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Movimento destaca o papel das associações comerciais na defesa do setor produtivo e na construção de um ambiente mais favorável aos negócios
Baixar áudioLer ao vivoLevantamento da Conta Simples e da Visa mostra que modelo tradicional de fechamento mensal perdeu espaço em um cenário de pagamentos instantâneos
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: O Brasil celebra nesta quarta-feira, 15 de julho, o Dia Nacional do Associativismo. A data chama atenção para a importância das associações comerciais e empresariais na representação do setor produtivo e na defesa de pautas voltadas ao desenvolvimento econômico.
O associativismo reúne empresas em torno de interesses comuns, fortalece o diálogo entre a iniciativa privada e o poder público e incentiva a cooperação para melhorar o ambiente de negócios.
Na avaliação de Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e da Associação Comercial de São Paulo, a data valoriza o papel estratégico das associações comerciais por um ambiente empresarial mais justo e participativo.
Cotait Neto exalta o papel do associativismo:
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, FACESP e ACSP
"O Associativismo é quem vai carregar o Brasil daqui para frente. É quem vai trazer o crescimento e o desenvolvimento econômico."
LOC.: Para o presidente da Federaminas, Valmir Rodrigues, o associativismo cria as condições para que empresas prosperem e gerem impactos positivos em toda a sociedade.
TEC./SONORA: Valmir Rodrigues, presidente da Federaminas
“Para o associativismo, o que mais importa não é chegar primeiro, mas sim a criação do melhor ambiente para o desenvolvimento dos negócios. Afinal de contas, o ambiente fértil é capaz de gerar a prosperidade das empresas, é capaz de dar um resultado, um sucesso positivo a cada pessoa que decide empreender no nosso país.
LOC.: Em todo o Brasil, o movimento associativista reúne milhares de entidades que representam empreendedores de diferentes segmentos, promovendo iniciativas voltadas ao fortalecimento dos negócios e ao desenvolvimento local.
A presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina, Vera Antunes, destaca que a união dos empresários é um dos principais pilares do associativismo.
TEC./SONORA: Vera Antunes, presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina
“É um momento muito importante porque a gente entende que a participação dos empresários na comunidade, no associativismo, traz isso. Não é uma concorrência, mas a gente entende que a gente quebra correntes quando a gente une os empresários para um bem comum, que é o associativismo. Então, no dia 15 de julho nós comemoramos o Dia do Associativismo. Parabéns àqueles que estão no Brasil todo, às pessoas que se envolvem com o associativismo e com essa causa que é para o bem de todo o comércio, de todos os negócios e de todas as cidades.”
LOC.: A escolha da data faz referência à fundação da Associação Comercial da Bahia, em 15 de julho de 1811, considerada a primeira associação comercial do Brasil e da América Latina.
Reportagem, Juline Pogorzelski
LOC.: Seis em cada dez empresas brasileiras enfrentam dificuldades para controlar as finanças em tempo real. O problema afeta cerca de 12 milhões e 600 mil pequenas e médias empresas, de acordo com a 2ª edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, levantamento realizado pela Conta Simples em parceria com a Visa.
Segundo a pesquisa, o modelo tradicional de fechamento mensal perdeu espaço em um cenário marcado por pagamentos instantâneos. Atualmente, 86% das empresas utilizam o Pix e 71% adotam cartões corporativos.
Na avaliação do estudo, a digitalização resolveu o problema do "como pagar", mas ampliou o desafio do "como acompanhar".
A vice-presidente da Visa, Marcela Pinori, ressalta que a expansão dos meios de pagamento digitais elevou o nível de governança exigido das empresas. Segundo ela, a tecnologia deve ir além da digitalização das transações, mas deve estruturar o fluxo financeiro e conectar os pagamentos a regras claras de acompanhamento e controle, para fornecer informações que apoiem decisões estratégicas e sustentem o crescimento dos negócios.
O CEO e cofundador da Conta Simples, Rodrigo Tognini, ressalta que o impacto da falta de controle vai além da rotina operacional e a empresa passa a reagir em vez de decidir. Segundo ele, a visibilidade oferece tempo e gestão, fatores que potencializam o crescimento do negócio com estabilidade.
O levantamento também aponta que, embora o uso de cartões corporativos tenha crescido, 58% das empresas concentram as operações em apenas um ou dois cartões. Além disso, 51% não estabelecem limites de gastos por área ou finalidade, o que reduz a previsibilidade e enfraquece a governança financeira.
Segundo Tognini, a fragmentação das despesas entre diferentes bancos e meios de pagamento dificulta a consolidação das informações e mantém processos excessivamente dependentes de planilhas.
Para Marcela Pinori, os cartões virtuais surgem como alternativa para aprimorar o controle financeiro. Emitidos instantaneamente para diferentes áreas, equipes ou projetos, eles permitem acompanhar os gastos com maior precisão e transparência.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: O governo federal publicou os novos preços mínimos para os produtos da safra de verão e culturas regionais das safras 2026/27 e 2027. Os valores, definidos pelo Conselho Monetário Nacional e publicados pelo Ministério da Agricultura, o Mapa, servirão de referência para a Política de Garantia de Preços Mínimos, que protege a renda dos produtores quando os preços de mercado sofrem oscilações.
Entre os principais reajustes, a saca de 60 quilos da soja passou de R$ 71,04 para R$ 76,34, o que representa uma alta de 7,46%.
Para o milho, os valores variam conforme a região. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o preço mínimo subiu para R$ 58,44 por saca. No Centro-Oeste e em parte da Região Norte, o valor foi mantido em R$ 38,25.
Os preços mínimos terão vigência entre julho de 2026 e junho de 2028, conforme o calendário de cada cultura. Para as sementes de algodão, arroz, feijão, milho, soja, sorgo e juta ou malva, os valores passam a valer entre novembro deste ano e junho de 2028.
Segundo o Ministério da Agricultura, a Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, é responsável por elaborar as propostas dos preços mínimos, levando em conta os custos de produção e as condições dos mercados interno e externo. A atualização é feita anualmente e serve de base para as operações da Política de Garantia de Preços Mínimos.
A íntegra da Portaria nº 934, com os valores mínimos para cada produto e região, está disponível no Diário Oficial da União, publicado no dia 13 de julho. A tabela também pode ser acessada em Brasil61.com.
Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária, Bianca Mingote
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária registrou uma nova vacina contra a gripe no país. A vacina é indicada para a imunização de adultos e crianças a partir dos seis meses de idade.
O imunizante é do tipo trivalente e protege contra os subtipos da influenza A e B. De acordo com a Anvisa, os estudos clínicos apresentaram excelentes taxas de resposta do organismo. A eficácia da vacina chegou a 73% na prevenção da doença em adultos, e a 65% no público infantil.
A influenza é uma infecção viral grave do sistema respiratório, responsável por surtos sazonais e internações, com maior risco para idosos, gestantes e crianças.
A autorização da nova vacina foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor.
As informações são da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Reportagem, Viviane Oliveira
LOC.: A edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus sobre as intenções de voto para a Presidência da República, divulgada nesta segunda-feira (13), evidencia diferenças na opinião do eleitorado entre as regiões do país.
No Nordeste, Lula lidera com folga no primeiro turno, com 54% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que soma 25%. Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois, Lula mantém vantagem, com 59% das intenções de voto, contra 35% do adversário.
A região também registra os melhores índices de avaliação do governo federal. O Nordeste reúne ainda a maior proporção de eleitores que se declaram "lulistas convictos", com 30%. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro registra na região o maior índice de rejeição, de 42%.
No Sul, o cenário é inverso. Flávio Bolsonaro lidera o primeiro turno com 47% das intenções de voto. Em um eventual segundo turno contra Lula, ele amplia a vantagem e alcança 58%, enquanto o presidente soma 34%.
A região também concentra os piores indicadores para o atual governo federal. A desaprovação chega a 58%. O Sul registra ainda a maior proporção de eleitores que se identificam como "bolsonaristas convictos", com 29%. Já a rejeição a Lula supera os 41%.
No Sudeste, a disputa se mostra mais equilibrada. No primeiro turno, Lula aparece com 38% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 33%. Em um eventual segundo turno, o presidente teria 46%, contra 42% do adversário.
No conjunto formado por Norte e Centro-Oeste, a disputa é mais acirrada no primeiro turno. Flávio Bolsonaro lidera com 37% das intenções de voto, seguido por Lula, com 32%, e Ronaldo Caiado, com 12%.
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 50%, contra 42% de Lula.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Reportagem, Paloma Custódio
A saca de 60 quilos da soja inicia esta quarta-feira com declínio no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,28%, com a saca negociada a R$ 132,94. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,16%, levando a cotação para R$ 140,63.
O trigo mantém a redução de preço no Rio Grande do Sul e estabilidade no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.393,53. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.312,38.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Oliveira
O preço do café arábica abre esta quarta-feira com aumento de 1,53%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.755,35 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve aumento de 0,75%, sendo comercializado a R$ 1.105,01.
O preço do açúcar cristal apresenta aumento de 1,53% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,11.
Em Santos (SP), houve declínio de 0,47%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,90 na média de preços sem impostos.
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,64, após aumento de 0,03%.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Oliveira