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Baixar áudioSetor produtivo e frentes parlamentares divulgaram um manifesto contra a Portaria Nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego, que exige negociação coletiva para a autorização do trabalho em feriados e domingos. A norma está prevista para entrar em vigor no dia 1º de março.
O documento é assinado pelas Frentes Parlamentares de Comércio e Serviços (FCS) e do Empreendedorismo (FPE), a União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), da qual faz parte a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), e o Instituto Brasileiro de Política e Economia (IBPE).
No texto, as entidades defendem a revogação da portaria sob o argumento de que a medida representa um retrocesso regulatório e impõe entraves ao setor produtivo. “O debate sobre o tema deve ocorrer no âmbito do Congresso Nacional. A modernização da legislação é o caminho para garantir segurança jurídica, previsibilidade e equilíbrio entre a atividade econômica e os direitos trabalhistas”, descreve.
Segundo o presidente da CACB, Alfredo Cotait, a regra interfere na autonomia dos trabalhadores, restringe o comércio em datas estratégicas e prejudica a geração de renda.
“É um retrocesso. Exatamente nos domingos e feriados que os nossos comerciantes, de várias atividades, têm os seus melhores dias para fazer as vendas. Estão todos necessitados de gerar mais renda e vender os seus produtos”, afirmou Cotait.
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Além de ferir a liberdade econômica, a CACB sustenta que a portaria é inconstitucional, por limitar atividades essenciais sem respaldo legal adequado, como explica o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman Cardoso.
“Veja a quantidade de surpresas, de dificuldade que temos para uma estabilidade de normas do Brasil. Entendemos que a portaria tem, inclusive, vícios de legalidade e seria passível de questionamento judicial. Mais uma prorrogação não nos traz estabilidade, precisamos que seja revogada”, reafirmou Trautman.
Editada em novembro de 2023, a Portaria nº 3.665 regulamenta o artigo 6-A, da Lei nº 10.101, de 2000 e determina que estabelecimentos como supermercados, farmácias, lojas e shoppings só poderão funcionar em feriados mediante autorização em convenção coletiva de trabalho — ou seja, com aval formal de sindicatos.
Empresas que descumprirem a norma e abrirem as portas aos domingos ou feriados sem a devida autorização poderão ser autuadas por auditores fiscais do trabalho e ainda responder a ações judiciais movidas por empregados.
Confira o manifesto completo no site da CACB.
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Baixar áudioA Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresentou, na segunda-feira (23), o balanço da Operação Rodovida 2025/2026 — cuja última fase foi a Operação Carnaval 2026. Pelo menos 130 pessoas morreram durante o feriado, enquanto o número de acidentes de trânsito graves aumentou em 8,54% em relação ao ano passado. A maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas. De acordo com a PRF, o Carnaval de 2026 foi o mais violento da década nas estradas brasileiras, mas a Força não deu detalhes sobre qual ano detinha o título anteriormente. No feriado de 2025, a PRF contabilizou 85 mortes nas estradas.
Segundo o balanço da Rodovida 2025/2026, 1.172 pessoas perderam suas vidas em rodovias federais durante os 66 dias de operação. Dentre as vítimas, 514 — 43,93% do total — faleceram em decorrência de acidentes envolvendo veículos de carga, com 288 delas por colisão frontal.
No total, o número de acidentes envolvendo veículos cargueiros durante o período foi de 3.149 casos, o que representa 23,81% de todos os sinistros nas rodovias.
Iniciada em 18 de dezembro de 2025, a Rodovida visava trazer maior segurança nas rodovias de todo o Brasil durante os períodos festivos de maior movimentação nas estradas, o que incluiu as férias escolares e as operações Natal, Ano Novo e Carnaval. Durante esta edição da Rodovida, a PRF flagrou mais de 1,2 milhão de veículos em excesso de velocidade; mais de 58,7 mil ultrapassagens irregulares e mais de 11,1 mil motoristas foram autuados por embriaguez ao volante. Mais de 747 mil testes com o etilômetro foram realizados.
Com dados da PRF e da Agência Brasil.
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Baixar áudioAs micro e pequenas empresas (MPEs) foram responsáveis por 77,9% do saldo de empregos no Brasil desde 2023. É o que revela levantamento do Sebrae, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Nos últimos três anos, o saldo de vagas no país, diferença entre admissões e demissões, foi de 4,4 milhões. Desse total, 3,4 milhões foram gerados por micro e pequenas empresas.
