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Supremo deve retomar debate sobre redistribuição entre estados e municípios nesta quarta (6)
Baixar áudioLer ao vivoEstado prevê abertura de quase 2 mil leitos; hospitalizações por influenza disparam 533,3%
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, finalizou a distribuição dos royalties referentes à produção de fevereiro de DOIS MIL E VINTE E SEIS. Ao todo, foram repassados mais de QUINHENTOS E SESSENTA E TRÊS MILHÕES DE REAIS para os estados e cerca de SETECENTOS E QUARENTA E TRÊS MILHÕES DE REAIS para os municípios. Mais de QUINHENTAS E TRINTA cidades foram beneficiadas.
Somando todos os regimes de exploração — concessão, cessão onerosa e partilha de produção — o volume total distribuído chega a QUATRO BILHÕES E OITOCENTOS E OITENTA MILHÕES DE REAIS. Os valores seguem regras definidas em lei e podem ser consultados pelos beneficiários nos canais oficiais da ANP.
Enquanto isso, o tema dos royalties volta ao centro do debate no Supremo Tribunal Federal. Está previsto para esta quarta-feira, dia seis de maio, o julgamento que pode redefinir a forma como esses recursos são divididos entre estados e municípios.
A discussão envolve uma lei de 2012, que amplia a distribuição dos royalties e reduz a concentração histórica em estados produtores, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.
De um lado, governos estaduais defendem a manutenção das regras atuais e alertam para possíveis perdas bilionárias. Do outro, a Confederação Nacional de Municípios propõe uma divisão mais equilibrada, com um período de transição de SETE anos.
Dados apresentados pela própria Confederação, com apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e de estudos estaduais, mostram que os recursos ainda estão concentrados em poucas cidades.
A decisão do Supremo pode impactar diretamente a arrecadação de estados e municípios em todo o país.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O governo do Rio Grande do Sul decretou estado de emergência em saúde pública em todo o território gaúcho diante do aumento das internações provocadas pela Síndrome Respiratória Aguda Grave, a SRAG. A publicação do normativo é essencial para que o estado possa solicitar apoio financeiro ao Ministério da Saúde para habilitação dos leitos de UTI adulto e pediátrica.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, serão habilitados 604 leitos estaduais e 1.277 leitos federais nos próximos meses. Durante a vigência da emergência, os hospitais que atendem pelo SUS deverão priorizar medidas para ampliar a oferta de leitos clínicos com suporte ventilatório e de UTI destinados a pacientes com SRAG.
De acordo com o decreto, o estado de emergência tem validade de 120 dias, podendo ser prorrogado conforme a evolução dos indicadores epidemiológicos.
A decisão se baseia na análise de indicadores que apontam aumento expressivo na circulação de vírus respiratórios.
Segundo o decreto, em um intervalo de três semanas, foi registrado aumento de 102,7% nas hospitalizações por SRAG; avanço de 533,3% das hospitalizações associadas ao vírus Influenza e alta de 376,9% nas internações por rinovírus, chegando a 528,6% entre crianças menores de 12 anos.
Dados do Ministério da Saúde também indicam tendência de crescimento dos casos de SRAG no estado, com possibilidade de alcançar nível moderado de incidência nas próximas semanas.
A iniciativa integra o programa Inverno Gaúcho com Saúde, que busca preparar a rede estadual para o período de maior circulação de vírus respiratórios.
Como parte das ações, foram repassados 7 milhões e meio de reais aos 497 municípios gaúchos para fortalecer a atenção primária. Entre as medidas previstas estão a ampliação do horário de atendimento nas unidades básicas de saúde; contratação de profissionais; reforço de insumos; busca ativa de não vacinados e intensificação das campanhas de imunização.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: A proposta que acaba com a jornada de trabalho seis por um avançou na Câmara dos Deputados com a criação de uma comissão especial para analisar o mérito das propostas de emenda à Constituição (PECs) número 221 de 2019 e número 8 de 2025.
O avanço tem provocado debate sobre os impactos na economia, principalmente para os pequenos negócios, e movimenta o setor produtivo, por meio da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). Na avaliação de representantes das empresas de Minas Gerais, as medidas estão sendo analisadas em um contexto político-eleitoral que pode prejudicar a aprovação sem a devida atenção que o tema exige.
Para o vice-presidente da CACB e presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues da Silva, o debate sobre a redução da escala de trabalho deve ser feito com mais profundidade e critérios técnicos.
TEC./SONORA: Valmir Rodrigues da Silva, vice-presidente da CACB
“A jornada reduzida vai gerar mais custo, principalmente para as micro e pequenas empresas, que terão que repassar esse custo aos seus produtos e serviços. Se fosse dialogado com mais profundidade, encontraríamos o melhor caminho, dando sempre a melhor condição para que as pessoas possam ter vida próspera. E infelizmente, com um projeto com cunho de populismo e eleitoral, nós não vamos realmente avançar com qualidade sobre o tema.”
LOC.: Tenente Melo, do Republicanos mineiro, ex-subsecretário de liberdade econômica e empreendedorismo de Minas Gerais, alerta que sem o debate adequado a medida pode aumentar custos, com repasse ao consumidor, gerar desemprego e causar riscos econômicos.
