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LOC.: A reforma tributária, o acesso ao crédito e a competitividade das pequenas empresas estiveram entre os temas discutidos durante o seminário “Pense nas Pequenas Primeiro”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI, nesta quarta-feira, dia 23.

Um dos principais pontos foi a transição para o novo sistema de impostos, com o IBS e a CBS. A CNI estima que, em dez anos, a economia brasileira poderá ser OITO VÍRGULA SETE POR CENTO maior do que seria sem a reforma. Para a indústria, o crescimento adicional estimado é de TREZE VÍRGULA TRÊS POR CENTO.

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mário Sérgio Telles, ressaltou que os impactos positivos do novo sistema no crescimento econômico serão percebidos de forma concreta a médio prazo.
 

TEC./SONORA: Mário Sérgio Telles, diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI

“O efeito sobre o crescimento econômico, que hoje é teórico, está no modelo. Daqui uns cinco, seis anos, nós vamos conversar sobre o efeito econômico que essa reforma tributária vai ter, e aí vai ser mais palpável, porque nós vamos estar vendo o que aconteceu.”
 


LOC.: Durante o evento, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que as pequenas e médias empresas precisam estar integradas às cadeias produtivas e aos mercados internacionais.

TEC./SONORA: Ricardo Alban, presidente da CNI

“Não adianta a gente focar na competitividade das grandes empresas, porque senão nós vamos ficar a reboque das cadeias produtivas internacionais e de outros concorrentes.”
 


LOC.: Na etapa sobre competitividade e acesso a mercados, o economista e professor da Universidade de Brasília, José Ronaldo de Souza, chamou atenção para a necessidade de aumentar a produtividade do país. Segundo ele, o crescimento econômico nas próximas décadas dependerá de ganhos de eficiência.

TEC./SONORA: José Ronaldo de Souza, economista e professor da UnB

“Para crescer 2%, nós vamos ter que crescer um por cento em média nas próximas décadas a produtividade, sendo que a gente ficou com ela estagnada por décadas. Então vai ter que ter uma mudança muito expressiva aqui no Brasil em termos de crescimento de produtividade.”
 


LOC.: No encerramento do evento, o debate voltou-se para o Custo Brasil, apontado pela CNI como um dos principais obstáculos à competitividade das empresas brasileiras.

Segundo a entidade, os custos provocados por problemas como infraestrutura e encargos relacionados à atividade produtiva chegam a UM TRILHÃO E SETECENTOS BILHÕES DE REAIS por ano, o equivalente a VINTE POR CENTO do PIB.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: A Lei de Arbitragem completa 30 anos nesta sexta-feira. Apesar da idade, ela segue sendo considerada uma das legislações mais modernas do mundo sobre o tema, e introduziu no Brasil dois mecanismos privados de solução de conflitos: a mediação e a arbitragem, alternativas às vias judiciais.

Para o advogado Roberto Mateus Ordine, presidente da Câmara de Mediação e Arbitragem da Associação Comercial de São Paulo, a CEMAAC, o caráter inovador da lei é o seu grande diferencial.

TEC./SONORA: Roberto Mateus Ordine, presidente da CEMAAC
"Toda a legislação é inovadora, porque ela traz para o sistema brasileiro uma nova possibilidade de solução de conflitos. São duas modalidades de resolução de conflitos que não estavam previstas no Código de Processo e que hoje já fazem parte do ordenamento jurídico."


LOC.: Pequenos e médios empresários, mesmo interessados, historicamente não tiveram acesso à arbitragem — não por vedação legal, mas pelo custo das grandes câmaras. Ordine destaca ainda a diferença de prazo em relação ao Judiciário como um fator decisivo para viabilizar esse acesso.

TEC./SONORA: Roberto Mateus Ordine, presidente da CEMAAC
"Se o pequeno recorrer ao Judiciário, a demora processual é de 5 a 10 anos, porque você tem várias instâncias e elas são morosas. Na arbitragem, você reduz esse prazo de conflito para 1 ano."


LOC.: Para Guilherme Giussani, diretor técnico da CEMAAC, o que ainda afasta o pequeno e médio empresário da arbitragem é mais cultural do que financeiro.

TEC./SONORA: Guilherme Giussani, diretor técnico da CEMAAC
"Existe uma lenda no direito brasileiro de que a arbitragem sempre é um procedimento caro, que não serve para os pequenos negócios, e que foi desenhada para grandes conflitos. A baixa adesão do pequeno e médio empreendedor é justamente ligada a essa lenda."


LOC.: Criada pela ACSP após a promulgação da lei, a CEMAAC já soma 79 unidades de atendimento no país em quatro anos de atuação. Entre 2022 e 2025, a câmara registrou 42 procedimentos de arbitragem, com valores que somam mais de 16 milhões de reais, além de 328 procedimentos de mediação que somaram mais de 1,3 milhão de reais.

Três décadas depois de sancionada, a Lei de Arbitragem segue como um marco de segurança jurídica para as relações privadas no Brasil. O desafio que permanece é ampliar esse alcance para quem mais precisa de agilidade e menos burocracia: o pequeno e o médio empresário.

Reportagem, Álvaro Couto.
 

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico apresentou um plano para enfrentar os impactos do El Niño sobre os recursos hídricos do Brasil até março de 2027. Segundo projeções da agência americana Noaa, divulgadas em agosto, é praticamente certo que o fenômeno continue até o fim do ano, com chance acima de 90% de chegar a uma intensidade classificada como muito forte.

Os efeitos do El Niño não devem ser os mesmos em todo o país. No Sul, o aumento das chuvas eleva o risco de cheias, exigindo atenção redobrada ao monitoramento de barragens e rios. No Sudeste e no Centro-Oeste, a preocupação é com ondas de calor mais longas. Já no Norte, o acompanhamento se concentra nos níveis dos rios da bacia amazônica.

No Nordeste, o principal risco é a seca. A ANA já trabalha com cenários de distribuição de água para os açudes do Semiárido, já que a próxima estação chuvosa pode render menos do que o esperado o que ameaça a irrigação, o abastecimento das cidades e pode exigir reforço no bombeamento de água pelo Projeto de Integração do Rio São Francisco.

O comportamento diferente das chuvas em cada região também preocupa o setor elétrico, que vai precisar equilibrar a geração de energia nas hidrelétricas com o controle de cheias e os demais usos da água nos reservatórios.

Para colocar o plano em prática, a ANA poderá declarar situação de escassez hídrica em rios e reservatórios federais, negociar condições especiais de operação de reservatórios e estabelecer regras diferenciadas de uso da água em dezenas de sistemas hídricos do Semiárido nordestino. A agência também vai instalar salas de crise regionalizadas e divulgar boletins mensais para acompanhar a evolução do fenômeno.

Reportagem, Sophia Muniz

LOC.: A CAIXA inicia nesta segunda-feira (21), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 3.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
 

LOC.: A arrecadação federal somou DUZENTOS E TRINTA E CINCO BILHÕES E QUINHENTOS MILHÕES DE REAIS em agosto, segundo a Receita Federal. O resultado representa crescimento real de 8,25% na comparação com agosto de 2025 e é o maior valor registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

Um dos destaques foi o setor de extração de petróleo e gás natural. A arrecadação do segmento passou de OITOCENTOS E SETENTA E UM MILHÕES DE REAIS, em agosto do ano passado, para mais de QUATORZE BILHÕES E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS neste ano.

No acumulado de janeiro a agosto, a arrecadação federal chegou a DOIS TRILHÕES E CENTO E DOZE BILHÕES DE REAIS, alta real de 7,12%.

Entre os principais tributos, Imposto de Renda das empresas e a contribuição paga pelas empresas sobre seus lucros, a CSLL, tiveram crescimento real de 13,09%. Já as receitas previdenciárias avançaram 4,3% e chegaram a SESSENTA E TRÊS BILHÕES DE REAIS.

A Receita também destacou um ganho não recorrente de um BILHÃO E NOVECENTOS E QUARENTA E QUATRO MILHÕES DE REAIS com o imposto de exportação de óleo bruto, relacionado a mudanças na legislação.
Os dados foram divulgados pela Receita Federal, na última terça-feira (22) 

Reportagem, Bianca Mingote
 

LOC.: A CAIXA inicia nesta sexta-feira (25), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 7.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
 

O preço do café arábica abre esta sexta-feira em alta de 0,25%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.516,81 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve alta de 0,34%, sendo comercializado a R$ 941,57.

O preço do açúcar cristal apresenta alta de 0,87% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 121,13. 

Em Santos (SP), recuo de 0,23%, e a mercadoria é negociada a R$ 126,53 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,81 após leve baixa de 0,01%.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Viviane Bessa. 
 

O preço do boi gordo apresenta alta de 0,22% nesta sexta-feira. Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 358,20.

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,32 e o do resfriado a R$ 8,30.

A carcaça suína especial apresenta estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,12. 

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,83.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Viviane Bessa.