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Baixar áudioOs eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026, realizado no domingo (4), têm até o dia 3 de dezembro para justificar a ausência junto à Justiça Eleitoral. O prazo de 60 dias previsto em lei começou a correr nesta segunda-feira (5), um dia após a votação.
Quem justificou a falta no próprio dia da eleição não precisou apresentar nenhum documento comprobatório. Já para quem perdeu esse prazo e só agora vai regularizar a situação, a regra muda: é necessário informar o motivo da ausência e anexar a documentação que comprove a justificativa, como atestado médico ou comprovante de viagem, que será analisada pela autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.
A justificativa pode ser feita de forma totalmente digital, sem necessidade de sair de casa, por dois canais oficiais da Justiça Eleitoral: o aplicativo e-Título e o Autoatendimento Eleitoral Título Net, disponível no site do TSE. Em ambos os casos, o eleitor deve informar os dados pessoais exatamente como constam no cadastro eleitoral, declarar o motivo da ausência e anexar a documentação digitalizada que comprove a justificativa.
Quem preferir também pode apresentar o pedido pessoalmente em um cartório eleitoral. Caso a justificativa seja aceita, o registro fica no histórico do título eleitoral; se for negada, o eleitor precisa pagar a multa correspondente.
Eleitores que estavam fora do país no dia da votação têm regra própria: o prazo para justificar passa a ser de 30 dias após o retorno ao Brasil, mediante apresentação de documentos como passagens, cartões de embarque ou carimbos no passaporte.
Como o voto é obrigatório no Brasil, quem não vota e não justifica a ausência dentro do prazo fica em débito com a Justiça Eleitoral, após o pagamento de uma multa que, segundo o TSE, é de R$ 3,51 por turno. Além da pendência financeira, a situação pode gerar outras restrições, como a impossibilidade de obter passaporte, de se matricular em instituições de ensino públicas e de tomar posse em cargos públicos.
A falta em três eleições seguidas, considerando cada turno como uma eleição distinta, sem justificativa ou pagamento das multas correspondentes, pode levar ainda ao cancelamento do título eleitoral.
Cada turno das Eleições 2026 é tratado como uma eleição independente pela legislação eleitoral. Por isso, quem faltar tanto no primeiro quanto no segundo turno, marcado para 25 de outubro, em caso de disputa para presidente ou governador, precisará apresentar uma justificativa separada para cada etapa, dentro do prazo específico de cada uma: até 3 de dezembro de 2026 para a ausência no primeiro turno, e até 8 de janeiro de 2027 para o segundo turno. Não é necessário justificar a falta no primeiro turno para poder votar no segundo.
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Baixar áudioOs agropecuaristas já podem acessar uma página na internet criada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com informações sobre o El Niño e os impactos do fenômeno climático na agricultura e na pecuária brasileira. O objetivo é apoiar ações de prevenção, preparação e redução de riscos climáticos no campo.
A plataforma reúne dados e orientações que podem ser consultados pelo produtor antes do início do plantio ou da contratação de crédito rural. A proposta é apoiar a tomada de decisões e contribuir para a redução dos riscos relacionados ao clima.
Os produtores podem acessar dados climáticos, orientações técnicas e informações sobre instrumentos de gestão de riscos, como crédito rural, seguro rural, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e assistência técnica, além de Plano Safra e Caminho Verde.
Também estão disponíveis avisos meteorológicos de eventos severos, previsão do tempo para as capitais brasileiras, notas técnicas, o Painel El Niño e informações técnicas voltadas à agricultura, incluindo tecnologias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Segundo o Mapa, os impactos do El Niño podem variar conforme a região do país. Para o Sul, uma das principais regiões produtoras de grãos do país, a previsão é de excesso de chuvas. Já algumas áreas do Centro-Sul podem enfrentar períodos de seca moderada e temperaturas elevadas. No norte do Sudeste, há risco de seca. Já no Nordeste e no Norte, a expectativa é de períodos de estiagem, bem como na Amazônia.
Entre as orientações, a página lista uma série de medidas que os produtores devem considerar para planejar o plantio para o período entre 2026/2027.
O Mapa destaca que a estratégia de enfrentamento alia três eixos:
Confira as orientações gerais para os produtores:
Além das orientações gerais aos agropecuaristas, o Mapa e o Inmet também listaram indicações relevantes para cada região do país.
Sul (RS, SC, PR): previsão de excesso de chuvas
Em relação ao arroz irrigado, o Mapa orienta o uso do PlanejArroz e a sincronização da fase reprodutiva com períodos de maior radiação. Já na pecuária, é indicada a drenagem de piquetes, bem como a elevação de cochos, monitoramento sanitário e a proteção de silagem.
Norte e Nordeste: previsão de estiagem e risco de incêndios
Entre as orientações estão a reserva estratégica de forragem. Em relação à prevenção de incêndio, a orientação é realizar o monitoramento por satélite e restringir o uso de fogo.
Centro-Oeste: gestão de janela e estresse térmico
Sudeste: variação climática
Para o Sudeste do país, a previsão é de um padrão variável. O Mapa e o Inmet ressaltam a necessidade de atenção aos cultivos de café e cana, por conta do estresse térmico/hídrico. Na pecuária, a indicação é de sombra, água, ventilação e suplementação.
Os produtores do Sudeste também devem monitorar previsões de curto prazo, além de contratar seguro com cláusulas de seca e excesso de chuva.
A plataforma também reúne informações sobre as ações do Grupo de Trabalho El Niño, criado pelo Mapa para avaliar vulnerabilidades e propor medidas de prevenção e mitigação dos possíveis impactos sobre a produção agropecuária.
El Niño Agro
A página especial El Niño Agro está disponível no portal do Ministério da Agricultura, em: www.gov.br/agricultura.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3797, de 05/10/2026, foram: 01 - 02 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 13 - 14 - 16 - 18 - 19 - 20 - 23.
01 - 02 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 13 - 14 - 16 - 18 - 19 - 20 - 23
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:36. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3797 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (05/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3798, que será realizado na terça-feira, 6 de outubro de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 19.368.254,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Veja o resultado da Lotofácil 3796.
Redação Brasil 61
Copiar o textoSérgio Moro, Zucco e Jorginho Mello garantem trinca no primeiro turno
Baixar áudioOs três estados da Região Sul tiveram seus governadores eleitos neste domingo (4). Veja o resultado em cada unidade federativa.
No Paraná, a vitória ficou com Sérgio Moro (PL), que obteve 50,1% dos votos válidos, equivalente a 3.127.911 votos. O segundo colocado, Sandro Alex (PSD), somou 25,37% e 1.583.764 votos.
No Rio Grande do Sul, foi eleito Luciano Zucco (PL), com 58,05% dos votos válidos, totalizando 3.516.048 votos. Na segunda posição, ficou Juliana Brizola (PDT), com 31,65% e 1.917.374 votos.
Em Santa Catarina, venceu a disputa Jorginho Mello (PL), reeleito com 68,98% dos votos válidos, somando 2.942.386 votos. O segundo lugar coube a Gelson Merísio (PSB), com 15,66% e 668.021 votos.
Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
Copiar o textoComando do Acre, Amazonas e Tocantins será decidido no dia 25 de outubro
Baixar áudioQuatro estados da Região Norte já elegeram seus governadores nas Eleições 2026, enquanto outros três terão a disputa pelo comando do Executivo estadual definida em segundo turno, marcado para 25 de outubro. Veja a apuração estado por estado.
No Acre, Mailza Assis (PP) recebeu 218.760 votos, 49,76% dos votos válidos e vai enfrentar Alan Rick (Republicanos) no segundo turno. O senador terminou com 141.859 votos registrados, 32,27% do total de válidos.
No Amapá, a disputa pelo governo do estado terminou com a vitória de Dr. Furlan (PSD), que obteve 62,75% dos votos válidos, o equivalente a 281.595 votos. O segundo colocado, Clécio (União), alcançou 36,97% da preferência do eleitorado, com 165.900 votos.
O comando do governo do Amazonas pelos próximos 4 anos será decidido no segundo turno. O favorito é Omar Aziz (PSD) que recebeu 837.410 votos, 40,58% dos votos válidos, e enfrenta a professora Maria do Carmo (PL), que obteve 506.689 votos, 24,55%.
No Pará, venceu a disputa o Dr. Daniel (Podemos), com 51,38% dos votos válidos, o que representa 2.344.328 votos. Já Hana Ghsassan (MDB) terminou na segunda posição, com 46,52% e 2.122.473 votos.
Em Rondônia, o eleitorado confirmou a vitória de Marcos Rogério (PL), que teve 56,86% dos votos válidos, totalizando 537.370 votos. O segundo lugar coube a Adailton Fúria (PSD), com 20,06% da preferência e 189.547 votos.
O governo de Roraima terá como titular Arthur Henrique (PL), eleito com 69,13% dos votos válidos e 220.809 votos. Na sequência, apareceu Soldado Sampaio (Republicanos), com 29,25% e 93.434 votos.
No Tocantins, a definição vai para o segundo turno. Professora Dorinha (União) ficou com 45,52% dos votos válidos, somando 386.260 votos, e vai disputar contra Vicentinho Júnior (PSDB), que recebeu 43,94% e 372.848 votos.
Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
Copiar o textoTarcísio e Cleitinho confirmam favoritismo enquanto Douglas Ruas surpreende Paes no Rio
Baixar áudioAs eleições para governador na Região Sudeste, a mais populosa do país, terminaram com resultados distintos no primeiro turno das Eleições 2026. São Paulo e Minas Gerais já definiram seus próximos governadores, enquanto Espírito Santo e Rio de Janeiro terão segundo turno, marcado para 25 de outubro. Confira a apuração em cada estado.
No Espírito Santo, foi confirmado o segundo turno entre Lorenzo Pazolini (Republicanos), que recebeu com 49,65% dos votos válidos, o que representou 1.048.633 votos. O segundo colocado, Ricardo Ferraço (MDB), somou 34,06% e 719.397 votos.
Em Minas Gerais, o eleitorado escolheu Cleitinho Azevedo (Republicanos) para o governo do estado, com 55,4% dos votos válidos e 6.318.521 votos. Patrus Ananias (PT) ficou em segundo lugar, com 26,34% e 3.003.722 votos.
No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) liderou a disputa com 49,27% dos votos válidos, totalizando 4.271.199 votos. Não foi suficiente para evitar o segundo turno, contra Eduardo Paes (PSD), que recebeu 3.706.984 votos, 42,76% dos válidos.
Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foi eleito Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 62,65% dos votos válidos, somando 14.490.683 votos. O segundo colocado, Fernando Haddad (PT), teve 36,42% e 8.423.014 votos.
Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
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Baixar áudioO Distrito Federal será a única unidade da Federação da região Centro-Oeste a ter segundo turno na disputa pelo governo nas Eleições 2026. A atual governadora, Celina Leão (PP), ficou a menos de 0,07 ponto percentual da vitória no primeiro turno e enfrentará Leandro Grass (PT) na próxima etapa da votação. Veja os resultados por unidade federativa.
Primeira unidade federativa a concluir a votação, o Distrito Federal terá segundo turno. Celina Leão (PP), obteve 49,93% dos votos válidos, somando 825.530 votos. Na sequência, apareceu Leandro Grass (PT), com 34,47% e 569.930 votos.
Em Goiás, venceu a disputa Daniel Vilela (MDB), com 59,17% dos votos válidos, o equivalente a 2.148.112 votos. Na segunda posição, ficou Wilder Morais (PL), com 21,96% e 797.090 votos.
O governo de Mato Grosso ficará sob o comando de Otaviano Pivetta (Republicanos), eleito com 1.128.099 votos, 60,77% dos votos válidos. O segundo colocado, Wellington Fagundes (PL), somou 430.442 votos, 23,19%.
Em Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP) foi reeleito com 67,07% dos votos válidos, totalizando 914.323 votos. Fábio Trad (PT) terminou em segundo lugar, com 23,68% e 322.807 votos.
Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
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Baixar áudioNa Região Nordeste, 8 dos 9 estados em disputa elegeram governadores neste domingo (4). Confira o resultado em cada unidade federativa.
Em Alagoas, JHC (PSDB) foi eleito com 52,19% dos votos válidos, o que corresponde a 890.689 votos. O segundo colocado, Renan Filho (MDB), obteve 47,39% e 808.781 votos.
Na Bahia, a vitória ficou com Jerônimo Rodrigues (PT), que somou 55,73% dos votos válidos e 4.599.047 votos e garantiu a reeleição. ACM Neto (União) terminou em segundo lugar, com 43,79% da preferência e 3.613.589 votos.
O governo do Ceará terá mais 4 anos de mandato de Elmano de Freitas (PT), reeleito com 53,16% dos votos válidos, totalizando 2.865.574 votos. Ciro Gomes (PSDB) ficou na segunda posição, com 46,26% e 2.493.724 votos.
No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) venceu o pleito com 54,06% dos votos válidos, somando 2.101.419 votos. O segundo lugar foi de Orleans Brandão (MDB), com 34,72% e 1.349.643 votos.
Na Paraíba, o eleitorado reelegeu Lucas Ribeiro (PP) para o governo do estado, com 64,3% dos votos válidos e 1.470.037 votos. Efraim Filho (PL) ficou na segunda colocação, com 24,18% e 552.725 votos.
Em Pernambuco, foi confirmada a vitória de Raquel Lyra (PSD), reeleita com 53,26% dos votos válidos, equivalente a 2.803.478 votos. Na sequência, apareceu João Campos (PSB), com 44,82% e 2.358.991 votos.
O Piauí terá mais 4 anos de Rafael Fonteles (PT) como governador. O governador petista foi reeleito com 70,9% dos votos válidos e 1.434.331 votos. O segundo colocado, Joel Rodrigues (PP), somou 27,53% e 556.980 votos.
No Rio Grande do Norte, Allyson (União) conquistou 733.738 votos, 36,94% dos votos válidos, enquanto Cadu de Lula (PT) recebeu 718.206 votos, 36,16% do total dos válidos. Com isso, a disputa será definida no segundo turno.
Em Sergipe, a disputa terminou com a vitória de Fábio Mitidieri (PSD), que teve 59,27% dos votos válidos, somando 727.291 votos para reeleição. O segundo lugar coube a Valmir de Francisquinho (Republicanos), com 37,48% e 459.908 votos.
Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
Copiar o textoO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um novo Manual do Eleitor, com orientações práticas para os quase 160 milhões de brasileiros aptos a votar. A publicação reúne recomendações como documentação, uso do e-Título e a ordem de votação na urna eletrônica.
Para ser identificado na seção eleitoral, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto. Serão aceitos: carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional (CIN), identidade social, passaporte, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), carteira de trabalho física ou digital, carteira profissional emitida por conselho de classe e o próprio e-Título, desde que tenha foto. A Justiça Eleitoral aceita documentos mesmo vencidos, desde que a fotografia ainda permita identificar o eleitor.
O aplicativo e-Título, disponível gratuitamente para celular, pode ser usado para consultar o local de votação, verificar a situação eleitoral e, em determinadas condições, também para identificação no momento de votar. A recomendação do TSE é baixar o aplicativo com antecedência e evitar deixar essa etapa para a última hora.
Nas Eleições 2026, o eleitor vota seis vezes na urna, na seguinte ordem: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República. Diferentemente de 2022, quando havia apenas uma vaga em disputa para o Senado, neste ano são duas vagas, por isso, o eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes para o cargo, sem repetir o mesmo número.
Cada cargo tem uma quantidade própria de dígitos: quatro números para deputado federal, cinco para deputado estadual ou distrital, três para senador e dois para governador e presidente. Antes de confirmar o voto, a urna mostra a foto, o nome, o cargo e a sigla partidária do candidato. Por isso, o TSE recomenda conferir essas informações na tela antes de apertar a tecla "Confirma". Caso perceba um erro, o eleitor pode usar a tecla "Corrige" e digitar novamente o número correspondente àquele cargo.
O eleitor pode levar o celular ao local de votação, mas não pode entrar com o aparelho na cabine, já que a legislação eleitoral proíbe qualquer equipamento capaz de fotografar, filmar ou fazer radiocomunicação durante o voto, para preservar o sigilo. Já a chamada "colinha", anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos, é permitida e recomendada pelo TSE para agilizar a votação e evitar erros na hora de digitar os números na urna.
As seções eleitorais funcionarão das 8h às 17h, no horário de Brasília. No Acre, por exemplo, a votação ocorre das 6h às 15h, conforme o fuso local. Os portões são fechados às 17h, mas quem já estiver na fila até esse horário poderá votar normalmente. Eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia da votação podem justificar a ausência no próprio dia, seja pelo aplicativo e-Título, seja nos locais destinados a receber as justificativas.
Caso nenhum candidato a presidente ou a governador atinja o número de votos necessário para vencer no primeiro turno, ou seja, mais de 50% dos votos válidos (maioria absoluta), o segundo turno para essas disputas ocorrerá em 25 de outubro, seguindo as mesmas regras de documentação e funcionamento das seções eleitorais.
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Baixar áudioMais de 158,7 milhões de brasileiras e brasileiros estão aptos a votar neste domingo (4), no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são exatamente 158.745.463 eleitoras e eleitores — 2,29 milhões a mais do que em 2022, crescimento de 1,46%. O eleitorado está distribuído por 5.571 municípios brasileiros e 186 cidades no exterior.
A dimensão do pleito também se reflete na estrutura preparada pela Justiça Eleitoral. Ao todo, serão 517.206 seções eleitorais, organizadas em 2.641 zonas eleitorais, com 563.910 urnas eletrônicas disponíveis para a votação.
Em 2026, estão em disputa os cargos de presidente e vice-presidente da República; governador e vice-governador; senador; deputado federal; e deputado estadual ou distrital. Serão escolhidos 27 governadores e vice-governadores, 54 senadores e 513 deputados federais, além dos deputados estaduais e distritais, cujo número varia conforme cada unidade da Federação. Eventual segundo turno para presidente e governador está marcado para 25 de outubro.
O Sudeste continua sendo a região com a maior concentração de eleitoras e eleitores do país. São 66,3 milhões de pessoas aptas a votar, o equivalente a 41,78% do eleitorado nacional.
Apesar da liderança, a região foi a única entre as cinco regiões brasileiras a registrar redução no número de eleitores em relação a 2022. Naquele ano, eram 66,7 milhões, ou 42,64% do eleitorado. A queda foi de cerca de 378 mil pessoas, uma redução proporcional de 0,56%.
O Nordeste aparece em segundo lugar, com 43,5 milhões de eleitores e 27,42% do total nacional. Na sequência estão Sul, com 22 milhões (14,40%); Norte, com 13,1 milhões (8,26%); e Centro-Oeste, com quase 12 milhões (7,56%).
São Paulo permanece como o maior colégio eleitoral do Brasil, com 34,1 milhões de eleitoras e eleitores, seguido por Minas Gerais, com 16,4 milhões, e Rio de Janeiro, com 12,9 milhões. Bahia e Paraná completam a lista dos cinco maiores eleitorados estaduais. Juntos, os cinco estados concentram 83,3 milhões de pessoas, 52,45% do eleitorado nacional.
Embora concentre uma parcela menor do eleitorado, o Norte foi a região que mais cresceu proporcionalmente desde 2022. O número de eleitores passou de 12,56 milhões para 13,11 milhões, aumento de 548,9 mil pessoas, ou 4,37%.
O avanço regional é puxado por estados que apresentaram algumas das maiores taxas de crescimento do país. Roraima teve alta de 9,63%, seguido por Tocantins, com 8,07%.
Também chama atenção o crescimento do eleitorado brasileiro no exterior. São 918.876 pessoas habilitadas a votar fora do país, 221.798 a mais do que em 2022, quando eram 697.078. O aumento foi de 31,82%.
As mulheres continuam sendo maioria entre os eleitores. Em 2026, são 83,8 milhões, ou 52,84% do eleitorado, enquanto os homens somam 74,8 milhões. Em 2022, as mulheres representavam 52,65% dos aptos a votar.
Outro movimento observado pelo TSE é o aumento da participação das faixas etárias mais velhas. O número de pessoas com 60 anos ou mais passou de 32,8 milhões, em 2022, para 37,4 milhões em 2026. A participação desse grupo subiu de 21,02% para 23,60% do eleitorado.
Entre as faixas etárias, o maior contingente está entre 40 e 44 anos, com quase 16 milhões de eleitores. Já os jovens de até 18 anos somam 3,57 milhões, ante 4,17 milhões em 2022.
A biometria também avançou. O cadastro alcança 141,3 milhões de eleitoras e eleitores, ou 89,01% do total. Em 2022, o índice era de 75,51%.
Para atender ao eleitorado, a Justiça Eleitoral colocará em funcionamento 563.910 urnas eletrônicas. Serão utilizados quatro modelos: UE2022, UE2020, UE2015 e UE2013.
As versões mais recentes — UE2022 e UE2020 — representam 77% dos equipamentos. Segundo o TSE, apesar das diferenças de design, os recursos são os mesmos em todas as versões.
A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, em todos os estados e no Distrito Federal. Neste primeiro turno, o eleitorado escolherá candidatos para seis cargos. A sequência começa pelo deputado federal, passa pelo deputado estadual ou distrital, pelas duas vagas de senador, governador e, por último, presidente da República.
Às vésperas da votação, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, divulgou uma nota sobre as eleições. No documento, ele destacou a participação dos mais de 158 milhões de eleitores e o papel da Justiça Eleitoral na organização do pleito.
“Convocamos os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores a exercer o direito ao voto com serenidade, consciência e confiança nas instituições”, afirmou Fachin.
O ministro também ressaltou que o voto é, em sua avaliação, “a expressão máxima da cidadania” e reconheceu o trabalho dos tribunais eleitorais e dos mais de 1,9 milhão de mesárias e mesários envolvidos na eleição.
Com eleitorado maior que o registrado em 2022, mudanças na distribuição regional e uma estrutura de votação que mobiliza centenas de milhares de urnas e seções eleitorais, o Brasil chega ao primeiro turno de 2026 com um dos maiores processos de mobilização eleitoral do mundo.
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