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Abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril já foram realizados nos meses de abril e maio; confira o calendário anual de pagamentos
Baixar áudioLer ao vivoFalta de regulação em parte dos municípios e necessidade de ampliar investimentos dificultam cumprimento das metas do marco legal
Ler ao vivoLOC.: Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, que começaram a receber aposentadoria, pensão ou outro benefício previdenciário a partir de maio deste ano vão receber o décimo terceiro salário entre os dias 24 de novembro e 7 de dezembro. O pagamento será feito conforme o calendário regular do INSS, de acordo com o número final do cartão de benefício.
Os beneficiários que já recebiam o benefício até abril deste ano tiveram o abono anual antecipado e receberam as parcelas nos meses de abril e maio.
Têm direito ao décimo terceiro os aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social que recebem benefícios com previsão legal para o abono. Já os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada, o BPC, não recebem o décimo terceiro, porque o benefício é de caráter assistencial.
Nos casos de benefícios temporários, como o auxílio por incapacidade temporária e o salário-maternidade, o valor do décimo terceiro é pago de forma proporcional ao período em que o benefício foi recebido.
O calendário completo de pagamentos está disponível no site oficial do INSS em: www.gov.br/inss ou no site do Brasil 61, em Brasil61.com
Com informações do Instituto Nacional do Seguro Social, Bianca Mingote
TEC./SONORA: Carlos Lebelein, consultor da LMDM
“Estimam que entre R$ 600 e até R$ 900 bilhões são necessários para a gente encontrar essa meta em 2033. Isso daria uma taxa que, hoje, seria quase duas vezes a taxa de investimento em valores do que é feito normalmente. Então, seria mais que dobrar os investimentos que, hoje, são feitos anualmente para encontrar essa meta. Mas, não encontrar essa meta em 2033, de maneira nenhuma significa um fracasso ou algo que a gente possa desabonar os avanços que foram feitos no setor.”
TEC./SONORA: Guilherme Gabriel Cesco, advogado tributarista
“[Parte] do dinheiro que hoje passa pelo caixa da empresa vai diretamente para o Fisco, impedindo, por exemplo, que o tributo não seja pago para depois ser parcelado. Então o split payment é bom, por um lado, por garantir o crédito para as empresas adquirentes, mas, por outro lado, impacta o fluxo de caixa das empresas fornecedoras. O ponto central é preparar o caixa para assimilar essa diferença de ingressos de receitas. Não existe mágica: é necessário planejamento financeiro.”
TEC./SONORA: Guilherme Gabriel Cesco, advogado tributarista
“É possível que o sistema comece por determinados ramos de atividade ou operações B2B, ou seja, entre empresas. Pode ser, inclusive, que tenhamos algum atraso no lançamento, fazendo com que o mecanismo passe a valer somente no segundo semestre de 2027 ou mais tardar em 2028.”
LOC.: Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave apresentam início de queda após quase cinco meses consecutivos de alta no Brasil. É o que aponta a mais recente edição do Boletim InfoGripe divulgada pela Fiocruz.
A redução nacional é explicada, principalmente, pelo crescimento mais lento das internações causadas pelo vírus sincicial respiratório, o VSR, e pela queda das hospitalizações por influenza A e influenza B.
Ainda assim, o levantamento alerta que o número de ocorrências ainda permanece elevado em grande parte do país. Os casos de SRAG associados ao VSR continuam em alta em todos os estados da Região Sul, além de Minas Gerais, São Paulo e Roraima. No restante do país, a Fiocruz já identifica estabilização ou redução das ocorrências.
Em relação à influenza A, o estudo mostra que o período de maior circulação do vírus já terminou. Mesmo assim, os casos graves ainda permanecem em níveis elevados no Acre, em Minas Gerais, no Paraná, em Roraima e em São Paulo.
Já a influenza B segue em crescimento em diversos estados do Centro-Sul, entre eles Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Por outro lado, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo já apresentam sinais de estabilização ou início de redução dos casos.
O boletim também destaca a situação do Amazonas, onde o aumento das ocorrências de SRAG entre idosos está, provavelmente, relacionado ao crescimento das hospitalizações por Covid-19.
Mesmo com o início da queda nas hospitalizações por SRAG, os pesquisadores recomendam a manutenção das medidas de prevenção, entre elas: cobrir boca e nariz com o braço ao tossir ou espirrar; lavar as mãos com frequência; permanecer em isolamento ao apresentar sintomas de gripe ou resfriado; usar máscara caso seja necessário sair de casa durante o período de sintomas; e manter a vacinação em dia, especialmente entre os grupos de maior risco.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC: A saca de 60 quilos da soja abre esta sexta-feira, dez de julho, com alta no Paraná e leve queda em Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão registra valorização de zero vírgula treze por cento, com a saca negociada a cento e trinta e dois reais e sessenta e nove centavos. No litoral paranaense, em
Paranaguá, a cotação recua zero vírgula onze por cento, para cento e quarenta reais e vinte e cinco centavos.
Já o trigo mantém queda no Paraná, onde a tonelada é comercializada a mil trezentos e setenta e cinco reais e sessenta e oito centavos. No Rio Grande do Sul, o cereal registra alta, com a tonelada vendida a mil trezentos e doze reais e quarenta e oito centavos.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Sophia Muniz
LOC: O preço da arroba do boi gordo abre esta sexta-feira, dez de julho, sem variação. Em São Paulo, a arroba é negociada a trezentos e vinte e quatro reais e setenta centavos.
No mercado do frango, os preços registram leve queda na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado e do frango resfriado é vendido a sete reais e dezenove centavos.
A carcaça suína especial segue estável nos atacados da Grande São Paulo, com o quilo cotado a oito reais e sessenta e um centavos.
Já o suíno vivo apresenta queda em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a quatro reais e oitenta e cinco centavos o quilo.
Os dados são do Cepea
Reportagem, Sophia Muniz