Destaques de Terça-feira, 15 de Setembro

BTG/Nexus: Lula lidera no Nordeste e Sudeste, enquanto outros cinco candidatos testados têm vantagem nas demais regiões, no 2° turno

Pesquisa mostra que no 1° turno Lula (PT) avança de 39% para 42% das intenções de voto; já Flávio Bolsonaro (PL) passou de 35% para 37%. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em seguida, com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 2%, e Zema (Novo), com 1%.

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Prognóstico agroclimático: Inmet alerta produtores rurais sobre seca no Norte e chuvas excessivas no Sul

Boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), referente ao trimestre de setembro a novembro de 2026, apresenta informações voltadas às atividades do campo; cenário pode exigir atenção no planejamento, principalmente em relação à disponibilidade de água no solo

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LOC.: Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, lidera as simulações de segundo turno nas regiões Nordeste e Sudeste, mas fica atrás de adversários no Sul e no recorte mapeado pela pesquisa, que considera Norte/Centro-Oeste.

No cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista aparece com 61% das intenções de voto no Nordeste e 48% no Sudeste. Já Flávio lidera no Sul, com 68%, e no Norte/Centro-Oeste, com 53%.

Contra Ronaldo Caiado, Lula também vence no Nordeste, com 64%, e no Sudeste, com 46%. Caiado fica à frente no Norte/Centro-Oeste, com 51%, e no Sul, com 55%.

Na disputa com Romeu Zema, Lula tem 64% no Nordeste e 49% no Sudeste. Por sua vez, Zema lidera no Sul, com 52%, e no Norte/Centro-Oeste, com 45%.

Já contra Renan Santos, Lula vence no Nordeste, Sudeste e Norte/Centro-Oeste. E Renan aparece à frente apenas no Sul, com 51%.

No primeiro turno, o candidato Lula, do PT, aparece na liderança, seguido por Flávio Bolsonaro, do PL.

A pesquisa ouviu DOIS MIL E TRÊS eleitores, por telefone, entre 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04076/2026.

Reportagem, Bianca Mingote


 

LOC.: Produtores rurais devem enfrentar condições climáticas diferentes nas regiões do país entre setembro e novembro. É o que aponta o Boletim Agroclimatológico Mensal do Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet.

A previsão indica redução das chuvas e temperaturas elevadas em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No Sul, o cenário é de chuvas acima da média e excesso de umidade no solo.

Na Região Norte, a restrição hídrica pode aumentar o estresse das culturas. No Marajó, no Pará, o alerta é para as lavouras de arroz de várzea, principalmente nas fases de floração e enchimento de grãos. Em Roraima, por outro lado, o tempo seco deve favorecer a colheita do milho de terceira safra.

No Nordeste, a deficiência hídrica e o calor podem reduzir a oferta e a qualidade das pastagens, especialmente em áreas de sequeiro. Segundo o Inmet, o cenário pode afetar o ganho de peso dos bovinos e aumentar os custos com suplementação alimentar.

No Centro-Oeste, a estiagem deve favorecer a colheita de algodão, milho de segunda safra e sorgo em setembro. Já as chuvas acima da média no sul de Mato Grosso do Sul podem dificultar a colheita de milho e trigo.

Em outubro, a falta de água no solo e as altas temperaturas no sudoeste de Mato Grosso podem prejudicar a germinação e o estabelecimento da soja, com risco de falhas e necessidade de replantio.

No Sul, as chuvas acima da média devem provocar os maiores excedentes de água em outubro. O excesso de umidade pode dificultar a semeadura do arroz irrigado e atrasar a colheita em algumas áreas.

O Boletim Agroclimatológico Mensal é referente ao trimestre de setembro a novembro de 2026. O documento completo está disponível em portal.inmet.gov.br ou em Brasil61.com.

Com informações do Instituto Nacional de Meteorologia, Bianca Mingote

LOC.: O Brasil precisa mais que dobrar os investimentos em infraestrutura para superar o déficit histórico do setor e se aproximar dos padrões internacionais. A conclusão é de um estudo da Confederação Nacional da Indústria, a CNI. 

Em 2024, os investimentos em infraestrutura somaram 266 bilhões e 800 milhões de reais, o equivalente a 2,27% do PIB. No entanto, segundo o levantamento, o país precisa elevar esse volume para cerca de 4,65% do PIB — aproximadamente 550 bilhões de reais — e manter esse patamar por pelo menos duas décadas.

O estudo aponta que nenhuma fonte de recursos, isoladamente, é capaz de financiar as necessidades de infraestrutura do país. Para alcançar o volume necessário, será preciso combinar diferentes instrumentos financeiros, ampliar a participação do capital privado e criar um ambiente econômico e institucional que ofereça mais segurança aos investidores. 

