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Somente em relação ao setor industrial, o fim da escala 6x1 pode ampliar despesas em até R$ 87,8 bilhões
Baixar áudioLer ao vivoCarta da CACB a deputados e senadores reúne propostas voltadas ao fortalecimento das micro e pequenas empresas
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Um estudo divulgado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI, revela que a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de QUARENTA E QUATRO para QUARENTA horas pode elevar entre mais de CENTO E SETENTA E OITO BILHÕES e cerca de DUZENTOS E SESSENTA E SETE BILHÕES DE REAIS por ano os custos com empregados formais na economia brasileira. Esse montante corresponde a um aumento de até SETE POR CENTO na folha de pagamentos.
A estimativa considera dois cenários para manter o nível atual de horas trabalhadas: a realização de horas extras pelos empregados atuais ou a contratação de novos trabalhadores.
Pelos termos do levantamento, o impacto proporcional tende a ser ainda mais expressivo no setor industrial, podendo ultrapassar ONZE POR CENTO da folha salarial. Nesse segmento, o aumento das despesas seria de mais de OITENTA E SETE BILHÕES no cenário de horas extras e de aproximadamente CINQUENTA E OITO BILHÕES anuais no cenário de novas contratações.
A indústria da construção e as micro e pequenas empresas industriais seriam as mais afetadas. Dos TRINTA E DOIS setores industriais analisados, VINTE E UM apresentariam alta de custos acima da média da indústria, independentemente da estratégia adotada para manter o volume atual de produção.
Inicialmente, a proposta prevê uma alta de cerca de DEZ POR CENTO no valor da hora regular trabalhada pelos empregados cujo contrato atual exceda QUARENTA horas semanais. Caso as horas não sejam repostas, a redução do limite semanal poderá resultar em queda da atividade econômica.
O segmento da construção seria o mais impactado, com projeção de aumento de custos cima de TREZE POR CENTO, equivalente a mais de DEZENOVE BILHÕES DE REIAS por ano.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, tem feito uma mobilização no Congresso Nacional em defesa de pautas de interesse do setor produtivo, principalmente de micro e pequenas empresas ligadas ao comércio, serviços, indústria e agropecuária.
Para isso, a entidade entregou aos deputados e senadores uma carta que reúne as principais reivindicações do setor. Entre as prioridades estão o estímulo à formalização de negócios, a atualização do Simples Nacional, a ampliação da participação das micro e pequenas empresas em compras públicas, a redução da carga tributária e da burocracia estatal, além de medidas para facilitar o acesso ao crédito e garantir maior previsibilidade e segurança jurídica.
O assessor de Relações Institucionais da CACB, João Faustino, afirma que os temas refletem preocupações recorrentes dos empreendedores filiados à confederação e já vêm sendo debatidos no Congresso Nacional há algum tempo. Segundo ele, as propostas buscam promover melhorias estruturais no ambiente de negócios do país.
TEC./SONORA: João Faustino, assessor de Relações Institucionais da CACB
“Esses temas estão sendo discutidos de forma recorrente nas reuniões de conselho da CACB com as federações, no âmbito do G50 — que é o grupo das 50 associações comerciais mais influentes. Então, é um tema que, efetivamente, tem preocupado o empresariado nessa realidade econômica brasileira.”
LOC.: Faustino destaca que, em reuniões com parlamentares de diferentes estados e partidos, foi percebido um consenso quanto à urgência de aprimorar o ambiente de negócios em favor da micro e pequena empresa no Brasil.
TEC./SONORA: João Faustino, assessor de Relações Institucionais da CACB
“O principal encaminhamento dessas reuniões é na concordância que é necessário fazer o processo legislativo acontecer. Nós precisamos nos mobilizar para criar as condições de debate desses projetos de lei que buscam melhorar a realidade do microempreendedor individual (MEI), da microempresa e da empresa de pequeno porte.”
LOC.: Entre os exemplos citados está o Projeto de Lei Complementar 108/2021, que propõe a atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional e tramita no Congresso há cinco anos. Segundo ele, os valores vigentes já não refletem o cenário econômico atual.
A carta da CACB aos deputados e senadores pode ser conferida na íntegra no site cacb.org.br.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, o FNDE, repassou mais uma parcela do Salário-Educação.
O valor, referente à arrecadação de janeiro de 2026, totaliza cerca de UM BILHÃO E OITOCENTOS E DEZ MILHÕES DE REAIS.
Os recursos foram depositados nas contas dos estados, municípios e do Distrito Federal no dia 20 de fevereiro.
Segundo o Ministério da Educação, o MEC, a arrecadação anual deve chegar a cerca de QUARENTA BILHÕES DE REAIS.
O MEC aponta que o valor representa um aumento de TREZE VÍRGULA NOVE POR CENTO em relação a 2025, impulsionado pela previsão de crescimento da folha salarial no país.
O Salário-Educação é uma das principais fontes de financiamento da educação básica pública.
Os recursos podem ser utilizados para capacitação de professores, obras em escolas, compra de equipamentos, transporte escolar e para alimentação dos estudantes.
A contribuição vem de DOIS VÍRGULA CINCO POR CENTO sobre a folha de pagamento das empresas ligadas à previdência social.
Do total arrecadado, SESSENTA POR CENTO vão para estados e municípios, TRINTA POR CENTO para a União e DEZ POR CENTO ficam com o FNDE.
Reportagem, Maria Clara Abreu.
LOC.: O Instituto Nacional do Seguro Social começou, nesta segunda-feira, dia 23, o pagamento dos benefícios e auxílios referentes ao mês de fevereiro.
As datas seguem o calendário oficial e variam de acordo com o número final do benefício, sem considerar o dígito que aparece depois do traço.
Para quem recebe até um salário mínimo, os depósitos começam em 23 de fevereiro e seguem até 6 de março. Já os beneficiários que ganham acima de um salário mínimo recebem entre os dias 2 e 6 de março.
Para saber a data correta e consultar o extrato, o segurado pode acessar o site ou aplicativo Meu INSS. Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
Reportagem, Jullya Borges.
LOC.: O produtor rural brasileiro agora tem um canal exclusivo para a notificar a ocorrência de doenças agrícolas. Desenvolvido pela Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura e Pecuária, o Alerta Pragas permite o aviso sobre possíveis pragas quarentenárias, exóticas ou emergentes no Brasil.
Para registrar uma suspeita, basta encaminhar mensagem com a descrição da ocorrência, imagens quando houver, local e data da observação, além de informações de contato que auxiliem na análise técnica para o e-mail alertapragas@agro.gov.br. As informações serão avaliadas por uma equipe técnica, que poderá acionar unidades de vigilância para inspeções em campo, coleta de amostras e demais procedimentos necessários.
O objetivo da medida é reforçar e dar agilidade às ações de vigilância fitossanitária. A prevenção de entrada e de disseminação de pragas é fundamental para evitar prejuízos ao setor agropecuário e, consequentemente, à economia e ao meio ambiente. De acordo com a Embrapa, a aquisição e aplicação de defensivos agrícolas pode chegar a 30% de todos os custos de produção, a depender da cultura.
Além de produtores rurais, o canal também está disponível a profissionais técnicos, empresas, instituições e cidadãos em geral. Segundo o ministério, a colaboração de todos os envolvidos no controle de pragas é fundamental para manter a sanidade vegetal do país e proteger o patrimônio agropecuário brasileiro.
O Alerta Pragas amplia a rede de colaboração no monitoramento de pragas. A iniciativa reforça a estratégia de detecção precoce do ministério e aumenta a capacidade de resposta diante de ameaças que ainda não ocorrem no país ou que representam risco emergente. A expectativa é que o contato direto facilite a comunicação e contribua para mitigar prejuízos ao setor agropecuário e ao meio ambiente.
Pragas agrícolas são organismos que reduzem a produtividade e qualidade das lavouras. Insetos, ácaros, fungos, bactérias e vírus são alguns exemplos, e podem causar diversos danos diretos, como desfolha e sucção da seiva da planta, ou indiretos, como a transmissão de doenças.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC.: A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (24) com desvalorização no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 119,94, com baixa de 1,12%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta queda de 1,81%, sendo negociada a R$ 126,16.
O preço do trigo apresenta valorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.172,80. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra alta de 0,35%, sendo cotada a R$ 1.089,32.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Jullya Borges.
LOC.: O preço do café arábica nesta terça-feira (24) registra baixa e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.781,98, na cidade de São Paulo.
O café robusta apresentou desvalorização de 1,22% e está sendo negociado a R$ 1.030,25.
O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra baixa de 1,35%, cotada a R$ 99,09.
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 107,32; a cotação média apresenta desvalorização.
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$69,02, com alta de 0,41%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Jullya Borges.