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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (27), a situação de emergência em 10 cidades afetadas por desastres nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Livramento de Nossa Senhora, na Bahia; Deputado Irapuan Pinheiro, Jaguaribara e Salitre, no Ceará, e Bernardino Batista, na Paraíba. Já a cidade de Serra Negra do Norte, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, Capinópolis, em Minas Gerais; Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e São João Batista, em Santa Catarina, foram castigadas por fortes chuvas, enquanto Mário Campos, em Minas Gerais, foi atingida por alagamentos.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta segunda-feira (26), o repasse de R$ 3 milhões para ações de resposta em nove municípios afetados por desastres.
Receberão recursos as cidades de Epitaciolândia, no Acre, Nova Olinda do Maranhão, no Maranhão, Santa Maria da Vitória e Macaúbas, na Bahia, Cumaru do Norte e Garrafão do Norte, no Pará, Joaíma e Laranjal, em Minas Gerais, e Floriano Peixoto, no Rio Grande do Sul.
As portarias com a liberação dos recursos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (26), a situação de emergência em 16 cidades afetadas por desastres nos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Irecê, na Bahia; Passos, Prata, Resplendor e Três Marias, em Minas Gerais; São João da Urtiga, no Rio Grande do Sul, e Gaspar e São João do Itaperiú, no Rio Grande do Sul.
As cidades de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás; Pintópolis, em Minas Gerais, e São José dos Pinhais, no Paraná, foram atingidas por alagamentos, vendaval e tornados, respectivamente.
Por outro lado, passam por um período de estiagem os municípios de Boa Vista do Tupim e Piripá, na Bahia, e Santa Cecília e São José do Sabugi, na Paraíba. Já São Fernando, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA gestão de parte dos recursos oriundos do processo de desestatização da Eletrobras ganhou um importante reforço institucional com a criação de comitês gestores responsáveis por direcionar investimentos em ações de revitalização de bacias hidrográficas, sob a presidência do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Os colegiados foram instituídos para assegurar que os recursos sejam destinados à recuperação ambiental das bacias, contribuindo para aumentar a disponibilidade de água nos rios e melhorar a operação dos reservatórios das usinas hidrelétricas, sem comprometer o uso prioritário e os múltiplos usos da água.
Para viabilizar a execução dessas ações, foram criadas as contas bancárias específicas para o depósito dos recursos e instituiram-se dois colegiados: o Comitê Gestor da Conta do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba (CPR São Francisco e Parnaíba) e o Comitê Gestor da Conta do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos da Área de Influência dos Reservatórios das Usinas Hidrelétricas de Furnas (CPR-Furnas).
Os comitês são órgãos colegiados responsáveis por aprovar a destinação dos recursos e contam com representantes do MIDR, dos ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de Minas e Energia (MME), de Portos e Aeroportos (MPOR), das Cidades (MCidades), da Casa Civil da Presidência da República, além da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema). “Os comitês gestores têm o grande objetivo de facilitar não apenas as ações a serem realizadas, mas também a gestão integrada, promovendo o multiuso das águas, a resiliência climática e iniciativas de segurança hídrica. Trata-se de uma ação fundamental e estratégica”, explicou Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas e Planejamento em Segurança Hídrica (DRHB) do MIDR.
Além de facilitar o alinhamento com políticas públicas e planos de recursos hídricos, os comitês gestores fortalecem programas de revitalização hidrográfica. Essas ações unem recuperação ambiental e inclusão social e produtiva, garantindo sinergia essencial para obras de qualquer porte.
Atendendo à exigência legal, a Eletrobras deposita anualmente R$ 350 milhões na conta da CPR São Francisco e Parnaíba e R$ 230 milhões na conta da CPR-Furnas, pelo período de dez anos. As parcelas referentes aos anos de 2023, 2024 e 2025 já foram depositadas e, somadas aos rendimentos, resultam em um saldo disponível de R$ 1,33 bilhão.
Os colegiados são presididos pelo MIDR, que também exerce a função de Secretaria Executiva, oferecendo todo o suporte necessário para a realização das reuniões e para o desenvolvimento das atividades administrativas dos comitês.
Desde o início de suas atividades, em agosto de 2023, os colegiados aprovaram oito resoluções e um conjunto expressivo de ações. Ao todo, foram aprovadas 147 iniciativas voltadas às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba e 41 ações destinadas à revitalização das áreas de influência dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Furnas, que abrangem os estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
Ao final de 2025, os comitês gestores consolidaram uma carteira de projetos composta por 188 empreendimentos, que representam aproximadamente R$ 4,5 bilhões em investimentos destinados à revitalização dos recursos hídricos. Desse total, 147 empreendimentos, no valor de R$ 2,8 bilhão, são direcionados às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, enquanto 41 projetos, que somam R$ 1,67 milhões, contemplam as áreas de influência de Furnas.
As ações aprovadas até o momento permitirão ampliar a disponibilidade hídrica para os diversos usos da água e aumentar a flexibilidade operativa dos reservatórios de geração de energia, contribuindo para a segurança hídrica, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento regional.
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Baixar áudioCom foco na recomposição da vegetação nativa, a proteção das nascentes na Serrinha do Paranoá, no Distrito Federal, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional participou, nesta quarta-feira, 21 de janeiro, do plantio de mudas nativas do Cerrado// A ação integra o projeto de recuperação ambiental das nascentes locais e prevê o plantio de cerca de 22 mil mudas em áreas estratégicas para a proteção dos recursos hídricos da região.
Como explica Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas do MIDR, a ação faz parte de um convênio entre o Ministério e a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal.
“É um convênio que fizemos entre o Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional com a Secretaria de Agricultura do DF e que a gente dê uma celeridade nele, dê uma maneira mais intensa de atuar para que pudéssemos ter o que aconteceu hoje. Isso aqui é histórico, são 20 mil, mais de 20 mil árvores que estão sendo plantadas em 40 dias, mas é o início, isso é o primeiro passo de vários passos que temos que fazer, porque esse território há de ser um território sustentável, saudável, ele é rural e é urbano, está junto ao poder da República”
As ações são baseadas em um diagnóstico socioambiental que identificou e avaliou a situação das nascentes da Serrinha do Paranoá, área estratégica para o abastecimento dos córregos locais e do Lago Paranoá.
Maria Consolacion Fernandez, representante do Instituto Oca do Sol, destacou que o momento simboliza o avanço de um trabalho iniciado há quase uma década.
“Esse trabalho iniciou com a tecnologia social Guardiões das Nascentes em 2015, quando foram identificadas mais de 100 nascentes. Neste momento, celebramos o início deste processo de plantio, que ele deve dar continuidade com educação ambiental, com cuidado para que esta Serrinha do Paranoá se torne efetivamente produtora de água e as nascentes abasteçam os nove córregos e o Lago Paranoá tenha água limpa, água de beber para toda a população de Brasília”
O plantio ocorre durante o período chuvoso no Distrito Federal, o que favorece o desenvolvimento das mudas e aumenta a efetividade da recuperação ambiental. A execução do serviço inclui também a manutenção e o monitoramento das áreas recuperadas por um período de 24 meses.
Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Segurança Hídrica, acesse o site.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (20), a situação de emergência em 15 cidades afetadas por desastres nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Presidente Jânio Quadros e Tanhaçu, na Bahia; Boa Viagem e Canindé, no Ceará; Araguanã, no Maranhão, e Lastro, Mãe D'Água e Solânea, na Paraíba.
Já as cidades de Jaguaribe, no Ceará, e Parelhas, no Rio Grande do Norte, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, os municípios de Açucena e Almenara, em Minas Gerais; Cerro Grande do Sul, no Rio Grande do Sul; Massaranduba, em Santa Catarina, e Presidente Prudente, em São Paulo, foram castigados por fortes chuvas.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (19), a situação de emergência em sete cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Cerro Grande, Chapada e Santo Cristo, no Rio Grande do Sul, e Angelina, em Santa Catarina, enquanto Rio Branco, capital do Acre, e Rio das Antas, em Santa Catarina, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações e queda de granizo, respectivamente.
Por outro lado, a cidade de Campo Grande, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o textoGoverno Federal prevê triplicar número de beneficiados até o final do 1º semestre
Baixar áudioO programa Brasil Antenado prevê atender 671 mil famílias, de 323 municípios, em 16 estados, até junho de 2026. Criado pelo Ministério das Comunicações, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e executado pela Entidade Administradora da Faixa (EAF), o programa distribui e instala kits de antena parabólica digital, de forma gratuita, para famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), em regiões com sinal de TV insuficiente ou inexistente.
Na primeira fase de instalação (Fase A), foram atendidas 220 mil famílias, de 77 municípios dos estados do Piauí, Pará, Ceará, Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Na segunda fase (Fase B), iniciada em outubro de 2025 e com previsão de conclusão em 13 de março de 2026, serão atendidas mais de 229 mil famílias, de 138 municípios, em 5 estados: Tocantins, Piauí, Pará, Roraima e Maranhão. Na terceira e última etapa (Fase C), mais de 222 mil famílias serão beneficiadas, em 108 cidades, de 8 estados: Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Rio Grande do Sul. A Fase C começa em janeiro de 2026 e vai até dia 13 de junho.
Para ver a lista completa das cidades, acesse o site do programa.
Wilson Wellisch, secretário de Radiodifusão do MCom, explica que o programa está inserido numa série de processos para a digitalização da televisão brasileira, iniciados em 2006, quando a transição da TV Analógica para a TV Digital virou lei.
“O processo foi muito bem sucedido. No começo, a digitalização chegou às cidades maiores: capitais e cidades litorâneas. A gente teve mais de 66% da população brasileira atingida, com programas, inclusive de políticas públicas, incentivando essa digitalização. Depois, a gente teve outra etapa, que foi levar a TV Digital para aqueles lugares onde não havia nenhum sinal digital, só sinais analógicos”, disse o secretário.
Wellisch afirma que o Brasil Antenado foi inserido do Novo PAC para levar a TV Digital aos municípios com baixo índice de digitalização. E que o processo deve ser concluído no prazo.
Repercussão no Pará
“A gente vivia no passado, agora estamos modernizados”, diz Raimunda Lima de Sousa, autônoma, beneficiada pelo programa em Nova Esperança do Piriá, no Pará.
Segundo Raimunda, ligar a TV com sinal limpo, sem interferências e com som de qualidade, dá a sensação de ter avançado no tempo. Além de estar feliz com a nova antena parabólica digital, a autônoma conta que ficou surpresa com a facilidade do agendamento e com a rapidez da instalação.
“O agendamento foi fácil. Me pediram para aguardar uns dez dias pela instalação, mas, para minha surpresa, foram só três dias”, disse. Ela afirma que agora tem muitas opções de programação. “Na TV, tem todos os canais que as pessoas gostam”.
Morador de Cachoeira do Piriá, outro município paraense contemplado no programa, José Araújo Silva também comemorou. “Muita gente que não tinha condições de ter, hoje está usando. Foi um projeto muito abençoado, pois nem todo mundo podia comprar (a antena). Agora muita coisa mudou, porque, com essa antena, você assiste a canais que você não assistia. Gostei, amei. A imagem é linda, é boa, é limpa”, descreveu o aposentado.
No Pará, cerca de 39 mil famílias estão aptas a receber o kit da antena parabólica digital. Os agendamentos seguem abertos até 13 de março de 2026 em sete cidades: Anapu, Chaves, Gurupá, Cachoeira do Piriá, Nova Esperança do Piriá, Santa Cruz do Arari e Senador José Porfírio.
Serviço
As famílias inscritas no CadÚnico podem agendar a instalação pelo site brasilantenado.org.br ou pelo telefone 0800 729 2404 (também disponível via WhatsApp). Todo o processo é gratuito, incluindo fornecimento e instalação do kit da nova parabólica digital. É necessário ter um aparelho de televisão, que pode ser dos modelos mais antigos.
Brasil Antenado
O programa foi viabilizado a partir da Portaria MCom nº 17.337, de 7 de abril de 2025. O objetivo central é assegurar o acesso à informação como direito fundamental, principalmente em regiões com sinal insuficiente, promovendo uma transformação estrutural no acesso à televisão aberta e gratuita por diversas famílias.
Sobre a EAF
A Entidade Administradora da Faixa (EAF) é uma instituição sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel e vinculada ao Ministério das Comunicações. Entre suas atribuições estão a limpeza da faixa de 3,5 GHz, essencial para a operação do 5G no país; a execução dos programas Siga Antenado e Brasil Antenado; a implantação das infovias na Região Amazônica para expandir a infraestrutura de telecomunicações no Norte do Brasil; e o desenvolvimento das redes privativas de comunicação para o Governo Federal.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quinta-feira (15), a situação de emergência em sete cidades afetadas por desastres nos estados do Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram afetados pela estiagem os municípios de Itapajé, no Ceará, e Quixabá, na Paraíba. Já as cidades de Quixeramobim, também no Ceará, e a potiguar Caicó enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, as cidades de Matipó, em Minas Gerais, e Nova Palma e Novo Barreiro, no Rio Grande do Sul, foram castigadas por fortes chuvas.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o textoExpansão do MPO já movimentou R$ 338,6 milhões nas regiões Norte e Centro-Oeste
Baixar áudioPara começar 2026 com novas metas e seguir investindo no empreendimento familiar, produtores rurais estão renovando o contrato de microcrédito produtivo orientado (MPO). A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) em parceria com a Caixa Econômica Federal, contribui para o aumento da produtividade e da renda de agricultores familiares, comunidades e povos tradicionais.
A renovação do crédito é um dos fatores que explicam a expansão do programa. Na primeira semana de janeiro, 1.084 novas famílias aderiram ao financiamento rural do MIDR, que soma, nas regiões Norte e Centro-Oeste, 27.356 contratos assinados. Desde o lançamento em dezembro de 2024, o microcrédito movimentou R$ 338,69 milhões nas duas regiões.
Um dos principais atrativos do MPO do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) são as condições diferenciadas de pagamento. O programa prevê bônus de adimplência para os beneficiários que mantêm as parcelas em dia, com descontos que variam de 25% a 40%, a depender da localidade e da atividade financiada. Na região Norte, o abatimento pode chegar a 40% do valor contratado, reduzindo significativamente o custo final do financiamento e estimulando a renovação do crédito.
É o caso de Lucicleide Pantoja Marques, 29, e Ednaldo Marques Costa, 29, que contrataram, no ano passado, R$ 12 mil cada um. O casal vive com a filha Bruna, de 3 anos, às margens do Rio Tocantins na Ilha de Tabatinga de Carapajó — uma das porções de terra que integram o arquipélago fluvial de Cametá (PA). Inicialmente, eles se preocuparam com o prazo de um ano de carência, mas o bônus de adimplência aliviou no bolso, já que o crédito foi quitado por R$ 7.230. “A gente até pagou antes do prazo. Não deixamos completar um ano”, lembra a pescadora.
No terreno de casa, eles produzem e vendem açaí, e em um sítio no interior de Cametá, cultivam mandioca, cupuaçu e cacau. “Nós queríamos comprar uma rabeta para levar os produtos e o peixe para a cidade. Temos que atravessar o rio para chegar no mercado de Cametá. Foi uma grande ajuda o microcrédito para comprar esse material e chegar lá”, destaca.
Antes de adquirir o barco e o motor rabeta com apoio do microcrédito, Ednaldo dependia de lanchas coletivas e levava mais de uma hora para chegar no mercado de Cametá. Devido ao longo tempo de espera e deslocamento, o pescador perdia clientes no comércio. Com o investimento, o trajeto passou a ser feito em cerca de 30 a 40 minutos. “Como chegávamos à tarde, já tinha muita gente na feira, as pessoas que faziam a venda também. Chegando mais cedo, melhorou bastante pra vendermos nossos produtos”, afirma.
Neste mês, o casal retornou à agência da Cactvs (agência de microfinanças credenciada pela Caixa) em Cametá. Dessa vez, com mais confiança, eles decidiram fazer um contrato diferente para cada um. “O desconto chamou a nossa atenção. É um desconto muito grande”, enfatiza Lucicleide, que contratou R$ 15 mil no início dessa semana. “Vou fazer o meu de novo para ter um valor maior, né?”, garante Ednaldo. O casal ainda não entregou o novo orçamento, mas adianta que pretende comprar um freezer e materiais de pesca.
Além das condições financeiras, o microcrédito produtivo orientado se diferencia pelo acompanhamento técnico na estruturação dos investimentos. De acordo com o coordenador de microfinanças da Cactvs no Pará, Vlademir Junior, os produtores se beneficiam das orientações em educação financeira, ambiental e empresarial ao ajustar seus planos de investimento e vislumbrar novas oportunidades. “Muitas vezes o produtor chega com a ideia de investir em um único item, mas, no diálogo, conseguimos estruturar um projeto mais equilibrado, que reduz custos e aumenta a produção”, explica.
Na visão do coordenador de microfinanças, o resultado dessa política pública é impactante. “Passando por diferentes regiões, eu percebo a diferença que tem sido feita através do microcrédito, principalmente nos lugares de difícil acesso, em que o cliente às vezes não tem nem energia elétrica em casa. Conseguimos fazer projetos para energia solar e isso acaba sanando uma vulnerabilidade social, e trazendo dignidade para esse cliente”, afirma.
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