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Baixar áudioA 20ª edição da Bahia Farm Show, realizada em Luís Eduardo Magalhães (BA), reúne produtores rurais, cooperativas, empresas, investidores e representantes do agronegócio. A feira é um dos principais encontros do setor no país.
Entre os participantes está a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que apresenta oportunidades de exportação, internacionalização de negócios e atração de investimentos.
Patrocinadora da edição de 2026, a ApexBrasil mantém um estande voltado ao atendimento de produtores, cooperativas, empresas e demais interessados em ampliar a presença no mercado internacional. A participação da Agência ocorre em um estado que tem ampliado sua presença no comércio exterior brasileiro e abriga uma das principais regiões produtoras do agronegócio nacional.
Atualmente, a Bahia ocupa a décima posição entre os maiores exportadores do país e a nona colocação nas exportações do agronegócio. Entre os principais produtos embarcados para o exterior estão soja, algodão, café, celulose e outros derivados agrícolas.
A escolha do estado para ampliar o diálogo com o setor também reflete a importância econômica do oeste baiano, região que se consolidou como uma das principais áreas produtoras de soja, algodão e milho do país.
A abertura da Bahia Farm Show 2026 contou com a presença do presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
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Durante o evento, Muller destacou a ampliação do trabalho da Agência junto ao setor produtivo e o crescimento da atuação com cooperativas brasileiras.
“A gente trabalha não só com setores tradicionais, como o algodão, em que o Brasil é hoje o maior exportador mundial, mas também com pequenas e médias empresas. Há três anos, trabalhávamos com cerca de 70 cooperativas e hoje a ApexBrasil atua com aproximadamente 500. Queremos levar a cultura exportadora para os pequenos, os médios e os grandes produtores brasileiros”, afirmou.
O presidente da ApexBrasil também disse que a atuação da Agência também abrange cadeias como a fruticultura e o cacau, além de ações desenvolvidas em parceria com entidades setoriais para ampliar a presença de produtos nacionais no mercado externo. Segundo Muller, são promovidas cerca de 1,1 mil ações e eventos por ano em conjunto com o setor privado.
Entre as iniciativas destacadas está o projeto Brazilian Cotton, realizado em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). O programa contribuiu para consolidar a liderança brasileira nas exportações da fibra. Atualmente, o Brasil responde por 33% das exportações mundiais de algodão e ocupa a posição de maior exportador global do produto.
A programação da Bahia Farm Show segue até este sábado (13). O evento reúne cerca de 500 expositores nesta edição. Em 2025, a feira recebeu mais de 162 mil visitantes, contou com 434 expositores e reuniu mais de mil marcas ligadas ao agronegócio.
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Baixar áudioA Operação Destroyer, conduzida pela Polícia Civil de Goiás no combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, resultou em 247 prisões, no cumprimento de 247 mandados de busca e apreensão e na execução de 667 ordens judiciais. Ao longo de dez fases, a ação também retirou de circulação R$ 235 milhões em bens e valores vinculados a organizações criminosas.
Segundo o governador Daniel Vilela, trata-se da maior operação integrada realizada pelo estado contra facções criminosas.
“Temos resultados expressivos e um recado muito claro: aqui, bandido não tem sossego”, enfatizou o governador. “O sucesso dessa operação é fruto do trabalho sério das nossas forças de segurança, da inteligência policial e da integração entre instituições. Estamos atingindo não apenas os criminosos, mas o patrimônio que sustenta suas atividades ilegais.”
A décima fase da operação, denominada Fim da Linha, foi deflagrada nesta semana pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Águas Lindas de Goiás. A investigação tem como alvo uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas.
Até o momento, a etapa resultou no cumprimento de 16 mandados de prisão temporária e 32 mandados de busca e apreensão. As medidas judiciais foram executadas em Goiás, no Distrito Federal, no Paraná e em Minas Gerais. A ação também resultou em prisões em flagrante.
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A Operação Destroyer passou a funcionar como uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado. As investigações são conduzidas por unidades especializadas e buscam interromper as cadeias logísticas e financeiras utilizadas por organizações criminosas.
“Isso significa menos dinheiro financiando o crime, menos estrutura para as facções e mais segurança para a população goiana”, destacou o governador. “Vem com o objetivo de combater as facções criminosas, os agentes financeiros dessas facções no nosso estado. A gente vai continuar firme e forte, garantindo que Goiás seja terra de gente de bem, onde bandido não se cria e não se criará enquanto estivermos na liderança do governo do estado”, complementou Vilela.
A atuação conjunta de unidades especializadas, com apoio de inteligência policial e compartilhamento de informações, tem contribuído para o avanço das investigações em diferentes níveis dos grupos criminosos. O trabalho alcança não apenas os integrantes diretamente envolvidos nos crimes, mas também suas redes de apoio e sustentação financeira.
Os resultados da operação acompanham a ampliação da estrutura de segurança pública em Goiás nos últimos anos. As ações contam com investimentos em inteligência, tecnologia, integração entre forças policiais e valorização dos profissionais da área. Para o governo estadual, essas medidas fortalecem a capacidade investigativa da Polícia Civil e viabilizam operações de alcance interestadual.
A continuidade da ação ao longo de 10 fases também demonstra a capacidade da instituição de manter investigações de longa duração, com atuação coordenada entre delegacias especializadas, grupos de repressão ao narcotráfico e unidades de combate ao crime organizado.
“Quem escolhe o caminho do crime precisa saber: em Goiás, a vida de bandido fica cada vez mais difícil”, pontuou Daniel Vilela.
Ao longo das últimas semanas, a Polícia Civil de Goiás também realizou operações simultâneas contra facções criminosas, tráfico de drogas, golpes bancários e outros delitos. Em um único ciclo operacional, foram contabilizados 192 presos e mais de 260 ordens judiciais cumpridas.
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Baixar áudioAs diferenças regionais continuam marcando os indicadores de qualidade de vida no Brasil. Dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e instituições parceiras mostram que os municípios mais bem avaliados do país seguem concentrados no Sul e Sudeste, enquanto Norte e Nordeste predominam entre os piores resultados do ranking de 2026.
O levantamento analisou os 5.570 municípios brasileiros a partir do Índice de Progresso Social (IPS), indicador construído com 57 critérios sociais e ambientais. A metodologia utiliza informações de bases públicas, como IBGE, DataSUS, Inep e MapBiomas.
Entre os 20 municípios com melhor desempenho, 18 pertencem às regiões Sul e Sudeste. Já entre as 20 últimas posições, 19 estão localizadas no Norte e no Nordeste.
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Pela terceira vez seguida, Gavião Peixoto, cidade do interior paulista com cerca de 4,8 mil moradores, alcançou a primeira posição do ranking, com 73,10 pontos em uma escala de 0 a 100. Na outra ponta aparece Uiramutã, em Roraima, que registrou 42,44 pontos.
O IPS busca medir condições reais de vida da população, diferentemente do PIB, que considera apenas a produção de riqueza da economia.
Entre as capitais, Curitiba lidera a classificação nacional, com 71,29 pontos. Brasília aparece em seguida, com 70,73. São Paulo ocupa a terceira posição entre as capitais, com 70,64, à frente de Campo Grande, que registrou 69,77, e Belo Horizonte, com 69,66.
A média nacional do índice em 2026 foi de 63,40 pontos. Nos anos anteriores, o país havia registrado 63,05 em 2025 e 62,85 em 2024, indicando uma evolução discreta no período.
Com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE), as menores notas do levantamento ficaram com:
Entre as capitais brasileiras, Macapá e Porto Velho tiveram os resultados mais baixos do levantamento, com 59,65 e 58,59 pontos, respectivamente.
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Baixar áudioO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instalou, na quarta-feira (10), em Brasília, a Câmara Temática das Mulheres Rurais. Vinculado ao Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA), o colegiado foi criado para ampliar a participação feminina no meio rural e contribuir para a formulação e o acompanhamento de políticas públicas voltadas ao setor.
A iniciativa foi formalizada pela Portaria Mapa nº 892, publicada em março deste ano.
