Ensino Técnico e Profissional

13/08/2026 04:55h

FAC-SP e IDV ampliam acesso a cursos de graduação e pós-graduação para trabalhadores do setor em todo o país

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A falta de profissionais qualificados é um dos principais desafios para o varejo brasileiro, em um cenário marcado pelo avanço da tecnologia e pela necessidade das empresas ampliarem operações e contratarem trabalhadores preparados para novas funções. Para reduzir essa defasagem, a Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) firmaram uma parceria com o objetivo de ampliar o acesso à formação de profissionais que atuam no setor.

 

O problema acompanha uma preocupação mais ampla do mercado de trabalho. Segundo a 28ª Global CEO Survey, da PwC, 41% dos CEOs apontaram a falta de profissionais qualificados como a maior ameaça aos negócios em 2025, superando riscos cibernéticos, inflação e instabilidade macroeconômica.

 

No comércio, o desafio também passa pela necessidade de acompanhar as transformações nas formas de vender, atender e administrar os negócios. Para o diretor-geral da Faculdade do Comércio de São Paulo, Wilson Victorio Rodrigues, a digitalização tem provocado mudanças em praticamente todas as etapas da atividade varejista.

 

“Talvez o varejo seja o setor mais impactado por essas transformações digitais, na própria captação de clientes, na venda em si, no pós-venda, na logística, na gestão de insumos de estoque, de tudo. Então, toda essa revolução digital, incluindo IA, vendas digitais, e-commerce, marketing digital, tudo isso impacta muito o varejo. A FAC prepara o indivíduo para dominar essas habilidades. Então, com essa parceria que nós firmamos com o IDV, o nosso grande intuito é trazer essas grandes empresas e preparar os colaboradores, o corpo de pessoal dessas grandes companhias varejistas”, destacou Rodrigues.

 

A FAC é uma iniciativa e uma instituição de ensino ligada diretamente à Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Ela foi criada para qualificar profissionais para os setores de comércio, varejo e serviços, com foco nas demandas do mercado digital e de gestão empresarial. Segundo Alfredo Cotait Neto, presidente da ACSP, da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), a educação é um dos principais pilares para construir uma cidade mais organizada, especialmente entre as pequenas e médias empresas.

 

A faculdade oferece atualmente 15 cursos de graduação e 30 de pós-graduação, voltados à gestão e aos negócios. De acordo com Rodrigues, formações como Gestão Comercial, Gestão Financeira, Logística e Marketing estão entre as áreas estratégicas para atender à demanda por profissionais mais preparados no varejo.

 

Os cursos estão disponíveis nas modalidades presencial, a distância e híbrida. As graduações têm duração média de dois anos, enquanto as pós-graduações podem ser concluídas em aproximadamente seis meses.

 

Parceria pode alcançar quase um milhão de trabalhadores

 

As empresas associadas ao IDV poderão divulgar os cursos da FAC-SP entre seus funcionários ou patrocinar bolsas de estudo para os colaboradores. O instituto reúne alguns dos principais grupos varejistas brasileiros, que, juntos, somam quase um milhão de trabalhadores.

 

Segundo o presidente do IDV, Jorge Gonçalves Filho, a expectativa é que o acesso à formação contribua tanto para o desenvolvimento profissional dos trabalhadores quanto para o desempenho das empresas, com reflexos na produtividade, no atendimento aos consumidores e nas operações. Para ele, a escassez de mão de obra preparada já limita a capacidade de expansão do setor.

 

“A falta de mão de obra qualificada tem impactado de forma muito forte o varejo brasileiro. A tecnologia tem evoluído, tem sido aplicada no varejo, as empresas precisam ampliar seus quadros, precisam ampliar sua rede de lojas e a falta de mão de obra qualificada é um dos pontos que dificultam essa evolução", frisou o presidente.

 

Qualificação também abre caminho para construir carreira no varejo

 

Além de atender às novas demandas das empresas, a formação profissional pode ampliar as possibilidades de crescimento de quem já trabalha no comércio. A proposta é permitir que profissionais que ingressaram no varejo em funções iniciais desenvolvam novas competências e encontrem oportunidades de avançar dentro do próprio setor.

 

Nesse sentido, a parceria busca aproximar duas necessidades: trabalhadores interessados em ampliar a formação e as possibilidades de carreira, e empresas que precisam de profissionais preparados para acompanhar as mudanças do varejo.

 

Como participar

 

Os profissionais vinculados às empresas associadas ao IDV poderão acessar os cursos oferecidos pela FAC-SP, enquanto as empresas também terão a possibilidade de patrocinar bolsas de estudo para seus colaboradores.

 

As inscrições serão realizadas diretamente pela plataforma da Faculdade, em FAC-SP — parceria com o IDV. Há opções de graduação e pós-graduação nas modalidades presencial, híbrida e a distância.

 

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02/07/2026 15:08h

Em 2025, instituição somou mais de 390 mil alunos na Educação Básica, beneficiou 4,4 milhões de trabalhadores com serviços de saúde e ampliou ações culturais em todo o país

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Completando 80 anos nesta quarta-feira (1º), o Serviço Social da Indústria (SESI) celebra uma trajetória marcada pela expansão de suas ações nas áreas de educação, saúde, cultura e qualidade de vida. Em 2025, a instituição se consolidou como a maior rede privada de educação do país, com escolas em todos os estados brasileiros

Ao longo do ano, o SESI registrou mais de 390 mil matrículas na Educação Básica, sendo: 

  • 9 mil alunos da Educação Infantil
  • 74 mil do Ensino Fundamental I
  • 92 mil do Ensino Fundamental II
  • 85.214 do Ensino Médio;
  • 128.991 da Educação de Jovens e Adultos (EJA)

A rede é formada por 468 unidades, sendo 396 escolas, 71 centros de Educação de Jovens e Adultos e uma instituição de ensino superior. Atualmente, o SESI está presente em 377 municípios brasileiros

Além da educação básica, os programas de Educação Continuada realizaram 436 mil atendimentos em 2025, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e desenvolvimento de competências. 

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diretor do SESI, Ricardo Alban, afirma que a instituição tem papel estratégico na formação de profissionais cada vez mais preparados, com uma visão moderna e alinhada às novas realidades

"Pessoas mais bem preparadas, com visões modernas, adaptadas às novas realidades que surgem a cada momento, para que possamos trabalhar cada vez mais com uma indústria eficiente, produtiva, para que a indústria brasileira tenha condições competitivas — mesmo com as adversidades que nós temos em tantas outras situações, como o Custo Brasil e a geopolítica", destaca. 

Cultura

Entre 2020 e 2025, mais de 13,2 milhões de espectadores participaram de ações promovidas nos 296 espaços culturais do SESI distribuídos por todo o país. Nesse período, também foram realizadas mais de 1.156 ações culturais pelos 27 departamentos regionais da instituição. 

Além disso, os cursos de cultura somaram 131,7 mil matrículas, ampliando o acesso à formação artística e ao desenvolvimento de habilidades criativas

Por meio do Programa Nacional de Cultura, o SESI executou 168 projetos em diferentes linguagens artísticas e regiões do Brasil. A parceria com o Ministério da Cultura também capacitou mais de 54 mil agentes culturais em 57 oficinas

Saúde

Na área da saúde, o SESI manteve uma das maiores estruturas de atendimento voltadas aos trabalhadores da indústria. Em 2025, 76,2 mil empresas utilizaram os serviços de saúde da instituição, beneficiando diretamente 4,4 milhões de pessoas

Outro destaque foi a aplicação de mais de 881 mil doses de vacinas em trabalhadores da indústria e seus dependentes

A estrutura de atendimento reúne mais de 500 unidades próprias distribuídas pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, incluindo 497 unidades móveis, 317 Centros de Promoção da Saúde e 222 Centros de Saúde e Segurança no Trabalho

Oito décadas de atuação

Criado em 1º de julho de 1946, o SESI surgiu para atender às demandas dos trabalhadores e das indústrias por condições dignas de trabalho e qualidade de vida. Com a missão de estudar, planejar e executar ações voltadas ao bem-estar social dos trabalhadores da indústria e de seus dependentes, a instituição se consolidou como uma das principais organizações voltadas ao desenvolvimento social e à promoção da cidadania no país. 

Para o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior, o aniversário de 80 anos representa não apenas a celebração da história da instituição, mas também um compromisso com os desafios do futuro

“Este ano, o SESI completa 80 anos. São 80 anos de uma história vinculada às demandas da sociedade brasileira e à garantia de direitos para os trabalhadores da indústria. O futuro colocado a partir disso coloca enormes desafios. Entre eles, que a gente consiga vincular educação, saúde, cultura e esporte às novas demandas do século XXI”, ressalta.

