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LOC.: São Luís, no Maranhão, lidera o ranking das cidades brasileiras com a maior taxa de roubos e furtos de celulares. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em 2025, a capital maranhense registrou mil quinhentas e dezessete ocorrências para cada cem mil habitantes.

Entre as 20 cidades com as maiores taxas do país, 14 são capitais estaduais. Além de São Luís, Belém, no Pará, São Paulo capital, Salvador, na Bahia, e Porto Velho, em Rondônia, aparecem nas primeiras posições do ranking.

Já os municípios situados próximos às capitais que integram a lista com as maiores taxas de roubos e furtos de aparelhos de celular são Lauro de Freitas, na Bahia; Olinda, em Pernambuco; Ananindeua e Marituba, no Pará; Cariacica, no Espírito Santo; e Itapecerica da Serra, em São Paulo.

O levantamento mostra que os furtos de celulares cresceram 0,9% entre 2024 e 2025. Já os roubos caíram 18,6% no mesmo período.

Hoje, seis em cada dez celulares levados por criminosos no Brasil são resultado de furtos, quando o aparelho é levado sem que a vítima perceba. Os outros quatro casos são roubos, com uso de ameaça ou violência.

O estudo também aponta que os furtos são mais comuns aos sábados e domingos, enquanto os roubos ocorrem principalmente nos dias úteis, com maior frequência às sextas-feiras.

Outro destaque do levantamento é a influência das grandes festas populares. No Nordeste, os meses de fevereiro, março e junho concentram mais registros de furtos, período que coincide com o pré-Carnaval, o Carnaval e as festas de São João.

Das 20 cidades com as maiores taxas de roubos e furtos de celulares, oito estão no Nordeste. As regiões Sul e Centro-Oeste não têm municípios na lista.

Embora ocupe a terceira posição no ranking proporcional, São Paulo concentra o maior número absoluto de roubos e furtos de celulares do país, respondendo por cerca de 20% de todas as ocorrências registradas no Brasil.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública está disponível para consulta no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em www.forumseguranca.org.br. 
 

Reportagem, Bianca Mingote

LOC.: As empresas brasileiras estão ganhando cada vez mais espaço no mercado africano. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, vem intensificando ações na África Austral para ampliar oportunidades de negócios e fortalecer a presença do Brasil na região.

 

A iniciativa busca fortalecer a inserção do Brasil em economias que registram crescimento da demanda por alimentos, máquinas, equipamentos, soluções industriais e tecnologias, além de estreitar relações comerciais com mercados que vêm diversificando seus parceiros internacionais.

 

Na África do Sul, um estudo da Agência identificou 581 oportunidades de exportação para produtos brasileiros, consolidando o país como uma importante porta de entrada para outros mercados do continente.

 

Em Angola, a ApexBrasil lidera uma expressiva delegação brasileira na Feira Internacional de Luanda, a FILDA, um dos maiores eventos de negócios da África Austral.

Já em Moçambique, a ApexBrasil está com inscrições abertas para a Missão Empresarial à FACIM 2026, que será realizada de 31 de agosto a 6 de setembro, em Maputo. 

 

Durante a missão, empresários brasileiros participarão da maior feira multissetorial do país, além de rodadas de negócios, visitas técnicas e agendas institucionais com potenciais compradores e parceiros comerciais. 

 

Nesta edição, o Brasil será o país homenageado, ampliando a visibilidade das empresas nacionais em um dos principais eventos de negócios da África Austral.

 

Empresas interessadas em conhecer essas oportunidades ou participar da missão empresarial podem acessar o site da ApexBrasil, em www.apexbrasil.com.br.

 

Reportagem, Juline Pogorzelski

 

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social publicou novas regras para a atualização do Cadastro Único. A principal mudança adia para primeiro de julho de 2027 a obrigatoriedade de entrevistas domiciliares para famílias de uma só pessoa. A medida ocorre após um acordo entre o ministério, o INSS e a Defensoria Pública da União, homologado pela Justiça Federal.

Com a decisão, a falta da visita domiciliar não vai impedir a inscrição no cadastro, nem o recebimento do Bolsa Família ou do BPC. Até lá, o atendimento para esse público pode continuar sendo feito presencialmente nos postos de cadastramento.

A nova portaria mantém a exigência de atualizar os dados a cada vinte e quatro meses para garantir a continuidade dos benefícios. O cronograma completo deste processo deve ser publicado pelas secretarias locais até trinta e um de dezembro deste ano. Além disso, a visita em casa poderá ser dispensada para famílias em áreas de violência, locais de difícil acesso, municípios em situação de calamidade, pessoas em situação de rua, indígenas e quilombolas.

Por outro lado, a entrevista domiciliar segue obrigatória para novas inclusões no Bolsa Família e para casos com indícios de irregularidades. O governo federal também terá que revisar normas internas para evitar que a falta da visita provoque o bloqueio automático dos pagamentos.

A Confederação Nacional de Municípios avalia que a mudança alivia a pressão sobre as prefeituras e evita cortes imediatos. No entanto, a entidade alerta que a solução é temporária, já que a lei de atualização periódica continua em vigor e as cidades ainda enfrentam desafios operacionais e financeiros.

As informações são do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. 

Reportagem, Viviane Bessa.
 

O preço do café arábica abre esta sexta-feira (24) com recuo de 0,51%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.692,59 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve recuo de 1,48%, sendo comercializado a R$ 1.066,24.

O preço do açúcar cristal apresenta queda de 0,21% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,49.

Em Santos (SP), houve recuo de 0,17%, e a mercadoria é negociada a R$ 105,90 na média de preços sem impostos.

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,55 após aumento de 0,43%.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Viviane Bessa 
 

A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (24) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 1,04%, com a saca negociada a R$ 139,28. Em Paranaguá, o aumento foi de 1,39%, levando a cotação para R$ 147,47.

O trigo mantém aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.394,69. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.304,86.

Os dados são do Cepea.

Reportagem, Viviane Bessa