VoltarFlorianópolis tem máxima de apenas 18°C e Porto Alegre, de 19°C
Baixar áudioO domingo (25) será marcado por frio, chuva e possibilidade de trovoadas nos três estados da Região Sul. A previsão indica pancadas de chuva em diferentes áreas do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, além de ventos com rajadas. As temperaturas máximas ficam entre 18°C e 20°C nas capitais, mantendo o tempo ameno ao longo do dia.
No Paraná, Curitiba tem previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperatura mínima de 11°C e máxima de 20°C. A instabilidade também pode atingir municípios do interior, como Londrina e Maringá, no norte do estado, Cascavel e Foz do Iguaçu, no oeste, e Guarapuava, na região centro-sul.
Em Santa Catarina, Florianópolis registra máxima de apenas 18°C, com previsão de pancadas de chuva isoladas e ventos de sul e sudoeste, também com rajadas. No interior catarinense, a chuva pode atingir municípios como Joinville, Blumenau, Chapecó e Criciúma. O tempo permanece instável, e as temperaturas mais baixas reforçam a sensação de frio em diferentes áreas do estado.
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre tem previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 15°C e máxima de 19°C. A instabilidade também pode alcançar Santa Maria, Passo Fundo, Caxias do Sul e Pelotas. Os ventos podem apresentar rajadas, exigindo atenção durante os períodos de chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá chega a 39°C, a maior temperatura da região; Campo Grande tem a mais baixa, 27°C
Baixar áudioO domingo (25) tem pancadas de chuva e trovoadas isoladas em toda a região. Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande tem muitas nuvens com pancadas e trovoadas e máxima de 27°C, com umidade de até 100%. O mesmo sistema pode atingir Três Lagoas, a leste, Ponta Porã, na fronteira, e Corumbá, no Pantanal, com rajadas de vento do sul e do sudoeste.
Em Mato Grosso, Cuiabá tem calor de 39°C, com pancadas e trovoadas isoladas à tarde e à noite. A instabilidade pode alcançar Cáceres, a oeste, Rondonópolis, ao sul, Barra do Garças, no leste, e Sinop, no norte do estado. Em Goiás, Goiânia chega a 35°C com pancadas e trovoadas isoladas. Anápolis, Catalão, Itumbiara e Jataí podem ter chuva forte e rápida.
No Distrito Federal, Brasília tem muitas nuvens, pancadas isoladas e máxima de 30°C. O sistema pode se estender a Formosa e Planaltina de Goiás. A umidade fica em torno de 40% na capital.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo tem a menor máxima da região, 21°C; Vitória e Belo Horizonte chegam a 30°C
Baixar áudioO domingo (25) é de chuva e trovoadas no Sudeste. Em São Paulo, a capital tem pancadas de chuva e trovoadas, máxima de 21°C, mínima de 16°C e umidade de até 100%. O mesmo sistema pode atingir Campinas e Sorocaba, no interior, Santos, no litoral, e Ribeirão Preto e Presidente Prudente, no interior do estado, com rajadas de vento de sul e sudeste.
No Rio de Janeiro, a capital tem pancadas e trovoadas, máxima de 28°C e ventos de sudoeste e sul com rajadas. A instabilidade pode alcançar Petrópolis, na região serrana, Volta Redonda, no Sul Fluminense, Campos dos Goytacazes, no norte do estado, e Angra dos Reis, na Costa Verde. Em Minas Gerais, Belo Horizonte tem pancadas e trovoadas isoladas e 30°C. A chuva também pode chegar a Uberlândia, Juiz de Fora, Poços de Caldas e Montes Claros.
No Espírito Santo, Vitória tem pancadas e trovoadas isoladas, máxima de 30°C e ventos de norte e sul com rajadas. Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e Guarapari ficam sob o mesmo risco.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPalmas chega a 37°C e Porto Velho e Belém a 36°C; chuva isolada é prevista em cinco estados
Baixar áudioO domingo (25) tem calor intenso e chuva isolada espalhada pela Região Norte. No Tocantins, Palmas chega a 37°C, com pancadas de chuva isoladas e umidade mínima de 30%. O mesmo sistema pode atingir cidades como Araguaína, no norte do estado, e Gurupi e Porto Nacional, no centro-sul. Os ventos sopram de norte e nordeste, com rajadas.
Em Rondônia, Porto Velho tem pancadas de chuva isoladas e máxima de 36°C. A umidade chega a 100%, e a instabilidade pode alcançar Vilhena, no Cone Sul, e Cacoal, no centro-leste. No Acre, Rio Branco tem pancadas isoladas e máxima de 33°C, com possibilidade de chuva também em Sena Madureira, Brasileia e Tarauacá. No Amazonas, Manaus tem pancadas isoladas e máxima de 34°C. Cidades como Itacoatiara e Parintins, a leste, e Humaitá, ao sul, ficam sob o mesmo risco.
Em Roraima, Boa Vista tem muitas nuvens com chuva isolada e máxima de 37°C, e a chuva pode se estender a Rorainópolis e Pacaraima. No Pará, Belém tem muitas nuvens e máxima de 36°C, sem chuva prevista. Santarém, no oeste, e Marabá, no sudeste, seguem com calor. Macapá, no Amapá, tem muitas nuvens, sem chuva, e máxima de 34°C, como Santana e Oiapoque. Os ventos são fracos em quase toda a região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTeresina chega a 40°C e é a cidade mais quente do país; ventos com rajadas no litoral
Baixar áudioO Nordeste tem domingo (25) de tempo firme. Em Sergipe, Aracaju tem muitas nuvens, máxima de 31°C e ventos de nordeste e leste com rajadas, como em Estância, ao sul, e Itabaiana, no agreste. Em Alagoas, Maceió tem 31°C. Arapiraca, no agreste, e Penedo, no Baixo São Francisco, seguem com tempo parecido. Em Pernambuco, Recife chega a 32°C e Caruaru e Garanhuns ficam no mesmo padrão. Em Petrolina, no sertão, o calor é mais intenso.
Na Paraíba, João Pessoa tem 30°C, com tempo estável também em Campina Grande e Patos. No Rio Grande do Norte, Natal tem 30°C, e Mossoró e Caicó seguem sem chuva. No Ceará, Fortaleza tem poucas nuvens e 31°C, e Sobral e Juazeiro do Norte ficam com tempo seco, com rajadas de vento no litoral.
Na Bahia, Salvador tem muitas nuvens, máxima de 31°C e umidade de até 100%. Feira de Santana, Ilhéus e Barreiras seguem sem chuva significativa. No Maranhão, São Luís tem 32°C, e Imperatriz e Caxias têm calor com tempo estável. No Piauí, Teresina chega a 40°C, e Parnaíba, Picos e Floriano também têm calor forte.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 9,3 milhões em agosto, o maior patamar da série histórica da Serasa Experian. O total é 14,3% maior do que o registrado em agosto de 2025. As dívidas negativadas somam R$ 244,4 bilhões, divididas em 68,2 milhões de operações.
Cada empresa inadimplente tem, em média, 7,4 contas negativadas, com passivo médio de R$ 26.355,13 por CNPJ. O valor médio de cada dívida é de R$ 3.583,96.
O Sudeste concentra o maior número de empresas inadimplentes do país. São Paulo lidera, com 3.173.156 CNPJs negativados, número que equivale a cerca de um terço do total nacional. Na sequência vêm Minas Gerais, com 927.374, e Rio de Janeiro, com 879.915.
No Sul, os maiores volumes estão no Paraná, com 613.012 empresas inadimplentes, e no Rio Grande do Sul, com 539.319. Os cinco estados citados reúnem, juntos, cerca de dois terços das empresas inadimplentes do país.
As micro e pequenas empresas respondem por 8,8 milhões dos CNPJs inadimplentes. Esse grupo acumula 61,4 milhões de dívidas, que somam R$ 211 bilhões, com média de 7 contas negativadas por empresa e dívida média de R$ 23.902,98.
Por setor, serviços respondem por 56% das empresas negativadas, seguidos por comércio (32%), indústria (8%) e setor primário (0,9%). Outros segmentos somam 3,1%.
Em relação à origem das dívidas, serviços lideram, com 31,7% do total negativado, seguidos por bancos e cartões (19,7%), cooperativas (8,5%), serviços básicos como energia e água (6,7%) e telefonia (6,2%). Os setores não financeiros respondem por 75,6% do passivo negativado.
Segundo a Serasa Experian, a demanda das empresas por crédito subiu 11,2% no acumulado de 12 meses. A alta da inadimplência ocorre mesmo com a redução da taxa Selic ao longo do ano, que ainda não alterou a dinâmica financeira das empresas.
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Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quinta-feira (22) em queda de 1,15%, aos 204.120,12 pontos. O resultado foi pressionado principalmente pelo desempenho negativo das ações da Vale e pelo cenário internacional, marcado pelo aumento da aversão ao risco.
No mercado brasileiro, os investidores acompanharam as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa pela Presidência da República. A proximidade do segundo turno contribuiu para um ambiente de cautela no penúltimo pregão antes da votação.
Entre os destaques negativos, as ações da Vale recuaram 3,97%, acompanhando a queda do minério de ferro. A baixa da commodity também pressionou outras empresas do setor de mineração e siderurgia. Os papéis da Companhia Siderúrgica Nacional caíram 5,43%, enquanto os da Usiminas recuaram 4,81%.
No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio elevou os preços do petróleo e aumentou a preocupação dos investidores. Em Nova York, o índice Dow Jones registrou alta de 0,02%, enquanto o S&P 500 caiu 1,21% e o Nasdaq recuou 2,60%, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia.
Durante o pregão, o Ibovespa oscilou entre 203.051,87 pontos, na mínima, e 206.493,11 pontos, na máxima. O volume financeiro negociado na B3 foi de R$ 39,5 bilhões.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
TAXI AEREO KPNB (T8KC6L) -90,00%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.551.542.520, em meio a 4.801.633 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quinta-feira (22) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,04. A valorização da moeda norte-americana diante do real ocorreu em um dia marcado pela cautela dos investidores com o cenário político brasileiro e pela preocupação com os acontecimentos no mercado internacional.
No Brasil, o mercado financeiro acompanha as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa presidencial. Com a proximidade do segundo turno das eleições, os investidores avaliam os possíveis impactos do resultado da votação sobre a economia, a condução da política fiscal e as perspectivas para os próximos meses. Esse cenário contribui para a busca por posições mais defensivas nas negociações.
No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio aumentou a preocupação dos mercados e contribuiu para a elevação dos preços do petróleo. Em momentos de maior incerteza internacional, o dólar costuma ganhar atenção dos investidores por ser considerado uma moeda de referência para operações financeiras globais.
As bolsas de Nova York também apresentaram desempenho desigual. Enquanto o índice Dow Jones registrou leve alta de 0,02%, o S&P 500 recuou 1,21% e o Nasdaq caiu 2,60%. A pressão sobre as ações de tecnologia e a repercussão dos resultados de grandes empresas contribuíram para o ambiente negativo nos mercados.
A combinação entre as incertezas políticas no Brasil e a cautela no cenário internacional influenciou as negociações da moeda norte-americana ao longo do dia. Com o avanço registrado no fechamento, o dólar terminou o pregão cotado a R$ 5,04.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,66.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1983 | 0,1767 | 0,1479 | 31,0849 | 0,1628 | 0,2777 | 0,2823 |
| USD | 5,0436 | 1 | 0,8915 | 0,7465 | 156,78 | 0,8211 | 1,4008 | 1,4249 |
| EUR | 5,6626 | 1,1216 | 1 | 0,8374 | 175,83 | 0,9207 | 1,5711 | 1,5982 |
| GBP | 6,7608 | 1,3396 | 1,1940 | 1 | 209,98 | 1,0994 | 1,8764 | 1,9092 |
| JPY | 0,0322 | 0,0064 | 0,0057 | 0,0048 | 1 | 0,5239 | 0,0089 | 0,0091 |
| CHF | 6,1403 | 1,2175 | 1,0858 | 0,9091 | 190,93 | 1 | 1,7052 | 1,7354 |
| CAD | 3,6005 | 0,7139 | 0,6365 | 0,5329 | 111,93 | 0,5861 | 1 | 1,0169 |
| AUD | 3,5422 | 0,7018 | 0,6257 | 0,5240 | 110,02 | 0,5764 | 0,9834 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 28 de setembro, o registro da vacina Capvaxive, um novo imunizante contra 21 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, também conhecida como pneumococo. A vacina é indicada para adultos a partir de 18 anos e tem como objetivo prevenir a pneumonia e a doença pneumocócica invasiva.
A bactéria pode provocar diferentes tipos de infecção. Entre os quadros mais leves estão a otite média e a sinusite. Em situações mais graves, a infecção pode evoluir para pneumonia bacteriana, meningite e sepse, condições que podem colocar a vida do paciente em risco.
A Capvaxive é uma vacina pneumocócica conjugada 21-valente, desenvolvida pela farmacêutica MSD, também conhecida como Merck Sharp & Dohme. Segundo as informações divulgadas sobre o imunizante, a aplicação é feita em dose única, conforme a indicação aprovada.
O registro foi concedido pela Anvisa após uma análise regulatória que utilizou o procedimento de confiança regulatória, conhecido como reliance. Nesse modelo, a agência considera avaliações realizadas por autoridades sanitárias estrangeiras de referência.
No caso da Capvaxive, o processo teve como referência a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos. A aprovação brasileira permite o registro do imunizante para as indicações autorizadas pela Anvisa.
Apesar da aprovação, ainda não há previsão divulgada para a comercialização da Capvaxive nas clínicas privadas nem para sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, o SUS já oferece vacinas pneumocócicas previstas no calendário e nos programas de imunização, conforme as indicações específicas para cada público. A aprovação de um novo imunizante não significa que ele estará imediatamente disponível na rede pública.
A vacinação deve seguir as recomendações das autoridades de saúde e a orientação de profissionais habilitados, que podem avaliar a indicação de acordo com a idade, o histórico vacinal e os fatores de risco de cada pessoa.
Copiar o textoCuritiba tem a menor temperatura do país; Porto Alegre também enfrenta risco de temporais
Baixar áudioO Sul do Brasil tem quinta-feira (22) de instabilidade generalizada nos três estados da região, um padrão que indica a atuação de um sistema de baixa pressão mais amplo sobre toda a área. No Paraná, Curitiba tem pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã, evoluindo para tempestade mais consistente à tarde, com nublado e pancadas de chuva e trovoadas, e fechando a noite novamente com pancadas de chuva e trovoadas isoladas; esse comportamento também costuma atingir os Campos Gerais, na região de Ponta Grossa, e áreas mais a leste, como o Litoral paranaense. A máxima na capital fica em apenas 21°C, uma das mais baixas do Brasil neste dia, com mínima de 12°C.
Santa Catarina segue o mesmo padrão de instabilidade: Florianópolis tem pancadas de chuva isoladas pela manhã, evoluindo para risco de trovoadas à tarde, e fechando a noite com nublado e pancadas de chuva e trovoadas; esse sistema também tende a atingir o Planalto Serrano, na região de Lages, área historicamente mais instável nesta época do ano. A máxima na capital fica em 22°C.
Já o Rio Grande do Sul tem o dia mais crítico entre os três estados do Sul: Porto Alegre e áreas como a Região das Missões e a Fronteira Oeste gaúcha têm pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã, evoluindo para nublado com pancadas de chuva e trovoadas tanto à tarde quanto à noite, um comportamento contínuo que reforça o risco de acumulados mais expressivos ao longo do dia; a máxima na capital gaúcha chega a 24°C, com ventos ganhando rajadas em todos os três períodos. Os ventos no Sul seguem entre fracos e moderados em praticamente toda a região, com rajadas mais presentes em Curitiba e Porto Alegre ao longo da tarde e da noite, reforçando a necessidade de atenção redobrada para quem está no interior dos três estados nesta quinta-feira.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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