VoltarO sorteio da Loteria Federal concurso 6066 acontece neste sábado, 16 de abril de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta sexta-feira (15), o repasse de R$ 12,7 milhões para ações de resposta e recuperação no estado de Mato Grosso do Sul e em municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Amazonas, Pará, Tocantins, Acre, Maranhão, Bahia, Piauí e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
Copiar o textoRecursos vão apoiar cidades do Rio Grande do Sul, Pará e Minas Gerais
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quinta-feira (14), o repasse de R$ 5 milhões para ações de recuperação nos municípios de Ibirapuitã e Imigrante, no Rio Grande do Sul; Breu Branco, no Pará, e Cachoeira de Pajeú, em Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (15), a situação de emergência em 19 cidades afetadas por desastres nos estados do Amazonas, Bahia, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Novo Aripuanã, no Amazonas, e Ipixuna do Pará, Medicilândia e Salvaterra, no Pará, enquanto Uruará, também no estado paraense, foi atingido por alagamentos.
Por outro lado, as cidades de Vitória da Conquista, na Bahia; Alcantil, Areial, Diamante, Juazeirinho, Livramento, Natuba, Olivedos, São João do Tigre e São João do Bonfim, na Paraíba; Afonso Bezerra, no Rio Grande do Norte, e Cândido Godói, Giruá e São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul, passam por um período de estiagem.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visitou, nesta quarta-feira (13), a nascente histórica do Rio São Francisco, no Parque Nacional da Serra da Canastra, em São Roque de Minas (MG), durante agenda da iniciativa Caminho das Águas. Acompanhado de autoridades locais, parlamentares, representantes do Governo Federal e integrantes da comitiva ministerial, Waldez Góes percorreu áreas do parque e visitou as obras de pavimentação da estrada de acesso à nascente do Velho Chico. Durante a visita, o ministro destacou a importância da preservação ambiental e da valorização de um dos principais símbolos hídricos do país.
A agenda começou na nascente histórica do Rio São Francisco, onde o ministro conheceu de perto o local considerado o berço do Velho Chico. Em clima descontraído, Waldez Góes recolheu um pouco da água com as mãos, lançou para o alto e passou no rosto, em um gesto simbólico de celebração e conexão com o rio que tem papel fundamental para a segurança hídrica do semiárido brasileiro.
Na sequência, a comitiva percorreu trechos das obras de recuperação e pavimentação da estrada de acesso ao parque para conferir o andamento das intervenções que buscam melhorar a trafegabilidade e fortalecer o turismo sustentável na região.“É uma obra complexa, que está sendo executada com muita responsabilidade e que vai criar um impacto social, econômico e cultural para a região de São Roque e para todos aqueles brasileiros e não brasileiros que visitam a Serra da Canastra, potencializando ainda mais a geração de oportunidades”, afirmou o ministro.
Waldez Góes também ressaltou o papel estratégico do Rio São Francisco para a segurança hídrica do país e defendeu a continuidade das políticas públicas voltadas à revitalização das bacias hidrográficas e ao acesso à água. “Hoje são mais de 30 milhões de pessoas beneficiadas com as águas do São Francisco. É com projetos como a revitalização das nascentes e a transposição que o rio poderá voltar a ter mais água, mais vida, mais oportunidades e mais desenvolvimento para o povo brasileiro”, declarou.
Representando o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o coordenador-geral de Recursos Hídricos do MME, Wilson Rodrigues de Melo Júnior, reconheceu que a preservação das nascentes e a gestão hídrica são fundamentais para garantir múltiplos usos da água, incluindo geração de energia, turismo e desenvolvimento regional. “O Ministério passa a enxergar o uso da água não só sobre o aspecto da necessidade de gerar energia, mas também da necessidade de garantir água para todos os usos”, observou.
A diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, Cristiane Battiston, destacou a emoção em ver a nascente do Rio São Francisco e salientou a importância da participação da sociedade, especialmente dos jovens, na construção de políticas públicas voltadas à gestão das águas. “A gente precisa de ideias, precisa de inovação, de criatividade. Então é muito importante esse engajamento dos jovens, que conheçam os espaços de discussão e debate onde podem levar as demandas”, afirmou.
A relevância do Rio São Francisco para o desenvolvimento do semiárido nordestino foi destacado pela diretora da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Alessandra Rossin. Ela lembrou do compromisso do Governo Federal com a preservação da nascente. “As águas aqui da nascente do São Francisco andam mais de 2 mil quilômetros e levam desenvolvimento para todo o semiárido do sertão nordestino. Poder conhecer a nascente desse rio tão importante e ver a dedicação desse governo em preservar e reabastecer essa nascente é um privilégio”, comentou.
Após a visita técnica, a programação seguiu com cerimônia de anúncios e assinaturas de ações voltadas à revitalização hidroambiental, segurança hídrica e recuperação de bacias nas regiões do São Francisco e Parnaíba.
Entre as medidas anunciadas durante o evento está a implantação de um projeto de sinalização náutica no Rio São Francisco, em Pirapora (MG), com investimento de R$ 2,4 milhões para fortalecer a navegação e o turismo regional.
Também foram assinados contratos para ações de recuperação hidroambiental em Pilão Arcado (BA) e Petrolândia (PE). As iniciativas somam R$ 9,5 milhões em investimentos voltados à recuperação de microbacias e à ampliação da disponibilidade hídrica para comunidades locais.
Outro anúncio foi a retomada do Sistema de Esgotamento Sanitário de Malhada (BA), obra iniciada em 2008 e paralisada com 48% de execução. O empreendimento receberá R$ 20,5 milhões e beneficiará cerca de 15,4 mil pessoas.
A cerimônia também marcou o anúncio de um projeto de educação ambiental na Bacia do Rio Parnaíba, voltado ao uso consciente dos recursos hídricos em comunidades rurais e ribeirinhas do Piauí e Maranhão. A iniciativa contará com investimento de R$ 4,3 milhões e deve alcançar cerca de 1,3 milhão de pessoas.
A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro visitou um local afetado por voçoroca que ameaça a cidade de São Roque de Minas. Waldez Góes anunciou que o MIDR dará encaminhamento a uma solução para o problema geológico. O prefeito, Brexinha, ressaltou que o projeto já está em análise no MIDR. “A voçoroca é algo que realmente me deixa muito preocupado. Se fôssemos executar essa obra, teríamos que fechar a prefeitura com todas as despesas por seis meses”, enfatizou Brexinha que também elogiou as ações junto ao Parque Nacional da Serra da Canastra. “Aqui é o berço de uma das mais importantes bacias hidrográficas do país. A água que sai daqui vai para todo o Nordeste, com a transposição do São Francisco. Estamos no caminho certo com a prevenção e a revitalização das bacias”, destacou.
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6065 divulgado nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Lotérica Babanal LTDA, de Bananal/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Lotérica Sorte Forte LTDA em Descalvado/SP, enquanto a aposta feita na Chave da Sorte Loterias, em Niterói/RJ, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Lotérica Escadão em Francisco Morato/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00foi da Leli Loterias LTDA, em São Paulo/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 032995 | LOTERICA BANANAL LTDA | BANANAL/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 072729 | LOTERICA SORTE FORTE LTDA | DESCALVADO/SP | R$ 35.000,00 |
| 3º | 086575 | CHAVE DA SORTE LOTERIAS | NITEROI/RJ | R$ 30.000,00 |
| 4º | 091972 | LOTERICA ESCADAO | FRANCISCO MORATO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 023953 | LELI LOTERIAS LTDA | SAO PAULO/SP | R$ 20.363,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quarta-feira (13), o repasse de R$ 8,5 milhões para ações de resposta nos municípios de Alecrim, no Rio Grande do Sul, Goiana, em Pernambuco, e Santa Rita, na Paraíba, além do Estado da Paraíba. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (13), a situação de emergência em 24 cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Tianguá, no Ceará; Aldeias Altas e Mirinzal, no Maranhão; Breves, Curralinho, Igarapé-Miri e Juruti, no Pará, e Parnamirim, no Rio Grande do Norte.
Por outro lado, as cidades de Quiterianópolis, no Ceará; Baraúna, Barra de Santa Rosa e São José de Caiana, na Paraíba; Cruzeiro do Iguaçu, no Paraná; Coronel José Dias, no Piauí, e Ubiretama, no Rio Grande do Sul. Já Rodolfo Fernandes, também no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Já os municípios de Juarez Távora, na Paraíba, e Piedade, em São Paulo, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de alagamentos e queda de granizo, respectivamente.
As cidades de Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, no Acre, e Juruá, no Amazonas, registraram inundações, enquanto Jordão, também no Acre, derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho.
Por fim, os municípios de Guaraniaçu e Palmital, no Paraná, foram atingidos por enxurradas e vendaval, respectivamente.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Cultura chegou à 11ª edição itinerante da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, a CNIC, reforçando a estratégia de nacionalização da Lei Rouanet e de aproximação com produtores culturais, artistas, gestores e empresários em diferentes regiões do país. Desta vez, a agenda foi realizada em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, com plenárias, encontros setoriais, palestras e visitas técnicas a projetos incentivados.
A CNIC é o órgão colegiado responsável por subsidiar as decisões do Ministério da Cultura sobre os projetos inscritos na Lei Rouanet. Atualmente, a comissão reúne 21 representantes da sociedade civil e do poder público, que atuam de forma voluntária na análise das propostas culturais.
A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, Erica Freddi, destaca que o formato itinerante fortalece o acesso às políticas culturais em diferentes territórios do país.
“A itinerância vem trazer essa aproximação tão necessária da dos membros, entre os membros da comissão e a sociedade nas nas suas várias localidades. Então é uma forma de nacionalizar a cultura também, né? Além de também trabalhar uma outra ponta que é a mobilização e a sensibilização do empresariado da região, para que eles aportem recursos no mecanismo também em projetos da sua região, o que é muito importante, né? E além disso tudo, a gente ainda vai a campo visitar os projetos no sentido de sensibilizar ainda mais os nossos comissários para que eles conheçam, o que de fato acontece nas localidades. sso é muito importante.”
Além das plenárias de análise de projetos, a programação contou com atividades voltadas à orientação prática sobre o funcionamento do mecanismo de incentivo e visitas técnicas de espaços culturais incentivados pela lei, aproximando agentes culturais do Ministério da Cultura.
A produtora cultural, conselheira municipal de cultura de Galópolis e historiadora Francielle Oliveira destacou a importância desse contato direto durante a itinerância em Caxias do Sul.
“Acho que que essas formações, esse acesso humanizado, porque é uma coisa é tu ler no site, outra coisa tu ter contato com a pessoa responsável ela falar, enfim, a gente tem oportunidade de tirar dúvidas que nem foi ontem, na verdade foi anteontem, né? Que a gente teve também os encontros, então eu acho que é que é fundamental para abrir portas e aproximar."
A itinerância também abriu espaço para debates sobre diversidade cultural e os desafios enfrentados por grupos e comunidades no acesso ao financiamento cultural.
O vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador do Grupo Cultural Essência Cigana, Márcio Alendi, afirmou que a presença da CNIC nos territórios ajuda a ampliar o diálogo com diferentes segmentos culturais.
“Eu acho que essa aproximação ela é de extrema importância, porque justamente nós que representamos essa parte cênica da cultura cigana, nós temos muita dificuldade de chegar no final do projeto, né? A gente consegue até desenvolver projetos, mas nós não conseguimos chegar nos patrocinadores. Eu acho que essa aproximação com o Ministério da Cultura, poder levar essa informação e poder fazer essa essa parceria com o Ministério da Cultura para poder levar a informação da importância da cultura e dos povos ciganos para para nossa sociedade, para o nosso país, porque a cultura cigana ela ela fez parte diretamente da construção, né, do não só do nosso país, mas do mundo”
As edições itinerantes da CNIC acontecem de forma bimestral. A previsão do Ministério da Cultura é que a próxima edição seja realizada na região Centro-Oeste. Para saber mais, acesse o site.
