17/06/2026 21:00h

Recursos serão utilizados em ações de resposta em municípios do Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quarta-feira (17), o repasse de R$ 3.240.662,56 para ações de resposta em municípios afetados por desastres.

Receberão recursos cidades do Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul, além do estado de Pernambuco. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Paraíba

Rio Grande do Sul

Pernambuco

Minas Gerais

Amazonas

Goiás

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos estados e municípios.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

Copiar textoCopiar o texto
17/06/2026 20:15h

Municípios do Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Roraima poderão solicitar recursos federais para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (17), a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Confira mais detalhes abaixo.

Com os reconhecimentos, os municípios de Adustina, na Bahia; Umbuzeiro, na Paraíba; Santo Antônio, Jardim de Angicos, no Rio Grande do Norte; Catuti, São Romão e Pedras de Maria da Cruz, em Minas Gerais, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa da estiagem. Já Jucurutu, no Rio Grande do Norte, foi afetado pela seca.

No Amazonas, o município de Barreirinha registrou inundações, enquanto Parintins foi atingido por erosão de margem fluvial. No Pará, Terra Alta enfrentou enxurradas e Óbidos foi afetado por chuvas intensas. Em Roraima, o município de Normandia também obteve o reconhecimento federal em razão das chuvas intensas.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil. Os pedidos devem ser feitos por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, é publicada portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
17/06/2026 08:00h

Encontro reuniu representantes do Governo Federal, parlamentares, instituições de pesquisa, entidades do setor produtivo e especialistas ligados à agenda da irrigação no Brasil

Baixar áudio

Celebrado em 15 de junho, o Dia Nacional da Agricultura Irrigada reforça a importância de uma atividade estratégica para a produção de alimentos, a segurança hídrica e o desenvolvimento regional sustentável. Para marcar a data, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), promove, entre os dias 15 e 19 de junho, a Semana Nacional da Agricultura Irrigada. Instituída em 2024, a data passou a integrar o calendário oficial brasileiro como forma de reconhecer a contribuição da irrigação para o presente e o futuro do país. A abertura oficial ocorreu nesta segunda-feira (15), durante sessão solene realizada no Senado Federal. O encontro reuniu representantes do Governo Federal, parlamentares, instituições de pesquisa, entidades do setor produtivo e especialistas ligados à agenda da irrigação no Brasil. 

Durante a solenidade, o secretário nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira, destacou que o Dia Nacional da Agricultura Irrigada representa mais do que uma celebração simbólica. “O Dia Nacional da Agricultura Irrigada constitui um marco importante para o país, pois, mais do que uma data comemorativa, representa o reconhecimento institucional da importância estratégica da agricultura irrigada para o presente e para o futuro”, observou.  

O secretário também ressaltou o papel da irrigação como instrumento de desenvolvimento e inclusão produtiva. “A agricultura irrigada ocupa uma posição singular no conjunto das políticas públicas nacionais. Poucas agendas possuem a capacidade de conectar simultaneamente segurança hídrica, segurança alimentar, geração de emprego e renda, desenvolvimento regional, adaptação às mudanças climáticas e inclusão produtiva”, pontuou Vieira.  

Representando a Comissão Nacional de Irrigação da CNA, o presidente David Schmidt defendeu a relevância da irrigação para a segurança alimentar e para a posição do Brasil no cenário global. “A irrigação é uma tecnologia que transforma a realidade. O Brasil passou não apenas a garantir a soberania alimentar do seu povo, mas também a exportar excedentes e ajudar a alimentar o mundo”, declarou.  

Ao longo da semana, a programação prevê debates sobre gestão integrada da água, soluções baseadas na natureza, adaptação climática, revitalização de bacias hidrográficas, inovação tecnológica e instrumentos de fortalecimento da agricultura irrigada. Entre os destaques estão o 4º Workshop CNA-MIDR, a reunião da Câmara Técnica-Setorial de Produção Irrigada, webinários temáticos e uma demonstração de campo do Projeto Laboratório Móvel de Irrigação (LMI).

Presente no evento, o chefe-geral da Embrapa Cerrados, Jorge Werneck, reforçou a importância de disseminar o tema e a necessidade de ampliar o conhecimento sobre a atividade e combater desinformações relacionadas ao setor. “Irrigação é bom, e é preciso dizer isso. Essa data é importante porque traz o assunto para o debate e mostra como a irrigação contribui para a produção de alimentos, para o desenvolvimento social e para a gestão eficiente da água”. 

Modernização e expansão  

Já o secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares, destacou o potencial transformador dos investimentos em infraestrutura hídrica e irrigação, especialmente no Nordeste brasileiro. “O Nordeste deve ser visto como o principal exemplo de transformação de uma agenda de segurança hídrica em um vetor de desenvolvimento socioeconômico”.  

A SNFI atua na estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões para modernizar e ampliar a infraestrutura de irrigação no país. O principal instrumento de financiamento dessa estratégia é o Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável (FDIRS).

Copiar textoCopiar o texto
16/06/2026 10:00h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (15), a situação de emergência em dez cidades afetadas por desastres nos estados do Bahia, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Roraima e Rio Grande do Sul.

As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Passam por um período de estiagem os municípios de Rio do Antônio, na Bahia; Cachoeira dos Índios e Soledade, na Paraíba; e São José do Campestre e São Rafael, no Rio Grande do Norte. A cidade de Caridade do Piauí, no Piauí, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.

Em Minas Gerais, o município de Ilicínea enfrenta granizo. São Gabriel, no Rio Grande do Sul, e Alto Alegre e Mucajaí, em Roraima, sofrem com chuvas intensas.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
12/06/2026 20:30h

Com a medida, município está apto a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quinta-feira (11), a situação de emergência em São Raimundo Nonato, no Piauí, que sofre com estiagem. A portaria com o reconhecimento foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Agora, a prefeitura já pode solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
12/06/2026 20:10h

Recursos serão utilizados em ações de recuperação e resposta em municípios no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Amazonas, Amapá e Bahia

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta sexta-feira (12), o repasse de R$ 4,3 milhões para ações de resposta e recuperação em seis municípios afetados por desastres. 

Receberão recursos cidades de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas, Amapá e Bahia. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Minas Gerais

Rio Grande do Sul

Amazonas

Amapá

Bahia

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

Copiar textoCopiar o texto
11/06/2026 18:00h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR),  por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quinta-feira (11), a situação de emergência em sete cidades afetadas por desastres nos estados do Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Ceará, Minas Gerais e Roraima. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Passam por um período de estiagem os municípios de Dirceu Arcoverde, no Piauí, e Taboleiro Grande, no Rio Grande do Norte. As cidades de Aiuaba, no Ceará, e Manga, em Minas Gerais, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.

No Maranhão, o município de Milagres do Maranhão enfrenta chuvas intensas, assim como a cidade de São Luiz, em Roraima. Já o município Campo do Meio, em Minas Gerais, foi afetado por granizo.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
11/06/2026 13:00h

Durante fórum regional, representantes do MIDR, da Sudeco, do Banco do Brasil e da Caixa destacaram a expansão do crédito e a criação de novas linhas de financiamento voltadas à inclusão produtiva

Baixar áudio

Os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) mais que dobraram desde a recriação da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em 2011. As aplicações saltaram de R$ 6 bilhões para R$ 14,6 bilhões em 2026, consolidando a política de crédito promovida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) como instrumento de crescimento econômico e enfrentamento das desigualdades sociais na região.

Durante painel realizado no Fórum Regional de Integração e Desenvolvimento do Centro-Oeste, nesta quarta-feira (10), o secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares, destacou que os principais marcos da evolução econômico-social no Centro-Oeste aconteceram a partir de 2023, com a criação de novas linhas de financiamento voltadas para a inclusão social e o fortalecimento da governança na Sudeco. “É a primeira superintendência que está conseguindo romper a barreira de desigualdade entre as regiões prioritárias (da Política Nacional de Desenvolvimento Regional – PNDR) das regiões mais desenvolvidas no Brasil. Temos que parabenizar porque são muitos motivos para celebrar”, ressaltou o secretário. 

Para promover um desenvolvimento mais igualitário e sustentável, a atual gestão do MIDR implementou uma série de soluções de financiamento ao setor produtivo e, mais especificamente, destinados aos micro, pequenos e mini empreendedores urbanos e rurais, que têm condições facilitadas. Tavares citou a estruturação da operação do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), também chamado Microcrédito Pertinho da Gente, destinado aos agricultores familiares. “Até 2023, não se fazia microcrédito nem no Centro-Oeste, nem no Norte. O ministro Waldez Góes, sendo amazônida, tomou isso como missão e conseguimos estruturar. No Centro-Oeste, saímos de zero e, no ano passado, fechamos contrato com mais de 3 mil famílias, o que movimentou aproximadamente R$ 42 milhões”, afirmou o secretário.

Como mediadora do painel Instrumentos de Financiamento ao Desenvolvimento, a superintendente da Sudeco, Luciana Barros, destacou que a implementação de linhas de financiamento, como FCO Mulheres Empreendedoras, FCO Pantanal e Cerrado, FCO Armazenagem, FCO Quilombo,  FCO Jovens Empreendedores e FCO Turismo Agroecológico demonstra a capacidade do fundo de se modernizar. “Não se faz política pública sem instrumentos de financiamento”, observou a superintendente. “Os micro e pequenos negócios absorvem aproximadamente 76% dos recursos do FCO”, concluiu.

A gerente geral da Unidade de Estratégia Governo do Banco do Brasil, Michele Alencar,  citou o impacto do FCO Mulheres Empreendedoras, que apesar de ter sido criado em 2023, já possibilitou a contratação de R$ 5 bilhões. “Estamos falando de uma linha que tem dois anos e meio, mais ou menos, ativa. Recurso que está indo na mão de empreendedoras femininas e que faz a diferença viabilizando novos empregos e a geração de renda”, pontuou a gerente. 

FDCO 

Como uma das principais operadoras dos recursos do FDCO, a Caixa Econômica Federal reforçou a relevância desse instrumento, que registrou um investimento de R$ 3 bilhões entre 2014 e 2025, impulsionando mais de R$ 15 bilhões em novos investimentos na região Centro-Oeste. O superintendente de Rede da Caixa, Danilo Tangerino, destacou a consolidação dessa parceria histórica e o fortalecimento do diálogo com o setor empresarial. “O desenvolvimento que a gente teve de linhas para investimento específico tem sido muito oportuno junto com os clientes e tem tido o apoio da Sudeco no enquadramento e no auxílio nesses enquadramentos e na própria assessoria junto aos clientes. A gente enxerga que o potencial é muito grande. A gente sabe que tem grandes projetos estruturantes do próprio Governo Federal que estão aqui na região, que têm sido olhados pelas instituições financeiras como todo o mercado e isso conversa demais com o objetivo da Sudeco, com o porquê de existir”, concluiu.

Copiar textoCopiar o texto
11/06/2026 12:00h

Encontro coordenado pela Defesa Civil Nacional reuniu órgãos federais para avaliar cenários climáticos e alinhar ações de prevenção, mitigação e resposta

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), reuniu nesta quarta-feira (10) órgãos federais e instituições de monitoramento para avaliar os cenários climáticos previstos para os próximos meses e alinhar ações de preparação e resposta a possíveis eventos extremos associados ao fenômeno El Niño.

Durante o encontro, especialistas apresentaram os prognósticos climáticos mais recentes para o país e discutiram os possíveis impactos do fenômeno em diferentes regiões brasileiras. A Sedec acompanha a evolução do cenário e coordena estratégias para apoiar estados e municípios diante de eventuais ocorrências associadas ao El Niño.

Conforme reforçou o coordenador-geral de Gerenciamento de Riscos da Sedec, Leno Rodrigues de Queiroz, as consequências do El Niño mudam de região para região no Brasil, exigindo planejamento adequado. “Estamos olhando cuidadosamente para possibilidades de estiagem, incêndios e chuvas. A Defesa Civil Nacional está pronta e em contato permanente com órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil para orientar os estados e munícipios e garantir apoio nas estratégias de enfrentamento ao El Niño”, afirmou.

Os impactos esperados para o trimestre de junho, julho e agosto apontam para tendência de chuvas acima da média no centro-sul do país, com o Rio Grande do Sul sendo apontado como o estado potencialmente mais impactado; e expectativa de seca severa nas regiões Norte e Nordeste, com riscos de incêndios florestais e ondas de calor a partir de agosto e setembro.

Intensidade incerta

Segundo Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Cemaden, os órgãos competentes já trabalham com a certeza de ocorrência do fenômeno. “Temos condições de afirmar que o El Niño vai chegar, mas ainda não há previsões confiáveis sobre a intensidade do fenômeno”, afirmou.

O meteorologista da Divisão de Previsão de Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Fábio Rocha, destacou que a expectativa para a intensidade do El Niño varia de moderada a forte, com maior robustez prevista para o período da primavera. “Já conseguimos observar o progressivo aquecimento das águas do Oceano Pacífico indicando a ocorrência do fenômeno e temos previsão de aumento na temperatura da superfície do mar até o final do ano”, detalhou.

O monitoramento contínuo é uma das ferramenta para o enfrentamento ao El Niño. Para garantir essa vigilância constante, a Sedec realiza um briefing diário de acompanhamento da evolução do fenômeno. “Precisamos nos antecipar aos cenários prováveis, acompanhando de perto os relatórios e as notas técnicas emitidas pelos institutos de pesquisa", acrescentou o coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Sedec, Tiago Schnorr.

Articulação interministerial

O enfrentamento aos efeitos do El Niño será interministerial. A reunião contou com a articulação de pastas estratégicas, como o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), o Ministério da Saúde (MS), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Defensoria Pública da União (DPU), garantindo que as populações historicamente mais vulneráveis recebam a devida assistência.

O INPE, o INMET, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) publicaram, na última segunda-feira, uma nota técnica conjunta com as análises mais recentes sobre a possível evolução do fenômeno El Niño ao longo de 2026. O documento aponta cerca de 60% de chance de formação do fenômeno ao longo do segundo semestre, com possível atuação até o início de 2027.

Copiar textoCopiar o texto
11/06/2026 10:00h

Participantes da oficina promovida pelo MIDR apresentaram contribuições técnicas para o estudo que avalia alternativas de ampliação da disponibilidade hídrica no semiárido piauiense

Baixar áudio

A construção de soluções para ampliar a segurança hídrica no semiárido piauiense avançou mais uma etapa nesta quarta-feira (10), com a realização, em Teresina (PI), da Oficina Participativa do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Social (EVTEAS) do Projeto de Integração Hídrica do Semiárido Piauiense. Promovida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a iniciativa dá continuidade ao processo iniciado em Brasília, em abril, e reforça o compromisso do Governo Federal com a participação social e a articulação institucional.

Realizada pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), a oficina foi planejada como um espaço de trabalho cooperativo, indo além do formato tradicional de consulta pública, com foco na integração de iniciativas e no fortalecimento da articulação institucional. O encontro reuniu representantes de órgãos estaduais, entidades técnicas, instituições públicas e organizações da sociedade civil.  

O diretor do Departamento de Projetos Estratégicos do MIDR, Bruno Cravo, destacou a importância da participação ativa dos diversos atores envolvidos no processo. “A oficina realizada hoje aqui no Estado é uma oportunidade das diversas entidades técnicas, secretarias de governo e instituições da organização civil, enfim, não só tomarem conhecimento do andamento do nosso estudo, mas principalmente contribuírem, agregando as iniciativas individuais de cada órgão e de cada secretaria, podendo tornar a integração, que é o cerne da proposição do nosso estudo, ainda mais efetiva”, afirmou. 

A oficina é parte fundamental da elaboração do EVTEAS, estudo que avalia alternativas para ampliar as disponibilidades hídricas em municípios das bacias dos rios Canindé e Piauí, a partir da captação no Lago de Sobradinho, na Bahia. A programação incluiu apresentações técnicas, debates orientados e trabalhos em grupo, com foco na coleta de contribuições e no alinhamento entre os diversos entes envolvidos.  

Durante a programação, os participantes tiveram acesso às informações atualizadas sobre o andamento do EVTEAS e puderam apresentar contribuições técnicas que serão analisadas e consideradas na consolidação final do estudo. O projeto tem como objetivo avaliar alternativas para complementar a disponibilidade hídrica de municípios piauienses, majoritariamente localizados nas bacias dos rios Canindé e Piauí, a partir da captação de água no Lago de Sobradinho, na Bahia. 

“Um evento como esse é extremamente enriquecedor para o Estado do Piauí. Trata-se de um debate necessário, que traz para o centro das discussões temas fundamentais, como novas fontes de abastecimento hídrico e educação ambiental. A população piauiense só tem a ganhar com iniciativas como essa, que são de grande valia para o semiárido e para o desenvolvimento do turismo no estado. Acredito que esse processo resultará em ações muito positivas para o Piauí”, afirmou Joquebede Benvindo, diretora de Recursos Hídricos da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Piauí.

Copiar textoCopiar o texto