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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

04/03/2021 00:00h

Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil, explica que as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em qualquer emergência humanitária

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As escolas desempenham um papel fundamental na vida de meninas, meninos e suas famílias. O longo tempo de fechamento da maioria das escolas e o isolamento social têm impactado profundamente a aprendizagem, a saúde mental e a proteção de crianças e adolescentes. Por isso, é urgente reabri-las em segurança, em todos os lugares em que isso for possível! 

Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil, explica que as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em qualquer emergência ou crise humanitária. O fechamento das escolas deve ser sempre a última opção. Caso elas tenham que ser fechadas, devem ser as primeiras a reabrir assim que a situação epidemiológica permitir.

“Aqui no Brasil, a gente fez um levantamento e tem uma estimativa de cerca de 5,5 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 6 e 17 anos, que simplesmente não tiveram acesso à escola em 2020. A exclusão escolar afetou, em especial, as crianças e os adolescentes mais vulneráveis: as meninas e os meninos pretos e pretas, as famílias mais pobres e, em especial, as regiões Norte e Nordeste, que têm indicadores de educação mais frágeis. É por isso que a gente precisa reabrir as escolas com o máximo de segurança possível. Elas desempenham um papel fundamental na vida desses meninos e meninas, e nas suas famílias. E elas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir, em qualquer emergência humanitária”, avalia.

Nessa volta às aulas, cada um faz a sua parte. Use máscara, lave sempre as mãos, mantenha a distância e siga as orientações da escola. 

Saiba mais em unicef.org.br.

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04/03/2021 00:00h

De acordo com pesquisa, o Turismo, Academias e Beleza são os setores com maior percentual de queda no faturamento

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A pandemia da Covid-19 gerou grande impacto na economia brasileira e prova disso é resultado de uma pesquisa do Sebrae, revelando que quase um ano após o surgimento do novo coronavírus, 67% dos pequenos negócios estão funcionando com mudanças por conta da pandemia e 73% do total geral dos segmentos tiveram queda no faturamento mensal.

O empresário Bruno Rafael, dono de uma loja de roupas – um dos setores mais afetados pela crise – diz que precisou se reinventar para manter o negócio funcionando. "A pandemia nos impactou com resultados negativos, nossas vendas caíram. Tivemos que mudar o nicho, nossas camisas eram voltadas para eventos, tivemos de focar em profissões, signos e diversificamos nosso leque de produtos até para poder sobreviver a esse período da pandemia”, disse Rafael. 

Segundo a pesquisa, entre os segmentos mais afetados pela pandemia estão a Economia Criativa, Educação e o Turismo, que continuam com alta interrupção de funcionamento. Além disso, Turismo, Academias e o setor de Beleza são os tipos de empresas com maior percentual de queda de faturamento.

Apesar da importância para a economia em retomar as atividades, é preciso manter alguns cuidados para que o estabelecimento possa continuar em funcionamento. Pensando nisso, o Sebrae elaborou protocolos de retomada das atividades.

Algumas dicas são destacadas pelo economista e assessor da Diretoria Técnica do Sebrae, Rafael Moreira. "Tornar o ambiente mais ventilado; respeitar um distanciamento mínimo de um metro e meio entre as pessoas nos estabelecimentos; usar máscara e fazer com que os clientes sigam esse protocolo. O sentido é proteger o empresário, os empregados dessa pequena empresa e, obviamente, o consumidor. Se o pequeno negócio não passar segurança para o seu cliente, ele vai ter muita dificuldade”, afirmou Moreira.

Ao todo, o Sebrae elaborou orientações para a retomada das atividades de 36 segmentos de micro e pequenas empresas. Além disso, foram produzidos sete vídeos com dicas gerais, sugestões para os gestores públicos nos municípios e, também, cuidados a serem adotados pela população. Tudo para um retorno mais rápido e seguro dos pequenos negócios. Para mais informações acesse: www.sebrae.com.br.

#ContinueCuidando
 

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05/03/2021 00:00h

Projeto de lei segue para sanção presidencial

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Em mais de um ano de pandemia da Covid-19, o acesso à educação continua sendo um desafio dos gestores que precisam fechar as escolas e garantir que o conteúdo chegue a todos por meio das plataformas on-line. Para minimizar o problema, o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei (PL) 3.477/20, que destina R$ 3,5 bilhões da União para Estados, Municípios e o Distrito Federal garantirem a internet a alunos e professores em vulnerabilidade.

Aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2020 e pelo Senado Federal no fim de fevereiro deste ano, o projeto segue para sanção presidencial. O texto beneficia educadores da educação básica da rede pública, alunos de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal e estudantes matriculados em escolas de comunidades indígenas e quilombolas. 

O repasse deve ser realizado pelo governo federal em até 30 dias após a publicação da lei, comemorada pelas entidades de ensino. O deputado federal Idilvan Alencar (PDT-CE), um dos autores do projeto, ressaltou que é necessário combater as disparidades presentes no País. “O Brasil é desigual na renda e digitalmente também. O IBGE mostrou que 97% dos lares em Brasília têm conexão com a internet, mas o percentual da zona rural do Nordeste chega a 35%”, contabiliza.

O parlamentar classifica o suporte para o ambiente on-line como um dos elementos básicos do ensino na pandemia. “Eu diria que, hoje, ter conexão para estudantes é igual a ter merenda escolar, transporte, livro didático. Virou uma coisa essencial e fundamental na educação brasileira”. Idilvan também pontua que esses recursos não são suficientes para todo o País, mas que serão privilegiados aqueles estudantes em situação de maior vulnerabilidade.

O estudante Daniel Ferreira, por exemplo, está no 3º ano do ensino médio e precisou comprar um computador para acompanhar as aulas virtuais. "Acho que o auxílio de internet seria uma boa ideia, porque nem todo mundo estava preparado para a pandemia. Muita gente não tem internet em casa", diz.

Caminho para enfrentar desafios

Especialistas avaliam que a educação pública neste ano enfrentará dilemas constantes, e que o investimento no acesso à internet é fundamental nesse momento. É isso que acredita Vitor de Angelo, secretário de Educação do Espírito Santo e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

“Embora seja o primeiro passo apenas em uma área que precisamos avançar muito no Brasil, é fato que esses R$3,5 trazem agora uma dimensão de urgência de investimentos em uma questão essencial para que a gente possa atravessar o ano de 2021, que será tão ou mais desafiador do que o ano de 2020 no que diz respeito à educação pública brasileira.”

Luiz Miguel Martins, secretário de Educação da cidade de Sud Mennucci e presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo (Undime-SP), ainda pontua que esses investimentos ficam na educação após o período das infecções diárias da Covid-19. “Esse projeto permite iniciar um processo de democratização da informação. No pós-pandemia, ele dá condição de desenvolver atividades híbridas, que começam na escola e avançam em casa e assim por diante, com o amparo da tecnologia.”

Universalização 

Os recursos para essa lei vêm do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que tem como finalidade custear políticas e programas de universalização das telecomunicações definidos em lei ou na regulamentação. O texto do projeto de lei destaca que “o FUST vem sendo contingenciado para compor os recursos do Tesouro, na busca de reduzir o déficit das contas públicas”, e que esses valores podem “formar as futuras gerações de brasileiros”. 

Eduardo Neger, presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet), conta que a internet aliada ao ensino tem sido uma realidade muito evidente nos últimos meses, e pode agregar socialmente com a ampliação. “Temos observado muito durante a pandemia o crescimento de aplicações de teletrabalho, telemedicina e, especialmente, de ensino a distância. Certamente esses recursos vão ajudar quem precisa e podem ser um fomento para o desenvolvimento da internet no interior do País”, qualifica.

Afonso Galvão, especialista em educação, lembra que os alunos de escolas públicas já foram muito prejudicados no ensino remoto por conta da exclusão digital, mas a lei pode minimizar os danos e servir como uma política de estado. “Esse tipo de iniciativa deve ser adotada não para a pandemia, mas também para a própria inclusão do aluno da rede pública na sociedade contemporânea, que é tecnológica, da informação, do conhecimento, tremendamente digitalizada”. 

A partir do recebimento dessas verbas da União, os gestores locais podem realizar a contratação de soluções de conectividade móvel e de terminais portáteis que possibilitem acesso à rede de dados móveis. Os terminais poderão ser cedidos a professores e alunos “em caráter permanente ou para uso temporário”, como traz o projeto.

Na visão de Leozenito Corado de Freitas, secretário de Educação na cidade do Novo Gama, em Goiás, a lei seria "excelente para o município". "Vai melhorar muito a situação atual em que estamos passando na rede municipal de educação, e é muito importante para oferecer as melhores condições de trabalho para os professores, como também favorecer o acesso à tecnologia aos alunos, facilitando o ensino e aprendizagem", observa.

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05/03/2021 00:00h

Carolina Moraes Estrela, presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos, ressalta que hoje o País tem mais municípios com lixões a céu aberto do que cidades que já fazem a destinação adequada

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O saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição Federal de 1988, mas a realidade do tratamento de água, esgoto e lixo no Brasil ainda enfrenta dificuldades que interferem em aspectos econômicos, sociais e de saúde. Para combater essas problemáticas, uma nova legislação entrou em vigor, com metas arrojadas. 

O novo Marco Legal do Saneamento Básico prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, com injeção de mais investimentos privados, busca ampliar o fornecimento de água para 99% da população e da coleta e tratamento de esgoto para 90%, até o final de 2033, além de instituir a cobrança pelos serviços de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos até 15 de julho de 2021. 

Para esclarecer essas metas e planos, Carolina Moraes Estrela, presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos, concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com. A especialista ressaltou que hoje o Brasil tem mais municípios com lixões a céu aberto do que cidades que já fazem a destinação adequada do mesmo, e que a qualidade ambiental urbana precisa ser debatida com urgência em um País que tem 89% dos moradores nas cidades.

"O saneamento básico é composto por serviços como o tratamento da água, do esgoto, a coleta de resíduos, a limpeza urbana, a drenagem, infraestrutura. O nível de saneamento de um País consegue dizer se ele é desenvolvido ou não, e a falta de acesso ao serviço de saneamento básico é uma das principais causas da mortalidade infantil, por exemplo.”

No assunto das mudanças do marco legal, destaca-se que, com a legislação anterior, prefeitos e governadores podiam firmar termos de parceria com estatais sem licitação. A partir do novo texto, é obrigatória a abertura de licitação, em que podem concorrer prestadores de serviço públicos ou privados. Outra alteração do novo marco diz respeito à cobrança, como detalhou Carolina.

"Os municípios têm até julho de 2021 para criação de cobrança do serviço de coleta de lixo e também estabelecer parâmetros de cobrança, que é uma competência do Executivo municipal. O novo marco traz, também, a possibilidade de que essas prefeituras façam a cobrança através de concessionárias, da conta de água, luz ou mesmo no IPTU. O não estabelecimento dessa forma de cobrança pode repercutir em uma possível ação de renúncia de receita por parte do gestor público.”

Carolina também aconselhou gestores municipais a debaterem o tema com especialistas para alcançar os planejamentos. “O estabelecimento de um grupo de trabalho é muito importante, com metas bem definidas, para que se cumpra o prazo determinado na legislação", avaliou. 

Assista agora à entrevista completa e exclusiva com a especialista em Gestão de Resíduos Sólidos Carolina Moraes Estrela.

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05/03/2021 00:00h

Uso foi aprovado para tratamento da hipofosfatemia em crianças. Oferta tem início em até 180 dias

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Crianças que dependem do medicamento burosumabe para tratamento da hipofosfatemia ligada ao cromossomo X, doença crônica debilitante e deformante que causa raquitismo, terão o remédio de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde tornou pública a portaria que determina o prazo para distribuição, que será em até 180 dias. Neste momento, a medicação não será disponibilizada para adultos.

O medicamento tem como função aumentar a reabsorção de fosfato pelos rins e, por meio da produção de vitamina D, melhorar a absorção intestinal de cálcio e fosfato, reduzindo os danos causados pela doença. 
 

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Crianças que dependem do medicamento burosumabe para tratamento da hipofosfatemia ligada ao cromossomo X, doença crônica debilitante e deformante que causa raquitismo, terão o remédio de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde tornou pública a portaria que determina o prazo para distribuição, que será em até 180 dias. Neste momento, a medicação não será disponibilizada para adultos.

A sociedade pôde contribuir com a decisão por meio de consultas públicas realizadas pela Conitec. A incorporação do medicamento pode sofrer novo processo de avaliação, caso sejam apresentados novos fatos que possam alterar o resultado da análise efetuada.

Como a medicação ainda não foi distribuída pelo SUS, portadores do raquitismo hipofosfatêmico ligado ao cromossomo X encontram dificuldades para obter o remédio. O burosumabe é importado para o País, e cada dose custa a partir de R$3.400 podendo chegar a R$52 mil reais, a depender da dosagem. 

Grande parte dos pacientes com raquitismo não conseguem cobrir os custos da medicação, e por isso, entram com ação judicial para fazer com que o governo federal custeie o tratamento. 

Pietro Inglese, de 15 anos, é portador de raquitismo hipofosfatêmico ligado ao cromossomo X. O custo da medicação dele chega aos R$150 mil reais por mês. De acordo com o autônomo Paulo Inglese, pai de Pietro, o governo parou de disponibilizar a medicação e a família entrou novamente com um pedido judicial. Dessa vez, a União disponibilizou o dinheiro e o processo de importação ainda está em andamento, deixando Pietro sem a medicação. 

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“É muito importante liberar o quanto antes o medicamento pelo SUS. Uma: porque sem processo não existe outro caminho, ao menos o meu bolso não permite gastar R$150 mil por mês”, diz Paulo. Ainda de acordo com ele, são muitos os pacientes que necessitam da medicação de forma gratuita, pois o processo judicial tende a demorar cerca de um ano. 

O que é a Hipofosfatemia ligada ao cromossomo X (HLX)?

A HLX é uma doença ultra rara, cronicamente debilitante e deformante. É causada por alterações genéticas que implicam na regulação do fosfato (um mineral necessário para a formação dos ossos) no organismo, levando à perda renal dessa substância. É considerada um tipo de raquitismo resistente ao tratamento com vitamina D e que atinge os ossos, deixando-os fracos.

Os baixos níveis de fósforo estão geralmente presentes imediatamente após o nascimento, porém as deformidades esqueléticas e o retardo no crescimento são notados posteriormente, quando a criança já começa a sustentar seu próprio peso.

Quando o crescimento ósseo cessa, as deformidades tornam-se irreversíveis e podem ser fonte de dor contínua. Outras manifestações da doença incluem problemas dentários e perda auditiva. Adultos podem apresentar sintomas como a osteomalácia (amolecimento dos ossos, que causa aumento do risco de fraturas), fraqueza muscular, dor óssea persistente, osteoartrite precoce (degeneração das cartilagens) e fadiga. 

Por estar relacionada a uma condição genética, pode afetar vários indivíduos da mesma família. Seu modo de transmissão se dá pelo cromossomo X, porém, portadoras do sexo feminino geralmente apresentam sintomas semelhantes aos do sexo masculino. 

De acordo com o OrphaNet, website de referência em doenças raras, a doença atinge, aproximadamente, um a nove casos a cada 1 milhão de pessoas no mundo. No Brasil, é possível que exista cerca de 211 a 1.9 mil pessoas com a patologia.

Medicação

O medicamento tem como função aumentar a reabsorção de fosfato pelos rins e, por meio da produção de vitamina D, melhorar a absorção intestinal de cálcio e fosfato, reduzindo os danos causados pela HLX.

A Nefrologista Pediátrica Enaira Rocha, destaca que a medicação melhora a qualidade de vida das crianças, pois é possível diminuir a quantidade de reposição de fosfato e vitamina D. “O burosumabe é uma medicação que bloqueia o efeito do excesso do hormônio FGF23. É um remédio que vai se ligar no receptor do hormônio, vai impedir que ele se ligue e evite o efeito do hormônio no nosso organismo, impedindo a liberação de mais fosfato pelo rim”, conclui.

Maria Valentina de 8 anos, portadora de raquitismo, tomou a primeira dose da medicação em agosto de 2020. A mãe dela, Vanessa de Extrema, explica como a dose agiu positivamente na saúde da filha. “É visível como a Maria Valentina melhorou. Os níveis de fósforo dela que nunca iam passar de 2.4, estão em 3.2. Porque Maria não absorve fósforo, e com essa medicação ela consegue atuar exatamente nessa absorção que ela não tem.” 

Segundo a Conitec, os resultados apresentaram melhora do raquitismo em crianças, da mobilidade e do crescimento em relação ao tratamento com fosfato e vitamina D. Em adultos, também houve benefícios com o uso do medicamento, porém menos consistentes do que em crianças. Apesar da expectativa de que o medicamento possa contribuir para o avanço mais lento da doença ou para melhora do prognóstico, os estudos ainda são iniciais e pouco confiáveis. 
 

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05/03/2021 00:00h

O senador afirmou que o Marco vai trazer mais segurança jurídica para os investidores e trará impactos positivos à economia brasileira

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Em entrevista ao portal Brasil61.com, nesta terça-feira (2), o senador Carlos Portinho (PL/RJ) afirmou que o Marco Legal das Startups — aprovado no Senado na última semana — vai trazer segurança jurídica e impulsionar os investimentos nessas empresas.
 
Relator do Projeto de Lei Complementar 146/19, que dá forma ao Marco Legal, ele ressaltou que o ecossistema de startups brasileiras já está estabelecido, mas carecia de regulamentação. 
 
“O Brasil já é o terceiro país em número de unicórnios e no ano de 2020 houve um crescimento maior de startups do que em 2019, mas faltava um Marco Legal. A importância do Marco Legal das Startups é justamente a de prover maior segurança jurídica a esse ecossistema que já está formado. Tendo segurança jurídica, há maior capacidade de atrair investimentos”, destaca. 

Marco Legal das Startups deve atrair mais investidores, avaliam defensores do projeto de lei

Proposta

O Marco aprovado pelos senadores pretende criar um ambiente de negócios mais favorável às empresas que vivem de inovação. Antes de mais nada, o projeto de lei estabelece o que são as startups. Segundo o texto, são as empresas, nascentes ou em operação recente, cuja atuação se caracteriza pela inovação aplicada a modelos de negócios ou a produtos ou serviços ofertados. 
 
De acordo com a Lei Complementar, para se enquadrar como startup, a empresa deve ter receita bruta de até R$ 16 milhões por ano, além de estar inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) há menos de dez anos.  

O texto permite que as startups recebam dinheiro de investidores sem que esses tenham que participar da gestão ou de qualquer decisão no negócio. Com o objetivo de dar mais segurança jurídica e incentivar os aportes nesses negócios, os investidores não vão ter que responder por qualquer dívida da empresa, mantendo o seu patrimônio protegido.
 
Amanda Caroline, advogada especialista em Direito Empresarial, na empresa Rodrigo Nunes Advocacia, destaca que o projeto de lei acerta ao conferir proteção ao patrimônio dos investidores. “Um dos aspectos principais é que no caso de desconsideração da personalidade jurídica, que é uma forma de perquirir bens, o patrimônio da empresa não será afetado. Isso confere maior segurança jurídica e atrai mais investidores”, avalia.

Arte: Brasil 61

Administração Pública

O Projeto de Lei Complementar também regula a contratação de startups pela administração pública por meio de regras específicas de licitação. Assim, o poder público vai poder ofertar determinadas licitações apenas para startups. A condição para isso é que estejam sendo procuradas soluções inovadoras. A depender do edital, mais de uma empresa vai poder ser contratada. O custo máximo que a administração vai poder pagar é de R$ 1,6 milhão por contrato.
 
Além disso, o poder público poderá contratar pessoas físicas ou jurídicas para o teste de soluções inovadoras, mesmo que haja chance de o empreendimento não dar certo, o chamado risco tecnológico. Os parlamentares também aprovaram uma medida que garante que a administração pública vai pagar o serviço à startup vencedora antes da entrega, de modo que ela tenha condições de iniciar os trabalhos. 
 
De acordo com o senador Carlos Portinho, a aprovação do Marco é positiva para a economia, ao passo em que pode gerar empregos, renda e maior arrecadação para o Estado. Além disso, ele cita que a administração pública também vai se beneficiar com a proposta. 
 
“A possibilidade de o gestor público poder usar soluções inovadoras dentro da sua atuação dos governos é muito importante e, certamente, um ingrediente a mais que o Marco Legal das Startups traz, até mesmo como oportunidade de negócio para o microempreendedor, para as empresas de pequeno porte, aquela startup que começa”, avalia.

Sandbox e Compra de Ações

O Marco possibilita a criação de um sistema, o Sandbox Regulatório, que dá mais liberdade às empresas de inovação. Na prática, agências de regulação, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vão poder suspender, temporariamente, determinadas normas exigidas das empresas que atuam no setor.
 
Em tese, isso facilitaria o trabalho experimental das startups. Os critérios de duração e alcance da suspensão das normas, bem como as regras flexibilizadas serão de responsabilidade dos órgãos públicos e das agências reguladoras. 
 
O relator da matéria no Senado retirou do texto o dispositivo denominado “stock options”. Por meio dele, os funcionários da startup poderiam usar a chamada opção de compra de ações. Assim, uma pessoa poderia trabalhar recebendo um salário efetivo menor e, no futuro, ganhar um complemento em ações. Segundo ele, esse assunto deve ser tratado em outro projeto, específico para esse fim. 

Startups no Brasil

O Brasil tem 13.378 startups, segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Há dez anos, eram apenas 600, o que significa um crescimento superior a 2.000% em uma década. O conceito do que é uma startup, que foi inclusive, definido no marco legal, não é um consenso. A depender da fonte, pode variar. 
 
A proposta que traz regras e incentivos a essas empresas volta à Câmara dos Deputados, onde foi aprovada no fim do ano passado, uma vez que os senadores alteraram o texto original. 

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05/03/2021 00:00h

Deputado federal Neri Geller afirma que resultado coincide com investimentos feitos no estado

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Várzea Grande foi considerada a melhor cidade mato-grossense para se investir no setor industrial, segundo a pesquisa “Melhores Cidades para Fazer Negócios 2.0”, da Urban Systems.  Além disso, o estudo colocou o município entre os 100 melhores do País no segmento. 

Para o deputado federal Neri Geller (PP-MT), o levantamento é um forte indicativo de que a economia de Várzea Grande pode crescer ainda mais.

“Várzea Grande é a melhor cidade para se fazer investimento porque o interior do estado, principalmente em função do agro e da produção primária (algodão, milho e soja), está com um potencial de crescimento ainda muito forte”, afirma.

Ao todo, a pesquisa fez uma análise de 325 municípios brasileiros com população acima de 100 mil habitantes. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Várzea Grande é responsável por 20% do PIB do estado. 

CNI elabora lista com 25 propostas que contribuem para geração de emprego e renda

Neri Geller destaca também os investimentos em infraestrutura em Mato Grosso, entre eles a construção do Rodoanel, contorno rodoviário que promete desafogar o trânsito de veículos pesados na capital Cuiabá e em Várzea Grande.

“Mato Grosso tem recursos de cerca de R$ 3 bilhões para fazer investimentos em infraestrutura, sendo o único estado do País que tem, atualmente, disponível 16% de todo o orçamento para investir na área.”

O ranking da Urban Systems foi elaborado a partir de oito indicadores relacionados ao impacto da Covid-19 na saúde da população e na economia, além do desempenho econômico das cidades em aspectos como empregabilidade.  Em cada setor foram empregados indicadores específicos para atribuir pontuação a cada município.
 

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05/03/2021 00:00h

Deputada Rose Modesto (PSDB-MS) ressalta a importância da cooperativa Coamo e agregação de valor a matérias primas

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O município de Dourados foi o segundo maior exportador sul-mato-grossense em 2020, representando 11,9% de tudo que o estado envia para fora do País. Com essa marca, a cidade ultrapassou, inclusive, a capital Campo Grande. Mas, há alguns anos, esse não era o cenário da região. Em 2015, a taxa de exportação do município era de 3,5%, segundo dados da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

O superintendente de Indústria, Comércio e Serviço da Semagro, Bruno Bastos Gouveia, explica que a melhora da exportação é resultado do investimento na agregação de valor às matérias primas.

“Temos um programa de atração de investimentos desde 2015, visando à industrialização do estado, à diversificação da matriz econômica e à agregação de valor à matéria-prima local. Ou seja, inverter a lógica de exportar grãos para industrializar esses grãos no estado, gerando emprego, renda, competitividade e mais tributos”, explica. 

Segundo ele, o segredo é criar um ambiente de negócios para investimentos e segurança jurídica. “Temos feito isso desde 2015 e o resultado são mais de R$ 40 bilhões de investimento prospectados desde então”, completa. 

Coamo

A deputada Rose Modesto (PSDB-MS) ressalta a importância da cooperativa Coamo para o aumento da exportação.

“A situação específica de Dourados tem muita a ver com os resultados da cooperativa Coamo, o que sinaliza como é importante o investimento na capacidade de agregar valor à matéria prima. Dourados mostra caminho de excelência que pode ser reproduzido em outras cidades do nosso estado”, avalia.

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Saiba mais sobre o novo Marco Legal do Mercado de Câmbio, aprovado pela Câmara dos Deputados

Marco Legal do Mercado de Câmbio deve atrair mais investimentos para o País, afirma deputado

O complexo industrial da Coamo é responsável pela produção de farelo e óleo de soja. De acordo com o balanço da Semagro, no ano passado, Dourados aumentou em 2,734% o volume de farelo de soja exportado, além de 251% nas vendas externas de óleo de soja e de 53% na comercialização de soja ao exterior. Foram 32 mil toneladas de óleo de soja exportadas, em 2020, contra 9 mil toneladas, em 2019.

O farelo de soja saltou de 15 mil toneladas, em 2019, para 435 mil toneladas, em 2020. As exportações de soja pelo município alcançaram a marca de 981 mil toneladas do grão. Além disso, no ano passado, Dourados também aumentou as exportações de carnes suínas, bovinas e de aves.

“Como a Coamo é uma indústria exportadora de óleo e de farelo de soja, Dourados teve um boom na exportação em 2020, já que a empresa se instalou em 2019. No estado, as exportações no ano passado foram maiores que 2019 (11,4%), mesmo na pandemia”, enfatiza o porta-voz da Semagro, Bruno Bastos Gouveia. 
Em relação à pandemia, ele reconhece os impactos na economia nacional. “Mas graças a esse programa de atração de investimentos, só a indústria local, e isso considerando só o setor industrial, teve um saldo positivo de geração de 6,4 mil empregos”, ressalta. 

Líderes do ranking

No topo do ranking de 2020 está o município de Três Lagoas, com participação de 41,8% na exportação do estado do Mato Grosso do Sul. O resultado se deu, principalmente, pela exportação da soja. Juntos, os dez municípios que mais exportam no estado são responsáveis por 83,5% de tudo que é enviado para o mercado externo. 

A deputada Rose Modesto avalia os resultados da exportação do Mato Grosso do Sul como positivos, apesar dos impactos da pandemia da Covid-19. 

“Continuamos com superávit na balança comercial, embora com uma queda do mesmo período de 2020; ou seja, há espaço ainda para recuperação e até para crescimento. Sempre defendi que a atração de indústria e estímulos ao crescimento das cooperativas – aliadas a redução dos gargalos logísticos – ajudarão a alavancar a economia do nosso estado”, afirma.

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04/03/2021 18:00h

As temperaturas variam entre 15º C e 33º C

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Nesta sexta-feira (5), uma frente fria deve se formar na Região Sul, o que causa chuva ao longo do dia. Há previsão de chuvas a qualquer hora do dia, entre períodos nublados e elevados acumulados, desde a metade norte gaúcha até todo o estado Paraná. Destaque para as capitais Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, onde também  pode chover com raios e queda de granizo. 

As temperaturas ficam mais amenas do nordeste do Rio Grande do Sul ao leste do Paraná.

As temperaturas na região devem variar entre 15º C e 33º C. Já a umidade relativa do ar deve variar entre 40% e 100%. 

As informações são do Somar Meteorologia 

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04/03/2021 18:00h

A temperatura na região pode variar entre 15 e 33 graus

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Nesta sexta-feira (5), os temporais com acumulados elevados prosseguem no Maranhão, no norte do Piauí, e no norte do Ceará. No Rio Grande do Norte e no leste da Paraíba, os volumes de chuva também são elevados.  

Em outras áreas do sertão, agreste e litoral leste, a maior parte do dia será marcada por sol entre nuvens, calor e chuvas de fim de tarde. O tempo continua firme na Bahia.

A temperatura no Nordeste pode variar entre 15 e 33 graus. Em toda a região, os índices de umidade relativa do ar variam entre 30% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

 

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