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Dezoito estados apresentam tendência de crescimento da SRAG; vacinação segue como principal forma de prevenção
Baixar áudioLer ao vivoInformativo Emprego no Campo, desenvolvido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que saldo negativo foi de quase 4 mil postos de trabalho no mês; desempenho foi abaixo do observado no mesmo período em 2025 e 2024
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LOC.: A análise desta semana do Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, a SRAG, em todo o país. Segundo o levantamento, o avanço está relacionado principalmente ao crescimento das hospitalizações provocadas pelo vírus sincicial respiratório, o VSR, pela influenza A e pelo rinovírus.
Atualmente, todas as unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em 18 estados, também há sinais de crescimento na tendência de longo prazo.
De acordo com o boletim, os casos de SRAG associados ao VSR seguem em alta na maior parte das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Mesmo onde já há sinais de estabilização ou queda, os níveis de circulação do VSR ainda permanecem elevados. É o caso do Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Paraíba.
Em relação à influenza A, o estudo mostra que a doença tem provocado maior incidência de casos graves entre crianças menores de 2 anos, enquanto a mortalidade é mais elevada na população com 65 anos ou mais.
Segundo a Fiocruz, as hospitalizações por influenza A apresentam tendência de queda ou estabilização em níveis baixos na maior parte do país. No entanto, os registros continuam crescendo em todos os estados da Região Sul, além de São Paulo, Minas Gerais, Roraima, Acre e no Rio Grande do Norte.
O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG, especialmente entre crianças e adolescentes. O crescimento é observado em Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí e Sergipe; em Minas Gerais e Rio de Janeiro; em Santa Catarina e Rio Grande do Sul; além de Goiás.
Já os casos de SRAG associados à Covid-19 permanecem em queda na maior parte do território nacional, embora ainda apresentem tendência de crescimento no Ceará, Maranhão e Pará.
A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, reforça que a vacinação continua sendo a principal estratégia para prevenir casos graves e mortes causados pelos vírus respiratórios.
Reportagem, Paloma Custódio, narração, Marquezan Araújo
LOC.: O agronegócio brasileiro fechou o mês de abril com saldo negativo na geração de empregos. Dados do Informativo Emprego no Campo, da Confederação Nacional de Municípios, a CNM, mostram que o setor perdeu três mil novecentos e trinta postos de trabalho no período.
Ao todo, foram registradas DUZENTAS E TRINTA E CINCO MIL CENTO E QUARENTA E SEIS ADMISSÕES E DUZENTOS E TRINTA E NOVE MIL E SETENTA E SEIS desligamentos. O resultado é pior do que o observado nos meses de abril de 2025 e de 2024, quando o setor apresentou saldo positivo.
Segundo o levantamento, a queda foi puxada principalmente pela redução de vagas nos cultivos de soja, maçã e laranja. Entre os duzentos e trinta e seis segmentos do agronegócio com movimentação no período, mais da metade registrou perda de empregos.
Enquanto o agro fechou quase quatro mil vagas negativas em abril, os demais setores da economia brasileira criaram OITENTA E CINCO MIL E DUZENTOS postos de trabalho no mesmo mês.
Apesar do resultado negativo no cenário nacional, alguns municípios se destacaram na geração de empregos. Formosa e Morrinhos, em Goiás, lideraram a criação de vagas em abril, com cerca de MIL E TREZENTOS novos postos de trabalho cada.
No acumulado deste ano, Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, aparecem na liderança da geração de empregos no agronegócio.
Os dados integram um estudo da CNM que acompanha a evolução do emprego formal no campo e os impactos da atividade agropecuária nas economias locais.
Com informações da Confederação Nacional de Municípios, Bianca Mingote
LOC.: Brasileiros endividados já podem contar com uma nova oportunidade para renegociar débitos desde maio deste ano. Com o Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal,é possível conseguir descontos de até NOVENTA POR CENTO nas dívidas, parcelamento em até QUARENTA E OITO meses e, ainda, usar parte do saldo do FGTS para ajudar na quitação dos débitos.
A iniciativa, também chamada de Desenrola 2.0, foi criada para reduzir a inadimplência e ajudar famílias a recuperarem o acesso ao crédito. O programa vale para pessoas com renda de até CINCO salários mínimos, o equivalente a OITO MIL CENTO E CINCO REAIS em 2026.
Podem participar consumidores que tenham dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam em atraso entre NOVENTA E UM dias e DOIS anos.
Nesta etapa, entram na renegociação dívidas das famílias de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, conhecido como CDC.
Para aderir ao programa, os interessados devem procurar diretamente os bancos ou instituições financeiras onde possuem débitos. O limite do novo crédito é de até QUINZE MIL REAIS por pessoa em cada instituição participante.
Entre as condições oferecidas estão descontos que variam de TRINTA a NOVENTA POR CENTO sobre o valor devido. Os juros são limitados a 1,99% ao mês, com prazo de pagamento de até QUARENTA E OITO meses. O prazo é de 35 dias para começar a pagar.
Uma das principais novidades do Desenrola 2.0 é a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS, para quitar ou reduzir dívidas. O trabalhador inadimplente poderá usar até 20% do saldo disponível no fundo ou até MIL REAIS, sendo que o maior será o válido. O valor utilizado poderá ser definido durante a negociação com a instituição financeira.
