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Abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril já foram realizados nos meses de abril e maio; confira o calendário anual de pagamentos
Baixar áudioLer ao vivoGuia orienta empresas a adaptar operações aos eventos climáticos extremos e às novas regras da economia de baixo carbono
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS, que começaram a receber aposentadoria, pensão ou outro benefício previdenciário a partir de maio deste ano vão receber o décimo terceiro salário entre os dias 24 de novembro e 7 de dezembro. O pagamento será feito conforme o calendário regular do INSS, de acordo com o número final do cartão de benefício.
Os beneficiários que já recebiam o benefício até abril deste ano tiveram o abono anual antecipado e receberam as parcelas nos meses de abril e maio.
Têm direito ao décimo terceiro os aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social que recebem benefícios com previsão legal para o abono. Já os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada, o BPC, não recebem o décimo terceiro, porque o benefício é de caráter assistencial.
Nos casos de benefícios temporários, como o auxílio por incapacidade temporária e o salário-maternidade, o valor do décimo terceiro é pago de forma proporcional ao período em que o benefício foi recebido.
O calendário completo de pagamentos está disponível no site oficial do INSS em: www.gov.br/inss ou no site do Brasil 61, em Brasil61.com
Com informações do Instituto Nacional do Seguro Social, Bianca Mingote
LOC.: O aumento de cada zero vírgula um grau Celsius na temperatura média do planeta pode custar até 5 bilhões e 600 milhões de reais para a economia brasileira em razão dos desastres naturais. A estimativa consta no Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, lançado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI.
A publicação analisa os impactos da crise climática sobre as cadeias produtivas e apresenta estratégias para reduzir os riscos físicos e os desafios da transição para uma economia de baixo carbono.
O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mario Augusto Cardoso, afirma que a crescente frequência dos eventos climáticos extremos exige que as empresas incorporem a adaptação às mudanças do clima às suas estratégias de negócio.
TEC./SONORA: Mario Augusto Cardoso, gerente de Recursos Naturais da CNI
“Como a empresa vai lidar, por exemplo, com o corte na cadeia de suprimentos? Como ela vai lidar com o corte no fornecimento de água causado por um evento extremo? E quando há pouca água, há muitas vezes problema de fornecimento de energia. Como a empresa lida com isso? É preciso analisar cada uma das possibilidades de eventos, pensar se a empresa está preparada e ver qual seria o impacto para a atividade.”
LOC.: Mario Augusto Cardoso explica que a indústria precisa atuar em duas frentes complementares para enfrentar os impactos das mudanças climáticas: reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fortalecer a adaptação aos eventos extremos.
TEC./SONORA: Mario Augusto Cardoso, gerente de Recursos Naturais da CNI
“Os eventos climáticos vão continuar acontecendo. O que queremos é reduzir sua frequência e intensidade. Por isso, temos que estar preparados para garantir a manutenção da atividade produtiva, dos empregos, da arrecadação e das vidas que estão em risco diante desses eventos climáticos.”
LOC.: Além dos impactos físicos da mudança do clima, o guia alerta para os riscos da transição regulatória e comercial. Um dos principais marcos desse processo é a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões. A norma estabelece diretrizes para a entrada de instalações produtivas no mercado regulado de carbono.
Diante desse cenário, a CNI recomenda que as empresas antecipem a elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa e incorporem estratégias de mitigação e adaptação ao planejamento dos negócios.
A íntegra do Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima está disponível na aba de Publicações no portal da CNI.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC: Moçambique desponta como um mercado estratégico para empresas brasileiras que buscam ampliar negócios no continente africano. Um estudo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, identificou 144 oportunidades comerciais no país, especialmente em setores como máquinas e equipamentos, alimentos, insumos industriais e bens de consumo.
O levantamento aponta que a proximidade cultural e linguística entre Brasil e Moçambique, aliada a avanços na facilitação do comércio, contribui para ampliar as possibilidades de negócios entre os dois países.
A aproximação entre Brasil e África também tem impulsionado novas oportunidades em setores estratégicos. A abertura do mercado moçambicano para produtos agropecuários brasileiros, incluindo material genético avícola, amplia possibilidades para cadeias produtivas ligadas ao agronegócio.
Segundo o especialista de agronegócio da ApexBrasil, Alberto Carlos Bicca, já são mais de 5 mil oportunidades mapeadas.
TEC./SONORA: Alberto Carlos Bicca, especialista de agronegócio da ApexBrasil.
“Essa reaproximação entre Brasil e a África já acontece na prática. A gente importa fertilizantes essenciais de lá e exporta bastante tecnologia e inovação. Sabia que a nossa genética bovina é um sucesso no mercado africano? O setor de animais vivos teve um salto de 353% de crescimento recente. Até 2050 é esperado que o continente chegue a 2,5 bilhões de habitantes e o mapa dessa nova Pangeia moderna já está desenhado. São mais de 5 mil oportunidades mapeadas de exportação. Temos espaço de sobra para nossos grãos, proteínas, frutas, castanhas e ração em tecnologia de produção.”
LOC.: Empresas brasileiras interessadas em explorar essas oportunidades podem participar da Missão Empresarial Moçambique/FACIM 2026, promovida pela ApexBrasil. A iniciativa será realizada entre os dias 31 de agosto e 6 de setembro, em Maputo, durante a Feira Internacional. Nesta edição, o Brasil será o país homenageado da feira, que deve reunir empresas e investidores de diferentes setores. As inscrições para integrar a delegação brasileira seguem abertas até 13 de julho no site da ApexBrasil. O endereço é: apexbrasil.com.br.
Reportagem, Juline Pogorzelski.
O preço do boi gordo terá aumento de 0,60% nesta segunda (13). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 326,65.
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado e do frango resfriado é vendido a R$ 7,26.
Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,61.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em São Paulo. O animal é comercializado a R$ 5,88 em Minas Gerais.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Oliveira
O preço do café arábica abre esta segunda com declínio de 2,29%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.722,48 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve baixa de 1,97%, sendo comercializado a R$ 1.087,74.
O preço do açúcar cristal apresenta declínio de 1,08% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,21.
Em Santos, houve declínio de 1,86%, e a mercadoria é negociada a R$ 107,38 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,51, após aumento de 0,22%.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Oliveira