02/03/2026 21:30h

Moeda norte-americana avança em meio à tensão no Oriente Médio e movimento global de busca por ativos seguros

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O dólar comercial fechou o último pregão em alta e foi negociado a R$ 5,18. A moeda norte-americana registrou valorização de 0,62% ao longo do dia.

O avanço do dólar frente ao real acompanhou o movimento da moeda norte-americana no exterior, em um cenário de maior aversão ao risco. A escalada das tensões no Oriente Médio, após ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, aumentou a procura por ativos considerados mais seguros, como o dólar.

O conflito também provocou forte volatilidade nos mercados internacionais, com reflexos nos preços do petróleo e pressão sobre moedas de países emergentes. Apesar da pressão ao longo do pregão, exportadores e investidores aproveitaram o patamar mais elevado da moeda para vender dólares e realizar lucros.

De acordo com especialistas, o cenário externo continua sendo o principal fator de influência sobre o câmbio brasileiro, especialmente diante de incertezas geopolíticas e do comportamento da economia norte-americana. O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda dos Estados Unidos frente a uma cesta de seis divisas, também avançou, reforçando o movimento global de valorização.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,05.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1930 0,1652 0,1441 30,3638 0,1504 0,2637 0,2725
USD 5,1755 1 0,8552 0,7458 157,33 0,7793 1,3667 1,4103
EUR 6,0509 1,1694 1 0,8722 183,99 0,9113 1,5982 1,6492
GBP 6,9362 1,3409 1,1467 1 210,98 1,0450 1,8325 1,8911
JPY 3,29330 0,635547 0,54348 0,473956 1 0,4953 0,86854 0,89634
CHF 6,6496 1,2832 1,0973 0,9569 201,90 1 1,7537 1,8097
CAD 3,7916 0,7317 0,6257 0,5457 115,13 0,5702 1 1,0320
AUD 3,6701 0,7091 0,6063 0,5288 111,57 0,5526 0,9690 1

Os dados são da Investing.com.

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02/03/2026 21:00h

Avanço das ações de petrolíferas sustenta índice mesmo em cenário de tensão geopolítica

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O Ibovespa fechou o último pregão em alta de 0,28%, aos 189.307 pontos. O principal índice da bolsa brasileira chegou a oscilar ao longo do dia, mas manteve o desempenho positivo no encerramento.

O movimento ocorreu em meio ao aumento do risco geopolítico, após ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o que elevou a cautela nos mercados internacionais. Ainda assim, a bolsa brasileira foi sustentada principalmente pelas ações de petrolíferas, impulsionadas pela alta do petróleo no exterior.

De acordo com especialistas, a valorização das commodities ajudou a compensar o ambiente de maior aversão ao risco global. O setor de energia teve papel decisivo para manter o índice no campo positivo, mesmo diante das incertezas no cenário internacional.

Analistas avaliam que, enquanto persistirem as tensões no Oriente Médio, os preços do petróleo tendem a permanecer pressionados, o que pode continuar influenciando o desempenho das ações ligadas ao setor na bolsa brasileira.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Infracommerce CXAAS SA (IFCM3): +19,18%
  • Recrusul SA (RCSL3): +14,61%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3):  −12,50%
  • Grupo Toky SA (TOKY3): −10,94%

O volume total negociado na B3 foi de R$31.717.883.070, em meio a 4.559.616  negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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02/03/2026 04:55h

As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais

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Atenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, neste mês de março, a região vai receber os serviços em duas embarcações, já que a população também terá acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.

As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie. 

Confira agora o cronograma e anote a data e o local em que os atendimentos estarão disponíveis.

Os atendimentos com a Agência-Barco Ilha do Marajó começam por Curralinho. A embarcação fica no município do dia 2 ao dia 3.

Os serviços no PrevBarco também começam no dia 2, mas em Cachoeira do Arari, com atendimento até o dia 6 de março.

Já entre os dias 4 e 6, a Agência-Barco Ilha do Marajó estará em Oeiras do Pará. A população de Anajás, por sua vez, contará com os serviços do dia 9 ao dia 11.

Também no dia 9 de março, o PrevBarco estará em Ponta de Pedras, onde permanecerá até o dia 13.

Nos dias 12 e 13, os moradores de Afuá contarão com os serviços do Banco, por meio da Agência-Barco Ilha do Marajó.

Já entre os dias 16 e 17, a embarcação vai estar ancorada em Bagre, enquanto o PrevBarco estará em Muaná do dia 16 ao dia 20.

No dia 19, os moradores de Ponta de Pedras voltam a receber os serviços, mas dessa vez por meio da Agência-Barco Ilha do Marajó, que permanece no local até o dia 20.

Na última parada do mês, em 30 de março, a população de Igarapé-Miri será atendida com os serviços CAIXA, juntamente à equipe que atua no PrevBarco. Na cidade, a embarcação permanecerá até o dia 2 de abril.

O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
 

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02/03/2026 04:55h

Os valores serão creditados em conta Poupança CAIXA Tem e podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem

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A CAIXA paga nesta segunda-feira, 02 de março, parcela de R$ 1000 aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio aprovados em 2025, nascidos nos meses de maio e junho. Também serão pagos os R$ 200 aos estudantes concluintes que realizaram os dois dias de prova do Enem.

Os valores serão creditados em conta Poupança CAIXA Tem e podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.  

O estudante pode fazer transferências, PIX e pagar contas, direto no aplicativo do celular.

Além disso, o aluno pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos. 

Estudantes do 1ª e 2º ano do Ensino Médio aprovados em 2025 também recebem o crédito da parcela de R$ 1000 em conta e o valor permanece bloqueado até a conclusão do Ensino Médio.    

O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes da rede pública matriculados no Ensino Médio Regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos. 

Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br

O que é o Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.

Quem tem direito ao pagamento

  • Estudantes matriculados no ensino médio público e beneficiários do CadÚnico.
  • Vale para ensino regular e para EJA (Educação de Jovens e Adultos), com regras de pagamento específicas.

Como funciona o pagamento do Pé-de-Meia

  • O MEC usa dados enviados pelas redes de ensino (federal, estadual, distrital ou municipal) para identificar quem cumpre os requisitos de matrícula e frequência.
  • Com as informações validadas, o MEC autoriza as folhas de pagamento e envia à Caixa Econômica Federal, que abre as contas e realiza os pagamentos.

Valores do pagamento (ensino regular)

  • R$ 200/mês de incentivo pela frequência (saque a qualquer momento).
  • R$ 1.000 ao final de cada ano concluído (fica bloqueado e só pode ser sacado após a formatura no ensino médio).
  • Bônus de R$ 200 pela participação no ENEM.
  • Total potencial ao longo do curso: até R$ 9.200 por aluno, somando parcelas mensais, depósitos anuais e o adicional do ENEM.

Valores do pagamento (EJA)

  • R$ 200 por comprovação de matrícula (saque imediato).
  • R$ 225 por frequência (saque imediato).
  • Mantêm-se os depósitos anuais de R$ 1.000 ao concluir cada etapa do ensino médio, com saque após a formatura.

Calendário e processamento do pagamento

  • As folhas de pagamento são geradas pelo MEC com base na matrícula e frequência informadas pelas redes de ensino.
  • A Caixa processa e efetiva o pagamento nas contas abertas para os beneficiários.
  • O estudante acompanha no app “Jornada do Estudante” quando o pagamento for liberado.

Como consultar e sacar o pagamento do Pé-de-Meia

  • Consulta: pelo aplicativo Jornada do Estudante (informações de elegibilidade, parcelas e status).
  • Saque: valores mensais (R$ 200 no regular; R$ 200 + R$ 225 no EJA) podem ser sacados a qualquer momento.
  • Depósitos anuais (R$ 1.000) ficam retidos e só podem ser sacados após a conclusão do ensino médio.

Perguntas rápidas sobre o pagamento Pé-de-Meia

  • Preciso comprovar frequência? Sim. A liberação do pagamento depende da matrícula e da frequência informadas pela rede de ensino.
  • Posso sacar tudo? Não. As parcelas mensais podem ser sacadas; os R$ 1.000 anuais ficam disponíveis apenas após a formatura.
  • O ENEM é obrigatório para receber o bônus? Para o adicional de R$ 200, é necessário participar do ENEM.
  • Onde vejo se caiu o pagamento? No app Jornada do Estudante.
  • Quem resolve erros no pagamento? A rede de ensino precisa corrigir dados de matrícula/frequência; a Caixa executa o pagamento após o envio correto das folhas pelo MEC.
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02/03/2026 04:50h

Ao todo, a embarcação vai atender oito localidades ribeirinhas do Amazonas ao longo do mês

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Atenção, você que está esperando a Agência-Barco da CAIXA chegar às cidades ribeirinhas do Amazonas! O percurso e as datas de março já saíram. Ao todo, a embarcação vai atender oito localidades ribeirinhas do estado neste período.

A população vai contar com serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços, com exceção de movimentação de dinheiro em espécie.

Confira o cronograma e anote a data em que a CAIXA vai estar mais perto de você.

A embarcação inicia o mês em Novo Airão, onde permanece nos dias 2 e 3. Do dia 4 ao dia 6, os serviços serão oferecidos à população de Codajás.

Já entre os dias 9 e 10 de março, a Agência-Barco Chico Mendes estará em Anori. Do dia 11 ao dia 12, será a vez dos moradores de Beruri contarem com os serviços da CAIXA.

No dia 13, a embarcação estará em Anamã. Já entre os dias 16 e 18, será a vez da população de Manaquiri receber os atendimentos.

Os moradores de Careiro da Várzea vão receber a Agência-Barco Chico Mendes nos dias 19 e 20 de março. A última parada do mês será em Alvarães, entre os dias 30 e 31.

Nessas datas, o horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.

Para mais informações, acesse: caixa.gov.br.
 

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02/03/2026 04:20h

Pesquisa do FGV IBRE aponta 78,1% de trabalhadores satisfeitos; baixa remuneração lidera entre os principais motivos de insatisfação

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A satisfação com o trabalho atingiu o maior valor da série histórica no trimestre finalizado em janeiro de 2026. A oitava edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE mostrou que 78,1% dos respondentes se sentem satisfeitos ou muito satisfeitos com o atual trabalho, enquanto o percentual de respondentes insatisfeitos ou muito insatisfeitos foi de 6,1%, o menor da série.

Dentre os insatisfeitos em qualquer grau, a baixa remuneração foi o principal motivo de insatisfação, citado por 60,5%. Saúde mental e carga horária elevada foram os outros dois fatores mais citados, por 24,8% e 21,9%, respectivamente. Era possível citar mais de um motivo nesta etapa da pesquisa.

Para o economista do FGV IBRE, Rodolpho Tobler, os dados de satisfação com o trabalho parecem refletir a evolução favorável do mercado de trabalho nos últimos anos, com a mínima da taxa de desocupação, a melhora concentrada no trabalho formal e a evolução da renda sendo fatores que tendem a influenciar a percepção dos trabalhadores sobre sua ocupação.

“A parcela que ainda se mostra insatisfeita reforça a importância da remuneração para essa percepção. Os primeiros dados de 2026 devem continuar indicando um mercado de trabalho aquecido, mas a tendência para o ano é de desaceleração, acompanhado pelo ritmo mais fraco da atividade econômica. Nesse sentido, a percepção sobre satisfação tende a registrar ritmo semelhante, abaixo do observado em 2025”, completa o economista.

 

Com informações do FGV IBRE.

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02/03/2026 04:15h

Relatório de Acompanhamento Fiscal projeta ano com foco na meta de déficit zero, inflação controlada e cenário externo favorável

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A edição de fevereiro do Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), divulgada pela Instituição Fiscal Independente (IFI), revela que 2026 deverá ser um ano de foco no cumprimento da meta de déficit primário zero, sem expectativa de grandes turbulências ou de medidas radicais na política econômica brasileira

Apesar disso, o documento aponta preocupações com a dívida pública e as despesas dos estados. Segundo a IFI, para interromper o crescimento da dívida e promover uma reconfiguração estrutural dos gastos públicos — com maior espaço para investimentos em infraestrutura, ciência e tecnologia — o país precisaria gerar um superávit primário superior a 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa agenda, no entanto, deve ficar para 2027, já que dificilmente reformas estruturais profundas ocorrem em ano eleitoral.

Já no campo monetário, a projeção é de inflação alinhada ao centro da meta, fechando o ano em 3,9%. O cenário externo é considerado confortável, sustentado pelo regime de câmbio flutuante, pelo elevado volume de reservas internacionais e pelo desempenho positivo da balança comercial.

Resultado dos estados

Outro ponto de atenção destacado no relatório é o resultado primário dos estados e do Distrito Federal. Em 2025, o superávit registrado foi de apenas 0,04% do PIB — praticamente nulo — refletindo o crescimento real das despesas acima do das receitas.

Embora o maior peso do ajuste esteja no governo federal, a IFI ressalta que estados e municípios desempenham papel relevante no equilíbrio das contas públicas. O diretor da instituição, Alexandre Andrade, chama atenção para o avanço das despesas com pessoal e para seus potenciais efeitos sobre a saúde financeira de entes federados.

“[O aumento da despesa de pessoal] acende um sinal de alerta, porque se trata de despesas obrigatórias de caráter continuado. Caso ocorra alguma reversão no cenário que afete a arrecadação desses entes, os estados podem ter problemas. Os investimentos tendem a ser uma das variáveis a sofrer ajustes. Então pode haver um risco de interrupção dessas obras.”

Imposto de Importação

O relatório também aborda a elevação do Imposto de Importação sobre diversos bens de capital, informática e telecomunicações, medida incorporada ao Orçamento de 2026. A estimativa é que o aumento das alíquotas gere arrecadação adicional entre R$ 14 bilhões e R$ 20 bilhões, contribuindo para o cumprimento da meta fiscal.

“[O objetivo é] equilibrar um pouco a balança comercial desses bens e também conseguir fontes de arrecadação. O aumento dessas alíquotas vai representar uma arrecadação importante de cerca de R$ 14 bilhões a R$ 15 bilhões — uma fonte de arrecadação muito importante para o governo neste ano”, ressalta Andrade.

A proposta, no entanto, é alvo de controvérsia quanto à eficácia e aos possíveis impactos sobre investimentos e competitividade. Por isso, a IFI defende que o tema seja amplamente debatido entre governo, Congresso Nacional e setores produtivos antes de sua consolidação definitiva.

*Com informações da Agência Senado

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28/02/2026 04:55h

Dados do Banco Central revelam que Goiás registrou alta de 4,4% na atividade econômica ao longo de 2025

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A economia de Goiás segue apresentando avanços significativos na produção, na geração de empregos e nos investimentos públicos. Em 2025, o estado alcançou a primeira posição no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgado pelo Banco Central do Brasil em 25 de fevereiro. No acumulado do ano, a unidade da federação registrou crescimento de 4,4% —melhor desempenho do país, empatado com o Pará.

O IBCR reúne indicadores de grandes setores da economia, a exemplo da agropecuária, indústria e serviços. O índice funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Além desse resultado positivo, o estado acumula 17 meses consecutivos de crescimento, sempre superando o desempenho do mesmo período do ano anterior e mantendo-se acima da média nacional de 2,5%.

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Na avaliação do governador Ronaldo Caiado, os números reforçam o protagonismo de Goiás no cenário econômico nacional. Segundo ele, o desempenho está relacionado à atração de investimentos.

“Esse resultado atesta a competitividade do nosso estado e a consolidação de Goiás como o estado que mais cresce no Brasil. Vencemos as dificuldades iniciais e, nos últimos anos, a solidez da nossa economia tem se transformado em mais emprego, renda e qualidade de vida para os goianos”, destacou.

Na comparação interanual de dezembro de 2025 com dezembro de 2024, o estado apresentou expansão de 3,4%, ocupando a quinta posição entre as unidades da federação e superando a média nacional de 3,1%.

Já em relação à variação mensal com ajuste sazonal (dezembro de 2025 frente a novembro do mesmo ano), Goiás avançou 0,2%, ao passo que o Brasil registrou um recuo de 0,2%, também garantindo o quinto lugar no ranking nacional nesse indicador.

Recuo da taxa de desocupação

O mercado de trabalho de Goiás também contou com resultados históricos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a taxa de desocupação em 2025 foi de 4,6%, apontada como a menor desde o início da série histórica, em 2012. Para efeitos de comparação, em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, o índice chegou a 13,2%.
 

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28/02/2026 04:10h

Necessário para a declaração do Imposto de Renda, o documento pode ser acessado pelo portal Meu INSS ou por meio da instituição bancária pagante do benefício

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O comprovante de rendimentos de 2025 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já está disponível para consulta online pelos aposentados, pensionistas e demais beneficiários. O documento é necessário para a realização da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2026.

O acesso ao extrato não requer comparecimento a uma agência da Previdência Social e pode ser feito digitalmente pelo portal Meu INSS. O documento também pode ser obtido nas instituições bancárias onde é realizado o pagamento do benefício.

O informe de rendimentos do INSS detalha todos os valores recebidos pelo segurado ao longo do último ano, incluindo eventuais descontos e o 13º salário —, e serve como base oficial para o ajuste anual junto à Receita Federal.

Com informações da Ascom INSS.

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28/02/2026 04:05h

Cenário é resultado da pressão por juros altos; confiança segue baixa por 14 meses, sinalizando quadro persistente de falta de confiança dos empresários do setor

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A indústria da construção registrou o pior janeiro em 9 anos, com 43,1 pontos atingidos no índice que mede o nível de atividade do setor. A baixa na indústria é pressionada pelos juros altos e apontada pela Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os dados também mostram outros indicadores que evidenciam a perda de ritmo da indústria da construção. Por exemplo, o índice de evolução do número de empregados recuou de 45,7 pontos em dezembro de 2025 para 45,3 pontos em janeiro de 2026 – sendo a terceira queda consecutiva. 

A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) também caiu. O índice recuou de 67% para 64% – registrando o menor patamar para o período em cinco anos. 

Outro fator que segue abalado é o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção. Os empresários seguem pessimistas por 14 meses. O índice permaneceu em 48,6 pontos em fevereiro. 

Na avaliação da CNI, o cenário sinaliza um quadro persistente de falta de confiança dos empresários do setor. “O patamar negativo se deve, principalmente, à avaliação negativa dos industriais quanto às condições atuais das empresas e da economia”, aponta a Confederação. 

O gerente de Análise Econômica da CNI,  Marcelo Azevedo, explica os impactos do pessimismo dos empresários tanto no investimento quanto na produção.

"Refletindo também esse quadro de dificuldades da indústria da construção, a confiança medida pelo índice de confiança do empresário industrial para os empresários da indústria da construção está abaixo da linha divisória de 50 pontos, mostrando falta de confiança do empresário. É um período longo de falta de confiança, que vai consolidando essa percepção, essa falta de confiança nas decisões do empresário, reduzindo a sua produção, o seu nível de atividade, a própria capacidade operacional e o número de empregados, como vimos agora no resultado de janeiro.

Expectativas recuam 

Apesar de subirem nos últimos dois meses, todos os índices relacionados às expectativas dos empresários da construção para os próximos seis meses recuaram em fevereiro. Confira:

  • Compra de insumos e matérias primas: -2 pontos, para 50,5 pontos;
  • Novos empreendimentos e serviços: -1,7 ponto, para 51,2 pontos;
  • Número de empregados: -1 ponto, para 51,8 pontos;
  • Nível de atividade: -0,7 ponto, para 52,1 pontos. 

Apesar dos recuos, os quatro indicadores seguem acima de 50 pontos. Para a CNI, a manutenção revela perspectivas positivas dos empresários. 

Intenção de investimentos

A intenção de investimentos da indústria da construção também integra a pesquisa. Segundo os dados, o indicador caiu 1,7 ponto, de 44,6 pontos para 42,9 pontos. O recuo ocorre após quatro altas seguidas. No entanto, o índice segue acima dos 42 pontos, assim como no mesmo mês do ano passado. 

Sondagem Indústria da Construção

A edição de janeiro do Sondagem Indústria da Construção ouviu 312 empresas, divididas entre 122 pequenas, 125 médias e 65 grandes no período de 2 a 12 de fevereiro de 2026.


 

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