Destaques de Quarta-feira, 16 de Setembro

BTG/Nexus: Lula lidera no Nordeste e Sudeste, enquanto outros cinco candidatos testados têm vantagem nas demais regiões, no 2° turno

Pesquisa mostra que no 1° turno Lula (PT) avança de 39% para 42% das intenções de voto; já Flávio Bolsonaro (PL) passou de 35% para 37%. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em seguida, com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 2%, e Zema (Novo), com 1%.

Baixar áudioLer ao vivo
Prognóstico agroclimático: Inmet alerta produtores rurais sobre seca no Norte e chuvas excessivas no Sul

Boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), referente ao trimestre de setembro a novembro de 2026, apresenta informações voltadas às atividades do campo; cenário pode exigir atenção no planejamento, principalmente em relação à disponibilidade de água no solo

Baixar áudioLer ao vivo

Áudios por tema

Conteúdos Locais
Acesse conteúdos com informações da sua região, estado, microrregião e município.

Emissoras que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

RÁDIO MAIS ALEGRIA 95,1 FM / FLORIANÓPOLIS - SC
RÁDIO LÍDER 87,9 FM / BONFINÓPOLIS - GO
RÁDIO MASSA 100,7 FM / IVAIPORÃ - PR
RÁDIO DO POVO 94,3 FM / MANAUS - AM
RÁDIO CACIQUE 1550 AM / CAPIVARI - SP
RÁDIO ACOMPEC 87,9 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CORREIO DELMIRO 91,9 FM / DELMIRO GOUVEIA - AL
RÁDIO COMUNITÁRIA SANTO ANTÔNIO 87,9 FM / BORBA - AM
RÁDIO BAND 94,1 FM / PORTO VELHO - RO
RÁDIO SANTIAGO 90,3 FM / SANTIAGO - RS
RÁDIO IRACEMA 1240 AM / CUNHA PORÃ - SC
RÁDIO COMUNIDADE 87,9 FM / SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE - PE
RÁDIO CULTURA 92,9 FM / SERRA TALHADA - PE
RÁDIO DIPLOMATA 105,3 FM / BRUSQUE - SC
RÁDIO 102,7 FM / LAGARTO - SE

Rede de relacionamento do Brasil 61

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 14 de setembro, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, lidera as simulações de segundo turno nas regiões Nordeste e Sudeste, mas fica atrás de adversários no Sul e no recorte mapeado pela pesquisa, que considera Norte/Centro-Oeste.

No cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista aparece com 61% das intenções de voto no Nordeste e 48% no Sudeste. Já Flávio lidera no Sul, com 68%, e no Norte/Centro-Oeste, com 53%.

Contra Ronaldo Caiado, Lula também vence no Nordeste, com 64%, e no Sudeste, com 46%. Caiado fica à frente no Norte/Centro-Oeste, com 51%, e no Sul, com 55%.

Na disputa com Romeu Zema, Lula tem 64% no Nordeste e 49% no Sudeste. Por sua vez, Zema lidera no Sul, com 52%, e no Norte/Centro-Oeste, com 45%.

Já contra Renan Santos, Lula vence no Nordeste, Sudeste e Norte/Centro-Oeste. E Renan aparece à frente apenas no Sul, com 51%.

No primeiro turno, o candidato Lula, do PT, aparece na liderança, seguido por Flávio Bolsonaro, do PL.

A pesquisa ouviu DOIS MIL E TRÊS eleitores, por telefone, entre 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04076/2026.

Reportagem, Bianca Mingote


 

LOC.: Produtores rurais devem enfrentar condições climáticas diferentes nas regiões do país entre setembro e novembro. É o que aponta o Boletim Agroclimatológico Mensal do Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet.

A previsão indica redução das chuvas e temperaturas elevadas em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No Sul, o cenário é de chuvas acima da média e excesso de umidade no solo.

Na Região Norte, a restrição hídrica pode aumentar o estresse das culturas. No Marajó, no Pará, o alerta é para as lavouras de arroz de várzea, principalmente nas fases de floração e enchimento de grãos. Em Roraima, por outro lado, o tempo seco deve favorecer a colheita do milho de terceira safra.

No Nordeste, a deficiência hídrica e o calor podem reduzir a oferta e a qualidade das pastagens, especialmente em áreas de sequeiro. Segundo o Inmet, o cenário pode afetar o ganho de peso dos bovinos e aumentar os custos com suplementação alimentar.

No Centro-Oeste, a estiagem deve favorecer a colheita de algodão, milho de segunda safra e sorgo em setembro. Já as chuvas acima da média no sul de Mato Grosso do Sul podem dificultar a colheita de milho e trigo.

Em outubro, a falta de água no solo e as altas temperaturas no sudoeste de Mato Grosso podem prejudicar a germinação e o estabelecimento da soja, com risco de falhas e necessidade de replantio.

No Sul, as chuvas acima da média devem provocar os maiores excedentes de água em outubro. O excesso de umidade pode dificultar a semeadura do arroz irrigado e atrasar a colheita em algumas áreas.

O Boletim Agroclimatológico Mensal é referente ao trimestre de setembro a novembro de 2026. O documento completo está disponível em portal.inmet.gov.br ou em Brasil61.com.

Com informações do Instituto Nacional de Meteorologia, Bianca Mingote

LOC.: O Brasil precisa mais que dobrar os investimentos em infraestrutura para superar o déficit histórico do setor e se aproximar dos padrões internacionais. A conclusão é de um estudo da Confederação Nacional da Indústria, a CNI. 

Em 2024, os investimentos em infraestrutura somaram 266 bilhões e 800 milhões de reais, o equivalente a 2,27% do PIB. No entanto, segundo o levantamento, o país precisa elevar esse volume para cerca de 4,65% do PIB — aproximadamente 550 bilhões de reais — e manter esse patamar por pelo menos duas décadas.

O estudo aponta que nenhuma fonte de recursos, isoladamente, é capaz de financiar as necessidades de infraestrutura do país. Para alcançar o volume necessário, será preciso combinar diferentes instrumentos financeiros, ampliar a participação do capital privado e criar um ambiente econômico e institucional que ofereça mais segurança aos investidores. 

Para o especialista em infraestrutura da CNI, Ramon Cunha, a experiência internacional mostra que um salto dessa magnitude exige mais do que aperfeiçoar os atuais instrumentos de financiamento.

TEC./SONORA: Ramon Cunha, especialista em infraestrutura da CNI

“É fundamental que o país consiga alcançar um ambiente econômico e institucional sólido, com regras previsíveis e com instrumentos de financiamento que reflitam as reais necessidades do mercado, amparadas em projetos de qualidade com maturação no médio e longo prazo.”


LOC.: Os dados também mostram uma mudança na origem dos recursos destinados ao setor ao longo dos últimos anos. Em termos percentuais, o financiamento público dos investimentos em infraestrutura passou de 68,1%, entre 2010 e 2014, para 35,7%, em 2024. No mesmo período, o financiamento privado passou de 29,3% para 61,5%.

A superintendente de Crédito Grandes Empresas do Itaú, Ana Paula Silva da Cruz, avalia que o aumento da participação privada nos investimentos em infraestrutura está relacionado, entre outros fatores, à expansão das concessões. 

TEC./SONORA: Ana Paula Silva da Cruz, superintendente de Crédito Grandes Empresas do Itaú

“Com esse movimento de expansão das concessões, houve também uma importante evolução regulatória. O arcabouço regulatório é algo que exige contínuo aprimoramento, mas, sem dúvida, em determinados setores da economia do mercado de infraestrutura houve evolução. Isso faz com que atraia mais financiadores e investidores. E quanto mais a gente tem uma base extensa de investidores, mais a gente propicia um aumento de bancabilidade privada como um todo.”


LOC.: O estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil está disponível na íntegra no site portaldaindustria.com.br.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: Municípios, prestadores de serviços e entidades reguladoras que iniciaram o preenchimento do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico, o Sinisa, têm até o dia 23 de setembro para concluir o procedimento.

O prazo foi prorrogado pelo Ministério das Cidades e vale apenas para os entes locais que já começaram o cadastramento até 3 de setembro, data em que o prazo foi encerrado.

Os dados são referentes ao ano-base 2025 e incluem informações sobre abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem e manejo de águas pluviais.

Segundo o Ministério das Cidades, o envio das informações é uma obrigação legal. A pasta alerta que os municípios ou prestadores que não enviarem os dados no prazo ficam inadimplentes junto ao sistema, o que pode impedir o acesso a recursos federais para ações e investimentos em saneamento básico.

Até 11 de setembro, 24,86% dos municípios haviam concluído o preenchimento do módulo de Água. No de Esgoto, eram 37,46%. Já Resíduos Sólidos tinha 81,92% de conclusão, e Águas Pluviais,  82,77%.

Em nota, a Confederação Nacional de Municípios, a CNM, destacou a importância de os gestores enviarem as informações para garantir o acesso das prefeituras aos recursos federais.

Com informações do  Ministério das Cidades e da Confederação Nacional de Municípios, Bianca Mingote

LOC.: O Brasil recebeu mais de CENTO E TREZE MIL turistas chineses entre janeiro e agosto deste ano. O número já supera em DEZ POR CENTO o total registrado durante todo o ano de 2025. 
Já em comparação com os oito primeiros meses do ano passado, a alta foi de SETENTA E TRÊS POR CENTO. 
Os dados fazem parte do levantamento oficial do Ministério do Turismo, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, a Embratur, e a Polícia Federal.
Segundo o Ministério do Turismo, o resultado ocorre após o início da isenção de visto para turistas chineses, além de ações de promoção dos destinos brasileiros na China, incluindo iniciativas do Ano Cultural Brasil-China.
Na avaliação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os resultados refletem a política de isenção de visto e a aproximação bilateral, com ênfase no turismo. 
 

