26/02/2026 04:55h

O principal fator para o recuo foi o grupo Habitação, que apresentou queda de 1,80%, influenciada principalmente pela redução de 5,38% na energia elétrica residencial

Baixar áudio

A inflação de Goiânia registrou alta de 0,23% em dezembro de 2025, encerrando o ano com acumulado de 4,12% - índice abaixo da média brasileira no período, que ficou em 4,26%. As informações constam no Boletim de Inflação Mensal divulgado pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB), órgão do Governo de Goiás.

O patamar obtido em dezembro corresponde a uma desaceleração de 0,21 ponto percentual em relação a novembro, quando o índice havia sido de 0,44%. Entre as capitais analisadas, Goiânia ficou 0,10 ponto percentual abaixo da média nacional no mês, ocupando a décima posição no ranking das maiores variações.

Energia elétrica contribui para recuo no mês

O principal fator de alívio inflacionário em dezembro foi o grupo Habitação, que registrou queda de 1,80%, influenciada, principalmente, pela redução de 5,38% na energia elétrica residencial. A retração ajudou a compensar as pressões acumuladas ao longo de 2025.

Em contrapartida, alguns segmentos pressionaram o índice geral. O grupo Transportes avançou 0,89%, impulsionado pelas altas no etanol (4,22%), na gasolina (0,48%) e nas passagens aéreas (20,17%). Já o grupo Despesas Pessoais registrou aumento de 0,63%.

VEJA MAIS:

Setor produtivo e frentes parlamentares pedem revogação de portaria sobre trabalho em feriados

Novo tarifaço de Trump é frágil, mas deve beneficiar o Brasil, apontam especialistas

No grupo Alimentação e bebidas, que subiu 0,49%, destacaram-se as elevações da batata-inglesa (18,51%), do tomate (9,41%) e das carnes. Por outro lado, houve recuo nos preços do leite longa vida (-4,88%), do arroz (-1,93%) e do frango inteiro (-2,34%).

Resultado anual indica desaceleração

No acumulado de 2025, os maiores impactos vieram de Habitação (10,49%) e Vestuário (8,38%). Ainda assim, a inflação anual de 4,12% ficou abaixo do percentual registrado em 2024 (5,56%), indicando desaceleração no ritmo de alta dos preços na capital.

Diferenças no impacto conforme a renda

O IMB também publicou o Boletim de Inflação por Faixa de Renda, que evidencia comportamentos distintos entre os grupos socioeconômicos. Em dezembro, os cenários foram os seguintes:

  • Famílias de menor renda: variação de -0,13%
  • Famílias de renda mediana: 0,14%
  • Famílias de maior renda: 0,47%
  • Índice médio geral: 0,23%

O recuo em Habitação foi observado em todas as faixas, refletindo a redução na energia elétrica. Contudo, o comportamento do grupo Alimentação variou: apenas o segmento de menor renda registrou deflação no mês (-0,27%), ao passo que os demais apresentaram aumento.

Entre as famílias de renda mediana, a principal pressão veio de Transportes (1,39%). Já no grupo de maior renda, os destaques foram Transportes (1,08%) e Despesas Pessoais (1,29%).

Monitoramento mais detalhado

De acordo com o diretor-executivo do IMB, Erik de Figueiredo, o acompanhamento sistemático dos indicadores amplia a compreensão sobre o custo de vida na capital. Segundo ele, a inflação encerrando o ano abaixo da média nacional, aliada à análise por faixa de renda, contribui para qualificar o debate e subsidiar a formulação de políticas públicas.

“Os dados mostram que Goiânia encerra 2025 com inflação controlada e abaixo da média nacional. Além disso, o estudo por faixa de renda permite compreender de forma mais precisa como as variações de preços afetam diferentes grupos da população. Isso fortalece a transparência e qualifica o debate sobre políticas públicas”, destacou.

Desde janeiro de 2025, o instituto passou a mensurar regularmente a inflação segmentada por renda em Goiânia, oferecendo uma leitura mais detalhada dos impactos econômicos sobre as famílias.

Os boletins completos podem ser acessados gratuitamente no site oficial do IMB: www.goias.gov.br/imb.
 

Copiar textoCopiar o texto
26/02/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

Baixar áudio

A CAIXA inicia nesta quinta-feira (26), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de fevereiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 9. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

Copiar textoCopiar o texto
26/02/2026 04:50h

Os valores serão creditados em conta Poupança CAIXA Tem e podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem

Baixar áudio

A CAIXA paga nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, parcela de R$ 1000 aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio aprovados em 2025, nascidos nos meses de janeiro e fevereiro. Também serão pagos os R$ 200 aos estudantes concluintes que realizaram os dois dias de prova do Enem.

Os valores serão creditados em conta Poupança CAIXA Tem e podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.  

O estudante pode fazer transferências, PIX e pagar contas, direto no aplicativo do celular.

Além disso, o aluno pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos. 
Estudantes do 1ª e 2º ano do Ensino Médio aprovados em 2025 também recebem o crédito da parcela de R$ 1000 em conta e o valor permanece bloqueado até a conclusão do Ensino Médio.  

O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes da rede pública matriculados no Ensino Médio Regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos. 

Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br

O que é o Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.

Quem tem direito ao pagamento

  • Estudantes matriculados no ensino médio público e beneficiários do CadÚnico.
  • Vale para ensino regular e para EJA (Educação de Jovens e Adultos), com regras de pagamento específicas.

Como funciona o pagamento do Pé-de-Meia

  • O MEC usa dados enviados pelas redes de ensino (federal, estadual, distrital ou municipal) para identificar quem cumpre os requisitos de matrícula e frequência.
  • Com as informações validadas, o MEC autoriza as folhas de pagamento e envia à Caixa Econômica Federal, que abre as contas e realiza os pagamentos.

Valores do pagamento (ensino regular)

  • R$ 200/mês de incentivo pela frequência (saque a qualquer momento).
  • R$ 1.000 ao final de cada ano concluído (fica bloqueado e só pode ser sacado após a formatura no ensino médio).
  • Bônus de R$ 200 pela participação no ENEM.
  • Total potencial ao longo do curso: até R$ 9.200 por aluno, somando parcelas mensais, depósitos anuais e o adicional do ENEM.

Valores do pagamento (EJA)

  • R$ 200 por comprovação de matrícula (saque imediato).
  • R$ 225 por frequência (saque imediato).
  • Mantêm-se os depósitos anuais de R$ 1.000 ao concluir cada etapa do ensino médio, com saque após a formatura.

Calendário e processamento do pagamento

  • As folhas de pagamento são geradas pelo MEC com base na matrícula e frequência informadas pelas redes de ensino.
  • A Caixa processa e efetiva o pagamento nas contas abertas para os beneficiários.
  • O estudante acompanha no app “Jornada do Estudante” quando o pagamento for liberado.

Como consultar e sacar o pagamento do Pé-de-Meia

  • Consulta: pelo aplicativo Jornada do Estudante (informações de elegibilidade, parcelas e status).
  • Saque: valores mensais (R$ 200 no regular; R$ 200 + R$ 225 no EJA) podem ser sacados a qualquer momento.
  • Depósitos anuais (R$ 1.000) ficam retidos e só podem ser sacados após a conclusão do ensino médio.

Perguntas rápidas sobre o pagamento Pé-de-Meia

  • Preciso comprovar frequência? Sim. A liberação do pagamento depende da matrícula e da frequência informadas pela rede de ensino.
  • Posso sacar tudo? Não. As parcelas mensais podem ser sacadas; os R$ 1.000 anuais ficam disponíveis apenas após a formatura.
  • O ENEM é obrigatório para receber o bônus? Para o adicional de R$ 200, é necessário participar do ENEM.
  • Onde vejo se caiu o pagamento? No app Jornada do Estudante.
  • Quem resolve erros no pagamento? A rede de ensino precisa corrigir dados de matrícula/frequência; a Caixa executa o pagamento após o envio correto das folhas pelo MEC.
Copiar textoCopiar o texto
26/02/2026 04:15h

Além das cidades beneficiadas, 10 estados partilharam cerca de R$ 742 milhões

Baixar áudio

Com a conclusão de todas as etapas operacionais da distribuição de royalties referentes à produção do mês de dezembro de 2025, nos contratos de concessão e de cessão onerosa, 952 municípios receberam R$ 894.071.065,14. As informações foram divulgadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Além das cidades beneficiadas, 10 estados partilharam R$ 742.513.223,39. A agência informou que, além desses valores, também foram destinadas parcelas de royalties à União e ao Fundo Especial, de acordo com o que estabelece a legislação vigente.

Os valores detalhados de royalties por beneficiário podem ser consultados na página "Royalties". Vale destacar que os dados relacionados ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e deverão ser divulgados nos próximos dias na mesma página.

VEJA MAIS:

Setor produtivo e frentes parlamentares pedem revogação de portaria sobre trabalho em feriados

Novo tarifaço de Trump é frágil, mas deve beneficiar o Brasil, apontam especialistas

Em relação aos royalties dos contratos de partilha, relativos à produção de dezembro do ano passado, os recursos estarão disponíveis aos entes beneficiários assim que todas as etapas operacionais forem finalizadas.

Atribuição da ANP na distribuição de royalties

A distribuição dos royalties aos beneficiários observa critérios estabelecidos na Lei nº 7.990/1989 e no Decreto nº 1/1991, que regulamentam a destinação da parcela correspondente a 5% dos royalties.

Também são considerados os dispositivos da Lei nº 9.478/1997 e do Decreto nº 2.705/1998, que tratam da distribuição da parcela superior a 5% dos royalties.

O cálculo dos valores, bem como a apuração e a distribuição dos recursos, são de responsabilidade da ANP. A agência informa que não há data previamente definida para o pagamento dos valores referentes aos royalties.

Os valores depositados, as datas dos repasses e os respectivos beneficiários podem ser consultados no sítio eletrônico do Banco do Brasil. Para isso, no campo "Fundo", deve ser selecionada a opção “ANP – Royalties da ANP”.
 

Copiar textoCopiar o texto
25/02/2026 22:00h

Índice chega a renovar máxima histórica no intradia, perde fôlego com realização de lucros e encerra o último pregão em baixa de 0,19%

Baixar áudio

O Ibovespa testou os 192 mil pontos pela primeira vez na história, mas não sustentou o avanço e fechou o último pregão em queda de 0,19%, aos 191.247,46 pontos, segundo dados preliminares.

Logo nos primeiros negócios, o índice chegou a 192.623,56 pontos, renovando o recorde intradia. Ao longo da sessão, no entanto, perdeu força e passou a oscilar em território negativo. Na mínima do dia, marcou 190.419 pontos.

O movimento refletiu a realização de lucros após a sequência de altas recentes. Ainda assim, o desempenho robusto de uma das principais empresas do setor de mineração ajudou a limitar perdas mais expressivas.

O mercado também reagiu à repercussão de balanços corporativos e à divulgação de pesquisa eleitoral, fatores que contribuíram para maior cautela entre investidores.

De acordo com especialistas, o cenário indica um ajuste natural após máximas históricas, em meio à avaliação de fundamentos das empresas e das perspectivas para a economia.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): +19,15%
  • Haga SA Industria e Comercio (HAGA3): +13,07%

Ações em queda no Ibovespa

  • Gafisa S.A. (GFSA3):  −9,13%
  • Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. Pfd Shs A (SOND5): −7,69%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.749.948.699, em meio a 4.187.242  negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

Copiar textoCopiar o texto
25/02/2026 21:30h

Divisa norte-americana encerra o último pregão cotada a R$ 5,125, pressionada por cenário externo e fatores internos

Baixar áudio

O dólar comercial fechou o último pregão em queda de 0,60%, cotado a R$ 5,13 para venda, o menor valor desde maio de 2024. Ao longo do dia a moeda chegou a registrar alta, mas perdeu força no período da tarde e consolidou o movimento de recuo após as 14h.

O desempenho do câmbio ocorre em meio à avaliação do mercado financeiro sobre as novas tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos, além da repercussão de pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais no Brasil.

Investidores também acompanharam a divulgação de balanços corporativos, que ajudaram a compor o cenário de cautela e ajustes nas posições ao longo da sessão.

De acordo com especialistas, a combinação entre fatores externos, como a política comercial norte-americana e elementos internos, como o ambiente político e econômico, contribuiu para a queda da moeda norte-americana frente ao real.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,04.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1949 0,1653 0,1440 30,4950 0,1507 0,2666 0,2741
USD 5,1249 1 0,8471 0,7379 156,47 0,7730 1,3680 1,4045
EUR 6,0499 1,1805 1 0,8711 184,72 0,9125 1,6149 1,6580
GBP 6,9460 1,3554 1,1480 1 212,07 1,0477 1,8541 1,9035
JPY 3,27922 0,639100 0,54138 0,471565 1 0,4941 0,87435 0,89763
CHF 6,6369 1,2936 1,0959 0,9546 202,42 1 1,7699 1,8169
CAD 3,7505 0,7309 0,6192 0,5393 114,38 0,5651 1 1,0267
AUD 3,6483 0,7121 0,6031 0,5254 111,41 0,5504 0,9740 1

Os dados são da Investing.com.

 

Copiar textoCopiar o texto
25/02/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

Baixar áudio

A CAIXA inicia nesta quarta-feira (25), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de fevereiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

 

Copiar textoCopiar o texto
25/02/2026 04:25h

Levantamento indica recuo no emprego e na produção no início do ano; utilização da capacidade instalada fica no menor nível para janeiro desde 2019

Baixar áudio

O índice de evolução do número de empregados da indústria chegou a 47,6 pontos em janeiro de 2026. O resultado veio após alta de 0,7 ponto na comparação com dezembro de 2025. Mesmo com o avanço, o índice permaneceu abaixo dos 50 pontos, sinalizando queda dos postos de trabalho no setor no primeiro mês do ano.

Os dados constam na Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, trata-se do pior resultado para o mês de janeiro desde 2017.

O estudo também revela que o índice que mede a evolução da produção industrial subiu 4 pontos no período analisado, atingindo 44,9 pontos. Contudo, o movimento não foi suficiente para que o indicador ultrapassasse a linha dos 50 pontos. Com isso, o resultado indica queda da produção na passagem de dezembro de 2025 para janeiro deste ano.

VEJA MAIS:

Em janeiro, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) chegou a 66%, mesmo patamar registrado em dezembro do ano passado. O resultado foi o menor para o mês desde 2019.

“É comum que esses índices fiquem abaixo dos 50 pontos no início de cada ano, mas os resultados foram piores do que o usual. Isso reflete a queda da demanda por produtos industriais observada desde o ano passado, consequência do patamar persistentemente elevado da taxa de juros”, destaca Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.

Ainda segundo o levantamento, o índice de evolução do nível de estoques registrou alta, passando de 48,4 pontos para 48,8 pontos entre dezembro e janeiro. O indicador se aproximou da linha de 50 pontos, sinalizando um recuo menos expressivo.

Já o índice que mede a relação entre o estoque efetivo e o planejado recuou de 50,6 pontos para 49,2 pontos, indicando que os estoques do setor começaram o ano abaixo do projetado pelas empresas.

Expectativas positivas

Na contramão dos índices relacionados ao desempenho atual da indústria, as expectativas para os próximos seis meses são positivas.

A pesquisa mostra que, na passagem de janeiro para fevereiro, os índices de expectativas de demanda, compra de insumos e matérias-primas e número de empregados registraram crescimento:

  • O índice de expectativa de demanda passou de 52,7 pontos para 54,2 pontos;
  • O indicador de expectativa de compra de insumos e matérias-primas aumentou de 52 pontos para 52,8 pontos;
  • O índice de expectativa de número de empregados cresceu de 49,9 pontos para 50,4 pontos.

Contudo, o índice de expectativa de quantidade exportada permaneceu estável, em 50,1 pontos.

