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Consulta ao local de votação, uso da biometria, colinha eleitoral e prazos para justificar a ausência estão entre as informações importantes para os eleitores
Baixar áudioLer ao vivoProjeto do governo projeta R$ 610,6 bilhões em transferências obrigatórias, enquanto órgão do Senado calcula R$ 674,3 bilhões para o próximo ano
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Neste domingo, dia 25, milhões de brasileiros vão às urnas para escolher o próximo presidente da República. A disputa é entre o senador Flávio Bolsonaro, do PL, com o número 22, e o atual presidente, que disputa à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, com o número 13.
Além da eleição presidencial, os eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Tocantins também votarão para governador. Nessas localidades, a votação será realizada primeiro para o cargo de governador e, em seguida, para presidente.
A votação ocorre das 8 horas da manhã às 5 da tarde, pelo horário de Brasília, inclusive nos municípios que seguem fusos horários diferentes.
O Tribunal Superior Eleitoral recomenda que os eleitores consultem antecipadamente o local de votação, mesmo aqueles que compareceram às urnas no primeiro turno e pretendem votar no mesmo endereço.
Mais de 4 mil e 300 seções eleitorais em todo o país passaram por alterações de local de votação. A consulta pode ser feita gratuitamente por três canais: o aplicativo e-Título, na opção “Onde votar”; o Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais da Justiça Eleitoral; e o ChatVote, assistente virtual do TSE, acessível pelo portal tse.jus.br.
Segundo o tribunal, quem não compareceu às urnas no primeiro turno pode votar no segundo, desde que o título eleitoral não esteja cancelado ou suspenso. No entanto, a ausência na primeira etapa continua sujeita à justificativa ou ao pagamento de multa, conforme as regras eleitorais.
Além disso, o registro biométrico não é obrigatório para exercer o direito ao voto, desde que a inscrição eleitoral esteja regular.
Nas seções eleitorais, existem procedimentos alternativos de identificação para quem não cadastrou as digitais ou enfrenta dificuldades no reconhecimento biométrico. Nesses casos, é necessário apresentar um documento oficial de identificação com foto.
A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores levem a chamada colinha eleitoral, uma anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos. O recurso ajuda a lembrar a sequência de votação e facilita o preenchimento dos votos na urna eletrônica.
É importante lembrar que o uso de celulares e de outros aparelhos eletrônicos é proibido na cabine de votação.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: A estimativa de repasses federais para estados e municípios apresenta uma diferença de SESSENTA E TRÊS BILHÕES E SETECENTOS MILHÕES DE REAIS entre o projeto do governo e a projeção da Instituição Fiscal Independente.
A proposta orçamentária do Executivo prevê SEISCENTOS E DEZ BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REAIS em transferências obrigatórias, enquanto a IFI projeta SEISCENTOS E SETENTA E QUATRO BILHÕES E TREZENTOS MILHÕES DE REAIS.
A comparação consta no relatório de acompanhamento publicado em setembro pelo órgão do Senado. Os valores somam o total das transferências por divisão de receitas tributárias e não representam cálculos individuais para cidades ou fundos específicos, como o Fundo de Participação dos Municípios, o FPM.
O estudo destaca que a fatia dos repasses em relação à economia nacional está em queda. Ao longo de 2026, a previsão de transferências equivalia a QUATRO VÍRGULA SETE POR CENTO do PIB. Na proposta para o próximo período, esse percentual recua para QUATRO VÍRGULA UM POR CENTO.
A IFI indica projeções mais altas de arrecadação com royalties do petróleo e dividendos de estatais. Por outro lado, lembra que o orçamento precisará acomodar o repasse de TRINTA E TRÊS BILHÕES E OITOCENTOS MILHÕES DE REAIS ao Fundo de Compensação dos Estados, exigido com as mudanças da reforma tributária.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O Tribunal de Contas da União estima que são necessários cerca de QUINHENTOS E VINTE E CINCO MILHÕES DE REAIS para concluir DEZ obras rodoviárias até o fim de 2027. A relação foi apresentada na quarta-feira, dia 21, e encaminhada ao Congresso Nacional para ajudar a definir a destinação de recursos do orçamento federal.
Entre os empreendimentos que precisam de investimento está o acesso a Porto Murtinho, na BR-267, em Mato Grosso do Sul, que concentra a maior demanda. O investimento necessário chega a cerca de DUZENTOS E SETENTA E NOVE MILHÕES DE REAIS.
A lista também inclui a Ponte do Xingu, na BR-230, no Pará, que precisa de quase SESSENTA E OITO MILHÕES DE REAIS, e as obras restantes do Lote 1C da BR-319, no Amazonas, com necessidade de QUARENTA E TRÊS MILHÕES E NOVECENTOS MIL REAIS.
A seleção considera obras que ainda precisam de recursos, mas têm condições de ser concluídas até o prazo previsto. Entre os critérios estão a situação dos projetos, a qualidade das obras e os obstáculos que podem impedir a retomada dos trabalhos.
O ministro-relator do processo, Jhonatan de Jesus, explicou que o Tribunal também quer contribuir para a escolha dos investimentos prioritários.
O levantamento faz parte do Fiscobras, programa que completa TRINTA ANOS. Nesta edição, o TCU fiscalizou VINTE E QUATRO empreendimentos nas cinco regiões do país, com recursos estimados em SEIS BILHÕES E CEM MILHÕES DE REAIS.
Desse total, QUINZE obras apresentaram indícios de irregularidades graves. Em um dos casos, o Tribunal recomendou a paralisação.
A metodologia usada para definir as prioridades poderá ser aplicada futuramente a outras áreas, como saneamento, saúde, educação, recursos hídricos e mobilidade.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A Rede SESI de Educação está com matrículas abertas para o ano letivo de 2027. Tem oportunidades em diferentes estados brasileiros, com bolsas de estudo de até 100%, vagas gratuitas e descontos nas mensalidades para dependentes de trabalhadores da indústria. Os critérios variam conforme cada departamento regional.
As ofertas abrangem Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos, a EJA. Os interessados devem consultar os canais oficiais do SESI em cada estado para verificar a disponibilidade de vagas, os prazos de inscrição, os documentos exigidos e as condições para obter bolsas e gratuidade.
Também é importante conferir a duração dos benefícios e se despesas como material didático, alimentação e transporte estão incluídas.
A proposta pedagógica das escolas do SESI inclui atividades nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática, abordagem conhecida pela sigla STEAM. A metodologia combina conteúdos dessas áreas com atividades práticas e projetos interdisciplinares.
Os estudantes também podem participar de projetos de robótica e utilizar laboratórios maker, espaços destinados à criação e à experimentação. Em algumas unidades, o Ensino Médio é integrado a cursos técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o SENAI.
Segundo o superintendente de Educação do SESI, Wisley Pereira, a metodologia busca preparar crianças e jovens para os desafios do futuro do trabalho.
TEC./SONORA: Wisley Pereira, superintendente de Educação do SESI
“São escolas que têm a metodologia STEAM — Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática —, que preparam as crianças, os adolescentes e os jovens para o futuro do trabalho, com resoluções de problemas complexos, e que têm muita tecnologia embarcada, com infraestrutura excelente.”
LOC.: Os estudantes que já frequentam as escolas do SESI devem realizar a rematrícula, preferencialmente, pelo Portal do Aluno ou pela plataforma indicada pela unidade em que estão matriculados. Em algumas escolas, o procedimento também pode ser feito presencialmente.
A mudança de turno ou de unidade depende da existência de vagas. Por isso, as famílias devem consultar a secretaria da escola pretendida para verificar a disponibilidade e os procedimentos necessários.
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Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Empresárias do Distrito Federal defendem mais acesso ao crédito e participação na construção de políticas públicas para fortalecer os negócios liderados por mulheres. O tema foi discutido na última terça-feira, em Brasília, durante encontro promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Distrito Federal, o CMEC.
A reunião deu continuidade à articulação da Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas, que busca aproximar lideranças empresariais e parlamentares para acompanhar projetos de lei e ampliar medidas de apoio ao empreendedorismo feminino.
A presidente nacional do CMEC, Ana Cláudia Badra Cotait, destacou a importância dessa aproximação.
TEC./SONORA: Ana Cláudia Badra Cotait, presidente nacional do CMEC
“Para a gente é muito importante essa rede, linkando o setor privado com o setor legislativo. Isso é extremamente importante para que andem os projetos de lei, para que as políticas públicas realmente sejam cobradas e feitas.”
LOC.: A presidente do CMEC Plano Piloto, Aline Castelo, afirmou que a mobilização também incentiva as mulheres a reconhecerem seu papel nas decisões que impactam a economia e seus próprios negócios.
TEC./SONORA: Alíne Castelo, presidente do CMEC Plano Piloto
“A mulher é protagonista, as empresárias são protagonistas, e cada evento desse que acontece fortalece mais essa ideia.”
