Áudios por tema

Conteúdos Locais
Acesse conteúdos com informações da sua região, estado, microrregião e município.

Emissoras que mais acessaram os conteúdos do Brasil 61 nos últimos 7 dias

RÁDIO MAIS ALEGRIA 95,1 FM / FLORIANÓPOLIS - SC
RÁDIO LÍDER 87,9 FM / BONFINÓPOLIS - GO
RÁDIO RIO MAR 103,5 FM / MANAUS - AM
RÁDIO CACIQUE 1550 AM / CAPIVARI - SP
RÁDIO ACOMPEC 87,9 FM / JOAQUIM GOMES - AL
RÁDIO CRUZ DE MALTA 89,9 FM / LAURO MÜLLER - SC
RÁDIO COMUNITÁRIA SANTO ANTÔNIO 87,9 FM / BORBA - AM
RÁDIO BAND 94,1 FM / PORTO VELHO - RO
RÁDIO SANTIAGO 90,3 FM / SANTIAGO - RS
RÁDIO IRACEMA 1240 AM / CUNHA PORÃ - SC
RÁDIO DIPLOMATA 105,3 FM / BRUSQUE - SC
RÁDIO AÇAI SORRISO 104,7 FM / AÇAILÂNDIA - MA
RÁDIO INDEPENDÊNCIA 94,1 FM / SALTO DO LONTRA - PR
RÁDIO ENTRE RIOS 1170 AM / SANTO ANTÔNIO DO SUDOESTE - PR
RÁDIO 102,7 FM / LAGARTO - SE

Rede de relacionamento do Brasil 61

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC.: O Senado Federal deve decidir, nos próximos dias, o caminho a ser percorrido pela PEC do fim da escala SEIS POR UM. Aprovada no fim do mês passado na Câmara dos Deputados, a tendência é que o texto seja avaliado na Comissão de Constituição e Justiça da Casa antes de ser submetido à votação no plenário.

No texto original, fica estabelecido um período de transição de CATORZE meses para entrada em vigor da jornada máxima de QUARENTA horas e duas folgas remuneradas por semana, sem redução salarial.

Enquanto não há avanços, senadores trabalham pela aprovação de um projeto alternativo: a “PEC do Trabalho Flexível”. De autoria do senador Rogério Marinho, do PL potiguar, a proposta prevê maior autonomia e controle aos trabalhadores sobre a própria jornada de trabalho, podendo adaptá-la de acordo com as necessidades pessoais e profissionais.

Além de Marinho, outros TRINTA E CINCO senadores subscrevem a PEC do Trabalho Flexível. Um deles é o senador Hamilton Mourão, do Republicanos gaúcho, que enxerga como vantajosa a liberdade contratual e negocial entre empregador e funcionário.

TEC./SONORA: Hamilton Mourão, senador (Republicanos-RS)
“Se eu desejo vender a minha capacidade de trabalho para um empregador, eu tenho que ter a liberdade de discutir se eu vou trabalhar um dia, dois dias, três dias, quatro dias, quantas horas eu trabalharei cada um desses dias, desde que eu entregue aquilo que o meu empregador deseja que eu entregue. Esse é o grande guarda-chuva que nós precisamos construir e sair dessa, vamos dizer, armadilha que estamos colocados num debate populista onde se diz que quem é contra uma mudança de escala e jornada de trabalho é contra o trabalhador”.


LOC.: Cerca de MIL E DUZENTAS entidades de todas as regiões do Brasil, entre elas a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, e a Confederação Nacional da Indústria, CNI, assinaram o manifesto em apoio à proposta substitutiva. 

Para os empresários, o modelo permitirá ao trabalhador ter mais flexibilidade, é mais adaptável a determinados setores e mantém direitos já adquiridos, como 13º salário, férias, FGTS, aviso prévio e outros.

De toda forma, Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, alerta para a necessidade de aprofundar as discussões sobre o tema.

TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“Encurtar o debate de um assunto complexo com impacto direto na economia, no emprego, na sobrevivência dos negócios, isso não é responsável. Nós estamos falando de decisões que afetam o futuro do país. Isso exige tempo, discussão, equilíbrio, seriedade, não atropelo. Defendo que o Congresso tenha responsabilidade nesse momento, que não aceite essa pressão por prazos artificiais e que coloque o Brasil acima de qualquer interesse imediato. O associativismo segue atento, firme, atuante, porque quem gera emprego precisa ser ouvido.”
 


LOC.: Para aprovação no Senado, uma PEC precisa receber votos favoráveis de maioria qualificada em dois turnos. Ou seja, QUARENTA E NOVE votos. Caso o texto tenha alterações substanciais, ele volta para deliberação na casa de origem, nesse caso, a Câmara dos Deputados.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: A possibilidade de tornar a jornada de trabalho mais flexível, sem alterar direitos garantidos pela legislação, é defendida pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria, a CNI, Ricardo Alban. Segundo ele, a proposta em discussão no Senado amplia o espaço para negociações entre trabalhadores e empregadores, permitindo acordos mais adequados à realidade de cada atividade econômica.

TEC./SONORA: Ricardo Alban, presidente da CNI

“Nós estamos tornando a relação capital e trabalho uma relação negociável, que possa atender o anseio de quem quer trabalhar mais ou quem quer trabalhar menos. Com relação aos encargos sociais e os benefícios, ela não atinge nada. Todos vão ter proporcionalmente ao que trabalham, como é hoje, só que estamos flexibilizando mais ainda, que, se numa relação, quer seja por questões setoriais, quer seja por necessidade de trabalho, quer seja por disponibilidade de trabalho, você possa negociar tranquilamente, como hoje já é previsto.”
 


LOC.: A medida está prevista na PEC 12/2026, apresentada pelo senador Rogério Marinho. O texto permite a adoção de jornadas flexíveis por meio de acordo entre as partes e mantém benefícios como décimo terceiro salário, férias, FGTS, INSS e aviso prévio, com cálculo proporcional às horas trabalhadas.

A PEC recebeu apoio de entidades empresariais que afirmam representar mais de QUARENTA MILHÕES de empregos e cerca de NOVENTA POR CENTO do Produto Interno Bruto brasileiro. Em manifesto, as organizações defendem a aprovação da proposta e argumentam que diferentes setores e ocupações exigem regras mais adaptáveis.

Autor da PEC, o senador Rogério Marinho afirma que o debate deve considerar os impactos da medida sobre as relações de trabalho e a economia.
 

 TEC./SONORA: Rogério Marinho, senador

“O importante é que nós tenhamos a condição de fazer o debate de mérito, mostrarmos que de um lado nós defendemos a liberdade, do outro lado se defende o excesso de regulação. De um lado nós estamos antenados com o que há de mais moderno no mundo, permitindo a flexibilização da jornada, a livre negociação, do outro lado se quer impor uma camisa de força tratando o desigual de forma igual. Essa é a discussão de mérito que precisa ser estabelecida.”
 


LOC.: Os defensores da proposta afirmam que o modelo pode beneficiar diferentes perfis de trabalhadores, ao permitir maior flexibilidade na organização da jornada. A PEC segue em análise no Senado Federal.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Empresários pernambucanos defendem a atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional. A medida está em debate no Congresso Nacional por meio do Projeto de Lei Complementar 108 de 2021, que trata das faixas de enquadramento do regime tributário utilizado por micro e pequenas empresas.  

A proposta estabelece o aumento do limite de faturamento anual do MEI para até 130 mil reais e autoriza que a faixa possa empregar até dois funcionários.

Representantes do setor produtivo afirmam que os limites atuais estão sem atualização desde 2018 e que muitas empresas acabam ultrapassando os tetos de faturamento em razão da inflação e do aumento dos custos operacionais, sem registrar ganho real de lucratividade. 

O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Pernambuco, Ricardo Montenegro, afirma que a correção da tabela pode evitar o desenquadramento de pequenos negócios. 
 

TEC./SONORA:  Ricardo Montenegro, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Pernambuco

“A atualização dos limites do Simples é essencial porque muitas empresas crescem apenas nominalmente e não aumentam sua lucratividade. Sem essa correção, o pequeno negócio pode ser desenquadrado injustamente, passando a pagar mais impostos e enfrentar mais burocracia. O Simples é uma ferramenta importante para manter as empresas formalizadas, competitivas e gerando emprego.”


LOC.: O empresário e ex-presidente da Associação Comercial e Industrial de Toritama, Edilson Tavares, também defende a atualização dos limites.
Segundo ele, o aumento dos custos com matéria-prima, logística e mão de obra fez com que muitas empresas atingissem os limites atuais sem registrar crescimento econômico real.
 

TEC/SONORA: Edilson Tavares, empresário

“Corrigir a tabela do Simples Nacional não significa conceder benefício fiscal, absolutamente, mas sim recompor as perdas causadas pela inflação. Trata-se de uma medida de justiça tributária, que evita que empresas sejam penalizadas por um aumento nominal do faturamento que não representa, necessariamente, um crescimento econômico real.”


LOC.:  A pauta também mobiliza entidades empresariais de outros estados. Sob a liderança da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, o setor defende a atualização da tabela do Simples Nacional e a ampliação dos limites de faturamento para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. 

A entidade propõe que o teto anual de faturamento do MEI passe dos atuais 81 mil reais para cerca de 144 mil e 900 reais. 

Para o presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, atualizar a tabela do Simples é importante para evitar que empresas deixem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.
 

TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”


LOC.: A Câmara dos Deputados analisa a proposta que estabelece o aumento do limite de faturamento anual do MEI para até 130 mil reais por meio de uma Comissão Especial. Esse colegiado promove debates que reúnem especialistas, representantes do governo e do setor produtivo antes da votação final. Após eventual aprovação na Câmara, o projeto retorna para o Senado Federal – local em que teve origem. 

Reportagem, Bianca Mingote
 

LOC.: Empresários da indústria brasileira afirmam que a violência e os gastos com proteção patrimonial têm elevado os custos de operação no país. Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, a CNI, 62% das empresas do setor apontam aumento dos custos finais devido às despesas com segurança no transporte, enquanto 45% afirmam que os investimentos gerais em segurança encarecem o preço dos produtos. 

Além disso, 81% dos industriais consideram que a insegurança contribui para agravar o chamado Custo Brasil.

Segundo o assessor especial da CNI, Cássio Borges, os recursos destinados à proteção patrimonial acabam substituindo investimentos na indústria. 

TEC./SONORA: Cássio Borges, assessor especial da CNI

“Ao invés de fazer investimentos em tecnologia e inovação, o empresário brasileiro precisa destinar parte de seus recursos para a prevenção de ilícitos, como contratação de seguros, segurança armada privada, escoltas. Além disso, há a própria perda da mercadoria e dos insumos que são utilizados na produção.”


LOC.: Além de elevar os custos operacionais e o preço final dos produtos, a insegurança patrimonial também fortalece o mercado ilegal. Para 53% dos empresários entrevistados, ameaças ao patrimônio das empresas impulsiona significativamente a circulação de mercadorias roubadas e a expansão da economia informal. 

TEC./SONORA: Cássio Borges, assessor especial da CNI

“O roubo de cargas só acontece porque há quem compre mercadoria ilegal decorrente do ilícito. E, a partir dessa compra, há necessariamente uma revenda gerando esse mercado ilegal. No final das contas, há uma concorrência desleal, porque esses produtos são colocados no mercado com preços reduzidos, obviamente, porque não pagam impostos, taxas, contribuições e todos os encargos que são típicos de produtos vendidos regularmente.” 


LOC.: A pesquisa também acende um alerta para a segurança digital. Um em cada seis empresários industriais relatou ter sofrido algum incidente cibernético nos últimos cinco anos — como vazamento ou sequestro de dados. 

Para Cássio Borges, a segurança cibernética deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a ocupar posição estratégica dentro dos negócios. 

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: Os municípios brasileiros recebem nesta quarta-feira o primeiro repasse de junho do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM. O valor total ultrapassa SETE BILHÕES E SETECENTOS MILHÕES DE REAIS, resultado cerca de TREZE POR CENTO maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

São Paulo concentra a maior parcela dos recursos, com aproximadamente NOVECENTOS E CINQUENTA E TRÊS MILHÕES DE REAIS destinados às prefeituras do estado. Já Roraima fica com o menor volume de repasses, cerca de CINCO MILHÕES E OITOCENTOS MIL REAIS.

Segundo o especialista em orçamento público Cesar Lima, a inflação e o cenário internacional podem ter contribuído para esse crescimento.
 

TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público

“Não podemos esquecer que estamos num processo inflacionário, um aumento generalizado de preços, principalmente por conta da geopolítica internacional, o que pode ter contribuído para esse aumento nessa proporção. Vamos aguardar os próximos meses a resolução desses conflitos internacionais para saber se vamos voltar a patamares normais, na faixa dos 5, 4% maior que o ano passado, que tinha sido até o último decêndio a média do ano de 2026.”
 


LOC.: Apesar do aumento nos repasses, nem todos os municípios poderão receber os recursos neste momento. Dados atualizados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal mostram que OITO municípios estão bloqueados para o recebimento do FPM.

Entre eles estão Itabuna, na Bahia; Paraisópolis, em Minas Gerais; Porto Real, no Rio de Janeiro; e Pedrinhas, em Sergipe.