TEC./SONORA: Gustavo Feliciano, ministro do Turismo

“[Estou] muito feliz de poder comemorar esses dados. O governo do Brasil adotou a política de isenção de visto e a gente está podendo colher o fruto dessa política, atrelada à proximidade entre países. São políticas públicas como essa que a gente procura e espera desenvolver o turismo do Brasil cada vez mais.”


LOC.: O Ministério do Turismo criou um Grupo de Trabalho de Turismo Brasil-China para discutir medidas relacionadas à recepção dos visitantes e para apoiar a expansão do fluxo. 

Entre as iniciativas estão a qualificação do receptivo, adaptação de serviços, capacitação de profissionais e melhoria da experiência dos turistas.
Mais de TREZENTAS E TRINTA agências brasileiras já estão aptas a receber turistas chineses. 

O grupo também deve identificar destinos, rotas e produtos com potencial de atração, além de mapear oportunidades relacionadas à conectividade aérea, mobilidade e infraestrutura.
Entre os destinos apontados estão a Amazônia, Foz do Iguaçu e o Pantanal. A Chapada Diamantina, na Bahia, também vem ganhando espaço entre os turistas chineses, principalmente pela diversidade de fauna e flora e pelos rios da região.
De janeiro a agosto, o Brasil registrou mais de SEIS MILHÕES E QUATROCENTOS MIL chegadas de turistas estrangeiros, segundo a pasta. Somente em agosto, foram mais de QUINHENTOS E SETENTA E SEIS MIL visitantes internacionais.

Reportagem, Bianca Mingote
 

Pesquisa da Nexus mostra que o Centro-Oeste é a região do Brasil que mais sente os efeitos da estiagem. Quatro em cada dez moradores citam a seca prolongada e a falta de água como um dos principais impactos climáticos do último ano, quase o dobro da média nacional, que é de 22%.

O calor extremo também marca o dia a dia da região: 63% dos entrevistados relataram ondas de calor intenso, o efeito mais citado por quem vive no Centro-Oeste. Chuvas excessivas e alagamentos foram apontados por 20% dos moradores, e 14% relataram tempestades de vento e granizo.

Segundo o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, o Centro-Oeste é um forte produtor agrícola e tem biomas como o Cerrado e o Pantanal, e sentir a seca com o dobro da intensidade da média nacional é um alerta tanto para a segurança hídrica quanto para a economia da região.

Apesar dos efeitos sentidos no dia a dia, o levantamento mostra que quatro em cada dez moradores do Centro-Oeste não conhecem o El Niño, o maior índice de desconhecimento do país. Ainda assim, ao serem informados sobre os efeitos do fenômeno, mais da metade dos entrevistados passou a demonstrar alto grau de preocupação.

A pesquisa também revela desconfiança na resposta do poder público: 61% dos moradores consideram que sua cidade está despreparada para lidar com crises climáticas, e apenas 2% avaliam que os governos locais estão totalmente prontos para isso.

Reportagem, Sophia Muniz

Os preços de importantes produtos agrícolas registraram queda nesta quarta-feira, dia dezesseis.

O café arábica recuou zero vírgula quarenta por cento, com a saca de sessenta quilos negociada a mil quinhentos e oitenta e oito reais e quarenta e três centavos, em São Paulo.

O café robusta teve baixa de zero vírgula sessenta e seis por cento e está cotado a novecentos e oitenta e cinco reais e setenta e oito centavos.

No mercado de açúcar, a saca de cinquenta quilos do cristal apresentou queda de um vírgula zero seis por cento na capital paulista e é negociada a cento e dezoito reais e quinze centavos. Em Santos, recuou um vírgula sessenta e um por cento, com preço médio de cento e vinte e sete reais e quarenta e sete centavos por saca de sessenta quilos, sem impostos.

Já o milho teve baixa de zero vírgula dezessete por cento. A saca de sessenta quilos é vendida a sessenta e nove reais e trinta e nove centavos.
Os dados são do Cepea/Esalq.

Reportagem, Sophia Muniz.

A saca de sessenta quilos da soja inicia esta quarta-feira, dia dezesseis, com alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão registra aumento de zero vírgula quarenta e cinco por cento, com a saca negociada a cento e cinquenta e três reais e cinquenta e nove centavos.

Em Paranaguá, a valorização é de zero vírgula zero nove por cento, levando a cotação para cento e sessenta reais e cinquenta e nove centavos.

No mercado de trigo, os preços também subiram em dois estados. No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a mil quinhentos e nove reais e cinquenta e oito centavos. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a mil trezentos e sessenta e um reais e trinta e dois centavos.

Os dados são do Cepea/Esalq.

Reportagem, Sophia Muniz.