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Baixar áudioNo Dia Mundial da Água, comemorado neste domingo (22), a sociedade é convidada a refletir sobre a gestão consciente e a preservação do recurso mais importante do planeta. A celebração é marcada por entregas concretas do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) na missão de levar água e dignidade às regiões mais necessitadas do país, transformando a escassez hídrica em um cenário de desenvolvimento e esperança.
“A segurança hídrica é um dos maiores desafios do nosso tempo. Em um cenário de mudanças climáticas cada vez mais intensas, garantir água em quantidade e qualidade para a população significa proteger vidas, fortalecer a produção, reduzir desigualdades e promover desenvolvimento sustentável. No MIDR, trabalhamos para que a água seja um instrumento de resiliência, adaptação e dignidade para todos os brasileiros”, destaca o secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira.
Carro-chefe da pasta, o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil, garante o abastecimento de mais de 12 milhões de pessoas em quatro estados do Nordeste e segue avançando. Obras complementares, como o Ramal do Apodi, no Rio Grande do Norte, e o Ramal do Salgado, no Ceará, já ultrapassam os 91,9% e 40% de execução, respectivamente.
As estruturas seguem o cronograma de expansão para assegurar que as águas do Velho Chico alcancem novos perímetros irrigados e reservatórios estratégicos ainda neste ano. Além de intervenções estruturais contínuas em Estações de Bombeamento (EBIs), diques e galerias, foi iniciado o processo pra duplicação do bombeamento do Eixo Norte.
Complementando as grandes ações do MIDR, o Programa Água Doce (PAD) destaca-se como uma das iniciativas de maior impacto social e inovadoras da pasta, focada em comunidades rurais isoladas do semiárido. Por meio de sistemas de dessalinização de alta tecnologia, o programa transforma água salobra em água potável de excelente qualidade, promovendo saúde e segurança alimentar. Entre 2023 e 2026, o Água Doce ultrapassou o número de 1200 sistemas em operação, alcançando a marca de 307 mil família atendidas.
“Água potável é dignidade, saúde e condição básica para o desenvolvimento. Com o Água Doce, o Governo Federal cumpre seu papel de promover justiça social e garantir segurança hídrica para quem mais precisa”, afirma o ministro do MIDR, Waldez Góes. A meta da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), pasta vinculada ao MIDR, é consolidar a gestão comunitária desses sistemas, capacitando os próprios moradores para que a tecnologia se torne um patrimônio local de resiliência hídrica.
Para garantir que toda essa infraestrutura cumpra seu papel a longo prazo, o MIDR investe simultaneamente na Revitalização de Bacias Hidrográficas, iniciativa que atua na base do problema, ao promover a recuperação de nascentes e o controle de processos erosivos. Atualmente, o MIDR coordena projetos que somam 1,65 bilhão em investimentos voltados ao tema.
Dados da SNSH apontam que, nos últimos anos, houve um aumento nas parcerias com consórcios públicos e estados para o plantio de matas ciliares e a implementação de barragens subterrâneas. Essas ações protegem o solo e aumentam a infiltração de água no lençol freático.
Ao integrar a engenharia pesada do PISF, a tecnologia social do Água Doce e a preservação ambiental das bacias, além de dezenas de outras iniciativas, o MIDR celebra este 22 de março reafirmando que a água é, acima de tudo, uma política de integração nacional e justiça social.
Copiar o textoBenefício de R$ 7,3 mil será pago pelo Governo Federal às vítimas das fortes chuvas
Baixar áudioO site do Auxílio Reconstrução, benefício que vai garantir R$ 7,3 mil às vítimas das fortes chuvas que atingiram as cidades de Ubá e Juiz de Fora, na região da Zona da Mata, em Minas Gerais, entrou em operação nesta terça-feira (17) e já pode ser acessado pelas prefeituras para dar início ao processo. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), ficará responsável pela execução do auxílio.
Conforme prevê a Medida Provisória 1.338, de 6 de março de 2026, o apoio financeiro será destinado a famílias residentes em áreas efetivamente atingidas pelo desastre, com registro de dano material ou perda de bens, em municípios da Zona da Mata mineira com o estado de calamidade pública reconhecido pelo MIDR até a data da MP.
O benefício será pago por família e em parcela única pela Caixa Econômica Federal por meio de conta poupança social digital, de abertura automática em nome do beneficiário, ou outra conta em nome do beneficiário na mesma instituição financeira, sem que o banco possa realizar descontos ou compensações de dívidas anteriores sobre esse valor. Apenas um integrante da família poderá receber a quantia.
De acordo com a medida, são consideradas áreas efetivamente atingidas pelo desastre aquelas que foram parcial ou integralmente inundadas ou danificadas pelas enxurradas ou deslizamentos de terra. Além disso, a concessão do auxílio vai depender da verificação das informações encaminhadas pelo governo municipal a respeito das vítimas com direito ao benefício e da autodeclaração do responsável familiar.
As prefeituras são responsáveis por cadastrar as famílias no sistema do Auxílio Reconstrução, informando os dados de todos os integrantes e o o endereço completo da residência. A Dataprev fará o processamento das informações para viabilizar o pagamento. Após a habilitação do requerimento no sistema, o responsável familiar deverá acessar a plataforma para confirmar as informações constantes do cadastro. Somente após essa confirmação será autorizado o pagamento pela CAIXA. Além disso, o auxílio não será considerado renda para fins de acesso ou manutenção de benefícios como o Bolsa Família e o BPC.
Copiar o textoVejas os mitos e verdades sobre o tratamento das olheiras
Baixar áudioVocê dormiu bem, mas continua ouvindo que está com cara de cansado? A responsável pode ser aquela marquinha escura abaixo dos olhos: a olheira.
“A pele das pálpebras é até 5 vezes mais fina que o resto do rosto, o que deixa vasos e pigmentos mais visíveis”, explica a dermatologista Dra. Paula Sanchez (CRM: 144.418/SP | RQE: 45.449).
Os tratamentos variam conforme o tipo: preenchimento com ácido hialurônico, clareadores, lasers ou luz intensa pulsada. Pepino gelado? Pode ajudar momentaneamente, mas para resolver de verdade, o ideal é consultar um dermatologista.
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Baixar áudioCom obras em ritmo acelerado e metas de entrega já definidas, a ampliação da capacidade de bombeamento do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) entra em uma fase decisiva. A iniciativa é essencial para garantir o funcionamento de novos trechos e evitar gargalos no sistema. Nesta quinta-feira (19), uma comitiva do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) visitou as frentes de trabalho para acompanhar a evolução dos serviços.
O secretário executivo do MIDR, Walder Ribeiro, o coordenador de Projetos Estratégicos, Bruno Cravo, e o secretário nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, estiveram na Estação de Bombeamento 3 (EBI-3), no Eixo Norte. A agenda incluiu ainda inspeções nas obras dos ramais do Apodi e do Salgado e no Reservatório Hilton Temóteo de Melo, em Jati (CE). A equipe técnica verificou a execução das intervenções, a aplicação dos recursos e a chegada de tubos e equipamentos, que já representam cerca de 20% do contrato.
Segundo Bruno Cravo, esse acompanhamento frequente é essencial para garantir a continuidade das obras. “É muito importante essa visita técnica no Eixo Norte, com a presença do secretário nacional de Segurança Hídrica e do secretário executivo, que cuida do orçamento do Ministério. Verificar a aplicação dos recursos e a importância deles para a sustentabilidade do empreendimento é fundamental, especialmente neste momento em que entregamos a primeira etapa da ampliação”, afirmou. Ele destacou ainda que os ramais do Apodi e do Salgado, com entregas previstas para este ano e para o primeiro semestre de 2027, dependem diretamente da duplicação da capacidade de bombeamento para assegurar sua operação.
O ritmo acelerado das obras e os impactos diretos para a população foram destacados pelo secretário executivo Walder Ribeiro. “Estamos dando sequência ao que foi iniciado no ano passado pelo presidente Lula, quando foi dada a ordem de serviço para a ampliação da capacidade de bombeamento. São três estações no PISF, com investimento em torno de R$ 500 milhões”, explicou.
Sobre o Ramal do Apodi, o secretário executivo destacou a evolução recente. “No governo anterior, a obra avançou cerca de 10%. Só no ano passado, avançamos 22%. Hoje, o canteiro conta com mais de mil profissionais e cerca de 200 equipamentos. A previsão de conclusão total é fevereiro de 2027”, afirmou.
A ampliação da capacidade de bombeamento também trará benefícios diretos ao Ramal do Salgado, no Ceará, e ao próprio Apodi, no Rio Grande do Norte. “Essa duplicação vai melhorar a vida de agricultores e pescadores, levar irrigação e água potável. Obras dessa dimensão significam dignidade, geração de emprego e renda para a população do Nordeste”, concluiu Walder Ribeiro, ao destacar a integração dessas ações com outras políticas públicas do MIDR no âmbito do PAC.
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Baixar áudioMicrocrédito. Uma palavra, significados diferentes para quem contrata. Para a agricultora Rosiane Peixoto, 44, é a oportunidade de construir um poço, criar um sistema de irrigação e viver com mais dignidade na chácara onde mora no Projeto de Assentamento Ressaca, em Altamira (PA). “Nós pegamos água do igarapé. Quero furar um poço lá e comprar uma bomba para mandar a água lá para casa, porque é uma ladeira. Não tem água lá em cima”, conta.
Rosiane cultiva os frutos típicos do Pará: açaí e cacau. Com o avanço da idade, a produtora rural sente cada vez mais necessidade de facilitar os meios de obter renda junto ao esposo, já que os dois filhos moram em Altamira para estudar. Ela é uma das centenas de pessoas que compareceram, nesta quarta-feira (18), ao Mutirão de Microcrédito Rural promovido pela prefeitura de Altamira em parceria com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), a Caixa Econômica Federal e o Banco da Amazônia.
O evento, sediado no Centro de Eventos Vilmar Soares, reuniu uma série de instituições que prestam serviços relacionados à obtenção do Microcrédito Pertinho da Gente, iniciativa do MIDR. Para que os interessados resolvessem tudo no mesmo lugar, estavam disponíveis guichês de atendimento para emissão de documentos de registro profissional, encaminhamento de regularização ambiental, além de orientação sobre linhas de crédito e abertura de propostas de financiamento.
Rosiene emitiu o documento no balcão da Emater/PA e já seguiu para a fila de atendimento da Caixa, onde fez seu primeiro contrato de crédito no valor de R$ 15 mil. Além da taxa de juros diferenciada, de 0,5% ao ano e o bônus de adimplência que pode chegar a 40% do valor do empréstimo, uma das condições que facilitou o acesso da produtora rural ao microcrédito é a isenção de apresentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). “Isso ajuda, porque seria um empecilho para a gente estar aqui. Como eu tenho essa autorização do INCRA para usar a terra, já serviu. Já faz mais de 20 anos (que eu moro naquela propriedade) também”, comenta.
O agricultor Jerônimo Krauzer Beltz, 54, cruzou o Rio Xingu de balsa e pernoitou na cidade para garantir sua participação nas palestras do primeiro dia do evento. Assim como Rosiane, ele emitiu em poucas horas o CAF e estruturou sua primeira proposta de crédito, no valor de R$ 12 mil. Para o morador do Assentamento Assurini, a concentração de serviços em um único local foi o diferencial para quem vive o isolamento da zona rural. “Buscar desses documentos é muito dificultoso para quem mora na roça, ter tudo aqui no mesmo lugar foi maravilhoso”, pontuou.
Com o recurso em mãos, o foco de Jerônimo é modernizar a lavoura de cacau, sua única fonte de renda. Ele pretende instalar um sistema de irrigação alimentado por energia fotovoltaica para que a produção se mantenha estável mesmo durante o rigoroso verão amazônico. “O cacau é o que me importa, é o que tem valor. Com as placas solares, economizo na luz e consigo produzir mais para pagar o investimento lá na frente”, explicou.
Garantir a inclusão de pequenos agricultores na política de crédito do Governo Federal foi um dos pontos levantados pelo secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, na abertura das atividades na terça-feira (17). “Estamos aqui para dizer, em nome do Governo Federal que essa parceria com estados e municípios é para que todos consigam alcançar esse direito. Estamos aqui para dizer que não vai faltar recurso. O MIDR aprovou mais de R$ 1 bilhão para microcrédito destinado à agricultura familiar na Amazônia, e isso quer dizer que todo mundo vai ter oportunidade de acessar. Quem tem dificuldade, muitas vezes, de chegar à cidade, nós vamos até vocês”, afirmou.
Somando as operações realizadas pela Caixa e pelo Banco da Amazônia, o estado do Pará já movimentou cerca de R$ 240 milhões em microcrédito para agricultura familiar. Somente o município de Altamira, o maior em extensão territorial no país, foram alocados R$ 68 milhões em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).
A prefeitura de Altamira foi a primeira a promover um mutirão de microcrédito. O prefeito, Loredan Mello, destacou que a iniciativa tem como objetivo fortalecer a bioeconomia e o desenvolvimento econômico e social na região. “O MIDR tem sido bastante presente em Altamira. Não podemos aceitar que o maior município do país ainda tenha muitas pessoas abaixo da linha da pobreza. Não vai ter muita alternativa se nós não estimularmos a receita e a geração de renda no município através da produção”, ressaltou.
Copiar o textoPagamentos a estados e municípios somam mais de R$ 2,5 bilhões
Baixar áudioO Ministério da Cultura concluiu os pagamentos do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.
Os repasses somam mais de dois bilhões e meio de reais destinados a estados e municípios para o fortalecimento das atividades culturais em todo o país.
Com a liberação dos pagamentos, artistas, produtores, coletivos e espaços culturais passam a contar com mais investimento para desenvolver projetos.
Os recursos também ajudam a movimentar a economia criativa e gerar emprego e renda no setor cultural brasileiro.
Alguns estados e municípios ainda precisam realizar ajustes cadastrais e adequações nos Planos de Aplicação dos Recursos.
O cumprimento de todas as etapas é necessário para garantir o alinhamento das propostas com os objetivos da Política Aldir Blanc.
O Ministério da Cultura trabalha para que os repasses dos estados e municípios que ainda necessitam fazer ajustes sejam concluídos o mais rápido possível.
A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é considerada um marco nas políticas públicas de incentivo ao setor cultural.
Implementado pelo MinC em 2023, a política segue ampliando o acesso aos recursos de fomento e fortalecendo a produção criativa em todas as regiões do Brasil.
A Política Nacional Aldir Blanc prevê recurso anual máximo de R$ 3 bilhões para estados e municípios.
Para mais informações, acesse o site do MinC.
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Baixar áudioA cultura brasileira é gigante e os números comprovam a força e a potencialidade do setor.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostram que o setor cultural reúne cerca de 5,9 milhões de trabalhadores no país. Isso representa 5,8% de toda a força de trabalho nacional.
Somente em 2023, as atividades culturais somaram R$ 910,6 bilhões em receita líquida, e geraram R$ 387,9 bilhões em valor adicionado à economia.
E se você já ouviu falar do Produto Interno Bruto brasileiro, o principal indicador que mede a atividade econômica do país, saiba que a cultura representa o equivalente a 3% do PIB do Brasil.
Os dados comprovam o esforço do Ministério da Cultura em mostrar para a população a importância do fazer cultural de cada trabalhador do setor. Comenta a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
“Nós estamos apostando muito nisso, nessa compreensão. Cultura para além de todas as simbologias que ela tem, ela tem também a economia. E é disso que a gente precisa também ascender mais essa visão, essa percepção de que o Brasil tem esse grande tesouro, essa grande máquina de gerar também a economia.”
Os números foram apresentados durante evento do Ministério da Cultura, com base no Sistema de Informações e Indicadores Culturais, produzido pelo IBGE.
O levantamento mostra ainda que o Brasil possui 644 mil empresas culturais formalizadas, responsáveis por 2,6 milhões de empregos com carteira assinada. A remuneração média no setor é de R$ 4.658, acima da média nacional.
Os resultados confirmam a potência do setor cultural na economia e ampliam as formas de atuação do Ministério da Cultura, destaca a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão.
“Ao termos esses números, passamos a ter cada vez mais capacidade de formular políticas para formar os criativos. Nós sabemos a dificuldade desses criativos no que diz respeito à formalização e a criação de negócios.”
Outro dado importante chama a atenção. Os profissionais da cultura têm maior escolaridade que a média da economia. Mais de 30% possuem ensino superior completo.
O estudo também aponta transformações significativas, como o crescimento das atividades culturais ligadas à internet, às mídias digitais e à publicidade.
Cerca de 90% da população com mais de 10 anos utiliza a internet, principalmente pelo celular, para assistir a vídeos, ouvir música e podcasts e ler conteúdos digitais.
Os números reforçam o que o dia a dia já mostra. Em todas as partes do Brasil, a cultura também é economia, identidade e futuro, afirma a secretária Cláudia Leitão.
“A economia criativa enquanto possibilidade de desenvolvimento, ela se dá em todas as regiões brasileiras.”
Copiar o textoAlteração foi anunciada nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Cultura e a Comissão Organizadora
Baixar áudioO maior encontro dos Pontos de Cultura do Brasil já tem nova data para acontecer.
A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura será realizada de 19 a 24 de maio de 2026, no município de Aracruz, no Espírito Santo.
Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a Teia reúne agentes culturais, povos tradicionais, sociedade civil e gestores públicos de todas as regiões do país.
O principal objetivo da 6ª Teia Nacional é fortalecer a participação social e a articulação da Política Nacional de Cultura Viva.
A mudança da data anunciada pelo Ministério da Cultura e pela Comissão Organizadora visa garantir melhores condições para a realização de toda a programação.
A Teia Nacional conta com articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil na organização do evento.
O MinC reforça que a etapa de mobilização já foi concluída e segue com os prazos mantidos para o envio dos relatórios.
Os 26 estados do Brasil e o DF realizaram seus fóruns e Teias estaduais ao longo dos últimos meses em preparação para a edição nacional.
A Teia 2026 também marca um momento histórico: A retomada do evento após 12 anos, e a realização, primeira vez, em território indígena capixaba.
A programação prevê interação direta com 12 aldeias das etnias Tupiniquim e Guarani, comunidades quilombolas da região e a rede local de Pontos e Pontões de Cultura.
Em breve, o MinC vai abrir o credenciamento para os participantes do evento.
A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura vai acontecer de 19 a 24 de maio de 2026. E é uma realização do Ministério da Cultura, em parceria com o Governo do Espírito Santo, a Prefeitura de Aracruz e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail: teia2026@cultura.gov.br ou acesse o site e clique no banner da 6ª Teia.
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Baixar áudioO cinema brasileiro conquistou três prêmios no Festival Internacional de Cinema de Berlim, na Alemanha. A Berlinale é um dos principais eventos do audiovisual mundial.
O filme ‘Feito Pipa’, de Allan Deberton, venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri Internacional. ‘Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha’, de Janaína Marques, recebeu o prêmio do júri de leitores. E ‘Narciso’, de Marcelo Martinessi, foi eleito Melhor Filme pela Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Dez filmes brasileiros foram exibidos no Festival de Cinema de Berlim. / E nove receberam investimentos de políticas públicas federais. Como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc.
Os investimentos somam cerca de 12 milhões e 900 mil reais via Fundo Setorial do Audiovisual e 7 milhões e 600 mil reais por meio da Lei do Audiovisual.
A secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, destacou a recepção do público internacional.
“Esses dias aqui eu tenho visto a sala cheia para ver o cinema brasileiro e as pessoas saindo emocionadas e essas três dimensões estão muito contentes com o bom momento do cinema brasileiro, com o bom momento do audiovisual brasileiro. Mas eu preciso dizer que isso não é por acaso. Isso é fruto de continuidade, de capacidade instalada.”
Durante o festival, a secretária do MinC também cumpriu agenda institucional. / Joelma Gonzaga participou de encontros com delegações, de eventos estratégicos e estreias que contaram com profissionais brasileiros.
O apoio às delegações dos dez filmes brasileiros presentes no festival foi realizado de forma conjunta pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, pela Embaixada do Brasil em Berlim e pelo Instituto Guimarães Rosa, do Ministério das Relações Exteriores.
A participação brasileira durante o Festival Internacional de Cinema de Berlim reforça a atuação integrada do Governo do Brasil na promoção internacional do país e o audiovisual como vetor cultural e econômico do Brasil.
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Baixar áudioO Brasil acaba de dar um passo histórico para proteger sua cultura.
Pela primeira vez, o país terá um Plano Nacional de Patrimônio Cultural (PNPC).
O documento foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, entidade vinculada ao Ministério da Cultura.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes destaca a importância em valorizar o patrimônio cultural do Brasil.
“Patrimônio cultural, material e imaterial é um dos maiores bens que o país pode ter. Guardar a memória, a identidade, a diversidade e os saberes dos múltiplos grupos formadores do povo brasileiro é a gente ter um norte, é a gente ter uma cara, é a gente ter uma representação, é a gente ter uma alma.”
O Plano define objetivos e estratégias para orientar, pelos próximos 10 anos, as políticas de preservação do patrimônio cultural brasileiro.
A expectativa é criar mecanismos de reconhecimento e remuneração para aqueles que são detentores do patrimônio cultural, como os mestres e mestras de saberes tradicionais.
Entre as medidas estão bolsas, prêmios, vínculos formais de trabalho e ações que incentivem a transmissão desses saberes para as novas gerações.
O documento também prevê a proteção para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
Além do apoio à preservação de centros históricos e ampliação da participação social nas políticas de patrimônio.
O MinC defende que o patrimônio brasileiro possui imenso valor simbólico e é também elemento estratégico de progresso. Afirma a ministra Margareth.
“É com essa visão que trabalhamos no Ministério da Cultura, que o patrimônio também é direito e desenvolvimento, gera trabalho, renda, movimenta a economia e impulsiona o turismo e contribui para redução de desigualdades.”
Com participação do poder público e da sociedade civil, o Plano Nacional de Patrimônio Cultural busca valorizar quem mantém viva a cultura do país.
Depois de ser publicado oficialmente, MinC e Iphan começam a implementação das ações que devem orientar a preservação da cultura brasileira na próxima década.
Para mais informações, acesse o site.
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