O Fundo de Participação dos Municípios é formado por recursos arrecadados pela União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados. A distribuição leva em conta critérios como o tamanho da população de cada cidade.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.:

O Projeto de Lei que reformula a política agrícola e o Prêmio do Seguro Rural, aprovado há cerca de duas semanas na Câmara dos Deputados, não deve demorar a ser votado no Senado Federal. 

Essa é a expectativa das lideranças da bancada do agronegócio no Congresso Nacional, para que as mudanças estejam aprovadas antes do lançamento do Plano Safra 2026-2027.

O texto trouxe novidades, como taxas de juros menores e prioridade em operações de crédito rural quando elas estiverem seguradas, com o prêmio bancado pelo “Fundo Catástrofe”, abastecido com recursos públicos, o que deve garantir a execução dos contratos e tornar o modelo mais atrativo. 

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion, do Republicanos paranaense, admitiu ter negociado as modificações com a autora original da redação, a senadora Tereza Cristina, do PP sul-mato-grossense. Mas lamentou a manutenção do Ministério da Agricultura como fonte da despesa ao invés do Ministério da Fazenda, por entender que seria mais difícil de ser bloqueado ou contingenciado.

TEC./SONORA: Pedro Lupion, deputado federal (Republicanos-PR)
“Ele ficou muito mais abrangente no texto da Câmara, a gente precisava disso, principalmente para ele ter uma eficácia mais rápida. A questão do fundo, acho que é o ponto principal e ele sim está sendo bem constituído ali pelo projeto. Agora, claro que a origem dos recursos que é a grande discussão.”


LOC.: A expectativa de maior disponibilidade de recursos não está somente nos corredores do Congresso Nacional. O setor produtivo compartilha da perspectiva de que, com a subvenção do seguro rural com verbas de fundos públicos, haja maior segurança nas operações e maior procura por apólices.

Anderson Sabadin, diretor de agro e conselheiro da Associação Comercial e Empresarial de Toledo, no Paraná, e que também atua como diretor-presidente da Primato, uma das maiores cooperativas agroindustriais do estado, avalia que o incentivo e ampliação da adesão à securitização agrícola tende a ter um efeito multiplicador. 

Com menos riscos na operação, o produtor rural consegue reduzir os custos de produção e diminuir a inadimplência de toda a atividade, criando um ciclo virtuoso.

TEC./SONORA: Anderson Sabadin, diretor de agro da ACIT
“Você tende a diminuir também essa questão de exposição ao risco, onde nós vemos vários produtores em dificuldade, ficando inadimplentes ou até mesmo algumas RJs [recuperações judiciais], que vem prejudicando em si a imagem do agro. Isso tudo muda, uma vez que o produtor está mais protegido, a tendência é cair o custo das operações financeiras.”


LOC.: Originalmente, a proposta foi apresentada no Senado e aprovada em dezembro do ano passado, quando seguiu para a Câmara. Diante das mudanças, a matéria retorna para a casa de origem, que deve votar se mantém as alterações ou se retoma o primeiro formato.

A expectativa é de retomada da relevância do Prêmio do Seguro Rural. Dados do Ministério da Agricultura demonstram que o valor executado pela política caiu QUARENTA E NOVE POR CENTO em relação a 2021, e a área coberta teve o pior desempenho nos últimos DEZ anos, com TRÊS MILHÕES E DUZENTOS MIL hectares assegurados em 2025.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: O preço do boi gordo nesta quarta-feira (10) apresenta alta de 0,11%, a arroba está sendo negociada a R$ 353,55, no estado de São Paulo. 

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam alta. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,20, e o frango resfriado a R$ 7,22.

A carcaça suína especial apresenta queda de 1,83%, sendo negociada a R$ 8,57, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo registra baixa em alguns dos estados analisados, com é o caso do Paraná, onde o produto é comercializado a R$ 4,49.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: O preço do café arábica abre esta quarta-feira (10) em baixa de 0,83%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.383,57 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve desvalorização, com recuo de 0,28%, sendo comercializado a R$ 945,74.

O preço do açúcar cristal apresenta elevação na capital de São Paulo. A saca de 50 kg ainda é cotada a R$ 92,90, após alta de 1,69%.

Em Santos (SP), houve redução de 0,38%, e a mercadoria é negociada a R$ 104,53 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,26, após queda de 0,43%.

Os valores são do Cepea.

Reportagem, Marquezan Araújo