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Impacto é previsto pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que avalia reajuste salarial do magistério como fator de pressão sobre orçamento das cidades
Baixar áudioLer ao vivoDeputados federais defendem mudanças na legislação, ampliação da cobertura e mais recursos para o seguro agrícola; Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) alerta que redução da proteção aumenta riscos e afeta toda a economia
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que atualiza o piso salarial nacional dos professores da educação básica, com valor mínimo da categoria fixado em R$ 5.130,63, com reajuste de 5,4% em relação ao valor anterior.
De acordo com a Casa Civil, a nova legislação estabelece critérios para a atualização anual do piso salarial profissional nacional e determina que o valor não poderá ser corrigido abaixo da inflação acumulada no período anterior.
A norma também prevê a divulgação, pelo Ministério da Educação, da memória de cálculo utilizada para a atualização do piso, ampliando a transparência do processo.
Outra mudança é a inclusão dos profissionais contratados por tempo determinado entre os beneficiários do piso salarial nacional. Isso, segundo o governo, garante a esses trabalhadores os mesmos direitos assegurados aos demais profissionais do magistério público da educação básica.
Segundo a Confederação Nacional de Municípios, a CNM, a mudança deve gerar um impacto de R$ 8 bilhões nos cofres municipais apenas em 2026.
De acordo com a entidade, o reajuste aumenta a pressão sobre os orçamentos das cidades, que já enfrentam dificuldades financeiras. Em nota oficial, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, afirma que a valorização dos professores é uma demanda legítima, mas defende que os aumentos reais sejam definidos de forma conjunta entre os municípios.
Pelo novo modelo de cálculo do reajuste, a correção considera o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, somado a 50% da média de crescimento real das receitas do Fundeb nos últimos cinco anos.
A CNM alerta ainda que os impactos devem continuar nos próximos anos.
Segundo a Confederação, o piso do magistério acumulou alta de 78% nos últimos cinco anos, com impacto estimado em R$ 85 bilhões no período.
A CNM avalia que o novo modelo garante aumento acima da inflação, mas sem previsão de recursos extras do Fundeb ou compensação da União.
Com informações da Confederação Nacional de Municípios, Bianca Mingote
LOC.: Parlamentares das regiões de Minas Gerais e do Paraná defendem a aprovação das mudanças no seguro rural para ampliar a proteção dos produtores diante de eventos climáticos, crises de mercado e dificuldades de acesso ao crédito.
O Projeto de Lei número 2951 de 2024, reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, o PSR. Prevê juros menores, prioridade no acesso ao crédito para produtores segurados e financiamento do prêmio do seguro.
O deputado Zé Vitor, do PL mineiro, defende que as regras sejam atualizadas para acompanhar a realidade do agronegócio atual, que enfrenta riscos climáticos, econômicos e internacionais.
TEC./SONORA: deputado federal Zé Vitor (PL-MG)
“Nós temos uma série de incertezas, uma série de fatores que nos trouxeram até aqui. Primeiro, a falta de previsibilidade, o que nos prejudica muito no planejamento, mas nós também somos vítimas de muitas questões climáticas, avaliações no mercado, guerras e instabilidades geopolíticas que afetam o nosso negócio. São custos maiores, margens menores, já conhecido por todos nós.”
LOC.: Já o deputado Nelson Padovani, do PP paranaense, chama atenção para a baixa cobertura do seguro agrícola no país.
TEC./SONORA: deputado federal Nelson Padovani (PP-PR)
“Hoje no Brasil, só 15% das lavouras têm seguro agrícola. Então é normal que a cada ciclo, a cada cinco, dez anos, tenha essa quantidade enorme de agricultores endividados, uma quantidade enorme de agricultores passando dificuldade.”
LOC.: Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária, o Mapa, houve uma redução nos recursos e na contratação do seguro rural nos últimos anos. Em 2025, a área protegida pelo programa caiu para o menor nível em dez anos.
O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, Alfredo Cotait Neto, afirma que a falta de proteção no campo afeta toda a economia.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros.”
LOC.: O projeto de lei que reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural foi aprovada na Câmara e enviada ao local de origem, o Senado Federal, que deve votar se mantém as alterações ou se retoma o primeiro formato.
Reportagem, Bianca Mingote; locução, Álvaro Couto
LOC.: A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, que representa mais de DUAS MIL associações comerciais, encaminhou VINTE E CINCO sugestões para aprimorar a regulamentação da reforma tributária.