Apenas no acumulado de 2025, o Brasil registrou saldo positivo de 1.279.498 empregos. As MPEs responderam por 80,5% desse total, o segundo melhor desempenho do segmento no período analisado.
Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números reforçam a relevância dos pequenos negócios para a economia nacional. Segundo ele, os resultados refletem o trabalho integrado conduzido pelo governo federal, além de medidas que fortalecem o ambiente de negócios, como a ampliação do acesso ao crédito e políticas de estímulo ao empreendedorismo.
Décio Lima também destacou que, em 2025, a taxa média de desemprego ficou em 5,6%, a menor da série histórica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O mercado de trabalho segue forte, graças, principalmente, aos pequenos empreendedores, cada vez mais apoiados por políticas públicas e acesso facilitado a crédito”, afirmou.
Um dos exemplos citados é o programa Acredita Sebrae, com recursos do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), que alcançou R$ 11 bilhões em crédito assistido no ano passado.
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Baixar áudioO Brasil registra atualmente 88 casos confirmados de mpox em 2026. De acordo com o Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica do Ministério da Saúde (MS), as ocorrências estão distribuídas pelo Distrito Federal (1) e seis estados:
O estado de São Paulo lidera o registro de casos com 62, seguido por Rio de Janeiro, com 15, e Rondônia, com 4. Não há registro de situações graves ou óbitos relacionados a mpox. A pasta aponta que a maioria dos pacientes diagnosticados apresentam sintomas considerados de grau leve a moderado.
A mpox, anteriormente conhecida como “varíola dos macacos”, é uma doença zoonótica viral (transmitida aos seres humanos a partir de animais) causada pelo Orthopoxvirus, da mesma família da varíola.
Desde 2022, o Brasil contabilizou 14.566 notificações, conforme painel de dados do MS atualizado nesta terça-feira (24), com levantamento referente até 20 de fevereiro de 2026. A maior parte dos casos concentrou-se entre 2022 e 2023, quando o mundo enfrentou um surto global, que se espalhou para mais de 120 países e resultou em mais de 100 mil casos.
Ao contrário de outras doenças virais, em que a vacinação é a principal forma de proteção, no caso da mpox, a forma mais eficaz é a prevenção. O MS reforça que é fundamental evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Se a interação for inevitável, recomenda-se o uso de luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.
Entre as orientações estão:
Segundo o ministério, os sintomas da mpox incluem:
A transmissão ocorre principalmente por:
Em caso de infecção, pacientes com suspeita ou confirmação da mpox devem cumprir isolamento imediato e evitar o compartilhamento de objetos pessoais até o fim do período de transmissão.
Em 2022, o antiviral tecovirimat (TPOXX), desenvolvido originalmente para tratar a varíola, foi aprovado para auxiliar no manejo da mpox. Apesar disso, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) ressalta que não há tratamento específico para a infecção.
Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem por conta própria. O cuidado clínico deve priorizar o alívio das manifestações, a prevenção de complicações e a redução de possíveis sequelas. Entre as recomendações estão:
A estratégia de vacinação do Ministério da Saúde prioriza pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença. Entre os grupos contemplados na imunização pré-exposição estão:
Já na vacinação pós-exposição, a recomendação é para indivíduos que tiveram contato direto com fluidos ou secreções de casos suspeitos, prováveis ou confirmados.
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Copiar o textoO concurso 2976 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (24/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
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| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3620 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (24/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.210.579,73. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Curitiba (PR), Mogi das Cruzes (SP) e São Bernardo do Campo (SP).
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3621, que será realizado na quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 1.800.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
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15 |
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De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioO Autódromo Internacional Ayrton Senna, de Goiânia (GO), vai receber pilotos convidados em evento-teste no dia 28 de fevereiro para avaliar o funcionamento da nova estrutura. O encontro ocorre antes do Grande Prêmio do Brasil de Motovelocidade (MotoGP) 2026, que será realizado no espaço entre 20 e 22 de março.
O circuito goiano já está com mais de 90% das obras concluídas para receber o MotoGP, considerado uma das principais competições do motociclismo mundial. Após 22 anos, a etapa marcará o retorno do mundial de motovelocidade ao Brasil.
A previsão é de que o evento-teste não tenha público, já que o objetivo é verificar as alterações e melhorias promovidas pela reforma com a presença de técnicos da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Os agentes devem homologar a pista para a realização da etapa brasileira da competição.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ressaltou o pioneirismo de Goiânia ao sediar o MotoGP e reforçou a importância da reestruturação do espaço para receber o mundial.
“Goiás vai ser o único estado, em toda a América Latina, que vai sediar o MotoGP. Então, nos dias 20 a 22 de março, teremos aqui em Goiânia esse grande evento que é solicitado pelo Brasil todo, que queria ver de volta esse grande evento que há muitos anos nós não assistimos no Brasil”, salientou Caiado.
O secretário de Esporte e Lazer, Nilton Moreira, vistoriou o local e garantiu que a reconstrução vai fazer com que a capital goiana conte com uma estrutura de alto padrão. Além disso, destacou o potencial do espaço para receber outros torneios.
Segundo Nilton Moreira, as intervenções realizadas agregam itens de tecnologia e segurança que podem tornar o autódromo de Goiânia apto a receber, além da MotoGP, outras competições mundiais de velocidade
“Estamos com expectativas de que grandes eventos venham para cá. Com certeza, pela magnitude das intervenções que estão sendo feitas, teremos a possibilidade de ter eventos que vão surpreender a todos. O autódromo hoje tem condição de receber essas competições por conta do nível de segurança que foi implementado, com uma reconstrução. Com certeza, esses eventos vão ter interesse em vir para Goiás. Nós vamos ser um competidor acirrado com o Interlagos”, disse o secretário.
A reforma do Autódromo de Goiânia contou com R$ 250 milhões de investimento do Governo de Goiás.
As intervenções abrangem desde a modernização da pista, que foi alargada em trechos estratégicos, bem como a atualização das áreas de segurança. Os espaços foram modificados com a reestruturação das caixas de brita, implantação de tecnologia e sistemas técnicos exigidos para a realização da competição na capital.
“Nós vamos receber aqui milhares e milhares de pessoas desse Brasil todo e de outros países também, que são apaixonados pelo MotoGP”, reforçou Caiado.
A infraestrutura do complexo está quase concluída. A torre de controle e os blocos operacionais estão prontos. Já a montagem das arquibancadas e das áreas temporárias de apoio ao público já estão em andamento, ou seja, a reconstrução está na reta final da preparação para o evento internacional.
Nos dias de evento, o tráfego no local contará com o plano de mobilidade voltado a garantir o fluxo adequado de trânsito, com vistas a evitar intercorrências.
Copiar o textoO concurso 3619 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (23/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 5 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 888.751,35.
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3620, que será realizado na terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 6.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioCom o intuito de fortalecer a presença do Brasil em cadeias produtivas estratégicas e ampliar parcerias internacionais, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) tem buscado intensificar o diálogo com países-chave no setor de minerais críticos.
Nesse contexto, a Diretora de Negócios da Agência, Ana Repezza, participou do evento “Indian Critical Minerals Landscape: Foundation for a Sustainable Future”, em Nova Deli.
“É uma cooperação importante que surge aqui e que a gente espera ter resultado já no curto prazo com o anúncio de investimentos e demais projetos de investimentos nesse tema tão estratégico que são os minerais críticos, em que o Brasil tem uma competência, uma competitividade muito forte. São investimentos sustentáveis”, destaca.
O encontro debateu o papel estratégico dos minerais críticos na transição energética, na segurança industrial e na construção de cadeias globais mais resilientes.
Para a ApexBrasil, é necessário que investimentos no setor sejam voltados não apenas à exportação de bens primários, mas também à construção de cadeias de valor no território nacional e desenvolvimento de indústrias de ponta, como a de imãs e baterias, por exemplo.
Atualmente, o Brasil ocupa posição central nesse setor, com uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo e abundância de recursos como lítio, nióbio, grafite, terras raras e manganês. Isso combina ativos naturais, capacidade tecnológica e compromisso com a sustentabilidade.
Em novembro de 2025, a ApexBrasil, em parceria com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), apresentou o catálogo de investimentos em projetos de mineração no Brasil. O documento foi divulgado durante a sessão especial “Brasil como Parceiro Estratégico para Cadeias de Valor Sustentáveis em Matérias-Primas Críticas”, realizada no evento Raw Materials 2025.
O catálogo expõe 10 projetos destinados a atrair investimentos estrangeiros no setor de mineração, com um potencial total de cerca de US$ 7 bilhões nos próximos anos.
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As iniciativas focam na exploração e no beneficiamento sustentável de minerais críticos e estratégicos, incorporando estratégias de descarbonização e sustentabilidade como elementos centrais.
Segundo Ana Paula Repezza, alguns projetos foram apresentados a stakeholders e investidores europeus. “Essa cooperação é importante e esperamos resultados promissores para o país, com todo o suporte da União Europeia para reduzir riscos de investimento no Brasil”, afirmou.
A demanda por minerais estratégicos essenciais à transição energética deve aumentar significativamente nas próximas décadas, segundo o estudo “O papel do Brasil na Agenda Global de Minerais Críticos e Estratégicos".
Entre os destaques estão quatro terras raras — neodímio (Nd), praseodímio (Pr), disprósio (Dy) e térbio (Tb) — usadas na fabricação de ímãs permanentes para motores elétricos, geradores eólicos e outros equipamentos sustentáveis.
As projeções apontam que o consumo global desses quatro elementos deve atingir aproximadamente 70 toneladas até 2030, chegando a aproximadamente 4,3 mil toneladas em 2045 e acumulando 12,8 mil toneladas entre 2025 e 2050.
O estudo também traz cenários relacionados ao urânio, ligado principalmente à geração nuclear de energia. A demanda estimada do combustível é de 446 toneladas em 2025, aumentando para cerca de 910 toneladas a partir de 2040, valor que se mantém até 2050. No horizonte de 2025 a 2050, a demanda total acumulada de urânio deve alcançar 4,7 mil toneladas.
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Baixar áudioApós abertura comercial recente, o Brasil embarcou a primeira carga de grãos secos de destilaria – (DDG - Distillers Dried Grains) para a China. A mercadoria é coproduto da produção de etanol de milho e tem ganhado relevância no mercado internacional.
A carga possuía cerca de 62 mil toneladas do produto e saiu do Porto de Imbituba (SC), no dia 14 de fevereiro.
Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a operação marca um avanço nas atividades exportadoras brasileiras, considerando que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho. Em 2024, o país exportou cerca de 791 mil toneladas do insumo. No mesmo ano, a China importou mais de US$ 66 milhões em produtos provenientes do milho, destinados à alimentação animal.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), apontam que o Brasil exportou 879,3 mil toneladas de DDG e DDGS (Distiller's Dried Grains with Solubles) para 25 mercados – o que representa uma alta de 9,77% em relação a 2024. Conforme o Mapa, o resultado fortalece os chamados Brazilian Distillers Grains como importantes vetores que agregam valor à cadeia do milho e da bioenergia.
A indústria de etanol de milho projeta a produção de quase 10 bilhões de litros de etanol para a safra 2025/2026. O avanço deve ser acompanhado pelo aumento na oferta de coprodutos derivados do processamento de grãos.
“A combinação entre abertura de novos mercados e ampliação da capacidade produtiva reforça o papel do Brasil como fornecedor confiável e competitivo na cadeia global de nutrição animal e bioenergia”, informou o Mapa em nota oficial.
DDG é a sigla em inglês para Distillers Dried Grains (grãos secos de destilaria). No Brasil, 13 estabelecimentos foram autorizados a exportar DDG para a China, após avaliações técnicas. As inspeções verificaram boas práticas de fabricação, controles de segurança, rastreabilidade e outros requisitos exigidos pelas autoridades chinesas para garantir a qualidade do produto.
Já o DDGS (Distiller’s Dried Grains with Solubles, ou Grãos de Destilaria Secos com Solúveis) é um subproduto da produção de etanol semelhante ao DDG, mas com a incorporação dos resíduos solúveis resultantes do processo de fermentação, que são secos em conjunto com o material sólido tornando o insumo mais rico em proteína e energia.
O processo de registro pelo Mapa, bem como a habilitação e inspeção das plantas produtoras interessadas em acessar o novo mercado, começou após a assinatura do protocolo sanitário bilateral.
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