LOC.: Entre os principais desafios estão as dificuldades para obter financiamento, a burocracia e a falta de estrutura para conciliar trabalho e responsabilidades familiares.
A vice-presidente do CMEC Lago Sul, a advogada tributarista Miriam Lavocat, ressaltou que políticas públicas voltadas às empreendedoras são fundamentais para que elas consigam manter e expandir suas empresas.
TEC./SONORA: Miriam Lavocat, advogada tributarista
“Existe uma dificuldade muito grande para a obtenção de crédito, para vencer a burocracia e, acima de tudo, para poder se manter e se estabilizar no mercado.”
LOC.: Durante o encontro, o CMEC também entregou à governadora do Distrito Federal, Celina Leão, uma carta-compromisso para integrar a rede parlamentar. A Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas reúne lideranças empresariais e representantes do Legislativo em torno de pautas como acesso ao crédito, qualificação profissional e proteção patrimonial, com o objetivo de ampliar as oportunidades e fortalecer a autonomia econômica das mulheres.
Reportagem, Juline Pogorzelski.
LOC.: O planejamento por microbacia hidrográfica é uma das principais recomendações da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, para reduzir os impactos do El Niño 2026/2027 na produção agropecuária da Região Sul.
As projeções indicam chuvas volumosas e concentradas, muitos dias nublados e temperaturas de inverno acima da média. O cenário aumenta os riscos de erosão, perda de nutrientes, encharcamento do solo e redução da qualidade dos produtos colhidos.
O excesso de umidade também pode favorecer doenças nas plantas. Já tempestades, ventos fortes e granizo podem provocar danos às lavouras e aos pomares.
Entre as culturas mais expostas estão os cereais de inverno, como trigo e cevada, além de arroz irrigado, soja, milho, frutas de clima temperado e hortaliças.
Para reduzir os prejuízos, a Embrapa recomenda que os produtores planejem o manejo da água considerando toda a microbacia hidrográfica, e não apenas os limites de cada propriedade. A orientação é adotar práticas de conservação do solo e retenção de água nas áreas mais altas, para reduzir enxurradas e inundações nas baixadas.
Outras medidas incluem manter o solo protegido por cobertura vegetal, melhorar a drenagem, escalonar a semeadura e acompanhar as previsões meteorológicas e as orientações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático, o Zarc.
Para os cereais de inverno, a recomendação é escolher cultivares resistentes a doenças e planejar a colheita antes da chegada de períodos chuvosos, com possibilidade de secagem artificial dos grãos.
No cultivo de soja e milho, a Embrapa orienta reforçar a cobertura vegetal do solo e intensificar o monitoramento de doenças. Já para o arroz irrigado, o planejamento do ciclo da cultura deve considerar a disponibilidade de radiação solar e as condições climáticas.
As orientações fazem parte de notas técnicas elaboradas pela Embrapa sobre os riscos do El Niño para diferentes regiões do país.
O Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia, também disponibiliza a página especial El Niño Agro, com informações e recomendações para apoiar decisões no campo.
O conteúdo pode ser consultado no portal do Ministério da Agricultura, em gov.br/agricultura.
Já a nota completa com orientações ao setor agropecuário do Norte pode ser acessada em www.embrapa.br ou em Brasil61.com.
Reportagem, Bianca Mingote
O café arábica sobe zero vírgula sessenta e sete por cento, com a saca de sessenta quilos cotada a mil seiscentos e vinte reais e noventa e dois centavos, em São Paulo. O robusta registra alta de zero vírgula zero nove por cento, a novecentos e sessenta e oito reais e oitenta e sete centavos.
Já o açúcar cristal cai zero vírgula zero seis por cento na capital paulista, a cento e vinte e cinco reais e cinquenta e nove centavos. Em Santos, a queda é de zero vírgula trinta por cento.
O milho recua zero vírgula zero seis por cento, com a saca de sessenta quilos negociada a sessenta e quatro reais e trinta centavos.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Bessa.
O boi gordo registra queda de zero vírgula zero um por cento, com a arroba cotada a trezentos e oitenta reais e quarenta centavos, em São Paulo.
O frango congelado custa oito reais e quarenta e nove centavos por quilo, enquanto o resfriado é vendido a oito reais e cinquenta centavos.
Já a carcaça suína especial mantém estabilidade, a dez reais e trinta e oito centavos por quilo. No Rio Grande do Sul, o suíno vivo é comercializado a cinco reais e noventa e dois centavos por quilo.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Bessa.