Segundo ele, a instituição continuará investindo em soluções voltadas à inovação, ao desenvolvimento e à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria e de suas famílias

Sessão solene na Câmara dos Deputados

Para celebrar as oito décadas de atuação, o SESI foi homenageado, nesta quarta-feira (1º), em sessão solene na Câmara dos Deputados. A cerimônia reuniu lideranças da indústria e parlamentares em reconhecimento à contribuição histórica da instituição para o desenvolvimento social e econômico do país

Na ocasião, Ricardo Alban destacou que o fortalecimento da competitividade brasileira depende da atuação conjunta entre setor produtivo, poder público e organizações sociais

"Ao longo de seus 80 anos, o SESI tornou-se referência porque entende que a educação é uma construção coletiva, feita por professores, colaboradores, alunos, famílias e pelo setor produtivo em favor de um país mais qualificado, competitivo e humano", afirmou.

O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) também defendeu a importância de uma política industrial permanente para o país e ressaltou que, com a ampliação do tempo livre dos trabalhadores, iniciativas nas áreas de educação, cultura, esporte e lazer tendem a ganhar ainda mais relevância. 

"O SESI oferece qualidade de vida para os trabalhadores e isso tem um impacto direto na produtividade da nossa indústria", assegurou o parlamentar.

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06/05/2026 16:15h

Apenas em abril, programa Computadores para Inclusão atendeu mais 80 mil no país inteiro com capacitação e acesso qualificado ao mercado de trabalho

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Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 5,3 mil pessoas no Ceará.  Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano. 

Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.

“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações. 

Mãos na máquina

Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa. 

O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.

“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo. 

Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.

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06/05/2026 16:10h

Apenas em abril, programa Computadores para Inclusão atendeu mais 80 mil no país inteiro com capacitação e acesso qualificado ao mercado de trabalho

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Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 4,9 mil pessoas no Mato Grosso do Sul.  Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano. 

Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.

“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações. 

Mãos na máquina

Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa. 

O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.

“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo. 

Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.

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06/05/2026 16:05h

Apenas em abril, programa Computadores para Inclusão atendeu mais 80 mil no país inteiro com capacitação e acesso qualificado ao mercado de trabalho

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Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 7,5 mil pessoas em São Paulo. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano. 

Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.

“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações. 

Mãos na máquina

Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa. 

O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.

“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo. 

Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.

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06/05/2026 15:50h

Apenas em abril, programa Computadores para Inclusão atendeu mais 80 mil no país inteiro com capacitação e acesso qualificado ao mercado de trabalho

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Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 10 mil pessoas em Pernambuco.  Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano. 

Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.

“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações. 

Mãos na máquina

Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa. 

O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.

“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo. 

Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.

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06/05/2026 15:45h

Apenas em abril, programa Computadores para Inclusão atendeu mais 80 mil no país inteiro com capacitação e acesso qualificado ao mercado de trabalho

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Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 19 mil pessoas em Minas Gerais.  Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano. 

Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.

“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações. 

Mãos na máquina

Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa. 

O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.

“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo. 

Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.

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Projeto itinerante de cursos de tecnologia capacitou estudantes em quatro estados e no DF desde 2024 e deve ultrapassar 20 mil formações em 2026

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A iniciativa Carreta Digital, criada em 2024 pelo Ministério das Comunicações, em parceria com a Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), encerrou 2025 com 9,8 mil jovens formados em cursos básicos de tecnologia. O programa, que funciona em um caminhão adaptado e percorre regiões com pouca oferta de formação tecnológica, registrou mais de 8 mil certificações só no ano passado.
 
A expansão do programa em 2026 está prevista para superar 20 mil capacitações e aumentar o número de cidades atendidas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa tem papel importante no campo profissional brasileiro. "Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade".
 
Lançado inicialmente como um projeto piloto, a carreta passou pelo Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Maranhão e, mais recentemente, Pernambuco, onde 85 jovens concluíram o curso antes do recesso de dezembro.
 
A estrutura utiliza um espaço conhecido como Espaço Maker, equipado para aulas presenciais. Todos os cursos priorizam atividades práticas e aproximam os estudantes das demandas reais do mercado de trabalho.
 
A coordenadora nacional do projeto, Aline Marcon, destaca que a proposta atua diretamente na inclusão social e produtiva da juventude.“A RBCIP tem o compromisso de tirar a inovação dos laboratórios e levá-la para onde ela é mais necessária: o coração das comunidades brasileiras. A Carreta Digital não é apenas um laboratório itinerante; é uma ponte direta para o mercado de trabalho e para a cidadania digital”, ressaltou.

Cursos oferecidos

A proposta central é oferecer formação rápida e prática em:
 
● Robótica
● Manutenção de celulares
● Montagem de computadores de alto desempenho (PC Gamers)

Estudantes formados por estado

Estado Alunos capacitados
Maranhão 3.007
Distrito Federal 2.526
Mato Grosso do Sul 2.307
Rio Grande do Sul 1.962
Pernambuco 85

Fonte: MCom

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01/10/2025 04:45h

Oportunidades estão distribuídas em 24 estados e no DF; só no Rio de Janeiro, são quase 10 mil vagas gratuitas. Modalidades presenciais, semipresenciais e à distância oferecem flexibilidade para estudantes e trabalhadores

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) abriu 48.576 vagas em cursos gratuitos e pagos, disponíveis em diversas áreas de formação profissional. As oportunidades incluem cursos técnicos, de qualificação, aperfeiçoamento e aprendizagem industrial, tanto presenciais quanto online.

Das vagas ofertadas, 12.746 estão distribuídas entre escolas do SENAI em diferentes estados, enquanto outras 35.830 estão disponíveis na plataforma Futuro.Digital, marketplace educacional, que reúne opções de curta e média duração, extensão, graduação, pós-graduação, MBA, além de micro e minicursos. Ao todo, são 137 turmas presenciais, 110 semipresenciais e 984 a distância (EAD), oferecendo opções flexíveis para que o estudante possa escolher onde e quando aprender.

Para a coordenadora de Operações da Educação Profissional e Superior do SENAI Nacional, Carla Abigail Araújo, a ampliação da oferta de vagas está diretamente ligada à demanda crescente da indústria por profissionais qualificados. “A grande oferta de vagas no SENAI neste semestre é uma resposta direta à necessidade urgente da indústria brasileira por profissionais qualificados, para impulsionar seu crescimento e seu processo de modernização. Com isso, o SENAI expandiu novas áreas para que consiga contribuir para a empregabilidade dos nossos alunos e, principalmente, para a confiança no setor produtivo”, destacou.

Segundo a coordenadora, esse alinhamento entre cursos e necessidades do mercado é feito com base no Mapa do Trabalho Industrial, estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que aponta áreas estratégicas para o país, como digitalização, tecnologia da informação, automação, mecatrônica e também setores tradicionais, como metalmecânica, logística e construção civil. Além disso, o SENAI está expandindo a oferta em energias renováveis, acompanhando o avanço da economia verde.

Carla também ressaltou os investimentos do SENAI em educação a distância e em tecnologias imersivas para qualificação profissional. “Muitos jovens e trabalhadores estão buscando uma requalificação e estão procurando a modalidade à distância. Com isso, o SENAI vem investindo na expansão e na qualificação do EAD, por meio de tecnologias imersivas, uma prática no ambiente online, com laboratórios virtuais, simuladores, onde cada vez mais os nossos cursos exigem a prática, mas são pioneiros nessa utilização de tecnologias, o que possibilita a aproximação do processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos com a realidade da indústria”, completou.

Vagas em destaque

Os destaques ficam para o Rio de Janeiro, com 9.976 vagas gratuitas em áreas como automotiva, petróleo e gás, refrigeração e tecnologia da informação; Tocantins, com 1.085 vagas; Mato Grosso, que soma 480 vagas; Sergipe, com 780 oportunidades; e o Amapá, que abre 425 vagas.

Confira as oportunidades em cada estado:

Amapá

O SENAI-AP abriu 425 vagas em cursos como agente de produção e consumo sustentável, almoxarife, assistente contábil-financeiro, instalador de sistemas fotovoltaicos, instalador hidráulico, operador de computador, operador de logística portuária e operador de processos de distribuição logística, entre outros. As oportunidades incluem cursos presenciais e semipresenciais de qualificação profissional.

Mato Grosso

O SENAI-MT oferece 480 vagas em cursos de assistente administrativo com informática, climatização residencial, comandos elétricos, eletricista automotivo, marceneiro de móveis planejados, mecânico de refrigeração, mestre de obras da construção civil, promotor de vendas, torneiro mecânico e trilha de inteligência artificial, entre outros. As oportunidades abrangem cursos técnicos, de qualificação profissional, aperfeiçoamento e formação continuada.

