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A declaração foi feita nesta terça-feira (19), durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
Baixar áudioLer ao vivoEvento promovido pela Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF) reuniu lideranças do setor para discutir redução da jornada de trabalho, reforma tributária, marketing, inteligência artificial e cenário político nacional
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O Congresso Nacional deve analisar nos próximos dias os vetos presidenciais à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 que impedem municípios inadimplentes de receber recursos federais.
A informação foi confirmada nesta terça-feira, dia 19, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante a Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios – evento organizado pela Confederação Nacional de Municípios, a CNM.
Segundo ele, a intenção é votar os dispositivos do chamado Veto 51 2025, que restringe transferências voluntárias da União e o envio de emendas parlamentares para prefeituras com pendências fiscais.
Durante o evento, Alcolumbre afirmou que ele e o presidente da Câmara, Hugo Motta, devem organizar uma sessão do Congresso junto aos líderes partidários e ao governo para analisar os vetos.
De acordo com o senador, dos municípios brasileiros com menos de SESSENTA E CINCO MIL habitantes, cerca de TRÊS MIL E CEM estão inadimplentes.
O veto presidencial retirou QUARENTA E QUATRO dispositivos da LDO, incluindo a autorização para que municípios inadimplentes de pequeno porte possam firmar convênios com a União. O governo justificou a decisão alegando inconstitucionalidade e violação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Ainda durante o encontro, Alcolumbre defendeu maior autonomia financeira para os municípios e afirmou que a pressão sobre as contas das prefeituras tem aumentado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, também participou do evento e destacou propostas voltadas à assistência social, segurança pública, saúde e mobilidade urbana.
Entre os temas citados estão o fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social, medidas para reduzir o impacto dos precatórios nas contas municipais e investimentos em segurança pública e transporte coletivo.
Hugo Motta também defendeu a destinação de recursos para os municípios por meio das emendas parlamentares. Segundo ele, os investimentos ajudam no financiamento de obras e serviços públicos e aproximam o orçamento federal das necessidades dos municípios.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O Conexa 2026 transformou Florianópolis, em Santa Catarina, em um centro de articulação do associativismo empresarial, nos dias 18 e 19 de maio.
Promovido pela Associação Empresarial de Florianópolis, a ACIF, com a participação Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, o evento reuniu lideranças empresariais de todo o país para discutir temas considerados estratégicos para o setor produtivo.
Entre os temas discutidos, a redução da jornada de trabalho, reforma tributária, inteligência artificial, marketing e competitividade. Os painéis também abordaram o cenário político nacional, com foco nas eleições presidenciais de 2026.
O encontro reuniu empresários, empreendedores e representantes de associações comerciais em uma programação voltada à capacitação, geração de negócios e articulação institucional.
Segundo o presidente da ACIF, Célio Bernardi, o evento reuniu mais de quatro mil participantes e mais de cem presidentes de associações empresariais de diferentes regiões do Brasil.
Na avaliação de Bernardi, a presença da CACB no evento reforçou o compromisso das associações no engajamento das pautas.
TEC./SONORA: presidente da ACIF, Célio Bernardi
“Por isso que nós vamos ter aqui a reunião da nossa CACB, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil , justamente para isso, com grandes lideranças, mais de 100 presidentes do Brasil inteiro, com essa pauta de discutir a política, qual é o rumo do Brasil que nós queremos.”
LOC.: O Conexa 2026 também abriu espaço para discussões políticas e econômicas. O painel “Para onde caminha o Brasil” reuniu os pré-candidatos à Presidência da República – Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais (MG), e o ex-governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD/GO).
Durante o debate, os dois defenderam uma agenda econômica com redução de tributos, incentivo ao setor produtivo e fortalecimento da segurança jurídica para investimentos.
Ronaldo Caiado também falou sobre cooperativismo e criticou barreiras tributárias enfrentadas pelo setor.
TEC./SONORA: ex-governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD/GO).
“É a única forma capaz de enfrentar cartéis e enfrentar a estrutura que hoje torna impossível o cidadão individualmente ter poder e, ao mesmo tempo, capacidade de pressão como se tem no cooperativismo.”
LOC.: A programação também contou com palestras sobre marketing, inovação e inteligência artificial aplicada aos negócios.
Segundo a ACIF, o Conexa é o principal encontro multissetorial de negócios de Florianópolis.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: O Brasil teve participação recorde de empresas expositoras na SIAL 2026, considerada a maior feira de alimentos e bebidas da Ásia. Realizada em Xangai, o evento contou com estandes de 82 companhias brasileiras.
A excursão foi organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos e tem expectativa de movimentar mais de US$ 3 bilhões em negócios imediatos e prospectados. Nesta segunda-feira, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, esteve no pavilhão da ApexBrasil e destacou o esforço conjunto entre governo, setor produtivo, cooperativas e empreendedores para ampliar a presença brasileira no mercado internacional.
A participação brasileira na feira é vista como estratégica para a ampliação das exportações agropecuárias, diversificação da pauta exportadora e fortalecimento da presença de produtos brasileiros de maior valor agregado no mercado asiático, especialmente o chinês, principal destino das exportações do agro nacional.
A delegação brasileira reúne empresas dos mais variados segmentos agropecuários para evidenciar o avanço e diversificação da pauta exportadora brasileira, além do potencial de agregação de valor do agro nacional.
Outro destaque da missão é a internacionalização do programa Cooperar para Exportar. A estréia internacional da iniciativa aconteceu na Gulfood 2026, em janeiro deste ano em Dubai, e participa pela primeira vez de uma agenda na China, com um pavilhão dedicado a 10 cooperativas da agricultura familiar brasileira.
