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Pesquisa da ACSP indica crescimento do ticket médio do presente, mas cautela com compras parceladas
Baixar áudioLer ao vivoAnatel arrecada R$ 23 milhões com licitação vencida por quatro operadoras; projeto prevê R$ 2 bilhões em investimentos para expandir conectividade em mais de 860 localidades e 6,5 mil km de estradas federais
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Os consumidores brasileiros devem movimentar o comércio no Dia das Mães deste ano com preferência pelas lojas físicas e aumento no valor gasto com presentes. É o que mostra uma pesquisa de intenção de compra realizada pela Associação Comercial de São Paulo.
Segundo o levantamento, 62,1% dos consumidores preferem fazer as compras presencialmente e 39,1% disseram que pretendem investir mais do que no ano passado.
Os setores de vestuário, calçados e acessórios lideram as intenções de compra, citados por 50,5% dos entrevistados. Em seguida aparecem perfumes e cosméticos, com 43,2%, e chocolates e flores, com 29,5%.
Em Brasília, a loja Eleni Costa Calçados já registra aumento na procura por presentes para o Dia das Mães. Segundo a proprietária, Eleni Costa, o valor médio das compras varia entre mil e mil e duzentos reais. Para atrair consumidores, a empresária aposta em promoções e sorteios.
TEC./SONORA: Eleni Costa, proprietária de loja de calçados
“Para o Dia das Mães, eu vou fazer um sorteio com vários presentes entre as pessoas que comprarem na loja: botox, diária em hotel fazenda, R$ 300 em compras na minha loja, óculos, escova, sobrancelha para a filha e para a mãe.”
LOC.: Neste Dia das Mães, a presidente nacional do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura, CMEC, Ana Claudia Badra Cotait, alerta para a chamada “taxa rosa” — prática em que produtos destinados ao público feminino têm preços superiores aos equivalentes masculinos.
Segundo pesquisa da Escola Superior de Propaganda e Marketing, produtos na cor rosa ou com personagens femininos custam, em média, 12,3% mais caro do que as demais versões.
TEC./SONORA: Ana Claudia Badra Cotait, presidente nacional do CMEC
“Muitas peças masculinas e femininas possuem o mesmo corte. Tanto é que existe muita coisa unissex no mercado hoje. Então, por que a mercadoria de mulher é mais cara que a de homem? “É extremamente importante para a sociedade entender que hoje existem grupos CMEC que podem dar apoio para a mulher. Para ela chegar numa loja que tem produto masculino e feminino e falar: ‘olha aqui, a camiseta é igual. Por que eu estou pagando mais caro pela minha, sendo que é a mesma coisa?’”
LOC.: O especialista em empreendedorismo, Rafic Júnior, destaca que o Dia das Mães é a segunda data mais importante para o varejo brasileiro, atrás apenas do Natal. Por isso, ele orienta os lojistas a apostarem em estratégias emocionais e relacionamento com clientes.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Quatro empresas venceram o leilão da faixa de SETECENTOS MEGAHERTZ, realizado pela Anatel na última segunda-feira, dia 4. A disputa, que tem como objetivo ampliar a cobertura de internet no país, foi encerrada com cerca de VINTE E TRÊS MILHÕES DE REAIS em lances.
Os lotes foram divididos entre diferentes operadoras. A Brisanet ficou com os lotes A02 e A03. A Unifique levou o lote A04, enquanto a iez! arrematou o lote A05. Já o lote A01, destinado à região da Amazônia, ficou com a operadora Amazônia.
O governo destaca que a iniciativa deve fortalecer a inclusão digital e ampliar o acesso à informação, principalmente em regiões mais afastadas, além de gerar impacto no desenvolvimento econômico e social.
O investimento total previsto é de cerca de DOIS BILHÕES DE REAIS. A expectativa é atender mais de OITOCENTAS E SESSENTA E QUATRO localidades, com foco em áreas rurais e de difícil acesso.
O projeto também deve levar internet a aproximadamente SEIS MIL E QUINHENTOS QUILÔMETROS de rodovias federais em DEZESSEIS estados, onde ainda há falta de cobertura.
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, os efeitos devem começar a ser sentidos já em DOIS MIL E VINTE E SEIS.
TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações
"A ideia é que o Brasil possa ter mais infraestrutura digital, através desses investimentos que as operadoras vão fazer, levando mais conectividade para as rodovias federais, para as zonas rurais e distritos que, até então, não têm nada de cobertura móvel, viabilizando cada vez mais entretenimento, qualidade de vida e cidadania para essa população.”
LOC.: A faixa de SETECENTOS MEGAHERTZ é considerada estratégica porque permite maior alcance de sinal com menos torres, o que facilita a expansão da rede, especialmente em áreas mais isoladas. É o que destaca o secretário de Telecomunicações, do Ministério das Comunicações, Hermano Tercius.
TEC./SONORA: Hermano Tercius, secretário de Telecomunicações, do Ministério das Comunicações
"Com essa frequência, as prestadoras podem colocar uma estação só e ter 25, 30 quilômetros de alcance entre uma estação e outra, permitindo, então, usar menos estações, gastar menos recursos para dar uma maior cobertura. É bom se dizer também que ela é uma faixa complementar a outras faixas que dão mais capacidade.”
LOC.: Agora, o processo segue para as fases de adjudicação e homologação, antes da assinatura dos termos de autorização, prevista para o fim de julho deste ano.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (7) pela Fiocruz, revela que o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no país, a SRAG, é causado pelo período sazonal de maior circulação do vírus da influenza A e do vírus sincicial respiratório, o VSR.
Segundo o levantamento, o crescimento das notificações já era esperado para esta época do ano, com maior intensidade prevista para meados de maio. No entanto, como a circulação da influenza A começou mais cedo em 2026, especialmente no Norte e Nordeste do país, alguns estados dessas regiões já apresentam sinais de queda nos casos confirmados pela doença.
Por outro lado, toda a Região Sul, alguns estados do Norte e do Sudeste, além de Alagoas, continuam registrando avanço nos casos de SRAG associados à influenza A.
O boletim também alerta para o aumento das ocorrências de SRAG provocadas pelo VSR, vírus que afeta principalmente crianças menores de 2 anos. O crescimento foi identificado em estados de todas as regiões do país.
Já Acre, Goiás, Roraima e Rondônia apresentam sinais de queda dos casos de VSR, enquanto em Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Tocantins, o cenário é de estabilidade ou oscilação.
Os casos de SRAG associados à Covid-19 apresentam tendência de alta apenas nos estados do Ceará e Maranhão.
Com exceção de Paraná e São Paulo, todas as unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em grande parte delas, há tendência de crescimento no longo prazo.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Em uma programação especial em homenagem ao Dia das Mães, o Banco da Amazônia reuniu dezenas de colaboradoras para trocar diferentes experiências da maternidade. O encontro promoveu reflexões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no cotidiano, como as dificuldades de conciliar trabalho, família e cobranças sociais.
A coordenadora de Qualidade de Vida do Banco da Amazônia, Thaís Gomes, destacou a importância de criar espaços de diálogo voltados às mulheres.
Um dos destaques do encontro foi a participação da escritora e cantora rondoniense Carol Terra, autora do livro "Mãe aos 15 – Maternidade, Música e Resiliência”.
A obra foi um dos 28 projetos selecionados pelo edital do programa Rouanet Norte, que apoia projetos na Região Norte e tem o Banco da Amazônia como um dos patrocinadores.
Por meio de um vídeo, Carol ressaltou a importância do patrocínio do Banco da Amazônia, por meio do programa Rouanet Norte.
Já a gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, destacou o papel do suporte ao lançamento do livro. ABRE ASPAS – “Eu fico muito feliz de ter participado de um projeto que conseguiu que uma jovem publicasse seu livro e falasse da sua história de resiliência para as colaboradoras do Banco” – FECHA ASPAS.
Realizado no auditório Rio Amazonas, em Belém (PA), o encontro abordou temas como maternidade solo, tardia, precoce e atípica, além dos desafios da dupla jornada enfrentada pelas mulheres.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: Cada vez mais brasileiros têm acesso à internet móvel de última geração. Em menos de quatro anos desde o início da implantação comercial do 5G, o Brasil ultrapassou a marca de mil e 500 municípios com acesso à cobertura.
Segundo dados mais recentes do Governo do Brasil, o sinal já está presente em 1.521 municípios, 3,5% acima da meta de 1.469 cidades prevista para este ano. A expectativa do Ministério das Comunicações é que, até o fim deste ano, a tecnologia esteja disponível para aproximadamente 80% da população brasileira.
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a estratégia é essencial para entregar políticas públicas essenciais à população.
TEC./SONORA: Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações
“Quando a gente leva conectividade, a gente tá melhorando a segurança pública, a cidadania, mais acesso a serviços digitais. Hoje, os principais serviços públicos estão todos no digital. O Gov br, a plataforma integradora do Brasil onde existem milhões de acessos diários, precisa de conectividade.”
LOC.: O ministério enxerga que o resultado é fruto dos os investimentos realizados pelas operadoras após o leilão do 5G, a atuação coordenada junto a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, e a simplificação de regras para a instalação de infraestrutura, como antenas e redes de transmissão.
Com todas as capitais já atendidas, os esforços agora se concentram em levar conectividade de alta velocidade para municípios de pequeno e médio porte. A partir do cronograma definido pela Anatel, a ampliação da cobertura prevê alcançar 30% das cidades com menos de 30 mil habitantes até dezembro de 2026, 60% em 2027, 90% em 2028 e chegar à universalização do serviço em 2029.
Nesta semana, quatro empresas arremataram o leilão da faixa de 700 MHz por um total de 23 milhões de reais. O lote deve beneficiar mais de 864 localidades, principalmente áreas rurais e remotas, além de levar conectividade a cerca de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais em 16 estados, com investimento estimado em 2 bilhões de reais.
Reportagem, Álvaro Couto.
LOC.: O Brasil encerrou sua participação na Hannover Messe 2026 com a avaliação de que o país ampliou sua relevância no cenário internacional da indústria e da transição energética.
A maior feira de tecnologia industrial do mundo reuniu empresas e governos em Hanôver, na Alemanha, entre os dias 20 e 24 de abril. O Brasil participou como país parceiro do evento e levou a maior delegação da história brasileira na feira, com um total de TREZENTAS empresas, sendo CENTO E QUARENTA delas expositoras.
Segundo o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, Laudemir Muller, o cenário internacional aumentou o interesse europeu pelo Brasil.
ABRE ASPAS: “O Brasil se mostrou como o país da negociação, da abertura, uma nação estável. Isso é algo muito importante para os europeus e, especialmente, para os alemães.” FECHA ASPAS.
A participação brasileira ocupou SEIS pavilhões e apresentou soluções ligadas à indústria QUATRO PONTO ZERO, com destaque para automação, inteligência artificial, energia limpa, biocombustíveis e minerais estratégicos usados em tecnologias avançadas.
Outro tema debatido durante a feira foi o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. A ApexBrasil estima que a redução de tarifas para QUINHENTOS E QUARENTA E TRÊS produtos brasileiros pode gerar cerca de UM BILHÃO DE DÓLARES a mais em exportações já no primeiro ano de vigência do tratado.
Os biocombustíveis brasileiros também ganharam espaço nas discussões. O governo defendeu o etanol e o biodiesel produzidos no país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou o papel do Brasil na transição energética.
TEC./SONORA: Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República
“A gente resolveu desmistificar o preconceito que se tenta colocar no combustível renovável produzido pelo Brasil. O que aconteceu é que o combustível renovável do Brasil emite bem menos CO2 do que o combustível fóssil. Chega a reduzir 90% de emissão de CO2.”
LOC.: O governo brasileiro também destacou o potencial do país na produção de minerais estratégicos e terras-raras, matérias-primas essenciais para baterias, inteligência artificial e equipamentos de alta tecnologia. A proposta, segundo a ApexBrasil, é atrair investimentos estrangeiros e ampliar o processamento desses minerais dentro do próprio Brasil, agregando valor à produção nacional.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (6) em queda no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão registra redução de 0,33% e é negociado a R$ 122,51; na segunda, a mercadoria tem recuo de 0,18% e é cotada a R$ 128,91.
O preço do trigo, por sua vez, registra diminuição de 0,39% no Paraná e alta de 0,33% no Rio Grande do Sul.
No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.338,20, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.264,00.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do café arábica abre esta quarta-feira (6) em queda de 0,06%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.758,67 na cidade de São Paulo.
Já o café robusta teve elevação de 1,57% no preço, sendo comercializado a R$ 924,65.
O preço do açúcar cristal apresenta redução nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve recuo de 0,41% e é cotada a R$ 97,43.
Em Santos (SP), houve recuo de 0,56% e a mercadoria é negociada a R$ 107,43 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,73, após diminuição de 0,48%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo