Saneamento Básico

10/08/2022 03:45h

Desde a aprovação do novo marco legal do saneamento, as operadoras privadas do setor ampliaram sua participação e passaram a atender 46,1 milhões de pessoas em todo o Brasil

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As operadoras privadas de saneamento possuem, até o momento, 199 contratos firmados no Brasil, entre as modalidades de concessões plenas e parciais, PPPs e subdelegações. É o que revela um levantamento divulgado no último dia 6 de julho, pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon).  

De acordo com o balanço, os investimentos das concessionárias privadas já alcançam 16% do total investido pelas companhias do setor. Desde a entrada em vigor do novo marco legal do saneamento já foram realizados pelo menos 16 leilões. 

No estado da Bahia, o município de Xique-xique foi contemplado com um investimento de R$ 7 milhões. Além disso, até o fim de 2023, deverá ser concluído o leilão de Brumado, para serviços de água e esgoto. O investimento previsto é de R$ 142,83 milhões. Para a superintendente técnica da Abcon, Ilana Ferreira, a atuação das empresas privadas no saneamento traz mais eficiência para o setor.

“No caso da operação privada, a tarifa é definida antes, e a atuação com as metas de qualidade, atendimento e investimento são atendidas e cumpridas do ponto de vista contratual”, explica.  

A pesquisa também mostra que a média de investimento por ligação entre as operadoras privadas é 131% superior à realizada pelas companhias estaduais e 326% superior à média de serviços municipais.

Desestatização

Outro levantamento que trata da situação do saneamento básico é a “Agenda de privatizações: avanços e desafios", divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa, até 2026, dez desestatizações serão conduzidas pelo BNDES ou municípios. 

O especialista em Infraestrutura da CNI, Matheus de Castro, afirma que, para este ano, devem ocorrer seis concessões e PPPs de empresas estaduais e autarquias microrregionais. 

“Sabemos das dificuldades que o setor público encontra há mais de uma década na realização desses investimentos, e isso penaliza muito nossa capacidade de modernizar nossa infraestrutura. Então, precisamos aumentar a participação privada na gestão dos ativos de infraestrutura. Mas, apesar de o caminho ser esse, sabemos da importância de aumentar também os investimentos públicos. Nós investimos tão pouco, que não podemos contar só com um tipo de investimento”, destaca. 

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Após dois anos da entrada em vigor do novo marco legal do saneamento, as operadoras privadas do setor ampliaram sua participação e passaram a atender 46,1 milhões de pessoas com serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil. Em relação a 2021, quando essas companhias atendiam 31,6 milhões de usuários, o aumento foi de 45%.
 

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10/08/2022 03:30h

O BNDES modela uma PPP de esgoto que deverá envolver 23 municípios e atender mais de 4 milhões de pessoas no estado

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As operadoras privadas de saneamento possuem, até o momento, 199 contratos firmados no Brasil, entre as modalidades de concessões plenas e parciais, PPPs e subdelegações. É o que revela um levantamento divulgado no último dia 6 de julho, pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon).  

De acordo com o balanço, os investimentos das concessionárias privadas já alcançam 16% do total investido pelas companhias do setor. Desde a entrada em vigor do novo marco legal do saneamento já foram realizados pelo menos 16 leilões. 

No estado do Ceará, o município de Crato, localizado no Cariri cearense, conta com investimento de R$ 248 milhões. Além disso, o BNDES modela uma PPP de esgoto que deverá envolver 23 municípios e atender mais de 4 milhões de pessoas no estado. Para a superintendente técnica da Abcon, Ilana Ferreira, a atuação das empresas privadas no saneamento traz mais eficiência para o setor.

“No caso da operação privada, a tarifa é definida antes, e a atuação com as metas de qualidade, atendimento e investimento são atendidas e cumpridas do ponto de vista contratual”, explica.  

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A pesquisa também mostra que a média de investimento por ligação entre as operadoras privadas é 131% superior à realizada pelas companhias estaduais e 326% superior à média de serviços municipais.

Desestatização

Outro levantamento que trata da situação do saneamento básico é a “Agenda de privatizações: avanços e desafios", divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa, até 2026, dez desestatizações serão conduzidas pelo BNDES ou municípios. 

O especialista em Infraestrutura da CNI, Matheus de Castro, afirma que, para este ano, devem ocorrer seis concessões e PPPs de empresas estaduais e autarquias microrregionais. 

“Sabemos das dificuldades que o setor público encontra há mais de uma década na realização desses investimentos, e isso penaliza muito nossa capacidade de modernizar nossa infraestrutura. Então, precisamos aumentar a participação privada na gestão dos ativos de infraestrutura. Mas, apesar de o caminho ser esse, sabemos da importância de aumentar também os investimentos públicos. Nós investimos tão pouco, que não podemos contar só com um tipo de investimento”, destaca. 

Após dois anos da entrada em vigor do novo marco legal do saneamento, as operadoras privadas do setor ampliaram sua participação e passaram a atender 46,1 milhões de pessoas com serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil. Em relação a 2021, quando essas companhias atendiam 31,6 milhões de usuários, o aumento foi de 45%.

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01/08/2022 04:00h

Os dados da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Água e Esgoto (Abcon) mostram que essas vagas serão criadas pelos esforços para universalizar serviços de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto no país

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Cerca de 6,2 milhões de empregos devem ser gerados diretamente pelos esforços para universalizar serviços de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto no país, até 2033. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Água e Esgoto (Abcon).

Para o diretor-executivo da Abcon, Percy Soares Neto, esse quadro está relacionado ao cenário de competitividade criado a partir da aprovação do novo marco do setor de saneamento, que ampliou a participação do setor privado nesses serviços. 

“Eu acho que a competição já mostrou resultados, tanto no aumento da participação privada e no compromisso de investimento assumidos nos editais quanto também em uma provocação firme às próprias companhias públicas a fazerem mais investimentos e a mexerem nas suas estruturas de governança”, pontua. 

No estado do Rio de Janeiro, após o leilão de blocos da Cedae, pelo menos 7 mil vagas já foram criadas. A projeção aponta para elevação desse número. A informação é de que a Iguá, que assumiu a prestação de serviço em fevereiro, contratou 600 colaboradores, além de 400 trabalhadores terceirizados. Até dezembro, 1.400 vagas devem ser preenchidas.

Na época da aprovação da Lei 14.026, um estudo da Abcon em parceria com a KPMG previa que o Brasil necessitava realizar um aporte de R$ 753 bilhões para atingir a universalização no prazo desejado. 

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De acordo com o levantamento, o efeito multiplicador desse investimento deveria resultar na injeção de aproximadamente R$ 1,4 trilhão na economia, com a geração de mais de 14 milhões de empregos ao longo do período dos investimentos.  

Necessidade de qualificação

Para preencher essas vagas geradas pelos investimentos no setor de saneamento, será necessário qualificar profissionais para atuar na área. O superintendente de Educação Profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Felipe Morgado, explica que o setor demanda processos rigorosos de segurança. 

“A formação de profissionais para a indústria de saneamento deve ser muito rigorosa, uma vez que todas as suas atividades estão relacionadas ao risco, por isso, existe a necessidade de se oferecer um curso alinhado às novas tecnologias, e também com rigor em saúde, segurança e em procedimentos”, destaca. 

Até maio de 2022, o SENAI ofereceu mais de 10 mil matrículas de cursos voltados ao atendimento do setor de saneamento básico. No ano passado, o total foi de 21 mil matrículas. Os principais cursos são para técnico em saneamento, técnico em química e voltado à análise química e análise de solo. “O setor está com um crescimento importante este ano”, avalia Morgado.

No estado de Alagoas, por exemplo, há uma parceria entre o SENAI e a BRK Ambiental, companhia que assumiu o saneamento da Região Metropolitana de Maceió. Nesse caso, o SENAI capacita mulheres em situação de vulnerabilidade para atuarem como encanadoras. A primeira turma contou com a participação de 50 alunas. Do total, 12 foram contratadas. A formação também conta com curso de Libras para funcionários que atuam no atendimento ao consumidor. 

A capacitação do SENAI conta com um sistema de certificação de pessoas que reconhece a formação como apropriada, além de contar com especialização em processos que envolvem novas tecnologias. 

Para mais informações sobre a disponibilidade desses cursos nos estados, basta acessar www.mundosenai.com.br. Pelo site, também é possível acompanhar as demandas do setor produtivo e fazer as matrículas nos cursos. 
 

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26/07/2022 17:51h

Recursos serão utilizados em obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário nas cidades de Fortaleza, Cascavel, Sobral e Viçosa do Ceará

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Quatro cidades do estado do Ceará vão receber, juntas, R$ 1,6 milhão para a continuidade de obras de saneamento básico. Os empreendimentos são de abastecimento de água em Cascavel e Fortaleza e de esgotamento sanitário em Sobral e Viçosa do Ceará.

A capital cearense contará com o maior repasse, de R$ 1 milhão. O valor será destinado à implantação de sistema adutor e de reservação do Taquarão.

Por sua vez, Cascavel vai receber R$ 271,3 mil para a implantação de nova estação de tratamento de água e readequação na captação no açude Mal Cozinhado e da adução de água bruta tratada.

Para Sobral, serão destinados R$ 151,7 mil para a ampliação do sistema de esgotamento sanitário nos bairros Padre Ibiapina, Domingos Olimpio e Pedro Mendes Carneiro.

Por fim, Viçosa do Ceará vai ter acesso a R$ 209,6 mil também para a continuidade da ampliação do sistema de esgoto da cidade.

Além de recursos para o Ceará, também foram destinados repasses para a continuidade de obras de saneamento em cidades do Amapá, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O valor total é de R$ 7,3 milhões.

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26/07/2022 16:30h

Recursos serão destinados a empreendimentos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado e manejo de águas pluviais, além da elaboração de estudos e projetos

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Vinte cidades brasileiras vão receber, juntas, R$ 7,3 milhões para a continuidade de obras de saneamento básico. São empreendimentos referentes a abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado e manejo de águas pluviais, além da elaboração de estudos e projetos.

A cidade de Goiânia, em Goiás, contará com R$ 1 milhão para a ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) do município. Já Águas Lindas de Goiás receberá R$ 533 mil para obras de saneamento integrado no Jardim América II, III, IV, V e VI, além do Parque das Águas Bonitas.

Luziânia, no mesmo estado, terá acesso a R$ 188 mil para intervenções de saneamento integrado e urbanização nos Parques Alvorada I, II e III e Parque JK. Já para o Novo Gama, foram repassados R$ 45 mil para obras de saneamento integrado da região Lunabel, que compreende os bairros de América do Sul, Alphaville Paiva e Lunabel 3C.

No Ceará, a capital Fortaleza receberá R$ 1 milhão para obras no sistema adutor e de reservação do Taquarão. Já para Cascavel, serão repassados R$ 271 mil para implantação da nova Estação de Tratamento de Água (ETA), readequação da captação no Açude Mal Cozinhado e adução de água bruta e tratada.

Para Viçosa do Ceará, serão repassados R$ 209 mil para a ampliação do SES na sede municipal. Já Sobral contará com R$ 151 mil para a ampliação do SES nos bairros Padre Ibiapina, Domingos Olimpio e Pedro Mendes Carneiro (Cohab III).

Para Botucatu, no estado de São Paulo, serão destinados R$ 976 mil para drenagem urbana sustentável nos córregos Lavapés, Água Fria, Cascata, Antártica e Tenente.

Em Pernambuco, o município de Olinda receberá R$ 670 mil para a ampliação do sistema de esgotamento sanitário da Bacia do Janga. Já Rondonópolis, no Mato Grosso, vai contar com R$ 550 mil para a ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) na sede municipal.