A SIAL 2026 ocorre entre os dias 18 e 20 de maio, em Xangai, reunindo mais de 5 mil expositores de mais de 75 países e regiões com tendências, inovações e oportunidades de negócios. A expectativa é receber cerca de 180 mil visitantes de mais de 110 países.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC.: A CAIXA inicia nesta quarta-feira (20), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de maio para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 3.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
LOC.: A empresários e representantes de entidades públicas e privadas do agronegócio da China, o ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, André de Paula, destacou a importância estratégica da relação bilateral entre os países e o trabalho conduzido para ampliar o acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês.
A fala ocorreu durante o Seminário Brasil-China de Agronegócio, realizado no último domingo, em Xangai. O evento, primeira agenda oficial da viagem, debateu oportunidades de negócios, cooperação comercial e ampliação do intercâmbio agropecuário. Na ocasião, o ministro ressaltou ainda que a escolha do gigante asiático como destino da primeira viagem internacional à frente do ministério foi justamente por ser o principal parceiro comercial brasileiro.
Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, enfatizou os diferenciais da agropecuária brasileira no mercado internacional. Segundo Rua, o Brasil reúne atributos fundamentais para atender à demanda global: qualidade, quantidade, sanidade, sustentabilidade, competitividade e estabilidade de fornecimento.
Além das autoridades brasileiras, também participaram do seminário empresas nacionais de diferentes segmentos agropecuários que buscam abrir comércio ou aprimorar relações comerciais com os chineses.
Desde 2023, foram abertos 12 novos mercados na China para produtos do campo brasileiro. O avanço é visto como um reflexo do fortalecimento das negociações sanitárias e fitossanitárias conduzidas entre os dois países.
No ano passado, as exportações do agronegócio brasileiro para a China ultrapassaram US$ 55 bilhões, mantendo o país asiático como principal destino dos produtos do setor. O complexo soja liderou a pauta exportadora, com mais de US$ 34 bilhões faturados, o equivalente a mais de 62% do total embarcado. No mesmo período, o Brasil importou US$ 1 bilhão e 600 milhões em produtos agropecuários da China, com destaque para produtos florestais, fibras e têxteis.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC.: O setor empresarial precisa ampliar a representação institucional para defender pautas ligadas à produtividade, competitividade e geração de empregos, segundo o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (Faceb), integrante do sistema da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Paulo Cavalcanti.
A avaliação foi feita em audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados, que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho.
O debate reuniu representantes do setor produtivo para discutir a PEC 221/2019, sob a perspectiva dos empregadores.
Paulo Cavalcanti destacou que qualquer alteração nas regras trabalhistas impacta diretamente o custo das empresas e a economia do país. Na avaliação dele, o setor não está sendo ouvido para adiar a análise.
Ele reforçou, ainda, a relevância da discussão aprofundada sobre o tema e defendeu maior participação do setor produtivo no Congresso.
TEC./SONORA: presidente da FACEB, Paulo Cavalcanti
“O Congresso Nacional precisa ter mais representantes legítimos de deputados e senadores que defendam os nossos interesses, afinal de contas, quem tem função social, quem faz a produção de riqueza, não existe assistencialismo, não existe política pública de melhorar as diferenças, a desigualdade brasileira, se não tiver recurso de quem é pagador de imposto.”
LOC.: O presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), Leonardo Miguel Severini, afirmou que a proposta pode elevar os custos de produtos e serviços e impactar o custo de vida da população. ABRE ASPAS – “Nos serviços, a composição do custo da mão de obra chega a 70% da operação” – FECHA ASPAS.
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) alerta que a implementação abrupta do fim da escala 6x1 pode causar aumento dos custos operacionais, necessidade de contratações adicionais e redução da margem de lucro.
Os participantes da audiência na Câmara reforçaram que o setor produtivo não é contra à discussão sobre a qualidade de vida do trabalhador em torno da medida.
Nesta terça-feira (19), a Comissão Especial realiza duas audiências públicas. Uma para discutir os impactos da escala 6x1 sobre a saúde e outra para debater a redução da jornada sob a perspectiva da classe trabalhadora.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC: O preço do boi gordo registrou leve queda nesta quarta-feira, dia 20. No estado de São Paulo, a arroba está sendo negociada a R$ 344,80, com recuo de 0,14%.
No mercado avícola, os preços do frango também apresentaram baixa de 0,26% na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado segue vendido a R$ 7,58, enquanto o frango resfriado é comercializado a R$ 7,59.
Já a carcaça suína especial manteve estabilidade no preço e continua negociada a R$ 8,71 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
Por outro lado, o suíno vivo apresentou queda nos preços em todos os estados analisados.
Os dados refletem o comportamento do mercado agropecuário nesta quarta-feira.
Reportagem, Juline Pogorzelski.
LOC:
O mercado de commodities agrícolas abriu esta quarta-feira, dia 20, com variações nos preços do café, açúcar e milho.
O café arábica registrou queda de 1%, com a saca de 60 quilos negociada a R$ 1.589,67 na cidade de São Paulo.
Já o café robusta apresentou valorização de 0,84%, sendo comercializado a R$ 921,88.
O açúcar cristal também teve recuo nas principais praças paulistas. Na capital, a saca de 50 quilos caiu 0,78% e está cotada a R$ 93,96.
Por outro lado, em Santos, no litoral paulista, o produto teve alta de 1,99%, com a saca negociada a R$ 107,03, na média de preços sem impostos.
No mercado do milho, a saca de 60 quilos apresenta leve queda de 0,06%, sendo vendida a R$ 65,28.
Reportagem, Juline Pogorzelski.