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LOC.: Foi instalada nesta quarta-feira a Comissão Especial da Câmara dos Deputados que vai analisar o projeto de ampliação do limite de faturamento do microempreendedor individual. Candidata única, a deputada Any Ortiz, do Progressistas gaúcho, foi eleita presidente do colegiado e já adiantou que a proposta deve contemplar outras faixas do Simples Nacional, como micro e pequenas empresas.

TEC./SONORA: Any Ortiz, deputada federal (Progressitas-RS)
“Muitas empresas estão sendo expulsas, colocadas para fora das suas faixas, não pelo crescimento orgânico, mas sim por conta dos impactos da inflação. Então é urgente que a gente possa, como parlamento, dar a resposta a mais de 25 milhões de CNPJs que hoje são a base, a espinha do dorsal da nossa economia.”


LOC.: O texto a ser analisado é o do Projeto de Lei Complementar 108 de 2021. A matéria teve origem no Senado e prevê faturamento máximo dos MEIs em 130 mil reais e o máximo de dois empregados contratados. As regras atuais limitam as receitas da categoria em 81 mil reais com o registro de apenas um funcionário e estão vigentes desde 2018. Já para as micro e pequenas empresas, o reajuste da receita não vem desde 2016.

O relator da proposta, o deputado Jorge Goetten, do Republicanos catarinense, diz entender e compartilhar da pressa dos empreendedores, por isso pretende apresentar o parecer ainda neste primeiro semestre para que a atualização passe a valer no ano-base de 2027.

TEC./SONORA: Jorge Goetten, deputado federal (Republicanos-SC)
“Mas nós temos que fazer as escutas necessárias, porque não adianta aprovarmos um relatório que não ouviu as partes, levar para o plenário e não ser aprovado. Nós temos que, quando levar esse relatório para o plenário, tenha um consenso e eu não tenho dúvida nenhuma que, a hora que chegar no plenário, com responsabilidade fiscal também, será aprovado por maioria absoluta.”


LOC.: A mobilização empresarial a favor do ajuste conta com o apoio da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, que trata o tema como prioridade. Segundo o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, a renovação é necessária para evitar que empresas deixem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

TEC./SONORA: Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”


LOC.: Além dos parlamentares já citados, foram eleitos Adriana Ventura, do Novo paulista, como 1ª vice-presidente, Helder Salomão, do PT capixaba para a 2ª vice-presidência e Bia Kicis, do PL do Distrito Federal, para a 3ª vice.

Reportagem, Álvaro Couto.

LOC.: Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados pode facilitar o acesso de cooperativas a recursos importantes para o desenvolvimento regional no Brasil.

A Comissão de Constituição e Justiça aprovou um projeto que permite a inclusão dessas entidades entre as beneficiárias de três fundos estratégicos: o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste, o da Amazônia e o do Centro-Oeste.

Agora, o texto segue para votação no Plenário da Câmara dos Deputados. A matéria abre espaço para que cooperativas formalmente organizadas consigam financiamento para projetos produtivos. 

A medida pode impactar diretamente pequenos e médios produtores, especialmente em regiões que ainda enfrentam desafios econômicos.

Autor do projeto, o senador Flávio Arns destacou que esses fundos já são usados para bancar iniciativas relevantes, como obras de infraestrutura e serviços públicos. Na avaliação do parlamentar, a participação das cooperativas pode ajudar a impulsionar novos negócios, gerar empregos e fortalecer a economia local.

Já a relatora da proposta na Câmara, deputada Bia Kicis, considera que a medida corrige uma limitação existente na legislação. Segundo ela, ao permitir que cooperativas acessem esses recursos, o projeto amplia investimentos e fortalece quem está diretamente envolvido na produção e geração de renda no país.

Outro ponto destacado durante a tramitação é que o projeto não cria novos gastos públicos. A Comissão de Finanças e Tributação já concluiu que a medida apenas amplia o acesso a recursos já disponíveis, sem impacto nas contas públicas.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Cerca de DOIS MILHÕES E SETECENTAS MIL pessoas ainda vivem com energia cara e instável na Amazônia Legal. Esses moradores são atendidos por sistemas isolados, que dependem de geradores movidos a diesel. O dado compõe um relatório elaborado pela Envol Energy Consulting para a Frente Nacional dos Consumidores de Energia.
Diante desse cenário, o Banco da Amazônia firmou uma parceria com o Banco Mundial para investir mais de SEISCENTOS MILHÕES de dólares na transição energética da região.
O objetivo é substituir os geradores a diesel por fontes renováveis, como a energia solar, além de ampliar o acesso à eletricidade e reduzir os custos para a população.
Os recursos também serão aplicados na modernização da infraestrutura e em ações de eficiência energética. As áreas mais remotas e com menor acesso a serviços básicos serão priorizadas.
O relatório aponta, ainda, que cerca de UM MILHÃO de pessoas na região ainda não têm acesso formal à eletricidade.
A gerente de sustentabilidade do Banco da Amazônia, Samara Farias, destacou a importância da cooperação. ABRE ASPAS – “Nosso foco não é apenas o aporte financeiro, mas assegurar que cada dólar investido respeite as diretrizes da Agenda ASG e gere um impacto real na qualidade de vida das populações mais vulneráveis.” – FECHA ASPAS.
Dados do Relatório da Administração 2025 mostram que o banco encerrou o ano passado com crescimento de 20,4% na carteira de crédito, que atingiu R$ 66,8 bilhões. Segundo o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, o resultado reflete a demanda crescente por projetos na Região Norte.
 

TEC./SONORA:  presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa
“O destaque é a carteira de crédito, que apesar desse ano diverso, nós tivemos um crescimento substancial, provando a nossa capacidade de fazer negócio aqui na Região Norte, e mais do que isso, a demanda crescente e pujante da região, que vem crescendo em termos de novos projetos, desenvolvimento do agronegócio e desenvolvimento das cidades.”
 


LOC.: A expectativa da parceria entre o Banco da Amazônia e o Banco Mundial é reduzir estruturalmente o custo da energia, melhorar a qualidade do fornecimento e criar condições para atrair investimentos e dinamizar a economia na Amazônia Legal.

Reportagem, Bianca Mingote
 

LOC.: O governo brasileiro oficializou na terça-feira, dia 28, a promulgação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. A assinatura do decreto foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, marcando o encerramento de um processo de negociações que se estendeu por mais de DUAS DÉCADAS.

O tratado, que foi promulgado pelo Congresso Nacional no dia 17 de março, deve entrar em aplicação provisória no dia 1° de maio. O texto prevê a redução gradual de tarifas de importação entre os dois blocos, envolvendo uma ampla lista de produtos.

A expectativa é de que NOVENTA E UM POR CENTO dos itens importados pelo Mercosul e NOVENTA E CINCO POR CENTO dos produtos vindos da União Europeia tenham diminuição progressiva das tarifas ao longo dos próximos anos.

Durante o evento, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou o impacto do acordo para o setor agropecuário brasileiro, especialmente em cadeias exportadoras como café, citricultura, fruticultura e carne bovina.
 

TEC./SONORA: André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária

“Esse ato coroa 26 anos de esforços e negociações e vai trazer muito boas notícias, principalmente para o agro-brasileiro. O acordo desonera mais de 5 mil itens e a maioria deles impacta diretamente o agro.”
 


LOC.: De acordo com o governo, o entendimento também reforça a inserção do Brasil no comércio internacional e amplia o acesso dos produtos nacionais ao mercado europeu. Além disso, foram apresentados mecanismos de salvaguarda, que permitem a adoção de medidas temporárias caso haja aumento significativo das importações e risco para setores produtivos internos.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para atender a região neste mês de maio. Os serviços também serão oferecidos com apoio do PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.

Haverá serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Atenção! No barco não tem movimentação de dinheiro em espécie. 

Confira o cronograma e anote a data e o local em que os atendimentos estarão disponíveis.

A Agência-Barco Ilha do Marajó inicia os serviços do mês em Limoeiro do Ajuru, entre os dias 4 e 5.

Já em Breu Branco, os atendimentos ficarão por conta do PrevBarco, do dia 4 ao dia 8.

Em Ponta de Pedras, os moradores serão atendidos entre os dias 6 e 8 de maio.

Entre os dias 11 e 13, a embarcação vai estar no município de Curralinho. Também no dia 11, o PrevBarco chega a Baião, onde fica até o dia 15.

Nos dias 14 e 15 de maio, a Agência-Barco Ilha do Marajó atenderá os moradores de Oeiras do Pará. Depois segue para Anajás, onde fica de 18 a 20.

O PrevBarco atenderá a população de Mocajuba do dia 18 ao dia 22.

Entre os dias 21 e 22, os moradores de Afuá serão atendidos com os serviços da Agência-Barco Ilha do Marajó. A embarcação também vai para Bagre, onde fica do dia 25 ao dia 27.

A população de Limoeiro do Ajuru volta a ser atendida entre os dias 25 e 29, dessa vez com os serviços disponibilizados pelo PrevBarco.

A última parada do mês será no município de São Sebastião da Boa Vista, nos dias 28 e 29 de maio.

O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
 

LOC.: O preço do boi gordo nesta quinta-feira (30) apresenta queda de 0,88%; a arroba está sendo negociada a R$ 355,25, no estado de São Paulo. 

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam estabilidade. O frango congelado segue negociado a R$ 7,16, e o frango resfriado a R$ 7,17.

A carcaça suína especial apresenta estabilidade, sendo negociada a R$ 8,42, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo também registra baixa em todos os estados analisados, com é o caso do Rio Grande do Sul, onde o produto é comercializado a R$ 4,80.

Os dados são do Cepea.

LOC.: O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quinta-feira (30) em alta no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão registra valorização de 0,62% e é negociado a R$ 122,58; na segunda, a mercadoria tem alta de 0,49% e é cotada a R$ 129,10.

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,24% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.343,57, enquanto no segundo permanece comercializada a R$ 1.275,64.

Os valores são do Cepea.