TEC./SONORA: Tenente Melo (Republicanos/MG), ex-subsecretário de liberdade econômica e empreendedorismo de Minas Gerais
“O impacto é direto e muito arriscado. Uma decisão desse tipo, tomada de maneira tão radical, tão brusca, sem o devido estudo, vai comprometer. O primeiro impacto é o aumento de preços. Segundo, quebra de negócios, vão fechar muitos negócios. Se eu não tiver mercado para garantir esse preço aumentado, vou acabar fechando o meu negócio e gerando desemprego. Esse é o resultado em qualquer lugar do mundo, que uma decisão econômica desse porte foi tomada sem o devido cuidado, devido estudo, o impacto é sempre esse.”
LOC.: A comissão especial foi formalizada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, após a admissibilidade das propostas ter sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O colegiado será composto por 38 membros titulares e 38 suplentes.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou nesta segunda-feira, dia 4, que pretende manter diálogo próximo com o agronegócio e levar as demandas do setor ao governo federal.
A declaração foi feita durante reunião do Conselho Superior do Agronegócio, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na capital paulista. Esse foi o primeiro encontro do ministro com o grupo desde que assumiu o cargo.
Durante a reunião, representantes do setor produtivo apresentaram preocupações, principalmente com o acesso ao crédito rural e com regras ambientais que podem impactar os produtores.
Um dos pontos mais debatidos foi a restrição de crédito para produtores monitorados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite, o Prodes. Segundo o setor, cerca de VINTE E OITO POR CENTO dos produtores que já tiveram acesso a financiamento podem ser afetados.
O problema, de acordo com os participantes, é que mesmo produtores que regularizaram sua situação ambiental continuam enfrentando dificuldades, devido à metodologia de análise anual.
Como alternativa, a Embrapa apresentou o projeto TerraClass, que mapeia o uso da terra e pode ajudar a tornar esse processo mais preciso.
O ministro também destacou que está estruturando um novo Plano Safra, considerado essencial para o setor, mas reconheceu que os juros mais altos são um desafio.
A expectativa é de que novas reuniões avancem nas discussões, inclusive com a participação do Ministério da Fazenda.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Artistas visuais de Goiás têm até o dia 13 de maio para se inscrever no edital do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, o Fica 2026. A seleção vai definir propostas que irão compor as exposições do evento, marcado para acontecer entre os dias 17 e 21 de junho, na cidade de Goiás.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até às CINCO HORAS DA TARDE, exclusivamente pela internet, na plataforma Plateia Editais.
Podem participar artistas residentes em qualquer município do estado. Ao todo, serão escolhidas DEZ propostas, distribuídas em TRÊS categorias: artistas da cidade de Goiás, artistas do interior — com exceção de Goiânia — e artistas de qualquer região goiana.
Cada projeto selecionado recebe QUATRO MIL REAIS, em valor bruto, como incentivo à participação.
As propostas podem contemplar diversas linguagens das artes visuais, como pintura, escultura, fotografia, desenho, gravura, videoarte, além de instalações e objetos.
Todas devem dialogar com o tema desta edição: “Água e Clima no Brasil das Nascentes”.
As exposições devem ocorrer, prioritariamente, no Museu Palácio Conde dos Arcos, com entrada gratuita durante todo o festival.
O processo seletivo será realizado em duas etapas: habilitação e avaliação artística. O resultado final está previsto para o dia 26 de maio.
Reconhecido nacionalmente, o Fica reúne cinema, cultura e meio ambiente, promovendo debates e o intercâmbio entre artistas, pesquisadores e o público.
Mais informações e o edital completo estão disponíveis no site oficial do festival. O endereço é www.fica.go.gov.br.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC: A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta terça-feira, 5 de maio, a situação de emergência em 30 cidades afetadas por desastres.
Estão na lista municípios dos estados do Acre, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul.
Para conferir a lista completa, acesse mdr.gov.br.
Com o reconhecimento federal, as prefeituras já podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene.
A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.
TEC./SONORA: JULIANA MORETTI
“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
LOC: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br.
Reportagem, Manuela Rolim.
O preço do boi gordo nesta terça-feira (5) apresenta queda de 0,07%; a arroba está sendo negociada a R$ 354,20, no estado de São Paulo.
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam estabilidade. O frango congelado segue negociado a R$ 7,16, e o frango resfriado a R$ 7,17.
A carcaça suína especial apresenta alta de 0,59%, sendo negociada a R$ 8,47, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra baixa em alguns os estados analisados, com é o caso Minas Gerais, onde o produto é comercializado a R$ 5,57.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo
O preço do café arábica abre esta terça-feira (5) em queda de 0,10%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.759,77 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve baixa de 1,61%, sendo comercializado a R$ 910,36.
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve recuo de 0,08% e é cotada a R$ 97,83.
Em Santos (SP), houve alta foi de 1,88% e a mercadoria é negociada a R$ 108,04 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,05, após alta de 0,21%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo