Imagem: Brasil 61
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Agronegócio responde por 45,7% das exportações brasileiras e cresce 14% em junho

Levantamento da CNM mostra que setor exportou US$ 16,59 bilhões no mês; número de municípios exportadores aumentou e China segue como principal destino, absorvendo US$ 6,48 bilhões em produtos do Brasil

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Levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), na segunda-feira (6), mostra que o agronegócio brasileiro segue como um dos principais pilares da economia nacional. Em junho de 2026, o setor exportou US$ 16,59 bilhões, valor que representa 45,7% de todas as exportações realizadas pelo Brasil no período.

Na comparação com junho de 2025, quando as vendas externas do agronegócio somaram US$ 14,55 bilhões, o crescimento foi de 14%, evidenciando o fortalecimento do setor no comércio internacional. Em relação a maio deste ano, também foi registrada alta de 3,9%.

O estudo da CNM aponta ainda que o número de municípios exportadores cresceu de 1.485 para 1.497 em um ano, expansão de 0,8%. O resultado demonstra que os benefícios do comércio exterior alcançam um número cada vez maior de cidades brasileiras, contribuindo para a geração de emprego, renda e desenvolvimento das economias locais.

Entre os estados, Mato Grosso manteve a liderança nas exportações do agronegócio ao registrar US$ 3,02 bilhões em vendas externas, respondendo por 18,2% do total nacional. Já São Paulo exportou US$ 2,45 bilhões, participação equivalente a 14,8% da pauta nacional, embora tenha apresentado retração de 2% em relação ao mesmo período do ano passado.

A soja em grãos permaneceu como principal produto exportado pelo Brasil, movimentando US$ 6,26 bilhões em junho, aumento de 17,3% frente a junho de 2025. O grão respondeu por 37,7% de toda a pauta exportadora do agronegócio e liderou as exportações em 168 municípios brasileiros.

Na segunda colocação aparece a carne bovina in natura, com US$ 1,83 bilhão exportado e crescimento expressivo de 39,2% em relação ao ano anterior. O açúcar de cana em bruto completa a lista dos três principais produtos exportados, com US$ 951,46 milhões, apesar da redução de 25,5% no valor exportado.

Comércio exterior

No mercado internacional, a China permaneceu como principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, absorvendo US$ 6,48 bilhões em produtos, principalmente soja em grãos. Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com US$ 911,79 milhões, seguidos pela Holanda, que importou US$ 539,94 milhões.

Para a CNM, os resultados reforçam a importância estratégica do agronegócio para a balança comercial brasileira e para os municípios, que se beneficiam diretamente da expansão das exportações por meio da geração de empregos, circulação de renda e fortalecimento da atividade econômica local. No acumulado de 2026, o setor já soma US$ 87,09 bilhões em exportações, crescimento de 6,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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O agronegócio brasileiro respondeu por 45,7% de tudo o que o Brasil exportou no mês de junho. Os dados são de um levantamento da Confederação Nacional de Municípios, a CNM.

Segundo o estudo, o setor movimentou 16 bilhões e 590 milhões de dólares em vendas para o mercado internacional. O resultado representa um crescimento de 14% em relação a junho do ano passado, quando as exportações somaram 14 bilhões e 550 milhões de dólares.

O levantamento também mostra que 1.497 municípios brasileiros realizaram exportações do agronegócio em junho, número superior ao registrado no mesmo período de 2025. Para a CNM, o desempenho fortalece as economias locais, com geração de emprego, renda e desenvolvimento nos municípios.

A soja em grãos permaneceu como o principal produto exportado, seguida pela carne bovina in natura e pelo açúcar de cana em bruto.

Entre os destinos das exportações, a China segue como principal compradora dos produtos do agronegócio brasileiro, seguida pelos Estados Unidos e pela Holanda.

No acumulado de 2026, as exportações do setor já somam mais de 87 bilhões de dólares, crescimento de 6,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.

 

Reportagem, Juline Pogorzelski.