Para o especialista em infraestrutura da CNI, Ramon Cunha, a experiência internacional mostra que um salto dessa magnitude exige mais do que aperfeiçoar os atuais instrumentos de financiamento.

TEC./SONORA: Ramon Cunha, especialista em infraestrutura da CNI

“É fundamental que o país consiga alcançar um ambiente econômico e institucional sólido, com regras previsíveis e com instrumentos de financiamento que reflitam as reais necessidades do mercado, amparadas em projetos de qualidade com maturação no médio e longo prazo.”


LOC.: Os dados também mostram uma mudança na origem dos recursos destinados ao setor ao longo dos últimos anos. Em termos percentuais, o financiamento público dos investimentos em infraestrutura passou de 68,1%, entre 2010 e 2014, para 35,7%, em 2024. No mesmo período, o financiamento privado passou de 29,3% para 61,5%.

A superintendente de Crédito Grandes Empresas do Itaú, Ana Paula Silva da Cruz, avalia que o aumento da participação privada nos investimentos em infraestrutura está relacionado, entre outros fatores, à expansão das concessões. 

TEC./SONORA: Ana Paula Silva da Cruz, superintendente de Crédito Grandes Empresas do Itaú

“Com esse movimento de expansão das concessões, houve também uma importante evolução regulatória. O arcabouço regulatório é algo que exige contínuo aprimoramento, mas, sem dúvida, em determinados setores da economia do mercado de infraestrutura houve evolução. Isso faz com que atraia mais financiadores e investidores. E quanto mais a gente tem uma base extensa de investidores, mais a gente propicia um aumento de bancabilidade privada como um todo.”


LOC.: O estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil está disponível na íntegra no site portaldaindustria.com.br.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: O Instituto Euvaldo Lodi realizou, na última sexta-feira (11), o primeiro Congresso de Carreira. Realizado em formato digital, o evento foi transmitido para 25 escolas da rede SESI em 23 estados. A programação incluiu palestras e conversas sobre escolhas profissionais, mercado de trabalho, indústria, inovação e novas carreiras. 

A proposta foi ampliar o contato dos jovens com diferentes possibilidades profissionais e aproximá-los de experiências de profissionais que já atuam no mercado. 

Segundo a gerente de Carreiras e Educação Executiva do IEL, Michelle Queiroz, a programação foi pensada para ampliar o repertório dos estudantes e ajudá-los a refletir sobre as próprias escolhas. 

TEC./SONORA: Michelle Queiroz, gerente de Carreiras e Educação Executiva do IEL

“Nós trouxemos especialistas para falar sobre autoconhecimento, diferentes possibilidades de carreira, tanto no setor privado quanto na universidade, soft skills e tendências sobre profissões futuras. Falamos também sobre construir uma carreira e, ao longo do tempo, poder mudar os rumos, independentemente da formação. A nossa ideia era trazer uma visão de inspiração, para que os alunos pensem e comecem a se conectar com as suas escolhas, trilhar o seu caminho, para depois pensar no desenvolvimento profissional.” 


LOC.: A abertura ficou por conta da mentora de carreira e criadora de conteúdo Camila Croz, que abordou temas como identidade, interesses e potencialidades. Para ela, uma escolha profissional não precisa determinar toda a trajetória de uma pessoa. 

TEC./SONORA: Camila Croz, mentora de carreira e criadora de conteúdo

“Hoje, no congresso, foi muito importante mostrar para os estudantes como funciona a vida real. Mostrar, através de histórias reais, que a jornada pode ser muito divertida, com muitos desafios, principalmente quando o estudante entende que não é hoje que ele vai escolher qual é o futuro. Porque o futuro não se escolhe, o futuro se constrói.” 


LOC.: O Congresso de Carreira integra o programa Jornada de Carreira, desenvolvido pelo IEL em parceria com o SESI. A iniciativa atende alunos do 1º e 2º ano do ensino médio da rede SESI e oferece atividades como mentorias, testes vocacionais, visitas a indústrias e ações voltadas ao autoconhecimento e ao planejamento profissional. 

No encerramento do congresso, a aluna da rede SESI Júlia Mezzari, de Santa Catarina, compartilhou experiências e destacou o impacto das mentorias no desenvolvimento pessoal e acadêmico. 

TEC./SONORA: Júlia Mezzari, aluna da rede SESI

“Eu acho muito interessante as mentorias que fazemos e tudo que aprendemos dentro do programa Jornada de Carreira, como estudante e como pessoa também, porque é o que vamos levar para a nossa vida.”


LOC.: Para conhecer mais sobre o programa Jornada de Carreira, acesse o site iel.portaldaindustria.com.br.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: O Brasil recebeu mais de CENTO E TREZE MIL turistas chineses entre janeiro e agosto deste ano. O número já supera em DEZ POR CENTO o total registrado durante todo o ano de 2025. 
Já em comparação com os oito primeiros meses do ano passado, a alta foi de SETENTA E TRÊS POR CENTO. 
Os dados fazem parte do levantamento oficial do Ministério do Turismo, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, a Embratur, e a Polícia Federal.
Segundo o Ministério do Turismo, o resultado ocorre após o início da isenção de visto para turistas chineses, além de ações de promoção dos destinos brasileiros na China, incluindo iniciativas do Ano Cultural Brasil-China.
Na avaliação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os resultados refletem a política de isenção de visto e a aproximação bilateral, com ênfase no turismo. 
 

TEC./SONORA: Gustavo Feliciano, ministro do Turismo

“[Estou] muito feliz de poder comemorar esses dados. O governo do Brasil adotou a política de isenção de visto e a gente está podendo colher o fruto dessa política, atrelada à proximidade entre países. São políticas públicas como essa que a gente procura e espera desenvolver o turismo do Brasil cada vez mais.”


LOC.: O Ministério do Turismo criou um Grupo de Trabalho de Turismo Brasil-China para discutir medidas relacionadas à recepção dos visitantes e para apoiar a expansão do fluxo. 

Entre as iniciativas estão a qualificação do receptivo, adaptação de serviços, capacitação de profissionais e melhoria da experiência dos turistas.
Mais de TREZENTAS E TRINTA agências brasileiras já estão aptas a receber turistas chineses. 

O grupo também deve identificar destinos, rotas e produtos com potencial de atração, além de mapear oportunidades relacionadas à conectividade aérea, mobilidade e infraestrutura.
Entre os destinos apontados estão a Amazônia, Foz do Iguaçu e o Pantanal. A Chapada Diamantina, na Bahia, também vem ganhando espaço entre os turistas chineses, principalmente pela diversidade de fauna e flora e pelos rios da região.
De janeiro a agosto, o Brasil registrou mais de SEIS MILHÕES E QUATROCENTOS MIL chegadas de turistas estrangeiros, segundo a pasta. Somente em agosto, foram mais de QUINHENTOS E SETENTA E SEIS MIL visitantes internacionais.

Reportagem, Bianca Mingote
 

O Tribunal Superior Eleitoral já aprovou o envio de forças federais para pelo menos oito estados no primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.

A medida autoriza a atuação do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para reforçar a segurança da votação e da apuração, em localidades indicadas pelos tribunais regionais eleitorais.

Entre os estados já contemplados estão Acre, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. Segundo o TSE, novos pedidos ainda podem ser apresentados pelos tribunais regionais eleitorais até a data da votação.

Reportagem, Sophia Muniz.

O preço do café arábica abriu esta terça-feira, dia quinze, com baixa de zero vírgula treze por cento. A saca de sessenta quilos é negociada a mil quinhentos e noventa e quatro reais e oitenta e seis centavos, na cidade de São Paulo.

O café robusta também registrou queda. A baixa foi de zero vírgula zero seis por cento, com a saca comercializada a novecentos e noventa e dois reais e trinta e cinco centavos.

No mercado de açúcar, o cristal teve alta de zero vírgula dezenove por cento na capital paulista. A saca de cinquenta quilos está cotada a cento e dezenove reais e quarenta e um centavos.

Em Santos, também houve valorização. O açúcar cristal subiu dois vírgula quarenta e seis por cento, com a saca de sessenta quilos negociada a cento e vinte e nove reais e cinquenta e cinco centavos, na média de preços sem impostos.

Já o milho registrou baixa de zero vírgula trinta e sete por cento. A saca de sessenta quilos é vendida a sessenta e nove reais e cinquenta e um centavos.

Reportagem, Sophia Muniz.

O preço do boi gordo apresentou estabilidade nesta terça-feira, dia quinze. Em São Paulo, a arroba é negociada a trezentos e quarenta e nove reais e cinquenta centavos.

No mercado de frango, os preços apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a sete reais e oitenta e sete centavos, enquanto o frango resfriado também está cotado a sete reais e oitenta e sete centavos.

Já a carcaça suína especial teve aumento nos atacados da Grande São Paulo. O quilo do produto custa sete reais e trinta e três centavos.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o quilo do animal é comercializado a quatro reais e cinquenta e três centavos por quilo.

Os dados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o Cepea, da Esalq.

Reportagem, Sophia Muniz.