O documento foi enviado à Receita Federal e ao Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços, o IBS. As sugestões abrangem temas comuns aos dois tributos, pontos específicos do IBS e medidas somente da CBS.
Entre as propostas comuns, a CACB sugere, por exemplo, que seja permitida às entidades sem fins lucrativos a emissão consolidada de documentos fiscais para contribuições associativas por período de apuração, em vez da emissão individualizada dos documentos, o que diminuiria a burocracia.
No caso do IBS, as propostas incluem a regulamentação do split payment, mecanismo que separa automaticamente a parcela dos tributos em uma transação, além de medidas voltadas às empresas do Simples Nacional, orientações para operações na Zona Franca de Manaus e ajustes nas regras de ressarcimento de créditos.
Em relação à CBS, uma das sugestões encaminhadas pela entidade é modificar a legislação. A proposta inclui dispositivos que determinam, de forma clara, o aproveitamento de créditos tributários e de crédito presumido sobre os estoques para empresas do Simples que optarem pelo regime híbrido.
Segundo o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman Cardoso, as sugestões buscam facilitar a adaptação ao novo sistema tributário.
TEC./SONORA: Anderson Trautman Cardoso, vice-presidente jurídico da CACB
“A sugestão da CACB, dentre diversas outras, é que a postura das fiscalizações seja meramente orientativa no primeiro ano de instituição dos novos tributos. Ou seja, em 2027, quando será cobrada a CBS, a fiscalização, tanto da Receita Federal do Brasil, quanto do Comitê Gestor que envolve estados e municípios, seja orientativa, contribuindo, inclusive, com os princípios, trazidos pela reforma, da simplicidade, da cooperação. Que todo setor produtivo possa se compatibilizar com as novas regras devidamente orientado pelas fiscalizações.”
LOC.: O IBS e a CBS compõem o Imposto sobre Valor Agregado, o IVA-Dual, criados pela Reforma Tributária sobre o Consumo. Eles já estão sendo destacados desde 1º de janeiro de 2026, mas ainda em período de testes, em substituição a dois impostos federais, um estadual e outro municipal.
Outro ponto que ainda depende de definição é o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
Parlamentares demonstram preocupação com os impactos da reforma para os empreendedores. A deputada federal Rosana Valle, do PL de São Paulo, afirma que ainda faltam esclarecimentos sobre o novo sistema.
TEC./SONORA: Rosana Valle, deputada federal (PL-SP)
“As micro e pequenas empresas, que são as responsáveis pela maior parte dos empregos no nosso país, ainda enfrentam muitas dúvidas sobre os impactos dessas novas regras e também sobre os custos de adaptação durante esse período de transição. Quem empreende precisa de previsibilidade e não de mais incerteza que foi o que a reforma tributária acabou trazendo.”
LOC.: A regulamentação da reforma tributária está definida na Lei Complementar aprovada no ano passado, mas as alíquotas, no entanto, dependem do envio de uma proposta pelo governo e aprovação pelo Congresso.
Reportagem, Álvaro Couto.
Mais de 20 mil cisternas serão instaladas em municípios do Semiárido brasileiro para ampliar o acesso à água potável.
A autorização foi anunciada pela Fundação Nacional de Saúde, a Funasa. Ao todo, serão 20 mil 976 cisternas distribuídas em 498 municípios de oito estados, com investimento superior a 250 milhões de reais.
As estruturas serão implantadas na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
As cisternas captam e armazenam água da chuva para consumo humano, ajudando a reduzir os impactos da estiagem e a ampliar a segurança no abastecimento das famílias.
O anúncio foi feito durante cerimônia com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e marcou também a posse do novo presidente da Funasa, Lenildo Morais.
Segundo o Ministério da Saúde, a seleção dos municípios foi realizada ao longo de 2025. Entre os critérios adotados, tiveram prioridade famílias em situação de vulnerabilidade social, beneficiárias do Cadastro Único, além de comunidades quilombolas, pessoas com deficiência e lares chefiados por mulheres.
Antes da liberação das obras, equipes técnicas da Funasa realizaram vistorias para verificar a viabilidade da implantação das estruturas.
A expectativa é que a iniciativa amplie o acesso à água para milhares de famílias da região, especialmente durante os períodos de estiagem.
