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Levantamento do Ministério da Saúde mostra que objetos presentes no cotidiano concentram a maior parte dos focos do mosquito
Baixar áudioLer ao vivoOperação busca prevenir acidentes e combater crimes diante do aumento da circulação de fiéis em trechos de rodovias de São Paulo e Pará
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Quase metade dos municípios analisados pelo Ministério da Saúde estão em situação de alerta ou de risco para a presença do mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da zika.
Realizado entre maio e agosto de 2026, o 2º ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti aponta que a maior parte dos criadouros está em recipientes presentes no cotidiano da população. Vasos e pratos de plantas, garrafas e outros recipientes que podem acumular água representam 42% dos focos identificados.
Na sequência, aparecem os reservatórios de água, como caixas-d’água e tonéis, com 26,1%, e pneus e resíduos sólidos, como garrafas PET, latas e entulho, que correspondem a 23% dos criadouros.
O tipo de criadouro encontrado varia de acordo com a região do país. No Norte, predominam pneus e resíduos sólidos. No Nordeste, destacam-se os recipientes utilizados para armazenamento de água. Já no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, predominam vasos e pratos de plantas, garrafas e outros recipientes que podem acumular água.
Segundo o Ministério da Saúde, os Agentes de Combate às Endemias têm atuado na prevenção e no controle das arboviroses, com a identificação e o tratamento dos criadouros, além da orientação da população sobre medidas preventivas. Até o fim deste ano, está prevista a formação de mais de 300 mil profissionais.
Com a aproximação do verão e as condições climáticas associadas ao El Niño, o Ministério da Saúde alerta para a necessidade de reforçar as medidas de prevenção durante o período de maior risco de proliferação do Aedes aegypti.
A pasta destaca que a participação da população é fundamental para evitar a formação de criadouros. Entre as principais orientações estão: utilizar telas nas janelas e repelentes em áreas com transmissão das doenças; remover recipientes que possam acumular água e se transformar em criadouros; manter reservatórios e caixas-d’água devidamente vedados; desobstruir calhas, lajes e ralos; e colaborar com as ações de prevenção e controle da dengue realizadas pelo SUS.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: A Polícia Rodoviária Federal realiza, desde sexta-feira (9), a Operação Nossa Senhora Aparecida, com reforço da fiscalização nas rodovias federais de todo o país. A ação tem atenção especial aos corredores rodoviários de São Paulo e do Pará, por causa do aumento do fluxo de fiéis que se deslocam para o Santuário Nacional de Aparecida e para as celebrações do Círio de Nazaré.
Na primeira quinzena de outubro, a BR-116, conhecida como Rodovia Presidente Dutra, registra um aumento no fluxo de peregrinos em direção à Basílica de Aparecida, no interior paulista. A presença de pedestres, ciclistas, motociclistas e veículos exige atenção redobrada dos usuários da via, especialmente nos trechos utilizados pelos romeiros.
As equipes atuam na fiscalização de trânsito, no monitoramento das rodovias, na prevenção de acidentes, no combate à criminalidade e na orientação dos usuários.
No Pará, o foco é o Círio de Nazaré. A procissão principal, realizada no segundo domingo de outubro, reúne mais de dois milhões de pessoas.
A PRF recomenda que os peregrinos que seguem a pé para Aparecida ou Belém adotem medidas preventivas durante o percurso, como seguir as indicações da sinalização e nunca caminhar sobre a faixa de rolamento; usar roupas claras e coletes refletivos; manter-se em fila indiana, ao caminhar em grupo; caminhar no sentido contrário ao fluxo de veículos; e evitar caminhar à noite, especialmente com chuva.
Quem optar por fazer a peregrinação de bicicleta também deve adotar cuidados para reduzir o risco de acidentes. A recomendação é utilizar capacete e equipamentos de proteção; roupas claras e acessórios refletivos; verificar as condições da bicicleta, especialmente freios, pneus e sistemas de iluminação; manter luzes dianteiras e traseiras em funcionamento; circular no mesmo sentido dos veículos e manter-se próximo ao bordo da pista, sem invadir a faixa de rolamento.
Aos motoristas, a recomendação é redobrar a atenção nos trechos com presença de pedestres e ciclistas; respeitar os limites de velocidade e a sinalização; não utilizar o celular ao volante e nunca dirigir após consumir bebidas alcoólicas.
Em caso de emergência nas rodovias federais, a orientação é acionar a PRF pelo telefone 191.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC
Flávio Bolsonaro tem 52,8% dos votos válidos contra 47,2% de Lula no cenário do segundo turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira. A diferença entre os dois é de 5,6 pontos percentuais e supera a margem de erro da pesquisa, que é de um ponto percentual para mais ou para menos.
Na divisão por regiões, Flávio lidera no Centro-Oeste, com 65,7%, no Sul, com 64,5%, e no Sudeste, com 54,4%. Lula aparece na frente no Nordeste, com 57,6%, e no Norte, com 51,1% das intenções de voto.
Entre os homens, Flávio tem 57,7%, enquanto Lula registra 36,9%. Já entre as mulheres, o presidente aparece na frente, com 53,6%, contra 45,2% do senador.
A diferença também aparece na religião. Entre os evangélicos, Flávio soma 72,7% das intenções de voto, contra 23,5% de Lula. Entre os católicos, os dois estão tecnicamente empatados: Lula tem 49% e Flávio, 48,7%.
A renda familiar também divide as preferências. Entre os eleitores que recebem até dois mil reais por mês, Lula tem 55%, contra 39,9% de Flávio. Na faixa de dois a três mil reais, o presidente registra 52,8%, enquanto o senador tem 45,3%.
Nas faixas de renda acima de três mil reais, Flávio aparece na frente. Entre quem recebe de três a cinco mil reais, ele tem 57%, contra 40,6% de Lula. Na faixa de cinco a dez mil reais, são 56,5% contra 39,9%. Entre os que recebem mais de dez mil reais, Flávio registra 50,3%, e Lula, 47,1%.
A pesquisa também mediu a preferência dos eleitores de candidatos que ficaram fora do segundo turno. Entre os que votaram em Ronaldo Caiado, 54,9% preferem Flávio, e 26,9%, Lula. Já entre os eleitores de Augusto Cury, o presidente tem 50,4%, contra 38,9% do senador.
A pesquisa entrevistou cinco mil e 26 eleitores pela internet, entre os dias três e oito de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-zero três seis seis três, de 2026.
Reportagem, Marco Guimarães
LOC.: A Agência Nacional do Petróleo arrecadou 3 bilhões e meio de reais em bônus de assinatura em dois leilões realizados nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, de blocos de exploração de petróleo e gás natural. A concessão teve a maior arrecadação desde o início da Oferta Permanente, e a partilha foi o ciclo com mais blocos arrematados desde então.
Na concessão, foram arrematados 49 blocos exploratórios, de 308 disponíveis, com bônus de 3 bilhões de reais e investimento mínimo previsto de 1 bilhão e 580 milhões de reais só na fase de exploração. Também foram vendidas três áreas com acumulações marginais. Das 46 empresas aptas, nove venceram.
A Petrobras levou 19 blocos, o equivalente a 99,7% do bônus: 12 sozinha na Bacia de Campos, por quase 3 bilhões de reais, e sete na Bacia do Ceará, em consórcio com a QatarEnergy. A Aguila arrematou 12 blocos, a Eneva seis, a Origem Energia quatro e a Alvopetro três. Os demais foram para PetroReconcavo, Petrom e Tucano Serviços.
Quatro blocos de Campos concentram 92% do bônus, com ágios acima de 17 mil por cento. Nas bacias terrestres, os valores foram bem menores: na Potiguar, no Recôncavo, no Parnaíba e em Tucano Sul, quase todos os blocos saíram por menos de 1 milhão de reais. Apenas dez blocos tiveram disputa.
Na partilha, foram arrematados sete dos 13 blocos ofertados, todos no pré-sal: três na Bacia de Campos e quatro na Bacia de Santos. Os vencedores foram Prio, Petrobras, CNOOC com a Sinopec, e Equinor, esta última sozinha e em consórcio com a Galp. Os bônus fixos somaram 530 milhões de reais, e a área sob partilha cresce 58%.
Na concessão, vence quem oferece o maior bônus e o maior programa exploratório mínimo. Já na partilha, o bônus é fixo e vence quem oferecer o maior percentual de óleo excedente à União.
Os vencedores de ambos os ciclos precisam agora apresentar a documentação exigida e efetuar o pagamento do bônus de assinatura, para só então serem assinados os contratos e dar início às pesquisas e exploração.
Reportagem, Álvaro Couto.
A Receita Federal começou a enviar notificações para quase quatrocentos e noventa e nove mil contribuintes em todo o país que estão com a declaração do Imposto de Renda 2026 retida na malha fina.
As cartas fazem parte do Projeto Cartas 2026 e serão postadas em lotes semanais até o dia 20 de outubro. A intenção do órgão é orientar os contribuintes a corrigirem os dados antes de receberem intimações ou notificações oficiais, o que evita a cobrança de multas e o atraso na restituição.
Para saber se há pendências, é preciso acessar o serviço Meu Imposto de Renda, no site da Receita Federal ou pelo aplicativo no celular. Para o acesso, é necessária uma conta gov.br de nível prata ou ouro.
Se o sistema indicar o status "Com Pendência", o contribuinte pode verificar o motivo da retenção e enviar uma declaração retificadora pela própria internet, sem precisar ir a uma unidade da Receita.
Entre os erros mais comuns apontados pelo órgão estão a falta de declaração de rendimentos de dependentes, divergências em despesas médicas e a inclusão incorreta de planos de previdência como o Vida Gerador de Benefício Livre no campo de deduções.
As informações são da Receita Federal.
Reportagem, Viviane Bessa.
Quem tinha dinheiro depositado em plataformas de apostas online deve receber os valores de volta a partir desta sexta-feira. A devolução vai até a próxima quarta-feira, dia 14.
As bets que tinham autorização para funcionar no Brasil saíram do ar na terça-feira, dia 6. Segundo o Governo Federal, ainda há um bilhão, trezentos e vinte e cinco milhões de reais a devolver aos apostadores. São cerca de 26 milhões e meio de pessoas com saldo nas plataformas.
E é preciso ficar atento: uma mesma pessoa pode ter cadastro em várias plataformas. Por isso, o número de contas é maior que o número de apostadores.
As empresas já estão enviando aos bancos o saldo de cada apostador, por CPF, e os dados da conta usada nos depósitos. Entre esta sexta-feira, dia 9, e quarta-feira, dia 14, os bancos fazem a devolução.
Por isso, fique de olho no extrato da conta que você usou para depositar.
Se o dinheiro não chegar, procure primeiro o atendimento ou a ouvidoria do seu banco. Se o problema continuar, registre uma reclamação no Consumidor ponto gov ponto br ou no Procon da sua cidade. Guarde comprovantes e protocolos de atendimento.
E cuidado com golpes: a devolução é feita pelos bancos e não tem custo. Ninguém pode cobrar taxa nem pedir sua senha para liberar o dinheiro.
Depois do dia 14, os valores que não puderem ser devolvidos serão transferidos para a Caixa, que ficará responsável pela restituição.
Reportagem, Sophia Muniz.
O preço do boi gordo abriu o dia com estabilidade e leve alta de 0,05 por cento. Em São Paulo, a arroba é negociada a 376 reais e 30 centavos.
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a 8 reais e 38 centavos. Já o frango resfriado sai por 8 reais e 33 centavos.
A carcaça suína especial subiu 0,86 por cento no atacado da Grande São Paulo, cotada a 9 reais e 33 centavos o quilo. Entre os estados pesquisados, o menor valor para o suíno vivo foi registrado em Santa Catarina, onde o quilo do animal é comercializado a 5 reais e 60 centavos.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Bessa.
O preço do café iniciou o dia em queda. O café arábica recuou 1,38 por cento, com a saca de 60 quilos cotada a 1.544 reais e 99 centavos na capital paulista. O café robusta também caiu, 1,46 por cento, negociado a 955 reais e 89 centavos.
O milho teve uma variação negativa de 0,09 por cento, com a saca vendida a 67 reais e 18 centavos.
No mercado do açúcar cristal, os preços registraram estabilidade com leve alta de 0,02 por cento em São Paulo, cotado a 122 reais e 60 centavos a saca de 50 quilos. Já em Santos, houve recuo de 2,38 por cento, com a mercadoria comercializada a 133 reais e 25 centavos, na média sem impostos.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Viviane Bessa.