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LOC.: Mulheres brasileiras em situação de vulnerabilidade social terão acesso a computadores e cursos de informática por meio do Programa Computadores para Inclusão. 

A iniciativa é uma parceria entre o Ministério das Comunicações, o MCom, e o Ministério das Mulheres.

O projeto vai levar tecnologia a aldeias indígenas, comunidades quilombolas, áreas rurais e regiões ribeirinhas, para ampliar o acesso das mulheres às ferramentas tecnológicas e à economia digital.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, o acordo busca acelerar a inclusão digital e reduzir desigualdades.

TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações

“Para viabilizar a inclusão nas áreas remotas do Brasil, nas regiões amazônicas, na ponta do agro, nessas regiões que têm uma agricultura forte, para que a gente possa conectar o Brasil. Esse é o principal propósito.”


LOC.: Na prática, o Ministério das Mulheres será responsável por indicar as áreas prioritárias e produzir indicadores sobre inclusão digital. 

Já o MCom continuará encarregado pelo recondicionamento e entrega dos equipamentos, além de oferecer cursos de capacitação em parceria com os Centros de Recondicionamento de Computadores espalhados pelo país.

Reportagem, Maria Clara Abreu

LOC.: O debate sobre o fim da escala seis por um – modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa um – voltou a ganhar força no Congresso Nacional. A proposta é defendida por parte dos parlamentares como uma forma de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Mas a discussão também acende um alerta no setor produtivo, que alerta para o aumento de custos e impactos na geração de empregos.

O deputado federal pelo Pará, Joaquim Passarinho, do PL, avalia que o debate e a compreensão dos impactos do projeto são fundamentais para que se chegue a um consenso sobre o assunto. 

O parlamentar, que também preside a Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo, organizou um evento no último dia 10 de março para discutir o tema com representantes do setor produtivo.

 

TEC./SONORA: Deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo

“Nós precisamos entender, com essas pessoas que empregam 80% da população brasileira, o que elas pensam, como desejam essa modernização e como podemos realizá-la sem um impacto muito grande, principalmente no custo de vida, na inflação e no bolso do trabalhador.”


LOC.: Do lado do setor empresarial, entidades acompanham a discussão com cautela. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, que representa associações comerciais de todo o país, avalia que qualquer mudança precisa considerar os impactos para empresas, especialmente as micro e pequenas.

Segundo o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, é necessário ouvir todos os setores antes de uma decisão.

 

TEC/SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente CACB

“É importante chamar todos os setores da sociedade: empreendedores, trabalhadores, representantes dos trabalhadores e a sociedade civil organizada. Assim podemos discutir uma mudança possível, que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos, nem os empresários com aumento de custos.”

 


 

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LOC.: Enquanto o debate avança no Congresso Nacional, especialistas apontam que os impactos do fim da escala seis por um podem variar de acordo com o setor da economia e o modelo adotado. Por isso, parlamentares e representantes do mercado defendem que a discussão seja feita com base em dados técnicos e diálogo, buscando equilibrar qualidade de vida para os trabalhadores e a manutenção dos empregos no país.

 

LOC.: Após uma semana praticamente exclusiva às discussões sobre ampliação do direito das mulheres e combate a crimes misóginos, o Congresso Nacional retoma os debates sobre as demais pautas prioritárias.

Para deputados, a semana já começa com reunião de líderes para definição da pauta nesta segunda-feira (16). O mesmo deve acontecer no Senado, que também não fechou os projetos a serem analisados.

Para terça-feira, está marcada sessão solene conjunta para promulgação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O texto prevê redução de tarifas para 91% dos produtos importados pelo Mercosul e 95% dos produtos importados pela Europa, criando a  maior zona de livre comércio do mundo.

No Senado, a expectativa é de início da discussão sobre a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025), que estabelece a atuação cooperativa entre União, estados e municípios no combate à criminalidade. Outro tema que pode ser levado ao plenário é a criação de um exame obrigatório para recém-formados em medicina após resultados preocupantes no 1º Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica.

Nas comissões, a semana começa com a já habitual sessão da CPMI do INSS. O colegiado ouve, nesta segunda, Aristides Veras dos Santos, ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), uma das entidades investigadas que mais teria descontado valores indevidamente de aposentados e pensionistas nos últimos anos.

Na terça, o senador Beto Faro (PT-PA) deve apresentar o relatório sobre as novas exigências para concessão do seguro defeso a pescadores artesanais na Comissão Mista da Medida Provisória 1.323/2025. O documento deveria ser apresentado na semana passada, mas foi adiado a pedido do relator. Já na Comissão de Segurança Pública pode ser votada a autorização aos estados criarem as próprias leis penais, prerrogativa atualmente exclusiva da União.

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado deve ouvir, na quarta-feira, o ministro Mauro Vieira, das Relações Exteriores, para explicar o posicionamento do Brasil diante das recentes tensões no Oriente Médio. Na mesma data, mas na Câmara dos Deputados, Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, André Fufuca, do Esporte, e Jader Barbalho Filho, das Cidades, debatem as prioridades para o ano nas comissões temáticas de cada setor.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: Chegou ao fim a era da TV analógica no Brasil. 

O desligamento foi concluído em dezembro de 2025 e marcou a transição definitiva para a TV digital, ao liberar a faixa de SETECENTOS MEGAHERTZ, considerada estratégica para ampliar a cobertura da internet móvel 4G.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a mudança representa um marco na modernização das transmissões brasileiras.

TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações

“É muito importante para democratizar o acesso à comunicação, garantindo, assim, uma democracia de país, para que todo mundo possa ter acesso à real informação, à informação correta, fidedigna.”


LOC.: O balanço do Gired, grupo responsável pela coordenação, mostra que mais de CATORZE MIL canais analógicos foram desligados. 

Em contrapartida, cerca de VINTE MIL canais digitais passaram a integrar o plano básico de radiodifusão. 

Além disso, para que famílias de baixa renda não ficassem sem acesso à TV aberta, foram distribuídos CATORZE MILHÕES de kits digitais.

A liberação da faixa de SETECENTOS MEGAHERTZ também possibilita investimentos em novas redes. Parte dos recursos, cerca de QUINHENTOS MILHÕES de reais, está sendo aplicada em projetos estratégicos: expansão do 4G em distritos sem cobertura e iniciativas como a TV 3.0 e os programas Digitaliza Brasil e Brasil Digital.

Segundo o MCom, além de modernizar a radiodifusão,os projetos ampliam o acesso à internet e reduzem desigualdades digitais.

Reportagem, Maria Clara Abreu

LOC: A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta segunda-feira, 16 de março, a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres. Estão na lista municípios dos estados de Alagoas, Minas Gerais, Pará, Pernambuco e Piauí. Para conferir a lista completa, acesse mdr.gov.br. Com o reconhecimento federal, as prefeituras já podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene. A diretora do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Juliana Moretti, explica como os recursos podem ser aplicados.

TEC./SONORA: JULIANA MORETTI

“Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados em três frentes: ações emergenciais para socorro e assistência às vítimas de desastres, como por exemplo o fornecimento de kits de alimentos, de higiene e apoio logístico; - restabelecimento de serviços essenciais, como abastecimento de água e a desobstrução de vias; e por fim, na recuperação de áreas afetadas por desastres como por exemplo as ações para a reconstrução de infraestruturas públicas e residenciais atingidas.”
 


LOC: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em proteção e Defesa Civil, acesse mdr.gov.br.
Reportagem, Thamy Carvalho

LOC.: O estado de Mato Grosso deu mais um passo importante para fortalecer a agroindústria e ampliar oportunidades para produtores rurais. Quatro consórcios públicos municipais passaram a integrar o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal, o Sisbi-POA.

Com a entrada dos consórcios Vale do Rio Cuiabá, Região Sul, Vale do Guaporé e Médio Araguaia, o estado passa a contar com SEIS consórcios vinculados ao sistema, reunindo SETENTA E DOIS municípios. Isso significa que cerca de CINQUENTA E UM POR CENTO das cidades de Mato Grosso já fazem parte do Sisbi por meio desse modelo de cooperação regional.

O Sisbi permite que produtos de agroindústrias com inspeção municipal ou regional sejam comercializados em todo o território nacional, desde que cumpram os padrões sanitários exigidos. A medida abre novos mercados, gera renda e fortalece a produção local, especialmente para pequenos e médios produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância da união entre os municípios para ampliar o acesso ao sistema.
 

TEC./SONORA: Carlos Fávaro, ministro da Agricultura e Pecuária

“O Sisbi é uma política pública fundamental porque permite que os produtos das agroindústrias sejam comercializados em todo o território nacional, abrindo oportunidades para produtores e gerando renda no interior do país. Quando assumimos, apenas 331 municípios brasileiros tinham adesão ao sistema e Mato Grosso não tinha nenhum. O que estamos vendo agora é resultado de um trabalho conjunto que fortalece a inspeção sanitária e permite que essa política pública chegue a quem mais precisa.”
 


LOC.: Além dos quatro consórcios já integrados, outros OITO assinaram protocolos de intenção para iniciar o processo de adesão ao Sisbi. Entre eles estão os consórcios Araguaia, Norte Araguaia, Pontal do Araguaia, Portal da Amazônia, Vale do Juruena, Vale do Teles Pires, Vale do Rio Arinos e Alto do Rio Paraguai.

Se todos avançarem até a etapa final, Mato Grosso poderá chegar a cerca de CENTO E TRINTA E QUATRO municípios vinculados ao sistema, o que representa aproximadamente NOVENTA E CINCO POR CENTO das cidades do estado.

Criado em 2006, o Sisbi-POA integra os serviços de inspeção de produtos de origem animal em todo o Brasil e permite que agroindústrias regularizadas ampliem sua comercialização para outros estados, garantindo segurança sanitária e novas oportunidades de crescimento para o setor.

Reportagem, Marquezan Araújo

LOC.: A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (17)  com desvalorização no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$122,28, com baixa de 0,78%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta queda de 0,65%, sendo negociada a R$129,36.

O preço do trigo apresenta valorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.223,46. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra baixa de 0,17%, sendo cotada a R$1.091,17.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.

LOC.: O preço do café arábica nesta terça-feira (17) registra alta e a saca de 60 kg é negociada por R$1.908,03, na cidade de São Paulo.

O café robusta apresentou desvalorização de 0,60% e está sendo negociado a R$994,04.

O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra alta de 0,39%, cotada a R$97,62.

Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$108,67; a cotação média apresenta baixa de 0,76%.

A saca de 60 kg do milho é negociada a R$72,10, com alta de 0,17%.

Os valores são do Cepea.    

Reportagem, Jullya Borges.