Rio de Janeiro

O SENAI-RJ disponibiliza 9.976 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional em áreas como automotiva, energias renováveis, mídias impressas e digitais, petróleo e gás, refrigeração e tecnologia da informação. São 509 turmas em diferentes formatos (presencial, semipresencial e EAD). As inscrições devem ser feitas presencialmente.

Sergipe

O SENAI-SE tem 780 vagas em cursos como assistente de recursos humanos, auxiliar de eletricista, comandos elétricos, desenhista técnico de edificações, eletricista, marceneiro de móveis, marketing digital, mecânico de refrigeração e climatização, modelista de roupas, montador e reparador de computadores, pintor de automóveis, além de Word e Excel avançados. As oportunidades são para 27 cursos gratuitos, presenciais e semipresenciais, nos turnos da manhã, tarde e noite.

Tocantins

O SENAI-TO abriu 1.085 vagas em cursos como Excel avançado, auxiliar de laboratório químico e microbiológico, padeiro, pintor de obras imobiliárias, entre outros. Desse total, 685 vagas são para 27 cursos presenciais em diferentes turnos, e 400 vagas são para 4 cursos EAD.

O SENAI orienta os interessados a verificarem as informações detalhadas — como preços, carga horária e certificação — diretamente nos canais digitais das unidades estaduais e na plataforma Futuro.Digital.

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02/09/2025 04:50h

Oportunidades incluem cursos técnicos, de qualificação, aperfeiçoamento, aprendizagem industrial e formação continuada, em modalidades presenciais, semipresenciais e à distância

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) está com 84.306 vagas abertas em cursos gratuitos e pagos em diversas áreas, como construção civil, design, moda, produção de alimentos, segurança e tecnologia. A oferta contempla tanto cursos presenciais nas unidades do SENAI espalhadas pelo país quanto cursos no Futuro.Digital, plataforma online de educação da instituição.

Do total, 9.926 vagas são oferecidas diretamente pelas escolas do SENAI em estados selecionados, enquanto a plataforma Futuro.Digital reúne 74.380 vagas em diferentes modalidades de ensino, desde microcursos até pós-graduação e MBA.

De acordo com o gerente de Educação Profissional e Superior do SENAI, Mateus Simões de Freitas, a ação é fruto de um planejamento que busca equilibrar volume e qualidade na formação de profissionais. “Precisamos formar uma grande quantidade de profissionais em áreas de real demanda da indústria brasileira”, afirmou.

O dirigente explica que a oferta é baseada em estudos sobre o comportamento do mercado de trabalho. “O SENAI avalia o comportamento do mercado, as principais profissões que a indústria está demandando e então realiza sua oferta para os diversos setores de todo o Brasil”, completou.

Cursos do SENAI: vagas por estado

Os interessados devem se inscrever nos sites regionais do SENAI ou na plataforma Futuro.Digital, onde estão disponíveis informações detalhadas sobre preços, carga horária, certificação e grade curricular. Em alguns estados, há vagas gratuitas pelo Programa SENAI de Gratuidade Regimental, voltadas principalmente para pessoas de baixa renda.

  • Distrito Federal: 811 vagas gratuitas em cursos de aperfeiçoamento, qualificação profissional e técnicos. Inscrições no site do SENAI-DF.
  • Mato Grosso: 1.100 vagas em cursos como agricultura de precisão, eletricista industrial, informática e operador de empilhadeira. Inscrições no site do SENAI-MT.
  • Paraíba: 1.167 vagas, sendo 962 presenciais e 205 à distância, em cursos como técnico em automação, programador de sistemas automatizados e técnico em segurança do trabalho. Inscrições no site do SENAI-PB.
  • Paraná: 3.843 vagas, sendo 2.545 presenciais e 1.298 à distância, em áreas como construção de obras, desenvolvimento de sistemas, química, produção alimentícia e segurança. Inscrições no site do SENAI-PR.
  • Rio Grande do Sul: 2.400 vagas para 80 cursos presenciais em 33 unidades, incluindo eletricista predial, programação e tecnologias de soldagem. Inscrições no site do SENAI-RS.
  • Tocantins: 605 vagas em 29 cursos presenciais, como eletricista instalador residencial, mecânico de ar-condicionado e marketing digital. Inscrições no site do SENAI-TO.

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