07/11/2026 08:02h

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para este sábado em Ouro Preto/MG indica muitas nuvens com chuva isolada, mínima de 18°C e máxima de 31°C. À noite, há chance de pancadas de chuva e trovoadas.

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Este sábado, 7 de novembro, tende a ser o dia mais quente do horizonte de previsão do Inmet para Ouro Preto. Em pleno período de primavera, os 31°C estimados para hoje ficam acima das máximas previstas para os três dias seguintes, que entram em declínio já a partir de domingo e chegam a apenas 13°C na terça-feira.

A previsão para a manhã indicava céu com muitas nuvens, sem indicação de chuva nesse período. Para esta tarde, a previsão aponta a continuidade da nebulosidade, agora com possibilidade de chuva isolada. À noite, o tempo deve ficar mais instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas.

Previsão do tempo em Ouro Preto (MG)
Previsão do tempo — fonte: INMET

Em relação à umidade do ar, a previsão indicava índice máximo de 100% durante a madrugada. Para esta tarde, a mínima prevista é de 40%. Os ventos devem soprar fracos, com direção predominante entre norte e noroeste.

O sol nasceu às 05h11 e se põe às 18h07, com cerca de treze horas de claridade. A tendência apontada pelo Inmet é de máxima em declínio, com a mínima estável neste sábado e em queda no domingo e na segunda-feira, voltando a ficar estável na terça.

Para o domingo, 8, a previsão é de céu encoberto, com mínima de 12°C e máxima de 28°C. Na segunda-feira, 9, o cenário segue de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, e as temperaturas caem de forma mais acentuada: mínima de 9°C e máxima de 17°C. A terça-feira, 10, também deve ter muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 9°C e máxima de apenas 13°C.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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07/11/2026 04:55h

Webinar realizado em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafro) apresentou oportunidades de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para empreendedores do segmento; participantes destacam novas perspectivas de investimento e expansão

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Como parte da programação oficial do Governo Federal para o Novembro Negro 2026, o Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafro), promoveu o webinar “Rotas Negras em Ação: oportunidades e acesso ao Fungetur”. O encontro apresentou linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) a empreendedores do afroturismo e buscou aproximar o segmento de instrumentos financeiros para ampliar atividades, investir em infraestrutura e fortalecer iniciativas nos territórios.

A ação integra uma articulação com o programa Rotas Negras e a Abrafro e tem como objetivo facilitar o acesso de empreendedores negros às oportunidades de financiamento disponíveis no setor turístico. Segundo o MTur, o acesso ao crédito pode estimular os empreendedores a colocar em prática ideias que estão no papel. 

No caso dos empreendedores do afroturismo, as linhas do Fungetur podem contribuir para expandir negócios, modernizar infraestruturas e fortalecer iniciativas que valorizam a cultura afro-brasileira. Os investimentos contribuem, ainda, para movimentar a economia local.

Impacto do Fungetur para os empreendedores

Durante o encontro, participantes conheceram as condições do Fungetur, que disponibiliza mais de R$ 1 bilhão em recursos para empreendimentos turísticos em 2026.

Os financiamentos podem chegar a R$ 15 milhões, com taxas de juros de até 5% ao ano, acrescidas do INPC. Os prazos variam conforme a finalidade do crédito: até 120 meses para aquisição de bens e capital de giro e até 240 meses para obras e reformas, com carência de até cinco anos, dependendo da modalidade. 

Para Sinara Leandra de Souza, integrante do Comitê Gestor do Programa Rotas Negras e coordenadora de Aproveitamento de Ativos Naturais do Ministério do Turismo, aproximar os empreendedores dessas linhas de crédito é uma forma de transformar oportunidades em desenvolvimento econômico.

“Muitas vezes, o que falta a um empreendedor é a oportunidade de acessar os recursos necessários para transformar seu potencial em realidade. Aproximar os negócios do afroturismo das linhas de financiamento do Fungetur é justamente fazer com que essas iniciativas cresçam e ocupem cada vez mais espaço no mercado turístico brasileiro. Então, o nosso papel é fazer com que essas oportunidades cheguem a quem tem muito a contribuir para o desenvolvimento do país”, afirmou Sinara.

Crédito como oportunidade de expansão

Entre os participantes do webinar estava Elielson Pereira, empreendedor de origem quilombola que atua há cinco anos na Chapada dos Veadeiros (GO) à frente da agência Céu de Gaia Astroturismo. A iniciativa trabalha com o turismo astronômico, segmento que ainda busca maior espaço e oportunidades de financiamento no país.

Para ele, conhecer as condições do Fungetur representou uma nova perspectiva de acesso a recursos, especialmente considerando sua trajetória e a atuação em uma região que abriga territórios quilombolas – Kalunga e Avá-Canoeiro.

“O encontro me trouxe esperança, já que sinto dificuldades de acesso a recursos. Parabenizo a iniciativa, que chegou para mim como um verdadeiro letramento financeiro”, relatou Elielson.

O empreendedor também destacou a possibilidade de utilizar as linhas de financiamento para dar continuidade e ampliar os trabalhos na Região Centro-Oeste. Segundo ele, o acesso aos recursos pode beneficiar iniciativas que ainda encontram dificuldades para obter crédito, inclusive em segmentos emergentes, como o astroturismo.

“Quando pude apreciar a apresentação, deu para notar onde estava hiperconcentrado esse fundo, sobretudo no eixo Sul-Sudeste. E, morando no Centro-Oeste, sobretudo na região que contempla o maior território quilombola do país, o território Kalunga, vejo que abre caminhos possíveis para a gente acessar esses recursos e dar continuidade e ampliar as nossas ações, os nossos trabalhos na região”, destacou Elielson.

Outra participante foi Tâmara Azevedo Cardoso, da Bahia Turismo e Arte, empresa que atua há 16 anos em Salvador (BA). Ela avalia que as condições oferecidas pelo Fungetur podem contribuir para o crescimento do negócio.

A empreendedora planeja ampliar a estrutura da empresa, que atualmente funciona no ambiente digital, com a implantação de um espaço físico no centro da capital baiana. Entre os investimentos previstos estão a aquisição de equipamentos e de um automóvel com capacidade para sete passageiros.

“O Fungetur é fantástico em relação às taxas de juros bem menores, ser facilitado, ter uma carência boa. Para o meu negócio hoje, a gente quer ampliar. Então, ampliar significa também contratar”, explicou Tâmara.

Novos projetos e fortalecimento do afroturismo

O webinar também despertou o interesse de empreendedores que estão estruturando novos projetos. É o caso de Beth Brusco, jornalista e idealizadora da Afrovia, iniciativa voltada ao segmento do afroturismo.

A ideia surgiu após ela conhecer o Guia do Afroturismo Brasil. Com experiência profissional no setor, incluindo trabalhos na Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro e em agências de comunicação, Beth identificou a necessidade de ampliar a produção editorial sobre o tema.

Ela conta que chegou ao encontro por meio de uma publicação de um portal de cultura e se inscreveu inicialmente para conhecer as possibilidades de financiamento. A apresentação, no entanto, trouxe informações que ampliaram suas perspectivas de viabilizar o projeto.

“O encontro me surpreendeu positivamente pela riqueza de detalhes e esclarecimentos para quem está, como eu, em busca de monetização de projeto. E melhor, me deu a esperança de conseguir alcançar este objetivo”, relatou Beth.

Ampliação do acesso às políticas públicas

Além da apresentação das linhas de crédito, o Ministério do Turismo tem adotado medidas para ampliar o conhecimento sobre o perfil dos empreendedores do setor. Uma delas foi a inclusão obrigatória de campos de raça, etnia e gênero no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

A mudança busca produzir dados que contribuam para a formulação de políticas públicas, a qualificação profissional e o mapeamento do acesso ao crédito, permitindo identificar desigualdades e orientar ações de inclusão no turismo. 

Com cadastro ativo no Cadastur, podem solicitar financiamento pelo Fungetur diferentes empreendimentos da cadeia turística, como agências de viagens, pousadas, transportadoras turísticas, locadoras de veículos, cafeterias, bares e restaurantes.
 

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07/11/2026 04:55h

Pedido entregue ao governo federal busca adiar o início das cobranças para 2028, alertando sobre riscos de perda de competitividade e complexidade para o Simples Nacional

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Em manifesto encabeçado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e subscrito por 1.491 entidades, o setor produtivo protocolou nesta sexta-feira (6) na Presidência da República e no Ministério da Fazenda um pedido formal de adiamento da Reforma Tributária.