A Câmara funcionará como espaço de diálogo entre governo, produtores, universidades, cooperativas, organismos internacionais e movimentos sociais. Entre as atribuições estão discutir propostas, identificar desafios enfrentados pelas mulheres rurais e acompanhar ações voltadas à autonomia econômica, inclusão produtiva e valorização do trabalho feminino no campo.
Durante a cerimônia de instalação, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou o aumento da participação feminina em cargos de liderança.
“Hoje, as mulheres ocupam espaços cada vez mais importantes de liderança e poder. Temos mulheres à frente dos ministérios do Planejamento, da Saúde e da Gestão. Elas vêm assumindo, de forma crescente e extremamente competente, funções estratégicas para o desenvolvimento do país”, destacou André de Paula.
“Foi mencionada aqui, e faço questão de repetir, a homenagem à grande pesquisadora da Embrapa, Mariangela Hungria, que recebeu uma premiação de relevância internacional comparável ao Prêmio Nobel. Esse reconhecimento nos enche de orgulho e demonstra o quanto o Brasil avançou em ciência, tecnologia e pesquisa agropecuária”, completou.
A presidente da Câmara e diretora de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Ângela Peres, afirmou que a instituição do grupo representa o reconhecimento da contribuição das mulheres para a agropecuária e reforça o compromisso da Pasta com a ampliação de oportunidades no meio rural.
“Nossa Câmara nasce com a missão clara de contribuir para a formulação, o aprimoramento e o acompanhamento de políticas públicas voltadas às mulheres rurais brasileiras, assessorando o Ministério da Agricultura e Pecuária na construção de soluções que promovam desenvolvimento, inclusão produtiva, autonomia econômica e oportunidades para as mulheres do campo, das águas e das florestas”, enfatizou Peres.
Dados apresentados pelo governo mostram que o Brasil conta com cerca de 5,07 milhões de estabelecimentos agropecuários. Desse total, aproximadamente 947 mil são dirigidos por mulheres, o que corresponde a 19%.
Em comparação com o Censo Agropecuário de 2006, o número de mulheres à frente de propriedades rurais cresceu 44,2%. A participação feminina na direção dos estabelecimentos passou de 13% para 19% entre 2006 e 2017.
A maior concentração de propriedades comandadas por mulheres está no Nordeste, que reúne 57% dos estabelecimentos liderados por produtoras rurais. Na sequência aparecem Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste (6%).
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A consultora Vera Daller, coordenadora do primeiro programa de gênero do Mapa, o Coopergênero, destacou a retomada das políticas direcionadas às mulheres dentro da Pasta
“Muito me honra estar aqui neste momento, porque estamos resgatando a memória das políticas para as mulheres no Mapa. A Pasta foi pioneira, entre os órgãos da Esplanada dos Ministérios, na implementação de um programa voltado às mulheres da agricultura”, disse.
A presidente-executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, primeira mulher a ocupar o cargo, defendeu a ampliação de políticas voltadas ao público feminino.
“Nós já somos mais da metade da população brasileira. Dentro das cooperativas, inclusive, as mulheres já representam a maioria dos cooperados. Na produção agropecuária, a participação feminina também cresce a cada dia. Por isso, precisamos pensar e construir políticas públicas voltadas para esse protagonismo. E essa Câmara será essencial”, ressaltou.
Ao todo, a Câmara Temática das Mulheres Rurais reúne 23 instituições dos setores público e privado, além de entidades acadêmicas, cooperativistas, organismos internacionais e movimentos sociais.
De acordo com o regimento, o colegiado realizará reuniões ordinárias pelo menos uma vez por ano e poderá ser convocado extraordinariamente pela presidente.
Entre os objetivos da Câmara estão identificar obstáculos enfrentados pelas mulheres rurais, propor ações para ampliar oportunidades, incentivar o empreendedorismo feminino, ampliar o acesso a mercados nacionais e internacionais e fortalecer a participação em cooperativas, associações e cadeias produtivas.
O colegiado é composto pelas seguintes instituições:
As Câmaras Temáticas são fóruns de discussão que reúnem representantes de diferentes segmentos das cadeias produtivas do agronegócio. Participam desses espaços entidades de produtores, empresários, instituições financeiras, órgãos públicos e técnicos governamentais.
