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IA Contra o Crime ajuda a elucidar mais de 1,4 mil ocorrências em Goiás no primeiro semestre
Baixar áudioLer ao vivoEmpresários esperam recorrer mais ao financiamento para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa
Baixar áudioLer ao vivoLOC.: Entre janeiro e junho de 2026, o programa IA Contra o Crime auxiliou na elucidação de mais de MIL E QUATROCENTAS OCORRÊNCIAS em Goiás. Os casos envolvem crimes como homicídios, estupros, roubos, tráfico de drogas e atuação de organizações criminosas.
Atualmente, o sistema funciona em NOVE MUNICÍPIOS, com QUINHENTAS E SETENTA E SETE CÂMERAS em operação. A ferramenta integra bases de dados como registros de ocorrências, mandados de prisão, leitura automática de placas de veículos e alertas em tempo real.
A previsão do governo é ampliar a estrutura para CINCO MIL E DOZE CÂMERAS, alcançando mais CENTO E NOVENTA E QUATRO municípios. Com a expansão, a estimativa é chegar a mais de DEZ MIL OCORRÊNCIAS solucionadas até o fim de 2026.
O governador Daniel Vilela afirma que o sistema atua como um “cinturão digital”, conectando câmeras e inteligência artificial no apoio ao combate ao crime.
ABRE ASPAS: “A plataforma representa um grande salto tecnológico na forma como o governo de Goiás combate o crime.” FECHA ASPAS.
Segundo o balanço do programa, mais de TREZENTOS SUSPEITOS de crimes violentos já foram presos com apoio da tecnologia.
Em um dos casos recentes, uma jovem autista foi baleada no rosto e o suspeito foi preso poucas horas depois com apoio do sistema. Em outra ocorrência, drogas foram interceptadas antes de entrar no estado.
O secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum, destaca a atuação da iniciativa.
TEC./SONORA: Renato Brum, secretário de Segurança Pública
“Não estamos inertes. Vamos atuar de forma firme. É uma causa nacional.”
LOC.: O contrato de expansão e manutenção da tecnologia é de TREZENTOS E QUATRO MILHÕES E OITOCENTOS MIL REAIS, com vigência de SESSENTA MESES, e custo médio mensal de cerca de CINCO MILHÕES E OITENTA MIL REAIS. O governo afirma que o investimento reforça a atuação das forças de segurança e amplia o uso de tecnologia nas investigações em Goiás.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: Cerca de 45% dos empresários industriais esperam aumento do endividamento bancário nos próximos três meses. É o que mostra uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria, a CNI. Segundo o levantamento, a tendência é de crescimento do passivo das empresas diante da maior necessidade de recorrer ao crédito para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa.
A analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virginia Colusso, explica que a demanda por financiamento reflete a pressão sobre o capital de giro em um ambiente de juros ainda elevados.
TEC./SONORA: Maria Virginia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI
“Mesmo com um corte da Selic (taxa básica de juros) para 14,25% ao ano, o juro real ainda está em torno de 10% ao ano. Então, isso ainda é uma política monetária bastante restritiva.”
LOC.: Segundo a pesquisa, mais da metade das empresas consultadas projeta aumento da necessidade de recorrer a financiamentos com contas a receber como garantia. O estudo também mostra que 48% dos empresários preveem maior necessidade de financiamento para manter estoques de insumos e mercadorias.
Além disso, 59% esperam aumento da procura por crédito para financiar contas a pagar nos próximos três meses.
Em todos os cenários, grande parcela dos empresários entrevistados acredita que os juros cobrados nessas operações vão subir.
TEC./SONORA: Maria Virginia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI
“O endividamento mais elevado e o encarecimento do crédito afetam a economia por diferentes canais. Para as empresas, isso aumenta as despesas financeiras, comprime a rentabilidade, reduz a capacidade de investir, inovar, ampliar a produção e modernizar o parque industrial.”
LOC.: Na avaliação da analista da CNI, a manutenção de juros elevados por um período prolongado reduz o dinamismo da indústria, enfraquece a geração de emprego e renda e limita o crescimento da economia.
Para Colusso, a reversão desse cenário depende de uma redução sustentável do custo do crédito para capital de giro e investimentos.
Reportagem, Paloma Custódio
LOC.: Para garantir condições de renegociar dívidas rurais, manter investimentos e evitar impactos na produção de alimentos e na economia, parlamentares e representantes do setor produtivo defendem medidas de apoio aos produtores.
Aprovada no Senado e enviada à Câmara dos Deputados, a proposta de uso do Fundo Garantidor de Investimentos, o FGI, incluída pela vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, senadora Tereza Cristina, do PP de Mato Grosso do Sul, no Projeto de Lei número 5.122 de 2023, pode alavancar até 200 bilhões de reais em crédito.
A medida é apontada como instrumento para preservar investimentos no campo e reduzir reflexos na economia.
O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, Alfredo Cotait Neto, alerta para os efeitos do endividamento rural no comércio e no consumo das famílias.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“Falar de endividamento rural é falar de alimentos, de comércio e da economia brasileira. Quando o produtor perde capacidade de investir na próxima safra, os impactos chegam à mesa das famílias e aos negócios em todo o país. Menor produção significa risco de alta nos preços, redução do consumo e mais pressão sobre a economia. Por isso, criar condições para a renegociação das dívidas rurais é proteger o consumidor, fortalecer os pequenos negócios e garantir segurança a quem produz.”
LOC.: O deputado federal Tião Medeiros, do PP do Paraná, avalia que a solução para o endividamento rural precisa ter caráter estrutural e de longo prazo.
TEC./SONORA: deputado federal Tião Medeiros (PP-PR)
“A solução precisa vir acompanhada de uma medida de longo prazo, porque não vai haver condições de todo mundo conseguir pagar suas dívidas no curto prazo. A provisão no orçamento tem que ser imediata, colocar o dinheiro já para que esse produtor consiga sair dessa dívida, aderir a essa solução que tem que ser ofertada pelo governo.”
LOC.: Além de criar mecanismos para reorganizar as dívidas já existentes, o Congresso também discute formas de evitar que os produtores voltem a enfrentar a mesma situação nos próximos anos. Nesse contexto, ganha espaço o debate sobre o seguro rural, considerado uma ferramenta de proteção diante das perdas provocadas por eventos climáticos.
Em análise no Senado, o Projeto de Lei número 2951 de 2024 reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, o PSR.
O deputado federal Zé Silva, do União de Minas Gerais, afirma que o seguro rural precisa garantir proteção ao produtor e recursos estáveis para o programa.
TEC./SONORA: deputado federal Zé Silva (União - MG)
“Um ponto fundamental é que o seguro rural tem que ser para segurar os riscos que o produtor tem com atividade, que é o que tem mais risco na economia de um país. E principalmente garantir para que não haja contingenciamento.”
LOC.: A proposta que reestrutura a política agrícola e o PSR prevê taxas de juros menores e prioridade em operações de crédito rural para produtores que contratarem seguro. O prêmio será financiado por um Fundo Catástrofe, abastecido com recursos públicos, com o objetivo de garantir a execução dos contratos e ampliar a adesão ao seguro.
Reportagem, Bianca Mingote. Locução, Álvaro Couto.
Mais de 20 mil cisternas serão instaladas em municípios do Semiárido brasileiro para ampliar o acesso à água potável.
A autorização foi anunciada pela Fundação Nacional de Saúde, a Funasa. Ao todo, serão 20 mil 976 cisternas distribuídas em 498 municípios de oito estados, com investimento superior a 250 milhões de reais.
As estruturas serão implantadas na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
As cisternas captam e armazenam água da chuva para consumo humano, ajudando a reduzir os impactos da estiagem e a ampliar a segurança no abastecimento das famílias.
O anúncio foi feito durante cerimônia com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e marcou também a posse do novo presidente da Funasa, Lenildo Morais.
Segundo o Ministério da Saúde, a seleção dos municípios foi realizada ao longo de 2025. Entre os critérios adotados, tiveram prioridade famílias em situação de vulnerabilidade social, beneficiárias do Cadastro Único, além de comunidades quilombolas, pessoas com deficiência e lares chefiados por mulheres.
Antes da liberação das obras, equipes técnicas da Funasa realizaram vistorias para verificar a viabilidade da implantação das estruturas.
A expectativa é que a iniciativa amplie o acesso à água para milhares de famílias da região, especialmente durante os períodos de estiagem.
Reportagem, Viviane Oliveira.
LOC.: O setor produtivo defende que a atualização dos limites de faturamento anual do microempreendedor individual, o MEI, seja estendida às demais faixas de enquadramento do simples nacional. Segundo representantes empresariais, a medida pode reduzir a informalidade e evitar o desenquadramento de empresas em razão da inflação.
O presidente da Associação Médica Brasileira, César Fernandes, alerta para os impactos da defasagem dos limites do regime simplificado somada às mudanças trazidas pela reforma tributária.
TEC./SONORA: César Fernandes, presidente da Associação Médica Brasileira
“É fundamental que a reforma tributária não aumente a carga tributária da assistência médica privada, nem reduza a competitividade de consultórios e clínicas de pequeno e médio porte. A preocupação é que a combinação entre IBS, CBS, créditos tributários e futuras mudanças no Simples favoreçam grandes grupos empresariais em detrimento dos prestadores independentes.”
LOC.: Uma comissão especial da Câmara dos Deputados discute o tema com representantes do governo, especialistas e entidades do setor produtivo.
O texto em análise prevê a ampliação do limite de faturamento do MEI. Entidades empresariais defendem que a atualização também alcance microempresas e empresas de pequeno porte.
As propostas em discussão elevam o teto do MEI para cerca de cento e quarenta e cinco mil reais por ano, o das microempresas para aproximadamente oitocentos e setenta mil reais e o das empresas de pequeno porte para cerca de oito milhões e setecentos mil reais.
A deputada federal Greyce Elias, do PL de Minas Gerais, afirma que os limites de faturamento estão sem atualização há OITO anos e defende a mudança.
TEC./SONORA: Greyce Elias, deputada federal (PL-MG)
“Essa reivindicação é feita também há muitos anos e agora, com essa grande movimentação da reforma tributária, a gente vê que é um momento oportuno para que a gente faça o enfrentamento e aumente o limite e também a oportunidade de ter mais colaboradores, para dar segurança jurídica e oportunidade para quem quer empreender.”
LOC.: Valmir Rodrigues, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais, a Federaminas, afirma que a proposta pode corrigir uma distorção tributária ao permitir o reenquadramento de empresas que deixaram o regime sem aumento real de faturamento.
TEC./SONORA: Valmir Rodrigues, presidente da Federaminas
“Corrigir os limites do Simples Nacional é corrigir uma injustiça, pois as empresas estão pagando impostos sobre índice inflacionário, o que não é correto, tornando as empresas menos competitivas no mercado. Por isso, essa atualização é fundamental para a sustentabilidade e crescimento das empresas do Simples Nacional.”
LOC.: O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado pelo plenário da Câmara a qualquer momento. O presidente da Casa, deputado Hugo Motta, afirmou que a proposta está entre as prioridades do Legislativo.
Para Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, a atualização dos limites é necessária para evitar que empresas deixem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”
LOC.: Criado para simplificar o recolhimento de tributos, o Simples Nacional reúne diversos impostos em uma única guia. Atualmente, os limites de faturamento são de oitenta e um mil reais por ano para o MEI, trezentos e sessenta mil reais para microempresas e quatro milhões e oitocentos mil reais para empresas de pequeno porte.
REPORTAGEM, ÁLVARO COUTO.
LOC.: O PROJETO QUE REFORMULA A POLÍTICA AGRÍCOLA E O PROGRAMA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL, O PSR, AGUARDA VOTAÇÃO NO SENADO FEDERAL.
A EXPECTATIVA DE PARLAMENTARES DA FRENTE PARLAMENTAR DA AGROPECUÁRIA NO CONGRESSO NACIONAL E DE REPRESENTANTES DO SETOR PRODUTIVO É QUE A PROPOSTA SEJA APROVADA ANTES DO LANÇAMENTO DO PLANO SAFRA 2026/2027.
O TEXTO PREVÊ MUDANÇAS COMO A REDUÇÃO DAS TAXAS DE JUROS PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO RURAL COBERTAS POR SEGURO E A UTILIZAÇÃO DO FUNDO CATÁSTROFE PARA FINANCIAR O PRÊMIO DAS APÓLICES.
PARA O DEPUTADO FEDERAL PEDRO WESTPHALEN, DO PROGRESSISTAS DO RIO GRANDE DO SUL, A MEDIDA PODE AMPLIAR A SEGURANÇA DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA.
TEC./SONORA: PEDRO WESTPHALEN, DEPUTADO FEDERAL (PP-RS)
“TODO ANO, ESTADOS QUE SÃO ATINGIDOS POR INTEMPÉRIES, OU DE SECAS OU DE ENCHENTES, TÊM QUE VIR A BRASÍLIA PEDIR, DE CHAPÉU NA MÃO, SOLUÇÕES PARA OS SEUS PROBLEMAS. O RIO GRANDE DO SUL E O PAÍS HOJE SÃO FUNDAMENTALMENTE AGRÍCOLAS. É O CELEIRO DO MUNDO. E NÃO TEM TIDO, ESSE PRODUTOR RURAL, A ATENÇÃO DEVIDA DO GOVERNO.”
LOC.: A ORIGEM DOS RECURSOS FOI UM DOS PRINCIPAIS PONTOS DE DIVERGÊNCIA DURANTE A TRAMITAÇÃO DA PROPOSTA.
O DEPUTADO VALDIR COBALCHINI, DO MDB DE SANTA CATARINA, DEFENDE A BUSCA DE ALTERNATIVAS PARA GARANTIR A APROVAÇÃO DA MATÉRIA.
TEC.SONORA: VALDIR COBALCHINI, DEPUTADO FEDERAL (MDB-SC)
“EU ACHO QUE É UMA MATÉRIA EXTREMAMENTE IMPORTANTE QUE É PRECISO ENCONTRAR ESPAÇO NO ORÇAMENTO DA UNIÃO PARA ATENDER.”
LOC.: O DEPUTADO FEDERAL DILCEU SPERAFICO, DO PROGRESSISTAS DO PARANÁ, AFIRMA QUE O FORTALECIMENTO DA SUBVENÇÃO AO SEGURO RURAL PODE ESTIMULAR A CONTRATAÇÃO DE APÓLICES E DAR MAIS SEGURANÇA AO PRODUTOR.
TEC.SONORA: DILCEU SPERAFICO, DEPUTADO FEDERAL (PP-PR)
“HOJE O AGRICULTOR BRASILEIRO NÃO TEM SEGURANÇA NENHUMA QUANTO A SUA ESTABILIDADE DENTRO DO AGRONEGÓCIO. O SEGURO RURAL VAI DAR UMA MÍNIMA CONDIÇÃO DE GARANTIA DELE PERMANECER NA PROPRIEDADE.”
LOC.: DADOS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA MOSTRAM QUE OS RECURSOS EXECUTADOS PELO PROGRAMA DE SUBVENÇÃO AO PRÊMIO DO SEGURO RURAL CAÍRAM DE UM POUCO MAIS DE UM BILHÃO DE REAIS, EM 2021, PARA QUINHENTOS E SESSENTA E CINCO MILHÕES DE REAIS EM 2025.
NO MESMO PERÍODO, A ÁREA SEGURADA RECUOU E REGISTROU O MENOR NÍVEL DOS ÚLTIMOS DEZ ANOS.
PARA O PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO BRASIL, ALFREDO COTAIT NETO, A REDUÇÃO DOS RECURSOS IMPACTA TODA A ECONOMIA.
TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB
“Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros.”
LOC.: COMO O TEXTO FOI ALTERADO PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS, A PROPOSTA RETORNA AO SENADO FEDERAL, QUE DEVERÁ ANALISAR AS MUDANÇAS ANTES DA VOTAÇÃO FINAL.
REPORTAGEM, ÁLVARO COUTO
LOC.: O preço do boi gordo registra recuo nesta sexta-feira (19). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,15, após queda de 0,47%.
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,31.
Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,95% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,54.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra estabilidade na maioria das praças. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o animal ainda é comercializado a R$ 4,97.
Os dados são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo
LOC.: O preço do café arábica inicia esta sexta-feira (19) com recuo de 0,67%. A saca de 60 quilos é negociada a R$ 1.495,05 na capital paulista.
Já o café robusta registra valorização de 1,30%, com a saca cotada a R$ 1.018,24.
O açúcar cristal apresenta redução no mercado de São Paulo. A saca de 50 quilos está cotada a R$ 90,75, após queda de 0,80%.
Em Santos (SP), houve alta de 1,03%, com a mercadoria negociada a R$ 102,71, considerando a média de preços sem impostos.
O milho também registra leve desvalorização. A saca de 60 quilos é comercializada a R$ 62,89, após diminuição de 0,16%.
Os valores são do Cepea.
Reportagem, Marquezan Araújo