O documento requer que o início da implementação das novas regras, inicialmente previsto para janeiro de 2027, passe a vigorar apenas em janeiro de 2028, sob a justificativa de que o cronograma atual é limitado para as adequações necessárias.

As associações argumentam que empresas de todos os portes, sobretudo os pequenos negócios, precisam de um período estendido para compreender, planejar e adaptar-se às novas exigências fiscais.

A entidade aponta que o regulamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) foi divulgado apenas em abril, reunindo 620 artigos, e que a Receita Federal prevê a apresentação de uma nova versão regulamentatória nos próximos dias.

O texto também reforça que a medida provisória do Imposto Seletivo foi publicada em 4 de novembro, estabelecendo prazo até 15 de dezembro para que o Senado fixe a alíquota de referência da CBS.

"Defendemos que o ano de 2027 seja de testes, sem recolhimento efetivo dos novos tributos e com os impostos atuais mantidos, em especial para que as micro e pequenas empresas possam se adequar", afirma o presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto.

O dirigente, que também é presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), complementa destacando que "não é razoável exigir que o setor produtivo se prepare para uma mudança dessa dimensão sem que a regulamentação esteja definitivamente concluída e as alíquotas tenham sido aprovadas pelo Senado Federal".

"Sempre batemos em alguns temas que estão indefinidos. Batemos no tema da alíquota que foi apresentada do CBS, de 11,3%, mas que não é definitiva. Então, tem o limite de 26,5% definido pela Reforma Tributária. Quanto será o IBS? Mas vai ficar 11,3% realmente o CBS? Primeiro, você não consegue chegar a uma conclusão quanto à alíquota e qual é o impacto dela”, complementa Cotait.

Para consolidar as tratativas, o presidente da CACB defende a coesão das entidades. "Nós precisamos, então, construir um único projeto que possa ser encaminhado e defendido da reforma tributária. Tem muitos aspectos [...] que a gente precisaria fechar num único projeto, que senão você não consegue encaminhar dessa forma", enfatiza.

Impactos sobre o Simples Nacional e alinhamento institucional

O manifesto pontua ainda que os pequenos negócios não dispõem da mesma estrutura fiscal das grandes empresas, correndo o risco de tomar decisões sem clareza sobre os reflexos no Simples Nacional.

Nesse contexto, o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman Cardoso, destaca que o desenho original da reforma trazia entraves para a compensação de valores em cadeias produtivas que envolvem o regime simplificado.

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Segundo ele, a articulação institucional conseguiu incluir previsões de crédito proporcional no texto legal, embora tenha ponderado que esse formato ainda conta com desequilíbrios concorrenciais para o segmento.

"Dentro do projeto original da reforma, a alíquota única não permitiria às empresas optantes pelo regime do Simples Nacional gerar crédito ao seu adquirente, ou seja, ao ser contratada por uma empresa do regime geral hoje, a título de PIS e Cofins, a empresa do regime geral toma crédito integral, e no novo regime não teria crédito. Aí que surge a diferença, a perda de competitividade", aponta.

"A nossa primeira proposta que trazemos aqui é uma forma de nós permitirmos um crédito maior para o optante pelo Simples Nacional fora do regime híbrido, e para isso nós já temos inclusive uma PEC tramitando no Congresso Nacional", conclui Trautman.

A iniciativa é respaldada por organizações como a União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS), a FecomercioSP, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
 

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07/11/2026 04:50h

Comitiva liderada pela ApexBrasil apresenta produtos de diferentes setores e busca diversificar as exportações brasileiras para a China

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A participação brasileira na China International Import Expo (CIIE), em Xangai, reúne 36 empresas e cooperativas interessadas em ampliar as exportações para o mercado asiático. A delegação, organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), projeta movimentar US$ 280 milhões em negócios durante a feira, que chega à nona edição.

O evento começou nesta quinta-feira (5) e seguirá com a programação até o dia 10 de novembro, no National Exhibition and Convention Center (NECC). A participação ocorre após um ano de recorde no comércio entre os dois países.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e China chegou a US$ 171 bilhões. Desse total, US$ 100 bilhões corresponderam às exportações brasileiras, que resultaram em superávit superior a US$ 29 bilhões. Foi o 17º ano consecutivo em que o Brasil registrou saldo positivo nas trocas comerciais com os chineses.

Em entrevista à CGTN, o presidente da ApexBrasil, Laudemir André Müller, destacou a importância da parceria entre os dois países, que vai além das relações governamentais. 

"Nosso grande objetivo é ampliar as exportações que já fazemos, principalmente interiorizar mais a China. É um trabalho de fazer com que o Brasil seja mais conhecido, mas também diversificar. Brasil e China têm uma complementaridade muito grande. São parceiros super estratégicos, que ultrapassam governos e vêm para o mundo empresarial. O Brasil se coloca como um parceiro estável, confiável, que é o que a China busca", afirmou. 

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Entre os produtos que contribuíram para o resultado estão a carne bovina, com US$ 8,8 bilhões em vendas, e o café não torrado, que somou US$ 459 milhões. Os números também indicam a presença de produtos de diferentes segmentos na pauta exportadora brasileira, além das commodities tradicionais.

Exposição de produtos brasileiros a importadores chineses

Os expositores brasileiros estarão reunidos no National Pavilion, instalado no National Exhibition and Convention Center (NECC). A relação de participantes inclui representantes da indústria de proteína animal, como a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Aurora Coop, além de organizações ligadas à agricultura familiar, como a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES).

A oferta de produtos também contempla bebidas, alimentos e derivados agrícolas. A Vinícola Salton apresentará vinhos, enquanto a ApisBrasil e a CONAP levarão mel e própolis. A Cachaça Pernambucana representará o segmento de destilados. Já a Bela Iaca e a Açaí Super Fruta participarão com sucos e produtos à base de açaí.
Também estarão no pavilhão empresas de comércio exterior, como Atlântica e DCDF Trading, que integram a delegação brasileira.

Promoção comercial

A programação inclui demonstrações gastronômicas e atividades interativas para apresentar os produtos brasileiros aos compradores e visitantes. Uma das atrações será o XBOT, robô que preparará sorvete de açaí ao vivo. A iniciativa é realizada em parceria com as empresas Açaí Amazonas e Ecofood.

Outra participante será a rede asiática Luckin Coffee, que apresentará grãos brasileiros da categoria SOE (Single Origin Espresso), além de bebidas à base de café.

O público também poderá acompanhar demonstrações de preparo e degustar churrasco brasileiro, com apresentação de diferentes cortes de proteínas nacionais. Entre as demais atividades previstas estão uma máquina de jornais tradicionais, a distribuição de pelúcias de capivara e jogos de perguntas e respostas sobre café, carne e frutas. Os visitantes que completarem os três quizzes distribuídos no evento poderão receber brindes.

Rede de apoio

A delegação contará com representantes da ApexBrasil, do governo federal, do corpo diplomático e de entidades empresariais para acompanhar as rodadas de negociação. Pela agência, participará o gerente de Agronegócios, Pedro Netto.

A representação diplomática terá o embaixador do Brasil em Pequim, Marcos Galvão, e o cônsul-geral em Xangai, Augusto Pestana. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) será representado por Ângela Pimenta Peres, diretora do Departamento de Promoção do Agronegócio, além dos adidos agrícolas Jean Gouhie e Leandro Feijó.

Pelo setor privado, estão previstas as participações do presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Roberto Perosa, e do conselheiro da diretoria da UNICAFES, Luciano Monteiro. Executivos da Luckin Coffee também acompanharão as atividades relacionadas a temas como sustentabilidade e consumo.

Esta é a nona participação consecutiva do Brasil na CIIE, realizada desde 2018. Além de buscar novos contratos comerciais, a presença brasileira pretende ampliar a participação de produtos nacionais no mercado chinês e fortalecer relações com compradores e empresas locais. A estratégia envolve diversificar as exportações e abrir espaço para produtos com maior valor agregado, reduzindo a concentração da pauta em commodities.
 

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07/11/2026 04:00h

Lei Complementar 238/2026 prevê cancelamento de débitos tributários federais de microempreendedores individuais constituídos até 13 de outubro de 2026; benefício será automático, mas exige pagamento em dia das guias mensais nos seis primeiros meses de vigência

O perdão de dívidas tributárias com a União para microempreendedores individuais (MEIs) poderá beneficiar mais de 3,6 milhões de empreendedores brasileiros, segundo estimativa do governo federal. A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de outubro (Lei Complementar 238/26) e prevê o cancelamento de mais de R$ 18,7 bilhões em débitos. O benefício será automático e entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027.

