Voltar
Programa do Banco da Amazônia reúne cinco linhas de financiamento orientado, aposta na inclusão produtiva e usa tecnologia para alcançar microempreendedores urbanos e rurais
Baixar áudioLer ao vivoPara a Agência, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia deve fortalecer ainda mais esse cenário, com a redução gradual de tarifas e ampliação de cotas para produtos estratégicos do agronegócio brasileiro
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O Banco da Amazônia consolida o programa “BASA Acredita” e amplia o acesso ao microcrédito na Amazônia Legal, com cinco linhas de financiamento orientado.
O objetivo é fortalecer a economia regional, com foco na inclusão produtiva de microempreendedores urbanos e rurais.
O programa adota o modelo de microcrédito produtivo orientado, que integra acompanhamento próximo e condições facilitadas. A proposta é garantir que o capital se transforme em geração de renda e desenvolvimento sustentável regional.
Segundo o gerente executivo de micro e pequenos negócios do banco, Daniel Moura, o programa marca uma nova fase no atendimento ao público da região.
ABRE ASPAS – "O lançamento consolidado do BASA Acredita marca uma nova era no atendimento ao microempreendedor na nossa região. Ao completar 80 anos, o Banco da Amazônia não apenas celebra o passado, mas projeta o futuro ao colocar o crédito produtivo na mão de quem realmente faz a diferença, da artista regional à agricultora familiar” – FECHA ASPAS.
O processo de solicitação é totalmente digital. Por meio do MPO Digital BASA Acredita, os clientes podem acessar o crédito online, com integração entre aplicativos e atendimento em tempo real, mesmo em locais remotos.
O programa é dividido em cinco linhas de atuação. O “BASA Acredita Pra Elas”, voltado ao empreendedorismo feminino. O “Rural” atende produtores do campo com juros reduzidos e bônus por adimplência. Já o “Urbano” oferece crédito para empreendedores informais nas cidades.
Também fazem parte do programa a linha “MEI”, que incentiva a formalização de pequenos negócios, e o “FNO”, voltado à expansão de empreendimentos com apoio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte.
Com a iniciativa, o Banco da Amazônia reforça o papel do microcrédito como ferramenta para impulsionar a economia regional e reduzir desigualdades na região.
Reportagem, Bianca Mingote
LOC.: A relação comercial entre o Brasil e a União Europeia segue forte, mas com potencial para crescer ainda mais — principalmente quando o assunto são produtos de maior valor agregado.
Um estudo divulgado nesta semana pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos, a ApexBrasil, mostra que, em 2025, o comércio entre as duas partes chegou a CEM BILHÕES DE DÓLARES. Isso reforça a importância da Europa como parceira estratégica para o Brasil.
A participação do país nas importações europeias gira em torno de UM VÍRGULA SEIS POR CENTO. Hoje, a maior parte das exportações brasileiras ainda é formada por commodities, como petróleo, soja, café, celulose e minérios.
Mas o cenário pode mudar. O levantamento aponta oportunidades em setores como máquinas e equipamentos, alimentos processados, produtos industrializados, materiais de construção e itens ligados à transição verde e digital — áreas que vêm crescendo no continente europeu.
Outro fator importante é o acordo entre Mercosul e União Europeia, que pode facilitar o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu, com redução de tarifas e ampliação de cotas para itens como carnes, açúcar, etanol e frutas.
Além do comércio, a Europa também lidera os investimentos no Brasil. Em 2024, o estoque de investimentos europeus no país chegou a QUATROCENTOS E SESSENTA E QUATRO VÍRGULA QUATRO BILHÕES DE DÓLARES, o equivalente a QUARENTA VÍRGULA SETE POR CENTO do total.
A avaliação é de que o Brasil tem potencial para ampliar sua presença, desde que invista em inovação, diversificação e produtos com maior valor agregado. A ApexBrasil, inclusive, já desenvolve projetos para ajudar empresas brasileiras a conquistar mais espaço no mercado europeu.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: A nova tabela do Imposto de Renda de 2026, em vigor desde 1º de janeiro, traz mudanças importantes para milhões de contribuintes. A principal novidade é o Imposto de Renda Zero para quem recebe até CINCO MIL por mês e a redução gradual do imposto para rendas de até SETE MIL TREZENTOS E CINQUENTA REAIS.
Segundo estimativas do Governo do Brasil, DEZESSEIS MILHÕES de pessoas deverão ser beneficiadas com a nova regra.
A tabela tradicional do Imposto de Renda não foi alterada e segue com os mesmos valores de 2025, tanto as faixas quanto as alíquotas. O que mudou com a reforma foi a criação de deduções adicionais, aplicadas simultaneamente com a tabela tradicional, para garantir a redução gradual do imposto para quem ganha até SETE MIL TREZENTOS E CINQUENTA REAIS.
Para trabalhadores com Imposto de Renda Retido na Fonte, as mudanças valem desde janeiro de 2026, com impacto percebido no contracheque de fevereiro.
Já na Declaração Anual do Imposto de Renda Pessoa Física, os efeitos só aparecerão em 2027, quando serão informados os rendimentos recebidos ao longo deste ano.
E na prática, essa diferença já começa a fazer sentido para quem está na faixa de até CINCO MIL REAIS mensais, agora isento. É o caso do vigilante Leandro Rodrigo Niqueti, de 44 anos. Ele mora com a esposa no bairro Jardim Panorama, em Toledo, no oeste do Paraná.