Na Bahia, a capital Salvador receberá recursos para melhorias no SAA da cidade, na área de atendimento do reservatório R7 e R23. O valor é de R$ 424,5 mil.

Piripiri, no Piauí, contará com R$ 307 mil para a implantação do SES na sede municipal.

O município de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, fará obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Paraná. O repasse será de R$ 258 mil.

Para Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, serão repassados R$ 250 mil para a ampliação do sistema de macrodrenagem da Bacia do Arroio da Areia, com a implantação de reservatórios de detenção.

No Amapá, a capital Macapá terá R$ 248 mil para obras de saneamento integrado e urbanização da Orla do Aturiá e erradicação de palafitas.

Para Brasília, no Distrito Federal, serão repassados R$ 120 mil para a implantação de centro de reservação no SAA do Descoberto.

Barbacena, em Minas Gerais, terá R$ 55 mil para obras de ampliação do SES na sede municipal.

Já o município de Itapema, em Santa Catarina, contará com R$ 41 mil para a implantação de sistema de drenagem urbana em diversos bairros.

Por fim, Cabedelo, na Paraíba, receberá recursos para a elaboração de projetos para a universalização do SES da área metropolitana, beneficiando, além do município, as cidades de João Pessoa, Bayeux e Conde.

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21/07/2022 17:35h

São previstos investimentos de R$ 6,2 bilhões com a Parceria Público-Privada, atendendo cerca de 4,6 milhões de pessoas

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O estado do Ceará está com edital aberto para concessão de serviços de esgotamento sanitário em 24 municípios, onde vivem cerca de 4,6 milhões de pessoas. A empresa vencedora deverá investir R$ 6,2 bilhões para a melhoria dos serviços, dos quais cerca de R$ 4,5 bilhões até 2033. Outros R$ 520 milhões serão aportados pela concessionária para ampliar, até 2040, o percentual de atendimento para 95% da população.

A licitação foi dividida em dois blocos: um com os municípios pertencentes à região metropolitana Fortaleza Sul e região Metropolitana do Cariri e outro com os municípios da Região metropolitana Fortaleza Norte, que inclui a capital cearense. As propostas serão recebidas até 22 de setembro deste ano. O leilão ocorrerá em 27 de setembro, na sede da B3, na cidade de São Paulo.

Atualmente, o índice de cobertura de esgoto do bloco que atende a região metropolitana Sul e a região metropolitana do Cariri é de 30,18 %. Para o bloco que atende a região metropolitana Norte, é de 63,62 %.

O vencedor será o licitante que apresentar o menor valor do somatório das contraprestações mensais (que consta de uma parcela fixa e de outra variável).

A parcela fixa leva em conta os investimentos a serem realizados e o indicador de disponibilidade do sistema. A variável é contabilizada pelo preço unitário do esgoto coletado, volume de esgoto coletado, o indicador de desempenho operacional (que poderá penalizar a concessionária, caso não atenda os indicadores definidos no edital), além da receita adicional auferida pela concessionária, que contará como redutor no cálculo.

A parceria público-privada (PPP), com prazo de vigência de 30 anos, tem por objeto a prestação serviços de esgotamento sanitário, contemplando investimentos e operação dos sistemas, além da gestão comercial dos serviços de abastecimento de água que impactam o esgotamento sanitário, como a substituição de hidrômetros, verificação de fraudes, atualização cadastral e telemetria (com instalação em 2027 e 2028).

Com a concessão, o objetivo é atender a universalização dos serviços de esgotamento sanitário previstos no novo Marco Legal do Saneamento, que completou dois anos na última sexta-feira (15). A legislação prevê que, até 2033, 99% da população tenha acesso a abastecimento de água e 90%, a coleta e tratamento de esgoto.

"Com o novo Marco Legal do Saneamento, houve um fortalecimento das parcerias com o setor privado. Em dois anos, a lei gerou mais de R$ 70 bilhões em outorgas e investimentos. É um volume de recursos que o poder público não teria como aportar sozinho", explica o secretário nacional de Saneamento substituto do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), André Galvão.

Leilões de concessão

Desde a entrada em vigor do Marco Legal, 10 leilões de concessão de serviços der saneamento foram realizados, envolvendo 220 cidades nos estados do Amapá, Ceará, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul, com população total de cerca de 20 milhões de pessoas. 

A estruturação dos projetos para as concessões contaram com a participação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Saneamento e da Secretaria de Fomento e Parcerias com o Setor Privado, além de outros órgãos federais.

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20/07/2022 04:00h

O projeto contempla a concessão comum em distribuição de água e em esgotamento sanitário em pelo menos 19 municípios

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As operadoras privadas de saneamento possuem, até o momento, 199 contratos firmados no Brasil, entre as modalidades de concessões plenas e parciais, PPPs e subdelegações. É o que revela um levantamento divulgado no último dia 6 de julho, pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon).  

De acordo com o balanço, os investimentos das concessionárias privadas já alcançam 16% do total investido pelas companhias do setor. Desde a entrada em vigor do novo marco legal do saneamento já foram realizados pelo menos 16 leilões. O estado do Rio de Janeiro está entre os contemplados com esses investimentos. 

O estado contará com investimento de R$ 4,7 bilhões. O projeto contempla a concessão comum em distribuição de água e em esgotamento sanitário em pelo menos 19 municípios. Para a superintendente técnica da Abcon, Ilana Ferreira, a atuação das empresas privadas no saneamento traz mais eficiência para o setor.

“No caso da operação privada, a tarifa é definida antes, e a atuação com as metas de qualidade, atendimento e investimento são atendidas e cumpridas do ponto de vista contratual”, explica.  

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A pesquisa também mostra que a média de investimento por ligação entre as operadoras privadas é 131% superior à realizada pelas companhias estaduais e 326% superior à média de serviços municipais.

Desestatização

Outro levantamento que trata da situação do saneamento básico é a “Agenda de privatizações: avanços e desafios", divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa, até 2026, dez desestatizações serão conduzidas pelo BNDES ou municípios. 

O especialista em Infraestrutura da CNI, Matheus de Castro, afirma que, para este ano, devem ocorrer seis concessões e PPPs de empresas estaduais e autarquias microrregionais. 

“Sabemos das dificuldades que o setor público encontra há mais de uma década na realização desses investimentos, e isso penaliza muito nossa capacidade de modernizar nossa infraestrutura. Então, precisamos aumentar a participação privada na gestão dos ativos de infraestrutura. Mas, apesar de o caminho ser esse, sabemos da importância de aumentar também os investimentos públicos. Nós investimos tão pouco, que não podemos contar só com um tipo de investimento”, destaca. 

Após dois anos da entrada em vigor do novo marco legal do saneamento, as operadoras privadas do setor ampliaram sua participação e passaram a atender 46,1 milhões de pessoas com serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil. Em relação a 2021, quando essas companhias atendiam 31,6 milhões de usuários, o aumento foi de 45%.
 

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19/07/2022 17:47h

Recursos serão destinados a empreendimentos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário

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Seis cidades brasileiras vão receber, juntas, R$ 3,4 milhões para a continuidade de obras de saneamento básico. São empreendimentos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Ceará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe.

Joinville (SC) contará com o maior repasse, de R$ 932,5 mil. O valor será destinado à implantação de rede coletora de esgotos nas Bacias 8.1 e 9 do município.

Por sua vez, Pelotas (RS) vai receber R$ 861,1 mil para o prosseguimento da ampliação do sistema de abastecimento de água na sede municipal. Já Porto Velho (RO) vai contar com R$ 726,2 mil para o mesmo tipo de intervenção.

Para Aracaju (SE), serão destinados R$ 450,3 mil para a ampliação do sistema de esgotamento sanitário na Zona Norte. Já Parnamirim (RN) vai ter acesso a R$ 353,1 mil também para a continuidade da ampliação do sistema de esgoto da cidade.

Por fim, Sobral (CE) terá R$ 82,7 mil para a ampliação do sistema de esgotamento sanitário nos bairros Padre Ibiapina, Domingos Olímpio e Pedro Mendes Carneiro.

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18/07/2022 03:45h

Os investimentos das concessionárias privadas já alcançam 16% do total investido pelas companhias do setor. Em um dos contratos firmados para o estado o investimento chega a R$ 3 bilhões

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As operadoras privadas de saneamento possuem, até o momento, 199 contratos firmados no Brasil, entre as modalidades de concessões plenas e parciais, PPPs e subdelegações. É o que revela um levantamento divulgado no último dia 6 pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon).  

De acordo com o balanço, os investimentos das concessionárias privadas já alcançam 16% do total investido pelas companhias do setor. Desde a entrada em vigor do novo marco legal do saneamento já foram realizados pelo menos 16 leilões. O Amapá está entre os contemplados com esses investimentos. 

O estado conta com investimento de R$ 3 bilhões. Do total, R$ 1 bilhão será destinado às obras. O projeto é composto por uma concessão plena de serviços de água e esgoto para áreas urbanas nos 16 municípios do estado. Para a superintendente técnica da Abcon, Ilana Ferreira, a atuação das empresas privadas no saneamento traz mais eficiência para o setor.

“No caso da operação privada, a tarifa é definida antes, e a atuação com as metas de qualidade, atendimento e investimento são atendidas e cumpridas do ponto de vista contratual”, explica.  

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A pesquisa também mostra que a média de investimento por ligação entre as operadoras privadas é 131% superior à realizada pelas companhias estaduais e 326% superior à média de serviços municipais.

Desestatização

Outro levantamento que trata da situação do saneamento básico é a “Agenda de privatizações: avanços e desafios", divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa, até 2026, dez desestatizações serão conduzidas pelo BNDES ou municípios. 

O especialista em Infraestrutura da CNI, Matheus de Castro, afirma que, para este ano, devem ocorrer seis concessões e PPPs de empresas estaduais e autarquias microrregionais. 

“Sabemos das dificuldades que o setor público encontra há mais de uma década na realização desses investimentos, e isso penaliza muito nossa capacidade de modernizar nossa infraestrutura. Então, precisamos aumentar a participação privada na gestão dos ativos de infraestrutura. Mas, apesar de o caminho ser esse, sabemos da importância de aumentar também os investimentos públicos. Nós investimos tão pouco, que não podemos contar só com um tipo de investimento”, destaca. 

Após dois anos da entrada em vigor do novo marco legal do saneamento, as operadoras privadas do setor ampliaram sua participação e passaram a atender 46,1 milhões de pessoas com serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil. Em relação a 2021, quando essas companhias atendiam 31,6 milhões de usuários, o aumento foi de 45%.
 

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14/07/2022 19:20h

Recursos serão destinados a empreendimentos de esgotamento sanitário, abastecimento de água e manejo de águas pluviais

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Cinco cidades brasileiras vão receber, juntas, R$ 1,5 milhão para a continuidade de obras de saneamento básico. São empreendimentos de esgotamento sanitário, abastecimento de água e manejo de águas pluviais nos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.

Vilhena (RO) contará com o maior repasse, de R$ 970,4 mil. O valor será destinado à implantação do sistema de esgotamento sanitário no perímetro urbano do município.

Por sua vez, Angra dos Reis (RJ) contará com R$ 204,3 mil para a implantação da rede coletora de esgoto da sub-bacia G. Já Marília (SP) vai receber R$ 195,1 mil para a ampliação da capacidade de distribuição de água tratada da Estação de Tratamento de Água (ETA) Arrependido Peixe.

A capital paranaense Curitiba vai ter acesso a R$ 115,2 mil para o prosseguimento de obras de manejo de águas pluviais, que consistem na execução de projetos nas bacias dos Rios Barigui, Cascatinha e Uvu.

Por fim, Viçosa (MG) terá R$ 22,4 mil para a ampliação do sistema de esgotamento sanitário na sede municipal.

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Brasil 61