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Baixar áudioO candidato Vicentinho Júnior (PSDB) aparece à frente da Professora Dorinha (União Brasil) na disputa pelo governo do Tocantins, segundo pesquisa RealTime Big Data divulgada na terça-feira (20). Considerando apenas os votos válidos, Vicentinho tem 52% das intenções de voto, contra 48% de Dorinha. O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Vicentinho Júnior registra 46% das intenções de voto, enquanto Professora Dorinha aparece com 42%. Outros 10% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, Vicentinho tem 44%, contra 41% de Dorinha.
Nesse cenário, 11% declaram voto branco ou nulo, enquanto 4% não sabem ou não responderam.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, Vicentinho Júnior registra 50% das intenções de voto, contra 39% de Professora Dorinha, uma vantagem de 11 pontos percentuais.
O candidato do PSDB também aparece numericamente à frente entre os eleitores com 60 anos ou mais, com 47%, contra 38% da adversária.
Já na faixa etária de 35 a 59 anos, Dorinha tem 45%, enquanto Vicentinho aparece com 43%. A diferença de dois pontos percentuais indica equilíbrio neste grupo.
A renda também revela comportamentos distintos. Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Vicentinho lidera com 50%, contra 38% de Dorinha.
A candidata do União Brasil, por outro lado, aparece à frente nas faixas de renda mais elevadas. Entre os entrevistados que recebem de dois a cinco salários mínimos, Dorinha tem 47%, contra 41% de Vicentinho. Entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, a candidata registra 46%, enquanto o adversário tem 40%.
Na divisão por gênero, Vicentinho Júnior aparece com 46% das intenções de voto tanto entre homens quanto entre mulheres.
Entre os eleitores homens, Professora Dorinha registra 41%, cinco pontos percentuais abaixo do adversário.
Já entre as mulheres, a candidata do União Brasil alcança 43%, reduzindo a diferença para três pontos percentuais.
O percentual de entrevistados que pretendem votar em branco ou anular o voto é de 10% nos dois grupos.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos, perguntando aos entrevistados em quem não votariam.
Professora Dorinha apresenta rejeição de 36%, enquanto Vicentinho Júnior registra 30%, uma diferença de seis pontos percentuais.
Outros 19% afirmam rejeitar os dois candidatos, enquanto 15% dizem não rejeitar nenhum deles.
A poucos dias do segundo turno, a maioria dos eleitores do Tocantins afirma já ter decidido em quem votar. Segundo o levantamento, 92% dizem que seu voto está definido, enquanto 8% admitem que ainda podem mudar de escolha.
Entre os eleitores de Vicentinho Júnior, 87% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 8% dizem que dificilmente mudariam, e 5% admitem a possibilidade de votar em Professora Dorinha.
Entre os apoiadores de Dorinha, 88% afirmam que não mudariam de voto em nenhuma hipótese, 8% dizem que dificilmente mudariam e 4% consideram a possibilidade de votar em Vicentinho.
A pesquisa RealTime Big Data foi realizada entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026, com 1.600 eleitores do Tocantins. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número TO-09320/2026 e divulgado em 20 de outubro de 2026.
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Baixar áudioO candidato Allyson (União Brasil) aparece com 52% dos votos válidos na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte, contra 48% de Cadu de Lula (PT), segundo pesquisa Realtime Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença de quatro pontos percentuais indica uma disputa equilibrada para o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Allyson tem 45% das intenções de voto, enquanto Cadu de Lula registra 42%. Outros 9% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 4% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Allyson aparece com 43%, contra 41% de Cadu. Nesse cenário, 9% declaram voto branco ou nulo, enquanto 7% não sabem ou não responderam.
Entre os homens, o levantamento mostra que Allyson tem 48% das intenções de voto, nove pontos percentuais à frente de Cadu de Lula, que registra 39%. Outros 10% pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 3% não sabem ou não responderam.
Entre as mulheres, a situação se inverte. Cadu de Lula aparece com 45%, contra 42% de Allyson. Nesse grupo, 8% declaram voto branco ou nulo e 5% estão indecisas ou não responderam.
A renda é um dos fatores que mais diferenciam as intenções de voto dos dois candidatos.
Entre os eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, Cadu de Lula lidera com 48%, contra 42% de Allyson.
Na faixa de renda entre dois e cinco salários mínimos, Allyson aparece com 47%, enquanto Cadu registra 38%.
A maior diferença é observada entre os entrevistados que recebem mais de cinco salários mínimos. Nesse segmento, Allyson alcança 53% das intenções de voto, contra 27% de Cadu, uma vantagem de 26 pontos percentuais.
A pesquisa também apresenta diferenças entre os grupos de idade.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, Allyson registra 47% das intenções de voto, contra 40% de Cadu de Lula. Outros 10% pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 3% não sabem ou não responderam.
Na faixa de 35 a 59 anos, os dois candidatos aparecem empatados numericamente, com 44% cada. Nesse grupo, 7% declaram voto branco ou nulo e 5% não sabem ou não responderam.
Entre os eleitores com 60 anos ou mais, Allyson tem 44%, enquanto Cadu registra 43%. Outros 10% pretendem votar em branco ou anular o voto, e 3% não sabem ou não responderam.
A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos, perguntando aos entrevistados em quem não votariam no segundo turno.
Cadu de Lula apresenta o maior índice de rejeição, com 33%, enquanto Allyson registra 24%. A diferença é de nove pontos percentuais.
Outros 22% afirmam rejeitar os dois candidatos, enquanto 21% dizem não rejeitar nenhum deles.
A poucos dias do segundo turno, a pesquisa aponta que a maioria dos eleitores do Rio Grande do Norte já definiu em quem pretende votar.
Segundo o levantamento, 95% afirmam que o voto está decidido, enquanto apenas 5% dizem que ainda podem mudar de escolha.
Entre os eleitores de Allyson, 84% afirmam que não mudariam o voto de jeito nenhum. Outros 11% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 5% admitem a possibilidade de votar em Cadu de Lula.
No eleitorado de Cadu, a fidelidade é ainda maior: 89% afirmam que não mudariam o voto de jeito nenhum, 7% dificilmente mudariam e 4% admitem a possibilidade de votar em Allyson.
A pesquisa Realtime Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Rio Grande do Norte entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026.
O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-02651/2026.
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Baixar áudioA quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão separados por apenas um ponto percentual nas intenções de voto. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra o candidato do PL com 45%, contra 44% do petista, configurando empate técnico.
Contratado e divulgado pelo GLOBO, o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Com isso, a diferença entre os candidatos está dentro do intervalo de variação da pesquisa.
Em relação à sondagem divulgada na semana passada, Flávio Bolsonaro recuou um ponto percentual, enquanto Lula manteve o mesmo percentual. Os eleitores que pretendem votar em branco ou nulo somam 9%, e os indecisos representam 2%, contra 1% na pesquisa anterior.
Na modalidade espontânea, em que os entrevistados não recebem uma lista prévia com os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro e Lula aparecem empatados numericamente, com 40% das intenções de voto cada.
O levantamento também identificou aumento no percentual de eleitores que ainda não decidiram em quem votar. O índice de indecisos dobrou em relação à pesquisa anterior e chegou a 14%.
A alta foi registrada em diferentes segmentos do eleitorado. Entre as mulheres, o percentual de indecisas passou de 8% para 17%. Entre os eleitores independentes, que não se identificam com nenhum polo político, subiu de 13% para 31%. Já entre os beneficiários do Bolsa Família, avançou de 7% para 19%.
A pesquisa Quaest também avaliou a percepção dos brasileiros sobre o governo federal. Segundo o levantamento, 47% dos entrevistados desaprovam a gestão Lula, enquanto 46% a aprovam. Os resultados indicam empate técnico, considerando a margem de erro.
Em comparação com a pesquisa de 14 de outubro, a aprovação subiu um ponto percentual, de 45% para 46%. No mesmo período, a desaprovação recuou de 48% para 47%.
O percentual de entrevistados que não souberam ou não quiseram responder permaneceu em 7%. Na pesquisa realizada às vésperas do primeiro turno, a desaprovação do governo Lula era de 49%.
O levantamento também analisou como os eleitores de candidatos que disputaram o primeiro turno estão se posicionando na etapa final da eleição, com comparações em relação à pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro.
As margens de erro variam conforme o grupo analisado e são superiores à margem da pesquisa geral, devido ao menor número de entrevistados em cada segmento.
Eleitores de Augusto Cury
Margem de erro: 17 pontos percentuais
Eleitores de Ronaldo Caiado
Margem de erro: 24 pontos percentuais
Eleitores de Renan Santos
Margem de erro: 20 pontos percentuais
Eleitores que não votaram ou votaram em branco ou nulo no primeiro turno
Margem de erro: 6 pontos percentuais
A Pesquisa Quaest ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
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Baixar áudioA candidata Mailza Assis (PP) lidera a disputa pelo governo do Acre no segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Realtime Big Data divulgada nesta terça-feira (20). Mailza aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de Alan Rick (Republicanos). A diferença é de 18 pontos percentuais.
Nos votos válidos, são considerados apenas os votos destinados aos candidatos, excluindo brancos, nulos e indecisos. O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Mailza tem 50% das intenções de voto, enquanto Alan Rick registra 35%. Outros 11% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 4% não sabem ou não responderam.
O levantamento também avaliou a intenção de voto espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. Nesse cenário, Mailza aparece com 49%, contra 33% de Alan Rick. Os votos brancos e nulos somam 11%, enquanto 7% não souberam ou não responderam.
A pesquisa mostra que Mailza Assis está numericamente à frente de Alan Rick tanto entre homens quanto entre mulheres.
No eleitorado masculino, a candidata do PP registra 52% das intenções de voto, contra 35% do adversário. Entre as mulheres, Mailza aparece com 48%, enquanto Alan Rick mantém os mesmos 35%.
A vantagem de Mailza também aparece nas três faixas etárias analisadas. Entre os eleitores de 16 a 34 anos, ela tem 52%, contra 32% de Alan Rick. Essa é a faixa em que a candidata apresenta sua maior vantagem, de 20 pontos percentuais.
Entre os entrevistados de 35 a 59 anos, Mailza registra 48%, enquanto Alan Rick alcança 38%. Já entre os eleitores de 60 anos ou mais, os percentuais são de 50% para Mailza e 34% para Alan Rick.
O levantamento também revela diferenças nas intenções de voto conforme a renda dos entrevistados.
Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Mailza Assis lidera com 53%, contra 33% de Alan Rick. Nesse grupo, a vantagem da candidata é de 20 pontos percentuais.
Na faixa de renda entre dois e cinco salários mínimos, Mailza aparece com 49%, enquanto Alan Rick registra 37%.
A disputa fica mais equilibrada entre os entrevistados que recebem mais de cinco salários mínimos. Nesse segmento, os dois candidatos aparecem empatados numericamente, com 42% das intenções de voto cada. Outros 9% declaram voto branco ou nulo, e 7% não sabem ou não responderam.
A pesquisa Realtime Big Data também perguntou aos eleitores em qual dos candidatos eles não votariam de maneira alguma.
Alan Rick apresenta rejeição de 37%, enquanto Mailza Assis registra 29%. A diferença entre os dois é de oito pontos percentuais.
Outros 18% dos entrevistados afirmam rejeitar ambos os candidatos, enquanto 16% dizem não rejeitar nenhum deles.
A cinco dias do segundo turno, a pesquisa mostra que a maior parte dos eleitores já decidiu em quem votar. Segundo o levantamento, 94% afirmam estar com o voto definido, enquanto apenas 6% dizem que ainda não tomaram uma decisão definitiva.
Entre os eleitores de Mailza Assis, 87% afirmam que não mudariam o voto de jeito nenhum. Outros 10% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 3% admitem a possibilidade de votar em Alan Rick.
No grupo de eleitores de Alan Rick, 84% afirmam que não mudariam o voto de jeito nenhum. Outros 10% dizem que dificilmente mudariam, e 6% admitem a possibilidade de votar em Mailza Assis.
Os resultados mostram que, embora exista uma parcela do eleitorado que admite mudar de candidato, a maioria dos entrevistados demonstra firmeza na escolha para o segundo turno.
A pesquisa Realtime Big Data ouviu 1.600 eleitores do Acre entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número AC-09297/2026 e divulgado em 20 de outubro de 2026.
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Baixar áudioA candidata Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo Governo do Distrito Federal com 59% dos votos válidos, contra 41% de Leandro Grass (PT), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença entre os dois candidatos é de 18 pontos percentuais, a cinco dias do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Celina aparece com 53% das intenções de voto, enquanto Grass registra 37%. Outros 8% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem receber uma lista de candidatos, Celina tem 50% das intenções de voto, contra 36% de Grass. Nesse cenário, 10% declaram voto branco ou nulo, e 4% não sabem ou não responderam.
O levantamento mostra que Celina Leão está à frente de Leandro Grass em todos os grupos de idade analisados. A maior vantagem da candidata do PP aparece entre os eleitores com 60 anos ou mais, grupo em que registra 58% das intenções de voto, contra 30% do petista.
Entre os eleitores de 35 a 59 anos, Celina tem 55%, enquanto Grass aparece com 38%.
A disputa é mais equilibrada entre os jovens de 16 a 34 anos. Nessa faixa etária, Celina registra 46% das intenções de voto, contra 41% de Grass. A diferença é de cinco pontos percentuais.
Entre os homens, Celina Leão aparece com 54%, contra 34% de Leandro Grass, uma vantagem de 20 pontos percentuais. Entre as mulheres, a diferença diminui para 12 pontos: Celina tem 52% e Grass, 40%.
No recorte por renda, a candidata do PP apresenta sua maior vantagem entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos. Nesse grupo, Celina registra 57% das intenções de voto, contra 32% de Grass.
Entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos, os percentuais são de 56% para Celina e 34% para Grass.
Já entre aqueles que recebem mais de cinco salários mínimos, a disputa é mais apertada. Celina aparece com 49%, enquanto Grass alcança 42%, uma diferença de sete pontos percentuais.
Apesar da vantagem de Celina Leão nas intenções de voto, os dois candidatos apresentam índices de rejeição próximos.
Segundo o levantamento, 23% dos entrevistados afirmam que não votariam em Celina Leão, enquanto 22% rejeitam Leandro Grass.
Outros 23% dizem rejeitar os dois candidatos. Já 32% afirmam não rejeitar nenhum deles.
Os números mostram que, embora Celina lidere a disputa, a rejeição individual aos dois concorrentes está praticamente no mesmo patamar.
A pesquisa também indica um cenário de pouca disposição para mudanças na reta final da campanha. Segundo o Real Time Big Data, 93% dos entrevistados afirmam que já decidiram em quem votar. Apenas 7% dizem que o voto ainda não está definido.
Entre os eleitores de Celina Leão, 90% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 6% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 4% admitem a possibilidade de votar em Leandro Grass.
O cenário é semelhante entre os eleitores do petista. Nesse grupo, 88% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum, 8% dizem que dificilmente mudariam e 4% admitem a possibilidade de votar em Celina.
O levantamento Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Distrito Federal entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026.
A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número DF-01691/2026.
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Baixar áudioO candidato Omar Aziz (PSD) lidera a disputa pelo governo do Amazonas, com 53% dos votos válidos, contra 47% da Professora Maria do Carmo (PL), segundo pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença é de seis pontos percentuais, a cinco dias do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Omar Aziz aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Maria do Carmo registra 41%. Outros 11% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não souberam ou não responderam.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Omar Aziz tem 44% e Maria do Carmo, 40%. Nesse cenário, 11% declaram voto branco ou nulo, enquanto 5% não sabem ou não respondem.
A pesquisa mostra diferenças nas intenções de voto de acordo com o gênero e a idade dos entrevistados.
Entre as mulheres, Omar Aziz registra 48% das intenções de voto, contra 39% de Maria do Carmo. Já entre os homens, os dois candidatos aparecem empatados numericamente, com 44% cada.
A maior vantagem de Omar Aziz está entre os eleitores com 60 anos ou mais. Nesse grupo, o candidato do PSD alcança 56%, enquanto a adversária tem 33%, uma diferença de 23 pontos percentuais.
Entre os eleitores de 35 a 59 anos, Omar também lidera, com 48%, contra 41% de Maria do Carmo.
A candidata do PL, por sua vez, aparece numericamente à frente entre os mais jovens. Na faixa de 16 a 34 anos, Maria do Carmo registra 45%, enquanto Omar Aziz tem 40%.
Omar Aziz apresenta seu melhor desempenho entre aqueles que recebem até dois salários mínimos. Nesse grupo, o candidato do PSD tem 50% das intenções de voto, contra 36% de Maria do Carmo, uma vantagem de 14 pontos percentuais.
Entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos, os candidatos estão empatados numericamente, com 43% cada.
Já entre os eleitores que recebem mais de cinco salários mínimos, a situação se inverte. Maria do Carmo lidera com 53%, contra 38% de Omar Aziz, uma diferença de 15 pontos percentuais.
Apesar de liderar as intenções de voto, Omar Aziz também apresenta o maior índice de rejeição.
Segundo a pesquisa, 40% dos entrevistados afirmam que não votariam no candidato do PSD. A rejeição à Professora Maria do Carmo é de 28%.
Outros 20% dizem rejeitar os dois candidatos, enquanto 12% afirmam não rejeitar nenhum deles.
Um dos principais resultados da pesquisa é o elevado percentual de eleitores que afirmam já ter escolhido seu candidato.
De acordo com o levantamento, 96% dos entrevistados dizem estar com o voto definido, enquanto apenas 4% afirmam que ainda podem mudar de opinião.
Entre os eleitores de Omar Aziz, 82% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 14% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 4% admitem a possibilidade de votar em Maria do Carmo.
O eleitorado da candidata do PL demonstra ainda maior firmeza na escolha. Entre os que declaram voto em Maria do Carmo, 94% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum, 4% dificilmente mudariam e apenas 2% admitem a possibilidade de votar em Omar Aziz.
Os números indicam que, embora Omar Aziz mantenha vantagem nas intenções de voto, Maria do Carmo apresenta um eleitorado proporcionalmente mais resistente à mudança.
O levantamento ouviu 1.600 eleitores do Amazonas entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número AM-03112/2026.
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Baixar áudioO candidato Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com 52% dos votos válidos na disputa pelo governo do Espírito Santo, contra 48% de Ricardo Ferraço (MDB), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença de quatro pontos percentuais indica uma vantagem numérica de Pazolini, mas os candidatos estão no limite do empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lorenzo Pazolini registra 46% das intenções de voto, enquanto Ricardo Ferraço aparece com 43%.
Outros 8% dos eleitores afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto. Os que não sabem ou preferem não responder representam 3%.
Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem receber uma lista de candidatos, Pazolini aparece com 45%, contra 42% de Ferraço. Nesse cenário, 8% declaram voto branco ou nulo e 5% não sabem ou não respondem.
Os votos válidos, utilizados pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado das eleições, excluem os votos brancos e nulos.
A pesquisa revela diferenças no comportamento do eleitorado de acordo com o gênero e a faixa etária.
Entre os homens, Lorenzo Pazolini registra 50% das intenções de voto, contra 41% de Ricardo Ferraço. Entre as mulheres, o cenário se inverte: Ferraço aparece com 45%, enquanto Pazolini tem 42%.
As diferenças também são expressivas entre as faixas etárias.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, Pazolini alcança 51% das intenções de voto, contra 39% de Ferraço, uma vantagem de 12 pontos percentuais.
Na faixa de 35 a 59 anos, a disputa é mais equilibrada. Pazolini aparece com 46% e Ferraço, com 43%.
Já entre os eleitores com 60 anos ou mais, Ricardo Ferraço lidera numericamente, com 48%, contra 39% de Lorenzo Pazolini.
Os resultados indicam que Pazolini apresenta melhor desempenho entre os eleitores mais jovens, enquanto Ferraço encontra maior apoio entre os mais velhos.
O levantamento também mostra as diferenças nas intenções de voto de acordo com a renda familiar dos entrevistados.
Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Ricardo Ferraço aparece à frente, com 50%, contra 42% de Lorenzo Pazolini.
O cenário se inverte entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos. Nesse grupo, Pazolini alcança 52% das intenções de voto, enquanto Ferraço registra 38%. A vantagem é de 14 pontos percentuais, a maior observada entre as três faixas de renda analisadas.
Entre os eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, Pazolini também lidera numericamente, com 46%, contra 39% de Ferraço.
Nesse último grupo, 12% dos entrevistados afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, percentual superior ao registrado nas demais faixas de renda.
Apesar de aparecer à frente nas intenções de voto, Lorenzo Pazolini apresenta uma rejeição numericamente maior que a de Ricardo Ferraço.
Segundo a pesquisa, 25% dos entrevistados afirmam que não votariam em Pazolini, enquanto 22% dizem que não votariam em Ferraço.
Outros 16% rejeitam os dois candidatos. Já 37% afirmam não rejeitar nenhum deles.
A diferença de três pontos percentuais entre os índices de rejeição também está dentro da margem de erro da pesquisa.
Segundo o levantamento, 89% dos eleitores afirmam que já definiram em quem votarão no segundo turno. Outros 11% dizem que ainda podem mudar de opinião.
Entre os eleitores de Lorenzo Pazolini, 80% afirmam que não mudariam de candidato de maneira alguma. Outros 14% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 6% admitem a possibilidade de votar em Ricardo Ferraço.
Entre os apoiadores de Ferraço, 77% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum. Outros 16% consideram difícil uma mudança, enquanto 7% admitem a possibilidade de votar em Pazolini.
Os números mostram um eleitorado com alto grau de definição às vésperas da votação, embora ainda exista uma parcela de eleitores que admite mudar de candidato.
A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Espírito Santo entre 15 e 19 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi divulgado em 20 de outubro e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número ES-06599/2026.
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Baixar áudioEmpreendedoras do Distrito Federal se reuniram nesta terça-feira (20), em Brasília, para apresentação da Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas, que teve a participação da governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição Celina Leão (PP-DF), além de senadores e deputados. Promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Distrito Federal (CMEC-DF), vinculado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o evento teve como objetivo debater pautas relevantes para a agenda político-econômica local e nacional voltada às mulheres.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Sebrae, mostram que o Brasil tem 10,4 milhões de mulheres à frente de negócios. Apesar da contribuição para a geração de empregos, a renda das famílias e o desenvolvimento econômico local, as empreendedoras ainda recebem menos do que os homens e enfrentam obstáculos para expandir suas atividades.
A rede parlamentar foi criada na semana passada e traz as principais demandas do setor produtivo ligadas às políticas femininas. A agenda reúne medidas para ampliar o acesso das mulheres ao crédito e à qualificação profissional, garantir uma fonte permanente de recursos para o empreendedorismo feminino e proteger o patrimônio das mulheres, com ações de enfrentamento à violência doméstica e de gênero.
Durante o evento, o CMEC entregou a Celina Leão uma carta-compromisso para integrar a Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas. De caráter suprapartidário, a iniciativa busca transformar as demandas das mulheres empresárias em políticas públicas, por meio da articulação entre parlamentares de diferentes partidos e lideranças empresariais. O documento também foi entregue a deputadas, senadoras e representantes do setor empresarial presentes.
A governadora afirmou que seu gabinete continuará promovendo iniciativas voltadas às mulheres empreendedoras do Distrito Federal.
“Eu sei que é um apoio institucional, e que tem uma cobrança institucional, mas você pode ter certeza que o meu gabinete irá promover cada vez mais mulheres empreendedoras aqui no Distrito Federal.”
Celina também reafirmou o compromisso de criar condições favoráveis ao desenvolvimento dos negócios liderados por mulheres.
“Nós temos compromisso com as nossas mulheres, com o empreendedorismo. Para que aqui não seja só o melhor lugar para se nascer e para se viver menina e mulher. Mas para que seja o melhor lugar para as mulheres empreendedoras do Brasil e do mundo. Será o Distrito Federal.”
A presidente do CMEC, Ana Cláudia Badra Cotait, destacou a adesão de parlamentares à rede e ressaltou a importância da articulação entre a iniciativa privada e o Poder Legislativo para avançar nas pautas do empreendedorismo feminino.
“Para nós é muito importante essa rede, que conecta o setor privado com o Poder Legislativo. Isso é extremamente importante para que andem os projetos de lei, para que as políticas públicas realmente sejam cobradas e feitas”, afirmou.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também defendeu a integração entre parlamentares para fortalecer as políticas voltadas às mulheres e compartilhar experiências bem-sucedidas entre os estados.
“Reunir as mulheres todas em uma frente parlamentar para discutir com assessoria técnica, com qualidade e já vendo o que está dando certo, trazendo para outros estados. Esse tipo de integração é mais que necessário”, pontuou.
Segundo Ana Cláudia, a rede articula com parlamentares o avanço de três projetos de lei relacionados à educação, ao enfrentamento da violência e à capacitação de mulheres.
“As parlamentares estão sendo comunicadas e convidadas a participar dessa rede. E eu tenho certeza que uma das nossas parlamentares aqui do DF vai criar a frente mista, Senado e Câmara, o que será um impacto que irá unir essas forças”, destacou.
Durante o encontro, Bia Kicis, eleita senadora pelo PL do Distrito Federal, recebeu do CMEC o pedido para criar a Frente Parlamentar Mista de Políticas Femininas. Ela se comprometeu a instituir o grupo e a se candidatar à presidência.
“Eu tenho certeza que nós faremos a diferença, faremos história e vamos cuidar de vocês. Nós estaremos lutando pelas mulheres, qualquer que seja a classe — A, B, C, D e E —, não importa, todas somos mulheres.”
Confira outras informações sobre a Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas no site do CMEC.
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Baixar áudioO senador Flávio Bolsonaro (PL) mantém a liderança na disputa pela Presidência da República, mas sua vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu nos últimos dias. Segundo análise divulgada nesta segunda-feira (19) pela Opinião Inteligência Política, Flávio aparece com 51,2% dos votos válidos na média de 26 pesquisas nacionais realizadas após o primeiro turno, contra 48,8% de Lula.
O percentual do candidato do PL é o menor registrado desde o início da série, em 8 de outubro. Em 11 de outubro, a média apontava 52,2% para Flávio. Apesar da redução, o senador continua numericamente à frente em 23 dos 26 levantamentos analisados, realizados por 14 institutos.
A análise também apresenta uma estimativa estatística para o resultado do segundo turno, marcado para o próximo domingo (25). De acordo com o modelo desenvolvido pela Opinião, Flávio tem entre 71% e 79% de probabilidade de vitória, dependendo dos ajustes utilizados no cálculo. Já Lula aparece com chances entre 21% e 29%.
A empresa ressalta, no entanto, que essas probabilidades não representam resultados de pesquisas eleitorais, mas projeções baseadas nos levantamentos disponíveis e em hipóteses sobre o comportamento do eleitorado até a votação.
As 15 pesquisas divulgadas entre os dias 15 e 19 de outubro apresentaram resultados para Flávio Bolsonaro entre 49% e 52% dos votos válidos.
Entre os levantamentos mais recentes, o Nexus/BTG, divulgado nesta segunda-feira (19), apontou Flávio com 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% de Lula. Na rodada anterior do instituto, o senador tinha 51,6%.
O AtlasIntel/Bloomberg registrou 51,1% para Flávio, ante 52,8% na pesquisa anterior. O Datafolha também identificou recuo, de 52% para 51,1%, enquanto o Ipespe/Abrapel mostrou queda de 52,7% para 51,2%.
Por outro lado, o PoderData apresentou recuperação do candidato do PL em sua pesquisa mais recente, passando de 50% para 52%.
Dos 26 levantamentos analisados, apenas dois, ambos realizados pelo Vox Brasil, colocaram Lula numericamente à frente. Uma rodada do PoderData apontou empate em 50% para cada candidato.
A Opinião destaca que a redução da média não comprova, isoladamente, uma mudança consolidada no comportamento dos eleitores. Isso porque o cálculo reúne pesquisas de diferentes institutos, metodologias e períodos de coleta.
Embora Flávio Bolsonaro apareça como favorito, a análise considera que o resultado da eleição permanece em aberto.
No cenário que utiliza apenas a média atual das pesquisas, sem correções históricas, o senador tem 51,2% dos votos válidos e 71% de probabilidade de vitória. Lula aparece com 29% de chances.
No modelo principal da Opinião, que acrescenta 0,5 ponto percentual à média de Flávio com base em diferenças observadas entre pesquisas e resultados eleitorais anteriores, o candidato do PL alcança uma estimativa de 51,7% dos votos válidos, com 79% de probabilidade de vitória.
O estudo também apresenta cenários alternativos. Caso seja aplicado um ajuste histórico maior, Flávio chegaria a 52,3% dos votos válidos e 86% de probabilidade de vitória.
Em uma hipótese contrária, na qual as pesquisas estejam superestimando o desempenho do senador em um ponto percentual, a estimativa cairia para 50,2%, com 53% de chances de vitória, contra 47% de Lula.
A faixa de incerteza de 90% do modelo vai de 48,2% a 55,2% dos votos válidos para Flávio, incluindo, portanto, resultados em que o atual presidente seria reeleito.
Segundo a Opinião, as projeções dependem de premissas estatísticas e de padrões observados em eleições anteriores, que podem não se repetir em 2026.
Nas pesquisas presenciais, realizadas por Vox Brasil, Datafolha, Quaest e CNT/MDA, Flávio Bolsonaro registra média de 50,4% dos votos válidos, resultado mais próximo de um empate.
Nos levantamentos feitos por telefone automático, a média do senador sobe para 51,5%. Nas entrevistas telefônicas conduzidas por entrevistadores, o percentual é de 51%. Já nas pesquisas online, chega a 50,8%.
A análise lembra que, no primeiro turno, os levantamentos presenciais apresentaram as maiores diferenças em relação ao resultado das urnas, ao indicar vantagem de Lula de 2,7 pontos percentuais. Na votação, Flávio terminou 1,9 ponto à frente do presidente.
A empresa pondera, porém, que o comportamento observado no primeiro turno não significa que as diferenças serão repetidas na segunda votação.
Outro ponto destacado pela Opinião Inteligência Política é a proximidade entre a avaliação do governo federal e o desempenho eleitoral do presidente Lula.
Nas 18 pesquisas que apresentaram dados de aprovação do governo, a média entre os entrevistados que manifestaram opinião foi de 47,6%. Nesses mesmos levantamentos, Lula registrou média de 48,4% dos votos válidos.
No PoderData, a aprovação do governo passou de 44% para 46% entre as pesquisas realizadas de 5 a 7 de outubro e de 13 a 15 de outubro. A desaprovação recuou de 50% para 49%.
Já a pesquisa CNT/MDA registrou crescimento numérico da avaliação positiva do governo, considerada ótima ou boa, de aproximadamente 35% para 38%.
O Datafolha, por sua vez, mostrou estabilidade na aprovação, em 48%, enquanto a desaprovação passou de 49% para 50%.
No Datafolha, o percentual de eleitores que afirmam não votar de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro passou de 43% para 44% entre as rodadas de 6 a 8 e de 13 a 15 de outubro. No PoderData, a rejeição do senador subiu de 43% para 45% entre as pesquisas de 5 a 7 e de 13 a 15 de outubro.
No levantamento mais recente do Nexus/BTG, a rejeição de Lula ficou em 47,8%, enquanto a de Flávio foi de 46,8%.
Segundo a Opinião Inteligência Política, para que os candidatos cheguem a uma situação de igualdade de chances no modelo principal, a média das pesquisas de Flávio Bolsonaro precisaria cair de 51,2% para 49,5%.
Uma redução para 50,6% diminuiria a probabilidade de vitória do senador para 70%, mantidas as premissas atuais do modelo.
A empresa destaca que, desde o início da série, a média de Flávio oscilou entre 51,2% e 52,5%, sem atingir o patamar necessário para igualar as probabilidades de vitória.
A seis dias da eleição, o estudo considera importante acompanhar as próximas rodadas dos institutos, especialmente para verificar se a redução da vantagem do candidato do PL continuará ou se haverá estabilização dos resultados.
Para Alexandre Garcia, CEO da Opinião Inteligência Política, os números atuais apontam favoritismo de Flávio Bolsonaro, mas não permitem considerar a eleição decidida.
“A vantagem é pequena e deixa espaço para uma virada. Nós temos um percentual de indecisos que precisa ser trabalhado pelos dois candidatos. As pesquisas estão mostrando claramente, para nós, que a disputa está muito apertada para alguém comemorar antes da hora. Na quarta-feira saem novas pesquisas, com as entrevistas que vão pegar efetivamente o resultado do debate. Elas sim vão nos mostrar se Lula continua se aproximando, ou se Flávio conseguiu segurar a vantagem e pode permanecer na liderança até o fim dessas eleições”.
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Baixar áudioO candidato Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026, com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta terça-feira (13). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Os candidatos, portanto, estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.
Na intenção de voto estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro aparece com 48% e Lula com 45%. Outros 5% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam sua preferência sem a apresentação dos nomes, Flávio Bolsonaro registra 46%, ante 44% de Lula. Os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 5%, e 4% não sabem ou não responderam.
Flávio lidera em três regiões; Lula tem vantagem no Nordeste
O recorte regional da intenção de voto estimulada mostra Flávio Bolsonaro à frente no Norte/Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Lula lidera no Nordeste, onde registra sua maior vantagem.
No Sul, Flávio Bolsonaro tem 57% das intenções de voto, contra 36% de Lula. No Norte/Centro-Oeste, o candidato registra 56%, ante 41% do presidente.
Já no Sudeste, Flávio aparece com 51%, enquanto Lula soma 41%.
O Nordeste apresenta cenário inverso: Lula lidera com 61% das intenções de voto, contra 32% de Flávio Bolsonaro.
Os percentuais consideram todos os entrevistados de cada região, e não apenas os votos válidos. A pesquisa apresenta Norte e Centro-Oeste de forma agrupada.
Interesse no segundo turno chega a 85%
O levantamento aponta que 85% dos brasileiros demonstram interesse no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Desse total, 67% afirmam ter muito interesse e 18% dizem ter interesse razoável.
Outros 7% declaram pouco interesse e 7% não têm nenhum interesse. Os que não sabem ou não responderam representam 2%.
Regionalmente, o Norte/Centro-Oeste registra o maior percentual de eleitores interessados, com 91%, considerando a soma de muito interesse e interesse razoável. O Sul aparece com 88%, seguido pelo Nordeste, com 86%, e pelo Sudeste, com 81%.
O Sul apresenta o maior percentual de eleitores com muito interesse, 70%. Já o Sudeste registra o maior índice de pessoas sem nenhum interesse, 11%.
Decisão de voto está consolidada para 92% dos eleitores
A pesquisa revela que 92% dos brasileiros afirmam que sua decisão de voto para o segundo turno já está tomada e não vai mais mudar. Apenas 7% admitem a possibilidade de alterar a escolha até a votação, enquanto 1% não sabe ou não respondeu.
Entre os eleitores que declaram voto em Flávio Bolsonaro e em Lula, 95% de cada grupo afirmam que não pretendem mudar de candidato. A possibilidade de mudança é mencionada por 4% dos eleitores de Flávio e 5% dos eleitores de Lula.
O levantamento também mostra que, entre os entrevistados com voto consolidado, 90% decidiram antes do primeiro turno, realizado em 4 de outubro.
Outros 9% definiram sua escolha depois da primeira votação, e 1% não soube ou não respondeu.
O Norte/Centro-Oeste apresenta o maior percentual de decisões tomadas antes do primeiro turno, com 92%. No Nordeste e no Sul, o índice é de 90%, enquanto no Sudeste chega a 89%.
Intenção de comparecimento às urnas chega a 95%
A disposição declarada para participar do segundo turno também é elevada. Segundo a Nexus, 89% dos eleitores já decidiram comparecer às urnas, enquanto outros 6% afirmam que provavelmente votarão, totalizando 95%.
Na outra ponta, 3% já decidiram não comparecer ou justificar a ausência, e 1% provavelmente não votará ou justificará. Outro 1% não soube responder.
O Norte/Centro-Oeste registra 97% de intenção de comparecimento, somando respostas definitivas e prováveis. No Sul, o percentual também chega a 97%. No Nordeste e no Sudeste, é de 95%.
Rejeição a Lula é maior no Sul; Flávio enfrenta maior resistência no Nordeste
A pesquisa também mediu o potencial de voto e a rejeição dos dois candidatos. Nacionalmente, 51% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 47% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro.
Entre os entrevistados, 42% afirmaram que Lula é o único candidato em quem votariam e 7% consideraram votar nele, mas ainda não estão totalmente certos. Para Flávio Bolsonaro, os percentuais são de 43% e 7%, respectivamente.
Regionalmente, a rejeição a Lula é maior no Sul, com 60%, seguido pelo Norte/Centro-Oeste e pelo Sudeste, ambos com 55%. No Nordeste, 35% afirmam que não votariam no presidente.
Flávio Bolsonaro registra sua maior rejeição no Nordeste, com 62%. No Sudeste, o índice é de 44%, no Norte/Centro-Oeste, 39%, e no Sul, 35%.
O Nordeste também concentra o maior percentual de eleitores que consideram Lula sua única opção de voto, com 56%. Para Flávio Bolsonaro, esse indicador é mais elevado no Sul, com 53%.
Desaprovação ao governo Lula chega a 50%
A pesquisa mostra que 50% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Lula, enquanto 45% aprovam. Outros 5% não sabem ou não responderam.
Na avaliação qualitativa, 34% classificam o governo como ótimo (15%) ou bom (19%). Outros 20% consideram a administração regular. Já a avaliação negativa soma 45%, resultado dos 7% que avaliam o governo como ruim e dos 38% que o classificam como péssimo.
O Nordeste é a única região em que a aprovação supera a desaprovação: 61% aprovam o governo e 34% desaprovam.
No Sul, a desaprovação chega a 59%, contra 36% de aprovação. No Norte/Centro-Oeste, 57% desaprovam e 39% aprovam. Já no Sudeste, a desaprovação é de 54%, ante 42% de aprovação.
A pesquisa
O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre os dias 10 e 12 de outubro, por telefone, em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07997/2026.
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