O Novo Desenrola Brasil também traz condições especiais para estudantes com dívidas do Fies. Quem está com parcelas atrasadas entre NOVENTA e TREZENTOS E SESSENTA dias poderá obter desconto de 100% dos juros e multas. Já estudantes inscritos no CadÚnico poderão conseguir descontos de até 99% do valor total da dívida.
A expectativa do governo federal é beneficiar milhões de brasileiros e facilitar a recuperação financeira de famílias e estudantes que enfrentam dificuldades para regularizar pendências.
Com informações do Ministério da Fazenda, Bianca Mingote
LOC.: O governo federal lançou uma calculadora oficial para ajudar brasileiros endividados a simularem a renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil – Famílias, conhecido como Desenrola 2.0.
A ferramenta permite estimar descontos, parcelas e até o uso do FGTS antes de procurar o banco para fechar um acordo.
Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa foi criada para ajudar pessoas com renda de até CINCO salários mínimos – o equivalente a R$ 8.105 – a renegociar dívidas em melhores condições.
Para utilizar a ferramenta, é necessário que a dívida tenha sido contratada antes de 31 de janeiro de 2026 e esteja atrasada entre 91 dias e dois anos.
A calculadora considera fatores como valor da dívida, tempo de atraso, descontos mínimos exigidos e possibilidade de uso do FGTS.
Pelas regras do programa, o consumidor pode utilizar até 20% do saldo disponível no FGTS ou até MIL REAIS – sendo que o maior valor é o válido.
A possibilidade de uso do fundo deve ser confirmada diretamente com o banco.
A Fazenda alerta que a ferramenta serve apenas para simulação. Ou seja, os valores apresentados são estimativas e não incluem possíveis tarifas ou impostos adicionais, sendo necessário procurar diretamente a instituição financeira credora para efetuar o acordo, a qual deve ser participante do programa.
A simulação considera taxa máxima de juros de 1,99% ao mês.
O Desenrola 2.0 prevê descontos de até 90%, além de parcelamento entre 12 e 48 meses.
Segundo o governo federal, a ferramenta busca ampliar o acesso à informação e ajudar famílias a organizarem melhor o orçamento antes de assumir uma renegociação.
Para usar o simulador, basta acessar a plataforma oficial, informar os dados da dívida, escolher o número de parcelas e simular o uso do FGTS.
As condições finais de renegociação devem ser confirmadas diretamente com os bancos participantes.
O simulador já está disponível gratuitamente no site simuladordesenrola.fazenda.gov.br.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: A moda praia brasileira voltou a ganhar espaço no mercado internacional durante a Miami Swim Week, realizada nos Estados Unidos. Ao longo do evento, finalizado na última segunda-feira, dia 1°, QUARENTA E SEIS marcas nacionais apresentaram coleções para compradores, distribuidores e especialistas do setor.
A participação brasileira contou com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil. As marcas participaram de algumas das principais feiras de negócios da programação, com foco na ampliação das exportações e na abertura de novos mercados.
A presença brasileira foi organizada por meio dos programas Texbrasil e Fashion Label Brasil. As iniciativas apoiam empresas do setor têxtil e de moda na busca por oportunidades comerciais fora do país.
Segundo a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, as ações ajudaram a levar marcas já consolidadas e também empresas estreantes para o mercado internacional.
TEC./SONORA: Maria Paula Velloso, diretora de Negócios da ApexBrasil
“A ApexBrasil apoia a moda brasileira por meio dos nossos projetos setoriais. Das 46 marcas selecionadas, temos 25 na Cabana Show, com uma curadoria bem rigorosa. Tem marcas que participam pela primeira vez e outras que vêm se consolidando nesse mercado. Na SwimShow, estamos levando 21 marcas para que possamos promover a moda brasileira mundo afora.”
LOC.: A presença brasileira também chamou atenção pela participação feminina. Entre as empresas ligadas ao Fashion Label Brasil, cerca de OITENTA E CINCO POR CENTO são lideradas por mulheres.
Entre as participantes da feira esteve a marca Cecília, especializada em moda feminina em tricô. Para a empresária Cecília Prado, o momento simboliza o resultado de anos de investimento e dedicação ao crescimento da marca.
TEC./SONORA: Cecília Prado, empresária
“É muito tempo de dedicação, de entrega, de trabalho duro. E, aqui a gente vê toda essa concretização de sucesso e êxito.”
LOC.: Com mais de VINTE E CINCO anos de atuação, o Texbrasil já apoiou cerca de DUAS MIL marcas brasileiras e contribuiu para a geração de mais de ONZE BILHÕES DE DÓLARES em negócios internacionais.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC:
O preço do boi gordo registrou alta nesta quarta-feira (3). A arroba está sendo negociada a R$ 353,50 no estado de São Paulo, avanço de 0,34% no dia, segundo dados do Cepea.
No mercado de frango, também houve aumento. O frango congelado subiu 1,42% e é vendido a R$ 7,13 o quilo. Já o frango resfriado também teve alta, cotado a R$ 7,14.
No setor de suínos, a carcaça suína especial segue estável, negociada a R$ 8,71 por quilo nos atacados da Grande São Paulo. Já o suíno vivo registra queda em todos os estados acompanhados pelo levantamento.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Juline Pogorzelski.
LOC:
No mercado de açúcar, o cristal teve comportamento misto: em São Paulo houve leve alta, mas em Santos os preços caíram 0,25%. Já o milho também recuou, com baixa de 0,05% e saca vendida a R$ 64,51.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Juline Pogorzelski.