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Baixar áudioForam anos de espera até que a comunidade de Laje do Carrapicho, no município de Alagoinha (PE), pudesse finalmente ter acesso à água de qualidade para beber. Durante esse período, a água que brotava do chão servia aos animais, mas não podia ser consumida pelas famílias da região. Essa realidade começou a mudar nesta terça-feira (12), com a chegada do Programa Água Doce (PAD), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
“Quando o poço chegou na nossa comunidade, a água era só para os animais, para lavar roupa e pra limpar a casa, mas agora vamos poder consumir uma água de qualidade”, comemora Laudijane da Silva, presidente da Associação dos Pequenos Produtores da comunidade.
A mudança vivida em Laje do Carrapicho faz parte de uma agenda de entregas realizada no agreste pernambucano pelo Programa Água Doce, iniciativa do Governo Federal executada em parceria com o Governo de Pernambuco. Ao todo, 15 sistemas de dessalinização entraram em operação nos municípios de Alagoinha e Capoeiras, beneficiando cerca de 1.500 famílias das zonas rurais. A ação integra um conjunto maior de 42 equipamentos destinados a comunidades pernambucanas, com investimento aproximado de R$ 37 milhões.
O coordenador do Programa Água Doce no MIDR, Wellyngton Caldas, destacou que o momento simboliza a retomada de um compromisso histórico com o semiárido. “Eu, como pernambucano, fico muito contente em ver a conclusão desse convênio, firmado há anos, e que agora estamos conseguindo concluir”, afirmou.
Os sistemas utilizam tecnologia de osmose reversa para transformar água salobra em água potável, garantindo qualidade, segurança sanitária e dignidade às famílias do semiárido. Em Alagoinha, foram beneficiadas as comunidades de Boa União, Pintada, Saco, Laje do Carrapicho, Cafundó e Salambaia. Em Capoeiras, os equipamentos chegaram às comunidades de Caldeirão, Imbé de Baixo, Mimoso, Pau Ferro, Cascavel, Maniçoba, Lagoa do Tanque e Gurjão 1 e 2.
Presente na solenidade, a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, ressaltou a importância da articulação entre os governos para destravar obras que estavam paradas há mais de uma década. “A gente só tem que agradecer ao Governo Federal, ao presidente Lula e ao ministro Waldez Góes, porque estamos inaugurando mais um dessalinizador de um convênio que estava parado desde 2013. Nós já entregamos dezenas de sistemas e ainda temos outros em execução, inclusive mais três aqui para Alagoinha e para vários outros municípios”, afirmou.
O secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Cícero Moraes, por sua vez, enfatizou que a entrega dos equipamentos só foi possível a partir de decisões políticas que recolocaram o programa em funcionamento. “O Governo Federal já tinha investido mais de R$ 30 milhões em Pernambuco no programa de dessalinizadores, mas nada tinha sido entregue. A partir do momento em que houve decisão política e uma administração séria, esse programa voltou a andar e hoje a gente consegue ver o resultado chegando na ponta, para quem mais precisa”, ressaltou.
Na comunidade de Mimoso, em Capoeiras, o impacto da chegada da água potável já é sentido como um divisor de águas. Para Ivanderlin Cavalcante, o dessalinizador representa o fim de uma rotina marcada pela incerteza. “Isso vai mudar bastante minha vida. No dia a dia geralmente não tem água, tem que comprar, esperar o carro vir. Agora vai ser mais fácil. Foram muitos anos esperando essa água. Essa água é uma graça de Deus para o povo”, contou.
A chegada do Programa Água Doce às comunidades de Laje do Carrapicho e Mimoso marca uma mudança concreta na vida das famílias atendidas. Além de ampliar o acesso à água potável, a ação leva mais segurança e qualidade de vida para a população rural.
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