Nesses encontros são debatidos temas ligados à produção agropecuária, como manejo, uso de defensivos agrícolas, comercialização, tributação e processos produtivos. Também são avaliadas questões que podem impactar o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, com o objetivo de identificar gargalos e apontar soluções para toda a cadeia produtiva.
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Baixar áudioImpulsionada por setores como biocombustíveis, veículos e indústria farmacêutica, a produção industrial de Goiás cresceu acima da média nacional em abril e registrou um dos melhores desempenhos do país. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada na quarta-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com abril de 2025, a indústria goiana avançou 6,2%, resultado que colocou o estado na terceira posição entre as unidades da federação. No mesmo período, a produção industrial brasileira cresceu 2,7%.
O levantamento também aponta crescimento da atividade industrial em Goiás na comparação entre março e abril deste ano. Com ajuste sazonal, a alta foi de 1,7%, enquanto a média nacional ficou em 0,7%. O resultado levou o estado à quinta posição no ranking nacional e marcou o segundo mês consecutivo de expansão do setor.
No acumulado dos quatro primeiros meses de 2026, a indústria goiana registra crescimento de 1,1%, ocupando a oitava posição entre os estados. Nos últimos 12 meses, a alta chega a 2,6%, quinto melhor resultado do país. No mesmo período, a média nacional foi de 0,7%.
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Para o secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, Joel de Sant’Anna Braga Filho, os resultados atestam a expansão da atividade industrial no estado.
“Goiás tem ampliado sua capacidade produtiva em setores estratégicos e colhido os resultados de uma política voltada à atração de investimentos, geração de empregos e fortalecimento da indústria. Os números mostram que o estado segue crescendo de forma consistente e acima da média nacional”, destacou.
Na comparação anual, o maior avanço foi registrado na fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com alta de 77%.
Também tiveram crescimento a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, com avanço de 74%; a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, com aumento de 28,4%; e a fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com crescimento de 25,3%.
A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física acompanha, todos os meses, o comportamento das indústrias extrativas e de transformação no Brasil, permitindo analisar a evolução da produção industrial nos estados e no país.
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Baixar áudioEstados e municípios que deixarem de apresentar informações sobre recursos recebidos por meio das chamadas “emendas Pix” para a realização de eventos poderão ser multados. A medida foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, no âmbito das discussões sobre transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares.
A decisão, assinada na terça-feira (9), estabelece multa diária equivalente a 1% do valor de cada emenda para os entes que não apresentarem planos de trabalho, complementação de cadastros ou relatórios de gestão referentes a recursos transferidos por emendas individuais na modalidade de transferência especial entre 2020 e 2024. A penalidade será aplicada até que as pendências sejam regularizadas.
Pela decisão, o Ministério do Turismo deverá identificar e notificar os entes que estiverem em situação irregular no prazo de 10 dias corridos. No mesmo período, a pasta também terá de atualizar as informações sobre emendas destinadas a eventos que já foram identificadas, mas que ainda não possuem plano de trabalho ou prestação de contas concluída.
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Segundo o ministério, atualmente existem 126 planos de trabalho cadastrados. Desse total, 54 estão em fase de complementação e 72 já foram aprovados. Também foram incorporados 29 novos relatórios de gestão.
Ao justificar a medida, Flávio Dino afirmou que permanecem falhas na transparência e no acompanhamento da aplicação dos recursos destinados à promoção de eventos, dificultando a fiscalização e os mecanismos de controle, especialmente nos casos envolvendo empresas beneficiadas pelo Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).
“A título ilustrativo, imaginemos a repugnante hipótese de uma empresa participar de ‘esquemas’ de desvio de dinheiro público destinado por emendas, e ainda ser beneficiada por incentivos fiscais”, afirma o ministro na decisão.
O STF também determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) realize auditorias nos entes federados que já tiveram planos de trabalho aprovados e apresentaram relatórios de gestão. A fiscalização deverá verificar a consistência da documentação apresentada, a compatibilidade entre os objetos pactuados e os contratos firmados, a adequação dos preços, os valores pagos e a proporcionalidade dos recursos em relação ao porte dos eventos realizados.
Na avaliação da Confederação Nacional de Municípios (CNM), embora a decisão esteja voltada, neste momento, às emendas executadas pelo Ministério do Turismo, ela serve como alerta para a execução de recursos transferidos pelos demais ministérios.
A entidade destaca que, embora a análise dos planos de trabalho tenha sido dispensada pelos órgãos setoriais, o preenchimento dos relatórios de gestão continua obrigatório. As informações registradas na plataforma Transferegov, ressalta a confederação, devem ser apresentadas de forma clara e transparente.
A determinação foi proferida no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, ação que reúne discussões sobre mecanismos de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares, incluindo medidas adotadas após a extinção do chamado orçamento secreto.
Ao longo dos julgamentos da ADPF 854, a CNM afirma ter atuado na orientação dos municípios para o cumprimento das normas, por meio de atendimentos diretos, produção de tutoriais, envio de mensagens aos gestores e divulgação de conteúdos informativos.
Copiar o textoO preço do trigo, por sua vez, registra valorização no Paraná e no Rio Grande do Sul
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (12) em alta no interior do Paraná e queda no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão registra elevação de 0,18% e é negociado a R$ 125,73; na segunda, a mercadoria tem redução de 0,34% e é cotada a R$ 131,78.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 125,73 | 0,18% | 1,21% | 24,68 |
| 10/06/2026 | 125,51 | 0,66% | 1,03% | 24,26 |
| 09/06/2026 | 124,69 | 0,46% | 0,37% | 24,07 |
| 08/06/2026 | 124,12 | -0,19% | -0,09% | 23,97 |
| 05/06/2026 | 124,36 | 0,31% | 0,10% | 24,13 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 131,78 | -0,34% | 1,28% | 25,86 |
| 10/06/2026 | 132,23 | 1,05% | 1,62% | 25,56 |
| 09/06/2026 | 130,85 | 0,59% | 0,56% | 25,26 |
| 08/06/2026 | 130,08 | 0,71% | -0,03% | 25,12 |
| 05/06/2026 | 129,16 | -0,66% | -0,74% | 25,06 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização no Paraná e no Rio Grande do Sul.
No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.377,98, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.325,29.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 1.325,29 | 0,07% | -0,60% | 260,12 |
| 10/06/2026 | 1.324,35 | 0,00% | -0,67% | 256,01 |
| 09/06/2026 | 1.324,35 | 0,19% | -0,67% | 255,62 |
| 08/06/2026 | 1.321,84 | 0,07% | -0,85% | 255,23 |
| 05/06/2026 | 1.320,89 | -0,01% | -0,93% | 256,29 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 1.377,98 | 0,22% | 1,35% | 270,46 |
| 10/06/2026 | 1.375,01 | 0,20% | 1,13% | 265,80 |
| 09/06/2026 | 1.372,24 | 0,02% | 0,93% | 264,86 |
| 08/06/2026 | 1.372,00 | 0,30% | 0,91% | 264,92 |
| 05/06/2026 | 1.367,89 | 0,03% | 0,61% | 265,40 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoA saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,03, após queda de 0,09%
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (12) em alta de 1,01%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.412,22 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve valorização, com elevação de 1,28%, sendo comercializado a R$ 967,40.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 1.412,22 | 1,01% | -9,22% | 277,18 |
| 10/06/2026 | 1.398,09 | 1,05% | -10,13% | 270,27 |
| 09/06/2026 | 1.383,57 | -0,83% | -11,06% | 267,05 |
| 08/06/2026 | 1.395,16 | -2,68% | -10,32% | 269,39 |
| 05/06/2026 | 1.433,64 | -3,74% | -7,84% | 278,16 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 967,40 | 1,28% | 1,56% | 189,87 |
| 10/06/2026 | 955,13 | 0,99% | 0,27% | 184,64 |
| 09/06/2026 | 945,74 | -0,28% | -0,72% | 182,54 |
| 08/06/2026 | 948,38 | 2,92% | -0,44% | 183,12 |
| 05/06/2026 | 921,46 | -1,23% | -3,26% | 178,78 |
O preço do açúcar cristal apresenta redução na capital de São Paulo. A saca de 50 kg ainda é cotada a R$ 92,18, após baixa de 0,18%.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 92,18 | -0,18% | -0,88% | 18,09 |
| 10/06/2026 | 92,35 | -0,59% | -0,70% | 17,85 |
| 09/06/2026 | 92,90 | 1,69% | -0,11% | 17,93 |
| 08/06/2026 | 91,36 | -2,02% | -1,76% | 17,64 |
| 05/06/2026 | 93,24 | 0,00% | 0,26% | 18,37 |
Em Santos (SP), houve redução de 1,07%, e a mercadoria é negociada a R$ 102,45 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 102,45 | -1,07% | -0,38% | 19,90 |
| 10/06/2026 | 103,56 | -0,93% | 0,70% | 20,01 |
| 09/06/2026 | 104,53 | -0,38% | 1,64% | 20,22 |
| 08/06/2026 | 104,93 | 1,31% | 2,03% | 20,30 |
| 05/06/2026 | 103,57 | 0,48% | 0,71% | 20,21 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,03, após queda de 0,09%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 64,03 | -0,09% | -1,36% | 12,57 |
| 10/06/2026 | 64,09 | -0,26% | -1,26% | 12,39 |
| 09/06/2026 | 64,26 | -0,43% | -1,00% | 12,40 |
| 08/06/2026 | 64,54 | 0,06% | -0,57% | 12,46 |
| 05/06/2026 | 64,50 | -0,02% | -0,63% | 12,51 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo nesta sexta-feira (12) apresenta alta de 0,18%; a arroba está sendo negociada a R$ 353,80, no estado de São Paulo.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 353,80 | 0,18% | 1,17% | 69,44 |
| 10/06/2026 | 353,15 | -0,11% | 0,99% | 68,27 |
| 09/06/2026 | 353,55 | 0,11% | 1,10% | 68,24 |
| 08/06/2026 | 353,15 | -0,18% | 0,99% | 68,19 |
| 05/06/2026 | 353,80 | 0,08% | 1,17% | 68,65 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam elevação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,28, e o frango resfriado a R$ 7,30.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 7,28 | 0,14% | 3,56% |
| 10/06/2026 | 7,27 | 0,97% | 3,41% |
| 09/06/2026 | 7,20 | 0,28% | 2,42% |
| 08/06/2026 | 7,18 | 0,70% | 2,13% |
| 05/06/2026 | 7,13 | 0,00% | 1,42% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 7,30 | 0,27% | 3,55% |
| 10/06/2026 | 7,28 | 0,83% | 3,26% |
| 09/06/2026 | 7,22 | 0,42% | 2,41% |
| 08/06/2026 | 7,19 | 0,70% | 1,99% |
| 05/06/2026 | 7,14 | 0,00% | 1,28% |
A carcaça suína especial apresenta recuo de 2,45%, sendo negociada a R$ 8,36, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra estabilidade em alguns dos estados analisados, com é o caso de Santa Catarina, onde o produto é comercializado a R$ 4,75.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | 8,36 | -2,45% | -3,13% |
| 10/06/2026 | 8,57 | 0,00% | -0,70% |
| 09/06/2026 | 8,57 | -1,83% | -0,70% |
| 08/06/2026 | 8,73 | 0,23% | 1,16% |
| 05/06/2026 | 8,71 | 0,00% | 0,93% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 11/06/2026 | MG - posto | 5,59 | 0,72% | -0,53% |
| 11/06/2026 | PR - a retirar | 4,48 | -0,22% | -5,08% |
| 11/06/2026 | RS - a retirar | 4,80 | 0,00% | -6,25% |
| 11/06/2026 | SC - a retirar | 4,75 | 0,00% | -2,86% |
| 11/06/2026 | SP - posto | 5,23 | 0,00% | -1,32% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 30.935.753.850, em meio a 3.928.275 negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 171.497 pontos.
A reação dos investidores foi influenciada pela sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender ataques que estavam sendo planejados contra o Irã.
O líder norte-americano também afirmou que as partes envolvidas tendem a dar aval aos termos finais de um acordo.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 30.935.753.850, em meio a 3.928.275 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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