Nos oito primeiros meses de vigência do Programa Voa Brasil, o número de cidades procuradas pelos aposentados do INSS em busca de passagens aéreas oferecidas por meio da iniciativa passou de 80. Em março, ingressaram na lista os aeroportos de Fernando de Noronha (PE), Guanambi (BA) e Teófilo Otoni (MG), chegando a um total de 82 municípios.
Desde julho do ano passado, foram reservadas 35.419 passagens no primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
Entre os 20 principais destinos, somente três não são capitais: Campinas (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Porto Seguro (BA). São Paulo segue como a cidade mais procurada pelos aposentados, já que responde por quase 30% dos bilhetes, com um total de 10.261. Na sequência aparecem:
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, a medida permite a ampliação dos grupos usuários e contribui para o fortalecimento do Turismo. “O objetivo do programa, de incluir novos usuários no transporte aéreo, de permitir que grupos como os aposentados do INSS possam encontrar passagens mais acessíveis, sem subsídio, este objetivo está plenamente atingido”, destaca.
O Secretário Nacional de Aviação Civil do MPor, Tomé Franca, afirma que o programa não utiliza recursos públicos e conta com a parceria das empresas aéreas que disponibilizam vagas ociosas em datas, horários ou período de pouca demanda. Ele reforça, ainda, que a iniciativa tem boa adesão.
“Neste período, cerca de 150 mil beneficiários acessaram o sistema, resultando em 35 mil bilhetes, ou 24% dos interessados. No site das companhias aéreas, este percentual fica entre 1% e 3%, ou seja, o número de reservas confirmadas no Voa Brasil tem um percentual muito superior”, pontua.
O aposentado do INSS interessado em participar do Voa Brasil deve acessar o programa pelo site www.gov.br/voabrasil e escolher data, origem e destino. Vale lembrar que passagens de até R$ 200 serão oferecidas a quem não tenha viajado de avião nos últimos 12 meses. Cada aposentado só pode adquirir até dois trechos por ano.
Para a segunda fase do Voa Brasil, o Ministério de Portos e Aeroportos, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), vai utilizar a base de dados do ProUni, Fies e Sisu para relacionar os estudantes que poderão participar do programa.
Lista: confira a lista das cidades contempladas pelo Voa Brasil nos últimos 8 meses (Fonte: MPOR)
Região | UF | Cidade | Destino | Origem |
---|---|---|---|---|
Centro-Oeste | DF | Brasília | 2.268 | 2.251 |
Centro-Oeste | GO | Goiânia | 242 | 250 |
Centro-Oeste | MS | Campo Grande | 100 | 94 |
Centro-Oeste | MT | Cuiabá / Várzea Grande | 68 | 74 |
Centro-Oeste | MT | Sinop | 16 | 12 |
Centro-Oeste | GO | Caldas Novas | 12 | 2 |
Centro-Oeste | MS | Bonito | 6 | 7 |
Centro-Oeste | MT | Rondonópolis | 2 | 2 |
Norte | PA | Belém | 447 | 432 |
Norte | AM | Manaus | 373 | 377 |
Norte | RO | Porto Velho | 85 | 89 |
Norte | TO | Palmas | 64 | 61 |
Norte | PA | Santarém | 42 | 35 |
Norte | AC | Rio Branco | 32 | 32 |
Norte | PA | Marabá | 29 | 31 |
Norte | AP | Macapá | 18 | 26 |
Norte | RR | Boa Vista | 17 | 20 |
Norte | PA | Parauapebas | 9 | 11 |
Norte | AM | Tabatinga | 6 | 2 |
Norte | AM | São Gabriel da Cachoeira | 5 | 1 |
Norte | PA | Altamira | 4 | 2 |
Norte | AC | Cruzeiro do Sul | 1 | |
Nordeste | PE | Recife | 2.745 | 2.650 |
Nordeste | CE | Fortaleza | 2.453 | 2.283 |
Nordeste | BA | Salvador | 2.024 | 2.020 |
Nordeste | PB | João Pessoa/Bayeux | 1.324 | 1.082 |
Nordeste | AL | Maceió/Rio Largo | 1.130 | 1.132 |
Nordeste | RN | Natal | 1.040 | 1.003 |
Nordeste | MA | São Luís | 708 | 719 |
Nordeste | SE | Aracaju | 647 | 611 |
Nordeste | CE | Juazeiro do Norte | 553 | 522 |
Nordeste | BA | Porto Seguro | 500 | 491 |
Nordeste | PI | Teresina | 404 | 342 |
Nordeste | PE | Petrolina | 289 | 257 |
Nordeste | BA | Ilhéus | 227 | 220 |
Nordeste | BA | Vitória da Conquista | 176 | 181 |
Nordeste | MA | Imperatriz | 88 | 76 |
Nordeste | CE | Cruz | 26 | 23 |
Nordeste | BA | Barreiras | 3 | 6 |
Nordeste | PE | Fernando de Noronha | 3 | 3 |
Nordeste | RN | Mossoró | 3 | 1 |
Nordeste | PB | Campina Grande | 2 | 7 |
Nordeste | BA | Guanambi | 1 | |
Sul | RS | Porto Alegre | 582 | 618 |
Sul | PR | Curitiba | 354 | 359 |
Sul | SC | Florianópolis | 297 | 328 |
Sul | PR | Foz do Iguaçu | 212 | 193 |
Sul | SC | Navegantes | 85 | 73 |
Sul | RS | Passo Fundo | 46 | 52 |
Sul | SC | Chapecó | 37 | 46 |
Sul | PR | Maringá | 37 | 35 |
Sul | PR | Cascavel | 30 | 24 |
Sul | RS | Caxias do Sul | 30 | 37 |
Sul | PR | Londrina | 27 | 22 |
Sul | SC | Joinville | 12 | 12 |
Sul | RS | Pelotas | 12 | 10 |
Sul | RS | Santa Maria | 3 | 3 |
Sul | PR | Pato Branco | 2 | 1 |
Sul | PR | Ponta Grossa | 2 | 2 |
Sul | SC | Jaguaruna | 1 | 4 |
Sul | PR | Umuarama | 1 | 1 |
Sul | RS | Santo Ângelo | 2 | |
Sul | PR | Guarapuava | 1 | |
Sudeste | SP | São Paulo | 10.261 | 10.569 |
Sudeste | RJ | Rio de Janeiro | 3.050 | 3.286 |
Sudeste | MG | Belo Horizonte/Confins | 997 | 1.044 |
Sudeste | SP | Campinas | 657 | 733 |
Sudeste | ES | Vitória | 373 | 404 |
Sudeste | MG | Montes Claros | 34 | 31 |
Sudeste | MG | Uberlândia | 29 | 35 |
Sudeste | SP | São José do Rio Preto | 22 | 22 |
Sudeste | SP | Ribeirão Preto | 14 | 14 |
Sudeste | SP | Presidente Prudente | 6 | 3 |
Sudeste | MG | Goianá | 3 | 2 |
Sudeste | MG | Uberaba | 3 | 1 |
Sudeste | SP | Araçatuba | 2 | 2 |
Sudeste | MG | Santana do Paraíso/Ipatinga | 2 | 4 |
Sudeste | SP | São José dos Campos | 2 | 2 |
Sudeste | SP | Bauru | 1 | |
Sudeste | MG | Governador Valadares | 1 | 2 |
Sudeste | MG | Teófilo Otoni | 1 | |
Sudeste | MG | Varginha | 1 |
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) revela que houve um aumento de 17 pontos percentuais entre as pessoas que consideram que a economia piorou nos últimos 12 meses. Em janeiro, a taxa era de 39%. Agora, atingiu 56% dos entrevistados. Para 16% houve melhora, enquanto 26% afirmaram que o cenário econômico não mudou.
Ainda de acordo com o levantamento, 53% das pessoas ouvidas consideram que está mais difícil conseguir emprego atualmente do que há um ano, marcando um salto de oito pontos percentuais em relação há três meses. A variação foi a mesma no sentido contrário, ou seja, em janeiro, 43% disseram que estava mais fácil conseguir um emprego, percentual que agora passou para 35%.
Além disso, houve piora em relação ao preço dos combustíveis. A pesquisa mostra que 70% responderam que o produto ficou mais caro nos postos no último mês, o que representa um aumento de 13 pontos percentuais frente a janeiro, quando 57% afirmaram que o preço havia subido.
Outro grupo que sofreu aumento foi o dos que viram os alimentos ficarem mais caros no último mês. O percentual chegou a 88%, na comparação com 83% na rodada anterior. Além disso, de maneira geral, 81% disseram que o poder de compra dos brasileiros é menor atualmente do que há um ano. Já 9% responderam que é maior, mesma taxa dos que avaliam que não houve mudança.
A pesquisa também avaliou a opinião dos brasileiros em relação à atual gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Nesse caso, 56% desaprovam a administração petista. Já 41% a consideram como positiva. O resultado revela que, além de ter registrado a quarta alta seguida, a desaprovação do governo Lula também ficou mais afastada do índice de aprovação. Em janeiro, 49% desaprovavam o atual governo, enquanto 47% o consideravam favorável.
A taxa de rejeição à gestão petista subiu 13 pontos percentuais desde julho de 2024, quando começou o ciclo de insatisfação popular com o governo Lula. A aprovação apresentou recuo no mesmo patamar.
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A escalada da insatisfação com a administração do atual presidente da República foi notada em todas as regiões do Brasil, sendo mais expressiva no Nordeste, onde normalmente o petista costuma ter mais apoio. Nessa região, a taxa dos que desaprovam o governo saltou de 37% para 46% em dois meses. Já a aprovação caiu de 59% para 52%. No Sudeste, por sua vez, 60% se dizem insatisfeitos, enquanto 37% aprovam a administração federal atual.
Ainda de acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados consideram a gestão de Lula pior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os que apontam o atual mandato como melhor que o de Bolsonaro representam 39% dos que responderam à pesquisa. Para 15% os dois são iguais e 3% não souberam responder.
O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) encerrou a última sessão acima dos 131 mil pontos. A cotação veio um dia antes do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No pregão, as ações com maiores altas foram da PDG Realty e da OI, com elevações de 25% e 21,92%, respectivamente.
Já as maiores quedas foram de ações da Estrela, com recuo de 34,21%; e da Bioma Educação, com baixa de 14,50%.
O volume total negociado na B3 foi de R$ 18,1 bilhões, entre 3,6 milhões de negócios.
Os dados podem ser consultados na B3.
A cotação do boi gordo apresentou alta de 0,39%, nesta quarta-feira (2). Com o resultado, a arroba do produto passou a custar R$ 320,75, no estado de São Paulo.
Em relação aos quilos dos frangos congelado e resfriado, houve alta nos preços. O primeiro está comercializado a R$ 8,48 e o segundo a R$ 8,45. Para os dois produtos, as regiões de referência são da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.
Já a carcaça suína especial apresentou aumento de 0,34% no preço e o quilo da mercadoria é comercializado a R$ 11,90, em atacados da Grande São Paulo.
Para o quilo do suíno vivo, a tendência foi de estabilidade nos preços em quase todos os estados analisados pelo Cepea, como é o caso do Paraná, onde o produto ainda é vendido a R$ 7,67.
As informações são do Cepea.
Para o açúcar cristal, em São Paulo, o preço subiu 0,94% e o produto é vendido a R$ 141,03
A saca de 60 quilos do café arábica custa R$ 2.559,28, na cidade de São Paulo, nesta quarta-feira (2). O valor foi definido após alta de 1,51%. Para o café robusta, houve redução de 1,71% no preço e a mercadoria é negociada a R$ 1.913,76.
Para o açúcar cristal, em São Paulo, o preço subiu 0,94% e o produto é vendido a R$ 141,03. Na cidade de Santos, o preço médio, sem impostos, da saca de 50 quilos, teve aumento de 0,99%, com a mercadoria negociada a R$ 146,18.
Já a saca de 60 kg do milho apresentou recuo de 1,24% no preço e é negociada a R$ 86,62, para a região de referência de Campinas (SP).
Os valores são do Cepea.
A saca de 60 quilos de soja está cotada, nesta quarta-feira (2), a R$ 132,10, no litoral do Paraná, em Paranaguá. Nesta região, o preço do produto teve queda de 0,07% na comparação com a última cotação.
Já entre diferentes cidades do interior do Paraná, houve recuo de preços em 0,02%— e a saca de 60kg é negociada a R$ 127,28.
O preço do trigo apresentou aumento de 0,72% no Paraná, vendido a R$ 1.538,18, por tonelada. No Rio Grande do Sul, a tonelada custa R$ 1.446,97, após queda de 0,03% no preço.
Os valores são do Cepea.
O projeto que conta com medidas de resposta a barreiras comerciais impostas por outros países a produtos brasileiros deve ser votado pelo Plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana. A previsão foi anunciada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (REPUBLICANOS – PB). Segundo o parlamentar, o assunto exige uma ação com “desprendimento político, sem qualquer mesquinhez”.
A proposta foi aprovada nesta terça-feira (1°) pelo Senado Federal. Trata-se do projeto de lei 2.088/2023. Entre os objetivos da matéria está a criação de instrumentos para o Brasil se proteger de tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos. O tema veio à tona em meio à expectativa de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa implementar uma série de tarifas sobre produtos de outros países.
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Pelos termos do texto aprovado pelos senadores, as exigências estrangeiras de que produtos nacionais cumpram requisitos ambientais mais rígidos do que as proteções brasileiras, por exemplo, podem gerar imposição de taxas nas importações brasileiras de bens estrangeiros.
De maneira geral, o projeto busca evitar três medidas protecionistas de outros países, por meio de três contramedidas que poderão ser adotadas por parte do governo federal.Confira:
O projeto tem sido defendido por parlamentares ligados ao agronegócio brasileiro, como é o caso do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion (PP-PR). Segundo o congressista, a proposta é importante para garantir a defesa da soberania nacional e manter os interesses do Brasil. "Precisamos de uma lei, os grandes players mundiais do comércio têm uma lei para defender seus interesses e o Brasil não tem", disse.
A relatora do projeto no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), defendeu que o intuito não é punir e sim oferecer uma alternativa ao que acredita ser uma “paralisia do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio”, desde 2020. Para ela, este seria o modo mais adequado de evitar medidas de outros países para privilegiar a produção estrangeira, em relação a do Brasil.
Os valores complementares para o pagamento do piso da enfermagem referentes ao mês de março já estão disponíveis para consulta. As quantias específicas podem ser verificadas na Portaria GM/MS Nº 6.807, de 27 de março de 2025, publicada na segunda-feira (31) pelo Ministério da Saúde. O total a ser transferido chega a R$ 763.909.366,10, entre valores destinados a execução municipal e estadual.
Os recursos são repassados todos os meses aos entes federados e devem ser utilizados para pagamento do piso de profissionais da categoria. Segundo o advogado especialista em direito médico, Josenir Teixeira, é preciso, porém, que a aplicação dessa verba seja fiscalizada para garantir que os valores cheguem aos trabalhadores.
“Os profissionais da enfermagem devem ficar atentos a acompanhar o repasse que os municípios irão receber, para que os municípios efetivamente repassem os valores às suas empregadoras, para que, finalmente, as suas empregadoras paguem os valores dentro da folha de pagamento. Vamos ver se realmente esses valores repassados pela União serão suficientes para cumprir o que disse a lei”, avalia.
Municípios como Aracatu (BA) e Encantado (RS) receberão mais de R$ 100 mil, cada. Para Maracanaú (CE) e Anápolis (GO), a previsão é que sejam destinados mais de R$ 1 milhão.
No geral, o maior valor foi para Minas Gerais, com R$ 4.909.784,72 para execução estadual e R$ 106.751.606,49 para execução municipal, com um valor total de R$ 111.661.391,21. Na sequência aparece Bahia, com R$ 74.942.693,57, entre valores de execução estadual e municipal.
Região | UF | Valor Transferido para Estado | Valor Transferido para Município | Valor Transferido em março - Total |
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Centro-Oeste | DF | 331.758,15 | - | 331.758,15 |
Centro-Oeste | GO | 5.096.257,26 | 12.026.950,14 | 17.123.207,40 |
Centro-Oeste | MS | 1.691.782,42 | 10.036.260,22 | 11.728.042,64 |
Centro-Oeste | MT | 1.937.258,35 | 9.210.414,01 | 11.147.672,36 |
Nordeste | AL | 1.981.918,88 | 14.975.816,98 | 16.957.735,86 |
Nordeste | BA | 24.166.024,26 | 50.776.669,31 | 74.942.693,57 |
Nordeste | CE | 5.155.533,98 | 38.484.686,69 | 43.640.220,67 |
Nordeste | MA | 14.786.183,33 | 42.257.499,77 | 57.043.683,10 |
Nordeste | PB | 6.157.467,57 | 26.727.700,85 | 32.885.168,42 |
Nordeste | PE | 34.965.994,83 | 28.315.136,37 | 63.281.131,20 |
Nordeste | PI | 3.695.157,74 | 14.617.328,41 | 18.312.486,15 |
Nordeste | RN | 4.620.993,01 | 17.272.183,49 | 21.893.176,50 |
Nordeste | SE | 4.618.622,61 | 3.431.126,69 | 8.049.749,30 |
Norte | AC | 2.458.163,83 | 1.042.302,51 | 3.500.466,34 |
Norte | AM | 9.407.009,46 | 11.551.830,36 | 20.958.839,82 |
Norte | AP | 574.197,07 | 4.042.437,97 | 4.616.635,04 |
Norte | PA | 12.355.497,25 | 34.416.994,72 | 46.772.491,97 |
Norte | RO | 1.165.712,20 | 5.705.467,82 | 6.871.180,02 |
Norte | RR | - | 922.774,73 | 922.774,73 |
Norte | TO | 4.863.019,50 | 6.343.713,41 | 11.206.732,91 |
Sudeste | ES | 9.115.324,18 | 7.734.994,96 | 16.850.319,14 |
Sudeste | MG | 4.909.784,72 | 106.751.606,49 | 111.661.391,21 |
Sudeste | RJ | 4.838.913,63 | 37.617.407,42 | 42.456.321,05 |
Sudeste | SP | 15.237.143,70 | 32.835.804,20 | 48.072.947,90 |
Sul | PR | 16.461.059,35 | 13.806.392,79 | 30.267.452,14 |
Sul | RS | 11.161.753,04 | 15.959.715,08 | 27.121.468,12 |
Sul | SC | 9.034.486,87 | 6.259.133,52 | 15.293.620,39 |
Total | 210.787.017,19 | 553.122.348,91 | 763.909.366,10 |
No Congresso Nacional, a Frente Parlamentar em Defesa da Enfermagem foi lançada com o intuito de defender o reajuste do piso salarial da categoria e a redução da jornada de trabalho.
Uma das principais pautas do colegiado é a aprovação da PEC 19/24, que estabelece que o piso salarial dos enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e das parteiras refere-se a uma jornada máxima de trabalho de 30 horas semanais. Atualmente, a proposta está em análise no Senado.
Fundeb: estados e municípios partilham R$ 3,4 bi referentes à 3ª parcela de 2025
De acordo com informações da Agência Câmara, o coordenador do grupo, deputado Bruno Farias (Avante-MG), afirmou que 90% dos profissionais de enfermagem atuam em hospitais públicos e que a carga horária de 44 horas semanais não é uma realidade praticada ao redor do mundo.
“A Organização Mundial de Saúde já emitiu um parecer dizendo que o profissional de saúde só aguenta trabalhar 30 horas por semana. Vamos buscar esse consenso, para que se chegue a um acordo com o governo federal, com o Congresso Nacional, para adequar essa carga exaustiva, porque hoje a enfermagem tem o maior índice de adoecimento mental do Brasil e do mundo”, disse.
Ainda segundo o parlamentar, outra bandeira é o aumento do piso salarial da categoria, em 10%. Atualmente, a legislação determina o piso nacional de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos e R$ 2.375, para auxiliares de enfermagem e parteiras.
Já o euro fechou em torno de R$ 6,12
O dólar fechou a última sessão com recuo de 0,39%, cotado a R$ 5,68. O resultado veio um dia antes do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Mesmo diante do receio de novas taxas, dados mais fracos sobre a economia americana contribuíram para valorização do real ao longo do pregão.
Além disso, na avaliação de analistas do mercado financeiro, a tendência do investidor estrangeiro de apostar contra o dólar fortalece outras divisas pelo mundo, inclusive a moeda brasileira.
Já o euro fechou em torno de R$ 6,12.
Os dados são da Companhia Morningstar.
A greve dos entregadores de aplicativos que começou na segunda-feira (31) deve continuar nesta terça-feira (1°). De acordo com o Sindicato dos Motoboys de São Paulo (Sindimoto-SP), entre as reivindicações, está a melhoria das taxas pagas aos profissionais da categoria.
A entidade alega que o valor de entrega não aumenta há 10 anos e que, nesse período, houve inclusive reduções, o que leva os colaboradores ao prejuízo na renda salarial.
“Só para ter uma ideia da injustiça praticada pelas empresas de aplicativo contra o trabalhador nesse tempo todo, os registrados em CLT tiveram aumento nos ganhos salariais de quase 99%, enquanto os entregadores de aplicativos amargaram redução de quase 72%”, diz o Sindimoto-SP, em nota.
Já a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) - que representa o iFood e outros aplicativos de delivery – se manifestou, afirmando que as companhias associadas "mantêm canais de diálogo contínuo com os entregadores" e "apoiam a regulação do trabalho intermediado por plataformas digitais, visando a garantia de proteção social dos trabalhadores e segurança jurídica das atividades.”
Em Fortaleza (CE), por exemplo, os entregadores se concentraram na manhã dessa segunda-feira (31) na Praça da Imprensa Chanceler Edson Queiroz, no bairro Dionísio Torres.
No Rio Grande do Sul, uma manifestação foi realizada em Canoas, na Avenida Getúlio Vargas. O grupo seguiu pela BR-116, até chegar na região central da cidade. Também houve mobilizações em cidades como Goiânia, Brasília, São Paulo, Santa Catarina, entre outras. As manifestações ocorreram em pelo menos 20 municípios.
Em posicionamento enviado aos entregadores, o iFood afirma que está atento ao momento econômico do país e que analisa a viabilidade de um reajuste para este ano. Além disso, a empresa destaca que, nos últimos três anos, houve elevação do valor mínimo da rota de R$ 5,31 para R$ 6,50.
Discussões sobre isenção do IR e Reforma Tributária devem ser retomadas
São Paulo lidera ranking de cidades brasileiras com maior intensidade de ligações empresariais
Dados do IBGE divulgados em 2024 revelam que 1,5 milhão de pessoas trabalhavam por meio de aplicativos e plataformas digitais, em 2022. Naquele ano, esse contingente correspondia a 1,7% da população ocupada no setor privado no Brasil, ou seja, 87,2 milhões de trabalhadores. A maioria – cerca de 81% - era do sexo masculino, com escolaridade em nível médio completo ou superior incompleto, correspondente a 61,3%.