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Baixar áudioNeste episódio, a Endocrinologista Dra. Manuela Rocha (CRM: 124.995/ SP) explica sobre envelhecimento dos ossos.
Os ossos são estruturas vivas e dinâmicas, que se renovam constantemente e exercem funções necessárias, como sustentar o corpo, proteger órgãos e armazenar minerais essenciais, como o cálcio. Para manter a saúde óssea, é importante ter uma alimentação rica em cálcio, praticar exercícios físicos regularmente e tomar sol de forma moderada para a produção de vitamina D.
Com o envelhecimento, a perda de massa óssea é natural, e a osteoporose pode surgir — uma doença silenciosa que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas, principalmente em mulheres após a menopausa e idosos. Como geralmente só é descoberta após uma fratura, a prevenção é fundamental.
Cuidar dos ossos é cuidar da independência, mobilidade e qualidade de vida. Em caso de dúvidas, procure seu médico.
Veja ao vídeo com a explicação do especialista:
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Copiar o textoA gordura abdominal é mais perigosa do que você imagina
Baixar áudioVocê tem gordura na barriga e já tentou de tudo para perdê-la? Essa famosa “barriguinha de pai” pode parecer inofensiva, mas é um fator de risco importante para várias doenças.
“A gordura visceral é altamente inflamatória e pode causar resistência à insulina, diabetes, colesterol alto, acúmulo de gordura no fígado, pressão alta, infarto e até derrame”, explica o endocrinologista Dr. Márcio Aurélio Silva Pinto (CRM: 112.092/SP | RQE: 29.169).
Mesmo quem não é obeso pode estar em risco. Essa gordura também está associada a alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas, como a demência.
A boa notícia é que dá para mudar esse cenário com dieta equilibrada, exercícios (musculação + aeróbico) e acompanhamento profissional. Se mesmo com hábitos saudáveis o problema persistir, procure ajuda especializada. Cuidar da saúde é sempre o melhor caminho.
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Copiar o textoVeja dicas rápidas de como evitar
Baixar áudioNo Brasil, uma em cada três pessoas já teve ou tem algum tipo de parasitose intestinal. Infecção por vermes é mais comum do que se imagina e pode causar desde diarreia, náuseas e cólicas até perda de peso e fadiga persistente.
“Os sinais de alerta mais frequentes são alterações intestinais, coceira anal à noite, vermes nas fezes, cansaço fora do normal e até náuseas frequentes”, explica a gastroenterologista Dra. Mayra Marzinotto (CRM: 124.994/SP | RQE: 51.686).
A transmissão ocorre por água ou alimentos contaminados, contato com animais ou até pela pele. Para prevenir, lave bem as mãos, higienize os alimentos, beba água potável, evite carne malcozida e cuide da saúde dos pets. Diante de sintomas suspeitos, procure um médico e nunca se automedique.
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Copiar o textoVeja como saber se você tem alergia alimentar
Baixar áudioA alergia alimentar afeta até 10% das pessoas e acontece quando o sistema imunológico reage de forma exagerada a alimentos inofensivos. É mais comum na infância e a maioria supera com o tempo.
“Os sintomas mais comuns são manchas vermelhas na pele, inchaço nos olhos ou lábios, cólicas, vômitos e diarreia logo após a ingestão de certos alimentos”, explica o Alergista e Imunologista Dr. Marcelo Aun, (CRM: 117.190/SP | RQE: 34.062).
Em bebês, fique atento a dor de barriga frequente, dificuldade para ganhar peso e diarreia persistente. O principal sinal é a relação direta entre os sintomas e o alimento. Se houver falta de ar e dor abdominal intensa junto com lesões na pele, pode ser anafilaxia, um quadro grave que exige atendimento imediato.
O diagnóstico correto é essencial.
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Copiar o textoSaiba qual o impacto da saúde bucal na saúde do coração
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Baixar áudioA endocardite é uma infecção que atinge o revestimento interno do coração ou as válvulas cardíacas, geralmente causada por bactérias, mas também pode ser provocada por fungos. Ela ocorre quando esses micro-organismos entram na corrente sanguínea e se alojam em áreas já danificadas do coração.
Entre os fatores de risco estão: má higiene bucal, procedimentos dentários, doenças de pele, uso de cateteres ou agulhas, além de tatuagens e piercings sem os cuidados adequados.
Os sintomas podem incluir febre, calafrios, cansaço, perda de apetite, inchaço nas pernas e manchas vermelhas na pele. Em casos mais avançados, pode causar insuficiência cardíaca, afetar rins, provocar AVC ou até infarto intestinal.
O diagnóstico é feito com exames de sangue, imagem do tórax, ecocardiograma e avaliação clínica. O tratamento costuma ser feito no hospital com antibióticos por um período prolongado. Em alguns casos, pode ser necessária cirurgia.
Para prevenir, mantenha uma boa higiene bucal, avise seu médico antes de procedimentos invasivos e cuide da saúde do seu coração. Na dúvida, procure um cardiologista.
Copiar o textoRemédios que podem influenciar e como manter o controle
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Baixar áudioAlguns medicamentos podem contribuir para o ganho de peso. Entre eles estão:
Mas, atenção: isso não significa que, ao tomar essas medicações, a pessoa, necessariamente, vai engordar. “Nunca suspenda um remédio por medo de ganhar peso sem antes conversar com o seu médico”, orienta o endocrinologista Rafael Pergher (CRM: 116.112/ SP).
E para quem já emagreceu, manter o peso exige atenção constante. Algumas dicas essenciais são:
Lembre-se: cuidar do peso é cuidar da saúde como um todo. Se tiver dúvidas, procure orientação médica.
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Baixar áudioO Ministério do Turismo realiza, neste sábado (9), o último dia da 10ª edição do Salão do Turismo, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). Com entrada gratuita e abertura dos portões ao público a partir das 11h40, o evento reúne as potencialidades turísticas dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências culturais, gastronomia, artesanato, qualificação profissional e geração de negócios.
SAIBA MAIS: https://www.gov.br
Copiar o textoSaiba como evitar o aumento de peso com a idade
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Baixar áudioAlgumas pessoas sentem que ganham peso mais fácil do que antes. Mas, o Dr. Márcio Aurélio Silva Pinto, conta que “o metabolismo só começa a diminuir de verdade após os 60 anos, cerca de 0,7% ao ano”.
Evite ultraprocessados e controle a gordura abdominal.
Envelhecer bem é possível. Cuide-se!
Copiar o textoSaiba o que o sono diz sobre a sua saúde
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Baixar áudioDormir bem é essencial para a saúde física e mental. Segundo o Dr. George Pinheiro, Médico do sono (CRM: 148.272/ SP), "o sono está diretamente relacionado ao controle do apetite, à imunidade, à consolidação da memória, ao humor e ao desempenho nas tarefas diárias."
Mas, quando há sinais de que algo não vai bem, é preciso atenção. "Ter dificuldade para pegar no sono e acordar no meio da noite pode indicar insônia, muitas vezes associada à ansiedade e depressão."
Outro sinal de alerta é o ronco. Ele parece inocente, mas pode indicar apneia, que aumenta o risco de hipertensão, arritmias, AVC, diabetes e obesidade.
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Baixar áudioMais uma etapa do compromisso do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) com a segurança hídrica no semiárido brasileiro foi realizada nesta quarta-feira (29), com a oficina participativa para discutir o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Social (EVTEAS) do Projeto de Integração Hídrica do Semiárido Piauiense. O evento, realizado em Brasília, foi conduzido pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), por meio do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE), e reuniu representantes de órgãos federais, estaduais, instituições de pesquisa e organizações ligadas à gestão dos recursos hídricos e ao desenvolvimento regional.
A oficina é parte fundamental da elaboração do EVTEAS, estudo que avalia alternativas para ampliar as disponibilidades hídricas em municípios das bacias dos rios Canindé e Piauí, a partir da captação no Lago de Sobradinho, na Bahia. A programação incluiu apresentações técnicas, debates orientados e trabalhos em grupo, com foco na coleta de contribuições e no alinhamento entre os diversos entes envolvidos.
“Nós estamos cumprindo, hoje, mais uma etapa extremamente importante que faz parte do estudo de viabilidade do projeto de integração hídrica do semiárido piauiense. Uma região muito carente, que passou por fortes restrições hídricas de forma recorrente nos últimos anos”, afirmou Giuseppe Vieira, secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR. Ele também destacou a importância do encontro para consolidar o papel do projeto na garantia de segurança hídrica para cerca de um milhão e meio de habitantes no Piauí.
Para o diretor do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE) da SNSH, Bruno Cravo, a mobilização das instituições é essencial para enriquecer o estudo em desenvolvimento. “Essa parceria entre entidades é muito importante para o desenvolvimento desse estudo que o Ministério vem trabalhando sobre o semiárido piauiense. Isso faz com que o projeto seja enriquecido. Diversas lacunas que lá na frente possam aparecer vão ser analisadas agora com a contribuição desses diversos órgãos e do Estado do Piauí, que se fez aqui também presente”, disse.
A coordenadora de Programas Ambientais do DPE, Elianeiva Odisio, destacou o papel da área ambiental na oficina. “A nossa presença na oficina participativa do EVTEA do Piauí é exatamente para reafirmar o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade ambiental de toda a obra. Já no estudo, buscamos identificar as demandas socioambientais para que a execução do projeto seja tão comprometida com o meio ambiente quanto já ocorre no projeto de transposição do Rio São Francisco”, afirmou. Segundo ela, a participação do setor ambiental desde as etapas iniciais do estudo é fundamental para garantir um empreendimento alinhado às boas práticas ambientais e às diretrizes de sustentabilidade adotadas pelo MIDR.
A participação ativa dos órgãos presentes vai fortalecer a integração entre políticas públicas, garantindo que o projeto seja uma ação técnica, ambientalmente sustentável e alinhada às necessidades da população local. A diretora da ANA, Larissa Rêgo, destacou o papel da Agência nesse projeto. “A ANA participa com apoio técnico, mas sobretudo com todo o processo de regulação e monitoramento, especialmente na captação das águas do Rio São Francisco”, afirmou.
Já o superintendente adjunto da ANA, Alan Vaz, ressaltou a atuação da Agência no aprimoramento do estudo e na articulação institucional. “Estamos contribuindo com uma equipe técnica para o controle do uso da água em articulação com o Estado do Piauí, a regulação da adução de água bruta e a compatibilização dessa demanda com o planejamento de uso da água na bacia do Rio São Francisco. É um projeto que vem sendo discutido há mais de 40 anos e que representa não apenas garantia hídrica, mas também desenvolvimento para a população do Nordeste e do Brasil”, completou.
Participaram da oficina representantes da Agência Nacional de Águas (ANA), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Ibama, do ICMBio, da Embrapa, da Codevasf, da Casa Civil, além de instituições acadêmicas e órgãos de controle, como o IPHAN e o Tribunal de Contas da União.
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