Reportagem, Viviane Oliveira.
LOC.: O setor produtivo defende que a atualização dos limites de faturamento anual do microempreendedor individual, o MEI, seja estendida às demais faixas de enquadramento do simples nacional. Segundo representantes empresariais, a medida pode reduzir a informalidade e evitar o desenquadramento de empresas em razão da inflação.
O presidente da Associação Médica Brasileira, César Fernandes, alerta para os impactos da defasagem dos limites do regime simplificado somada às mudanças trazidas pela reforma tributária.
TEC./SONORA: César Fernandes, presidente da Associação Médica Brasileira
“É fundamental que a reforma tributária não aumente a carga tributária da assistência médica privada, nem reduza a competitividade de consultórios e clínicas de pequeno e médio porte. A preocupação é que a combinação entre IBS, CBS, créditos tributários e futuras mudanças no Simples favoreçam grandes grupos empresariais em detrimento dos prestadores independentes.”
LOC.: Uma comissão especial da Câmara dos Deputados discute o tema com representantes do governo, especialistas e entidades do setor produtivo.
O texto em análise prevê a ampliação do limite de faturamento do MEI. Entidades empresariais defendem que a atualização também alcance microempresas e empresas de pequeno porte.
As propostas em discussão elevam o teto do MEI para cerca de cento e quarenta e cinco mil reais por ano, o das microempresas para aproximadamente oitocentos e setenta mil reais e o das empresas de pequeno porte para cerca de oito milhões e setecentos mil reais.
A deputada federal Greyce Elias, do PL de Minas Gerais, afirma que os limites de faturamento estão sem atualização há OITO anos e defende a mudança.
TEC./SONORA: Greyce Elias, deputada federal (PL-MG)
“Essa reivindicação é feita também há muitos anos e agora, com essa grande movimentação da reforma tributária, a gente vê que é um momento oportuno para que a gente faça o enfrentamento e aumente o limite e também a oportunidade de ter mais colaboradores, para dar segurança jurídica e oportunidade para quem quer empreender.”
LOC.: Valmir Rodrigues, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais, a Federaminas, afirma que a proposta pode corrigir uma distorção tributária ao permitir o reenquadramento de empresas que deixaram o regime sem aumento real de faturamento.
TEC./SONORA: Valmir Rodrigues, presidente da Federaminas
“Corrigir os limites do Simples Nacional é corrigir uma injustiça, pois as empresas estão pagando impostos sobre índice inflacionário, o que não é correto, tornando as empresas menos competitivas no mercado. Por isso, essa atualização é fundamental para a sustentabilidade e crescimento das empresas do Simples Nacional.”
LOC.: O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado pelo plenário da Câmara a qualquer momento. O presidente da Casa, deputado Hugo Motta, afirmou que a proposta está entre as prioridades do Legislativo.
Para Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, a atualização dos limites é necessária para evitar que empresas deixem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”
LOC.: Criado para simplificar o recolhimento de tributos, o Simples Nacional reúne diversos impostos em uma única guia. Atualmente, os limites de faturamento são de oitenta e um mil reais por ano para o MEI, trezentos e sessenta mil reais para microempresas e quatro milhões e oitocentos mil reais para empresas de pequeno porte.
REPORTAGEM, ÁLVARO COUTO.
LOC.: O PROJETO QUE REFORMULA A POLÍTICA AGRÍCOLA E O PROGRAMA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL, O PSR, AGUARDA VOTAÇÃO NO SENADO FEDERAL.
A EXPECTATIVA DE PARLAMENTARES DA FRENTE PARLAMENTAR DA AGROPECUÁRIA NO CONGRESSO NACIONAL E DE REPRESENTANTES DO SETOR PRODUTIVO É QUE A PROPOSTA SEJA APROVADA ANTES DO LANÇAMENTO DO PLANO SAFRA 2026/2027.
O TEXTO PREVÊ MUDANÇAS COMO A REDUÇÃO DAS TAXAS DE JUROS PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO RURAL COBERTAS POR SEGURO E A UTILIZAÇÃO DO FUNDO CATÁSTROFE PARA FINANCIAR O PRÊMIO DAS APÓLICES.
PARA O DEPUTADO FEDERAL PEDRO WESTPHALEN, DO PROGRESSISTAS DO RIO GRANDE DO SUL, A MEDIDA PODE AMPLIAR A SEGURANÇA DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA.
TEC./SONORA: PEDRO WESTPHALEN, DEPUTADO FEDERAL (PP-RS)
“TODO ANO, ESTADOS QUE SÃO ATINGIDOS POR INTEMPÉRIES, OU DE SECAS OU DE ENCHENTES, TÊM QUE VIR A BRASÍLIA PEDIR, DE CHAPÉU NA MÃO, SOLUÇÕES PARA OS SEUS PROBLEMAS. O RIO GRANDE DO SUL E O PAÍS HOJE SÃO FUNDAMENTALMENTE AGRÍCOLAS. É O CELEIRO DO MUNDO. E NÃO TEM TIDO, ESSE PRODUTOR RURAL, A ATENÇÃO DEVIDA DO GOVERNO.”
LOC.: A ORIGEM DOS RECURSOS FOI UM DOS PRINCIPAIS PONTOS DE DIVERGÊNCIA DURANTE A TRAMITAÇÃO DA PROPOSTA.
O DEPUTADO VALDIR COBALCHINI, DO MDB DE SANTA CATARINA, DEFENDE A BUSCA DE ALTERNATIVAS PARA GARANTIR A APROVAÇÃO DA MATÉRIA.
TEC.SONORA: VALDIR COBALCHINI, DEPUTADO FEDERAL (MDB-SC)
“EU ACHO QUE É UMA MATÉRIA EXTREMAMENTE IMPORTANTE QUE É PRECISO ENCONTRAR ESPAÇO NO ORÇAMENTO DA UNIÃO PARA ATENDER.”
LOC.: O DEPUTADO FEDERAL DILCEU SPERAFICO, DO PROGRESSISTAS DO PARANÁ, AFIRMA QUE O FORTALECIMENTO DA SUBVENÇÃO AO SEGURO RURAL PODE ESTIMULAR A CONTRATAÇÃO DE APÓLICES E DAR MAIS SEGURANÇA AO PRODUTOR.
TEC.SONORA: DILCEU SPERAFICO, DEPUTADO FEDERAL (PP-PR)
“HOJE O AGRICULTOR BRASILEIRO NÃO TEM SEGURANÇA NENHUMA QUANTO A SUA ESTABILIDADE DENTRO DO AGRONEGÓCIO. O SEGURO RURAL VAI DAR UMA MÍNIMA CONDIÇÃO DE GARANTIA DELE PERMANECER NA PROPRIEDADE.”
LOC.: DADOS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA MOSTRAM QUE OS RECURSOS EXECUTADOS PELO PROGRAMA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL CAÍRAM DE UM POUCO MAIS DE UM BILHÃO DE REAIS, EM 2021, PARA QUINHENTOS E SESSENTA E CINCO MILHÕES DE REAIS EM 2025.
NO MESMO PERÍODO, A ÁREA SEGURADA RECUOU E REGISTROU O MENOR NÍVEL DOS ÚLTIMOS DEZ ANOS.
PARA O PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO BRASIL, ALFREDO COTAIT NETO, A REDUÇÃO DOS RECURSOS IMPACTA TODA A ECONOMIA.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros.”
LOC.: COMO O TEXTO FOI ALTERADO PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS, A PROPOSTA RETORNA AO SENADO FEDERAL, QUE DEVERÁ ANALISAR AS MUDANÇAS ANTES DA VOTAÇÃO FINAL.
REPORTAGEM, ÁLVARO COUTO
LOC.: O preço do boi gordo registra recuo nesta sexta-feira (19). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,15, após queda de 0,47%.
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,31.
Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,95% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,54.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra estabilidade na maioria das praças. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o animal ainda é comercializado a R$ 4,97.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do café arábica inicia esta sexta-feira (19) com recuo de 0,67%. A saca de 60 quilos é negociada a R$ 1.495,05 na capital paulista.
Já o café robusta registra valorização de 1,30%, com a saca cotada a R$ 1.018,24.
O açúcar cristal apresenta redução no mercado de São Paulo. A saca de 50 quilos está cotada a R$ 90,75, após queda de 0,80%.
Em Santos (SP), houve alta de 1,03%, com a mercadoria negociada a R$ 102,71, considerando a média de preços sem impostos.
O milho também registra leve desvalorização. A saca de 60 quilos é comercializada a R$ 62,89, após diminuição de 0,16%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo