetos aprovados na Seleção Pública de Patrocínio 2026/2027. Ao todo, serão destinados TRÊS MILHÕES E NOVECENTOS MIL REAIS para iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico, social, cultural, ambiental e esportivo na Amazônia Legal.
Os projetos selecionados têm o objetivo de gerar emprego, renda, inclusão e cidadania na região.
Segundo a instituição, o edital foi elaborado para contemplar a diversidade amazônica e incentivar ações alinhadas ao desenvolvimento sustentável.
Foram selecionados SESSENTA E CINCO projetos distribuídos em cinco áreas de atuação. Na área cultural, os recursos poderão apoiar atividades como música, audiovisual, artes cênicas e festivais regionais. Já no segmento mercadológico, os investimentos devem ser aplicados em feiras, exposições, congressos e iniciativas de fortalecimento dos pequenos negócios.
Também foram contemplados projetos sociais voltados ao combate à pobreza, capacitação profissional e inclusão produtiva; ações ambientais relacionadas à educação ambiental, reciclagem e preservação de ecossistemas; além de iniciativas esportivas ligadas ao esporte olímpico e paralímpico.
Para o Banco da Amazônia, os projetos contemplados contribuem para fortalecer a identidade regional e promover o equilíbrio entre crescimento econômico e conservação ambiental.
O edital também prevê contrapartidas sociais e a adoção de práticas de comunicação antirracistas aos selecionados. Entre as medidas previstas estão treinamentos de sensibilização das equipes, ações de inclusão racial e política de tolerância zero ao racismo durante a execução dos projetos.
Os responsáveis pelas iniciativas aprovadas receberão orientações para a fase de habilitação documental e assinatura dos contratos.
Entre os selecionados estão o projeto “Braçadas do Futuro”, que impulsiona a natação de alto rendimento em Roraima para atletas e paratletas, “Um sonho olímpico da natação”, que fomenta a prática esportiva da adolescente Pietra Diniz e a 43ª Exposição Agropecuária de Altamira, a Expoalta.
A relação completa dos projetos aprovados está disponível no portal do Banco da Amazônia. O endereço é bancoamazonia ponto com ponto br.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: A pouco mais de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, representantes do governo, organismos internacionais e profissionais da comunicação defendem que o torneio deixe um legado para além do esporte.
A proposta é aproveitar o evento para ampliar oportunidades para as mulheres, fortalecer a presença feminina em espaços de liderança e impulsionar setores como turismo, mobilidade e segurança.
O tema foi debatido em painel, durante o Fórum Internacional de Turismo para Mulheres, realizado em João Pessoa, na Paraíba, nesta quarta-feira, dia 3.
A secretária extraordinária da Copa do Mundo Feminina de 2027, Juliana Agatte, afirmou que a competição pode ampliar a chegada de visitantes ao país e estimular a participação de mulheres e famílias nos eventos esportivos.
TEC./SONORA: Juliana Agatte, secretária extraordinária da Copa do Mundo Feminina de 2027
“É uma super janela de oportunidades. Já recepcionamos muitos turistas no Brasil. E a Copa, pelo turismo esportivo, pode alavancar ainda mais a presença desses turistas. Vai ser um período de férias escolares para nós, o que também trará a oportunidade de as mulheres, das famílias assistirem uma Copa, um jogo de futebol."
LOC.: O Brasil será o primeiro país da América do Sul a sediar uma Copa do Mundo Feminina. A expectativa é que o evento também ajude a dar mais visibilidade ao futebol praticado por mulheres e incentive novas gerações de atletas.
Durante o debate, a jornalista Alicia Klein destacou que a forma como a competição será apresentada ao público pode contribuir para mudar percepções históricas sobre a presença feminina no esporte.
TEC./SONORA: Alicia Klein, jornalista
“A Copa do Mundo de 2027 pode ajudar não só a movimentar o turismo, a economia, mas pode finalmente destituir as pessoas da ideia de que futebol é coisa de homem. A gente tem uma oportunidade histórica no Brasil de mostrar um entretenimento onde as mulheres se sentem mais seguras, onde o ambiente é mais acolhedor e onde a gente pode realmente mostrar toda a nossa força.”
LOC.: Ainda segundo Alicia, a Copa tem o poder de mobilizar pessoas muito além de quem acompanha futebol. Para ela, trata-se de um evento voltado às áreas do Esporte, da Cultura e do Turismo
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A moda praia brasileira voltou a ganhar espaço no mercado internacional durante a Miami Swim Week, realizada nos Estados Unidos. Ao longo do evento, finalizado na última segunda-feira, dia 1°, QUARENTA E SEIS marcas nacionais apresentaram coleções para compradores, distribuidores e especialistas do setor.
A participação brasileira contou com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil. As marcas participaram de algumas das principais feiras de negócios da programação, com foco na ampliação das exportações e na abertura de novos mercados.
A presença brasileira foi organizada por meio dos programas Texbrasil e Fashion Label Brasil. As iniciativas apoiam empresas do setor têxtil e de moda na busca por oportunidades comerciais fora do país.
Segundo a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, as ações ajudaram a levar marcas já consolidadas e também empresas estreantes para o mercado internacional.
TEC./SONORA: Maria Paula Velloso, diretora de Negócios da ApexBrasil
“A ApexBrasil apoia a moda brasileira por meio dos nossos projetos setoriais. Das 46 marcas selecionadas, temos 25 na Cabana Show, com uma curadoria bem rigorosa. Tem marcas que participam pela primeira vez e outras que vêm se consolidando nesse mercado. Na SwimShow, estamos levando 21 marcas para que possamos promover a moda brasileira mundo afora.”
LOC.: A presença brasileira também chamou atenção pela participação feminina. Entre as empresas ligadas ao Fashion Label Brasil, cerca de OITENTA E CINCO POR CENTO são lideradas por mulheres.
Entre as participantes da feira esteve a marca Cecília, especializada em moda feminina em tricô. Para a empresária Cecília Prado, o momento simboliza o resultado de anos de investimento e dedicação ao crescimento da marca.
TEC./SONORA: Cecília Prado, empresária
“É muito tempo de dedicação, de entrega, de trabalho duro. E, aqui a gente vê toda essa concretização de sucesso e êxito.”
LOC.: Com mais de VINTE E CINCO anos de atuação, o Texbrasil já apoiou cerca de DUAS MIL marcas brasileiras e contribuiu para a geração de mais de ONZE BILHÕES DE DÓLARES em negócios internacionais.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC:
O preço do boi gordo registrou alta nesta quarta-feira (3). A arroba está sendo negociada a R$ 353,50 no estado de São Paulo, avanço de 0,34% no dia, segundo dados do Cepea.
No mercado de frango, também houve aumento. O frango congelado subiu 1,42% e é vendido a R$ 7,13 o quilo. Já o frango resfriado também teve alta, cotado a R$ 7,14.
No setor de suínos, a carcaça suína especial segue estável, negociada a R$ 8,71 por quilo nos atacados da Grande São Paulo. Já o suíno vivo registra queda em todos os estados acompanhados pelo levantamento.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Juline Pogorzelski.
LOC:
No mercado de açúcar, o cristal teve comportamento misto: em São Paulo houve leve alta, mas em Santos os preços caíram 0,25%. Já o milho também recuou, com baixa de 0,05% e saca vendida a R$ 64,51.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Juline Pogorzelski.