A economista e planejadora financeira Myrian Lund salienta que o perdão abrange determinados tipos de débitos, sendo os tributários federais, inscritos ou não na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026.

“O que vai ser perdoado ou remissão da dívida é relativo ao que está na Receita Federal e o que está na Procuradoria Geral já para execução. Então, o benefício abrange a contribuição previdenciária mensal do MEI, o valor principal, multa, juros, encargos legais”, destaca a especialista.

Como prevê o perdão automático das dívidas, não há necessidade de solicitação pelo empreendedor à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Segundo a PGFN, o perdão será aplicado mesmo que a dívida esteja parcelada, transacionada, negociada, garantida ou suspensa. A remissão também alcança o saldo devedor de parcelamentos em andamento, mas não dá direito à restituição de valores que já foram pagos.

“Exceto aqueles que têm processos judicializados. Nesse caso não é automático, vai sair uma declaração da Procuradoria Geral de quem entrou na Justiça. Então, para quem não tá na Justiça, vai ser tudo automático. Não precisa fazer cadastro. A própria Receita Federal e a Procuradoria Geral já têm a relação”, menciona Lund.

A medida não se aplica aos impostos estaduais e municipais (ICMS e ISS), que continuarão sendo cobrados, mesmo que seus valores estejam incluídos no mesmo documento de arrecadação (DAS) que a contribuição perdoada. 

A lei integra o Prospera MEI – pacote lançado pelo governo federal com o objetivo de reduzir o endividamento, facilitar o acesso a recursos para investimentos e simplificar a rotina de MEIs.

Manutenção do benefício

Para manter o benefício, o MEI deverá seguir exigências como o pagamento em dia do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) nos seis primeiros meses de vigência da norma.

“Então, o descumprimento provocará o cancelamento do perdão”, afirma Lund.

Além disso, o microempreendedor também deve cumprir as demais condições previstas na legislação para a remissão dos débitos e observar as exigências aplicáveis caso existam ações judiciais relacionadas às dívidas.

A planejadora financeira Myrian Lund destaca, ainda, que a medida pode ajudar os MEIs a regularizar a situação fiscal e recuperar o equilíbrio financeiro, ao reduzir as dívidas tributárias e abrir espaço para a reorganização das contas do negócio.

“O objetivo maior do governo não é só eliminar o endividamento passado, mas criar condições para que o microempreendedor tenha um negócio financeiramente sustentável. Então, vai ser a grande oportunidade para os microempreendedores darem um salto, mudarem de nível”, avalia Lund.

Prospera MEI

A nova legislação também amplia gradualmente o limite anual de faturamento da categoria, atualmente fixado em R$ 81 mil. 

A proposta também permite a contratação de até dois empregados no lugar de apenas um. O teto de faturamento está desatualizado desde 2018.
 

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07/11/2026 04:00h

São até R$ 500 milhões em subvenção para minerais críticos, mineração urbana, ímãs de terras raras e descarbonização; projetos da Clark e da Valpa já foram contratados

A FINEP prorrogou o prazo de inscrição na segunda rodada do programa Finep Mais Inovação – Transformação Mineral até 30 de novembro. O programa destinará até R$ 500 milhões em recursos não reembolsáveis (subvenção econômica) para atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação (PD&I) em projetos inovadores, com risco tecnológico associado. O foco da chamada são minerais críticos e estratégicos e o objetivo tem como meta o adensamento das cadeias de transformação desses insumos para a descarbonização e a transição energética seguras e sustentáveis. As inscrições devem ser feitas pelo site da Finep (www.finep.gov.br). “Em função da importância do tema e seu crescente reconhecimento como prioridade, vide a recente aprovação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), foi decidido pela prorrogação do prazo e suplementação do orçamento desta chamada”, explica Henrique Vasquez, gerente do Departamento de Indústria de Base e Extrativa Sustentáveis da Finep.

O programa apoiará projetos que contribuam com as temáticas 1) Minerais e Materiais Críticos e Estratégicos para Transição Energética e Descarbonização, 2) Mineração Urbana, 3) Ímãs de Terras Raras, 4) Tecnologias Sustentáveis para Mineração e 5) Descarbonização da Transformação Mineral. A seleção busca incentivar o desenvolvimento tecnológico de insumos, compostos, metais, ligas, materiais, componentes, produtos intermediários e finais com aplicações essenciais para a transição energética e descarbonização. Entre os destaques estão projetos relacionados à reciclagem de baterias e a separação e refino de terras raras, considerados temas essenciais para a transição energética global e para o desenvolvimento de cadeias produtivas de minerais críticos. Também figuram iniciativas voltadas ao monitoramento avançado de barragens de rejeitos, com foco em segurança operacional, gestão de riscos e uso intensivo de tecnologias digitais. O conjunto de oportunidades inclui ainda soluções para descarbonização da produção de cimento.

Entre os projetos já contratados está a Unidade Piloto de Sistema de Redução Direta com Hidrogênio (H-DR) para Produção de Aço Verde da Clark Tecnologia na cidade de São Paulo, com apoio de quase R$ 11 milhões. A iniciativa propõe uma solução inovadora e descentralizada para a produção de ferro de baixo carbono, integrando diretamente a geração local de hidrogênio verde ao processo industrial, o que reduz a necessidade de grandes infraestruturas logísticas e aumenta a flexibilidade operacional. A tecnologia foi concebida para operar adaptada à disponibilidade de energia renovável, aproveitando excedentes energéticos e contribuindo para maior viabilidade econômica e sustentabilidade do processo produtivo. Alinhada às metas globais de descarbonização da siderurgia, a iniciativa aproveita as vantagens competitivas do Brasil, como a oferta de minério de ferro de alta qualidade e o potencial de geração de energia renovável, fortalecendo o desenvolvimento da cadeia de aço verde no país.

Outro projeto já contratado é o de Implementação de Rota Eletroquímica para Independência Tecnológica Brasileira na Cadeia Fotovoltaica, da Valpa Mineração e Terraplanagem, localizada no município paulista de Jacareí. Com apoio de cerca de R$ 20 milhões, o projeto desenvolve uma rota eletroquímica de baixa emissão de carbono para produzir silício grau solar com pureza de 99,9999% (6N), utilizando eletrólise e energia renovável como alternativa às rotas convencionais intensivas em carbono. A iniciativa contempla a construção e operação de um protótipo com validação de materiais, parâmetros de processo, estratégias de purificação e indicadores técnicos e econômicos para apoiar sua futura escalabilidade industrial. Além de contribuir para a descarbonização da cadeia fotovoltaica, o projeto fortalece a independência tecnológica do Brasil ao viabilizar uma rota nacional para produção de um insumo estratégico para a transição energética.

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06/11/2026 21:30h

Moeda acompanha fortalecimento no exterior, enquanto investidores avaliam dados de emprego dos Estados Unidos e cenário econômico brasileiro

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O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (6) em alta de 0,44%, cotado a R$ 5,52. O avanço da moeda norte-americana acompanhou o fortalecimento do dólar no mercado internacional, em um pregão marcado pela avaliação de indicadores econômicos dos Estados Unidos e pelas expectativas dos investidores em relação à política monetária norte-americana.

Ao longo do dia, o mercado repercutiu os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Os números foram acompanhados de perto pelos investidores, já que ajudam a orientar as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve, o banco central norte-americano, em relação aos juros.

A perspectiva de manutenção de uma política monetária mais restritiva nos Estados Unidos pode favorecer a procura por ativos considerados mais seguros, como o dólar. Esse movimento também influencia o desempenho das moedas de países emergentes, como o real.

No cenário doméstico, os investidores continuaram atentos às incertezas econômicas e políticas brasileiras, fatores que também podem influenciar o comportamento do câmbio.

Com o resultado desta sexta-feira, a moeda norte-americana acumulou valorização de 1,20% na semana. O desempenho reforça a pressão sobre o real diante do cenário internacional e das expectativas em relação à economia brasileira.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,13.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1811 0,1630 0,1361 28,7058 0,1486 0,2558 0,2647
USD 5,5224 1 0,8975 0,7491 158,52 0,8205 1,4126 1,4571
EUR 6,1323 1,1141 1 0,8346 176,62 0,9141 1,5738 1,6235
GBP 7,3500 1,3349 1,1982 1 211,61 1,0952 1,8857 1,9452
JPY 0,0348 0,0063 0,0057 0,0047 1 0,5176 0,0089 0,0092
CHF 6,7305 1,2188 1,0940 0,9131 193,21 1 1,7218 1,7762
CAD 3,9094 0,7079 0,6354 0,5303 112,22 0,5809 1 1,0316
AUD 3,7786 0,6863 0,6160 0,5141 108,79 0,5631 0,9694 1


Os dados são da Investing.com.  

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06/11/2026 21:00h

Bolsa brasileira registra primeira semana positiva após três semanas de perdas

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (6) em alta de 1,39%, aos 168.498,45 pontos. O avanço representa uma valorização de 2.307 pontos em relação ao pregão anterior.

Com o resultado, a Bolsa encerrou a semana com alta acumulada de 0,34%, interrompendo uma sequência de três semanas consecutivas de perdas.

O movimento foi impulsionado por uma recuperação do mercado, após as fortes quedas registradas na sessão anterior. Entre os destaques positivos, as ações de grandes bancos e da Vale contribuíram para o avanço do índice.

No cenário internacional, os investidores acompanharam a divulgação dos dados de emprego dos Estados Unidos, que vieram acima das expectativas e aumentaram as apostas de uma possível elevação dos juros pelo Federal Reserve em dezembro.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA Pfd (AZEV4) +19,70%
  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3F) +16,28%

Ações em queda no Ibovespa

  • Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3) -19,95%
  • Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3F) -14,51%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.041.539.129, em meio a 4.574.863 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

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06/11/2026 18:40h

Inmet prevê avanço de novas instabilidades com rajadas de vento e chuva forte a partir da tarde

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O sábado, 7 de novembro, encerra a semana com a chegada de uma nova frente de instabilidades sobre a Região Sul. A aproximação de um centro de baixa pressão provoca tempestades com descargas elétricas e ventos de rajada na tarde de sábado, afetando a rotina do campo e o trânsito nas rodovias sulistas.

Em Curitiba (PR), o sábado registra mínima de 15°C e máxima subindo para 24°C, com tempestades e trovoadas à tarde e à noite sob ventos moderados com rajadas. Em Florianópolis (SC), a temperatura atinge 24°C com tempestades a partir do meio-dia. Em Porto Alegre (RS), o tempo fecha com pancadas isoladas de chuva e vento frio do quadrante oeste, registrando queda na máxima para 22°C e mínima de 17°C com umidade em 90%.

Alertas e Riscos do INMET:

  • Áreas afetadas: Todo o estado do PR, SC e metade norte do RS.

  • Validade: Sábado, 07/11/2026.

  • Principais riscos: Rajadas de vento de até 60 km/h, trovoadas e alagamentos pontuais em vias urbanas.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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06/11/2026 18:30h

Umidade elevada gera chuvas com trovoadas e rajadas de vento no interior de MS, GO, MT e no Distrito Federal

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O sábado, 7 de novembro, consolida a sequência de instabilidades típicas da estação sobre o Brasil Central. O fornecimento constante de umidade pela Amazônia mantém o solo encharcado em polos agrícolas de Mato Grosso e Goiás, exigindo monitoramento no tráfego de colheitadeiras e caminhões de escoamento.

Em Cuiabá (MT), a mínima é de 28°C e a máxima atinge os 37°C, com umidade entre 40% e 70% e ocorrência de tempestades isoladas acompanhadas por rajadas de vento do quadrante norte-sul. Em Goiânia (GO), a temperatura mínima desce a 23°C e a máxima atinge 35°C, com chuvas e trovoadas à tarde. Em Campo Grande (MS) e no interior sul-mato-grossense, as pancadas aparecem com intensidade moderada a forte, registrando mínima de 25°C e máxima de 35°C. Em Brasília (DF), a temperatura máxima sobe para 32°C, com mínima de 21°C e umidade de 95%, sob nuvens encobertas e trovoadas isoladas.

Alertas e Riscos do INMET:

  • Áreas afetadas: Estados de MT, MS, GO e o DF.

  • Validade: Sábado, 07/11/2026.

  • Principais riscos: Descargas elétricas em áreas abertas rurais, rajadas de vento e acúmulo temporário de água em vias urbanas.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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