Queda na intenção de investimento

A intenção de investimento da indústria, por sua vez, registrou queda pelo segundo mês consecutivo. Entre janeiro e fevereiro, o indicador diminuiu 0,4 ponto, passando de 55,7 pontos para 55,3 pontos. Ainda assim, o índice ficou 3,7 pontos acima da média histórica, de 51,6 pontos.

Copiar textoCopiar o texto
24/02/2026 21:00h

Incertezas geopolíticas e fluxo estrangeiro focado nos países emergentes beneficiaram o real ante o dólar durante a sessão

Baixar áudio

O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,27% frente ao real, cotado a R$ 5,15, menor valor desde maio de 2024. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,14%.

O desempenho da moeda estadunidense refletiu o fluxo de investimento estrangeiro para países emergentes, influenciado pelo aumento das incertezas quanto às novas tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, as tensões geopolíticas e o apetite a risco em países emergentes.

Além do real, o dólar também perdeu força ante outras moedas como o peso chileno e o peso mexicano. Segundo analistas do setor, no cenário atual de tensão entre os EUA e o Irã, tarifas e apetite ao risco em emergentes, o Brasil se destaca como um “porto seguro”, mesmo frente a outros emergentes como África do Sul, Turquia e México.

A visão de alguns dos analistas é a de que o movimento tende a se manter no exterior, sem motivo aparente para uma mudança de tendência. Eles explicam que, em âmbito local, o fluxo de investimento estrangeiro tem tido um peso alto, o que tem levado os agentes a relevar a questão fiscal no Brasil.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,43%, cotado a R$ 6,07.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1939 0,1647 0,1437 30,2259 0,1501 0,2657 0,2748
USD 5,1570 1 0,8493 0,7411 155,88 0,7739 1,3703 1,4166
EUR 6,0711 1,1774 1 0,8726 183,54 0,9113 1,6134 1,6682
GBP 6,9584 1,3493 1,1461 1 210,33 1,0442 1,8489 1,9116
JPY 0,0331 0,0064 0,0054 0,0048 1 0,4964 0,0088 0,0091
CHF 6,6637 1,2922 1,0975 0,9573 201,42 1 1,7708 1,8308
CAD 3,7629 0,7298 0,6197 0,5406 113,76 0,5648 1 1,0338
AUD 3,6402 0,7059 0,5995 0,5231 110,03 0,5463 0,9672 1

 

Os dados são da Investing.com

Copiar textoCopiar o texto
24/02/2026 20:40h

Índice teve suporte dos “pesos pesados” e das blue chips, que se beneficiaram do fluxo de capital internacional para países emergentes

Baixar áudio

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,40%, em nova máxima nominal recorde de 191.490 pontos, após bater o recorde intradiário de 191.781 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo fluxo de investimentos estrangeiros para países emergentes, o que beneficiou o Brasil, e pela recuperação das bolsas de Nova York após queda na última sessão.

O forte fluxo de capital estrangeiro para a B3 teve continuidade durante a sessão, com a tendência externa de fluxo para países emergentes, dentre os quais, segundo analistas, o Brasil se destaca. As blue chips, embaladas por esse fluxo, sustentaram o movimento de avanço do Ibovespa, o qual, segundo analistas, tende a seguir inalterado e alcançar os 200 mil pontos em breve.

Após fecharem em queda na última sessão, pressionadas pelas incertezas relacionadas às tarifas do presidente Donald Trump e pelos receios quanto à inteligência artificial, as bolsas de Nova York tiveram recuperação e fecharam o pregão em alta. A Casa Branca instituiu a cobrança de uma tarifa recíproca de 10%, abaixo dos 15% previstos, o que reduziu a cautela dos investidores.

Os “pesos pesados” também se beneficiaram com a entrada de fluxo entrangeiro durante a sessão, dando suporte ao Ibovespa. Os papéis da Petrobras avançaram 2,54%, mesmo com a queda do petróleo, enquanto a Vale subiu 0,39%. Os bancos também subiram em bloco.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): +72,50%

  • Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +16,07%

Ações em queda no Ibovespa

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3): -24,19%

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -8,48%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.974.724.428, em meio a 4.527.534 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto