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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Investimento

Política
05/04/2021 00:00h

Cerca de 17 milhões de Toneladas por Quilômetro Útil (TKU) provenientes da indústria circulam nas ferrovias brasileiras, segundo dados da ANTT

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Minas Gerias, com seus mais de 5 mil quilômetros de linha férrea, deve ser um dos estados mais beneficiados com a aprovação do Marco Legal das Ferrovias (PLS 261/2018), atualmente em tramitação no Congresso Nacional. O senador Carlos Viana, do PSD mineiro, acredita que nas próximas semanas o parlamento já consiga definir uma data para votação da proposta. Na avaliação do parlamentar, a medida vai contribuir para a construção de novas ferrovias, além de um aproveitamento melhor das que já estão em funcionamento.

“Eu entendo que o Marco vai reduzir o custo para aqueles que querem transportar a riqueza por ferrovias, vai fazer a interligação de regiões que hoje estão muito afastadas no nosso país, e vai abrir a nossa nação aos investidores que querem trabalhar o setor ferroviário em nosso País”, defende o congressista.

Atualmente, a Unidade da Federação é cortada pela Ferrovia Centro-Atlântica, que obteve a concessão da Malha Centro-Leste; pela MRS Logística, que obteve a concessão da Malha Sudeste; pela FERROBAN, que obteve a concessão da Malha Paulista; e pela Companhia Vale do Rio Doce, que obteve a concessão da exploração dos serviços de transporte ferroviário de cargas e passageiros, prestados pela Estrada de Ferro Vitória a Minas.

O novo substitutivo, apresentado no dia 18 de novembro, retira a possibilidade de migração do regime de concessão para o de autorização. A medida era considerada insegura aos usuários e operadores, sobretudo por não dar garantias concretas de que os novos autorizatários iriam compartilhar a capacidade de movimentação com outros operadores.

De acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Brasil, o setor da indústria responde por mais de 17 milhões de Toneladas por Quilômetro Útil (TKU) em circulação nas ferrovias nacionais. Em todo o País, da produção total, que abrange mercados como minério, combustíveis e indústrias, 365.101 milhões de TKU foram transportados pelo modal ferroviário em 2020.

Dados apresentados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontam que mais de 30% da extensão de trilhos ferroviários do Brasil estão inutilizados e 23% não possuem condições operacionais.

Para o especialista em infraestrutura da CNI, Matheus de Castro, o setor ferroviário precisa de mais apoio e de maiores investimentos. Segundo ele, a ampliação da malha será relevante para logísticas mais econômicas e para geração de emprego e renda. 

“A gente imagina que, com o regime de autorização poderá se viabilizar investimento, por exemplo, em grandes trechos ferroviários, como seria a Ferrogrão, uma ferrovia que parte, praticamente, de uma zona produtora de grãos, até um porto de exportação. Ela tem seu início e seu fim em postos específicos que não dependem do restante do sistema.”

Tentativa de acordo

O PLS 261/2018 está previsto para ser apreciado pelo Senado Federal e o texto deve voltar à mesa de negociações na Casa. Isso porque o governo federal fez uma série de sugestões ao relator da matéria, senador Jean Paul Prates (PT-RN). No total, são nove pontos de alteração no texto, que devem acarretar discussões sobre a possibilidade de migração entre os regimes de concessão e autorização. A intenção do governo era que o PLS fosse aprovado ainda no mês de março.  

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Entre as possíveis modificações também está a inclusão de um dispositivo que trate de garantir investimentos no corredor Centro-Leste. O trecho abrange parte dos estados de Goiás, Minas Gerais e chega no porto de Vitória (ES).  A ideia compõe a renovação da concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). O relator concordou com essa mudança para resolver um conflito entre o governo e as bancadas dos três estados.

Presidente da comissão de infraestrutura do Senado, Marcos Rogério (DEM-RO) garante que todos os setores já participaram dos diálogos. Segundo o parlamentar, a proposta está benquista, inclusive com um alinhamento das ideias juntamente com o governo federal. "Não pode votar de forma aleatória, tem que apreciar num entendimento entre os atores do Parlamento e o governo", disse.

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03/04/2021 00:00h

O curso também prevê a realização de fóruns de discussão e resolução de exercícios, estudos de casos e atividades práticas feitas no âmbito do serviço – chamadas de trabalhos de campo

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Os profissionais de saúde de diversas áreas poderão se inscrever no Curso de Especialização em Epidemiologia de Campo (EpiSUS Intermediário) entre os dias 5 e 21 de abril. A capacitação tem carga horária de 564 horas, com conteúdo dividido em oito módulos, sendo seis deles à distância e os outros dois em formato presencial – caso a situação epidemiológica da covid-19 permita. As aulas iniciam em 3 de maio, com duração total de nove meses, incluindo o trabalho final de conclusão.

Escala Brasil Transparente avalia cumprimento da Lei de Acesso à Informação entre estados e municípios

Auxílio Emergencial: governo anuncia pagamento do benefício já na próxima semana

O curso também prevê a realização de fóruns de discussão e resolução de exercícios, estudos de casos e atividades práticas feitas no âmbito do serviço – chamadas de trabalhos de campo. A tutoria terá duração de dez horas semanais a cada cinco estudantes, com ao menos duas horas por semana em encontros simultâneos, em horário comercial.

O Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde – EpiSUS foi criado em 2000, no âmbito federal das ações de vigilância em saúde. O objetivo é fortalecer a capacidade nacional de resposta às emergências em saúde pública, com a colaboração do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. As inscrições devem ser realizadas pelo link ead.efg.fiocruz.br/inscricao/77.

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03/04/2021 00:00h

Recursos foram aprovados pelo Funcafé para a safra 2021/22

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Quase R$ 6 bilhões foram aprovados pelo Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) para aplicação nas linhas de financiamentos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para a safra 2021/22. São R$ 5,9 bilhões em créditos que servirão para custeio, comercialização, aquisição de café, capital de giro e recuperação de cafezais. O valor é maior do que na temporada anterior, quando foram destinados R$ 5,7 bilhões ao setor.

“O grande impacto dessa pandemia na questão econômica está nas micro e pequenas empresas”, afirma o deputado Alexis Fonteyne

Empresas da construção civil recebem dicas do Sebrae sobre processo de retomada da economia

A decisão foi tomada durante a 73ª reunião do CDPC, realizada nesta semana com a participação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. Mas antes de serem efetivamente liberados, esses recursos precisam ser aprovados também pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Além disso, durante a reunião do conselho, também foi tratado sobre a isonomia das taxas de juros na contratação das linhas de financiamento, medida que depende da aprovação da área econômica do governo federal. A reunião do conselho foi realizada de forma virtual e ainda foi debatido a respeito de uma linha de financiamento para promoção do café brasileiro nos mercados interno e externo, com objetivo de divulgar a qualidade do produto e buscar novos mercados consumidores.
 

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26/03/2021 16:00h

A expectativa é de que com essas novas linhas de crédito, mais de 189 mil leitos possam ser beneficiados

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A Caixa Econômica Federal anunciou que vai disponibilizar novas linhas de crédito como medida de apoio às Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. O anúncio foi feito na última quinta-feira (25), em evento no Palácio do Planalto que contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro.

“Carne bovina deve ter redução do preço em abril”, afirma Ricardo Nissen, assessor técnico da CNA

“Melhor forma de erradicar a miséria é dar dinheiro para o pobre”, diz Guedes no Senado

Entre as principais ações da Caixa, estão a possibilidade de parar por 180 dias os contratos de crédito, ampliar o prazo de pagamento de 84 para 120 meses e a disponibilização da nova modalidade Caixa Hospitais Pós, que tem taxa pós-fixada de 0,29% a.m. + CDI, 42% menor em relação às atuais.

De acordo com o banco, a expectativa é de que com essas novas linhas de crédito, mais de 189 mil leitos possam ser beneficiados. O Caixa Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), que tenham recursos financeiros a receber do Ministério da Saúde referentes aos serviços ambulatoriais e de internações hospitalares prestados.
 

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24/03/2021 00:00h

Para o parlamentar, maior competitividade no setor vai baratear o preço do combustível no País, o que deve impactar o preço da energia elétrica e a produção industrial

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Aprovada na Câmara na última semana (17), a Nova Lei do Gás tende a baratear não apenas o preço do gás natural no País, mas também a energia elétrica e, por consequência, melhorar o ambiente de negócios para o setor produtivo. É nisso que acredita o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES).
 
De acordo com o Governo Federal, a queda no preço do gás natural deve levar à baixa no preço da energia elétrica, uma vez que parte das usinas térmicas usa o combustível para gerar eletricidade. Atualmente, o Brasil tem o gás natural entre os mais caros do mundo, mesmo tendo grande potencial de produção devido ao pré-sal. O valor médio do combustível no País é US$ 14 por milhão de BTUs (unidade de medida), enquanto na Argentina é de US$ 4 por milhão de BTUs.


 
Durante seu discurso, o deputado Evair afirmou que era motivo de orgulho entregar energia mais barata e um País de mais oportunidades ao se referir ao novo Marco Legal do Gás Natural (Projeto de Lei 4.476/2020). “Não há resposta maior que este Parlamento possa dar do que registrar a sua indignação com o Brasil que nós recebemos e ter a coragem de vir ao Plenário fazer as mudanças e as transformações necessárias. Este é um gesto concreto. Naturalmente, quebra a espinha do gás caro, e isso vai baratear a indústria, vai baratear a vida dos brasileiros,” avaliou.

Debate

A aprovação da Nova Lei do Gás não foi consenso no Congresso Nacional. Desde o primeiro texto até o resultado final foram oito anos de tramitação. Após longas discussões com o setor produtivo, representantes do setor e dos consumidores, a Câmara aprovou a matéria em setembro do ano passado. Em dezembro foi a vez de o Senado dar o sinal verde para o marco, mas com modificações consideráveis que descaracterizam a proposta aprovada pelos deputados.
 
Como teve emendas, o texto voltou para a Câmara, onde a proposta original foi resgatada. Agora, o texto precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro para entrar em vigor. 

Deputado Domingos Sávio aposta em maior concorrência e preços mais baixos após aprovação da Nova Lei do Gás

Deputado Alceu Moreira destaca que aprovação da nova Lei do Gás é fundamental para dar competitividade à indústria brasileira

Mudanças 

Para tentar baixar o preço do produto, a Nova Lei do Gás facilita a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas de autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).
 
O texto viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item. A empresa, inclusive, tem vendido suas participações nas cadeias de transporte e distribuição desde 2019, quando celebrou acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
 
Um dos pontos de maior tensão do texto dizia respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 
 
Na visão de especialistas e defensores do texto original, o PL aprovado no Senado também dificultava outro avanço conseguido na Câmara: o acesso de novos agentes/terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento. 
 
Para Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), a emenda “colocava em risco a criação de um mercado aberto, dinâmico e com liquidez”. As nove emendas aprovadas pelo Senado foram rejeitadas pelos deputados.
 
Com a aprovação, o projeto prevê que os ofertantes de gás vão ter acesso facilitado a essas estruturas. Outro dispositivo importante também aprovado visa impedir que uma mesma empresa atue em todas as fases, da produção/extração até a distribuição. Especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final. 
 
Segundo projeção do Ministério da Economia, a Nova Lei do Gás pode reduzir em até 50% o valor do produto para a indústria. Além disso, a proposta tem potencial para trazer R$ 60 bilhões em investimentos por ano e gerar 4,3 milhões de empregos nos próximos anos. 
 
“É apenas com mais ofertantes, ou seja, mais empresas oferecendo o gás, é que permite que o consumidor encontre fornecedores capazes de atender à sua demanda e também com menores preços. É a partir da competição que teremos uma redução sustentável do preço do gás”, acredita Sicsú. 

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23/03/2021 00:00h

Após aprovação na Câmara, texto que altera as regras do mercado de gás natural no País segue para sanção presidencial. Promessa é de competitividade e preços mais baixos

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Em entrevista ao portal Brasil61.com, o deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP) afirmou que o Marco Legal do Gás Natural, recém-aprovado na Câmara, é uma lei extremamente necessária. Segundo o parlamentar, o mercado do combustível carece de abertura e preços mais baixos.
 
Manente acredita que um dos principais legados do projeto será o barateamento para o setor produtivo. “As indústrias vão gastar menos com essa matéria-prima e, consequentemente, vão ter mais condições de competitividade, não apenas no Brasil, mas no mundo, gerando mais empregos, mais desenvolvimento e, obviamente, que o consumidor final não pagará o preço absurdo que hoje existe no gás”, projetou. 
 
O preço do gás brasileiro, ao qual o deputado se refere, é de US$ 14 por milhão de BTUs (unidade de medida). Na Argentina, o valor é de US$ 4 por milhão de BTUs. Segundo estimativas feitas pelo Ministério da Economia, a aprovação da Nova Lei do Gás pode reduzir em até 50% o preço do insumo para o setor produtivo. A proposta tem potencial para trazer R$ 60 bilhões em investimentos por ano e gerar 4,3 milhões de empregos nos próximos anos. 

Deputados rejeitam todas as emendas feitas no Senado e Câmara aprova a Nova Lei do Gás

Caminho

Quase oito anos desde que o primeiro projeto foi protocolado, o Congresso Nacional aprovou a Nova Lei do Gás (Projeto de Lei 4.476/2020) na última quarta-feira (17). A proposta facilita a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas de autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).
 
O texto viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A estatal é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item. A empresa, inclusive, tem vendido suas participações nas cadeias de transporte e distribuição desde 2019, quando celebrou acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
   
Os deputados decidiram que a ANP será a responsável pela classificação dos dutos de transporte, dispositivo que foi motivo de bastante polêmica. Na visão de especialistas favoráveis à proposta aprovada, isso vai impedir a criação de mercados regionais e viabilizar a expansão dos gasodutos pelo País. Além disso, o Marco Legal prevê que novos ofertantes vão poder acessar as infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento. 

Arte: Brasil 61
 
Outro dispositivo também aprovado visa impedir que uma mesma empresa atue em todas as fases, da produção/extração até a distribuição. Especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final. É o que estima Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel). 
 
“É apenas com mais ofertantes, ou seja, mais empresas oferecendo o gás, é que permite que o consumidor encontre fornecedores capazes de atender à sua demanda e também com menores preços. É a partir da competição que teremos uma redução sustentável do preço do gás.”

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19/03/2021 00:00h

Segundo o parlamentar, o setor caminha em retrocesso, o que deve melhorar com o marco legal

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O deputado federal Domingos Sávio (PSDB/MG) acredita que a aprovação da Nova Lei do Gás — que ocorreu na madrugada desta quarta (17) na Câmara — vai permitir que o Brasil desenvolva o setor de gás natural que, na visão do parlamentar, está em retrocesso e atrasado há décadas na comparação com outros países.
 
Nesta quarta, a maioria dos parlamentares votou pela rejeição de todas as emendas aprovadas no Senado no fim do ano passado (Projeto de Lei 4.476/2020). Agora, a proposta segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro. A tramitação do marco regulatório do gás natural levou cerca de oito anos, desde que o primeiro texto foi apresentado no Congresso Nacional.
 
A restauração do texto original, que já havia sido avalizado pela Câmara em setembro de 2020, foi costurada pelo relator junto ao Governo Federal, entidades representativas dos consumidores e do setor produtivo e parlamentares. Segundo Sávio, o País precisava de uma legislação mais moderna no setor de gás natural, que incentive a competitividade e ajude a baratear o preço do combustível.
 
“O Brasil tem um dos preços mais elevados do mundo para o gás natural e também para o gás de cozinha. Com esta legislação, o que queremos é baixar o preço do gás, trazendo concorrência para o mercado”, ressaltou o parlamentar.

Deputados rejeitam todas as emendas feitas no Senado e Câmara aprova a Nova Lei do Gás
 
Além do preço alto, que chega a ser três vezes maior do que na vizinha Argentina, o setor de gás natural carece de concorrência, segundo especialistas. A Petrobras é responsável por 100% da importação e 80% da produção do item. 
 
“A ausência de concorrência que existe hoje no setor, que tem uma estrutura de legislação arcaica, cartelizante, não permite que o gás natural chegue às indústrias e ao consumidor”, afirma Sávio. O tucano completa que já sentiu na pele os efeitos da concentração do mercado atual. 
 
“Eu fui prefeito de Divinópolis, cidade que se localiza a menos de 100 quilômetros de uma refinaria da Petrobras, a menos de 100 quilômetros de um grande gasoduto. E há décadas lutamos para levar um gasoduto para lá, para beneficiar diversas cidades, uma região populosa que está ao lado de Belo Horizonte, e não conseguimos, porque não há o menor interesse em se fazer isso”, critica.

Arte: Brasil 61
 
Marco

O texto aprovado viabiliza a quebra do monopólio da Petrobras no setor. A empresa, inclusive, tem vendido suas participações nas cadeias de transporte e distribuição desde 2019, quando celebrou acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).  
 
A Nova Lei do Gás tenta facilitar a construção e ampliação de gasodutos pela iniciativa privada. A ideia é que as empresas que desejem explorar o serviço precisem apenas da autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente, a legislação exige a concessão (em que a empresa precisa vencer um leilão promovido pelo governo).
 
As nove emendas aprovadas ao texto pelo Senado foram rejeitadas pelos deputados. Algumas delas geraram bastante polêmica. Um dos pontos de maior tensão dizia respeito aos critérios de classificação de gasodutos. Pela proposta da Câmara, a ANP seria a responsável pela classificação dos dutos de transporte. No entanto, o texto aprovado pelos senadores retirou essa competência, transferindo-a para os estados. 
 
Na visão de especialistas e defensores do texto original, o PL aprovado no Senado também dificultava outro avanço conseguido na Câmara: o acesso de novos agentes/terceiros às infraestruturas essenciais da cadeia do gás, como gasodutos de escoamento, terminais e unidades de tratamento. Para Bernardo Sicsú, diretor de eletricidade da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), a emenda “colocava em risco a criação de um mercado aberto, dinâmico e com liquidez”. 
 
Com a aprovação, o projeto prevê que os ofertantes de gás vão ter acesso facilitado a essas estruturas. Outro dispositivo importante também aprovado visa impedir que uma mesma empresa atue em todas as fases, da produção/extração até a distribuição. Especialistas esperam que novos agentes passem a atuar no setor, aumentando a competitividade e reduzindo o preço final do gás para as empresas e o consumidor final. 
 
Embora tenha grande potencial de produção, principalmente por causa do pré-sal, o Brasil tem o gás natural entre os mais caros do mundo. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o preço médio do combustível no País é US$ 14 por milhão de BTUs (unidade de medida), enquanto na Argentina, é de US$ 4 por milhão de BTUs. 
 
Segundo projeção do Ministério da Economia, a Nova Lei do Gás pode reduzir em até 50% o valor do produto para a indústria. Além disso, a proposta tem potencial para trazer R$ 60 bilhões em investimentos por ano e gerar 4,3 milhões de empregos. 

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15/03/2021 11:10h

Leilão ocorre na próxima quinta-feira (18), no DF, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Roraima, Santa Catarina e São Paulo

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O Banco do Brasil leiloará imóveis com até 40% de desconto na próxima quinta-feira (18). O leilão será realizado de forma virtual, ofertando casas, apartamentos, prédios, salas comerciais, fazendas e terrenos.

Os imóveis ficam localizados em nove unidades da Federação: DF, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

Os lances mínimos variam entre R$ 77 mil e R$ 27,5 milhões. Para participar, é preciso se cadastrar no portal Lance no Leilão com até 24 horas de antecedência. O site dispõe do edital completo das ofertas e a relação dos imóveis a serem leiloados.

A compra pode ser feita à vista ou por financiamento. No caso de imóveis rurais, apenas, é exigido o pagamento à vista.

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10/03/2021 00:00h

O deputado federal Pedro Augusto Bezerra (PTB-CE) afirma que o resultado se deve, entre outros fatores, à localização estratégica da cidade

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O município de Caucaia (CE), localizado na região metropolitana de Fortaleza, se destaca no cenário nacional pelo setor industrial. Por lá estão localizadas diversas indústrias, entre elas a Votorantim Cimentos e a White Martins. A cidade foi considerada a décima melhor do País para se investir na indústria, segundo a pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems.

O deputado federal Pedro Augusto Bezerra (PTB-CE) afirma que o resultado se deve, entre outros fatores, à localização estratégica da cidade.

"Caucaia tem uma localização privilegiada, estando localizada na região metropolitana de Fortaleza e também por estar próximo ao Porto do Pecém", afirma.

Ao todo, a pesquisa fez uma análise de 325 municípios brasileiros com população acima de 100 mil habitantes.

CNI elabora lista com 25 propostas que contribuem para geração de emprego e renda

Bezerra argumenta que o Poder Público em Caucaia soube se apropriar dos pontos positivos do município para alavancar a economia local, o que poderia ser feito em diversos pontos do País. “Eles observaram que isso é um fator muito estratégico e usaram isso na parte de centros de distribuição, gerando oportunidades e qualificando pessoas”, destaca o parlamentar.

O ranking da Urban Systems foi elaborado a partir de oito indicadores relacionados ao impacto da Covid-19 na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade. Em cada setor foram empregados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada município.

O deputado federal Célio Studart diz que “são diversos os fatores que influenciam no desenvolvimento [de Caucaia]. “O território municipal de Caucaia fica entre dois grandes portos que fortalecem a indústria no Ceará, o Porto do Pecém e o Porto do Mucuripe, na cidade de Fortaleza, do qual a cidade integra a região metropolitana.  Além da proximidade com o aeroporto de Fortaleza”, aponta.

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09/03/2021 00:00h

Em dezembro do ano passado, o nível de atividade igual ao usual registrou uma taxa de 52,2% no estado. A região Nordeste, por sua vez, ficou em 45,1%

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Ao terminar 2020 com três meses seguidos de crescimento, o setor da construção civil piauiense tem se mostrado forte, apesar da pandemia do novo coronavírus. Em dezembro do ano passado, o nível de atividade igual ao usual registrou uma taxa de 52,2% no estado. A região Nordeste, por sua vez, ficou em 45,1%.

O resultado do Piauí foi o maior já mensurado desde setembro do ano passado, o que significou uma crescente retomada das atividades. Para o deputado federal Merlong Solano (PT-PI), o quadro repercute positivamente nas finanças do estado, já que incentiva a circulação de riquezas na economia.

“A principal consequência dessa retomada é no campo social, já que a construção civil é um setor abundante em geração de emprego. Quando ela se anima, na sequência vem o aumento nas contratações, o que é muito importante”, pontua.

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Os dados apresentados foram divulgados por meio da Sondagem da Indústria da Construção Civil, feita pela Federação das Indústrias do estado do Piauí, com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Pelo balanço, é possível verificar que a estabilidade nos empregos em todo o Nordeste ficou em 58,5%, em novembro. O Piauí, no entanto, superou a marca regional, atingindo 65,2% em relação à evolução no número de empregados na construção civil.

“Não tenho dúvidas de que a ajuda emergencial contribuiu muito para esse resultado. Os números da região como um todo mostram também que os efeitos nocivos da pandemia foram minimizados com esse auxílio. As pessoas estão fazendo mais compras, sobretudo pequenas reformas ou até mesmo construções, e isso realmente acaba alavancando o setor da construção civil”, avalia o presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), César Bergo. “O setor é o que mais emprega, é o que apresenta maior vantagem nessa geração de empregos”, completa.

Outros números

Segundo os números da Sondagem, a tendência é de aumento na compra de insumos e matérias-primas em torno de 47% para os próximos seis meses – a projeção para o Nordeste é de crescimento de 38%.

A pesquisa é considerada um termômetro para o setor de construção civil, em especial se indicar aumento de novos empreendimentos e serviços. Mas César Bergo faz um alerta. “A parte ruim é que o preço do material de construção também está subindo, inclusive acima da média da inflação, exatamente por conta dessa demanda.”

A expectativa da pesquisa é de que, até junho, o setor continue nessa evolução. “O ano de 2021 deve mostrar uma pequena recuperação, porque ainda temos que resolver a questão sanitária, mas ainda não o suficiente para voltarmos aos números anteriores à pandemia”, projeta o economista.
 

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