VoltarRecursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades de Minas Gerais e Rio Grande do Sul
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta sexta-feira (20), o repasse de R$ 1.788.055,34 para ações de resposta em oito municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioAssociações produtivas da Região Metropolitana do Cariri, no sul do Ceará, têm diversidade produtiva e conhecimento técnico, mas enfrentam o desafio de viabilizar operações comerciais sustentáveis diante dos altos custos logísticos. A distância em relação aos grandes centros comerciais de Fortaleza e Recife acarreta perda de competitividade para os produtores do centro-sul, em comparação aos do Norte do estado. Em um cenário de busca por novos mercados consumidores, a Ferrovia Transnordestina é um fator decisivo para otimizar o escoamento da produção aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE).
Essa realidade é sentida de perto pela Associação dos Produtores de Algodão do Estado do Ceará (APAECE). Fundada em 2020, a entidade trabalha com o cultivo e o beneficiamento da fibra, contando com cerca de mil hectares plantados, divididos entre 20 sócios em cidades como Missão Velha, Barbalha, Brejo Santo, Mauriti, Abaiara, Milagres e Porteiras. Segundo o tesoureiro e cofundador da instituição, Cícero Gonçalves, a dependência exclusiva do modal rodoviário chega a triplicar os custos operacionais devido ao valor do frete.
“Para comprar 100 mil quilos de adubo, por exemplo, podemos ter até três cobranças diferentes de frete. Compramos muitos produtos que vêm do oeste da Bahia e, às vezes, recebemos produtos de fora que chegam pelo porto de Suape, em Pernambuco. A questão logística atrapalha muito”, explica Gonçalves.
Uma das principais áreas de plantio da APAECE está em Missão Velha, cidade onde a Transnordestina Logística S.A. (TLSA) planeja instalar um terminal de cargas. A proximidade é estratégica: “Principalmente para nós que trabalhamos com a agricultura, isso traz viabilidade de escoação da produção”, antecipa o tesoureiro da associação, explicando que, para ser economicamente viável, a cultura do algodão exige comercialização em larga escala.
“Mil hectares plantados geram, em média, dois milhões e meio de quilos de algodão. Para cada cem quilos de algodão em rama, são 40% de pluma e 60% de caroço. O preço do quilo do caroço é R$ 1,70 aqui na região, e a pluma está em torno de R$ 9 por quilo”, detalha Gonçalves.
Mesmo com alto potencial, o sertão do Cariri ainda busca atingir sua plena maturidade econômica. Para acelerar esse processo, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) — entidades que compõem o Sistema OCB — começou a fortalecer parcerias com as instituições financeiras e de extensão rural do Cariri.
Em meados de maio de 2025, o analista de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Lucas Bonfim, passou a liderar o novo escritório da instituição em Juazeiro do Norte. Ele explica que a OCB realiza oficinas de consultoria sobre cooperativismo, conectando cooperativas locais já constituídas e produtores rurais que, ainda de maneira informal, estabelecem dinâmicas coletivas de comercialização e compra de insumos.
“O nosso objetivo é orientá-los sobre o cooperativismo para que possam trabalhar de maneira organizada. É através dessa formalização que eles vão ter acesso a políticas públicas, crédito, assistência técnica de qualidade e novos mercados”, ressalta Bonfim.
Até o momento, a organização tem trabalhado com produtores dos segmentos da apicultura, pecuária de leite, hortifrutigranjeiro, mandiocultura, bovinocultura e cotonicultura. A articulação dará origem à cooperativa de agroindústrias do Cariri, que reunirá empreendedores de diferentes localidades para somar esforços e adquirir matérias-primas em larga escala, barateando os custos de produção para todos.
O tesoureiro da APAECE diz que a associação está contribuindo para essa iniciativa. “A APAECE tem caroços e plumas de algodão para serem vendidos por tonelada, e está dando apoio para a criação da cooperativa, porque queremos comprar insumos em associação e comercializar para as indústrias têxteis”, destaca Gonçalves.
O analista do Sistema OCB considera ampliar o contato com a operadora da Transnordestina para viabilizar o acesso a novos mercados. “A ferrovia traz essa possibilidade de fortalecer cada vez mais as cooperativas, dando acesso a novos mercados”, pontua Bonfim.
Tendo em vista a conexão do sertão do Cariri com o Porto do Pecém, o analista do Sistema OCB aponta que o setor de orgânicos é o de maior potencial na região para conquistar mercados internacionais. “Os produtores daqui têm uma vasta variedade de orgânicos, principalmente de tomate e batata, e esse tem sido um segmento muito exigido nos mercados europeu e americano”, diz.
Essa perspectiva é ainda mais interessante para pequenos produtores cooperados, que terão a possibilidade de contratar juntos vagões de carga da Transnordestina. Como a ferrovia opera com um modelo de contratação sob demanda, as cooperativas podem ser atendidas mesmo se precisarem de um único vagão. Isso facilita tanto a compra de insumos quanto o escoamento da produção, consolida parcerias e abre caminho para o crescimento econômico e social do Cariri.
Por meio do Fundo de Desenvolvimento de Nordeste (FDNE), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) contribui fortemente para o avanço da Transnordestina. O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, ressalta o impacto regional das obras da ferrovia. “100% dos lotes que chegam até o Porto do Pecém estão contratados. São mais de 3.500 trabalhadores hoje na ferrovia, e alcançamos mais de R$ 120 milhões sendo executados mensalmente em obras”, afirma.
A Transnordestina tem extensão total de 1.206 quilômetros, e registra 80% de avanço físico. Atualmente, os oito lotes remanescentes estão contratados. Após a autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a concessão da licença de operação pelo IBAMA, os trens de carga da ferrovia começaram a circular de forma experimental. Está liberado um trecho de aproximadamente 679 quilômetros, entre os municípios de São Miguel do Fidalgo (PI) e Acopiara (CE), passando por Salgueiro (PE).
Copiar o textoRecursos serão usados em ações de resposta e recuperação
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quarta-feira (18), o repasse de R$ 5,6 milhões para ações de resposta e recuperação em sete municípios afetados por desastres. Receberão recursos as cidades de Cerro Grande do Sul, no Rio Grande do Sul, Sena Madureira, no Acre, Itaperuna, no Rio de Janeiro, Guimarães, no Maranhão, Novo Repartimento, no Pará, e Açucena e Pescador, em Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quinta-feira (12), o repasse de R$ 6.111.774,78 milhões para ações de resposta em cinco municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Amazonas, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
Copiar o textoRecursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades do Mato Grosso, Piauí e Rio Grande do Sul
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta terça-feira (10), o repasse de R$ 1.583.688,09 milhão para ações de resposta em três municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Mato Grosso, Piauí e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
Copiar o textoRecursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades do Piauí, Rio Grande do Sul e Minas Gerais
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta sexta-feira (6), o repasse de R$ 19,7 milhões para ações de resposta em 4 municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Piauí, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quinta-feira (5), o repasse de R$ 12,1 milhões para ações de resposta em 16 municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Pará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Bahia. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta terça-feira (3), o repasse de R$ 1,7 milhão para ações de recuperação em dois municípios afetados por desastres.
Receberão recursos as cidades de Estrela, no Rio Grande do Sul, e Engenheiro Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta segunda-feira (2), o repasse de R$ 1,6 milhão para ações de resposta em quatro municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Pará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioApós mais de 50 anos de espera, a nova ponte da Barragem do Passo Fundo, em Campinas do Sul (RS), começa a transformar a mobilidade e a logística da região. A estrutura elimina a dependência da balsa, reduz custos no deslocamento diário e fortalece o escoamento da produção agropecuária, beneficiando diretamente 34 municípios e cerca de 300 mil pessoas. O empreendimento recebeu cerca de R$ 14,9 milhões em investimentos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). Em contrapartida, o estado pagou R$ 7,7 milhões, totalizando um investimento de mais de R$ 22,9 milhões.
Com a entrega da ponte, moradores da região deixaram de depender da balsa para a travessia, que cobrava valores elevados, assegurando mais agilidade, segurança e redução de custos no deslocamento diário. A nova ligação também reaproxima regiões e melhora o escoamento da produção agropecuária, especialmente no transporte de aves e suínos.
“Ver os resultados dessas obras e os depoimentos da população beneficiada aumenta a satisfação e a motivação de toda a equipe. A construção dessa ponte impacta diretamente a vida das pessoas, melhora a logística, amplia a renda e facilita o acesso a serviços essenciais. Resultados como esse, em Campinas do Sul, mostram como a dedicação técnica dos servidores se transforma em benefícios concretos para a população”, afirmou o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Daniel Fortunato.
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul foi responsável pela contrapartida de R$ 7,7 milhões, necessária para a conclusão do empreendimento, que já está 100% operacional. A obra fortalece a logística regional e contribui para o crescimento da atividade econômica local, com destaque para a cadeia produtiva avícola, que apresenta crescimento anual médio de 20% — o equivalente a cerca de 4 milhões de frangos por ano — gerando renda e oportunidades de trabalho.
Para quem utiliza o trajeto diariamente, os benefícios são imediatos. O caminhoneiro César Antônio Carbolim, que atua no escoamento da produção, relata a mudança na rotina. “Essa ponte foi um sonho que se tornou realidade. Eu gastava cerca de R$ 220 com balsa para ir e voltar. Agora não pago mais nada. Para nós, isso é sucesso”, afirmou.
O prefeito de Campinas do Sul, Paulo Battisti, destacou a importância da parceria com o Governo Federal, por meio do MIDR, para a viabilização da obra. Segundo ele, a ponte encurtou distâncias, eliminou a dependência da balsa, aumentou a trafegabilidade e gerou economia para o município. “Temos cooperativas do agronegócio, especialmente na área de suínos, que chegam a economizar mais de R$ 300 mil por ano apenas com o fim do uso da balsa. Quando fazemos um balanço geral, percebemos o quanto essa obra representa em economia e desenvolvimento para Campinas do Sul e para toda a nossa comunidade, que aguardava por essa ponte há muitos anos. Hoje, essa realização se tornou possível graças aos investimentos do Governo Federal, por meio do MIDR”, afirmou Paulo Battisti.
A Ponte da Barragem do Passo Fundo possui 247,55 metros de comprimento e 10 metros de largura, com nove apoios e oito vãos. Cada vão conta com quatro vigas, totalizando 32, além de trechos de asfaltamento que garantem melhores condições de trafegabilidade nos acessos e sobre a ponte.
Com investimento conjunto do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a ponte da Barragem do Passo Fundo consolida-se como uma obra estruturante para o desenvolvimento regional. Além de melhorar a mobilidade e reduzir custos logísticos, a nova ligação impulsiona a economia local, fortalece cadeias produtivas estratégicas e responde a uma demanda histórica da população, traduzindo investimento público em qualidade de vida e desenvolvimento sustentável.
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