VoltarOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quarta-feira (25), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de fevereiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudioO índice de evolução do número de empregados da indústria chegou a 47,6 pontos em janeiro de 2026. O resultado veio após alta de 0,7 ponto na comparação com dezembro de 2025. Mesmo com o avanço, o índice permaneceu abaixo dos 50 pontos, sinalizando queda dos postos de trabalho no setor no primeiro mês do ano.
Os dados constam na Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, trata-se do pior resultado para o mês de janeiro desde 2017.
O estudo também revela que o índice que mede a evolução da produção industrial subiu 4 pontos no período analisado, atingindo 44,9 pontos. Contudo, o movimento não foi suficiente para que o indicador ultrapassasse a linha dos 50 pontos. Com isso, o resultado indica queda da produção na passagem de dezembro de 2025 para janeiro deste ano.
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Em janeiro, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) chegou a 66%, mesmo patamar registrado em dezembro do ano passado. O resultado foi o menor para o mês desde 2019.
“É comum que esses índices fiquem abaixo dos 50 pontos no início de cada ano, mas os resultados foram piores do que o usual. Isso reflete a queda da demanda por produtos industriais observada desde o ano passado, consequência do patamar persistentemente elevado da taxa de juros”, destaca Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.
Ainda segundo o levantamento, o índice de evolução do nível de estoques registrou alta, passando de 48,4 pontos para 48,8 pontos entre dezembro e janeiro. O indicador se aproximou da linha de 50 pontos, sinalizando um recuo menos expressivo.
Já o índice que mede a relação entre o estoque efetivo e o planejado recuou de 50,6 pontos para 49,2 pontos, indicando que os estoques do setor começaram o ano abaixo do projetado pelas empresas.
Na contramão dos índices relacionados ao desempenho atual da indústria, as expectativas para os próximos seis meses são positivas.
A pesquisa mostra que, na passagem de janeiro para fevereiro, os índices de expectativas de demanda, compra de insumos e matérias-primas e número de empregados registraram crescimento:
Contudo, o índice de expectativa de quantidade exportada permaneceu estável, em 50,1 pontos.
A intenção de investimento da indústria, por sua vez, registrou queda pelo segundo mês consecutivo. Entre janeiro e fevereiro, o indicador diminuiu 0,4 ponto, passando de 55,7 pontos para 55,3 pontos. Ainda assim, o índice ficou 3,7 pontos acima da média histórica, de 51,6 pontos.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,27% frente ao real, cotado a R$ 5,15, menor valor desde maio de 2024. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,14%.
O desempenho da moeda estadunidense refletiu o fluxo de investimento estrangeiro para países emergentes, influenciado pelo aumento das incertezas quanto às novas tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, as tensões geopolíticas e o apetite a risco em países emergentes.
Além do real, o dólar também perdeu força ante outras moedas como o peso chileno e o peso mexicano. Segundo analistas do setor, no cenário atual de tensão entre os EUA e o Irã, tarifas e apetite ao risco em emergentes, o Brasil se destaca como um “porto seguro”, mesmo frente a outros emergentes como África do Sul, Turquia e México.
A visão de alguns dos analistas é a de que o movimento tende a se manter no exterior, sem motivo aparente para uma mudança de tendência. Eles explicam que, em âmbito local, o fluxo de investimento estrangeiro tem tido um peso alto, o que tem levado os agentes a relevar a questão fiscal no Brasil.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,43%, cotado a R$ 6,07.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1939 | 0,1647 | 0,1437 | 30,2259 | 0,1501 | 0,2657 | 0,2748 |
| USD | 5,1570 | 1 | 0,8493 | 0,7411 | 155,88 | 0,7739 | 1,3703 | 1,4166 |
| EUR | 6,0711 | 1,1774 | 1 | 0,8726 | 183,54 | 0,9113 | 1,6134 | 1,6682 |
| GBP | 6,9584 | 1,3493 | 1,1461 | 1 | 210,33 | 1,0442 | 1,8489 | 1,9116 |
| JPY | 0,0331 | 0,0064 | 0,0054 | 0,0048 | 1 | 0,4964 | 0,0088 | 0,0091 |
| CHF | 6,6637 | 1,2922 | 1,0975 | 0,9573 | 201,42 | 1 | 1,7708 | 1,8308 |
| CAD | 3,7629 | 0,7298 | 0,6197 | 0,5406 | 113,76 | 0,5648 | 1 | 1,0338 |
| AUD | 3,6402 | 0,7059 | 0,5995 | 0,5231 | 110,03 | 0,5463 | 0,9672 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,40%, em nova máxima nominal recorde de 191.490 pontos, após bater o recorde intradiário de 191.781 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo fluxo de investimentos estrangeiros para países emergentes, o que beneficiou o Brasil, e pela recuperação das bolsas de Nova York após queda na última sessão.
O forte fluxo de capital estrangeiro para a B3 teve continuidade durante a sessão, com a tendência externa de fluxo para países emergentes, dentre os quais, segundo analistas, o Brasil se destaca. As blue chips, embaladas por esse fluxo, sustentaram o movimento de avanço do Ibovespa, o qual, segundo analistas, tende a seguir inalterado e alcançar os 200 mil pontos em breve.
Após fecharem em queda na última sessão, pressionadas pelas incertezas relacionadas às tarifas do presidente Donald Trump e pelos receios quanto à inteligência artificial, as bolsas de Nova York tiveram recuperação e fecharam o pregão em alta. A Casa Branca instituiu a cobrança de uma tarifa recíproca de 10%, abaixo dos 15% previstos, o que reduziu a cautela dos investidores.
Os “pesos pesados” também se beneficiaram com a entrada de fluxo entrangeiro durante a sessão, dando suporte ao Ibovespa. Os papéis da Petrobras avançaram 2,54%, mesmo com a queda do petróleo, enquanto a Vale subiu 0,39%. Os bancos também subiram em bloco.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Fictor Alimentos SA (FICT3): +72,50%
Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +16,07%
Ações em queda no Ibovespa
Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): -24,19%
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -8,48%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.974.724.428, em meio a 4.527.534 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (24), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de fevereiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 7.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudioDivulgado nesta segunda-feira (23) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE caiu 1,8 ponto em janeiro, alcançando 87,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando atingiu os 87 pontos. Em médias móveis trimestrais, o avanço foi de 0,1 ponto, para 88,4 pontos.
Segundo a economista do FGV IBRE Anna Carolina Gouveia, a confiança do consumidor recua em um movimento de reversão das expectativas para os próximos meses, após quatro meses seguidos de avanços. Ela destaca que o resultado se dissemina entre três das quatro faixas de renda, concentrado nas famílias que recebem remunerações menores.
A pesquisa mostrou que a queda do ICC de janeiro foi influenciada, principalmente, pelas expectativas para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) recuou 2,5 pontos, para 91,3 pontos, menor nível desde outubro de 2025, quando foi de 90,5 pontos. Da mesma forma, o Índice de Situação Atual (ISA) teve sua segunda queda consecutiva e recuou 0,8 ponto no mês, atingindo 82,6 pontos.
“O indicador que reflete a percepção sobre o momento atual [ISA] recua pelo segundo mês consecutivo, influenciado pela piora da percepção sobre a situação financeira atual. Embora existam fatores favoráveis ao consumo, como emprego, renda e o alívio dos preços, os condicionantes negativos — juros altos e endividamento elevado — parecem voltar a dominar o cenário no mês, reduzindo a confiança e aumentando o pessimismo para o futuro”, explica a economista Anna Carolina Gouveia.
Entre os fatores do Índice de Expectativas (IE), o indicador de situação econômica local futura recuou 5,8 pontos, para 102,2 pontos, e no mesmo sentido, o indicador de situação financeira futura da família recuou 4,6 pontos, para 87,8 pontos. Apenas o indicador de compras previstas de bens duráveis avançou no mês, em 3,4 pontos, para 85,5 pontos, maior nível desde agosto de 2025, quando foi de 86,6 pontos.
Já entre os fatores que compõem o ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 1,4 ponto, para 95,5 pontos, enquanto o indicador de situação financeira atual da família recuou, em 2,9 pontos, para 70,1 pontos.
Confira aqui os resultados completos da sondagem.
Com informações do FGV IBRE.
Copiar o textoDepósitos seguem calendário conforme número final do benefício; pagamentos vão até 6 de março
Baixar áudioO Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a pagar, nesta segunda-feira (23), os benefícios e auxílios referentes ao mês de fevereiro. As datas seguem o calendário oficial divulgado no fim do ano passado.
É fundamental que os segurados fiquem atentos ao dia do depósito. Para verificar a data correta, o beneficiário deve observar o número final do cartão de benefício, desconsiderando o dígito verificador que aparece após o traço. Por exemplo, no benefício 0108-4, o número a ser considerado é o 8.
Os pagamentos para quem recebe até um salário mínimo começam em 23 de fevereiro e seguem até 6 de março. Já os beneficiários que recebem acima de um salário mínimo terão os valores depositados entre os dias 2 e 6 de março.
| FINAL 1 | 23/FEVEREIRO |
| FINAL 2 | 24/FEVEREIRO |
| FINAL 3 | 25/FEVEREIRO |
| FINAL 4 | 26/FEVEREIRO |
| FINAL 5 | 27/FEVEREIRO |
| FINAL 6 | 2/MARÇO |
| FINAL 7 | 3/MARÇO |
| FINAL 8 | 4/MARÇO |
| FINAL 9 | 5/MARÇO |
| FINAL 0 | 6/MARÇO |
| FINAL 1 E 6 | 2/MARÇO |
| FINAL 2 E 7 | 3/MARÇO |
| FINAL 3 E 8 | 4/MARÇO |
| FINAL 4 E 9 | 5/MARÇO |
| FINAL 5 E 0 | 6/MARÇO |
Para consultar o número do benefício e o extrato de pagamento, o segurado pode acessar o site ou aplicativo Meu INSS e clicar no serviço “Extrato de Pagamento”. Outra opção é ligar para o telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
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Baixar áudioA proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia brasileira. Esse montante corresponde a um aumento de até 7% na folha de pagamentos.
A estimativa consta em levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e considera dois cenários para manter o nível atual de horas trabalhadas: a realização de horas extras pelos empregados atuais ou a contratação de novos trabalhadores.
Segundo o estudo, o impacto proporcional tende a ser ainda mais expressivo no setor industrial, podendo ultrapassar 11% da folha salarial. Nesse segmento, o aumento das despesas seria de R$ 87,8 bilhões no cenário de horas extras e de R$ 58,5 bilhões anuais no cenário de novas contratações.
A indústria da construção e as micro e pequenas empresas industriais seriam as mais afetadas. Dos 32 setores industriais analisados, 21 apresentariam alta de custos acima da média da indústria, independentemente da estratégia adotada para manter o volume atual de produção.
Inicialmente, a proposta prevê uma alta de cerca de 10% no valor da hora regular trabalhada pelos empregados cujo contrato atual exceda 40 horas semanais. Caso as horas não sejam repostas, a redução do limite semanal poderá resultar em queda da atividade econômica.
De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, a combinação desses fatores indica que o cenário mais provável é de redução da produção e aumento do custo unitário do trabalho, o que pode gerar pressão sobre os custos, perda de competitividade das empresas nacionais e impactos negativos sobre emprego, renda e Produto Interno Bruto (PIB).
“A dificuldade de adaptação para micro e pequenas empresas, que correspondem a 52% do emprego formal do país, mas que não dispõem de recursos ou estrutura física para ampliar equipes, será ainda maior. Como resultado, essas indústrias tendem a reduzir a produção, perder a competitividade e comprometer os postos de trabalho”, pontua.
O levantamento aponta que as empresas industriais de menor porte seriam proporcionalmente mais impactadas, pois concentram maior número de empregados com jornadas superiores a 40 horas semanais.
No cenário de manutenção das horas por meio de horas extras:
No cenário de reposição das horas por meio de novas contratações:
O segmento da construção seria o mais impactado, com projeção de aumento de custos de até 13,2%, equivalente a R$ 19,4 bilhões por ano. Em seguida aparece a indústria de transformação, com alta de até 11,6%.
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Já os serviços industriais de utilidade pública (eletricidade, gás e água) teriam aumento estimado de 5,7%, enquanto a indústria extrativa registraria crescimento de 4,7% nos custos.
Copiar o textoMoeda recua 0,14% em meio a ajustes no mercado e revisão de projeções econômicas
Baixar áudioO Dólar comercial encerrou o último pregão em leve queda de 0,14%, cotado a R$ 5,16. Após iniciar a sessão em alta, a moeda perdeu força ao longo do dia e passou a operar no campo negativo.
O movimento ocorreu em meio à repercussão de medidas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos e à divulgação de novas projeções econômicas. De acordo com especialistas, o mercado reagiu tanto ao cenário externo quanto à revisão de estimativas para inflação, câmbio e juros, além de perspectivas mais otimistas para o crescimento da economia.
Analistas avaliam que a oscilação reflete um ambiente de cautela, com investidores ajustando posições diante das incertezas no comércio internacional e das expectativas para os próximos indicadores econômicos.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,09.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1935 | 0,1640 | 0,1432 | 29,9333 | 0,1498 | 0,2651 | 0,2739 |
| USD | 5,1690 | 1 | 0,8482 | 0,7409 | 154,72 | 0,7744 | 1,3699 | 1,4167 |
| EUR | 6,0987 | 1,1790 | 1 | 0,8735 | 182,41 | 0,9130 | 1,6149 | 1,6700 |
| GBP | 6,9806 | 1,3497 | 1,1448 | 1 | 208,83 | 1,0452 | 1,8488 | 1,9120 |
| JPY | 3,34066 | 0,646308 | 0,54820 | 0,478870 | 1 | 0,5005 | 0,88551 | 0,91554 |
| CHF | 6,6748 | 1,2913 | 1,0953 | 0,9568 | 199,81 | 1 | 1,7692 | 1,8295 |
| CAD | 3,7724 | 0,7298 | 0,6191 | 0,5408 | 112,95 | 0,5653 | 1 | 1,0339 |
| AUD | 3,6505 | 0,7060 | 0,5987 | 0,5230 | 109,23 | 0,5467 | 0,9670 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice bate novo recorde intradia, mas perde força com realização de lucros e incertezas no exterior
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O Ibovespa superou a marca inédita de 191 mil pontos no último pregão e renovou o recorde intradia, mas não conseguiu sustentar o patamar e encerrou o dia em queda. O movimento foi influenciado principalmente pela correção negativa nas ações de bancos e pelo desempenho desfavorável dos mercados internacionais.
Na máxima da sessão, o principal índice da bolsa brasileira chegou a 191.002,54 pontos. Ao longo do dia, no entanto, perdeu força e passou a operar no campo negativo, acompanhando o cenário externo. Na mínima, marcou 188.525,73 pontos. No fechamento, recuou 0,81%, aos 188.853,49 pontos, segundo dados preliminares.
O desempenho refletiu um movimento de realização de lucros após a sequência de altas recentes. De acordo com especialistas, o setor bancário, que tem peso relevante na composição do índice, foi um dos principais responsáveis por pressionar o resultado final.
Além do cenário doméstico, o mercado local reagiu às perdas em Wall Street, em meio a incertezas envolvendo a política comercial dos Estados Unidos. Analistas avaliam que o ambiente externo mais cauteloso contribuiu para reduzir o apetite por risco e estimular ajustes nas carteiras.
Apesar da queda no fechamento, o novo recorde intradia é visto por especialistas como sinal de resiliência do mercado brasileiro, ainda que o cenário internacional siga como fator de atenção para os próximos pregões.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$31.672.064.422, em meio a 4.261.566 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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