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LOC.: A agricultura e a pecuária acumularam SETE BILHÕES E TREZENTOS MILHÕES DE REAIS em prejuízos com desastres no Brasil entre julho e setembro deste ano. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios, a CNM.

A agricultura concentrou a maior parte das perdas, com CINCO BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REAIS. Na pecuária, o prejuízo chegou a UM BILHÃO E SETECENTOS MILHÕES.

No Nordeste, os danos à agricultura somaram TRÊS BILHÕES E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS. 

Os impactos também atingiram as cidades. O comércio perdeu quase NOVECENTOS MILHÕES DE REAIS. No setor de serviços, foram TREZENTOS E OITENTA E TRÊS MILHÕES. Já a indústria registrou prejuízos próximos de CENTO E VINTE E QUATRO MILHÕES DE REAIS.

Juntos, os três setores acumularam cerca de UM BILHÃO E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS em perdas. No total, os prejuízos provocados pelos desastres no país ultrapassaram DOZE BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REAIS.

Os números estão no Boletim El Niño 2026/2027. O levantamento reúne dados de municípios que decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública entre julho e setembro.

O documento registra ocorrências de seca, estiagem, incêndios e excesso de chuvas em diferentes regiões. As estimativas não permitem determinar, por si só, os efeitos dos desastres sobre os preços dos alimentos.

Para reduzir os impactos de novos eventos, a CNM recomenda que as prefeituras atualizem os planos de contingência e o mapeamento das áreas de risco.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Estados, Distrito Federal e municípios poderão reforçar o trabalho de fiscalização da mineração no país. A Agência Nacional de Mineração, a ANM, quer firmar acordos de cooperação com os governos locais para identificar possíveis irregularidades e acompanhar a arrecadação de recursos do setor.

A proposta está aberta a sugestões da sociedade até o dia 4 de novembro, pela plataforma Brasil Participativo.

Entre as atividades previstas estão vistorias em áreas de pesquisa e extração mineral, análise de imagens de satélite, registros fotográficos com localização geográfica e coleta de informações sobre possíveis irregularidades.

Segundo o superintendente de Fiscalização da ANM, Fernando Drummond, a parceria pode ampliar a capacidade de atuação da agência nos municípios.

Os governos que aderirem também poderão ajudar a fiscalizar a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a CFEM. O valor é pago pela exploração de recursos minerais.

O apoio poderá incluir a coleta de dados sobre produção, comercialização e recolhimento da compensação, conforme as orientações da ANM.

Os acordos terão duração prevista de cinco anos. A parceria, no entanto, não transfere aos estados e municípios as competências legais da Agência Nacional de Mineração.

A consulta também busca receber sugestões para aperfeiçoar as regras antes da regulamentação.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu 3 milhões e 400 mil votos entre o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 e o de 2026. A queda foi mais acentuada no interior do país e nos locais de votação com menor escolaridade. Os dados são de um levantamento da Opinião Inteligência Política.

Nas capitais, a participação de Lula nos votos válidos caiu de 45,5 por cento, em 2022, para 44,9 por cento, em 2026. Uma redução de meio milhão de votos.

Já nos demais municípios brasileiros, o percentual recuou de 49,3 para 45,2 por cento. Nesse grupo, a perda foi estimada em 2 milhões e 900 mil votos.

O estudo também identificou queda na votação em todas as faixas de renda dos municípios analisados.

Nas cidades mais pobres, Lula passou de 73,4 para 69,5 por cento dos votos válidos. Nos municípios de renda intermediária, a queda foi ainda maior: de 41,5 para 36,3 por cento, uma redução de 5,2 pontos percentuais.

Entre os municípios mais ricos, a retração foi menor: de 43,3 para 42,4 por cento.

Apesar da queda percentual nas cidades mais pobres, Lula recebeu cerca de 31 mil votos a mais nesse grupo em 2026, em comparação com 2022.

Segundo o levantamento, isso ocorreu devido ao aumento do número de eleitores que compareceram às urnas.

A escolaridade também aparece associada às diferenças nos resultados. Nos locais de votação com menor presença de eleitores com ensino superior, a votação de Lula caiu de 51,5 para 47,5 por cento.

Já nos locais com maior escolaridade, o percentual passou de 42,3 para 41,2 por cento.

Na distribuição estimada das perdas, cidades com menos de 20 locais de votação concentraram 1 milhão e 300 mil votos a menos para o presidente.

Outros 1 milhão de votos foram perdidos nos 40 por cento dos locais de votação com menor escolaridade, em cidades maiores.

O estudo foi elaborado com dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do IBGE, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e pesquisas do Datafolha.
 

Reportagem, Marco Guimarães

LOC.: O setor brasileiro de rochas naturais quer ampliar as exportações para a Europa. Representantes da área participam, entre os dias 12 e 16 de outubro, de uma agenda de negócios em Bruxelas, na Bélgica, para identificar mercados com potencial de compra e definir estratégias de expansão comercial.

A iniciativa reúne OITO setores produtivos e é organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil. O segmento de rochas naturais será representado pelo vice-presidente da Associação Brasileira de Rochas Naturais, a Centrorochas, Fabio Cruz, e pelo gerente do projeto It’s Natural – Brazilian Natural Stone, Thiago Fukuda.

Durante os encontros, os participantes vão analisar oportunidades e obstáculos nos mercados europeus. Segundo Fabio Cruz, a proposta é usar esse diagnóstico para estabelecer prioridades e orientar ações voltadas à ampliação das vendas brasileiras.

ABRE ASPAS: “Precisamos entender essas particularidades, identificar onde as rochas brasileiras têm maior potencial e definir prioridades.” FECHA ASPAS.

A variedade de rochas naturais encontradas no Brasil também é apontada como um diferencial para a presença do país no mercado internacional. Segundo a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, essa diversidade amplia as possibilidades de atuação comercial do setor.

TEC./SONORA: Maria Paula Velloso, diretora de Negócios da ApexBrasil

“Sabendo da importância desse mercado, uma vez que o Brasil possui a maior diversidade geológica do mundo. São mais de 1.200 tipos de pedras que nos tornam únicos. Isso mostra que estamos no caminho certo.”
 


LOC.: A estratégia também prevê ações em outros mercados. A ApexBrasil aprovou um aditivo de UM MILHÃO E NOVECENTOS MIL REAIS ao projeto It’s Natural – Brazilian Natural Stone para ampliar iniciativas de promoção comercial e inteligência de mercado na Europa, na Ásia e no Oriente Médio.

Entre as medidas previstas estão um estudo sobre os impactos do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia para o setor e uma rodada internacional de negócios na Polônia.

Criada em 2024, a Centrorochas atua em DEZESSETE estados e reúne mais de QUATROCENTAS E SETENTA empresas associadas e apoiadas. O projeto desenvolvido com a ApexBrasil busca ampliar as exportações brasileiras de rochas naturais por meio de ações de internacionalização e aproximação com compradores estrangeiros.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios mostra que a maioria das cidades do Centro-Oeste consultadas não possui estruturas específicas para desenvolver políticas sobre drogas.

Dos 120 municípios da região que participaram da pesquisa, NOVENTA E UM não têm Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas, o Comad. O número representa 76% das cidades entrevistadas.

Outros 15 municípios possuem conselho ativo e dez têm a estrutura, mas ela está inativa.

A falta de planejamento também aparece no levantamento. Na região, 83 municípios não possuem Plano Municipal de Políticas sobre Drogas. Outros dez informaram que o documento está em elaboração.

Já em relação ao financiamento, 103 dos 120 municípios consultados não possuem Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas. Apenas duas cidades disseram ter o fundo ativo, uma em Goiás e uma em Mato Grosso.

Entre as fontes de recursos utilizadas para as ações, 76 municípios citaram recursos próprios. Outros 17 apontaram transferências estaduais e 19 mencionaram parcerias com organizações da sociedade civil.

Apenas dois municípios, um de Mato Grosso e outro de Mato Grosso do Sul, informaram utilizar recursos do Fundo Nacional Antidrogas, o Funad.

No cenário nacional, 88,1% dos municípios considerados no estudo não possuem fundo específico para a política sobre drogas. 

Para a Confederação Nacional de Municípios, os dados mostram a necessidade de fortalecer a cooperação entre União, estados e municípios, além de ampliar o apoio técnico e financeiro às prefeituras.

O levantamento foi feito por meio de entrevistas telefônicas com gestores municipais entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026 e reuniu respostas de mil 567 municípios brasileiros.

Com informações da Confederação Nacional de Municípios, Bianca Mingote

Quem tinha dinheiro depositado em plataformas de apostas online deve receber os valores de volta a partir desta sexta-feira. A devolução vai até a próxima quarta-feira, dia 14.

As bets que tinham autorização para funcionar no Brasil saíram do ar na terça-feira, dia 6. Segundo o Governo Federal, ainda há um bilhão, trezentos e vinte e cinco milhões de reais a devolver aos apostadores. São cerca de 26 milhões e meio de pessoas com saldo nas plataformas.

E é preciso ficar atento: uma mesma pessoa pode ter cadastro em várias plataformas. Por isso, o número de contas é maior que o número de apostadores.

As empresas já estão enviando aos bancos o saldo de cada apostador, por CPF, e os dados da conta usada nos depósitos. Entre esta sexta-feira, dia 9, e quarta-feira, dia 14, os bancos fazem a devolução.

Por isso, fique de olho no extrato da conta que você usou para depositar.

Se o dinheiro não chegar, procure primeiro o atendimento ou a ouvidoria do seu banco. Se o problema continuar, registre uma reclamação no Consumidor ponto gov ponto br ou no Procon da sua cidade. Guarde comprovantes e protocolos de atendimento.

E cuidado com golpes: a devolução é feita pelos bancos e não tem custo. Ninguém pode cobrar taxa nem pedir sua senha para liberar o dinheiro.

Depois do dia 14, os valores que não puderem ser devolvidos serão transferidos para a Caixa, que ficará responsável pela restituição.

Reportagem, Sophia Muniz.

O preço do boi gordo abriu o dia com estabilidade e leve alta de 0,05 por cento. Em São Paulo, a arroba é negociada a 376 reais e 30 centavos.

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a 8 reais e 38 centavos. Já o frango resfriado sai por 8 reais e 33 centavos.

A carcaça suína especial subiu 0,86 por cento no atacado da Grande São Paulo, cotada a 9 reais e 33 centavos o quilo. Entre os estados pesquisados, o menor valor para o suíno vivo foi registrado em Santa Catarina, onde o quilo do animal é comercializado a 5 reais e 60 centavos.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Viviane Bessa.
 

O preço do café iniciou o dia em queda. O café arábica recuou 1,38 por cento, com a saca de 60 quilos cotada a 1.544 reais e 99 centavos na capital paulista. O café robusta também caiu, 1,46 por cento, negociado a 955 reais e 89 centavos.

O milho teve uma variação negativa de 0,09 por cento, com a saca vendida a 67 reais e 18 centavos.

No mercado do açúcar cristal, os preços registraram estabilidade com leve alta de 0,02 por cento em São Paulo, cotado a 122 reais e 60 centavos a saca de 50 quilos. Já em Santos, houve recuo de 2,38 por cento, com a mercadoria comercializada a 133 reais e 25 centavos, na média sem impostos.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Viviane Bessa.