Para Leandro, o valor que deixa de ser descontado todo mês representa um fôlego no orçamento da casa.
TEC./SONORA: Leandro Rodrigo Niqueti, vigilante, Toledo (PR)
“Tudo que vem para somar e agregar na renda individual e da família é sempre muito bem-vindo. Com esse valor, se bem programado mensalmente ou anualmente, é possível melhorar um pouco a qualidade de vida de cada um.”
LOC.: Para manter o equilíbrio fiscal e compensar a redução na arrecadação, a nova legislação prevê um aumento na tributação sobre altas rendas, a partir de SEISCENTOS MIL REAIS anuais. A estimativa é que aproximadamente TRÊS MIL E QUINHENTOS contribuintes sejam alcançados. Nesse caso, a cobrança será gradual, com alíquota máxima de até DEZ POR CENTO sobre os rendimentos. Quem já paga esse percentual, ou mais, não terá alterações.
A lei também estabelece limites para evitar que a soma dos tributos pagos pela empresa e pelo contribuinte ultrapasse percentuais definidos para empresas financeiras e não financeiras. Caso isso ocorra, haverá restituição na declaração anual.
Saiba mais em gov.br.
TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público
“Isso pode nos demonstrar que o ano será positivo para o FPM e que muito provavelmente a conta do governo em relação ao imposto de renda sobre as grandes fortunas, aquele adicional para compensar a não arrecadação daqueles que ganham até cinco mil reais, podem ter realmente se mostrado reais, com números que não vão prejudicar os municípios ao longo do ano. Contudo, é necessário que continuemos acompanhando essa trajetória.”
LOC.: Mais de DOIS MILHÕES TREZENTOS E SETENTA E CINCO MIL trabalhadores na Região Nordeste serão diretamente beneficiados com o Imposto de Renda Zero, para quem ganha até CINCO MIL REAIS, e com a redução nos descontos, para aqueles com renda mensal entre CINCO MIL E SETE MIL TREZENTOS E CINQUENTA REAIS.
A mudança foi garantida por lei sancionada em novembro de 2025, com impacto percebido a partir do pagamento de fevereiro.
Segundo dados do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, mais de UM MILHÃO E MEIO de trabalhadores do Nordeste ganham até CINCO MIL mensais e deixarão de pagar o tributo.
Outros OITOCENTOS E SESSENTA MIL recebem entre CINCO MIL e SETE MIL TREZENTOS E CINQUENTA REAIS e passarão a contar com descontos progressivos no imposto.
Até o ano passado, DOIS MILHÕES TREZENTOS E NOVENTA E TRÊS MIL declarantes do Nordeste já eram isentos. Com as novas regras, o número deve subir para TRÊS MILHÕES E NOVECENTOS MIL contribuintes completamente livres do IR.
De acordo com o Governo do Brasil, isso representa uma injeção significativa de recursos na economia regional.
E é justamente na faixa do Imposto de Renda Zero que está a nutricionista Ingrid Maria Araújo, de 32 anos. Moradora do bairro Jabotiana, na Zona Oeste de Aracaju, em Sergipe, ela foi contratada recentemente por uma empresa e é mãe solo de uma menina de 10 anos.
Para Ingrid, o valor que deixa de ser descontado no contracheque significa mais tranquilidade para organizar as contas da casa.
TEC./SONORA: Ingrid Maria Araújo, nutricionista, Aracaju (SE)
“A nova legislação, na qual essa faixa salarial terá a isenção do Imposto de Renda, vai contribuir para a educação, lazer e saúde da minha filha e da nossa família.”
LOC.: O Imposto de Renda Zero para trabalhadores como a Ingrid Maria, de Aracaju, faz parte do conjunto de mudanças na tabela do Imposto de Renda.
Para manter o equilíbrio fiscal e compensar a redução na arrecadação, a nova legislação prevê um aumento na tributação sobre altas rendas, a partir de SEISCENTOS MIL REAIS anuais. A estimativa é que aproximadamente CENTO E QUARENTA MIL contribuintes sejam alcançados.
Nesse caso, a cobrança será gradual, com alíquota máxima de até DEZ POR CENTO sobre os rendimentos. Quem já paga esse percentual, ou mais, não terá alterações.
A lei também estabelece limites para evitar que a soma dos tributos pagos pela empresa e pelo contribuinte ultrapasse percentuais definidos para empresas financeiras e não financeiras. Caso isso ocorra, haverá restituição na declaração anual.
Saiba mais em gov.br.
LOC.: O preço do boi gordo nesta quinta-feira (30) apresenta queda de 0,88%; a arroba está sendo negociada a R$ 355,25, no estado de São Paulo.
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam estabilidade. O frango congelado segue negociado a R$ 7,16, e o frango resfriado a R$ 7,17.
A carcaça suína especial apresenta estabilidade, sendo negociada a R$ 8,42, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra baixa em todos os estados analisados, com é o caso do Rio Grande do Sul, onde o produto é comercializado a R$ 4,80.
Os dados são do Cepea.
LOC.: O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quinta-feira (30) em alta no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão registra valorização de 0,62% e é negociado a R$ 122,58; na segunda, a mercadoria tem alta de 0,49% e é cotada a R$ 129,10.
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,24% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.343,57, enquanto no segundo permanece comercializada a R$ 1.275,64.
Os valores são do Cepea.